ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO"

Transcrição

1 ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO ANO LECTIVO 2008/2009 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

2 1 Os critérios de avaliação definidos têm por base aquilo que cada professor deve valorizar nos seus alunos ao nível dos conteúdos/competências específicas da disciplina. Os comportamentos/atitudes a considerar, bem como os seus critérios de avaliação são os que constam no documento sobre Avaliação, aprovado no Conselho Pedagógico. 1. REFERENCIAIS ESPECÍFICOS DE CADA DOMÍNIO DO PROGRAMA DE LÍNGUA PORTUGUESA Ouvir/Falar Ouvir os outros (discursos, exposições, entrevistas, instruções...) Distinguir vários géneros do oral (exposições, discursos, entrevista, debate) Intervir oportunamente; Relatar experiências e acontecimentos; Fazer curtas exposições previamente preparadas; Recontar histórias/resumir Memorizar poemas, cantares e outras produções do Património Literário Oral Colocar/responder a questões; Pedir, dar e receber informações; Seleccionar e reter informação necessária; Fazer propostas e dar sugestões; Dar opiniões fundamentadas; Reproduzir/compreender o que ouve; Exprimir-se oralmente com progressiva clareza Adaptar o vocabulário e o discurso ao interlocutor; Leitura Recreativa Cumprimento do compromisso negociado - leitura individual por escolha própria de obras integrais; Apresentação das leituras feitas. Leitura Orientada Ler e ouvir ler oralmente narrativas, poemas

3 2 Praticar leitura silenciosa, dialogada, coral... Interpretar individualmente e/ou em grupo textos/ obras: Elaborar respostas a perguntas, utilizando regras ortográficas e de pontuação, correcção morfológica e sintáctica e recorrendo a vocabulário próprio; Utilizar guiões de leitura; Distinguir vários tipos de texto; Distinguir o autor do narrador; Identificar o tipo de narrador; Identificar recursos expressivos; Identificar acontecimentos; Estabelecer a sequência dos acontecimentos; Identificar as partes constituintes da narrativa; Distinguir o principal do acessório; Localizar a acção no espaço e no tempo; Identificar e caracterizar as personagens; Recolher dados biográficos e autobiográficos dos autores: Leitura para Informação e Estudo Utilizar materiais de consulta e estudo: caderno diário, manual, dicionário, prontuário, gramática, enciclopédia... Localizar e seleccionar informação para realização de tarefas; Utilizar estratégias diversificadas na recolha de informação; Sublinhar e tomar notas com objectivo de estudo; Organizar informação recolhida. Escrita Expressiva e Lúdica Escrever textos individualmente e/ou em grupo a partir de motivações lúdicas: Legendar imagens; Completar textos; Praticar jogos de palavras (acrósticos, lipogramas...). Descrever textos iconográficos. Escrita para Apropriação de Técnicas e de Modelos Produzir textos utilitários (sumário, recado, convite, telegrama, carta, notícia, slogan, anúncio...); Produzir textos narrativos, com tema proposto ou de tema livre;

4 Elaborar diálogos; Redigir planos de actividades a realizar; Responder a questionários; Usar vocabulário adequado. 3 Aperfeiçoamento de Textos Aperfeiçoar textos produzidos (colectivamente, em pares, em grupo e individualmente). Funcionamento da Língua Identificar, distinguir e aplicar conteúdos do funcionamento da língua, tendo em conta o seu conhecimento explícito. 2. ATITUDES/VALORES Participação/cooperação Colabora nas actividades propostas ou da iniciativa do grupo; Intervém de forma adequada; Respeita as opiniões dos outros. Sociabilidade Capacidade de relacionar-se com os outros sem causar situações de conflito. Sentido de Responsabilidade Tem os materiais necessários; Manifesta hábitos de trabalho; É pontual; É assíduo; Cumpre o regulamento da escola. Autonomia Realiza tarefas sozinho; Ultrapassa dificuldades sem ajuda contínua de outras pessoas; Reflecte e toma decisões; Intervém adequada e espontaneamente.

5 4 3. AVALIAÇÃO SUMATIVA A avaliação sumativa consiste na formulação de um juízo globalizante sobre o grau de desenvolvimento dos conhecimentos, competências e atitudes dos alunos, tendo como referência os objectivos definidos a nível nacional e a nível escola. (Despacho Normativo nº 30/2001 de 19 de Junho). Programa de Recuperação de Escolaridade Currículos Adaptados Os docentes que tenham a seu cargo estas turmas podem optar por escolher a forma como vão avaliar os seus alunos, não tendo obrigatoriamente que fazer duas fichas de avaliação escrita. A avaliação dos discentes pode consistir quer na realização de fichas de avaliação quer na realização de trabalhos com apresentação oral e/ou escrita. Caberá a cada docente escolher qual o meio de avaliação que mais se adequa a cada turma Especificação dos Parâmetros Referenciados, em Termos de Instrumentos de avaliação Fichas Sumativas: sendo a súmula dos conhecimentos trabalhados nas aulas, constituem uma parte importante do processo avaliativo, não sendo, contudo, o elemento, por excelência, desse processo. Ao elaborá-las, cada professor terá em consideração a adequação dos conteúdos das fichas à matéria explorada e exercitada nas aulas, a adequação da linguagem aos alunos, o tempo disponível (45m ou 90m), construindo uma matriz, contendo os conteúdos, o número de questões e respectiva cotação. Após a correcção das fichas, cada professor procederá à análise dos resultados, elaborando, para tal, um relatório. Mini-fichas: seguem as mesmas normas das fichas, porém podem só contemplar um dos conteúdos da disciplina: Interpretação / Compreensão, Funcionamento da Língua, Produção de texto. Fichas de diagnóstico: são aplicadas no início do ano, ou no início de cada unidade temática, de forma a aferir do grau de conhecimentos prévios sobre determinada matéria.

6 5 Fichas Formativas: são aplicados ao longo do ano, de modo a ir-se aferindo o grau de aproveitamento dos alunos e verificando as suas dificuldades. Fichas de Trabalho: são um complemento importante daquilo que se vai ensinando nas aulas, uma vez que permitem o aprender fazendo, ao mesmo tempo que se vão desfazendo as dúvidas que vão surgindo. Participação Oral e Escrita (na aula): é bastante elucidativa da rapidez de resposta do aluno, assim como do seu grau de atenção, concentração e aplicação, face ao trabalho da aula. Trabalhos de Grupo: constituem um elemento importante para o desenvolvimento da cooperação e do espírito de entreajuda. Trabalhos de Casa: constituem, também, um elemento importante a ter em consideração, uma vez que permitem ao aluno a exercitação e a consolidação do que vai trabalhando nas aulas. Permitem, também, aferir do interesse do aluno face ao trabalho escolar. Outros Trabalhos (pesquisas, textos livres, fichas de leitura recreativa ): constituem, também, um elemento importante a ter em consideração, uma vez que permitem ao aluno o desenvolvimento. de competências especificas da disciplina. Permitem, também, aferir do interesse do aluno face ao trabalho escolar. Caderno Diário: é através dele que o aluno vai criando hábitos de organização e adquirindo método no seu estudo. À medida que o aluno se vai mostrando autónomo, vai-se tornando um elemento mais de auto-regulação do próprio do que um elemento de avaliação do professor. Prova de Avaliação Sumativa Externa - PASE (Artigo 13º da Portaria n.º 72/2006 de 24 de Agosto) A avaliação sumativa externa é da responsabilidade da Direcção Regional da Educação (DRE) e compreende a realização de uma prova de Língua Portuguesa no final do 2º ciclo, incidin-

7 6 do sobre as competências e aprendizagens previstas para o segundo ciclo e em data a definir por aquela Direcção. Os resultados das provas são obrigatoriamente considerados no processo de avaliação sumativa interna e deverão ter um peso idêntico às fichas sumativas realizadas na disciplina. É de salvaguardar que os critérios de avaliação são referenciais comuns, operacionalizados pelo Conselho de Turma no âmbito do Projecto Curricular de Turma Fichas Sumativas Critérios de elaboração: Para construir uma ficha de avaliação dever-se-á satisfazer os seguintes requisitos: selecção de conteúdos e formulação dos objectivos; elaboração da matriz, especificando os conteúdos, os objectivos e a cotação das questões; distribuição da cotação pelas questões, tendo em conta o peso atribuído aos conteúdos da ficha, (podendo registar-se uma margem de variação de 5%): Interpretação / Compreensão 45%, Funcionamento da Língua 35%, Produção de texto 20% adequação do número das questões e do grau de dificuldade da ficha ao tempo concedido; distribuição gráfico-espacial, a estrutura global da ficha deve facilitar a leitura e a compreensão do que se pretende ( espaços adequados entre as questões, diferenciação entre introduções e questões...); utilização de uma linguagem clara, as instruções iniciais e o enunciado das perguntas devem ser breves e precisas, de modo a que o aluno compreenda o que se pretende; adequação da linguagem, a terminologia utilizada deve ter em conta os alunos a quem se dirige, sendo adequada ao seu nível etário e às suas dificuldades; Critérios de correcção: Compreensão/Interpretação Todos os erros ortográficos devem ser assinalados, descontando-se na questão 0,5 valor.

8 7 Às respostas com frase incompleta, ou seja sem início ou ponto final, dever-se-á descontar 1 valor. Às respostas que são transcrição integral do texto, dever-se-á descontar metade da cotação da questão. Produção de Texto Apresentação cuidada 1 valor Respeito pelo tema 3 valores Respeito pela tipologia 2 valores Organização lógica do texto/ ideias 3 valores Correcção frásica 3 valores Vocabulário variado 2 valores Ortografia 3 valores Pontuação 3 valores Notas: 1* - Estes valores servem de orientação conforme o tipo de texto e, de acordo com os itens já estudados. 2 - Se o tema não for respeitado não será atribuída classificação, no entanto o professor deverá corrigir o texto e dar algumas orientações ao aluno. 4. REFLEXÃO SOBRE A ATRIBUIÇÃO DOS NÍVEIS

9 8 Na atribuição de qualquer um dos níveis, ter-se-á em consideração a situação escolar do aluno no início do processo Ensino/Aprendizagem e o progresso realizado ao longo do período / do ano. Fazendo parte integrante do percurso escolar do aluno, está o factor comportamental, uma vez que as atitudes assumidas por aquele, face à sua aprendizagem e/ou integração escolar, determinam grandemente o seu nível de aproveitamento, relativamente aos parâmetros atrás descritos. Este factor assume particular relevância nos casos fronteira, sobretudo quando implica a transição de ano ou a mudança de ciclo. INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM PARÂMETRO O aluno não é capaz de assumir uma atitude correcta na sala Atitudes e de aula e Valores oferece resistência às regras de sã convivência social. O aluno assume, O aluno resficuldade, com dipeita as regras de uma atitude conduta na correcta na sala de aula, sala de aula, embora possa oferecendo revelar fraca alguma resistência a certas participação / cooperação e regras. pouca auto- nomia. O aluno as- O aluno as- sume uma sume uma atitude atitude correcta correcta na na sala de sala de aula, aula, participando participando e coo- activamente e perando com cooperando os outros, de com os outros, forma responsável e autónoma. de forma responsável e autónoma. NOTA: Um aluno de nível negativo, neste domínio, pode revelar-se autónomo e cooperante; pode, também, apresentar resultados positivos a nível dos outros domínios. Nível 5 - O aluno corresponde bem à exigência de todos os critérios de avaliação. Nível 4 - O aluno corresponde bem à exigência de quase todos os critérios de avaliação. Nível 3 - O aluno corresponde razoavelmente à exigência dos critérios de avaliação. Ao aluno que consiga aplicar implicitamente as normas gramaticais, ainda que não tenha conhecimento da nomenclatura, poderá ser atribuído nível três. Nível 2 - O aluno não corresponde à exigência da maioria dos critérios de avaliação. Nível 1 - A atribuição deste nível aplica-se aos casos referidos no ponto 33 das Disposições finais inseridas no documento sobre Avaliação, aprovado no Conselho Pedagógico.

10 Compreensão de textos orais escritos Conhecimento da estrutura e da função da linguagem Capacidade de interpretar situações de comunicação Domínio progressivo de técnicas de construção de textos diversos Quadro-síntese INSUFICIENTE SUFICIENTE BOM MUITO BOM PARÂMETROS O aluno: O aluno: O aluno: O aluno: O aluno: * compreende e * não com- * compreende, * compreende * compreende interpreta com preende nem interpreta qualquer tipo de mensagem. * Não compreende nem interpreta qualquer tipo de mensagem. * Não domina as regras de Funcionamento da Língua. * Não consegue interpretar situações comunicativas, mesmo que bem contextualizadas. com muita dificuldade as mensagens transmitidas. * Compreende, com muita dificuldade as mensagens transmitidas. * Aplica apenas, e com dificuldade, algumas regras básicas do Funcionamento da Língua. * Consegue interpretar / contextualizar, com dificuldade, algumas situações muita de comunicação. * Não consegue produzir enunciados básicos. * Consegue, com muita dificuldade, produzir textos simples, com muitas lacunas aos níveis semântico e gramatical. * Compreende as mensagens, mas não apreende os sentidos implícitos. * Domina implicitamente e explicita algumas regras do Funcionamento da Língua. * Consegue interpretar situações comunicativas diversas. * Consegue produzir textos simples, tendo dificuldade na elaboração de textos mais complexos. as mensagens, mas não apreende os sentidos implícitos. e interpreta com facilidade qualquer tipo de mensagem. * Compreende e interpreta com facilidade qualquer tipo de mensagem. * Domina e aplica com facilidade as regras do Funcionamento da Língua. * Interpreta situações comunicativas diversas, relacionando--as com contextos já apreendidos. * Consegue produzir textos diversos, com coerência e bastante correcção gramatical. bastante facilidade qualquer tipo de mensagem, relacionando-as com as suas vivências e com a globalidade dos conhecimentos adquiridos. * Compreende e interpreta com bastante facilidade qualquer tipo de mensagem, relacionando-as com as suas vivências e com a globalidade dos conhecimentos adquiridos. * Domina, com bastante facilidade, as regras do Funcionamento da Língua, explicitando-as correctamente.. * Interpreta, com facilidade, situações comunicativas, desenvolvendo contextos e aprofundando os sentidos implícitos das mensagens. * Consegue produzir facilmente qualquer tipo de texto, semântica e gramaticalmente correctos. NOTAS: 1- Quaisquer conteúdos ou estratégias podem ser sujeitas a adaptações, consoante os Projectos Curriculares das Turmas. 2- O comportamento não pode entrar em linha directa com a atribuição dos níveis, na medida em que, por vezes, não há correlação entre o aproveitamento escolar do aluno e o seu modo de estar, face ao estudo, não obstante o aluno poderá ser penalizado pelo mesmo, ainda que o seu domínio dos conteúdos se revele suficiente, bom ou muito bom. 3- O enquadramento dos alunos num determinado nível pressupõe, como é evidente, o ter atingido, ou não, os objectivos

11 5. LEITURA DOS PARÂMETROS DA FICHA DE REGISTO DE AVALIAÇÃO Os Professores da Disciplina de Língua Portuguesa com base nos parâmetros específicos da disciplina, patente na Ficha de Registo de Avaliação, definiram as competências a ter em conta na avaliação de cada item. Compreensão de: Textos orais (Neste item foi tido em conta a comunicação verbal e o texto verbal como mensagem.) Escuta e retém a informação essencial do texto oral (exposição, discurso, entrevista, instruções, textos do património oral); Escuta e responde a questões sobre o texto oral; Escuta e reproduz as ideias essenciais do texto oral. Compreende instruções, exposições, discussões, entrevistas...; Coloca questões; Responde a questões; Relata episódios da vida quotidiana; Reconta e resume histórias; Memoriza poemas, cantares e outras produções do Património Literário Oral Faz curtas exposições previamente preparadas; Adapta o vocabulário e o discurso ao interlocutor; Exprime-se com correcção frásica. Textos escritos Executa leitura silenciosa; Executa leitura em voz alta; Lê com fluência e expressividade; Identifica a informação essencial num texto; Responde a questões sobre o texto, utilizando regras ortográficas e de pontuação, correcção morfológica e sintáctica e recorrendo a vocabulário próprio; Reconta e resume o que lê. Conhecimento da Estrutura e da Função da Linguagem Identifica, distingue e aplica conteúdos de Funcionamento da Língua.

12 Capacidade de Interpretar situações de comunicação (Este item compreende os dois primeiros sendo no entanto mais abrangente.) Compreende e interpreta textos orais e escritos. 1 Domínio Progressivo de Técnicas de Construção de Textos Diversos Elabora textos; Escreve vários tipos de texto (narrativos, descritivos, carta, recado, aviso, slogan, anúncio...) Responde a questões; Escreve com correcção morfológica, sintáctica, semântica e ortográfica; Utiliza vocabulário variado.

13 6. PESO ATRIBUÍDO AOS PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO 2 Parâmetros Evidências Peso atribuído Oral Seguir atentamente uma exposição oral, retendo informação essencial; Produz com correcção frásica diferentes discursos a partir do que ouve (reconto/ resumo / relato), adaptando o vocabulário e o discurso ao interlocutor. 10% Compreensão Lê com fluência e expressividade; (25%) Escrita Compreende informação essencial explícita e implícita no texto Faz o tratamento / organização correcta da informação recolhida sob a forma de registos escritos: respostas; reconto; resumo; 15% Conhecimento Adquire, identifica/ distingue conteúdos do conhecimento explícito da língua; Aplica os conteúdos do conhecimento explícito da língua; Explicita regras que orientam a aplicação desses mesmos conteúdos; Sabe consultar (conhece a organização/ localização de) conteúdos em diversos suportes: gramáticas; dicionários; manuais; prontuários; meios multimédia ) 20% Capacidades Compreende e interpreta diferentes enunciados / suportes de informação: orais (exposições, material audiovisual, conversas, debates, filmes) escritos e outros (em papel ou multimédia): mapas, tabelas / quadros; imagens. Comunica oralmente informação pertinente (fundamentada em opinião pessoal ou em pesquisa), com clareza, correcção, criatividade e respeito pelas regras da comunicação oral. Comunica por escrito informação correcta (fundamentada em opinião pessoal ou em pesquisa), com clareza e criatividade (ideias e recursos) e respeito pelas regras da comunicação escrita. 15%

14 3 Domínio de Técnicas Domina várias tipologias de texto; (respostas curtas/ longas/ texto narrativo / diálogo / texto poético / texto descritivo / carta / postal / resumo / convite ); Escreve com correcção morfológica, sintáctica, semântica e ortográfica; Domina recursos que conferem expressividade ao texto escrito (vocabulário variado; recursos expressivos); 20% É assíduo e pontual; apresenta os materiais necessários, devidamente limpos e organizados; Responsabilidade Realiza correctamente os trabalhos extra-aula (TPC) e demonstra hábitos/ métodos de estudo; 5% Atitudes e Valores Participação (5%) Revela (atenção/interesse) e intervém nas actividades da aula (individuais e de grupo), de forma adequada (com qualidade); 5% 20% Sociabilidade (5%) Respeita os outros e as suas opiniões, revela espírito de inter-ajuda e cumpre regras de comportamento; 5% Autonomia (5%) Organiza e realiza correctamente o trabalho sem ajuda; 5% Língua Portuguesa 2º ciclo Ano lectivo 2008/2009

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FLÁVIO GONÇALVES PÓVOA DE VARZIM Critérios Específicos de Avaliação DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ANO LETIVO 2014/15 Critérios de avaliação específicos da disciplina de

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação DGEstE Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços Região Centro Agrupamento de Escolas Figueira Mar Critérios de Avaliação 1º Ciclo Ano Letivo 14/ Terminologia a utilizar na classificação

Leia mais

GRUPO DISCIPLINAR DE INGLÊS - 330. Critérios de Avaliação. Ano letivo 2015/2016

GRUPO DISCIPLINAR DE INGLÊS - 330. Critérios de Avaliação. Ano letivo 2015/2016 GRUPO DISCIPLINAR DE INGLÊS - 330 Critérios de Avaliação Ano letivo 2015/2016 Em conformidade com os programas e respectivas orientações e processos de operacionalização da disciplina de Inglês procurou-se

Leia mais

Grupo de Educação Especial

Grupo de Educação Especial Grupo de Educação Especial Critérios Gerais de Avaliação 2015/2016 De acordo com o Despacho normativo n.º 24-A/2012, artigo 8.º (ponto 10): 10 A informação resultante da avaliação sumativa dos alunos do

Leia mais

* Tempo = 45minutos Grupo 300 Página 1 de 8

* Tempo = 45minutos Grupo 300 Página 1 de 8 Conteúdos Objectivos/Competências a desenvolver Tempo* Estratégias Recursos Avaliação Apresentação: Turma e professor Programa Critérios de avaliação Normas de funcionamento Conhecer os elementos que constituem

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CAROLINA MICHAËLIS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CAROLINA MICHAËLIS Conhecimentos e Competências Saber, Saber Fazer Atitudes e Comportamentos Saber Estar 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico Ano Letivo 2013/2014 Os professores dos grupos disciplinares de línguas estrangeiras

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor,

Leia mais

ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE SANTO ONOFRE LÍNGUA FRANCESA - 3º CICLO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO COMPETÊNCIAS GERAIS

ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE SANTO ONOFRE LÍNGUA FRANCESA - 3º CICLO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO COMPETÊNCIAS GERAIS ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE SANTO ONOFRE LÍNGUA FRANCESA - 3º CICLO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO COMPETÊNCIAS GERAIS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS VALOR AVALIAÇÃO 1. Durante o período de aprendizagem o aluno deverá

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência

Informação Prova de Equivalência à Frequência Ano letivo 2014/2015 Ensino Secundário - 1ª e 2ª Fase Disciplina de ESPANHOL (INICIAÇÃO BIENAL) - 375 Informação Prova de Equivalência à Frequência 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

Critérios de Avaliação. 1º Ciclo

Critérios de Avaliação. 1º Ciclo Critérios de Avaliação 1º Ciclo 2015/2016 Critérios de Avaliação do 1º ciclo Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada ciclo de ensino têm como referência os conteúdos

Leia mais

1.º Ciclo do Ensino Básico Critérios de Avaliação

1.º Ciclo do Ensino Básico Critérios de Avaliação 1.º Ciclo do Ensino Básico Critérios de Avaliação PORTUGUÊS Domínios em Domínios/Competências Fatores de ponderação Instrumentos de Domínio Cognitivo Compreensão oral 20% Registos e grelhas de observação

Leia mais

AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES

AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES ESCOLA BÁSICA LUÍS DE STTAU MONTEIRO - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº1 DE LOURES AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES DOMÍNIOS / CRITÉRIOS 3º Ciclo DISCIPLINA COGNITIVO / OPERATIVO E INSTRUMENTAL CONHECIMENTOS

Leia mais

Avaliação da Aprendizagem

Avaliação da Aprendizagem Avaliação da Aprendizagem A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno. A avaliação

Leia mais

AGRUPAMENTO ESCOLAS DE REDONDO Escola Básica e Secundária Dr. Hernâni Cidade. INGLÊS Abril de 2015 PROVA 06 2º Ciclo do Ensino Básico

AGRUPAMENTO ESCOLAS DE REDONDO Escola Básica e Secundária Dr. Hernâni Cidade. INGLÊS Abril de 2015 PROVA 06 2º Ciclo do Ensino Básico AGRUPAMENTO ESCOLAS DE REDONDO Escola Básica e Secundária Dr. Hernâni Cidade INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA (ORAL E ESCRITA) INGLÊS Abril de 2015 PROVA 06 2º Ciclo do Ensino Básico I. INTRODUÇÃO

Leia mais

PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012

PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012 PROPOSTA DE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2011/2012 1. INTRODUÇÃO: Na lógica do Decreto-Lei 6/2001, de 18 de janeiro, a avaliação constitui um processo regulador das aprendizagens, orientador do percurso escolar

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Documento orientador 1. ENQUADRAMENTO LEGAL Compete ao conselho pedagógico, enquanto órgão de gestão pedagógica da escola, definir, anualmente, os critérios gerais de avaliação e

Leia mais

COLÉGIO DE LAMEGO (70%-89%) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ESPECÍFICA Do 1º Ciclo

COLÉGIO DE LAMEGO (70%-89%) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ESPECÍFICA Do 1º Ciclo COLÉGIO DE LAMEGO (70%-89%) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ESPECÍFICA Do 1º Ciclo 2014/2015 Avaliar é um conceito que se utiliza com frequência na sociedade actual. Ao fazer-se uma avaliação queremos apreciar

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTIAGO DO CACÉM ESCOLA FREI ANDRÉ DA VEIGA DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS - 2º CICLO 5º ANO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTIAGO DO CACÉM ESCOLA FREI ANDRÉ DA VEIGA DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS - 2º CICLO 5º ANO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTIAGO DO CACÉM ESCOLA FREI ANDRÉ DA VEIGA DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS - 2º CICLO 5º ANO Competências de comunicação Pesos Instrumentos Parâmetros

Leia mais

Agrupamento de Escolas Martim de Freitas. Ano letivo 2012/2013. Critérios de Avaliação do 1º CEB

Agrupamento de Escolas Martim de Freitas. Ano letivo 2012/2013. Critérios de Avaliação do 1º CEB Agrupamento de Escolas Martim de Freitas Ano letivo 2012/2013 Critérios de Avaliação do 1º CEB 1- Introdução Tal como o disposto no nº 1 do art. 23º do Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho, a avaliação

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE REDONDO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. HERNÂNI CIDADE INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA (ORAL E ESCRITA)

AGRUPAMENTO VERTICAL DE REDONDO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. HERNÂNI CIDADE INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA (ORAL E ESCRITA) INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA (ORAL E ESCRITA) 1. INTRODUÇÃO ENSINO BÁSICO 2ºCICLO O presente documento visa divulgar as características do Exame de Equivalência à Frequência Escrita e

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AERT E. B. 2, 3 de Rio Tinto

Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AERT E. B. 2, 3 de Rio Tinto Agrupamento de Escolas de Rio Tinto AERT E. B. 2, 3 de Rio Tinto CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS - 3º CICLO - 2015/2016 Os critérios de avaliação têm como documentos de referência o Programa de Inglês

Leia mais

As Metas Curriculares de Português, para o 3º Ciclo, apresentam cinco características essenciais:

As Metas Curriculares de Português, para o 3º Ciclo, apresentam cinco características essenciais: DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS PORTUGUÊS 9º ANO C Ano Letivo: 204 /205. Introdução / Metas Curriculares Na disciplina de Português o desenvolvimento do ensino será orientado por Metas Curriculares cuja definição

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FLÁVIO GONÇALVES PÓVOA DE VARZIM Critérios Específicos de Avaliação DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS ANO LETIVO 2014/15 Rua José Régio 4490-648 Póvoa de Varzim CRITÉRIOS

Leia mais

INGLÊS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA CAPARICA. 1. Objeto de avaliação. 2. Caracterização da prova. Prova 06 2015. 2º Ciclo do Ensino Básico

INGLÊS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA CAPARICA. 1. Objeto de avaliação. 2. Caracterização da prova. Prova 06 2015. 2º Ciclo do Ensino Básico AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA CAPARICA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS Prova 06 2015 2º Ciclo do Ensino Básico O presente documento visa divulgar as características do Exame de Equivalência

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Departamento de Línguas Grupos: 220; 300; 320; 330; 350 ESCOLA BÁSICA DO 2º CICLO DE PINHEL Critérios de Avaliação de Língua Portuguesa- 2º Ciclo O R A L I D A D E Componente Cognitiva

Leia mais

PROVA ESCRITA. As informações sobre a prova apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do Programa da disciplina.

PROVA ESCRITA. As informações sobre a prova apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do Programa da disciplina. INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ESPANHOL (LE II) Abril de 2015 Prova 15 2015 3.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) Tipo de Prova: Escrita e Oral Duração: 90

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência COMPONENTE ESCRITA

Informação-Prova de Equivalência à Frequência COMPONENTE ESCRITA Agrupamento de Escolas do Viso Porto Prova de Equivalência à Frequência Espanhol (LE II) Prova 15 3º- Ciclo do Ensino Básico Informação-Prova de Equivalência à Frequência Tipo de Prova: Escrita e Oral

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência

Informação-Prova de Equivalência à Frequência Informação-Prova de Equivalência à Frequência ENSINO SECUNDÁRIO PROVA ESCRITA E ORAL Prova de Equivalência à Frequência de Espanhol, 11º ano (Iniciação) Prova 375 (ter como referência quadro III do Desp.Norm.5/2013)

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2014/2015 Página 2 1.º Ciclo.. 05 2.º Ciclo. 09 Língua Portuguesa. Língua Inglesa.. História e Geografia de Portugal 23 Matemática... 24 Ciências da Natureza.. 25 Educação Musical...

Leia mais

Escola Básica e Secundária À Beira Douro. Planificação de Língua Portuguesa 5º ano. Ano lectivo 2010-2011

Escola Básica e Secundária À Beira Douro. Planificação de Língua Portuguesa 5º ano. Ano lectivo 2010-2011 Escola Básica e Secundária À Beira Douro Planificação de Língua Portuguesa 5º ano Ano lectivo 2010-2011 COMPETÊNCIAS NÍVEIS DE DESEMPENHO CONTEÚDOS SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM MATERIAIS / RECURSOS AVALIAÇÃO

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro

Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro Informação Prova de Equivalência à Frequência INGLÊS Abril 2015 2ºCiclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) Prova 06/2015 Tipo de Prova: Escrita e Oral Duração: 90 minutos + 15 minutos

Leia mais

AERT - ESCOLA EB 2,3 DE RIO TINTO. Ano Letivo de 2015/2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE HISTÓRIA -3ºCICLO

AERT - ESCOLA EB 2,3 DE RIO TINTO. Ano Letivo de 2015/2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE HISTÓRIA -3ºCICLO AERT - ESCOLA EB 2,3 DE RIO TINTO Ano Letivo de 2015/2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE HISTÓRIA -3ºCICLO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Os critérios definidos pelas docentes da disciplina de História

Leia mais

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS

INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS 201 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO (Decreto-Lei n.º 139/2012, de de julho)» INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar as características da prova

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS Cód. 161007 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MEALHADA DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO Ano lectivo 2010-2011 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS A avaliação das crianças e dos alunos (de diagnóstico,

Leia mais

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS LE I (2 anos) 2015 Prova 06 / 2015 --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D. ANTÓNIO FERREIRA GOMES INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS 2º CICLO ANO 2015

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D. ANTÓNIO FERREIRA GOMES INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS 2º CICLO ANO 2015 AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D. ANTÓNIO FERREIRA GOMES INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS 2º CICLO ANO 2015 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. OBJETO DE AVALIAÇÃO

1. INTRODUÇÃO 2. OBJETO DE AVALIAÇÃO INFORMAÇÃO-Prova de Equivalência à Frequência 2º Ciclo do Ensino Básico Despacho Normativo nº 6-A/2015 de 5 de março Disciplina: INGLÊS Código: 06 Tipo de Prova: ESCRITA E ORAL (Língua Estrangeira I, Nível

Leia mais

Informação-Prova de Equivalência à Frequência

Informação-Prova de Equivalência à Frequência Informação-Prova de Equivalência à Frequência 2º Ciclo do Ensino Básico Prova de Equivalência à Frequência de Língua Estrangeira I Inglês Escrita e Oral Prova 06/ 2013 Despacho normativo nº 5/ 2013, de

Leia mais

Agrupamento de Escolas de S. Pedro do Sul Escola sede: Escola Secundária de São Pedro do Sul. Critérios de Avaliação 1º Ciclo do Ensino Básico

Agrupamento de Escolas de S. Pedro do Sul Escola sede: Escola Secundária de São Pedro do Sul. Critérios de Avaliação 1º Ciclo do Ensino Básico Agrupamento de Escolas de S. Pedro do Sul Escola sede: Escola Secundária de São Pedro do Sul Critérios de Avaliação 1º Ciclo do Ensino Básico 1. Enquadramento legal da avaliação - Decreto-Lei 138/2012,

Leia mais

Escola Evaristo Nogueira

Escola Evaristo Nogueira Escola Evaristo Nogueira Grupo Disciplinar de Educação Física Ano Lectivo 2014 / 2015 Critérios de Avaliação Os critérios de avaliação constituem referenciais dos professores que lecionam as disciplinas

Leia mais

Agrupamento de Escolas de S. Pedro do Sul 161780 Escola-sede: Escola Secundária de São Pedro do Sul

Agrupamento de Escolas de S. Pedro do Sul 161780 Escola-sede: Escola Secundária de São Pedro do Sul Agrupamento de Escolas de S. Pedro do Sul 161780 Escola-sede: Escola Secundária de São Pedro do Sul INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 2.º CICLO DO ENSINO BÁSICO ANO LETIVO: 2014/2015 1 ª /

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014. 10º ano nível VI - Inglês Planificação a Longo Prazo. Conteúdos Procedimentos Blocos previstos MÓDULO O trabalho diagnóstico

ANO LETIVO 2013/2014. 10º ano nível VI - Inglês Planificação a Longo Prazo. Conteúdos Procedimentos Blocos previstos MÓDULO O trabalho diagnóstico Conteúdos Procedimentos Blocos previstos MÓDULO O trabalho diagnóstico - Leitura de textos MÓDULO 1 - Um mundo de muitas línguas: contacto com outras línguas, experiências e culturas Línguas e culturas

Leia mais

Português 2º ciclo Ano letivo 2013/ 2014. Critérios de avaliação 1.º 2.º e 3.º Períodos

Português 2º ciclo Ano letivo 2013/ 2014. Critérios de avaliação 1.º 2.º e 3.º Períodos Domínio das atitudes e valores Domínio Cognitivo Português 2º ciclo Ano letivo 2013/ 2014 Docente: Graça Silva Turma: 6.º A Critérios de avaliação 1.º 2.º e 3.º Períodos Domínios de Avaliação Instrumentos

Leia mais

AVALIAÇÃO EFECTUADA PELO COORDENADOR DE DEPARTAMENTO. A - Preparação e organização das actividades N A

AVALIAÇÃO EFECTUADA PELO COORDENADOR DE DEPARTAMENTO. A - Preparação e organização das actividades N A AVALIAÇÃO EFECTUADA PELO COORDENADOR DE DEPARTAMENTO Nome do Docente: Período de Avaliação:200 / 2009 Grupo de Recrutamento: Departamento: A - Preparação e organização das actividades N A A.1 Correcção

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de Metodologia

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Samora Correia Informação - Prova de Exame de Equivalência à Frequência de INGLÊS I Data: abril 2015

Agrupamento de Escolas de Samora Correia Informação - Prova de Exame de Equivalência à Frequência de INGLÊS I Data: abril 2015 Agrupamento de Escolas de Samora Correia Informação - Prova de Exame de Equivalência à Frequência de INGLÊS I Data: abril 2015 2ºCiclo - 6º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho)

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR. Áreas Critérios de avaliação Instrumentos de avaliação

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR. Áreas Critérios de avaliação Instrumentos de avaliação EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Áreas Critérios de avaliação Instrumentos de avaliação Área de Formação Pessoal e social Revelar autonomia na higiene e alimentação. Demonstrar controlo de emoções, reações e atitudes.

Leia mais

Níveis de desempenho. Perguntar e fornecer opiniões. Perguntar e responder sobre os diferentes tipos de férias

Níveis de desempenho. Perguntar e fornecer opiniões. Perguntar e responder sobre os diferentes tipos de férias Competências.Adquirir conhecimentos sobre a cultura e civilização Anglo- Americana numa perspectiva intercultural. - Aprofundar o conhecimento da realidade Portuguesa através do confronto com aspectos

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 3ºANO

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 3ºANO DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO ALGARVE Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas (Sede: Escola Secundária José Belchior Viegas) PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 3ºANO METAS Domínios/ Conteúdos

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA 11ª, 12ª e 13ª classes Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Metodologia do Ensino de Educação

Leia mais

Metas Curriculares de Português

Metas Curriculares de Português Metas Curriculares de Português Ensino Básico 1.º Ciclo O domínio da ORALIDADE Helena C. Buescu, Maria Regina Rocha, Violante F. Magalhães Objetivos e Descritores de Desempenho Oralidade 1.º Ano Objetivos

Leia mais

Informação-Exame de Equivalência à disciplina de: INGLÊS (LE I) Prova Oral e Prova Escrita

Informação-Exame de Equivalência à disciplina de: INGLÊS (LE I) Prova Oral e Prova Escrita Informação-Exame de Equivalência à disciplina de: INGLÊS (LE I) Prova Oral e Prova Escrita 2º Ciclo do Ensino Básico Ano letivo de 2011/12 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Avaliação do impacto das atividades desenvolvidas nos resultados escolares de 2014/2015 Plano estratégico para 2015/2016 (Conforme

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016 I INTRODUÇÃO De acordo com a legislação em vigor, a avaliação é um elemento integrante e regulador de todo o processo de ensino aprendizagem. A avaliação visa promover

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIACÃO

CRITÉRIOS DE AVALIACÃO CRITÉRIOS DE AVALIACÃO Educação Visual 5º Ano Educação Visual 6º Ano Educação Tecnológica 5º Ano Educação Tecnológica 6º Ano ANO ESCOLAR 2015 / 2016 Ano letivo de 2015 / 2016 INTRODUÇÃO Sendo a avaliação

Leia mais

Externato João Alberto Faria INGLÊS-ALEMÃO

Externato João Alberto Faria INGLÊS-ALEMÃO Externato João Alberto Faria CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO GRUPO DE INGLÊS-ALEMÃO ENSINO SECUNDÁRIO Ano Letivo 2015/2016 Externato João Alberto Faria Ano Letivo 2015/2016 1.PRESSUPOSTOS 1.1- A avaliação não

Leia mais

Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos

Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos Agrupamento de Escolas José Maria dos antos Critérios de Avaliação 4. º Ano Língua Portuguesa 2011/12 Capacidade de compreensão Interpreta Responde Reconta Questiona Revela dificuldades na interpretação.

Leia mais

Observação directa: ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL SECUNDÁRIO DISCIPLINA: PLNM (A1) ANO: 11º ANO LECTIVO 2010/2011

Observação directa: ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL SECUNDÁRIO DISCIPLINA: PLNM (A1) ANO: 11º ANO LECTIVO 2010/2011 ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL SECUNDÁRIO DISCIPLINA: PLNM (A1) ANO: 11º ANO LECTIVO 2010/2011 COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACTIVIDADES ESTRATÉGIAS AULAS PREVISTAS

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM PARA AS LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

METAS DE APRENDIZAGEM PARA AS LÍNGUAS ESTRANGEIRAS METAS DE APRENDIZAGEM PARA AS LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ALEMÃO, FRANCÊS, INGLÊS LE I 1º, 2º e 3º CICLOS Direcção Regional da Educação e Formação 2011 Metas de Aprendizagem para as Línguas Estrangeiras Alemão,

Leia mais

Cursos Científico-Humanísticos. Curso de Línguas e Humanidades Disciplina de Formação Específica - Literatura Portuguesa. Ano Letivo 2012-2013

Cursos Científico-Humanísticos. Curso de Línguas e Humanidades Disciplina de Formação Específica - Literatura Portuguesa. Ano Letivo 2012-2013 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PORTELA E MOSCAVIDE Escola Secundária da Portela Escola EB 2,3 Gaspar Correia Escola EB1 Catela Gomes Escola EB1/JI Quinta da Alegria Escola EB1/JI Portela Cursos Científico-Humanísticos

Leia mais

ENSINO SECUNDÁRIO CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS ANO LETIVO DE 2013/2014

ENSINO SECUNDÁRIO CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS ANO LETIVO DE 2013/2014 ENSINO SECUNDÁRIO CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS ANO LETIVO DE 2013/2014 A avaliação é feita através da observação direta e sistemática de acordo com as Metas de aprendizagem. A avaliação

Leia mais

Este documento vai ser divulgado na escola-sede do Agrupamento e na página eletrónica: www.aepjm.pt/joomla

Este documento vai ser divulgado na escola-sede do Agrupamento e na página eletrónica: www.aepjm.pt/joomla Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA FRANCÊS 2014 3.º Ciclo do Ensino Básico O presente documento divulga a informação relativa à prova de Equivalência

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO CURSO VOCACIONAL 3º CICLO AMGE - Auxiliar de Manutenção e Gestão de Espaços CRITÉRIOS DE Ano Lectivo 2014/15 Coordenador do Curso: José Pedro Moutinho Critérios de Avaliação (14-15) VOCACIONAL C AMGE -

Leia mais

2014 / 2015. Agrupamento de Escolas de Pegões, Canha e Santo Isidro

2014 / 2015. Agrupamento de Escolas de Pegões, Canha e Santo Isidro 2014 / 2015 O projecto Metas de Aprendizagem insere-se na Estratégia Global de Desenvolvimento do Currículo Nacional que visa assegurar uma educação de qualidade e melhores resultados escolares nos diferentes

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO 3º ANO (1º CICLO) PORTUGUÊS

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO 3º ANO (1º CICLO) PORTUGUÊS CRTÉRO EPECÍCO DE AVALAÇÃO 3º ANO (1º CCLO) PORTUGUÊ DOMÍNO OJETVO DECRTORE DE DEEMPENHO MENÇÕE Oralidade 1. Escutar para aprender e construir conhecimentos 2. Produzir um discurso oral com correção 3.

Leia mais

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade

Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Índice Nota Introdutória Legislação Conceitos/Glossário de termos Princípios Orientadores e finalidades Documentos Nota Introdutória:

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA 11ª, 12ª e 13ª classes Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Ficha Técnica Título Programa de Metodologia do Ensino de História - 11ª, 12ª

Leia mais

PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA

PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA 2010/2011 Coordenadora Elvira Maria Azevedo Mendes Projecto: Mais Sucesso Escolar Grupo de Matemática 500 1 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO 1.1 Nome do projecto:

Leia mais

Prova Escrita + Oral de Inglês

Prova Escrita + Oral de Inglês Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prova Escrita + Oral de Inglês Prova 367 2015 11º Ano de Escolaridade Duração da Prova: 90 minutos (sem tolerância); Oral: 25 minutos Decreto-Lei n.º 139/2012,

Leia mais

Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita

Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita I n t e r v e n ç ã o E d u c a t i v a O acompanhamento musical do canto e da dança permite enriquecer e diversificar a expressão musical. Este acompanhamento pode ser realizado pelas crianças, pelo educador

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL 1 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR REGISTO DE OBSERVAÇÃO / AVALIAÇÃO Nome Data de Nascimento / / Jardim de Infância de Educadora de Infância AVALIAÇÃO

Leia mais

Espanhol (Prova Escrita + Oral)

Espanhol (Prova Escrita + Oral) Informação-Prova de Equivalência à Frequência Espanhol (Prova Escrita + Oral) Prova 15 2015 9º Ano de Escolaridade Duração da Prova: 90 minutos (escrita) 15 minutos (oral) O presente documento visa divulgar

Leia mais

Informação - Prova final de Português

Informação - Prova final de Português Informação - Prova final de Português Necessidades Educativas Especiais de Carácter Permanente 3.º Ciclo do Ensino Básico 2014 9 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova

Leia mais

Escola Amélia Vieira Luís 2º ano B Professor: Pascal Paulus. Planificação a curto prazo para o segundo período (3 de Janeiro 14 de Março)

Escola Amélia Vieira Luís 2º ano B Professor: Pascal Paulus. Planificação a curto prazo para o segundo período (3 de Janeiro 14 de Março) Escola Amélia Vieira Luís 2º ano B Professor: Pascal Paulus Planificação a curto prazo para o segundo período (3 de Janeiro 14 de Março) a) conteúdos disciplinares ver planificação obrigatória do agrupamento

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR A N O L E T I V O 2 0 1 4 / 1 5

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR A N O L E T I V O 2 0 1 4 / 1 5 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR A N O L E T I V O 2 0 1 4 / 1 5 Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa em

Leia mais

(Nos termos do Despacho Normativo 6-A/2015, de 5 de março)

(Nos termos do Despacho Normativo 6-A/2015, de 5 de março) Código: 345921 Escola Básica e Secundária de Melgaço Sede do Agrupamento de Escolas de Melgaço INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 10 E 11º ANOS DE ESCOLARIDADE INGLÊS (Nos termos do Despacho

Leia mais

Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora. Formadora: Dra. Gabriela Castanheira

Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora. Formadora: Dra. Gabriela Castanheira Novos Programas de Português para o Ensino Básico Turma C445-J Escola Secundária da Senhora da Hora Formadora: Dra. Gabriela Castanheira SEQUÊNCIA DIDÁCTICA 5º ANO ROTEIRO Ana Maria da Fonseca Rocha Julho

Leia mais

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO DE Área de Formação 862 Segurança e Higiene no Trabalho Formação Profissional Contínua/de Especialização ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO... 3 2- OBJECTIVO GERAL... 4 3- OBJECTIVOS

Leia mais

Are Metas de Aprendizagem cool or what?

Are Metas de Aprendizagem cool or what? Are Metas de Aprendizagem cool or what? Manuela C. Farinha Cristina Marques Marina Nogueira Colaboração Fitch O Connell A definição de níveis de desempenho nas LE é facilitada desde a publicação, em 2001,

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÂO 1.º CICLO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÂO 1.º CICLO 171311 Sede Escola Secundária da Moita CRITÉRIOS DE AVALIAÇÂO 1.º CICLO Os Critérios de Avaliação para o 1.º ciclo do Ensino Básico foram definidos de acordo com as orientações do currículo nacional constituindo

Leia mais

AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES

AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES ESCOLA BÁSICA LUÍS DE STTAU MONTEIRO - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº1 DE LOURES AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES DOMÍNIOS / CRITÉRIOS 2º Ciclo DISCIPLINA COGNITIVO / OPERATIVO E INSTRUMENTAL CONHECIMENTOS

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação Critérios de Avaliação Ano letivo 2013/2014 Critérios de Avaliação 2013/2014 Introdução As principais orientações normativas relativas à avaliação na educação pré-escolar estão consagradas no Despacho

Leia mais

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Disciplina Francês Tipo de Prova Escrita e oral Ano letivo 2014/2015 3.º Ciclo do Ensino Básico O presente documento divulga informação relativa à prova de

Leia mais

português língua não materna (a2) Dezembro de 2013

português língua não materna (a2) Dezembro de 2013 Informação prova final / Exame Final Nacional português língua não materna (a2) Dezembro de 2013 Prova 63/93/739 2014 6.º Ano, 9.º Ano ou 12.º Ano de Escolaridade O presente documento divulga as características

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Ensino Secundário 10º ano Cursos Científico Humanísticos Ano Letivo 2014/2015 Critérios Gerais de Avaliação O presente documento pretende materializar a execução dos princípios orientadores da avaliação

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Abação. Escola Básica de Abação

Agrupamento de Escolas de Abação. Escola Básica de Abação Agrupamento de Escolas de Abação Escola Básica de Abação Informação n.º 1 ---------------------------------------------------- Data: 07/05/2014 Prova de Equivalência à Frequência do Ensino Básico (Alunos

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE PORTUGUÊS 6.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE PORTUGUÊS 6.º ANO DE PORTUGUÊS 6.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No final do 6.º ano de escolaridade, o aluno deve ser capaz de: interpretar e produzir textos orais com diferentes finalidades e coerência, apresentando

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro Ano letivo 2014/2015

Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro Ano letivo 2014/2015 Português Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro Ano letivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3º ANO DE ESCOLARIDADE 3º Período ÁREAS ELEMENTOS A AVALIAR Lê com Relata acontecimentos; Retém informações

Leia mais

GRUPO DE RECRUTAMENTO 620 (ED. FÍSICA)

GRUPO DE RECRUTAMENTO 620 (ED. FÍSICA) GRUPO DE RECRUTAMENTO 620 (ED. FÍSICA) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (10º, 11º e 12º anos) ENSINO SECUNDÁRIO ATITUDES E VALORES Assiduidade e Pontualidade 3% Fichas de registo de observação Responsabilidade e

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR AGOSTINHO DA SILVA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GRUPO DISCIPLINAR/CICLO: LÍNGUA PORTUGUESA/CEF 3º CICLO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR AGOSTINHO DA SILVA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GRUPO DISCIPLINAR/CICLO: LÍNGUA PORTUGUESA/CEF 3º CICLO DOMÍNIO DOMÍNIO COGNITIVO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR AGOSTINHO DA SILVA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GRUPO DISCIPLINAR/CICLO: LÍNGUA PORTUGUESA/CEF 3º CICLO DOMÍNIOS / INDICADORES DE DOMÍNIO INSTRUMENTOS

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação Critérios de Avaliação 1.º Ciclo do Ensino Básico CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO Critérios de Avaliação, 1º Ciclo - Ano Letivo 2014-15 Página 1 de 10 1. Domínios de avaliação: AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N.º

Leia mais

Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Matemática Aplicada às Ciências Sociais DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA Matemática Aplicada às Ciências Sociais Ensino Regular Curso Geral de Ciências Sociais e Humanas 10º Ano Planificação 2014/2015 Índice Finalidades... 2 Objectivos e competências

Leia mais

Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário

Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário Protocolo de Acordo entre o Ministério da Educação e o Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Secundário Secundário reconhecem que a melhoria da educação e da qualificação dos Portugueses constitui

Leia mais

O presente documento dá a conhecer os seguintes aspetos relativos à prova:

O presente documento dá a conhecer os seguintes aspetos relativos à prova: Informação sobre Prova de Equivalência à Frequência de Inglês Data: 10 de abril de 2013 Prova nº 21 2013 3º Ciclo do Ensino Básico Despacho Normativo n.º 24-A/2012 Agrupamento de Escolas de Vallis Longus-Valongo

Leia mais

Curso de Formação Complementar. Apresentação

Curso de Formação Complementar. Apresentação Curso de Formação Complementar I Apresentação O curso de Formação Complementar destina-se a jovens titulares de cursos de Tipo 2, Tipo 3 ou outros cursos de qualificação inicial de nível 2, que pretendam

Leia mais

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS

PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS PEF 367 PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE INGLÊS TIPO DE PROVA DURAÇÃO Teórico/prática 90 Minutos (escrita) +25 Minutos (oral) X Escrita Com tolerância de 30 minutos X Oral X Sem tolerância 11º ANO

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico AGRUPAMENTO de ESCOLAS JOSÉ CARDOSO PIRES CÓDIGO 170719 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico PARÂMETROS GERAIS 1. MODALIDADES DA AVALIAÇÃO 1.1 Avaliação diagnóstica 1.2 Avaliação formativa 1.3 Avaliação

Leia mais

Informação - Prova de Equivalência à Frequência Inglês (Geral Continuação) Código da Prova: 367 2014 10.º e 11.º Anos de Escolaridade

Informação - Prova de Equivalência à Frequência Inglês (Geral Continuação) Código da Prova: 367 2014 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Disciplina Inglês (Cont.) Código - 367 2013/2014 Informação - Prova de Equivalência à Frequência Inglês (Geral Continuação) Código da Prova: 367 2014 10.º e 11.º Anos de Escolaridade 1. Introdução As informações

Leia mais