EDI - INTEGRAÇÃO COM FORNECEDORES DE LOGÍSTICA: APLICADO À EMPRESA ANJO TINTAS E SOLVENTES COM O ERP MICROSIGA PROTHEUS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EDI - INTEGRAÇÃO COM FORNECEDORES DE LOGÍSTICA: APLICADO À EMPRESA ANJO TINTAS E SOLVENTES COM O ERP MICROSIGA PROTHEUS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE - UNESC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM BANCO DE DADOS REGINALDO JOSÉ DA ROSA EDI - INTEGRAÇÃO COM FORNECEDORES DE LOGÍSTICA: APLICADO À EMPRESA ANJO TINTAS E SOLVENTES COM O ERP MICROSIGA PROTHEUS CRICIÚMA, JUNHO DE 2006.

2 REGINALDO JOSÉ DA ROSA EDI - INTEGRAÇÃO COM FORNECEDORES DE LOGÍSTICA: APLICADO À EMPRESA ANJO TINTAS E SOLVENTES COM O ERP MICROSIGA PROTHEUS Monografia apresentada à Diretoria de Pósgraduação da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, para a obtenção do título de especialista em Banco de Dados. Orientador: Prof. (MSc) Paulo João Martins. CRICIÚMA, JUNHO DE 2006.

3 A Deus e a minha família.

4 AGRADECIMENTOS Ao Prof. Paulo João Martins, pela atenção, orientação e apoio. Aos amigos que colaboraram direta e indiretamente. Aos pais pelo apoio e incentivo ao estudo. A meu sogro e sogra por dedicação aos meus filhos quando eu precisava de isolamento para elaboração do trabalho. Agradecimentos especiais a minha esposa Michele, e meus filhos Marina e Vinícius, que tiveram paciência em todo o decorrer do trabalho e me incentivaram nos momentos em que mais precisava.

5 RESUMO As empresas vêm buscando alternativas para melhorar seu desempenho diante de um mercado globalizado, uma das formas utilizadas para isto é o uso da Internet como veículo de divulgação de informações, e integração com fornecedores. Diante do exposto a empresa ANJO Tintas e Solventes pretende aumentar seu grau de integração com seus fornecedores no que se refere ao controle de frete de venda. Para isto, esta utiliza o ERP Microsiga Protheus, e necessita de uma integração de sua base de dados com os fornecedores a fim de minimizar problemas de consistência de dados e melhorar a transparência das informações prestadas. A integração de base de dados não é uma tarefa muito fácil e possui alto custo de implantação agregado. Este trabalho se propõe a encontrar uma solução para minimizar o problema de gerenciamento e controle dos fretes de venda, para a empresa. Como a empresa já possui um ERP implantado, a solução proposta foi integrar os fornecedores de logística, por meio de um website utilizando tecnologias como Web Services (XML, DTD, SOAP, UDDI e WSDL) e EDI. Para isso, os processos foram revisados e otimizados. Como resultado obteve-se um melhor aproveitamento das informações, tornando-a disponível ao fornecedor e à empresa com maior agilidade e com menos interação humana, eliminando a necessidade de digitação de documentos para ambos. Além de reduzir custos e otimizar o processo, também melhorou o gerenciamento sobre os valores do fretes pagos e minimizou o trabalho por erros de lançamentos. Palavras-chave: EDI. Web Services. XML. Integração de base de dados. ERP.

6 ABSTRACT The companies are searching for alternative to ahead improve its performance of a global market, one of the forms used for that is the use of the Internet as vehicle of spreading of information, and integration with suppliers. Ahead of displayed the company Anjo Tintas e Solventes intends to increase its level of integration with its suppliers as for the control of freight of sale. For this the company uses the ERP Microsiga Protheus, and needs an integration of its database with the suppliers in order to reduce problems of consistency of data and to improve the transparency of the given information. The database integration is not a very easy task and has a high cost of aggregate implantation. This work considers finding a solution to reduce the problem of management and control of the freights of sale, for the company. As the company has already an implanted ERP, the solution proposal was to integrate the suppliers of logistic, by a website using technologies like Web Services (XML, DTD, SOAP, UDDI and WSDL) and EDI. For this, the processes had been revised and optimized. As result they got a better exploitation of the information, becoming it available for the supplier and the company with more agility and less human interaction, eliminating the necessity of manual work for both. Beyond reducing costs and optimizing the process, also improved the management on the values of the paid freights and minimized the work because of launchings errors. Word-Keys: EDI. Web Services. XML. Integration Data-Base. ERP.

7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 01 - Fluxo dos dados na arquitetura Web Service...28 Figura 02 - Arquitetura básica de Web Services Figura 03 - Protocolos de comunicação de Web Services...32 Figura 04 - Camadas do SOAP...41 Figura 05 - Estrutura de um envelope SOAP...44 Figura 06 - Conversão dos tipos de dados...45 Figura 07 - Usabilidade do documento WSDL...48 Figura 08 - Esquema UDDI...50 Figura 09 - ERP acessado por Clientes e Fornecedores...51 Figura 10 - Portais integrando diferentes ERPs Figura 11 - Modelos de ERPs integrados diretamente...52 Figura 12 - Relacionamento do banco de dados...63 Figura 13 - Fluxo do processo com sistemas integrados...79 Figura 14 - Fluxo para o processo com sistemas não integrado...80

8 LISTA DE QUADROS Quadro 01 - Solução de segurança...24 Quadro 02 - Componentes do XML...34 Quadro 03 - Exemplo de um documento XML...35 Quadro 04 - Exemplo de declaração de DTD...37 Quadro 05 - Exemplo de uma DTD...39 Quadro 06 - Definição do Envelope SOAP...42 Quadro 07 - Envelope SOAP:Body...43 Quadro 08 - Envelope SOAP:Header...43 Quadro 09 - Declaração de Tipo de dados SOAP...44

9 LISTA DE TABELAS Tabela 01 - Caracteres especiais de definição de ordem e a freqüência dos elementos...38 Tabela 02 - Possibilidades para os atributos tipo tokens...39

10 LISTA DE SIGLAS AMREC ANSI ARPA ASCII BI BSC B2B B2C CIF CNPJ CORBA CRM DCOM DISA DTD DW EAD EDI ERP FTP HTML HTTP Associação de Municípios da Região Carbonífera American National Standards Institute Advanced Research and Projects Agency American Standard Code For Information Interchange Business Intelligence Balanced Score-Card Business-to-Business Business-to-Commerce Cost, Insurance and Freight Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica Common Object Request Broker Architecture Customer Relationship Management Distributed Component Object Model Protocol Data Interchange Standards Association Document Type Definition Data Warehouse Educação a Distância Electronic Data Interchange Enterprise Resource Planning File Transfer Protocol HyperText Markup Language Hypertext Transfer Protocol

11 IP IRC ISO LAN MRP OASIS Internet Protocol Internet Relay Chat International Standards Organization Local area Network Material Requirement Planning Online Access To Services, Information And Support POP3 Post Office Protocol 3 RH RPC SAML SGML SI SMTP SOAP SQL SSL TCP/IP TI TXT UDDI UM/EDIFACT URL XML WSDL WS-SECURITY Recursos Humanos Remote Procedure Call Security Assertion Markup Language Standard Generalized Markup Language Sistemas de Informação Simple Mail Transfer Protocol Simple Object Access Protocol Structured Query Language Secure Socket Layer Transmission Control Protocol / Internet Protocol Tecnologia da Informação Extensão de arquivo texto Universal Discovery, Description And Integration United Nations Electronic Data Interchange for Administration, Commerce and Transport Uniform Resource Locators extensible Markup Language Web Service Description Language Web Service Security

12 WWW W3C World Wide Web World Wide Web Consortium

13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Delimitação A empresa Problema Objetivos Objetivo Geral Objetivo Específico Justificativa Estado da Arte REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Princípios fundamentais para um portal Web Internet Intranet e Extranet Segurança da informação Web services Padronização Arquitetura dos WEB SERVICES Justificando os Web Services extensible Markup Language (XML) Document Type Definitions (DTD) Simple Object Access Protocol (SOAP) Gramática SOAP Web Service Description Language (WSDL) Universal Discovery, Description and Integration (UDDI) ERP Tecnologias aplicadas no Microsiga Protheus e-business EDI INTEGRAÇÃO DE FORNECEDORES UTILIZANDO WEB SERVICES Descrição dos problemas Definição do escopo do projeto Detalhamento do banco de dados e dos processos Definição do layout dos arquivos...65

14 3.3.1 Arquivo de envio das notas para os fornecedores Layout no formato TXT Layout no formato XML Arquivo dos conhecimentos e das faturas emitidas pelo fornecedor Layout no formato TXT Layout no formato XML Definição dos dados disponíveis na Internet para os fornecedores Estrutura do portal para o fornecedor Fluxo do processo com sistemas integrados Fluxo do processo com sistemas não integrados Definição das opções do portal Definição do web service integrado ao ERP Microsiga Protheus Detalhes dos Web Services Exemplo de um serviço de web service em ADVPL Documento WSDL Exemplo de um cliente de web service em ADVPL Conclusão...96 REFERÊNCIAS...98 Referências Complementares APÊNDICES APÊNCIDE A Tela de login do portal APÊNCIDE B Tela de consulta cargas faturadas (opção Consulta de Cargas)102 APÊNDICE C Tela de solicitação do caminho e arquivo para integração dos conhecimentos (opção Validação) APÊNCIDE D Tela dos erros encontrados no arquivo (Opção Validação) APÊNCIDE E Tela de Integração do arquivo validado e pronto para geração (opção Validação) APÊNCIDE F Tela de integração apresentando valor de frete fora dos parâmetros especificados (opção Validação) APÊNCIDE G Tela de consulta de cargas ainda não faturadas (opção Consulta Cargas) APÊNCIDE H Tela de consulta cargas para geração do conhecimento manual (opção Conhecimento de Frete) APÊNCIDE I Tela de preenchimento dos dados do conhecimento e seleção das notas fiscais (opção Conhecimento de Frete) APÊNCIDE J Formulário aplicado na pesquisa (enviado por ) APÊNCIDE K Tabulação dos resultados da Pesquisa...113

15 13 1 INTRODUÇÃO Atualmente as empresas buscam incansavelmente formas de otimizar seus lucros. Esta busca envolve todos os setores das empresas, e de maneiras diferentes, como: reestruturações internas, alterações de fórmulas de produtos, implantação de novas tecnologias, otimização dos processos administrativos e produtivos. Inúmeras tecnologias foram desenvolvidas e outras redesenhadas para atender estas necessidades, auxiliando-as a alcançar este objetivo. Para este trabalho será estudado um problema enfrentado pela empresa Anjo Tintas e Solventes, e possivelmente em outras empresas com diferentes áreas de atuações no mercado. O problema estudado será a dificuldade em gerenciar os fretes de venda, cujas notas fiscais são expedidas na modalidade de frete CIF, no qual a empresa assume o pagamento deste valor. Devido ao grande volume de conhecimentos de transportes que se acumulam no final do mês, sendo este um gargalo no setor de recepção fiscal, assim possibilitando erros de lançamento e dificuldade na a conferência dos valores dos fretes. A proposta para solução mistura conceitos antigos com novas tecnologias. Permitindo assim que a empresa e seus fornecedores de logística integrem seus sistemas para reduzir tempo e custo no processo de geração e gerenciamento dos conhecimentos de frete. Por meio de um website como interface para integração entre o ambiente do fornecedor com a empresa, utilizando as tecnologias Web Service, XML e EDI, foi desenvolvido uma

16 14 solução que atraia os fornecedores e venha a reduzir o problema para a empresa. Assim aumenta o nível de conferência dos valores de fretes, reduz o volume de trabalho para o setor de recepção fiscal, e ainda reduz custos para o fornecedor com a possibilidade de uso dos dados disponibilizados via EDI. 1.1 Delimitação Como base para o projeto será utilizada a empresa Anjo Tintas e Solventes. A mesma já possui o ERP (Microsiga Protheus 8.11) implantado, o projeto utilizará a tecnologia disponível nele para sua implementação. Uma pesquisa será realizada com os usuários do ERP Microsiga Protheus na Região da AMREC, com o intuito de avaliar o cenário atual da utilização das tecnologias abordadas. Os usuários serão selecionados de forma a não restringir um único setor econômico da região, mas uma amostragem de todos os setores que a Microsiga atende nesta região. 1.2 A empresa A Anjo Tintas e Solventes é uma empresa genuinamente brasileira, e fundada em abril de Localizada na Rod. SC 447, km 2, no distrito de Rio Maina, em Criciúma (SC). A empresa é detentora da marca Anjo, e participa dos mercados interno e externo nos segmentos de tintas, solventes e complementos, onde conta com 4 linhas de atuações, são elas: Linha Automotiva, Linha Imobiliária, Linha de Impressão e Linha Industrial.

17 15 Atualmente, é líder de mercado na maioria dos produtos que fabrica, possuindo mais de clientes cadastrados em todo o Brasil, o que a torna uma das maiores e mais importantes empresas do mercado de tintas e solventes. Com a filosofia Buscar ser melhor a cada dia a Anjo Tintas e Solventes é uma empresa inovadora. Desde abril de 1999 é certificada pela Norma ISO 9002, que reconhece internacionalmente a qualidade dos produtos e serviços Anjo. Em 2002, foi recertificada com a Norma ISO 9001/Versão Problema Volume muito grande de conhecimentos de fretes de venda, gerando possibilidade de ocorrerem erros de lançamentos. O valor do frete só é conhecido quando os conhecimentos chegam à empresa e são lançados no sistema. O valor cobrado pelos fornecedores nem sempre confere com a tabela de preço negociada com a empresa.

18 Objetivos Objetivo Geral Otimizar os processos de gerenciamento de frete de venda, por meio da integração com os fornecedores Objetivo Específico Minimizar os erros de lançamento de conhecimento de frete. Integrar os fornecedores de serviços de transporte. Dar maior transparência sobre os valores cobrados pelo serviço e que estes sejam os valores negociados previamente. 1.5 Justificativa A necessidade de tornar os negócios cada vez mais ágil, lucrativo e agregar parceiros comerciais comprometidos com a empresa, propicia a área de TI um desafio que é integrar todos os parceiros com a empresa de forma prática e eficiente. Vimos que um dos fatores importantes para esta aproximação Fornecedores x Empresa, começa pela disponibilidade de informação precisa, atualizada e disponível a qualquer hora e local. Com as informações já integradas internamente na base de dados das empresas por meio da utilização de sistemas ERPs. Para concretizar esta

19 17 almejada integração com parceiros distantes fisicamente, será apresentada uma união de tecnologias para obter a adesão por parte dos fornecedores. Aos fornecedores que já estão bem estruturados será disponibilizado o EDI em formato XML ou TXT de largura fixa, também um analisador para o arquivo de remessa. Aos fornecedores menos estruturados, será disponibilizado por meio de um portal com web services todos os serviços necessários para a integração ser realizada. Como o projeto se baseará no ERP Microsiga Protheus, serão abordados alguns recursos implementados pelo fornecedor para criação de web services utilizando ferramentas próprias e integradas ao ERP. 1.6 Estado da Arte Pode-se constatar que Web Services já é uma realidade, empresas como a Google estão disponibilizando serviços de buscas para quem se interessar a usar. Algumas outras já estão usando freqüentemente, como os sites de venda como Submarino e Amazon. O Microsoft MapPoint.NET, está disponibilizando no seu site uma interface Web Service para os programadores utilizarem, como os Commom Service, Find Service, Rendere Service, Route Service entre outros (POTTS, 2003). Fabiane Bizinella Nardon, da unidade de pesquisa e desenvolvimento do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, analisou e criou uma representação

20 18 estruturada em XML para informações de pacientes. Algo muito difícil de realizar, devido à natureza da informação. Conforme o consultor de tecnologia aplicada Nestor Garcia da empresa TechnoReport, pode-se realizar a integração entre sistemas legados e as novas tecnologias que surgem a todo o momento. Segundo GALVIN (2004), pode-se utilizar Web Service para desenvolver um sistema Customer Relationship Management (CRM) para dispositivos móveis principalmente para usuários focados no atendimento a clientes, citando como exemplo para vendedores e representantes. A fornecedora dos handheld PALM em seu White paper (Integrating Mobile Data Services into Enterprise Infrastructures) apresenta solução utilizando seus dispositivos móveis como cliente de um web service de informações médicas de emergência. A discussão sobre essa tecnologia está apenas no começo, muitas coisas serão exploradas, principalmente na área que diz respeito à segurança e comunicação com banco de dados. No artigo Comportamento Ativo em Web services, escrito por Marcel Felipe Weschenfelder, Daniela Leal Musa, José Palazzo M. de Oliveira, descreve como a utilização de Web Service foi implementada para solucionar o monitoramento de eventos ativos e totalmente gerenciáveis em um sistema de EAD (Aplicação de ensino a distância), o Caroline. Por intermédio do Web Service o cliente (no caso o aluno) recebe informação em tempo hábil sobre um agendamento realizado pelo fornecedor (no caso o professor) sem a necessidade de acessar o sistema EAD para pesquisar possíveis alterações de datas efetuadas pelo professor.

21 19 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 Princípios fundamentais para um portal Web Com o advento da Internet, as distâncias foram encurtando, as fronteiras para a comunicação entre fornecedores e clientes, agora limitasse a um toque no teclado. As empresas iniciaram uma verdadeira revolução nos processos burocráticos. Novos negócios formaram-se e outros foram aperfeiçoados. Franco Jr (2001, p.17), comenta a compra de produtos e serviços pela Internet está causando enorme revolução no mundo dos negócios e na vida dos consumidores. Serão apresentadas as tecnologias que permitem que os processos das empresas sejam revistos, nos capítulos que se seguem Internet A Internet é derivada da rede militar ARPANET criada nos anos 60 pela agência do departamento de defesa americano, ARPA (Advanced Research Projects Agency). Projetada para continuar funcionando mesmo que parte dela sofra um colapso, tornou-se uma rede de comunicação segura. Vários serviços são disponibilizados pela rede, devido à utilização da pilha TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol). Hoje, grande volume de transmissão de dados da Internet se baseia neste protocolo, que na

22 20 realidade são dois, o TCP e o IP. O TCP/IP é formado ainda por um conjunto de outros protocolos, cada qual com função específica, tais como: POP3 e SMTP para envio e recebimento de mensagem ( ), o IRC para bate-papo (Chat), o HTTP para transferências de hipertextos e o FTP para transferência de arquivos, dentre outros não citados. Devido ao grande sucesso obtido, e pela explosão do número de páginas publicadas, e da simplicidade de navegação permitida pelo protocolo HTTP, fizeram com que muitos confundissem a Internet com WWW, mas este é somente um dos protocolos que a Internet oferece. Para Franco Jr (2001, p.17), a Internet e World Wide Web (novo) são dois conceitos distintos que geralmente são confundidos. Ambos referemse a redes de comunicação. Segundo Albertin (2002, p. 42), a Internet (Intercontinental Networks) é um sistema de distribuição de informação espalhado em vários países. Idealizada com objetivos estratégico-militares em 1969, foi liberada ao meio acadêmico para fins restritos de pesquisa e educação no meio da década de 80. Somente em 1993, sob muita pressão política, foi aberta para os negócios. Assim, a Internet com seus serviços básicos, tais como e www, têm criado um novo espaço para a realização de negócios. Fornecendo canais alternativos para troca de informação, comunicação e distribuição de diferentes tipos de produtos e serviços, além de iniciar transações comerciais. Para Albertin (2002, p. 44), Assim, a Internet e o avanço que ela proporcionou mudaram os conceitos de tempo e espaço, tanto em termos sociais como empresariais.

23 21 Além da Internet, ambos os autores mencionam as Intranets e Extranets como peças importantes para o comércio eletrônico Intranet e Extranet Uma boa definição para Intranet é a utilização dos recursos e protocolos da Internet em redes locais. Assim é possível com uma interface simples e consolidada, para distribuir documentos e serviços para os colaboradores da empresa. As Intranets além de disponibilizar documentos e serviços considerados públicos dentro de uma corporação, também podem conter conteúdo de acesso restrito. Para os usuários obterem acesso a estes conteúdos, basta informar um login e uma senha previamente registrada no gerenciador da Intranet. Franco Jr (2001, p.18), discorre sobre Intranets como usando o mesmo protocolo HTTP, baseado na navegação pela Internet, as Intranets são redes similares à www [...], no entanto com acesso de usuários restritos a uma autorização por parte do gerenciador da Intranet. A grande vantagem da Intranet é a possibilidade de disponibilizar conteúdo a seus colaboradores, independentemente do local de acesso, geograficamente distante com velocidade e segurança, como se estivesse em seu ambiente de trabalho local. A Extranet, também usa o protocolo da Internet, HTTP, sendo que seu objetivo é a troca de informação entre diferentes Intranets, isso com a configuração e permissão necessária para este procedimento.

24 22 A Extranet caracteriza-se também por disponibilizar informações a qualquer usuário, que não faça parte do corpo de colaboradores da empresa, em qualquer lugar do mundo, desde que autorizado previamente, também utilizando login e senha. Ou seja, disponíveis somente a um grupo de usuários reconhecido pelo sistema, podendo ser clientes, fornecedores, entre outros. Albertin (2002, p. 58), registra muitas empresas estão utilizando a WWW para comunicar-se com seus clientes e fornecedores pela publicação de conteúdo em seus servidores de WWW para uma distribuição em grande escala. Como as informações começam a atravessar as fronteiras da rede local, a segurança da informação é assunto para o próximo tópico. 2.2 Segurança da informação Não iremos tratar sobre a segurança da informação neste trabalho, mas como serão abordados temas relativos à transmissão de dados via Internet, este tópico torna-se importante para esclarecimento sobre o assunto. As transações eletrônicas são uma realidade, e para que estas transações sejam realizadas, os usuários (clientes e fornecedores) têm que se sentirem seguros. Alguns requisitos fundamentais de segurança para a realização de transações eletrônicas são: Confiabilidade, Autenticação, Integridade de dados, Não repudio e Aplicação seletiva de serviços. Uma ameaça de segurança é definida por Albertin (2002, p. 204) como uma circunstância, condição ou evento com potencial de causar danos

25 23 em dados ou recursos da rede na forma de destruição, revelação, modificação de dados, negação de serviço ou fraude, desperdício e abuso. Algumas das formas de providenciar segurança para as informações eletrônicas são: criptografia, assinatura digital, certificados digitais, firewall e firebreak, dentre muitas outras. A criptografia é baseada em algoritmos matemáticos que embaralham as informações antes de serem transmitidas e desembaralham quando recebidas para tornarem legíveis novamente aos usuários. A Criptografia pode ser utilizada para criar um canal seguro de comunicação sobre uma rede pública, como na Internet. As assinaturas digitais são utilizadas somente para validar a origem e a integridade do conteúdo transmitido. Documentos assinados digitalmente (assinatura adquirida junto a entidades certificadoras de renome, seguindo a infra-estrutura do ICP-Brasil) têm validade como se o documento recebesse uma assinatura de punho e registrada em cartório. O certificado digital é uma declaração digitalmente assinada por uma autoridade certificadora que permite a codificação e assinatura de mensagens para assegurar a sua autenticidade, integridade e inviolabilidade muito utilizadas em páginas comerciais na Internet. A função de um firewall é criar uma barreira eletrônica com hardware e software que protege o tráfego da rede e validam o fluxo de informação entre as redes internas e externas. Já o firebreak cria uma barreira física entre os servidores de Internet e os sistemas de informação internos, para definir um nível mais alto de segurança, além do fornecido pelo firewall.

26 24 Franco Jr (2001, p. 234), afirma que os sistemas de criptografia provêm um alto nível de confiança, integridade e autenticidade da informação que está trafegando pela Internet. Albertin (2002, p. 207), acrescenta que [...] protegem cuidadosamente seus sistemas internos com um firewall. Em alguns casos em que é requerida segurança em alto nível, as empresas instalam firebreaks [...]. O quadro abaixo relaciona os problemas de segurança e privacidade no ambiente digital atual, aspecto de negócio e a possível solução. Problema Aspecto de Negócio Solução Autorização O usuário tem permissão de acessar o computador específico ou o conjunto de informações? Autenticação O usuário é verdadeiramente quem ele diz ser? Nome do usuário e senha, ou outro tipo de mecanismo de controle de acesso. Sistema de hardware e software específico gera um número randômico, o qual o usuário irá usar para autenticar a integridade. Integridade A pessoa mandou a Assinatura digital mensagem realmente enviada? O destinatário pode ter certeza de que a mensagem não foi alterada. Privacidade A conversão, ou transação de negócio é privada? Algoritmo de criptografia de chave pública ou privada Tem alguém espionando: Fraude / Furto Tem alguém roubando? Políticas e procedimentos de gerenciamento de sistemas, log e auditoria. Sabotagem Alguém pode entrar no sistema e destruir ou alterar uma informação? Quadro 01 - Solução de segurança Fonte: Adaptado de Albertin (2002, p. 222). Firewalls e firebreaks Para Potts (2003, p.292), o nível de segurança necessário é relativo ao valor da mensagem a ser transmitida. Um número de um cartão de crédito tem necessidade de um nível de segurança muito maior que uma lista de seus nomes de animais de estimação, por exemplo.

27 25 Como é de conhecimento, sabe-se que uma mensagem trafegando pela Internet pode ser capturada por qualquer pessoa com muita facilidade, desde que se utilize software apropriado para este feito, tipo sniffers. Ou até mesmo seus servidores sofrerem ataques (denominação dada a uma tentativa de acesso não autorizado na Internet) para quebra de segurança. Portanto, Potts (2003, p. 294) conclui que se os custos que você impuser forem mais altos do que o ganho de interceptar sua mensagem, você pode esperar, com razoável segurança, que o hacker simplesmente procure outros alvos mais fáceis. O protocolo SSL (Secure Socket Layer) que é capaz de proteger uma mensagem durante o transporte, é uma tentativa de tornar os sites mais seguros. Porém Potts (2003, p. 298) afirma que o SSL, por si só, não pode fornecer autenticação integridade de dados e não-rejeição durante a existência da mensagem se ela for roteada através de mais de um servidor Web. 2.3 Web services Web Service é mais uma evolução tecnológica, que uma revolução propriamente dita. Pois outras tecnologias também podem oferecer ao usuário muito do que o web service oferece (CZERVENY, 2004, p. 51). A grande promessa dos Web Services é baseada na interoperabilidade, ou seja, toda aplicação de software no mundo pode se comunicar com qualquer outra. Ultrapassando todas as antigas barreiras de local, sistema operacional, linguagem, protocolo, entre outros.

28 26 Potts (2003, p. 3) define como Um Web Service é uma aplicação de software que pode ser acessada remotamente usando diferentes linguagens baseadas em XML. Os Web services se baseiam no envio de mensagens XML (extensible Markup Language) em um formato SOAP (Simple Object Access Protocol) específico. Mas como a interoperabilidade dos Web Service seja difícil de ser alcançada, as organizações especificadoras buscam a definição de padrões para atingir esta meta Padronização Estes padrões são úteis, pois a indústria pode não aderir a projetos criados por uma única empresa, sendo que podem ficar atrelados a um único fornecedor, e se este não abrir o padrão desenvolvido, a tecnologia pode não evoluir e os investimentos escoarem pelo ralo. Por isso, os concorrentes se unem na organização das especificações para criarem padrões de consenso e com maior probabilidade de obtenção de credibilidade perante a indústria. Dentre as principais organizações especificadoras, a W3C (World Wide Web Consortium) controla as especificações SOAP, WSDL, XML, XML Schema e HTTP e a OASIS (Organization for the Advancement of Structures Information Standards) controla as especificações UDDI, WS-Security e SAML. Potts (2003, p. 284) registra, Se um padrão demorar a ficar pronto, os fornecedores de softwares implementarão suas próprias soluções, tornando, assim, mais difícil para que eles adotem o novo padrão posteriormente.

29 27 Depois que estes padrões são editados ou revisados e então publicados, os fornecedores de ferramentas as implementam em seus produtos. A seguir uma relação de ferramentas para criação de Web Services, mais conhecidas: Apache Axis, Java, Visual Studio.NET, Web Services.NET Clients, BEA WebLogic WorkShop, IBM WebSphere Studio Application Developer. Potts (2003, p. 10), Com o inimigo a bordo, o crescente grupo de apoiadores procura uma organização especificadora, como W3C ou a AOSIS, para administrá-lo. [...], o comitê publica a especificação e a chama de padrão (OASIS) ou de recomendação (W3C) Arquitetura dos WEB SERVICES Os Web Services são aplicações de softwares que pode ser acessada remotamente, usando XML na sua estrutura de programação. Geralmente são identificados por uma Uniform Resouce Locator (URL) 1, como qualquer página da Internet. A diferença está no conteúdo do que é enviado na requisição do cliente para servidor (POTTS, 2003, p. 4). Um web service é um conjunto de funções que podem ser invocados através da rede, utilizando o protocolo SOAP. Estas funções recebem o nome de web methods. Eles permitem que dois programas se comuniquem de uma maneira tecnicamente muito semelhante à invocação de páginas Web. Web services promete realizar com o SOAP, que clientes e servidores heterogêneos possam compartilhar aplicações usando módulos que 1 Especifica o endereço de um objeto no Internet.

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos Web Services Integração de aplicações na Web Integração de Aplicações na Web Interoperação entre ambientes heterogêneos desafios diversidade de componentes: EJB, CORBA, DCOM... diversidade de linguagens:

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: eam.avelar@gmail.com Mecanismos de Comunicação Protocolos de Aplicação Mecanismos de comunicação

Leia mais

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

XML. 1. XML: Conceitos Básicos. 2. Aplicação XML: XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata XML

XML. 1. XML: Conceitos Básicos. 2. Aplicação XML: XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata XML 1 1. : Conceitos Básicos 2. Aplicação : XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata 2 é um acrônimo para EXtensible Markup Language é uma linguagem de marcação muito parecida com HTML foi designada para descrever

Leia mais

3 Serviços na Web (Web services)

3 Serviços na Web (Web services) 3 Serviços na Web (Web services) 3.1. Visão Geral Com base na definição do Word Wide Web Consortium (W3C), web services são aplicações autocontidas, que possuem interface baseadas em XML e que descrevem

Leia mais

Web Services. (Introdução)

Web Services. (Introdução) Web Services (Introdução) Agenda Introdução SOA (Service Oriented Architecture) Web Services Arquitetura XML SOAP WSDL UDDI Conclusão Introdução Comunicação distribuída Estratégias que permitem a comunicação

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

Service Oriented Architecture SOA

Service Oriented Architecture SOA Service Oriented Architecture SOA Arquitetura orientada aos serviços Definição: Arquitetura de sistemas distribuídos em que a funcionalidade é disponibilizada sob a forma de serviços (bem definidos e independentes)

Leia mais

Introdução a Web Services

Introdução a Web Services Introdução a Web Services Mário Meireles Teixeira DEINF/UFMA O que é um Web Service? Web Service / Serviço Web É uma aplicação, identificada por um URI, cujas interfaces podem ser definidas, descritas

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 Controle de Revisões Micropagamento F2b Web Services/Web 18/04/2006 Revisão Data Descrição 00 17/04/2006 Emissão inicial. www.f2b.com.br

Leia mais

XML e Banco de Dados. Prof. Daniela Barreiro Claro DCC/IM/UFBA

XML e Banco de Dados. Prof. Daniela Barreiro Claro DCC/IM/UFBA XML e Banco de Dados DCC/IM/UFBA Banco de Dados na Web Armazenamento de dados na Web HTML muito utilizada para formatar e estruturar documentos na Web Não é adequada para especificar dados estruturados

Leia mais

Projeto: Plataforma de Integração. Data: 01/08/2014

Projeto: Plataforma de Integração. Data: 01/08/2014 Manual do Usuário - Autenticação Plataforma de Integração Arquitetura de Software 1.0 20/03/2014 1 de 8 Histórico de Revisões Data Versão Descrição 01/08/2014 1.0 Criação do documento 04/08/2014 1.1 Revisão

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações 1 Introdução A Organização é a forma pela qual nós coordenamos nossos recursos de todos os tipos para realizar o trabalho que nos propusemos a fazer. A estrutura de nossas organizações manteve-se basicamente

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB Deusa Cesconeti e Jean Eduardo Glazar Departamento de Ciência da Computação Faculdade de Aracruz UNIARACRUZ {dcescone, jean}@fsjb.edu.br RESUMO

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET. Prof. Marcondes Ribeiro Lima

INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET. Prof. Marcondes Ribeiro Lima INFORMÁTICA FUNDAMENTOS DE INTERNET Prof. Marcondes Ribeiro Lima Fundamentos de Internet O que é internet? Nome dado a rede mundial de computadores, na verdade a reunião de milhares de redes conectadas

Leia mais

Serviços Web: Introdução

Serviços Web: Introdução Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

XHTML 1.0 DTDs e Validação

XHTML 1.0 DTDs e Validação XHTML 1.0 DTDs e Validação PRnet/2012 Ferramentas para Web Design 1 HTML 4.0 X XHTML 1.0 Quais são os três principais componentes ou instrumentos mais utilizados na internet? PRnet/2012 Ferramentas para

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web

Desenvolvimento de Aplicações Web Desenvolvimento de Aplicações Web André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Método de Avaliação Serão realizadas duas provas teóricas e dois trabalhos práticos. MF = 0,1*E + 0,2*P 1 + 0,2*T 1 + 0,2*P

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

Redes de Computadores II

Redes de Computadores II Redes de Computadores II INTERNET Protocolos de Aplicação Intranet Prof: Ricardo Luís R. Peres As aplicações na arquitetura Internet, são implementadas de forma independente, ou seja, não existe um padrão

Leia mais

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI)

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) 1. Funcionamento do EDI 2. EDI tradicional X WEB EDI 3. EDI Tradicional 4. WEB EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) EDI: Electronic Data Interchange Troca

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Goiânia 12/2011 Versionamento 12/12/2011 Hugo Marciano... 1.0

Leia mais

Extensões MIDP para Web Services

Extensões MIDP para Web Services Extensões MIDP para Web Services INF-655 Computação Móvel Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática MIDP Architecture MIDP = Mobile Information Device Profile Connection Framework HttpConnection

Leia mais

tecnologias web e gestão de identidade

tecnologias web e gestão de identidade tecnologias web e gestão de identidade histórico serviços da era inicial da Internet telnet ftp gopher - estruturas hierárquicas www - hipertexto estudos sobre hipertexto e hipermídia sistemas locais www

Leia mais

INTERNET -- NAVEGAÇÃO

INTERNET -- NAVEGAÇÃO Página 1 INTRODUÇÃO Parte 1 O que é a Internet? A Internet é uma rede mundial de computadores, englobando redes menores distribuídas por vários países, estados e cidades. Ao contrário do que muitos pensam,

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

TECNOLOGIA WEB. Principais Protocolos na Internet Aula 2. Profa. Rosemary Melo

TECNOLOGIA WEB. Principais Protocolos na Internet Aula 2. Profa. Rosemary Melo TECNOLOGIA WEB Principais Protocolos na Internet Aula 2 Profa. Rosemary Melo Tópicos abordados Compreender os conceitos básicos de protocolo. Definir as funcionalidades dos principais protocolos de Internet.

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O QUE É XML? Tecnologia desenvolvida pelo W3C http://www.w3c.org W3C: World Wide Web Consortium consórcio

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação I

Administração de Sistemas de Informação I Administração de Sistemas de Informação I Prof. Farinha Aula 03 Telecomunicações Sistemas de Telecomunicações 1 Sistemas de Telecomunicações Consiste de Hardware e Software transmitindo informação (texto,

Leia mais

Guia de Consulta Rápida HTTP. Décio Jr. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br

Guia de Consulta Rápida HTTP. Décio Jr. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br Guia de Consulta Rápida HTTP Décio Jr. Novatec Editora www.novateceditora.com.br Guia de Consulta Rápida HTTP de Décio Jr. Copyright 2001 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados. É proibida

Leia mais

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado Web Services Autor: Rômulo Rosa Furtado Sumário O que é um Web Service. Qual a finalidade de um Web Service. Como funciona o serviço. Motivação para o uso. Como construir um. Referências. Seção: O que

Leia mais

Módulo 11 A Web e seus aplicativos

Módulo 11 A Web e seus aplicativos Módulo 11 A Web e seus aplicativos Até a década de 90, a internet era utilizada por acadêmicos, pesquisadores e estudantes universitários para a transferência de arquivos e o envio de correios eletrônicos.

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMI ESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

GERÊNCIA DE DADOS SEMI ESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. GERÊNCIA DE DADOS SEMI ESTRUTURADOS -XML Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. O QUE É XML? Tecnologia desenvolvida pelo W3C http://www.w3c.org W3C: World Wide Web Consortium consórcio formado por acadêmicos

Leia mais

Introdução. Página 1 de 9. Trabalho sobre EXTRANET. Universidade de São Paulo Escola Politécnica. Luciano Chede Abad 14/09/2002

Introdução. Página 1 de 9. Trabalho sobre EXTRANET. Universidade de São Paulo Escola Politécnica. Luciano Chede Abad 14/09/2002 Introdução E-business é a nova onda nas empresas. A Internet não permite apenas que as empresas façam negócios de maneiras novas, ela praticamente as obriga a fazer isso, por questões de sobrevivência.

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Aula 23 http://www.ic.uff.br/~bianca/introinfo/ Aula 23-07/12/2007 1 Histórico da Internet Início dos anos 60 Um professor do MIT (J.C.R. Licklider) propõe a idéia de uma Rede

Leia mais

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Desenvolvimento em Ambiente Web Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Internet A Internet é um conjunto de redes de computadores de domínio público interligadas pelo mundo inteiro, que tem

Leia mais

Introdução Serviços Web WSDL SOAP UDDI Ferramentas. Serviços Web. (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello

Introdução Serviços Web WSDL SOAP UDDI Ferramentas. Serviços Web. (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello 1/39 Serviços Web (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina 22 de Maio de 2007 2/39 Arquitetura Orientada a Serviços Arquitetura

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP Cleber de F. Ferreira¹, Roberto Dias Mota¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil cleberferreirasi@hotmail.com, motaroberto@hotmail.com Resumo.

Leia mais

Ferramentas para Desenvolvimento Web

Ferramentas para Desenvolvimento Web Ferramentas para Desenvolvimento Web Profa. Dra. Joyce Martins Mendes Battaglia Mini Currículo Bel. em Ciência da Computação - Unib Mestre e doutora em Eng. Elétrica USP Professora /Coordenadora Pesquisadora

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

Serviços Web: Arquitetura

Serviços Web: Arquitetura Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

Um documento XML possui Unidade lógica - os elementos Usuário "inventa" as marcas através de DTDs

Um documento XML possui Unidade lógica - os elementos Usuário inventa as marcas através de DTDs XML Um documento XML possui Unidade lógica - os elementos Usuário "inventa" as marcas através de DTDs Unidade física - as entidades Armazenamento separado dos dados Como toda linguagem de marcação: XML

Leia mais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais Ambientes Visuais Inicialmente, apenas especialistas utilizavam os computadores, sendo que os primeiros desenvolvidos ocupavam grandes áreas e tinham um poder de processamento reduzido. Porém, a contínua

Leia mais

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações Sistemas Multimédia Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP Redes e Comunicações Francisco Maia famaia@gmail.com Já estudado... Motivação Breve História Conceitos Básicos Tipos de Redes Componentes

Leia mais

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura

Leia mais

Web Service - NFS-e. Definição das especificações e critérios técnicos necessários para utilização do WebService. FREIRE INFORMÁTICA Versão 2.

Web Service - NFS-e. Definição das especificações e critérios técnicos necessários para utilização do WebService. FREIRE INFORMÁTICA Versão 2. 2014 Web Service - NFS-e Definição das especificações e critérios técnicos necessários para utilização do WebService Este manual tem como objetivo orientar os usuários, sobre os procedimentos relativos

Leia mais

Web Services. Tópicos. Motivação. Tecnologias Web Service. Passo a passo Business Web Conclusão. Integração de aplicações SOAP, WSDL, UDDI, WSFL

Web Services. Tópicos. Motivação. Tecnologias Web Service. Passo a passo Business Web Conclusão. Integração de aplicações SOAP, WSDL, UDDI, WSFL Web Services Antonio Dirceu adrvf@cin.ufpe.br Tópicos Motivação Integração de aplicações Tecnologias Web Service SOAP, WSDL, UDDI, WSFL Passo a passo Business Web Conclusão Motivação Integração de Aplicações

Leia mais

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF REDES ESAF 01 - (ESAF - Auditor-Fiscal da Previdência Social - AFPS - 2002) Um protocolo é um conjunto de regras e convenções precisamente definidas que possibilitam a comunicação através de uma rede.

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS. Aula 09

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS. Aula 09 FACULDADE CAMÕES PORTARIA 4.059 PROGRAMA DE ADAPTAÇÃO DE DISCIPLINAS AO AMBIENTE ON-LINE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL DOCENTE: ANTONIO SIEMSEN MUNHOZ, MSC. ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: FEVEREIRO DE 2007. Internet,

Leia mais

Lista de Exercício: PARTE 1

Lista de Exercício: PARTE 1 Lista de Exercício: PARTE 1 1. Questão (Cód.:10750) (sem.:2a) de 0,50 O protocolo da camada de aplicação, responsável pelo recebimento de mensagens eletrônicas é: ( ) IP ( ) TCP ( ) POP Cadastrada por:

Leia mais

Programação Cliente em Sistemas Web

Programação Cliente em Sistemas Web Programação Cliente em Sistemas Web WEBSERVICES Cap 18. - Sistemas distribuídos e serviços web em Deitel, H.M, Sistemas Operacionais, 3 ª edição, Pearson Prentice Hall, 2005 Fonte: Rodrigo Rebouças de

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 1 OBJETIVOS 1. O que é a nova infra-estrutura informação (TI) para empresas? Por que a conectividade é tão importante nessa infra-estrutura

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce

Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Facilitando Negócios Conectando softwares com Magento Plataforma de E-Commerce Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Este documento

Leia mais

A Estrutura de um Web Service

A Estrutura de um Web Service A Estrutura de um Web Service Paulo Vitor Antonini Orlandin paulovitor_e@hotmail.com Resumo Atualmente, o Serviço Web é a solução mais utilizada para integração entre sistemas, pois apresenta vantagens

Leia mais

Versão 1.0 Janeiro de 2011. Xerox Phaser 3635MFP Plataforma de interface extensível

Versão 1.0 Janeiro de 2011. Xerox Phaser 3635MFP Plataforma de interface extensível Versão 1.0 Janeiro de 2011 Xerox Phaser 3635MFP 2011 Xerox Corporation. XEROX e XEROX e Design são marcas da Xerox Corporation nos Estados Unidos e/ou em outros países. São feitas alterações periodicamente

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula Complementar - MODELO DE REFERÊNCIA OSI Este modelo se baseia em uma proposta desenvolvida pela ISO (International Standards Organization) como um primeiro passo em direção a padronização dos protocolos

Leia mais

Tecnologias Web. Lista de Exercícios AV02. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com

Tecnologias Web. Lista de Exercícios AV02. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Questão 1 Um analista de sistemas deseja enviar para seu cliente um arquivo de 300 Mb referente a uma atualização do software. Para transferir esse

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO Internet Internet é o conjunto de diversas redes de computadores que se comunicam entre si Internet não é sinônimo de WWW (World Wide

Leia mais

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica Desenvolvimento de Web Services com SOAP. 1. Introdução. Com a tecnologia de desenvolvimento

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO PROTOCOLOS DA INTERNET FAMÍLIA TCP/IP INTRODUÇÃO É muito comum confundir o TCP/IP como um único protocolo, uma vez que, TCP e IP são dois protocolos distintos, ao mesmo tempo que, também os mais importantes

Leia mais

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Prnet/2013 Linguagem de Programação Web» Programas navegadores» Tipos de URL» Protocolos: HTTP, TCP/IP» Hipertextos (páginas WEB)» HTML, XHTML»

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática 1 Este é o seu teste de avaliação de frequência. Leia as perguntas com atenção antes de responder. Escreva as suas respostas nesta folha de teste, marcando um círculo em volta da opção ou opções que considere

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br Desenvolvimento Web Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas http://www.saymonyury.com.br Vantagens Informação em qualquer hora e lugar; Rápidos resultados; Portabilidade absoluta; Manutenção facilitada

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos

REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos Márcio Alves de Araújo¹, Mauro Antônio Correia Júnior¹ 1 Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Monte Carmelo MG Brasil

Leia mais

Consultar Tabelas Administrativas

Consultar Tabelas Administrativas STN Coordenação-Geral de Sistemas e Tecnologia de Informação Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI Secretaria do Tesouro Nacional STN Documentação de Serviços de Interoperabilidade

Leia mais

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais

Kassius Vargas Prestes

Kassius Vargas Prestes Kassius Vargas Prestes Agenda 1. Introdução Web Services 2. XML, SOAP 3. Apache Tomcat 4. Axis 5. Instalação Tomcat e Axis 6. Criação de um Web Service 7. Criação de um cliente Baixar http://www.inf.ufrgs.br/~kvprestes/webservices/

Leia mais

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML.

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. Web services Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. XML é utilizado para codificar toda a comunicação de/para um web service. Web services

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET. Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA

CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET. Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA conceito inicial Amplo sistema de comunicação Conecta muitas redes de computadores Apresenta-se de várias formas Provê

Leia mais

Tópicos de Ambiente Web Conceitos Fundamentais Redes de Dados

Tópicos de Ambiente Web Conceitos Fundamentais Redes de Dados Tópicos de Ambiente Web Conceitos Fundamentais Redes de Dados Professora: Sheila Cáceres Computador Dispositivo eletrônico usado para processar guardar e tornar acessível informação. Tópicos de Ambiente

Leia mais

Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E. Prof. Emanuel Matos

Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E. Prof. Emanuel Matos Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E SOFTWARE LIVRE Prof. Emanuel Matos Sumário Unidade I Principais tecnologias da rede digital Computação cliente/servidor Comutação de pacotes TCP/IP Sistemas de informação

Leia mais

efagundes com Como funciona a Internet

efagundes com Como funciona a Internet Como funciona a Internet Eduardo Mayer Fagundes 1 Introdução à Internet A Internet é uma rede de computadores mundial que adota um padrão aberto de comunicação, com acesso ilimitado de pessoas, empresas

Leia mais

INTERNET HOST CONNECTOR

INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR IHC: INTEGRAÇÃO TOTAL COM PRESERVAÇÃO DE INVESTIMENTOS Ao longo das últimas décadas, as organizações investiram milhões de reais em sistemas e aplicativos

Leia mais

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes EN-3610 Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Gerenciamento baseado na Web Prof. João Henrique Kleinschmidt Gerenciamento baseado na Web Web browser Acesso ubíquo Interface Web vs Gerenciamento baseado

Leia mais

Tecnologias Web. Lista de Exercícios AV02 Turma 3003. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com

Tecnologias Web. Lista de Exercícios AV02 Turma 3003. Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Turma 3003 Luiz Leão luizleao@gmail.com http://www.luizleao.com Questão 1 Um analista de sistemas deseja enviar para seu cliente um arquivo de 300 Mb referente a uma atualização do software. Para transferir

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Tópicos Avançados II 5º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 5: Certificado Digital e Nota

Leia mais

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação.

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação. GLOSSÁRIO Este glossário contém termos e siglas utilizados para Internet. Este material foi compilado de trabalhos publicados por Plewe (1998), Enzer (2000) e outros manuais e referências localizadas na

Leia mais

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO Série Ponto POR QUE NOVO CONCEITO? O que é um WEBPLC? Um CP na WEB Por que usar INTERNET? Controle do processo de qualquer lugar WEBGATE = conexão INTERNET/ALNETII WEBPLC

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O QUE É XML? Tecnologia desenvolvida pelo W3C http://www.w3c.org W3C: World Wide Web Consortium consórcio

Leia mais

Tecnologias da Internet (T) Avaliação de Frequência (v1) 60 minutos * 09.05.2012

Tecnologias da Internet (T) Avaliação de Frequência (v1) 60 minutos * 09.05.2012 1 Este é o seu teste de avaliação de frequência. Leia as perguntas com atenção antes de responder e tenha atenção que algumas perguntas podem ter alíneas de resposta em páginas diferentes. Escreva as suas

Leia mais

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento.

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento. SOA Arquitetura Orientada a Serviços Conceitos e Aplicações Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com/ http://edilms.eti.br Gestão de TI Conceitode SOA SOA - Service OrientedArchitecture (Arquitetura

Leia mais

Sistemas Distribuídos Comunicação entre Processos em Sistemas Distribuídos: Middleware de comunicação Aula II Prof. Rosemary Silveira F. Melo Comunicação em sistemas distribuídos é um ponto fundamental

Leia mais

Manual de Integração. Tecnologia: WebServices SOAP XML. Área: SERASA Experian. Produto: Autorizador Básico. Versão: 1.0. Autor: Angelo Bestetti Junior

Manual de Integração. Tecnologia: WebServices SOAP XML. Área: SERASA Experian. Produto: Autorizador Básico. Versão: 1.0. Autor: Angelo Bestetti Junior Manual de Integração Tecnologia: WebServices SOAP XML Área: SERASA Experian Produto: Autorizador Básico Versão: 1.0 Autor: Angelo Bestetti Junior Conteúdo Introdução... 3 Considerações Iniciais... 4 Privacidade...

Leia mais

Outlook XML Reader Versão 8.0.0. Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia

Outlook XML Reader Versão 8.0.0. Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia Outlook XML Reader Versão 8.0.0 Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia Add-in para o Outlook 2003, 2007 e 2010 responsável pela validação e armazenamento de notas fiscais eletrônicas. Atenção,

Leia mais