Prefácio 4 Introdução 6 Grelha de Innovation Scoring 12 Orientações de Carácter Geral 14 Caracterização da Organização e Indicadores de Actividade 18

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prefácio 4 Introdução 6 Grelha de Innovation Scoring 12 Orientações de Carácter Geral 14 Caracterização da Organização e Indicadores de Actividade 18"

Transcrição

1

2 ÍNDICE

3 Prefácio 4 Introdução 6 Grelha de Innovation Scoring 12 Orientações de Carácter Geral 14 Caracterização da Organização e Indicadores de Actividade 18 Dimensões do sistema de Innovation Scoring 24 I. Condições 25 A. Cultura 26 B. Liderança 30 C. Estratégia 34 II. Recursos 39 A. Capital Humano 40 B. Competências Organizacionais 43 C. Relacionamentos Externos 48 D. Estruturas 50 III. Processos 55 A. Gestão de Actividades de IDI 56 B. Aprendizagem e Melhoria Sistemática 63 C. Protecção e Valorização de Resultados 65 IV. Resultados 67 A. Financeiros e Operacionais 68 B. Mercado 70 C. Sociedade 74 Glossário 76 Referências Bibliográficas 100 Anexos 104 Anexo A Formulário de Innovation Scoring 105 Anexo B Modelo de Interacções em Cadeia 109 Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC 3

4 PREFÁCIO

5 A convicção de que a inovação empresarial exige uma acção sistemática, organizada e sustentada ao longo do tempo constituiu o elemento impulsionador da iniciativa da COTEC que tive o prazer de coordenar. No âmbito desta iniciativa, foram debatidos, de forma integrada, modelos para o desenvolvimento da inovação empresarial, procedimentos para a identificação e classificação das actividades de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI), foi promovida a elaboração de normas portuguesas para a certificação de Sistemas de Gestão de IDI e foi desenvolvido um sistema de innovation scoring que possibilita a avaliação e a medição das actividades de IDI. A iniciativa e todos os passos nela contemplados reuniu um conjunto de ingredientes que considero fundamentais e que me permito destacar: (i) a total abertura da COTEC e, em particular, daqueles que estiveram envolvidos nesta iniciativa, para com as organizações públicas ou privadas que, em cada caso, estavam colocadas para desenvolverem, nas melhores condições, os outputs desejados; (ii) a preocupação de basear a análise dos problemas associados ao desenvolvimento sustentado da inovação num vasto corpo de conhecimentos disponíveis internacionalmente e, simultaneamente, a intenção de confrontar os resultados da iniciativa com a realidade vivida por um número significativo de empresas marcantes no contexto da economia nacional; (iii) a capacidade de planear cuidadosamente a iniciativa e de cumprir escrupulosamente o roadmap estabelecido, aliada a uma perspectiva de aprendizagem tão cara às learning organizations; (iv) a capacidade de traduzir os resultados da iniciativa em instrumentos concretos e de os colocar à disposição das organizações que operam em Portugal, com o objectivo de contribuir para a melhoria da sua competitividade. O Manual que aqui se apresenta procura constituir um instrumento de apoio concreto às organizações nacionais para a sua avaliação à luz de um sistema de innovation scoring previamente desenvolvido e testado. Com base neste sistema, as organizações poderão diagnosticar, medir e questionar de uma forma mais adequada o seu desempenho e o seu potencial de inovação, facto que representa um valor indiscutível para as organizações que marcarão o futuro do desenvolvimento económico do nosso País isto é, as mais atentas às questões de competitividade numa economia baseada no conhecimento e globalizada. Acrescento ainda uma palavra final sobre o futuro. Agora que a iniciativa da COTEC está próxima da sua conclusão, é fundamental que o trabalho desenvolvido tenha reflexos na nossa economia e abra novos caminhos para o reforço e o reconhecimento da inovação empresarial portuguesa. Acredito que assim será e desejo-o sinceramente. João Picoito Coordenador da Iniciativa Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC 5

6 INTRODUÇÃO

7 A iniciativa da COTEC sobre o Desenvolvimento Sustentado da Inovação Empresarial visa estimular as empresas nacionais, em particular as empresas associadas da COTEC, a desenvolverem inovação de uma forma mais sistemática, eficiente e eficaz. Espera-se, assim, contribuir para o reforço das suas vantagens competitivas, numa economia cada vez mais globalizada e assente no conhecimento. Esta iniciativa, globalmente coordenada pelo Engenheiro João Picoito, integra os quatro projectos seguintes: Projecto 1 - Identificação e Difusão de Modelos e Mecanismos Empresariais Indutores do Desenvolvimento Sustentado de Inovação Este projecto, coordenado pelo Professor João Caraça, conduziu ao Modelo de Interacções em Cadeia, que permite compreender as principais vertentes e interacções do processo de inovação. Projecto2-DefiniçãodeumaMetodologiadeClassificaçãodasActividades de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI) Coordenado pelo Professor Pedro Guedes de Oliveira, este projecto teve como resultado a publicação do Manual de Identificação e Classificação de Actividades de IDI. Projecto 3 - Certificação da Gestão da IDI Este projecto, coordenado pelo Engenheiro Jorge Marques dos Santos, resultou na publicação das seguintes Normas Portuguesas de Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação: NP4456 (Terminologia e definições das actividades de IDI), NP4457 (Requisitos do sistema de gestão da IDI), NP4458 (Requisitos de um projecto de IDI) e NP4461 (Competência e avaliação dos auditores de sistemas de gestão da IDI e dos auditores de projectos de IDI). Projecto 4 - Desenvolvimento de um Sistema de Innovation Scoring Coordenado pela Dr.ª Isabel Caetano, este projecto centrou-se no desenvolvimentodeumsistemadeinnovation scoring que possibilite às organizações uma melhor avaliação e, sempre que possível, a adequada medição das suas actividades de inovação. A elaboração do sistema de innovation scoring, seguiu uma metodologia em que se podem identificar as seguintes etapas de trabalho: 1) Análise de benchmarking A equipa do Projecto 4 procurou, numa primeira fase do seu plano de actividades, analisar diversos casos nacionais e estrangeiros de sistemas de innovation scoring, tendo produzido um relatório de benchmarking, com três objectivos principais: a) Analisar um conjunto diversificado de sistemas de innovation scoring e innovation metrics; Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC 7

8 b) Identificar boas práticas e obstáculos na sua aplicação e implementação; e c) Apontar orientações para as fases subsequentes do projecto. Atendendo às diferenças de orientação e de abordagem detectadas, os sistemas de innovation scoring foram classificados em dois grupos: de base empresarial e de base nacional (estes últimos correspondendo a propostas que são apresentadas por instituições ou agências públicas de diversos países). A observação dos dois grupos acima identificados revelou que os seus objectivos são distintos mas convergentes. De facto, as empresas de consultoria estão mais orientadas para aplicações práticas como a definição de métricas e indicadores de avaliação da inovação empresarial, enquanto as agências públicas procuram abordar questões mais abrangentes como a promoção da mudança organizacional ou o fomento da excelência empresarial. Todavia, ambas são dirigidas à melhoria do processo de inovação empresarial. A partir da análise comparativa entre os dois grupos de sistemas de innovation scoring, a equipa de projecto identificou os principais temas críticos de análise da inovação, que vieram a cristalizar-se em torno de quatro grandes eixos: Condições, Recursos, Processos e Resultados. 2) Elaboração de uma primeira versão do sistema de innovation scoring A partir desta pesquisa e beneficiando dos contributos de diversas entidades ligadas ao Sistema Nacional de Inovação, foi possível elaborar uma versão inicial da ferramenta de innovation scoring, obedecendo a uma estrutura construída em torno dos quatro eixos identificados. Essa versão foi discutida com especialistas, académicos e empresários, daí resultando um conjunto de sugestões e de recomendações, entre as quais se destacam as seguintes: - Redução do número de questões ao mínimo indispensável; - Indicação de exemplos ilustrativos do tipo de práticas que as organizações podem ter no âmbito de cada questão; e - Aplicação de um sistema de pontuação simples e útil. 3) Teste da versão inicial do sistema num conjunto de empresas piloto da iniciativa Contando com o empenho de mais de uma dezena de empresas piloto envolvidas na iniciativa, oriundas de diversos sectores e com diferentes dimensões, a equipa de projecto acompanhou a aplicação e teste da versão inicial do sistema. Na generalidade dos casos, a equipa de projecto realizou reuniões específicas 8 Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC

9 com as empresas participantes, procurando clarificar dúvidas no preenchimento e obter sugestões de reformulação das questões colocadas. Este exercício permitiu por um lado validar as questões incluídas no sistema e, por outro, reorientar globalmente este sistema de forma a conseguir que este melhor respondesse aos objectivos e aos destinatários definidos à partida. 4) Consolidação do innovation scoring Fruto da aprendizagem decorrente das fases anteriores, em particular do teste realizado nas empresas piloto, a equipa de projecto chegou à versão final das questões, conjuntamente com as respectivas avaliações, que se apresentam na tabela inserida neste texto. A versão completa do formulário do sistema de innovation scoring finalmente proposto inclui, para além das questões e respectivas pontuações, as justificações que lhe estão associadas. Este formulário inclui-se no Anexo 1. O objectivo do sistema de innovation scoring é o de dotar as empresas ou outras organizações que operem em Portugal de um instrumento de autodiagnóstico das suas capacidades e do seu desempenho no domínio da inovação. No futuro, este instrumento poderá ser adoptado como suporte de avaliações, ou auditoria externas, necessitando para tal de ser complementado com a análise e a preparação dos processos nelas envolvidos. Espera-se que a aplicação desta ferramenta contribua para a reflexão estratégica das empresas, ou outras organizações, sobre os seus processos de inovação, permitindo conhecer de forma mais aprofundada as diferentes dimensões que sustentam tais processos e identificar áreas de potencial melhoria. Naturalmente, o sistema de innovation scoring foi desenvolvido em sintonia com o Modelo de Interacções em Cadeia, resultante do Projecto 1 (ver, no Anexo 2, um diagrama síntese do modelo) e utiliza conceitos adoptados tanto no Manual de Identificação e Classificação das Actividades de IDI, desenvolvido no Projecto 2, como nas Normas Portuguesas de Certificação da Gestão da IDI, decorrentes do Projecto 3. O conjunto de anotações que compõe este Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring visa balizar e facilitar a aplicação deste instrumento pelas empresas ou organizações que a ela desejem recorrer. Através do manual, pretende clarificar-se o âmbito de cada item incluído na grelha de avaliação do sistema, isto é, quais os aspectos que devem ser tidos em conta em cada entrada da referida grelha. No manual são ainda fornecidos elementos de referência, destinados a facilitar a interpretação dos conceitos envolvidos no sistema e as respectivas avaliações. Após a secção de caracterização da organização e indicadores de actividade, o manual segue a estrutura do sistema de innovation scoring, com quatro dimensões Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC 9

10 básicas Condições, Recursos, Processos e Resultados e treze subgrupos, num total de quarenta e três questões. Na resposta às questões das três primeiras dimensões (Condições, Recursos e Processos) é feita uma distinção entre: Aabordagem, isto é, o modo como a organização encara cada tema e a sua perspectiva perante os diversos tópicos que lhe correspondem, e Aaplicação, istoé,aformacomoaorganizaçãoactuadefactorelativamente aos tópicos considerados. Na resposta às questões da última dimensão (Resultados), não é necessária uma dupla avaliação, uma vez que o carácter desta dimensão implica uma resposta em conformidade com os resultados efectivamente obtidos em cada parâmetro de análise. Tal como anteriormente se referiu, às respostas dadas às questões formuladas no sistema de innovation scoring seguem-se as justificações correspondentes. Se a informação contida na resposta global de uma organização ao sistema de innovation scoring for disponibilizada a uma entidade que lhe seja externa, por exemplo no âmbito de uma auditoria externa a que queira submeter-se, esta terá naturalmente de comprometer-se a mantê-la sob total reserva de confidencialidade, salvo indicação expressa em contrário por parte da primeira. 10 Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC

11

12 GRELHA DE INNOVATION SCORING

13 Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC 13

14 ORIENTAÇÕES DE CARÁCTER GERAL

15 Antes de dar resposta às questões colocadas no âmbito do sistema de innovation scoring, convirá ter em conta os seguintes aspectos: A unidade de análise para o exercício de innovation scoring deve ser claramente definida à partida. Esta definição é especialmente relevante no caso de grupos empresariais. No caso de grandes grupos económicos aconselha-se a não considerar como unidade de análise o grupo na sua globalidade mas sim uma ou mais empresas que, de forma homogénea, o integram. Quando a organização beneficia de serviços prestados por outras empresas ou entidades do Grupo, o desempenho de tais empresas ou entidades deverá ser tido em conta nos itens relevantes. A experiência de aplicação de instrumentos deste tipo sugere que, antes do seu preenchimento, seja feito um trabalho interno prévio, com o envolvimento de uma equipa interdepartamental. Este trabalho prévio deve incluir a leitura integral do presente Manual, de forma a ter uma perspectiva global do sistema de innovation scoring. Existem vectores transversais às dimensões consideradas. Por exemplo, o vector Marketing surge em 3 dimensões (Estratégia de Marketing em Condições [item 11], Competências em Actividades de Marketing em Recursos [item 20] e Processos Sistemáticos de Compreensão das Necessidades de Mercado em Processos [item 27]. É, por isso, fundamental que, na resposta, seja tido em conta o âmbito exacto do item em questão. Para cada item, as orientações desdobram-se, em regra, em três componentes. Começa-se por um enquadramento genérico sobre o tema em análise. Em seguida, caracteriza-se com maior precisão o que pretende determinar-se com o item em causa. Por fim, apresentam-se refe rências não exaustivas que procuram dar pistas para o que se consi dera a excelência em cada um dos tópicos. Os exemplos indicados não devem ser encarados como uma check-list de acções que importa pôr em prática para ter a classificação máxima, mas fundamentalmente como referências para facilitar e balizar uma resposta. Nas três primeiras dimensões (Condições, Recursos e Processos) é indispensável distinguir entre abordagem e aplicação. A abordagem res peita ao modo como a organização encara cada tema, a sua perspectiva perante os diversos assuntos com ele relacionados, bem como a amplitude da sua percepção dentro da organização. A aplicação corresponde à forma como a organização actua de facto relativamente aos aspectos em causa. Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC 15

16 Exemplo: Abordagem Aplicação Inexistente Reactiva Definida Integrada Excelente Fraca Pouco Desenvolvida Razoável Muito Desenvolvida Excelente PONDERAÇÃO 9 ESTRATÉGIA A organização tem uma estratégia de i inovação clara e partilhada, envolvendo X X 20 os colaboradores na sua definição. Em primeiro lugar, deve ser avaliada a abordagem relativamente à estratégia de inovação. No exemplo apresentado, a abordagem da organização foi considerada como definida, numa escala que inclui as seguintes opções de res posta: inexistente: Não existe, na organização, uma abordagem estratégica para a inovação; reactiva: A organização tem uma abordagem estratégica para a inovação mas esta surge basicamente como reacção às alterações da envolvente, encontrando-se insuficientemente estruturada e definida; definida: Abordagem estratégica definida para a inovação mas relativamente convencional; integrada: Abordagem estratégica definida para a inovação, estabelecida de forma cuidada, tendo em conta as especificidades da organização e envolvendo esta como um todo; excelente: Abordagem estratégica para a inovação plenamente desenvolvida, que confere à organização um carácter distintivo, diferenciador e que constitui uma fonte de vantagem competitiva. Em seguida, deve ser avaliada a aplicação. Ainda no exemplo apresentado, a aplicação é considerada pouco desenvolvida, numa escala que inclui as seguintes opções de resposta: fraca: A organização não prossegue uma estratégia clara para a inovação. pouco desenvolvida: A organização prossegue uma estratégia para a inovação, mas esta está insuficientemente explicitada, estando o processo correspondente limitado à intervenção dos administradores (ou gestores equivalentes). razoável: A organização tem uma estratégia para a inovação clara, com envolvimento interdepartamental da gestão de topo na sua definição. 16 Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC

17 muito desenvolvida: A organização tem uma estratégia para a inovação clara, cuja definição envolveu toda a organização através da gestão de topo e de algumas chefias intermédias. excelente: A organização tem uma estratégia para a inovação clara, cuja definição resultou de um processo envolvendo toda a organização e que foi convertida num conjunto de entendimentos e objectivos explícitos e partilhados, mobilizadores de actuação e geradores de competências distintivas. As opções de resposta deverão ser complementadas por uma justificação. A classificação final da organização neste instrumento innovation scoring resulta de um processo que envolve duas fases: 1. Pontuação de cada questão. Esta pontuação corresponde ao valor mínimo das pontuações parciais atribuídas à Abordagem e à Aplicação na escala de 0 a 4 (ver tabela abaixo). Como se referiu anteriormente, na dimensão Resultados só se contempla a avaliação da aplicação, pelo que a resposta tem uma pontuação directa. Índice numérico correspondente às diferentes opções de resposta: Abordagem Índice numérico Aplicação inexistente 0 fraca reactiva 1 pouco desenvolvida definida 2 razoável integrada 3 muito desenvolvida excelente 4 excelente 2. Pontuação global (ou innovation score final). A pontuação global (ou, se se preferir, o innovation score final) é a soma ponderada das pontuações relativas a todas as questões colocadas. Pretende-se que a pontuação global (designada por PG) se situe entre o valor mínimo PG=0 e o valor máximo PG=1000. Se, para cada questão i (i=1,, 43) se denotar por p i a pontuação que lhe é atribuída e por α i o peso atribuído a tal pontuação no cálculo de PG (este valor figura sob o título Ponderação na última coluna da grelha) então, dado que 43 Σα i = 1000 i=1 a pontuação global é calculada, para o conjunto de todas as respostas incluídas na grelha, através do somatório 43 i=1. Σα i. p i 4 Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC 17

18 CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E INDICADORES DE ACTIVIDADE

19 Nesta secção concentra-se um conjunto de informações e indicadores que permitem identificar a organização ou parte desta (a unidade de análise), que seja objecto de avaliação, e caracterizar a sua actividade. Ao contrário do que sucede nas secções subsequentes e específicas ao sistema de innovation scoring, o apoio ao preenchimento da informação que é objecto desta secção resume-se apenas a quatro notas de clarificação relativas aos campos onde se julga poderem existir dúvidas. DESIGNAÇÃO SOCIAL DA ORGANIZAÇÃO CAE (CLASSIFICAÇÃO PORTUGUESA DA ACTIVIDADE ECONÓMICA) ANO DE FUNDAÇÃO MORADA DA ORGANIZAÇÃO CÓDIGO POSTAL LOCALIDADE DISTRITO TELEFONE FAX SECRETARIADO Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC 19

20 PÁGINA WEB NOME DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 1 MORADA PREFERENCIAL CÓDIGO POSTAL LOCALIDADE TELEFONE PREFERENCIAL (DIRECTO) NOME DO ELEMENTO DE LIGAÇÃO (CONTACTO PRIVILEGIADO PARA ASSUNTOS RELACIONADOS COM O INNOVATION SCORING) MORADA PREFERENCIAL CÓDIGO POSTAL LOCALIDADE TELEFONE PREFERENCIAL (DIRECTO) 1 Quando na unidade de análise não existir a figura de presidente do conselho de administração, este campo deverá ser preenchido com o nome do responsável máximo por aquela entidade. 20 Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC

21 Nº DE EMPREGADOS: DISTRIBUIÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO POR NÍVEL DE HABILITAÇÕES: - ENSINO SECUNDÁRIO - LICENCIATURA - MESTRADO - DOUTORAMENTO - OUTROS - TOTAL 2 NÚMERO TOTAL DE HORAS DE FORMAÇÃO POR EMPREGADO A ORGANIZAÇÃO TEM CERTIFICAÇÃO: AMBIENTAL? SIM NÃO EM CASO AFIRMATIVO INDIQUE QUAL: EM GESTÃO DA QUALIDADE? SIM NÃO EM CASO AFIRMATIVO INDIQUE QUAL: EM GESTÃO DE IDI? SIM NÃO EM CASO AFIRMATIVO INDIQUE QUAL: EM HIGIENE E SEGURANÇA? SIM NÃO EM CASO AFIRMATIVO INDIQUE QUAL: PME LÍDER? SIM NÃO PME EXCELÊNCIA? SIM NÃO OUTRAS? SIM NÃO EM CASO AFIRMATIVO INDIQUE QUAL: 2 Nº total de colaboradores inscritos na Segurança Social no mês anterior ao do exercício de Innovation Scoring. Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC 21

22 CAPITAL SOCIAL (EM EUROS) A5006 A5007 A5018 A5016 A5001 D149 A5020 A5023 A5589 A5104 A5101 A5141 A5160 A6065 A6066 A6065 A6066 A6065 A6066 A5017 D150 D151 D153 D159 A5008 CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS E DAS MATÉRIAS CONSUMIDAS FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS GASTOS / REVERSÕES DE DEPRECIAÇÕES E DE AMORTIZAÇÕES OUTROS GASTOS E PERDAS VENDAS E SERVIÇOS PRESTADOS TOTAL DOS RENDIMENTOS RESULTADOS OPERACIONAL (ANTES DE GASTOS DE FINANCIAMENTO E IMPOSTOS) RESULTADOS ANTES DE IMPOSTOS (4) PROPRIEDADE INDUSTRIAL ACTIVOS INTANGÍVEIS ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO TOTAL DO PASSIVO VENDAS MERCADO INTERNO (1) PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS MERCADO INTERNO (1) VENDAS MERCADO COMUNITÁRIO (2) PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS MERCADO COMUNITÁRIO (2) VENDAS MERCADO EXTRACOMUNITÁRIO (3) PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS MERCADO EXTRACOMUNITÁRIO (3) RESULTADOS ANTES DE DEPRECIAÇÕES, GASTOS DE FINANCIAMENTO E IMPOSTOS CUSTOS DAS MERCADORIAS VENDIDAS CUSTO DE MATÉRIAS-PRIMAS, SUBSIDIÁRIAS E DE CONSUMO CONSUMIDAS FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS OUTROS GASTOS E PERDAS ENCARGOS COM PESSOAL 4 INVESTIMENTO EM INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO (I&D)(EM EUROS) INVESTIMENTO EM IDI 5 (EM EUROS) VOLUME DE VENDAS DE PRODUTOS RESULTANTES DE IDI DA ORGANIZAÇÃO (EM EUROS) A EMPRESA BENEFICIA DE FINANCIAMENTO PÚBLICO PARA AS ACTIVIDADES DE IDI (SE SIM, QUAIS?) 3 Os indicadores solicitados devem ser relativos ao último exercício, ou seja, ao último ano fiscal consolidado. 4 Nesta rubrica devem ser considerados os gastos por natureza que sejam, face ao seu destino e de acordo com o Manual de Identificação e Classificação das Actividades de IDI do Projecto 2 desta iniciativa, classificáveis como gastos de I&D, quer estejam contabilizados no activo quer em custos do exercício. 5 Nesta rubrica devem ser considerados os custos em I&D (de acordo com a nota 3) e as actividades da cadeia de valor de IDI, de acordo com o indicado no Manual referido na nota explicativa anterior. 22 Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC

23

24

25 I. CONDIÇÕES Esta dimensão respeita aos aspectos ambientais e estratégicos susceptíveis de influenciar as atitudes e comportamentos empresariais face à inovação. São consideradas 3 vertentes: Cultura, onde se pretende reflectir a adequação entre a cultura da empresa e a dinâmica de mudança inerente à inovação; Liderança, procurando avaliar como as características e o estilo de liderança são susceptíveis de estimular a inovação; e Estratégia, relativa à formação e implementação das orientações estratégicas da organização. Chama-se a atenção para o facto de que a extensão do envolvimento aos vários níveis da organização (funcionais, hierárquicos, entre outros) deverá ser tida em conta na classificação a atribuir.

26 I. CONDIÇÕES A. Cultura 1 Os valores da organização promovem a adaptabilidade, a experimentação, a aprendizagem e a mudança contínua. Os valores organizacionais constituem um elemento indispensável para a avaliação da inovação empresarial. Eles são por vezes encarados como traduzindo o DNA da organização. O reconhecimento da importância dos valores para a identidade das organizações, leva-as frequentemente a divulgá-los no seu material corporativo e no sítio da internet. Os valores podem estar na base de competências de natureza cultural, as quais permitem que a organização se distinga de outras e seja dificilmente imi tável. Esta dimensão intangível pode expressar-se em características como o empreendedorismo, o trabalho em equipa, a atenção ao outro (seja ele colaborador, cliente, parceiro ou concorrente), a prontidão e empenho na resposta e a vontade de fazer melhor. Nesta questão procura-se avaliar em que medida os valores organizacionais contribuem para a inovação. Mais especificamente, pretende-se identificar a compatibilidade dos valores organizacionais com os principais pilares da mentalidade inovadora, como sejam a adaptabilidade, a experimentação, a aprendizagem ou a preocupação de melhoria contínua. Quando os valores da organização sublinham o espírito empreendedor, a insatisfação criativa e a busca de novas soluções, aquela estará melhor preparada para evitar a complacência e para inovar. Numa lógica de learning organization, pretende-se averiguar se a organização promove de forma activa a abertura e a adaptabi lidade à mudança. A título de exemplo referem-se de seguida diversos aspectos que reflectem valores organizacionais favoráveis à mudança e à inovação. A definição da Missão da organização pode incluir explicitamente elementos relativos à promoção da inovação. Certas empresas têm regras tácitas, não escritas mas frequentemente afirmadas, de estímulo à experimentação e ao confronto interno de ideias e soluções. A passagem de valores aos novos colaboradores é efectuada em algumas organizações não com um espírito de conformismo, mas sim de partilha de perspectivas para descobrir o futuro em conjunto. Nas acções de team building da organização é valorizada a expe rimentação e aceite o pensamento divergente. Em outras empresas existe uma preocupação sistemática de identificação e integração de feedback (de clientes e de colaboradores, por exemplo), como expressão de uma filosofia de aprendizagem contínua. A existência de um espírito de superação permanente dos colaboradores e da própria organização estimula a inovação. Certos valores organizacionais têm uma dimensão ética que encoraja o espírito de mudança e o empenhamento em fazer melhor. 26 Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC

27 NOTAS 2 Os valores da organização promovem a abertura internacional. As organizações relacionam-se com a sua envolvente, da qual obtêm recursos que lhes permitem criar propostas de valor para clientes e parceiros. A in ter - nacionalização, tanto no acesso a recursos como sobretudo a merca dos externos, torna-se hoje indispensável para o sucesso competitivo (e, em última análise, para a sobrevivência) de um número crescente de organi zações. Tal internacionalização pode expressar-se no acesso a matérias-primas, componentes, equipamentos, conhecimentos tecnológicos ou não tecnológicos e serviços especializados no estrangeiro. Pode consistir também na subcontratação do fabrico de certos produtos, por vezes no âmbito de cadeias de fornecimento à escala mundial. Pode ainda tra du zir-se no estabelecimento de alianças com parceiros externos para me lhorar as capacidades de actuação da empresa no espaço nacional ou internacional. A perspectiva mais comum de internacionalização está, no entanto, associada a acções de comercialização de produtos e/ou ser viços em mercados externos (desde a exportação a contratos de licen ça e de franchising, por e xem plo) e à realização de investimentos direc tos (em regime de joint-venture ou de propriedade total) no estrangeiro. A internacionalização tende a estimular a aprendizagem e o desempenho inovador das empresas. Todavia, a capacidade de aproveitar as oportunidades oferecidas pela internacionalização é condicionada pelos valores da organização. A interiorização de um espírito de abertura ao Mundo e de aprendizagem com entidades externas tende a conduzir a processos de internacionalização mais bem sucedidos e mais propícios à inovação. Nesta questão pretende-se avaliar em que medida os valores da organização promovem a abertura à internacionalização e a capacidade de tirar partido da expe riência internacional. Procura-se também analisar a consistência da comunicação externa da organização com os eventuais valores de orientação internacional. Apresentam-se alguns exemplos que poderão ser encarados como expressão de valores de abertura internacional e, consequentemente, tidos em conta na resposta a este item. Aquela abertura poderá estar já inscrita nos genes da empresa: é o caso de empresas criadas por cidadãos estrangeiros ou com a participação de investidores externos. A língua oficial da empresa pode traduzir uma dimensão de abertura ao mundo. Esta pode estar na origem da utilização do recrutamento internacional nos vários escalões da organização. Uma política de participação em organizações associativas internacionais pode corresponder também à expressão daqueles valores. O mesmo pode dizer-se de uma política consistente de parcerias, acordos e alianças estratégicas internacionais. A orientação internacional pode igualmente exprimir-se na estrutura organizacional da empresa. Em termos de comunicação, os valores de abertura internacional conduzem à existência de canais de comunicação e de informação corporativa e comercial em várias línguas. Manual de Apoio ao Preenchimento do Sistema de Innovation Scoring da COTEC 27

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Inovar para Ganhar Paulo Nordeste Portugal tem apresentado nos últimos anos casos de sucesso em inovação; como novos produtos, serviços e modelos de

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como SISTEMA DE DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO DAS OPORTUNIDADES DE COOPERAÇÃO EM REDE Nota: documento elaborado pela INTELI Inteligência em Inovação, no âmbito da consultadoria prestada

Leia mais

O reforço da gestão da inovação nas empresas portuguesas CCDR Algarve 6 de Maio de 2009 Isabel Caetano COTEC Portugal

O reforço da gestão da inovação nas empresas portuguesas CCDR Algarve 6 de Maio de 2009 Isabel Caetano COTEC Portugal O reforço da gestão da inovação nas empresas portuguesas CCDR Algarve 6 de Maio de 2009 Isabel Caetano COTEC Portugal COTEC PORTUGAL - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL PARA A INOVAÇÃO A COTEC Portugal - Associação

Leia mais

Gestão da inovação A avaliação e a medição das actividades de IDI

Gestão da inovação A avaliação e a medição das actividades de IDI Gestão da inovação A avaliação e a medição das actividades de IDI Projecto GAPI 2.0 Universidade de Aveiro, 19 de Fevereiro de 2010 João M. Alves da Cunha Introdução Modelo de Interacções em cadeia Innovation

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

A GESTÃO DA INOVAÇÃO APCER

A GESTÃO DA INOVAÇÃO APCER A GESTÃO DA INOVAÇÃO APCER A Gestão da Inovação Proposta de Utilização do Guia de Boas Práticas de IDI e das ferramentas desenvolvidas no âmbito da iniciativa DSIE da COTEC para o desenvolvimento do sistema

Leia mais

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 A aposta no apoio à internacionalização tem sido um dos propósitos da AIDA que, ao longo dos anos, tem vindo a realizar diversas acções direccionadas para

Leia mais

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE Capítulo 7 Balanced Scorecard ÍNDICE 7.1 O que é o Balanced Scorecard 7.2 Indicadores de Ocorrência 7.3 O Método 7.4 Diagramas de Balanced Scorecard Capítulo 7 - BALANCED

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS

2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS - DOCUMENTO 15 Extractos dos Referentes Externos e Internos que suportam o Referencial 2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS REFERENTES EXTERNOS LEGISLAÇÃO Lei nº 31/2002 de 20 de Dezembro CAPÍTULO I Sistema

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de

A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de A Importância dos Recursos Humanos (Gestão de Pessoas) na Gestão Empresarial Marketing Interno Licenciatura de Comunicação Empresarial 3º Ano Docente: Dr. Jorge Remondes / Discente: Ana Teresa Cardoso

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO ESTRATÉGICA 1/21 ANÁLISE DA ENVOLVENTE EXTERNA À EMPRESA... 3 1. Análise do Meio Envolvente... 3 2. Análise da Evolução do Mercado... 7 3. Análise da Realidade Concorrencial...

Leia mais

Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS

Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para se focalizar na concretização dos objectivos do serviço e garantir que

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006

SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006 SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006 Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 10 de Maio de 2006 Minhas Senhoras e meus Senhores, 1. Em nome do Senhor Secretário de Estado Adjunto, da Indústria

Leia mais

O contributo do Cluster Habitat Sustentável

O contributo do Cluster Habitat Sustentável O contributo do Cluster Habitat Sustentável Victor Ferreira Plataforma para a Construção Sustentável Seminário Construção Sustentável CONCRETA 2011 20/10/2011 Visão e Missão O Cluster Habitat? agregador

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO 3.1.1 PROGRAMA DE FORMAÇÃO-ACÇÃO PARA PME REGULAMENTO DE CANDIDATURA PARA ENTIDADES

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva Victor Francisco CTCV Responsável Unidade Gestão

Leia mais

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE?

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? 1 O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? A globalização dos mercados torna cada vez mais evidente as questões da qualidade. De facto a maioria dos nossos parceiros económicos não admite a não qualidade.

Leia mais

A Nossa Oferta Formativa para a Administração Pública

A Nossa Oferta Formativa para a Administração Pública A Nossa Oferta Formativa para a Administração Pública 2011 DESIGNAÇÃO A inscrição poderá DO CURSO ser efectuada Nº através DE do PREÇO site POR www.significado.pt Para mais informações, por favor contacte

Leia mais

Tipologia de Intervenção 6.4

Tipologia de Intervenção 6.4 Documento Enquadrador Tipologia de Intervenção 6.4 Qualidade dos Serviços e Organizações Acções de consultoria inseridas no processo que visa conferir uma certificação de qualidade às organizações que

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO

O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO 10 O CONTROLO DA QUALIDADE NAS FIRMAS DE AUDITORIA NO ACTUAL CONTEXTO ECONÓMICO E SITUAÇÃO DA PROFISSÃO António Gonçalves REVISOR OFICIAL DE CONTAS 1. Introdução O presente artigo procura reflectir o entendimento

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR +

APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + APRESENTAÇÃO DA NOVA POLÍTICA DE INCENTIVOS 2014-2020 SISTEMA DE INCENTIVOS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL COMPETIR + Ponta Delgada, 28 de Abril de 2014 Intervenção do Presidente do Governo Regional

Leia mais

Em Entrevistas Profissionais

Em Entrevistas Profissionais Em Entrevistas Profissionais Amplie a sua performance na valorização das suas competências 2011 Paula Gonçalves [paula.goncalves@amrconsult.com] 1 Gestão de Comunicação e Relações Públicas As Entrevistas

Leia mais

E q n u q a u dr d a r me m n e t n o S st s e t m e a m d e d e Ge G s e t s ã t o d a d Q u Q a u lida d de

E q n u q a u dr d a r me m n e t n o S st s e t m e a m d e d e Ge G s e t s ã t o d a d Q u Q a u lida d de Sistema de Gestão e de Garantia da Qualidade Agenda Enquadramento Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Garantia da Qualidade 2 Enquadramento Estatutos da ESHTE Prossecução de objectivos de qualificação

Leia mais

GUIA INFORMATIVO PARA ORGANIZAÇÕES

GUIA INFORMATIVO PARA ORGANIZAÇÕES GUIA INFORMATIVO PARA ORGANIZAÇÕES FICHA TÉCNICA Organização: Câmara Municipal da Amadora, Gabinete de Acção Social Equipa Técnica: Ana Costa, Rute Gonçalves e Sandra Pereira Design/Paginação: Estrelas

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE IDI PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES 7 de Outubro de 2013

CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE IDI PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES 7 de Outubro de 2013 CONTRIBUTO DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE IDI PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES 7 de Outubro de 2013 COTEC Portugal 1. COTEC Portugal Origem, Missão, Stakeholders 2. Desenvolvimento Sustentado da Inovação Empresarial

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

Referencial técnico-pedagógico da intervenção

Referencial técnico-pedagógico da intervenção Referencial técnico-pedagógico da intervenção De seguida explicitamos os referenciais técnico-pedagógicos das fases do MOVE-PME que carecem de uma sistematização constituindo factores de diferenciação

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões:

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 7.1 Conclusões De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 1 - Descrever os instrumentos/modelos de gestão e marketing estratégicos

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY

ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY ILIMITADOS THE MARKETING COMPANY _ CURRICULUM Composta por uma equipa multidisciplinar, dinâmica e sólida, Sobre Nós A ilimitados - the marketing company é uma empresa de serviços na área do Marketing,

Leia mais

Estratégia Empresarial. Capítulo 4 Missão e Objectivos. João Pedro Couto

Estratégia Empresarial. Capítulo 4 Missão e Objectivos. João Pedro Couto Estratégia Empresarial Capítulo 4 Missão e Objectivos João Pedro Couto ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Pensamento Estratégico Análise do Meio Envolvente Análise da Empresa Análise Estratégica Missão, Objectivos

Leia mais

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS

QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS QUADRO DE REFERÊNCIA PARA A AVALIAÇÃO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS I Os cinco domínios 1. Resultados 2. Prestação do serviço educativo 3. Organização e gestão escolar 4. Liderança 5. Capacidade de auto-regulação

Leia mais

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento O QUE É IMPRESCINDÍVEL NUMA SOLUÇÃO DE ORÇAMENTAÇÃO E PREVISÃO? Flexibilidade para acomodar mudanças rápidas; Usabilidade; Capacidade de integração com as aplicações a montante e a jusante; Garantir acesso

Leia mais

Capítulo Descrição Página

Capítulo Descrição Página MANUAL DA QUALIIDADE ÍNDICE Capítulo Descrição Página 1 Apresentação da ILC Instrumentos de Laboratório e Científicos, Lda Dados sobre a ILC, sua história, sua organização e modo de funcionamento 2 Política

Leia mais

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Ficha Técnica Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Edição: Região Autónoma dos Açores Secretaria Regional da Educação e Ciência Direcção Regional da Educação Design e Ilustração: Gonçalo Cabaça Impressão:

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2012 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO MINISTÉRIO Organismo/Serviço NIF Avaliador Cargo NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O PESSOAL DOS GRUPOS PROFISSIONAIS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO A preencher pelo avaliador Avaliado Unidade orgânica Carreira

Leia mais

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA - TIPOLOGIA CLUSTERS E DINÂMICAS DE REDE

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA - TIPOLOGIA CLUSTERS E DINÂMICAS DE REDE AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 01 / SIAC / 2011 SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA - TIPOLOGIA CLUSTERS E DINÂMICAS DE REDE Nos termos do Regulamento

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

A Construção Sustentável e o Futuro

A Construção Sustentável e o Futuro A Construção Sustentável e o Futuro Victor Ferreira ENERGIA 2020, Lisboa 08/02/2010 Visão e Missão O Cluster Habitat? Matérias primas Transformação Materiais e produtos Construção Equipamentos Outros fornecedores

Leia mais

Isabel Beja. Gestão Estratégica

Isabel Beja. Gestão Estratégica Isabel Beja Gestão Estratégica Financiamento: Entidade Coordenadora Local Entidade Promotora Objectivos Objectivo Geral A importância de uma correta definição de missão, visão e dos valores da instituição;

Leia mais

CICLO CERTIFICADO ACTIVISION CIEO Coaching Indivíduos, Equipas & Organizações

CICLO CERTIFICADO ACTIVISION CIEO Coaching Indivíduos, Equipas & Organizações CICLO CERTIFICADO ACTIVISION CIEO Coaching Indivíduos, Equipas & Organizações Representado por: 1 OBJECTIVOS PEDAGÓGICOS! Adquirir as 11 competências do coach de acordo com o referencial da ICF! Beneficiar

Leia mais

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.

Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N. Trabalho Elaborado por: Paulo Borges N.º 21391 Vítor Miguel N.º 25932 Ariel Assunção N.º 25972 João Mapisse N.º 31332 Vera Dinis N.º 32603 INTRODUÇÃO Na área do controlo de gestão chamamos atenção para

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 07/SI/2010 1 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

Coordenador das Comunidades de Aprendizagem Carlos Ribeiro CRC APRENDENTES. Clusters, Comunidades de Aprendizagem e projecto CRC Aprendentes

Coordenador das Comunidades de Aprendizagem Carlos Ribeiro CRC APRENDENTES. Clusters, Comunidades de Aprendizagem e projecto CRC Aprendentes Coordenador das Comunidades de Aprendizagem Carlos Ribeiro CRC APRENDENTES II Clusters, Comunidades de Aprendizagem e projecto CRC Aprendentes Comunidades de Aprendizagem Modo de Funcionamento Metodologia

Leia mais

Conceito O2. O futuro tem muitos nomes. Para a Conceito O2 é Coaching. Sinta uma lufada de ar fresco. :!:!: em foco

Conceito O2. O futuro tem muitos nomes. Para a Conceito O2 é Coaching. Sinta uma lufada de ar fresco. :!:!: em foco :!:!: em foco Conceito O2 Sinta uma lufada de ar fresco Executive Coaching Através do processo de Executive Coaching a Conceito O2 realiza um acompanhamento personalizado dos seus Clientes com objectivo

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.10.2007 SEC(2007)907 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO documento de acompanhamento da Comunicação da Comissão sobre um programa para ajudar as

Leia mais

Mecanismo de Apoio e Incentivo à Inovação e I&DT

Mecanismo de Apoio e Incentivo à Inovação e I&DT Mecanismo de Apoio e Incentivo à Inovação e I&DT Victor Francisco Responsável Unidade Gestão e Promoção da Inovação [victor.francisco@ctcv.pt] Seminário Gestão da Inovação - ACIB 25 de Março 2010 1 Sumário

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

PROPOSTA DE CANDIDATURA PARTE B (ANEXO TÉCNICO) SISTEMA DE INCENTIVOS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO (SI I&DT) AVISO Nº 10/SI/2015

PROPOSTA DE CANDIDATURA PARTE B (ANEXO TÉCNICO) SISTEMA DE INCENTIVOS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO (SI I&DT) AVISO Nº 10/SI/2015 PROPOSTA DE CANDIDATURA PARTE B (ANEXO TÉCNICO) SISTEMA DE INCENTIVOS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO (SI I&DT) AVISO Nº 10/SI/2015 PROJETOS DEMONSTRADORES INDIVIDUAIS Título do projeto /

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

Manual Prático de Avaliação do Desempenho

Manual Prático de Avaliação do Desempenho Tendo em conta o planeamento das actividades do serviço, deve ser acordado conjuntamente entre o superior hierárquico e o trabalhador, o plano individual e os objectivos definidos para o período em avaliação.

Leia mais

IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova

IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova Guião do estudo económico e financeiro IDN - Incubadora de Idanha - Guião de candidatura Pág. 1 I CARACTERIZAÇÃO DO PROMOTOR 1.1 - Identificação sumária da empresa 1.2 -

Leia mais

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS

NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS Sessão de Esclarecimento Associação Comercial de Braga 8 de abril de 2015 / GlobFive e Creative Zone PT2020 OBJETIVOS DO PORTUGAL 2020 Promover a Inovação empresarial (transversal);

Leia mais

Brochura GrowUpServices

Brochura GrowUpServices Brochura GrowUpServices 1. O QUE FAZEMOS 1. Quem Somos 03-12-2015 3 1. Quem Somos A GROWUPSERVICES é uma marca da GROWUPIDEAS e que actua na área da consultoria de negócios. Entre os seus sócios acumulam-se

Leia mais

jump4innovation Oferecemos ideias que aumentam o seu negócio acima do espectável

jump4innovation Oferecemos ideias que aumentam o seu negócio acima do espectável jump4innovation Plataforma Web de apoio à Gestão Melhoria, Inovação & Empreendedorismo Oferecemos ideias que aumentam o seu negócio acima do espectável Conteúdo Gestao da Inovacao, Melhoria e Empreendedorismo

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO PME (PI 3.2 E 3.3)

SISTEMA DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO PME (PI 3.2 E 3.3) SISTEMA DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO PME (PI 3.2 E 3.3) CA 9.03.2015 Versão Definitiva Consulta escrita Maio.2015 Página 1 de 22 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTOS

Leia mais

BOLSA DO EMPREENDEDORISMO 2015. Sara Medina saramedina@spi.pt. IDI (Inovação, Investigação e Desenvolvimento) - Algumas reflexões

BOLSA DO EMPREENDEDORISMO 2015. Sara Medina saramedina@spi.pt. IDI (Inovação, Investigação e Desenvolvimento) - Algumas reflexões BOLSA DO EMPREENDEDORISMO 2015 INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA 1 I. Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI) Missão: Apoiar os nossos clientes na gestão de projetos que fomentem a inovação e promovam oportunidades

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Introdução No âmbito da sua actividade, o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), aprovou a Recomendação n.º 1/2009,

Leia mais

Reabilitação do Sistema de Abastecimento de Água de Luena

Reabilitação do Sistema de Abastecimento de Água de Luena E1819 V6 Reabilitação do Sistema de Abastecimento de Água de Luena REHABILITATION OF LUENA WATER SUPPLY SYSTEM PGA PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL (PGA) ENVIRONMENTAL MANAGEMENT PLAN (EMP) Adjudicante: Financial

Leia mais

A AUTO-AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR EM PORTUGAL Cláudia Valadas Urbano 1

A AUTO-AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR EM PORTUGAL Cláudia Valadas Urbano 1 A AUTO-AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR EM PORTUGAL Cláudia Valadas Urbano 1 A presente comunicação resulta de um trabalho desenvolvido pelo CEOS Investigações Sociológicas da Faculdade de Ciências Sociais

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade e Auditorias (Mestrado em Engenharia Alimentar) Gestão da Qualidade (Mestrado em Biocombustívies) ESAC/João Noronha Novembro

Leia mais

Consultoria de Gestão Sistemas Integrados de Gestão Contabilidade e Fiscalidade Recursos Humanos Marketing e Comunicação Consultoria Financeira JOPAC SOLUÇÕES GLOBAIS de GESTÃO jopac.pt «A mudança é a

Leia mais

de empresas ou de organizações de todos os tipos? O que fazem os líderes eficazes que os distingue dos demais?

de empresas ou de organizações de todos os tipos? O que fazem os líderes eficazes que os distingue dos demais? TEMA - liderança 5 LEADERSHIP AGENDA O Que fazem os LÍDERES eficazes Porque é que certas pessoas têm um sucesso continuado e recorrente na liderança de empresas ou de organizações de todos os tipos? O

Leia mais

ANÁLISE DE COMPETÊNCIAS EM PME

ANÁLISE DE COMPETÊNCIAS EM PME NÁLISE DE COMPETÊNCIS EM PME Guia de utilização Setembro 2008 2 Índice INTRODUÇÃO...4 Definição...4 Objectivos...4 Destinatários...4 MODELO DE COMPETÊNCIS EMPRESRIIS...5 METODOLOGI DE UTO-VLIÇÃO...6 Equipa

Leia mais

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE 3. Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete 65 66 3.1 Objectivos e Princípios Orientadores O sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete, adiante designado

Leia mais

Controlo da Qualidade Aula 05

Controlo da Qualidade Aula 05 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da qualidade:. evolução do conceito. gestão pela qualidade total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9001:2000 Evolução do conceito 2 gestão pela qualidade

Leia mais

Consulta - Serviços Especializados para a criação e dinamização de redes colaborativas Portugal Sou Eu

Consulta - Serviços Especializados para a criação e dinamização de redes colaborativas Portugal Sou Eu Consulta - Serviços Especializados para a criação e dinamização de redes colaborativas Portugal Sou Eu março 2014 Conteúdo 1. Introdução... 2 2. Enquadramento... 2 3. O Contexto Atual... 3 4. Objetivos

Leia mais

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO Como fazemos 1. Através do Serviço de Assistência Empresarial (SAE), constituído por visitas técnicas personalizadas às

Leia mais

ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS

ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS AO ESTATUTO DE PME DE UMA EMPRESA A presente comunicação tem por objectivo incentivar a aplicação

Leia mais

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia europeia, constituindo uma fonte significativa de emprego e um terreno fértil para o surgimento de ideias empreendedoras.

Leia mais

2011/07/07 MQ-01/02 01/02-2011/07/07

2011/07/07 MQ-01/02 01/02-2011/07/07 MQ-01/02 01/02-2011/07/07 2011/07/07 NOTA: No caso de imprimir este documento, o mesmo passa automaticamente a Cópia Não Controlada ; a sua utilização implica a confirmação prévia de que corresponde à

Leia mais

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias:

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias: REGULAMENTO Introdução O Prémio Healthy Workplaces - Locais de Trabalho Saudáveis pretende reconhecer e distinguir as organizações portuguesas com contributos notáveis e inovadores para a segurança, o

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

GLOSSÁRIO DE FORMAÇÃO

GLOSSÁRIO DE FORMAÇÃO GLOSSÁRIO DE FORMAÇÃO Acolhimento - Acções que visam proporcionar ao colaborador um conjunto de referências e conhecimentos, relacionados com o ambiente organizacional e a função, tendo como objectivo

Leia mais

Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções. Documento de trabalho

Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções. Documento de trabalho Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções Documento de trabalho Para pedir às pessoas que colaborem activamente na sustentabilidade

Leia mais

http://www.iapmei.pt/iapmei-leg-03p.php?lei=7886

http://www.iapmei.pt/iapmei-leg-03p.php?lei=7886 IAPMEI - Legislação - Legislação Nacional - Incentivos-Portaria 1102/2010 de 25 de... Page 1 of 24 Portaria nº 1102/2010 de 25 de Outubro de 2010 DR 207 - SÉRIE I Emitido Por Ministério da Economia, da

Leia mais

Seminário Redes do Conhecimento e Conhecimento em Rede

Seminário Redes do Conhecimento e Conhecimento em Rede MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Gabinete do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional Intervenção do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre

Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação 1.º Ano / 1.º Semestre Marketing Estratégico Formar um quadro conceptual abrangente no domínio do marketing. Compreender o conceito

Leia mais