CURSOS DE UNIVERSIDADES ESTRANGEIRAS NO BRASIL

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1 CURSOS DE UNIVERSIDADES ESTRANGEIRAS NO BRASIL GEORGE DE CERQUEIRA LEITE ZARUR Consultor Legislativo da Área XV Educação, Desporto, Bens Culturais, Diversões e Espetáculos Públicos AGOSTO/2001

2 Câmara dos Deputados. Todos os direitos reservados. Este trabalho poderá ser reproduzido ou transmitido na íntegra, desde que citados o(s) autor(es) e a Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados. São vedadas a venda, a reprodução parcial e a tradução, sem autorização prévia por escrito da Câmara dos Deputados. Câmara dos Deputados Praça dos 3 Poderes Consultoria Legislativa Anexo III - Térreo Brasília - DF 2

3 3 Esta nota técnica analisa a proibição, por parte do Ministério da Educação, da implantação de cursos de pós-graduação strictu sensu de universidades estrangeiras no Brasil. Normalmente esses cursos de mestrado e doutorado eram oferecidos por universidades particulares a um custo muito elevado para o aluno e recentemente foram proibidos pelo MEC. Devem ser diferenciados dos cursos de pósgraduação lato sensu, que não conferem cursos de mestrado e doutorado, mas apenas especialização, isto é, não pretendem preparar professores universitários e muito menos pesquisadores. Esses cursos não são controlados pelo MEC que os libera para responder à demanda do mercado de trabalho. Esses últimos cursos são, em sua esmagadora maioria os chamados MBAs, como nos Estados Unidos são chamados os Master in Business Administration. Nas boas universidades norte-americanas, os MBAs são um verdadeiro mestrado profissionalizante, com uma pesada carga horária e, normalmente, tese. No Brasil, são cursos de especialização cuja denominação MBA é enganadora, uma vez que não se tratam de verdadeiros mestrados (em anexo pequeno artigo sobre o assunto de Malcom Tafner, publicado na revista A Escola ). O problema sob análise, entretanto é o de cursos de pós-graduação strictu sensu, ou seja, que conferem os títulos de mestre e doutor. I - AS RAZÕES QUE LEVARAM O MEC A PROIBIR A EXPANSÃO DOS CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO DE UNIVERSIDADES ESTRANGEIRAS NO BRASIL As razões do MEC são explicitadas através do INFORME CAPES Nº 04, de 11 de Agosto de 2000, que contém missiva do Diretor da CAPES, Professor Abílio Baeta Neves à 3

4 4 comunidade acadêmica brasileira. Transcrevemos abaixo o referido INFORME em sua totalidade, conforme foi divulgado pela INTERNET: INFORME CAPES Nº 04/2000 Brasília,11 de agosto de Prezado(a) Professor(a), Diversos estabelecimentos estrangeiros, eventualmente conveniados com instituições nacionais vêm oferecendo, em território brasileiro, cursos de Mestrado e Doutorado semi-presenciais, conferindo diplomas como tendo sido obtidos no exterior. O Ministério da Educação vê esta situação como uma séria ameaça ao espaço acadêmico nacional e que infringem a legislação vigente, estabelecida pela Resolução nº 001/97 da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação - CNE, que proíbe esta prática no País. Além disso, tais procedimentos, via de regra, não garantem a necessária qualidade encontrada nos programas de pós-graduação brasileiros avaliados pela CAPES. Ressalta-se também que esses estabelecimentos estrangeiros não explicitam as condições de oferecimento do curso em seus diplomas e históricos escolares, prejudicando enormemente a revalidação dos diplomas efetivamente obtidos através de programas de pós-graduação realizados no exterior. A responsabilidade pelo reconhecimento dos diplomas de pós-graduação stricto sensu emitidos por estabelecimentos estrangeiros é das Universidades brasileiras, que possuam programa de pós-graduação na área respectiva e emita diploma com validade nacional (LDB, Art. 48, parágrafo 3º; portaria do Ministério da Educação 132/99). Assim sendo, sugerimos que sejam tomadas todas as medidas necessárias ao esclarecimento sobre as condições em que o curso foi oferecido e que corresponde ao diploma apresentado. A CAPES, após inúmeras tentativas de diálogo com esses estabelecimentos estrangeiros, viu-se obrigada a suspender a concessão de novas bolsas de estudo para os estabelecimentos abaixo relacionados. Esta medida visa assegurar aos bolsistas brasileiros hoje estudando nessas instituições, que o título obtido após o esforço desprendido por eles no rigoroso processo de seleção, bem como ao longo do cumprimento de todo o programa de doutoramento, não seja nivelado ou comparado aos diplomas estrangeiros obtidos em cursos semi-presenciais irregulares oferecidos por essas instituições no Brasil. A relação provisória, sujeita a alterações, por país, desses estabelecimentos encontrase a seguir: - Cuba: Universidade de Havana; - Espanha: Universidade de Extremadura, Universidade de Múrcia, Universidade de León, Universidade Pontifícia de Salamanca, Universidade Complutense de Madri, Universidade Politécnica de Madri, Universidade das Ilhas Baleares, Universidade de Santiago de Compostela, Universidade de Barcelona, Universidade da Corunha e Universidade Autônoma de Barcelona; - França: Universidade de Limoges, Universidade de Marselha e Universidade de Ciências Empresariais e Sociais; - Portugal: Instituto Intercontinental Universitário, Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Universidade Fernando Pessoa e Universidade Internacional de Lisboa A CAPES, como sempre, permanece aberta ao diálogo com esses estabelecimentos de modo a construir acordos consistentes e coerentes de cooperação acadêmica e que atendam às exigências da legislação brasileira. 4

5 5 Cabe ainda informar, que tais medidas em nada prejudicam os bolsistas da CAPES que atualmente realizam seus doutorados nos estabelecimentos acima relacionados, de acordo com as normas dos Programas do Exterior dessa Agência. No mais, contamos com o apoio de todos os membros da comunidade acadêmica nacional na defesa da manutenção do reconhecimento internacional e da qualidade da Pós-Graduação brasileira. Atenciosamente, ABILIO AFONSO BAETA NEVES Presidente da CAPES-MEC A gravidade da situação, para a CAPES chegou a levar o Diretor de Avaliação do órgão a declarar (Notícia de O Estado de São Paulo de 06/08/2001 que estava havendo uma invasão do território nacional, ou seja, que a dependência cultural, através da pós-graduação, por motivos meramente mercantis, estava se tornando um problema extremamente grave. Nesses cursos, segundo a CAPES, as instituições brasileiras cedem a infra-estrutura, fazem a matrícula e recebem as mensalidades. Os professores do Exterior ficam no Brasil um ou duas vezes por semestre, dando um total de aulas de 15 a 30 dias. No resto do tempo os alunos são orientados por professores brasileiros ou pela internet. Os diplomas estrangeiros devem ser revalidados por instituições brasileiras que possuam curso do mesmo nível. Segundo resolução do CNE é proibida a revalidação de diplomas de instituições estrangeiras que fizeram cursos no Brasil. Há uma forte tendência à expansão deste tipo de curso devido à facilidade com que, desta forma se faz um mestrado ou doutorado. II - A QUESTÃO DA QUALIDADE DOS CURSOS A preocupação com a abertura de cursos de pós-graduação estrangeiros semi-presenciais tem vários motivos. O primeiro é que uma boa pós-graduação, que vise a formação de professores universitários e pesquisadores em nível avançado, ou seja, mestres e doutores implica, até o presente, a presença física do estudante na instituição, em contacto com os seus professores, freqüentemente após um período de cursos obrigatórios. As boas universidades norte-americanas estipulam como pré-requisito para a formação de um mestre ou doutor, um período de residência de obrigatória no campus. No último caso, este período é, em média, de dois anos. Na Europa, onde o sistema acadêmico é mais flexível e é concedida maior importância à relação com o orientador, esta relação deve ser pessoal e direta. Na França, onde os alunos dos antigos doutorados de 3º ciclo ficavam muito livres, houve uma forte pressão para a reforma e caminhase para novos sistemas de organização acadêmica mais próximo do norte-americano. 5

6 6 É lamentável que tanto na Europa, como nos Estados Unidos, seja comum o relaxamento de critérios acadêmicos para estudantes estrangeiros. A França, por certo tempo, chegou a adotar um doutorado latino-americano, mas fácil, para estudantes latino-americanos. O autor desta nota técnica acompanhou de perto e combateu situações deste tipo quando, por muitos anos, ocupou o cargo de Coordenador de Ciências Humanas e Sociais do CNPq. Assim, instituições extremamente criteriosas em seus países, deixam de sê-lo ao ministrar cursos para estudantes estrangeiros ou fora de seu país de origem. As universidades listadas no INFORME CAPES são todas de segunda linha. Mesmo algumas das instituições espanholas, apesar do nome e da tradição, como a Complutense de Madrid e a Universidade de Salamanca, não possuem um sistema de pós-graduação comparável ao das boas universidades públicas brasileiras. III- A QUESTÃO POLÍTICA E JURÍDICA A situação descrita decorre dos princípios adotados pela política de ensino superior que enfatiza o livre mercado. Daí o modelo de política acadêmica baseado na liberdade das instituições classificadas como universidades para criarem cursos e abrirem vagas. A avaliação posterior levaria à correção dos problemas, chegando, no limite, ao fechamento de cursos e instituições. O modelo acima, aplicado principalmente ao ensino de graduação, tem falhado, uma vez que foi aberta uma enorme quantidade de cursos de qualidade duvidosa e o MEC não tem a capacidade política para fechar os que foram avaliados negativamente por mecanismos como o provão, por exemplo. A abertura de tal quantidade de cursos e vagas deveu-se ao reconhecimento, frequentemente indevido, de instituições as mais diversas como universidades. De fato, prevê a LDB em seu art. 52: Art. 52. As universidades são instituições pluridisciplinares de formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano, que se caracterizam por: I - produção intelectual institucionalizada mediante o estudo sistemático dos temas e problemas mais relevantes, tanto do ponto de vista científico e cultural, quanto regional e nacional; II - um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação acadêmica de mestrado ou doutorado; III - um terço do corpo docente em regime de tempo integral. Parágrafo único. É facultada a criação de universidades especializadas por campo do saber. O CNE, dando seguimento à política estabelecida pelo MEC reconheceu como universidades instituições que, claramente, não cumpriam com o disposto no item I do dispositivo acima. Agora, devido aos sucessivos escândalos e denúncias no âmbito do CNE, envolvendo o reconhecimento indevido de cursos de baixa qualidade, resolveu o MEC usar critérios mais cuidadosos para o reconhecimento e autorização para funcionamento de novos cursos. Por outro lado, mesmo a criação de novos cursos fica sujeita à obediência às normas estabelecidas pela União e, se for o caso pelo próprio sistema de ensino A possibilidade de livre criação de cursos pelas instituições ditas universidades, no gozo de sua autonomia encontra diferentes limites. Dispõe o art 53 da LDB: 6

7 7 Art. 53. No exercício de sua autonomia, são asseguradas às universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições: I - criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às normas gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino; II -... A lei submete, desta forma, a criação de novos cursos a normas gerais da união e, se for o caso, do respectivo sistema de ensino, o que estabelece limites à criação desses novos cursos. Logo, portarias, decretos e resoluções do CNE são normas suficientes para disciplinar a matéria. Algumas universidades alegam que o dispositivo da autonomia universitária seria suficiente para conceder-lhes automaticamente esta prerrogativa de abrir cursos e vagas. Esta tese é, evidentemente equivocada dado o consenso nos meios jurídicos atuais de que autonomia não é soberania. Aquela é sempre limitada por leis e regulamentos. Soberana nos estados democráticos apenas as Assembléias Nacionais Constituintes. O apelo ao dispositivo constitucional da autonomia universitária como argumento para a defesa da livre abertura de cursos por instituições de ensino superior é, assim, juridicamente inadequado

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