- Experiências Institucionais no Uso de Recursos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "- Experiências Institucionais no Uso de Recursos"

Transcrição

1

2 I X... SUMARIO SESS~ES PLENARIAS P. 2a Tecnologia Informação e Usuário ê 0 Novo Arquivista Experiências Nacionais de Sistema de Informação PAINE I s 20 Preservação e Segurança em Arquivo SESSÃO ESPECIAL Experiências Institucionais no Uso de Recursos Tecnológico COMUNICAÇÕES COORDENADAS SEMINÁRIOS PARALELOS: Seminário de Arquivos Médicos Seminário de Preservação e Restauração de Docu (50) mentos (60) Seminário de Fontes Primárias da História do Brasil (60) Seminário de Micrográficas e Sistemas Integrados de Informação (40) ~NDICE DE AUTORES... 55

3 ia PLENARIA ARQUIVOLOGIA E GESTÃO DA INFORMAÇÃO: EVOLUÇÃO E MARCOS TE6RICOS la P/ CAMARGO, Ana Maria Almeida. Arquivo, Documento e Informação (São Paulo SP. 1 Ao comentar as novas técnicas de registro e transmis são da escrita, da imagem, do som e seu impacto no mundo dos arquivos, Bruno Delmas afirmou que 6 preciso inventar uma nova "magistratura" para assegurar a preservação da memória de nosso tempo. Numa época em que a informação e seu suporte são cada vez menos inassociados vale a pena refle tir sobre a natureza dos arquivos e as formas lineares que tem presidido, de acordo com o princípio da proveniência a recuperação de documentos. la P/ FONSECA, Maria Odilia Kahl, Evolução TecnolÓgica e a Teoria Arqúivistica. (Rio de Janeiro RJ). A evolução tecnológica a que assistimos nos Últimos anos tem col'ocado algumas questões para e profissiocal de arquivoc,ectre as quais destaca mos,para discutir neste trabalho: como utilizar a tecnologia Dara auxiliar na tarefa de gerir massas documentais crescendo em nrogressão geomé trjca? como estabelecer critérios técnicos e parâmetros teó ricos para a preservaçao de documentos produzidos nela tecnologia,cada vez mais frágeis e de ránida obsolescên tia? A presente comunicação pretende problematizar as questões levantadas, discutindo sua provável interferência na teoria arquivística. 13 P/ SOARES, Nilza Teixeira. Gestão de Documentos Compromisso de Governo. (BrasíliaDF)

4 A gestão de documentos de Órgãos governamentais no Brasil ganha nova dimensão no momento em que a Constituição Federal, promulgada a 5 de outubro de 1988, estabelece em seu art. 216, 29 qi;e "cabem ã administração pública, na forma da lei, a gestão da documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem". A regulamentação desse dispositivo deverá levar a uma politica de arquivos, técnica e profissional, que permita o controle da massa documental produzida. A racionalização dos papéis, a acumulação lógica e a manutenção adequâda dos arquivos, os descartes sistemáticos e periódicos e,por fim,as condições de uso do acervo, a facilidade de recuperação de informações,para atender ao próprio governo e a terceiros. Os arquivos refletem toda a gama de atividades governamentais e providências hão de ser tomadas de forma a disciplinar sua organização e uso. Atividades de controle e registros e veículos de circulação da informação pre cisam ser propostos e sistematicamente empregados, abrangendo as fases fundamentais da gestão de documentos, desde a origem 2 destinação final, ou seja, todo o ciclo vital dos documentos. A codificação das atividades dos Órgãos governamentais constitui preliminar 5 classificação da correspondência e deiriais documentos de arquivo, parte essencial da gestão de documentos. As operações de arquivamento e a formação de séries. específicas são elementos fa Lilitadores da destinação final dos documentos. O primeiro passo para a gestão de documentos e acesso 5s informações virá com a aprovação de lei ordiná ria que discipline o mencionado dispositivo constitucional. c

5 0

6 2a P/ MIRANDA, Antonio. Campo da Informação Científica e Téc nica no Brasil: O Papel do IBICT. (BrasíliaDF). Ressalta o desafio tecnológico provocado pelas redes eletrônicas de infor mação e apresenta o projeto SPA Sistema PÜblico de Acesso a Bases Dados, interligando computadores do IBICT, da BIREME, EMBRAPA, IPT, FGV e CIN/CNEN. A criação da referida rede permitirá a adoção correio eletrônico entre tais instituições e mais 60 postos de de CENAGRI, do serviços e centros regionais, incorporando a tecnologiadasbases de dados emcdrom com acesso em linha e apoio em transmissão facsimilar para a bibliográfica e documental. comutação Apresenta também os objetivos, a programação e a configuração do LaboratÓ rio, criado pelo IBICT, no Rio de Janeiro, para desenvolverpesquisasap15 cadas, em consõrcio com o Laboratório Facional de Computação (LNCC/CNPq, o CIN/CNEN e a FGV.). Cientifica Complementarmente, discute os propósitos e as metodologias previstas no desenvolvimento de bases de dados sobre bases de dados e de estudos e projetos, em cooperação com a SINFOR/SAF, ressaltando a importância desse controle para a racionalização da Administração Federal e suas implica ções nos serviços de bibliotecas, arquivos e unidades de informação em geral.

7 3a PLENARIA O NOVO ARQUIVISTA 39 P./ NAGEL, Rolf. O Reflexo dos Novos Arquivos na Formação do Arquivista. (Alemanha) Há alguns anos o meio profissional fala em arquivos novos e consequentemente no novo arquivista. A razâo disto é a evolucao rápida das novas tecnologias dentro da admini Y stracâo pública. A situacâo foi tematizada pelos arquivistas dos arquivos correntes. Cedo ou tarde os arquivos novos sâo problema dos arquivos permanentes, Última escala na vida dos documentos. Qual a rea5âo das escolas perante a situacâo? De modo geral é lenta e hesitante. A reforma do ensino depende do recurso humano e do processo legislatório dado que os 9 diplomas dâo acesso a carreiras públicas. A formafâo pósuniversitária parece reorganizarse com mais flexibilidade do que a universitária. As novas exigências sâo atendidas nos meios onde as necessidades urgem, a saber in loco: nas entidades administrativas. Isto quer dizer que o arquivista moderno deve sempre continuar a sua forma:ão em cursos especiais. Isto implica a diferenciacão da profissâo: técnicos, arquivistas historiadores, restauradores, informáticos. A solufâo será multiforme. Naquele caminho de permanente evolucâo é indispensável o papel da Associacâo: portavoz do profissional, foro de discussâo, seio de eciucakâo permanente e espírito de iniciacâo. 3a P/ ROSSATO, Carlos Alessio. O Arquivista: Sua Formação e Perspectivas. Os problemas na formação do Arquivista e o mercado de trabalho bra sileiro. Os cursos de graduação e pósgraduação no Brasil. Os Ar quivistas emrelação a outros profissionais que atuam em Arquivo. O Arquivista no ano

8 4a PLENARIA EXPERIENCIAÇ NACIONAIS DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 4a P/ CONDE, Maria Luiza (Espanha) 43 P/ GARCIA, Maria Madalena (Portugal) 43 P/ MARINI, Maria Pia Rinaldi. Experienze di Gestione Dell/ Informazione Storico/Administrativa. Negli Archivi italiani (Itália) I documenti prodotti per l uso dell amministrazione pubblica sono sottoposti a1 trollo degli archivisti di stato italiani fin da1 momento della formazi0ne.j La ge stione di un archivio corrente deve rispondere adtesigenze di legalità e controllo 1orrnale previste dalle procedure amministrative e di ricerca de11 e informazioni utili per i1 funzionario che dell atto 6 responsabile. L utilizzo della tecnologia dell informazione non sopprime la prima rsigenza ma esalta la seconda. I1 caso de1 protocollo automatico de1 Ministero dell Interno: fino a quale livello occorre rilevare le informazioni? Basta i1 fascicolo o si devono analizzare anche i singoii documenti? 4a P/ con LEMOS, Antonio Agenor Briquet de. Sistemas de Informação: Pg nacéia ou Placebo? Durante os Últimos vinte anos, os especialistas em informação têm procurado concretizar o sonho de sistemas nacionais de informação, como ápice de todo uin processo de intervenção racional na complexa teia de instituições e interesses ligados 2 produção, organização e difusao da informação. Em geral, essa intervenção parte de uma visão mecanicista e reducionista de todas as. questões relacionadas com o setor da informação. Há uma espgcie de reducionismo de cunho biológico em tudo isso. Fazse um diagnóstico do problema, identificandose sua etiologia, quando isso 6 possível, e se recomenda a terapêutica adequada. Durante todo o espaço de uma geração, a receita universal para os paises em desenvolvimento se reduzia 5 formula mágica a panacéia dos sistemas de informação. Hoje, depois de tantas experiências frus tradas, constatase que se estava propondo uma terapêutica ilrtsória um placebo para um mal de natureza muito mais intrincada do que poderiam su por os planejadores de sistemas de informação. A sensação que se tem e de que foram anos perdidos, por t,ermos desprezado o papel decisivo das forças I I sociais e econômicas e, mais ainda, por não termos procurado dar coritinui :r dade a nossa experiência histórica em matéria de informação. Em vinte anos O mundo desenvolvido deu saltos importantzssimos, e a tecnologia passou pa 06 c. r

9 ra segundo plano muitas das verdades intocáveis de alguns anos atrás. Talvez o nosso principal equívoco tenha sido o de não saber formalar as perguntas apeopriadas nos momentos adequados e termos nos deixado levar por formulações de cunho abrangente e universalista, desprezando aqueles fatores.. e condicionamentos que tornam cada país uma realidade própria, autono..o ma, dificilmente comparável com os demais em termos de desenvolvimento histórico e social.. i*?%i.& 07

10 10 PAINEL AVALIAÇÃO DE DOCUMENTOS 10 PA/ CONTREL BOREA, Maria Concepcion. Los Archivos de Administracion de Justicia Espanhola: Posible IliminaciÓn de Documentos. (Espanha) La enorme producción documciital de la Administración dc Justicia, hace necesario un plantcarniento de una posiùlc eliminación racional de parte de esta vo luniriosa aocumen tación. Los circhivcro:; cspaííolcs rcsponsnblcs ùc ln conservacibn dc 10s ~ G C U rnentos que producen y tramitar. 10s Tribunales de Justicia están trabajando, eri cc laboración con personal di. la Adrniiiistración dc Justicia, en e1 estnblccimicnto de un cuadro de clirninación de 10s documentos quc puedan ser propuestos para estc iin 10 PA/2 OLIVEIRA, Daise Aparecida de. Implantação de Processo de Avaliação de Documentos Públicos do Municipio de são Paulo Uma Experiêncxa Piloto. (São Paulo SP.) 10 PA/3 SA, Elizete Pereira. Sistema de Análise de Documentos: Uma Experiência em Empresa Petroquímica.(SalvadorBA). A empresa constituise de um conjunto de funções e atividades necessárias para produzir bens e serviços. O intercâmbio e interrelações entre as funções geram um fluxo forma: e racional de informações que es tão registradas nos documentos. Na avaliação de documentos devemos, inicialmente, identificar e caracterizar as funções e atividades uma empresa e as informações documentadas que alimentam esses processos de trabalho. O analista identificará as características de ca da unidade documental, a partir das seguintes questões. de Para que? Como? Por quem? Finalidade Forma de emissão Emissor/Responsável

11 Utilizando essa estratégia aliada a técnica questionário e entrevista, a COPENE avalia sua massa do cumental. Um banco de dados concebido em OBASE agiliza montagem e geração dos produtos Tabela de Temporalidade e Manual do Documento. de a

12 20 PAINEL 20 PA/4 BEEK, Ingrid. A Preservação como Meta Institucional. (Rio de Janeiro RJ). A preçervaçk docurrwtal vista cam função dos níveis hier&qu.icos mais aitos cia instituição. AS responsabilidades can relação 5 segy rança e adequação dos prédios de arquivo e conseqiiente salvaquarda do a. A dissiminação do programa em todos os escalões para decisão e e dos ação de atividadeç gcie se voltam ã preçervação e segurança docunwtos. A bportância de çe implantar uma área técnica para impulsimar es ta política de preservação 4 ' 20 PA/5 GORT, Albert Brown. Plano de Desastre (USA). A situação dos Arquivos e Bibliotecas em face 5 segurança de seus acesvos. ConclusÕes do debate sdxe a situa* dos arquivos brasileiros4 e as propostas a serem ~kmntadas para a mlhoria das cmdições de segurança dos Arquivos Brasileiros. Soluções práticas e eficientes dentro das possibilidades de instituição. 10

13 SESSAO ESPECIAL EXPERIÊNCIAS INSTITUCIONAIS NO USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS 10 SE/1 RERTOLETTI, Ester Caldas Guimarães. Jornais Preciosas Fontes Hemerográficas. (Rio de JaneiroRJ). Tendo em vista a riqueza.das informações contidas nas páginas dos jornais, os mesmos tem tido im utilização crescente como fonte de pesquisa ligada diversas areas do conhecur?ento, principalmente ciência política, sociológica, antmpológica cultural, história, literatura entre outras. O trabalho de resgate e de preservaçao das coleções de centenas de jornais brasileiros vem sendo feito de forma sistêmico pelo PLANO HACIOLJAL DE MICROFILMAGEM DE PERI6DICOS BRASILEIROS/PLANO. Diversas Teses têm sido desenvolvidas baseadas em consultas a jornais. O apoio dc historiador pesquisador da maior importhcia para (3 prosseguimento dos nossos trabalhos. Apresentamuso resultado dos esforços conjuntos durante doze anos de"garimpo cultural" em mais de duzentas instituições de todos os Estados brasileiros. 13 SE/ CAVALIERI, Beatriz. Base de Dados de Imagens em Movimento Brasileiras. (Rio de Janeiro RJ). 13 S.E/ COUTO, Jorge Rezende. Juizado de Pequenas Causas e Informá tica Ferramentas que agilizam a Justiça.(SalvadorBA).

14 1s SE/ CRUZ, Adelina de Novaes. Guia de Arquivos: ArmaZenamen to/ Recuperação de Informação em Base de Dados. la SE/ SILVA, Jaime Antunes da. Controle de Acervo e Dissiminação da Informação. (Rio de Janeiro RJ). * + O atendimento adequado 2 usuários de arquivos depende da disponibi 1 idade de instrumentos que.propiciem a local izacão de documentos e das informações desejadas. Percorridas diversas etapas tendo em vista controlar o acervo custodiado pela instituição e municiar os usuários de instrumentos básicos, de caráter geral, o Arquivo Nacional inaugura uma nova fase, colocando ã disposição do público um guia dos fundos e instrumentos de pesquisa existentes, apoiado na informatizacão de um inventário topográfico de todo O seu acervo. 12

15 ia. COMUNICAÇ~ES COORDENADAS cc/ ABRAH~O, Fernando Antonio. Centro de Memória UNICAMP: A Preservação da Memória Regional e o Fundo Coletoria de Rendas de Campinas. i n. Os objetivos desse trabalho são, em primeiro lugar, apresentar o Centro de Memória UNICANIP, como drgão de preservação da memória regio nal, com ConsideraçÕes sobre sua postura e formas de atuação perante as ins tituições, a comunidade acadêmica e o público em geral. Colocaremos seus objetivos e metas, sua estrutura funcional., com áreas como: Arquivos Históricos, Bibliotec.a, Publicações e os Laborató rios de Restauraçãó de Documentos Gráficos, de Iconografia e de História 0 rd, além de grupos de estudo, que interagem e se complementam num espaço físico. mesmo Esse trabalhar em conj'mto, cada qual com suas especificidades enriquece as atividades devido o interchbio constante das informações téc nicas. Citamos, por exemplo, a importância do.parecer técnico do restaura dor para o manuseio dos documentos textuais, ou a limpeza e estabilização das fotos, negatlvos, microfihes e películas cinematográficas, que nossos arquivos especiais. Num segundo momento, analisaremos e discutiremos questões formam bre a importância de um dos nossos principais arquivos, o Fundo Coletoria de Rendas de Campinas, para a história econômica do Brasil, referenciauido uma região do Estado de São Paulo que atravessou três dos maiores econômicos do País, como a canadeaçucar, so ciclos o café e a industrializaçzo, le vandose em conta a farta docwnentaçâo sobre a escravidão negra e a poste rior imigração européia. Demonstraremos também, estudos sobre sua evolução histórico funcional e as decisões adotadas quanto 2.0 =ranjo, coa documentos de ceita, despesa, balancetes e ofícios que datam desde 1834; quanto & descri ção de suas séries e, finalmente, quanto ao seu acondicionamento. re 13

16 cc/ ABRAHÃO, Eliane Morelli. Os Arquivos na Preservação da Memória Científica Nacional: A Biblioteca e Arquivo de Documentação em História da Ciência. Neu objetivo nesta exposição 6 analisar a criação da Bibliote ca e Arquivo de Documentação em História da Ciência (BADHC) pertencente ao Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), detendome especificamente na Seção de Arquivos Históricos, da qual sou responsável, divulgando assim, o trabalho a;r quivistico que vem sendo desenvolvido. A iniplantação da BADHC iniciouse em 1987 com os objetivos de proporcionar subsídios históricos aos pesquisadores em história da ciência e aos próprios cientistas de todas as áreas e, trabalhar para a, preservação da memória cientifica nacional. Nossa área de atuação compreende as ciências exatas, naturais e humanas, isto é, não abrangeremos as áreas de medicina, engenharia e ou tras, que são objeto do trabalho de outras instituições dentro de um siste ma nacional integrado de centros de documentação em história das clências, da tecnologia e da técnica. O objetivo da Seção de Arquivos Históricos 6 preservar mate riais de todas as áreas científicas obedecendo nossa área de atuação destinandose principalmente $ guarda de dccumentaçgo particular, embora também possamos conter arquivos institucionais. Levandose em conta que a ciência brasileira 6 de idade recen 'te e que quase todos os cientistas brasileiros estão vivos atualmente, esse Arquivo pode torriarse bastante completo. Contamos, atualmente, com importantes arquivos de cientistas brasileiros, tais como o do físico Joaquim da Costa Ribeiro, o filósofo pós graduado em psicologia Walter Hugo de Andrade Ccinha, etc. Alguns arquivos encontramse arranjados e icventariados. Realizamos também, entrevistas com ci,entistas brasileiros, en tre outros matemático Leopoldo Nachbin, o físico Cesm Lattes. Todas as entrevistas estão catilogadae e sua maioria já tr.anscrit.as.

17 cc/ BOTELHO, Maria da Graça R. Rodrigues. A Informatização da Documentação na Área de Engenharia na Ciquine. 1 3 Antigamente toda a Docmentaçáo Técnica era armazenada na área de Arquivo Técnico NEC. Simbolizava apenas apêndice da Divisão de Projetos,sem nenhuma interface com os outros órgáos necessários â informasão. INTRODU~~O A din&,fca da documentação de engenharia na CIQUINE e a conscientizafão em assumir uma postura crltica em relação aos metódos de trabalho, levou o SEDOT, Setor de Documentação Técnica, a aprimorar cada vez mais a geraçao e o controle de inforamções, através de processos automatizados, e/ou racionalizados, criando o macro e microsistemas de desenhos de engenharia, etc. Hoje na CIQUINE o SEDOT está subordinado 5 Divisão de Documentaçáo DIDOC, dentre as atividades de arquivo técnico, restauração, inventário, registro, codificaçáo, indexação, alienação e automação de desenhos de engenharia. CONCEITO * 6 Documentaçáo de Engenharia, compõese pelos documentos gerados pela empresa e por terceiros, voltados direta mente para a atividade fim. Responsável pela organização, arquivamento e manutenção da documentação técnica da CIQUINE Petroquhica Quhica, onde encontramse: desenhos de projeto e fabricante, manuais técnicos, especificações, listas de materiais, folhas de dados, etc. O SEDOT Setor de Documentação Técnica, com assessoramento de equipe espe cializada, vem informatizando todas suas atividades. O Sistema compreende : cadastro dos desenhos de engenharia, manuais técnicos, cronológico para identificação de equipamentos (TAG), fluxo de documentos técnicos, plano de arquivo técnico, eiglário de documentos técni cos, Instruções de Serviços, controle de solicitações de projeto, consecutivo de codíficaçáo de documentos técnicos, controle de cópias piloto, controle de cópias helíográfica e fotostáticas, controle de produção e status x revisão do microfiimne. Para alcançar este estágio de informatização, realizouse inventário, recadastramento e recodíficaçáo de toda documentação técnica, utilizandose para essa Última etapa, Instrução de Serviço elaborada por comissão interna da CIQUINE, coordenada pela DIDOC. e cc/ CUNHA. Marcos Moysés da. Tratamento de Informações Se2 síveis na Cobra Computadores. O posicionamento e a função do antigo Núcleo de Micro filmagem, Arquivo e Documentação (NUPAD). A reestruturação orga nizacional e a extinçao do Núcleo. A s atividades atuais do Cen tro de Documentação e do Arauivo Geral e as características da documentaçao. Conceitos de Informação Sensível, Documentação e Área' Sensivel. A classificaçao da Informação Sensível por sua nature za e necessidade em graus de sigilo. O acesso 3 Informação Sen sivel gerando responsabilidades A aplicação de mecanismos.de proteçao e o modelo empregado pela empresa para proteçao. 15

18 O fluxo de 1nfo.rmaçÔes Sensiveis face a necessidade de segurança. As mudanças na Direção da Empresa e a manutençao das normas de segurança e tratamento das Informaçoes Sensiveis. cc/ ENRIQUEZ, Ana Regina Berwanger. Projeto de Implantação do Sistema de Arquivos da Universidade Federal de Santa Maria RS. O presente trabalho apresenta o planejamentoe elaboração do Projeto para a implantação do sistema de arquivos da UFSM executado por uma equi pe técnica da referida Universidade. Foram abordados o levantamento da situação atual dos arquivos qcianto 2 organizasão dos documentos, quanto ao espaço fisico, aos recuros huma nos, volume documental entre outros. Uma vez feita a análise dos dados coletados, apresentouse a proposta com as recomendações técnicas para a melhoria dos serviços de docurnen tação e informação da entidade, criando a nova estrutura do Arquivo Geral, S.Uas finalidades, posição na estrutura organizacional da UFSM, objetivos, funções e abrangência do sistema de arquivos, método de arquivamento e arranjo da docu nizntacão, zrt.a fisica destinada ao arquivo, recursos humanos que atuarão no sistema, elaboração do manual de arquivo, avaliação dos documentos e, por fim a implantação e acoing3nhamento das atividades propostas. O sistema de arquivos da UFSM G o ponto de partida para a melnor organização dos arquivos, objetivando atender a administração universitária na tomada de decisões. D f c 8 cc / FERNANDES, Maria das Graças Borges Nunes. A Arquivistica e a Informática na Gestão e Processo DecisÓrio da Secretaria Geral da Coelba. MOSTRA AS VANTAGENS E IMPORTÂWCIA DA UTILI ZACÃO n0 COMHECIMRNTO ARCKJIVfS~ICO ALIADO AOS RECURSOS TECNOL6GICOS NA GESTÃO DE DOCUMENTOS. DFMOI\JFTRA A APLICA PÃC) DA INFOmTICA COMO FEPWQlEMTA INDLÇPEVS~VFL AS TGCNICAS AROUI~TíSTICAS NUMA EXPERIENCIA VIVENCIADA NA SCE DA COELBA. cc/ FERREIRA, Lúcia de Fátima Guerra; BRANDÃO, Zeiuiza da Si1 va Formiga. Arquivos Eclesiásticos : Perspectivas para Conservação da Memória Histórica. b * 16

19 I i I. Introdução de Org&zaÇão O objetivo dessa commkação 6 expor o andamento do ProJeto do Arquivo da CÚria Ketropolitana da Paxaiba, financia., a.*a* 7 * Em prineiro lugar, apresentaremos algumas considerações teó <. **..*. i..4. ricas relativas a arquivos eclesiásticos, e posteriormente, o relato d.a prática de organização de um arquivo dessa natureza. 11. Considerações Teóricas $ plen.mente reconhecida a importhcia dos arquivos eclesi ásticos paa a reconstituição histórica, não só relativa a história da Igreja, mas para estudos mais amplos da sociedade relacionados com 1 questões demográficas, culturais, ideológicas, entre outràs. 33n st?~ Lrab:i3.;1o Rodriwes afirmava na década de que, A PESQUTSA HISTÓRICA NO BRIYIL, José HonÓrio situctçao dos arquivos da Igreja 6 tão lastimável quanto a dou arqyivos púbiicostl(l). Este qua # I h i aro não mudou. Enbora a C&ia Rc mma tenha se preocupado com a organq zação dos arquivos paroquiais através do Código CanÔnico, essa. organi zação diz respeito especialmente &s funções cartoriais da Igreja, e além disso, após o Concílio Vaticano 11 e a ampliação da ação da Igreja na sociedade, a documentação ampliouse bastante e não vem sendo devida mente organizada. Kuito se tem escrito sobre arquivos,públicos e privados,mas especificamente i.obre arquivos eclesiásticos a literatura 6 escassa, di ficultando o trabalho de organização dos mesmos. Diante da complexidade do material e do não estabelecimento de normes pela própria Instibição, a organização de uzn arquivo eclesiástico enfrenta alguns impasses. Levan do em conta os,procedimentos gerais para a organização de um arquivo que segundo Bchellenberg são: seleção, preservação, arranjo, descrição, (2) 4 blicação e utilização dos documentos, E c 17

20 i 111. A Organização do Arquivo da Cf,!lP 'o estado de organização e conservação do,4rquivo da C&P era até o ano passado, quando se iniciaram os trabalhos.&. do *m%&ea instituição. Preliminarmente foi realizada uma seleção do material existen te para em seguida ser desinfestado e higienizado. Só após esse procedi mento, iniciouse a classificação propriamente dita em fundos e séries, Já foram feitas experiências de descrição documental, mas ain.. da não foi estabelecida uma prática de descrição geral do acervo docu ment a equipe de bolsistas do Projeto Iniciação Cientifi ca e Aperfeiçoarpento B desenvolvese ao lado das atividades técnicas de higienização e arranjo documental, outras que visam proporcionar uma formação mais completa ao fukro profissional, com discussões mais am plas sobre a instituição objeto do projeto e sobre política de arquivo, memória histórica, etc. O desenvolvimento desse projeto vem abrindo novas perspecti # ' vos para a conservação da memória histórica, através da organização e divulgação de acervos documentais institukionais na Paraiba, Após organização do arquivo, o mesmo será informatizado, integrando o pro I jeto geral de automação da Chia Ilíetropolitana da Pardba, a I I Maiores detalhes quanto aos procedimentos adotados serão ex postos com base no Relatório Semestral remetido ao CNI?q, em anexo. 19

21 cc/ KHOURY, Yara Aun, Organização de Acervos de Movimentos Sociais em Centro.de Documentação Universitário. A Central de Documentacão e Informação Prof Casemiro dos Reis Fo. CBDIC é um Centro de Documentacão dedicado ao apoio ao ensino e pesquisa na PUC/Sp que organiza e divulga acervos e referências em torno da temática " Movimentos Sociais ligados & Igreja". Contando com o apoio de projeto desenvolvido por profeesores do Programa de PósGraduação de História. vem recuperando e organizando informacaes e documentos de e sobre a experiência dos movimentos da Ação Católica Brasileira, durante as décadas de 1930 a 70. Esta tarefa vem se mostrando de significativa importbcia profissional e aocial: por um lado, o tratamento de acervos de natureza peculiar como esses demanda um programa especial de identificacão e de descrição, que interessa divulgar e debater. Por outro lado, a realização dessa proposta se expressa na ampliacão dos espacos de preservação e divulgação da memória desses movimentos e de reflexão sobre essas práticas sociais. Considerandose a memória como elemento constitutivo da identidade dos grupos sociais, preservála e organizála eignifica, em Última instancia, criar condicões de com ela dialogar tendo em vista perspectivas futuras. Estudos e pesquisas, tanto sobre a temática, quanto sobre o processamento técnico desses acervos documentais possibilitam uma experiência interdisciplinar, cujas abertura8 e limites nos propomos a apresentar e discutir. cc/ LIMA, Ana Luce Girão Soares de: SANTOS, Ricardo Augusto dos. Arquivos Privados: Uma Experiência de Socializa ção de Conteúdos. L O texto apresenta, em sua introdução, um breve histórico da evo * lução documental desde a Escola Positivista do séc. XIX, passando pela cri tica marxista e culminando zom a revolução documental proposta pela IINou veiie riistoirel', em épocas mais recentes. Em seguida, após situar a Casa de Oswaldo Cruz como centro de 3ocumentação e pesquisa histórica da Fundação Oswaldo Cruz, nas áreas de lude Pullica, Ciências Biomédicas e Assistencia Médica, descreve seu acer vo e, em linhas gerais, sua metodologia de organização da documentação. Passa então a discutir o uso social dos arquivos particulares a partir de sua dupla finalidade: a de garantir a preservação de documentos considerados não convencionais (quanto ao suporte e quanto 2 sua origem) e a possibilidade de abertura ao público de informações até então veis. itiacessi 4 A Última parte do artigo dedicase a articulação entre as ativi dades de pesquisa e de documentação, sugerindo temas de estudos analiticos a serem desenvolvidos a partir do nosso acervo. f

22 cc/ MIRANDA, Nanci Neiza Wanderley de Oliveira. Relação Pesquisador & Técnicas Arquivísticas: Uma Necessidade Vital. * 9 O sécclo XX. tem ccmo ca.ra.cterística fundamental, na área da in formação, um avaiqo extraordinário com o surgimento de novas técnica$ e da automação. Entretanto, nos países do terceiro mundo, a maioria dos ramos do conhecimento humamo não têm acompanhado de perto este desenvolvimento, haja vista a preocupação que z, Un ESCO tem tido, atra vés de suas ações,para incrementar a cqnscientização de como agili zar e preservar a memória documental, quer seza museológica, biblio gráf i.ca ou arquivística. No Brasil, pelas dificuldades advindas d.e sua llpolíticall de informação, cabe universidade, de tentora da responsabilidade de gerã.r e divulgar novos conhecimentos, o papek de c?.isseminar as técnicas arquivístlcas junto comunidade em geral, principalmente junto 5 área de ciências h.umanas, que tem nos arquivos e centros de docwaentação o seu laboratório em potenci al, mas que 6 levada a frequentálos desconhecendo suas caracterís 4 ticas c.tuais. Não se pode mais ficar parado no tempo achando que ca da pesqu.isador tem qvle superar obstáculos que deveriarq ter sido eli + minadcs desde a delimitaçãc dc tema: onde pesquisar, qrlais os seus direitos d.e acesso, qual a terminologia técnica encontra.da no seu laboratório (instrumentos de pesquisa, fundos, séries, etc), todos elementos necessários & elaboração e conclusão de qualquer projeto, mas desconhecida dos próprios orientadores. É: com esta visão que a Universidade Federal do Acre UFAC, através do Centro de Docunentação e Informação Histórica C.D.I.H. vem desenvolvendo, nos cvrsos que exigem. monograf ia, orientação qum N to &s técnicas arquivísticas que interessm ao pesquisador: noçoes. gerais sobre documentação e informação; comparação entre Arqu.ivo, Biblioteca e Centro de Documentação; documentos arquivísticos e su o 2s características; a teoria das três idades: operações e caracte i rísticas dos respectivos tipos de arquivos; instrumentos de pesqui sa; legislação arquivística. brasileira; função social dos arquivos. 21

Gestão de Acervos Municipais: Físico, Digitalizado e Memória

Gestão de Acervos Municipais: Físico, Digitalizado e Memória Gestão de Acervos Municipais: Físico, Digitalizado e Memória Erenilda Custódio dos Santos Amaral Salvador Objetivo; Motivação; Proposta; AGENDA O que se entende nesta proposta como Política de Gestão Documental;

Leia mais

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

EMENTÁRIO DE COMPONENTES CURRICULARES

EMENTÁRIO DE COMPONENTES CURRICULARES Disciplinas obrigatórias: ICIA39 Administração de Unidades de Básica EMENTA: Conceitos de informação e gestão de organizações. Qualidade e competitividade (noções). Estudo de serviços de informação em

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE GESTÃO DE DOCUMENTOS E INFORMAÇÃO DA UFRRJ

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE GESTÃO DE DOCUMENTOS E INFORMAÇÃO DA UFRRJ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE GESTÃO DE DOCUMENTOS E INFORMAÇÃO DA UFRRJ Art. 1 O presente Regimento Interno estabelece diretrizes

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD A política de Educação a Distância EAD está claramente expressa em diversos documentos e regulamentos internos da instituição Regulamento do NEAD Os

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL Rio de Janeiro 2002 Doenças Infecciosas e Parasitárias na BVS

Leia mais

1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas

1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas A Coordenação de Bibliotecas e a informatização do sistema: onde estamos e o que queremos 1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas

Leia mais

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A indissociabilidade entre ensino/produção/difusão do conhecimento

Leia mais

ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS POR DISCIPLINA / FORMAÇÃO. a) Administração

ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS POR DISCIPLINA / FORMAÇÃO. a) Administração Anexo II a que se refere o artigo 2º da Lei nº xxxxx, de xx de xxxx de 2014 Quadro de Analistas da Administração Pública Municipal Atribuições Específicas DENOMINAÇÃO DO CARGO: DEFINIÇÃO: ABRANGÊNCIA:

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES?

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? Beatriz Francisco Farah E-mail:biafarah@nates.ufjf.br A questão da educação para profissionais

Leia mais

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Objetivo: Apresentar o Modelo da BVS: conceitos, evolução, governabilidade, estágios e indicadores. Conteúdo desta aula

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS ARQUIVÍSTICOS

GLOSSÁRIO DE TERMOS ARQUIVÍSTICOS GLOSSÁRIO DE TERMOS ARQUIVÍSTICOS ACERVO - Documentos de uma entidade produtora ou de uma entidade que possui sua guarda. ACESSIBILIDADE - Condição ou possibilidade de acesso a serviços de referência,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO REVOGADA PELA RESOLUÇÃO Nº 128/2014- COU/UNICENTRO. DISPOSITIVOS DO PROJETO PEDAGÓGICO APROVADO POR ESTA RESOLUÇÃO, ESTÃO ALTERADOS PELA RESOLUÇÃO Nº 26/2009-COU/UNICENTRO.

Leia mais

Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz

Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz Autores: Ana Paula Bernardo Mendonça Ana Cristina da Matta Furniel Rosane Mendes da Silva Máximo Introdução

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática Serviço Público Manutenção e Suporte em Informática Wilson Pedro Coordenador do Curso de Serviço Público etec_sp@ifma.edu.br Carla Gomes de Faria Coordenadora do Curso de Manutenção e Suporte em Informática

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social Políticas Públicas de Comunicação...a presença ativa duma universidade, revigorada ao contato de seu núcleo mais vivo e ciosa do seu espaço

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente

Leia mais

SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS

SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS 769 SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS Mateus Neves de Matos 1 ; João Carlos Nunes Bittencourt 2 ; DelmarBroglio Carvalho 3 1. Bolsista PIBIC FAPESB-UEFS, Graduando em Engenharia de

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.580, DE 23 DE OUTUBRO DE 2014

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.580, DE 23 DE OUTUBRO DE 2014 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.580, DE 23 DE OUTUBRO DE 2014 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em

Leia mais

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO (Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO... 3 2 ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO Missão: Atuar nas diferentes áreas (administração, planejamento e orientação educacional) com o intuito

Leia mais

SUPERVISÃO ACADÊMICA: UMA PROPOSTA POLÍTICA DE DESAFIOS E QUALIDADE NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

SUPERVISÃO ACADÊMICA: UMA PROPOSTA POLÍTICA DE DESAFIOS E QUALIDADE NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL SUPERVISÃO ACADÊMICA: UMA PROPOSTA POLÍTICA DE DESAFIOS E QUALIDADE NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL Lourdes Passaura* RESUMO: Este artigo relata a experiência de um trabalho efetuado por meio do projeto de supervisão

Leia mais

Metas e Linhas de Ação do CRESESB

Metas e Linhas de Ação do CRESESB Metas e Linhas de Ação do CRESESB Missão do CRESESB Promover o desenvolvimento das energias solar e eólica através da difusão de conhecimentos, da ampliação do diálogo entre as entidades envolvidas e do

Leia mais

1. Introdução: 2. Desafios da automação no Brasil

1. Introdução: 2. Desafios da automação no Brasil A automação no processo produtivo: desafios e perspectivas Bruciapaglia, A. H., Farines, J.-M.; e Cury, J. E. R. Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina 1. Introdução:

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental GOVERNO DO ESTADO DE SÃO APULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PEDAGÓGICAS O que se espera

Leia mais

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail. ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.com Parte I - Fotografia e valor documentário Parte II - A fotografia nos arquivos:

Leia mais

PORTARIA Nº 412, DE 5 DE SETEMBRO DE 2012

PORTARIA Nº 412, DE 5 DE SETEMBRO DE 2012 PORTARIA Nº 412, DE 5 DE SETEMBRO DE 2012 Estabelece diretrizes para a implementação da política de Gestão da Informação Corporativa no âmbito do Ministério da Previdência Social e de suas entidades vinculadas

Leia mais

INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO 1.1. Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral - TI

INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO 1.1. Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral - TI INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO Atualmente a FIBRA encontra-se em novas instalações contando com 33 salas de aula climatizadas, com instalações de equipamentos de multimídia, auditório climatizado com

Leia mais

FACULDADE DE ROSEIRA FARO

FACULDADE DE ROSEIRA FARO REGULAMENTO PARA TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO 2009 FACULDADE DE ROSEIRA DIRETOR GERAL PROF. DR. JORGE PASIN DE OLIVEIRA DIRETOR ACADÊMICO PROF. DR. FRANCISLENE HASMANN ELABORAÇÃO PROF. DR. FRANCISLENE

Leia mais

Mensagens de correio eletrônico identificadas como documento arquivístico e Preservação Digital

Mensagens de correio eletrônico identificadas como documento arquivístico e Preservação Digital Mensagens de correio eletrônico identificadas como documento arquivístico e Preservação Digital Sérgio R. da S. Rodrigues - UFSM - Santa Maria, RS, Brasil Prof. Dr. Daniel Flores - UFSM - Santa Maria,

Leia mais

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art.1º. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório dos cursos

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Início em 28 de setembro de 2015 Aulas as segundas e quartas, das 19h às 22h Valor do curso: R$ 21.600,00 À vista com desconto: R$ 20.520,00 Consultar planos de parcelamento.

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

GESTÃO DE DOCUMENTOS: ASPECTOS LEGAIS E PRÁTICOS GESTÃO DE ARQUIVOS HOSPITALARES REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS PARA DOCUMENTOS ARQUIVISTICOS

GESTÃO DE DOCUMENTOS: ASPECTOS LEGAIS E PRÁTICOS GESTÃO DE ARQUIVOS HOSPITALARES REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS PARA DOCUMENTOS ARQUIVISTICOS GESTÃO DE DOCUMENTOS: ASPECTOS LEGAIS E PRÁTICOS GESTÃO DE ARQUIVOS HOSPITALARES INTRODUÇÃO AO MODELO DE REQUISITOS PARA SISTEMAS INFORMATIZADOS DE GESTÃO ARQUIVÍSTICA DE DOCUMENTOS E-ARQ BRASIL REPOSITÓRIOS

Leia mais

Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012

Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 1º SEMESTRE DE 2012 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS A Fundação Getulio Vargas (FGV) deu início a

Leia mais

GLOSSÁRIO. 1 ACERVO Totalidade dos documentos sob custódia de um arquivo.

GLOSSÁRIO. 1 ACERVO Totalidade dos documentos sob custódia de um arquivo. 43 RECOMENDAÇÕES Após a homologação do Código de Classificação e da Tabela de Temporalidade pela Comissão de Homologação, através de um documento normatizador, estes deverão ser publicados. Uma cópia destes

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia RELATOR(A):

Leia mais

POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP

POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP 1. POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP 1.1. Objetivos Nas últimas décadas as bibliotecas passaram por mudanças

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº Reconhecido pelo Decreto Federal n 8.1, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 106, de 1.0.11 DOE nº 85

Leia mais

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº2 Reconhecido pelo Decreto Federal n 82.413, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 1064, de 13.04.11 DOE

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

Projeto de Educação Ambiental

Projeto de Educação Ambiental Projeto de Educação Ambiental Trabalhadores Portuários Avulsos em Salvador-Ba Cada um de nós é único. Nós somos a matéria do planeta. Surgimos da essência desta matéria, e a ela voltaremos. Nós não devemos

Leia mais

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira Sumário Psicologia no Brasil: percurso histórico Psicologia no Brasil nos últimos vinte anos Referências legais e organização

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

UNICAMP SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNICAMP PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE DADOS. Versão Preliminar

UNICAMP SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNICAMP PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE DADOS. Versão Preliminar UNICAMP SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UNICAMP PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE DADOS Versão Preliminar MANUAL 2002 1 Manual editado pela Área de Planejamento da Biblioteca Central da Unicamp. UNIVERSIDADE ESTADUAL

Leia mais

X Encontro Nacional de Escolas de Governo

X Encontro Nacional de Escolas de Governo X Encontro Nacional de Escolas de Governo Painel Cursos de pós-graduação nas escolas de governo A experiência da Enap na oferta de cursos de pós-graduação lato sensu Carmen Izabel Gatto e Maria Stela Reis

Leia mais

PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA E ORGANIZAÇÃO DO ACERVO DO PATRONATO AGRÍCOLA VIDAL DE NEGREIROS DA CIDADE DE BANANEIRAS

PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA E ORGANIZAÇÃO DO ACERVO DO PATRONATO AGRÍCOLA VIDAL DE NEGREIROS DA CIDADE DE BANANEIRAS PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA E ORGANIZAÇÃO DO ACERVO DO PATRONATO AGRÍCOLA VIDAL DE NEGREIROS DA CIDADE DE BANANEIRAS BATISTA¹, Paloma Priscila Bispo, Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias-PROBEX 2013

Leia mais

AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE METAS PDI- 2011/2015

AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE METAS PDI- 2011/2015 AVALIAÇÃO TRIMESTRAL DE METAS PDI- 2011/2015 METAS AÇÕES PRAZOS Expansão do número de vagas do curso de Engenharia de Produção. SITUAÇÃO MARÇO DE 2015 AVALIAÇÃO PROCEDIDA EM 12.03.2015 CPA E DIRETORIA

Leia mais

DECLARAÇÃO DO MÉXICO

DECLARAÇÃO DO MÉXICO DECLARAÇÃO DO MÉXICO No encerramento IV FÓRUM IBERO-AMERICANO DA AVALIAÇÃO DE DOCUMENTOS, realizado na cidade de México D.F., no período de 23 a 25 de maio de 2012, os membros do Grupo da Reflexão do Projeto

Leia mais

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE Lei nº 4791/2008 Data da Lei 02/04/2008 O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, 7º, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida

Leia mais

RELATÓRIO DO ESTÁGIO NO NÚCLEO DE PESQUISA EM HISTÓRIA

RELATÓRIO DO ESTÁGIO NO NÚCLEO DE PESQUISA EM HISTÓRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA ESTÁGIO PRELIMINAR NÚCLEO DE PESQUISA EM HISTÓRIA ALEXANDRA CODA HELENA CANCELA CATTANI RAFAEL

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras providências. O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 010/2006

RESOLUÇÃO Nº 010/2006 Confere com o original RESOLUÇÃO Nº 010/2006 CRIA o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu de Educação Ambiental, em nível de Especialização. O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS e PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS PRINCÍPIOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS PRINCÍPIOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS PRINCÍPIOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ARTIGO 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem os seguintes princípios: 1.1 Consolidar o ISEAT na

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DO ACERVO DOCUMENTAL PARA A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA INSTITUCIONAL DA UFPB

ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DO ACERVO DOCUMENTAL PARA A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA INSTITUCIONAL DA UFPB ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DO ACERVO DOCUMENTAL PARA A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA INSTITUCIONAL DA UFPB Celio Roberto Freire de Miranda(1); Isabel Cristina Lourenço Freire(1); Michele da Silva(1) Alana Miraca

Leia mais

Sumário. Apresentação...7

Sumário. Apresentação...7 Sumário Apresentação................................7 1. CONCEITOS BÁSICOS.........................11 Delimitação de funções..................... 12 2. ORIGENS E DESENVOLVIMENTO...................21 3.

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

Fundação Presidente Antonio Carlos de Aimorés - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés

Fundação Presidente Antonio Carlos de Aimorés - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) constitui-se em um componente curricular obrigatório para obtenção do grau respectivo quando assim é determinado

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: História da Educação (Regime a Distância) Edição Instituto de Educação da Universidade de

Leia mais

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES Nome dos autores: Gislaine Biddio Rangel¹; Ana Beatriz Araujo Velasques². 1 Aluna do Curso

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR EM PATRIMÔNIO, DIREITOS CULTURAIS E CIDADANIA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR EM PATRIMÔNIO, DIREITOS CULTURAIS E CIDADANIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO NÚCLEO INTERDISCIPLINAR DE ESTUDOS E PESQUISAS EM DIREITOS HUMANOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014 A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 006 E 014 Resumo Eduardo Marcomini UNINTER 1 Ligia Lobo de Assis UNINTER Grupo de Trabalho Políticas

Leia mais

Credenciamento do Curso de Comunicação de Comunicação Social, a nível de mestrado.

Credenciamento do Curso de Comunicação de Comunicação Social, a nível de mestrado. INSTITUTO METODISTA DE ENSINO SUPERIOR Credenciamento do Curso de Comunicação de Comunicação Social, a nível de mestrado. Arnaldo Niskier 1 RELATÓRIO 0 curso de pós-graduação em Comunicação Social, em

Leia mais

REGULAMENTO GERAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO LICENCIATURA

REGULAMENTO GERAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO LICENCIATURA REGULAMENTO GERAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO LICENCIATURA APRESENTAÇÃO 1. CARGA HORÁRIA DE ESTÁGIO 2. A COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOS 2.1. SUPERVISÃO GERAL DE ESTÁGIOS 2.2. COORDENADORES DE CURSO 2.3. PROFESSORES

Leia mais

Curso II. Portaria nº 1.224, 18.12.2013. Orientações sobre as normas de manutenção e guarda do acervo acadêmico das instituições de educação superior.

Curso II. Portaria nº 1.224, 18.12.2013. Orientações sobre as normas de manutenção e guarda do acervo acadêmico das instituições de educação superior. Curso II Portaria nº 1.224, 18.12.2013. Orientações sobre as normas de manutenção e guarda do acervo acadêmico das instituições de educação superior. KRÜGER, M.H. MAIO/2014. Portaria nº 1.224, 18.12.2013.

Leia mais

PROJETO SABER PARA CUIDAR DOENÇA FALCIFORME NA ESCOLA. Cristiane Miranda Rust cristiane@nupad.ufmg.br

PROJETO SABER PARA CUIDAR DOENÇA FALCIFORME NA ESCOLA. Cristiane Miranda Rust cristiane@nupad.ufmg.br PROJETO SABER PARA CUIDAR DOENÇA FALCIFORME NA ESCOLA Cristiane Miranda Rust cristiane@nupad.ufmg.br Incidência da DF: Brasil MA 1:1400 PE 1:1400 BA 1:650 RO 1:13000 GO 1:1800 MS 1:4000 SP 1:4000 MG 1:1400

Leia mais

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013

FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 FACULDADE SETE LAGOAS - FACSETE COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO / CPA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA CPA NO ANO DE 2013 Sete Lagoas Março de 2014 Sumário 1. DADOS DA INSTITUIÇÃO... 4 1.1. Composição da Comissão

Leia mais

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos:

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos: Clínica Psicológica da UFPE Plano Institucional de Estágio Supervisionado Apresentação A Clínica Psicológica é uma entidade pública, ligada ao Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco,

Leia mais

LICENCIATURA EM HISTÓRIA. fgv.br/vestibular

LICENCIATURA EM HISTÓRIA. fgv.br/vestibular LICENCIATURA EM HISTÓRIA fgv.br/vestibular IDEALISMO, EXCELÊNCIA E CREDIBILIDADE A Fundação Getulio Vargas surgiu em 20 de dezembro de 1944 com o objetivo de preparar profissionais qualificados em Administração

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

Prefeitura Municipal de Brejetuba

Prefeitura Municipal de Brejetuba INSTRUÇÃO NORMATIVA SPO Nº. 001/2014 DISPÕE SOBRE ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DO PPA NO MUNICÍPIO DE BREJETUBA-ES. VERSÃO: 01 DATA DE APROVAÇÃO: 06/05/2014 ATO DE APROVAÇÃO: Decreto Municipal

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O estágio

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

3.2. Os projetos de pesquisa e de extensão deverão, necessariamente, referir-se ao Poder Legislativo e ser vinculados às seguintes linhas temáticas:

3.2. Os projetos de pesquisa e de extensão deverão, necessariamente, referir-se ao Poder Legislativo e ser vinculados às seguintes linhas temáticas: CÂMARA DOS DEPUTADOS DIRETORIA-GERAL DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO FORMAÇÃO DOS GRUPOS DE PESQUISA E EXTENSÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EDITAL Nº 14,

Leia mais

INFORMAÇÕES SOBRE A ATUAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

INFORMAÇÕES SOBRE A ATUAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INFORMAÇÕES SOBRE A ATUAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DEPARTAMENTO DE PROMOÇÃO DA SUSTENTABILIDADE CARTILHA DO VOLUNTÁRIO

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009

RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 RESOLUÇÃO nº 18 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 Aprova o Regimento Interno do Núcleo de Educação Técnica e Tecnológica Aberta e a Distância NETTAD - CAVG. O Presidente em exercício do Conselho Coordenador do

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO DOCUMENTAL DO INPE: DESAFIOS E SOLUÇÕES ENCONTRADAS

PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO DOCUMENTAL DO INPE: DESAFIOS E SOLUÇÕES ENCONTRADAS PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO DOCUMENTAL DO INPE: DESAFIOS E SOLUÇÕES ENCONTRADAS Marciana Leite Ribeiro Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais SubSIGA/INPE I Ciclo de Palestras sobre Gestão Arquivística

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

Programa ADAI Projetos Brasileiros

Programa ADAI Projetos Brasileiros Programa ADAI Projetos Brasileiros Brasil 1999 1ª Convocatória Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte: Conservação preventiva de acervo audiovisual. Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami:

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO PÚBLICO MUNICIPAL DE BAGÉ

REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO PÚBLICO MUNICIPAL DE BAGÉ REGIMENTO INTERNO DO ARQUIVO PÚBLICO MUNICIPAL DE BAGÉ Art. 1 - O Arquivo Público Municipal de Bagé, criado pela lei nº 3.399/97, de julho/97 alterado e complementado pelas leis 3.817/2001 e 3.935/2002,

Leia mais

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL Profa. Dra. Ana Barbara A. Pederiva Professora da Universidade Cruzeiro

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA OS ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA

A IMPORTÂNCIA DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA OS ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2010, v. 11, n. 11, p. 61 66 A IMPORTÂNCIA DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA OS ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA Flávia Bastos 1, Fernanda Martins 1, Mara Alves 1, Mauro

Leia mais

Centros de documentação e informação para área de ENGENHARIA: como implantar e resultados esperados. Iza Saldanha

Centros de documentação e informação para área de ENGENHARIA: como implantar e resultados esperados. Iza Saldanha Centros de documentação e informação para área de ENGENHARIA: como implantar e resultados esperados Iza Saldanha Abordagem Conceitos Procedimentos/Ferramentas Benefícios esperados Estudo de caso Planave

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO. Ji-Paraná RO, 2015.

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO. Ji-Paraná RO, 2015. CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO Ji-Paraná RO, 15. CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES

Leia mais