BRASIL: Informações Gerais sobre as diferentes regiões

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1 BRASIL: Informações Gerais sobre as diferentes regiões O Brasil encontra-se política e geograficamente dividido em cinco regiões distintas, que possuem traços comuns no que se refere aos aspectos físicos, humanos, econômicos e culturais. Os limites de cada região - Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste - coincidem sempre com as fronteiras dos estados que as compõem. Esse critério é utilizado como referência pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a coleta e processamento dos dados estatísticos oficiais do Governo brasileiro. Região Norte - Com uma área de ,9 km2, que corresponde a 45,27% do território brasileiro, a região Norte é formada pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará Rondônia, Roraima e Tocantins. Sua área está localizada entre o maciço das Guianas ao Norte, o planalto Central ao Sul, a cordilheira dos Andes a Oeste e o Oceano Atlântico a Noroeste. De clima equatorial, é banhada pelos grandes rios das bacias Amazônica e do Tocantins. Seu relevo tem três patamares de altitude - igapós, várzeas e baixos platôs ou terra firme - definidos pelo volume de água dos rios, em função das chuvas. Os igapós são áreas permanentemente inundadas, com vegetação adaptada a permanecer com suas raízes sempre debaixo d'água. As várzeas encontram-se em terreno mais elevado e são inundadas apenas na época das cheias dos rios. A seringueira é um bom exemplo do tipo de árvores existentes nessa área. Os baixos platôs ou terra firme estão localizados nas partes mais elevadas e fora do alcance das cheias dos rios. Nessa área encontram-se as grandes árvores de madeira de lei e as castanheiras. A região Norte possui habitantes, 7% da população total do país. Sua densidade demográfica é a mais baixa dentre todas as regiões geográficas, com 2,73 habitantes por km2. A maior parte da população da região Norte (57,8%) é urbana, sendo Belém, capital do Estado do Pará, sua maior metrópole. A economia da região Norte baseia-se no extrativismo vegetal de produtos como látex, açaí, madeiras e castanha; no extrativismo mineral de ouro, diamantes, cassiterita e estanho; e na exploração de minérios em grande escala, principalmente o ferro na serra dos Carajás, Estado do Pará, e o manganês na serra do Navio, Estado do Amapá. Duas ferrovias viabilizam o escoamento dos minérios extraídos da região: a Estrada de Ferro Carajás, que vai de Marabá, Estado do Pará, a São Luiz, capital do Estado do Maranhão (região Nordeste), que leva o ferro para os portos de Itaqui e Ponta da Madeira; e a Estrada de Ferro do Amapá, que transporta o manganês extraído na serra do Navio até o porto de Santana, em Macapá, capital do Estado do Amapá. Em algumas partes da região a energia é fornecida por usinas hidrelétricas e em

2 outras o abastecimento depende de geradores a óleo diesel. No rio Tocantins, Estado do Pará, encontra-se a usina hidrelétrica de Tucuruí, a maior da região. Existem ainda usinas menores, como Balbina, no rio Uatumã, Estado do Amazonas, e Samuel, no rio Madeira, Estado de Rondônia. O Governo Federal oferece incentivos fiscais para a instalação de indústrias no Estado do Amazonas, especialmente montadoras de produtos eletrônicos. Esse processo é administrado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus e os incentivos deverão permanecer em vigor até, pelo menos, o ano de Região Nordeste - Inclui os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, ocupando área de ,8 km 2, o que corresponde a 18,26% da área total do país. A maior parte de seu território é formada por extenso planalto, antigo e aplainado pela erosão. Em função das diferentes características físicas que apresenta, a região Nordeste encontra-se dividida em quatro sub-regiões: Zona da Mata, Agreste, Sertão e o Polígono das Secas. A faixa de transição entre o sertão semi-árido e a região Amazônica denomina-se meio-norte, apresentando clima bem mais úmido e vegetação exuberante à medida que avança para o oeste. A vegetação natural dessa área é a mata dos cocais, onde se encontra a palmeira babaçu, da qual é extraído óleo utilizado na fabricação de cosméticos, margarinas, sabões e lubrificantes. A economia local é basicamente agrícola, predominando as plantações de arroz nos vales úmidos do Estado do Maranhão. Na década de 80, no entanto, teve início o processo de industrialização da área, com a instalação de indústrias que se constituem extensões dos projetos minerais da Amazônia. A economia da região Nordeste baseia-se na agroindústria do açúcar e do cacau. O petróleo é explorado no litoral e na plataforma continental e processado na refinaria Landulfo Alves, em Salvador, e no Pólo Petroquímico de Camaçari, também no Estado da Bahia. O setor de turismo, que tem demonstrado grande potencialidade de desenvolvimento na região Nordeste, vem crescento consideravelmente nos últimos anos e apresenta perspectivas otimistas para o futuro. A população da região Nordeste totaliza habitantes, o que representa 28,9% do total do país. Sua densidade demográfica é de 28,05 habitantes por km 2 e a maior parte da população se concentra na zona urbana (60,6%). As principais metrópoles regionais são as cidades de Salvador, capital do Estado da Bahia, Recife, capital do Estado de Pernambuco, e Fortaleza, capital do Estado do Ceará. Zona da Mata - Estende-se do Estado do Rio Grande do Norte ao sul do Estado da Bahia, numa faixa litorânea de até 200 km de largaura. Possui clima tropical úmido, com chuvas mais freqüentes na época do outono e inverno, exceto no sul do Estado da Bahia, onde se distribuem uniformemente por todo o ano. O solo dessa área é fértil e a vegetação natural é a Mata Atlântica, já praticamente extinta e substituída

3 por lavouras de cana-de-açúcar, desde o início da colonização do país. Agreste - É a área de transição entre a Zona da Mata, região úmida e cheia de brejos, e o sertão semi-árido. Nesta sub-região os terrenos mais férteis são ocupados por minifúndios, onde predominan as culturas de subsistência e a pecuária leiteira. Sertão - Extensa área de clima semi-árido, nos Estados do Rio Grande do Norte e Ceará chega até o litoral. Os solos desta sub-região são rasos e pedregosos, as chuvas escassas e mal distribuídas e as atividades agrícolas sofrem grande limitação. A vegetação típica do sertão é a caatinga. Nas partes mais úmidas existem bosques de palmeiras, especialmente a carnaubeira, também chamada "árvore da providência", por serem todas as sua partes aproveitadas. O rio São Francisco é o maior rio da região e única fonte perene de água para as populações que habitam as suas margens. Nele existem várias represas e usinas hidrelétricas, como a de Sobradinho, em Juazeiro, Estado da Bahia, e a de Paulo Afonso, na divisa dos Estados da Bahia e Pernambuco. A economia do sertão nordestino baseia-se na pecuária extensiva e no cultivo de algodão em grandes propriedades de terra, com baixa produtividade. Polígono das Secas - Delimitada em 1951 para combater as secas do Nordeste, essa área abrange praticamente todos os estados do Nordeste, com exceção do Maranhão e o litoral leste da região. As secas de 1979 a 1984 e 1989 a 1990 atingiram municípios do Nordeste brasileiro. O combate tradicional às secas vem sendo feito com a construção de açudes e distribuição de verbas aos prefeitos dos municípios atingidos. Recentemente, no entanto, o Governo Federal começou a implementar projetos na região, que visam à solução definitiva do problema de convivência do homem nordestino com a seca. Dentre tais projetos destaca-se o projeto Áridas, financiado pelo Banco Mundial. Região Sudeste - Formada pelos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, ocupa 10,85% do território brasileiro, com área de ,2 km 2. Situa-se na parte mais elevada do Planalto Atlântico de sudeste, onde se encontram as serras da Mantiqueira, do Mar e do Espinhaço. Sua paisagem típica apresenta formações de montanhas arredondadas, chamadas "mares de morros" e os "pães de açucar", que são montanhas de agulhas graníticas. O clima predominante no litoral é o tropical atlântico e nos planaltos o tropical de altitude, com geadas ocasionais. A mata tropical que existia originalmente no litoral, foi devastada no período de ocupação do território, dando lugar a plantações de café. No Estado de Minas Gerais predomina a vegetação de cerrado, com arbustos e gramas, sendo que no vale do rio São Francisco e norte do Estado, encontra-se a caatinga. O relevo planáltico do Sudeste fornece grande potencial hidrelétrico à região, quase todo aproveitado. A maior usina existente é a de Urubupungá, localizada no rio Paraná, divisa dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Encontram-se

4 ainda na região Sudeste as nascentes de duas importantes bacias hidrográficas do país: a bacia do rio Paraná, que se origina da união dos rios Paranaíba e Grande, próxima à região conhecida como Triângulo Mineiro, no Estado de Minas Gerais, e a do rio São Francisco, que nasce na serra da Canastra, também no Estado de Minas Gerais. A região Sudeste é a de maior população no país, somando habitantes, o que corresponde a 42,63% do total. É também a região com maior densidade demográfica (69,66 habitantes por km 2 ) e mais alto índice de urbanização: 88%. Abriga as duas mais importantes metrópoles nacionais, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, localizadas em Estados que levam os mesmos nomes. A cidade de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais, é considerada importante metrópole regional. A economia da região Sudeste é a mais desenvolvida e industrializada dentre as economias de todas as regiões, nela se concentrando mais da metade da produção do país. Possui ainda os maiores rebanhos bovinos, além de significativa produção agrícola, que inclui o cultivo de cana-de-açúcar, laranja e café em lavouras que apresentam bom padrão técnico e alta produtividade. Possui ainda reservas de ferro e manganês na serra do Espinhaço, Estado de Minas Gerais, e petróleo em quantidade razoável na bacia de Campos, Estado do Rio de Janeiro. Região Sul - Com ,0 km 2, é a região que apresenta menor área, ocupando apenas 6,75% do território brasileiro. Formada pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, tem clima sub-tropical, exceto na região norte do Estado do Paraná, onde predomina o clima tropical. Caracteriza-se pela diversidade de temperaturas nas diferentes áreas que a compõem. As regiões de planaltos mais elevados apresentam temperaturas baixas, com nevascas ocasionais, e na região da planície dos Pampas, mais ao sul, as temperaturas são elevadas. A vegetação acompanha essa variação da temperatura, ou seja, nos locais mais frios predominam as matas de araucárias (pinhais) e nos pampas os campos de gramíneas. A região possui grande potencial hidrelétrico, destacando-se a usina de Itaipu, localizada no rio Paraná, na fronteira com o Paraguai. A população da região Sul totaliza habitantes, o que representa 14,95% da população do País. A densidade demográfica é de 39,24 habitantes por km 2 e 74,1% da população vivem no meio urbano. São encontrados traços marcantes da influência da imigração alemã, italiana e açoriana na região. Inicialmente baseada na agropecuária, a economia da região Sul desenvolveu importante parque industrial nas últimas décadas, cujos centros se encontram nas áreas metropolitanas da cidade de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul, e Curitiba, capital do Estado do Paraná. A produção agrícola utiliza modernas técnicas de cultivo, destacando-se o trigo, soja, arroz,milho, feijão e tabaco entre os principais produtos comercializados. Na pecuária encontram-se rebanhos de linhagens européias (hereford e charolês). A suinocultura é praticada

5 no oeste do Estado de Santa Catarina e no Estado do Paraná, onde ainda é significativa a prática do extrativismo, com extração de madeira de pinho. No Estado de Santa Catarina explora-se o carvão mineral ao sul e se encontra grande número de frigorícos, que produzem não apenas para o mercado interno, mas também para exportação. Região Centro-Oeste - Ocupa 18,86% do território brasileiro, numa área de ,2 km 2 e é formada pelos Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e o Distrito Federal. Localizada em extenso planalto Central, seu relevo caracteriza-se pela predominância de terrenos antigos e aplainados pela erosão, que deu origem a chapadões. Na parte oeste do Estado de Mato Grosso do Sul e sudoeste do Estado de Mato Grosso encontra-se a depressão do Pantanal Matogrossense, cortada pelo rio Paraguai e sujeita a cheias durante parte do ano. A vegetação do Pantanal é extremamente variada e sua fauna de uma riqueza muito grande. Já na região de planalto, predomina a vegetação de cerrado. O clima da região é tropical semi-úmido, com freqüentes chuvas de verão. A população da região Centro-Oeste totaliza habitantes, com densidade demográfica de 6,12 habitantes por km 2. Representa 6,5% da população total do país e se concentra, em sua maioria, na zona urbana: 81,3%. A economia da região Centro-Oeste baseou-se inicialmente na exploração de garimpos de ouro e diamantes e foi, gradativamente, sendo substituída pela pecuária. A transferência da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília, em 1960, e a construção de ferrovias que facilitaram o acesso em direção ao oeste, aceleraram o povoamento região, contribuindo para o seu desenvolvimento. Encontram-se nesta região as maiores reservas de manganês do país, localizadas no maciço de Urucum, no Pantanal. Devido ao difícil acesso ao local, tais reservas ainda são pouco exploradas. O turismo como atividade econômica vem se desenvolvendo rapidamente na região, atraindo visitantes de várias partes do mundo, que procuram desfrutar da riqueza da flora e da fauna do Pantanal, bem como da paisagem das chapadas encontradas nos Estados de Goiás e Mato Grosso.

6 Plano Plurianual 1996/99 O Plano Plurianual é um conjunto de conceitos, políticas, estratégias, diretrizes de ação e metas que, de forma coordenada, determina o perfil dos investimentos que o Governo do Brasil define para um período de quatro anos. Esse período abrange os três últimos anos de um governo e o primeiro ano do governo seguinte. O Plano Plurianual para o período 1996/99 (PPA 96/99) foi aprovado e instituído pelo Congresso Nacional, em 09 de maio de 1996, pela Lei Os projetos e ações que o integram envolvem recursos públicos e privados estimados em R$ 459 bilhões. Desse total, R$ 304,5 bilhões, cerca de 66% do valor total, serão aplicados em programas de cunho social. Este é um dos maiores volumes de recursos destinados no Brasil, em todos os tempos, para a área social. Estratégias e diretrizes de ação O PPA 96/99 tem como premissa básica a necessidade de consolidação da estabilidade econômica conquistada com a implantação do Plano Real, em Esse esforço deverá ser acompanhado pela retomada gradual dos investimentos produtivos, deflagrando uma nova fase sustentada de desenvolvimento econômico e social do Brasil. Isso já pode ser percebido com o recente lançamento do programa "Brasil em Ação", que elencou 42 projetos e programas considerados pelo Governo Federal como de realização prioritária no biênio 1997/98. As estratégias estabelecidas pelo PPA 96/99 são as seguintes: a) Construção de um Estado moderno e eficiente - Construir um Estado moderno e eficiente depende não apenas de recursos, mas também da melhoria do corpo de servidores, para que as políticas públicas possam ser bem concebidas, adequadamente implantadas e rigorosamente monitoradas. Com isso, procura-se diminuir erros conceituais, de diagnóstico, de execução e fiscalização que têm caracterizado o uso dos recursos públicos no Brasil. As diretrizes associadas a essa estratégia são: - consolidação do processo de saneamento das finanças públicas; - descentralização das políticas públicas para Estados e Municípios, setor privado e organizações não-governamentais; - aumento da eficiência do gasto público, com ênfase na redução dos desperdícios e no aumento da qualidade e da produtividade dos serviços;

7 - aprofundamento do programa de desestatização; - reformulação e fortalecimento da ação reguladora do Estado, inclusive nos serviços públicos privatizados; - modernização dos sistemas de previdência social; - modernização das forças armadas e de seus níveis operacionais; e - modernização da Justiça e dos sistemas de Segurança e Defesa Nacional. b) Redução dos desequilíbrios espaciais e sociais - Essa redução é uma antiga aspiração brasileira. A inflação sob controle e a retomada do crescimento permitirão impulsionar esse processo. Para isso, serão estimuladas as vocações regionais, fortalecido o processo de descentralização e ampliados os recursos para a área social. As diretrizes associadas a essa estratégia são as seguintes: - criação de novas oportunidades de ocupação da força de trabalho; - redução dos custos de produtos de primeira necessidade; - aproveitamento das potencialidades regionais, com o uso racional e sustentado dos recursos; - fortalecimento da base de infra-estrutura das regiões menos desenvolvidas; - redução da mortalidade infantil; - ampliação do acesso da população aos serviços básicos de saúde; - melhoria educacional, com ênfase na educação básica; - melhoria das condições de vida, trabalho e produtividade do pequeno produtor e do trabalhador rural; - melhoria das condições de vida nas aglomerações urbanas críticas (segurança pública, saneamento, habitação, transporte coletivo, outros serviços urbanos, desporto e cultura); - mobilização da sociedade e de todo o governo para a erradicação da miséria e da fome; e - fortalecimento da cidadania e preservação dos valores nacionais.

8 c) Inserção competitiva e modernização produtiva - A modernização da estrutura produtiva brasileira exige, de um lado, a qualificação da mão-de-obra e a flexibilização das relações trabalhistas. A maior inserção competitiva do Brasil será obtida com a ampliação da infra-estrutura, a redução do "Custo Brasil", o fortalecimento do papel do setor privado nos investimentos e o estímulo a setores com potencial de inserção internacional. Por sua vez, a qualificação da mão-de-obra exige a melhoria educacional - com ênfase na educação básica - e mudanças nas relações trabalhistas. As diretrizes associadas a essa estratégia são as seguintes: - modernização e ampliação da infra-estrutura; - aumento da participação do setor privado em investimentos para o desenvolvimento; - fortalecimento de setores com potencial de inserção internacional e estímulos à inovação tecnológica e à reestruturação produtiva; - melhoria educacional, com ênfase na educação básica; e - modernização das relações trabalhistas. Políticas e reformas para o desenvolvimento A manutenção da estabilidade não requer apenas uma gestão competente da política econômica de curto prazo. É necessário criar condições para maiores investimentos e para o aumento da competitividade dos bens e serviços produzidos internamente. Para isso, faz-se indispensável alterar dispositivos constitucionais que vedam a entrada de capital estrangeiro e que implicam rigidez orçamentária, ao lado de um sistema tributário que onera investimentos e termina por "exportar impostos". A alteração de tais regras está contida nas propostas de emendas constitucionais enviadas pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional, relacionadas com a reforma tributária, administrativa, da previdência, além das emendas sobre as finanças públicas a serem enviadas e sobre a ordem econômica, já promulgadas ou em fase de apreciação pelo Senado Federal. Essas reformas deverão contribuir para a remoção de entraves à competitividade, para o avanço do Programa Nacional de Desestatização, para a promoção dos investimentos, bem como para a reforma do Estado. Projetos e ações prioritários O Governo do Brasil trabalha com a expectativa de uma participação importante do setor privado e das outras esferas de governo para viabilizar os investimentos e

9 ações definidos pelo PPA 96/99. A programação de investimentos estima em R$ 17,3 bilhões os recursos de governos estaduais e municipais; em R$ 24,3 bilhões, os recursos externos; R$ 39,3 bilhões, os recursos oriundos da iniciativa privada; e R$ 59,6 bilhões de empresas estatais, fundos públicos e outras fontes. Em algumas áreas, como é o caso da infra-estrutura, espera-se uma significativa participação do setor privado nos investimentos previstos. Isso significa profunda mudança em relação ao padrão de financiamento do passado, caracterizado pela quase exclusividade dos investimentos públicos. Os projetos e ações prioritários foram divididos em três grupos, observados seus efeitos dinamizadores e estruturadores de outros projetos e ações dos setores público e privado: I) Projetos e ações estruturadores - Conjunto de projetos e ações voltado para a eliminação de gargalos ao crescimento e à melhoria da eficiência do sistema econômico, incluindo empreendimentos que reduzam o "Custo Brasil". II) Projetos e ações para a redução dos desequilíbrios espaciais - Objetivam fortalecer e consolidar os eixos de desenvolvimento, caracterizados pela nova geografia econômica do Brasil. Tratam-se de empreendimentos complementares aos projetos e ações em energia e em comunicação, integrando, portanto, o conjunto dos esforços para a reconstrução e modernização da infra-estrutura econômica do país. Os investimentos estão dirigidos para cinco eixos de integração nacional e dois de integração continental, além de algumas áreas especiais: 1) Eixo de Integração Norte-Sul - Envolve o oeste da Bahia, o sudoeste do Piauí, o sul do Maranhão, o estado do Tocantins e parte do estado de Goiás, por intermédio da Ferrovia Norte-Sul, Hidrovia do Araguaia-Tocantins e restauração das rodovias BR 153 (Belém-Brasília) e da BR 153/PA 153 (Marabá a São Geraldo, no estado do Pará). 2) Eixo de Integração Oeste - Cobre a fronteira agrícola do Brasil, ligando os estados do Acre e de Rondônia com a Região Centro-Sul e Sul, passando pelos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A cargo da iniciativa privada está a Ferronorte, entre esses dois últimos estados. A cargo do Governo está a construção de ponte rodoferroviária sobre o Rio Paraná, articulando a Ferronorte à rede de ferrovias do estado de São Paulo. 3) Eixo de Integração do Nordeste - Os principais projetos para essa região do país são a recuperação da Hidrovia do Rio São Francisco (entre Pirapora, no estado de Minas Gerais e Juazeiro, no estado da Bahia), ampliação da ferrovia Transnordestina e ampliação do Porto de Suape, em Recife, capital do estado de

10 Pernambuco. 4) Eixo de Integração Sul - Objetiva melhorar as malhas de transporte da região, articulando-a com a Região Sudeste. Os principais projetos são: duplicação das BR 116/376/101, entre São Paulo e Florianópolis; estado de Santa Catarina; recuperação de km nas principais rodovias federais da região; implantação da ferrovia Ferroeste, entre Guarapuava, no estado do Paraná, e Dourados, no estado do Mato Grosso do Sul. 5) Saída para o Caribe - Procura consolidar as rodovias que ligam o Brasil aos mercados do Caribe e Atlântico Norte. Os principais projetos são a conclusão da pavimentação da BR 174, entre Manaus, no estado do Amazonas, e Caracaraí, estado de Roraima, numa extensão de 624 km, chegando até à fronteira da Venezuela; a pavimentação da BR 401, entre Boa Vista, estado de Roraima, e Bonfim, na divisa com a Guiana, que permitirá o acesso ao porto de Georgetown, naquele país, constituindo alternativa comercial, inclusive, para o Mercado Comum Europeu. 6) Saída para o Pacífico - Objetiva integrar o Brasil ao Peru e Bolívia, permitindo o acesso aos portos do Pacífico. Os principais projetos são a recuperação de 350 km da BR 317, no estado do Acre, ligando a capital, Rio Branco, a Assis Brasil, na fronteira com o Peru; recuperação de 90 km da mesma estrada federal no estado de Rondônia, ligando Abunã a Guajará Mirim, na fronteira com a Bolívia; e melhorar as condições de navegabilidade na Hidrovia do Rio Madeira, que interliga os estados do Amazonas e Rondonia. Serão realizados investimentos em áreas especiais como recursos hídricos para a região Nordeste, com previsão de conclusão de 19 projetos de irrigação, quatro barragens e duas estações adutoras nesta região do semi-árido brasileiro; ações federais no estado do Rio de Janeiro, objetivando a revitalização da economia desse importante estado brasileiro, com a implantação do Porto de Sepetiba, do Teleporto da cidade do Rio de Janeiro, e maior aproveitamento do petróleo e gás natural da Bacia de Campos; e infra-estrutura para o turismo, visando ao desenvolvimento da atividade turística no Brasil, através do estímulo aos programas regionais de turismo como o Prodetur, voltado para a região Nordeste e que prevê a reforma e ampliação dos aeroportos de Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte; de São Luís, capital do estado do Maranhão; de Fortaleza, capital do estado do Ceará; de Aracaju, capital do estado de Sergipe; e de Porto Seguro, cidade do litoral sul do estado da Bahia. Ações semelhantes serão executadas na Amazônia e no Pantanal Mato-grossense, voltadas para o turismo ecológico. III) Projetos e ações para a redução das desigualdades sociais - O compromisso principal do Governo Federal e um dos seus maiores desafios é o desenvolvimento de políticas voltadas ao oferecimento de serviços públicos essenciais.

11 Os objetivos dos investimentos nessa área (R$ 304,5 bilhões) consistem em: a) melhorar a qualidade dos serviços oferecidos pelo Governo - aumentar a oferta e melhorar a qualidade de serviços nas áreas de educação e infra-estrutura urbana; b) priorizar programas e ações que permitam a geração de mais empregos e de maior renda. Os principais projetos na área social são: - para geração de empregos, renda e qualificação para o trabalho: o restabelecimento de linhas de crédito para programas de habitação e saneamento, utilizando recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS e empréstimos externos; o apoio a micro e pequenos empreendimentos, a trabalhadores autônomos, cooperativas e associações, facilitando o acesso a linhas de crédito; o fortalecimento da agricultura familiar; a educação para o trabalho; o atendimento ao trabalhador desempregado, intermediando mão-de-obra, capacitando profissionalmente e concedendo seguro-desemprego; e a implantação e consolidação de projetos de assentamento rural. - para a promoção e defesa dos direitos e assistência social - aperfeiçoamento e integração das entidades que atuam no setor, buscando a garantia dos direitos das crianças, adolescentes e portadores de deficiência; municipalização e implementação de associações civis de defesa do consumidor; pagamento de benefícios a idosos e portadores de deficiências; apoio às associações de assistência à família pobre. - para a promoção da igualdade de oportunidades e proteção contra riscos - prioridade para o ensino básico; descentralização dos serviços de saúde; modernização da gestão previdenciária e reforma do sistema de Previdência Social; combate à mortalidade por programas e ações de assistência à saúde da mulher e ao recém-nascido, suplementação alimentar e informação sobre reidratação oral; e aumento do número de agentes comunitários. O programa Comunidade Solidária, criado especialmente pelo governo Fernando Henrique para coordenar programas sociais, é peça fundamental na estratégia de sua atuação nesse setor. Por intermédio desse programa serão mobilizados maiores recursos e instituídos novos métodos de gestão para que os desafios possam ser melhor enfrentados. O princípio básico da atuação do Comunidade Solidária é a parceria entre sociedade e governo em suas diferentes esferas.

12 Comunidade Solidária Ao decidir iniciar um plano de erradicação da pobreza, o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso optou por um modelo pouco convencional para os padrões brasileiros de atuação na área social: a substituição do assistencialismo e do clientelismo pelo atendimento aos direitos básicos da cidadania. A tarefa prevê a ação conjunta de órgãos federais, organizações não-governamentais, governos estaduais e municipais e o envolvimento da população para a efetivação do programa denominado Comunidade Solidária. A metodologia de trabalho está calcada na parceria e na solidariedade, ponto crucial, segundo os coordenadores do Programa, para o fim do assistencialismo. O papel do governo no desenvolvimento do Programa será basicamente o de monitorar a aplicação eficiente dos recursos federais destinados ao combate à pobreza. A intenção é evitar a pulverização de recursos, submeter a assistência financeira a critérios transparentes de aplicação e priorizar os bolsões de miséria e os grupos marginalizados da população. O Programa Comunidade Solidária é conduzido principalmente pelo Gabinete Civil da Presidência da República e tem uma Secretaria Executiva, cujo principal papel é coordenar e promover a articulação com todos os setores envolvidos nesse plano de combate à exclusão social. O Comunidade Solidária tem também um Conselho, nomeado pelo Presidente da República, integrado por Ministros de Estado das áreas intimamente ligadas aos objetivos do Programa. Dele também fazem parte personalidades da sociedade civil. O Governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso elegeu cinco áreas de atuação prioritária do Comunidade Solidária: saúde, alimentação e nutrição; serviços urbanos; desenvolvimento rural; emprego e renda; e defesa de direitos. Como vários órgãos federais já atuam em cada uma dessas áreas, a gestão do Programa será um sistema articulado, de forma a eliminar a centralização. Recursos - Na área de saúde, alimentação e nutrição, o plano dá ênfase ao combate à mortalidade infantil, alimentação escolar e do trabalhador, e distribuição emergencial de alimentos. A parte relativa aos serviços urbanos prioriza os programas de moradia e saneamento. A área de desenvolvimento rural também é alvo da ação prioritária do governo, assim como a geração de emprego e renda. Em oposição às políticas sociais praticadas até a eleição do Presidente Fernando Henrique Cardoso, o atual governo adotou a estratégia da parceria e coresponsabilidade entre os mais diversos atores sociais, para obter sucesso no combate à pobreza. Esta foi a maneira encontrada pelo governo para complementar os recursos do Programa com as contrapartidas fornecidas pelos estados e municípios. Segundo estimativas do relatório sobre "Estratégias de Combate à

13 Fome e à Miséria", será estimulada a captação de recursos adicionais junto aos mais diversos setores da sociedade, como empresas, sindicatos, universidades, igrejas, ONG s e cidadãos, bem como junto a agências nacionais e internacionais de financiamento e cooperação. Os programas federais já existentes para atendimento da área social, que compõem o Comunidade Solidária, têm um "selo de prioridade". Esses programas já fazem parte das políticas governamentais para o setor nas áreas dos Ministérios da Saúde, Educação, Trabalho e Planejamento. A cada um dos órgãos federais envolvidos no Comunidade Solidária cabe aprovar propostas que impliquem a "otimização do apoio financeiro ou material da União, valendo-se das normas existentes e de outras recomendações para o atendimento dos pleitos encaminhados por estados e municípios. Abrangência - De acordo com o documento de intenção do governo para o Programa Comunidade Solidária, a atuação desdobra-se em duas fontes: melhoria do gerenciamento e da abrangência dos programas federais selecionados e concentração em áreas geográficas escolhidas com base em indicadores de concentração de pobreza. O Comunidade Solidária atuou, em 1995, em 302 pequenos municípios que apresentam grande percentual de pobres e em concentrações de miséria, especialmente nas capitais e regiões metropolitanas. Em 1996, a atuação foi ampliada para municípios. Nos bolsões de miséria do interior do país, o Comunidade Solidária estimula a elaboração e execução de propostas de atuação em conjunto com os governos estaduais e municipais e a comunidade. Nos demais casos são incentivadas as iniciativas que já vêm sendo desenvolvidas em parceria com a comunidade. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), órgão do Ministério do Planejamento e Orçamento, e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), auxiliaram na formação dos indicadores e no fornecimento de informações à Secretaria Executiva do Comunidade Solidária sobre as condições de vida da população em todos os municípios, com o objetivo de identificar aqueles com maior concentração relativa de miséria dentro de cada estado. Essas informações serviram de base para a seleção daqueles que têm sido alvo prioritário do Comunidade Solidária". Critérios - Como uma das exigências desse programa governamental é a parceria, o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso fixou como responsabilidade dos estados e municípios, em conjunto com as organizações não-governamentais e membros da comunidade, a definição das necessidades prioritárias nos bolsões de pobreza e a elaboração de propostas de ação no âmbito local. As propostas são analisadas pelos órgãos competentes dos estados juntamente com a sociedade civil, e o governo somente as apoia se obedecerem aos seguintes

14 critérios: a) localização em bolsões de pobreza; b) participação da sociedade civil e da comunidade no controle e no gerenciamento das ações; c) impacto no combate à pobreza; d) integração entre diferentes ações governamentais; e e) viabilidade técnico-financeira. Embora atue fortemente no âmbito financeiro do programa, o governo se autodenomina "parceiro" no Comunidade Solidária. Autoridades governamentais salientaram que a decisão do Presidente Fernando Henrique Cardoso, de criar o Conselho vinculado à Casa Civil da Presidência da República "exprime o reconhecimento de que o Estado precisa da participação dos cidadãos e de que são necessários novos canais de parceria Estado-sociedade". Ao divulgar os objetivos do Programa Comunidade Solidária, sua Secretária Executiva salientou que "a melhoria do gerenciamento dos programas selecionados é o maior desafio que se propõe a enfrentar. Por isso, a ênfase nas expressões parceria e solidariedade". O governo ressaltou que "é necessário evitar a centralização, a fragmentação e o clientelismo que redundam em ineficiência, descontinuidade e desperdício de recursos".

15 A Educação no Brasil Breve histórico A história da educação no Brasil começa em 1549 com a chegada dos primeiros padres jesuítas, inaugurando uma fase que haveria de deixar marcas profundas na cultura e civilização do País. Movidos por intenso sentimento religioso de propagação da fé cristã, durante mais de 200 anos, os jesuítas foram praticamente os únicos educadores do Brasil. Embora tivessem fundado inúmeras escolas de ler, contar e escrever, a prioridade dos jesuítas foi sempre a escola secundária, grau do ensino onde eles organizaram uma rede de colégios de reconhecida qualidade, alguns dos quais chegaram mesmo a oferecer modalidades de estudos equivalentes ao nível superior. Em 1759, os jesuítas foram expulsos de Portugal e de suas colônias, abrindo um enorme vazio que não seria preenchido nas décadas subsequentes. As medidas tomadas pelo Ministro de D. José I - o Marquês de Pombal - sobretudo a instituição do Subsídio Literário, imposto criado para financiar o ensino primário, não surtiram nenhum efeito. Só no começo do século seguinte, em 1808, com a mudança da sede do Reino de Portugal e a vinda da Família Real para o Brasil-Colônia, a educação e a cultura tomariam um novo impulso, com o surgimento de instituições culturais e científicas, de ensino técnico e dos primeiros cursos superiores (como os de Medicina nos Estados do Rio de Janeiro e da Bahia). Todavia, a obra educacional de D. João VI, meritória em muitos aspectos, voltou-se para as necessidades imediatas da Corte Portuguesa no Brasil. As aulas e cursos criados, em diversos setores, tiveram o objetivo de preencher demandas de formação profissional. Esta característica haveria de ter uma enorme influência na evolução da educação superior brasileira. Acrescente-se, ainda, que a política educacional de D. João VI, na medida em que procurou, de modo geral, concentrar-se nas demandas da Corte, deu continuidade à marginalização do ensino primário. Com a Independência do País, conquistada em 1822, algumas mudanças no panorama sócio-político e econômico pareciam esboçar-se, inclusive em termos de política educacional. De fato, na Constituinte de 1823, pela primeira vez se associa sufrágio universal e educação popular - uma como base do outro. Também é debatida a criação de universidades no Brasil, com várias propostas apresentadas. Como resultado desse movimento de idéias, surge o compromisso do Império, na Constituição de 1824, em assegurar "instrução primária e gratuita a todos os cidadãos", confirmado logo depois pela Lei de 15 de outubro de 1827, que determinou a criação de escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e vilarejos, envolvendo as três instâncias do Poder Público. Teria sido a "Lei Áurea" da educação básica, caso tivesse sido implementada. Da mesma forma, a idéia de fundação de universidades não prosperou, surgindo em seu lugar os cursos jurídicos em São Paulo e Olinda, em 1827, fortalecendo o sentido

16 profissional e utilitário da política iniciada por D. João VI. Além disso, alguns anos depois da promulgação do Ato Adicional de 1834, delegando às províncias a prerrogativa de legislar sobre a educação primária, comprometeu em definitivo o futuro da educação básica, pois possibilitou que o governo central se afastasse da responsabilidade de assegurar educação elementar para todos. Assim, a ausência de um centro de unidade e ação, indispensável, face às características de formação cultural e política do País, acabaria por comprometer a política imperial de educação. A descentralização da educação básica, instituída em 1834, foi mantida pela República, impedindo o Governo Central de assumir posição estratégica de formulação e coordenação da política de universalização do ensino fundamental, a exemplo do que então se passava nas nações européias, nos Estados Unidos e no Japão. Em decorrência, se ampliaria ainda mais a distância entre as elites do País e as camadas sociais populares. Na década de 1920, devido mesmo ao panorama econômico-cultural e político que se delineou após a Primeira Grande Guerra, o Brasil começa a se repensar. Em diversos setores sociais, mudanças são debatidas e anunciadas. O setor educacional participa do movimento de renovação. Inúmeras reformas do ensino primário são feitas em âmbito estadual. Surge a primeira grande geração de educadores - Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo, Lourenço Filho, Almeida Júnior, entre outros, que lidera o movimento, tenta implantar no Brasil os ideais da Escola Nova e divulga o Manifesto dos Pioneiros em 1932, documento histórico que sintetiza os pontos centrais desse movimento de idéias, redefinindo o papel do Estado em matéria educacional. Surgem nesse período, as primeiras Universidades Brasileiras, do Rio de Janeiro-(1920), Minas Gerais-(1927), Porto Alegre-(1934) e Universidade de São Paulo-(1934). Esta última constitui o primeiro projeto consistente de universidade no Brasil, daria início a uma trajetória cultural e científica sem precedentes. A Constituição promulgada após a Revolução de 1930, em 1934, consigna avanços significativos na área educacional, incorporando muito do que havia sido debatido em anos anteriores. No entanto, em 1937, instaura-se o Estado Novo outorgando ao País uma Constituição autoritária, registrando-se em decorrência um grande retrocesso. Após a queda do Estado Novo, em 1945, muitos dos ideais são retomados e consubstanciados no Projeto de Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, enviado ao Congresso Nacional em 1948 que, após difícil trajetória, foi finalmente aprovado em 1961 (Lei nº 4024). No período que vai da queda do Estado Novo, em 1945, até a Revolução de 1964, quando se inaugura um novo período autoritário, o sistema educacional brasileira passará por mudanças significativas, destacando-se entre elas o surgimento, em 1951, da atual Fundação CAPES (Coordenação do Aperfeiçoamento do Pessoal do Ensino Superior), a instalação do Conselho Federal de Educação, em 1961, campanhas e movimentos de alfabetização de adultos, além da expansão do ensino primário e superior. Na fase que precedeu a aprovação da LDB/61, ocorreu um admirável movimento em defesa da escola

17 pública, universal e gratuita. O movimento de 1964 interrompe essa tendência. Em 1969 e 1971, são aprovadas respectivamente a Lei 5540/68 e 5692/71, introduzindo mudanças significativas na estrutura do ensino superior e do ensino de 1º e 2º graus, cujos diplomas estão basicamente em vigor até os dias atuais. A Constituição de 1988, promulgada após amplo movimento pela redemocratização do País, procurou introduzir inovações e compromissos, com destaque para a universalização do ensino fundamental e erradicação do analfabetismo. O Sistema de Educação no Brasil Considerando que o Brasil é uma República Federativa constituída de 26 Estados e do Distrito Federal, o sistema de ensino é organizado em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. O Governo Federal, representado pelo Ministério da Educação e do Desporto (MEC), organiza e financia o sistema federal de ensino e presta assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios para o desenvolvimento de seus sistemas de ensino e o atendimento prioritário à escolaridade compulsória, isto é, os 8 anos do ensino fundamental. Fazem parte do sistema federal basicamente as universidades, as instituições de ensino superior isoladas, centros federais de educação média tecnológica e uma rede de escolas técnicas agrícolas e industriais em nível de 2 o Grau. Além da responsabilidade direta pela rede de ensino superior, o Governo Federal é também responsável pelo programa nacional de apoio à pós-graduação. O sistema educacional brasileiro organiza-se da seguinte maneira: DURAÇÃO HORAS/AULA REQUISITO GRAU DE ENSINO PARA ADMISSÃO Educação Infantil* (Facultativa) Creches Pré-escola Variável 3 anos Variável Variável Ter de 0 a 3 anos Ter de 4 a 6 anos Ensino Fundamental 8 anos 720 anuais Ter 7 anos ou +

18 Ensino Superior Graduação Pós-graduação Variável (2 a 6 anos) Variável (2 a 6 anos) Variável Variável Ter concluído o 2 o Grau e ter sido aprovado no exa- me vestibular Ter concluído a graduação * A educação infantil, que é concebida como etapa preliminar da escolaridade, só começou a ser organizada e regulamentada após a Constituição Federal de ** Quando inclui habilitação profissional, pode durar 4 ou 5 anos. O sistema de ensino administrado pelos Estados é constituído por creches, pré-escolas, escolas de 1 o Grau, escolas de 2 o Grau e, em alguns Estados, universidades. Há uma tendência para que o 2 o Grau fique cada vez mais sob a responsabilidade dos Estados e que creches e pré-escolas fiquem com os Municípios. Os Municípios atuam prioritariamente no ensino pré-escolar e fundamental. Estão incluídos nesses sistemas de ensino creches, pré-escolas, escolas de ensino fundamental (principalmente as localizadas no meio rural) e, em poucos Municípios, escolas de 2 o Grau. Do ponto de vista administrativo, cada sistema de ensino é regulado por um órgão normativo e gerido por um órgão executivo central. Assim, no plano federal, as normas de funcionamento são estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação, e as decisões políticas, de planejamento e execução administrativa são de responsabilidade do Ministro de Estado, assistido pelas diversas secretarias, órgãos e serviços que compõem o MEC. Em cada Estado e no Distrito Federal, as funções normativas são de responsabilidade do respectivo Conselho Estadual de Educação (CEE), e as funções administrativas e de fiscalização do ensino privado de 1 o e 2 o Graus são exercidas pela respectiva Secretaria Estadual de Educação (SEE). Ao nível de Município, são os Conselhos Municipais de Educação (e, na ausência deste, o respectivo CEE) e as Secretarias, ou Departamentos, de Educação que exercem, respectivamente, as funções normativas e administrativas. Fica claro, assim, que cada sistema possui autonomia no que se refere à contratação de professores e funcionários, e à administração de seus recursos. Existem no Brasil 42,2 milhões de estudantes matriculados no sistema educacional, incluindo escolas pré-primárias, classes de alfabetização, ensino fundamental, ensino médio, ensino superior e pós-graduação, cuja distribuição, bem como o número de estabelecimentos e de docentes podem ser observados no quadro que se segue.

19 NÍVEIS DE ENSINO VARIÁVEIS PRÉ-ESCOLAR Estabelecimentos Funções Docentes Matrícula CLASSE DE ALFABETIZAÇÃO Estabelecimentos Funções Docentes Matrícula ENSINO FUNDAMENTAL Estabelecimentos Funções Docentes Matrícula ENSINO MÉDIO Estabelecimentos Funções Docentes Matrícula ENSINO SUPERIOR Estabelecimentos Funções Docentes Matrícula PÓS-GRADUAÇÃO Estabelecimentos Funções Docentes * Matrícula Fontes: MEC/SPE/SEEC e MEC/CAPES * Os docentes da pós-graduação atuam simultaneamente na graduação e estão portanto também incluídos nas funções docentes deste nível de ensino 2.1 NÍVEIS E MODALIDADES DE ENSINO Educação infantil A educação infantil, concebida como etapa preliminar da escolaridade, visa proporcionar condições para o desenvolvimento físico, psicológico e intelectual da criança de 0 a 6 anos, em complementação à ação da família. Ela compreende o atendimento realizado emcreches,paracriançasde0a3anos; e a pré-escola, destinada a crianças de 4 a 6

20 anos. Embora o setor público venha desenvolvendo e mantendo programas para crianças com idade inferior a 7 anos, sua responsabilidade nesse setor é bem recente. Somente a partir da Constituição Federal de 1988, a educação infantil passou a ser formalmente de responsabilidade dos Estados, cabendo aos municípios fomentar o seu desenvolvimento. O setor não-governamental atua fortemente nessa área. Programas não-formais, envolvendo a participação das famílias e comunidades são encontrados em todo o país. O próprio MEC tem incentivado a experimentação de formas e métodos não-convencionais, envolvendo uma maior participação comunitária e articulação do poder público. A rede de educação infantil no país é ainda bastante restrita. Conforme os dados apresentados na tabela abaixo, apenas 17,5% da população de 0 a 6 anos está sendo atendida por algum programa nesse nível. Crianças de Crianças atendidas Total de 0 a 6 anos 0 a 4 anos 4 a 6 anos atendimentos (100%) (2,9%) (14,6%) (17,5%) Fontes: Fundação IBGE e MEC Educação fundamental O ensino fundamental, também denominado ensino de primeiro grau, é constitucionalmente obrigatório, destina-se à formação da criança e do pré-adolescente de 7 a 14 anos de idade, e tem como objetivos: a) o domínio progressivo da leitura, da escrita e do cálculo, enquanto instrumentos para a compreensão e solução dos problemas humanos e o acesso sistemático aos conhecimentos; b) a compreensão das leis que regem a natureza e as relações sociais na sociedade contemporânea; e c) o desenvolvimento da capacidade de reflexão e criação, em busca de uma participação consciente no meio social. O currículo pleno do 1 o grau compreende um núcleo comum e uma parte diversificada. O núcleo comum, obrigatório a nível nacional, abrange as seguintes áreas: a) Comunicação e expressão (Língua Portuguesa); b) Estudos sociais (Geografia, História, e Organização Social e Política do Brasil), com ênfase ao conhecimento do Brasil na perspectiva atual do seu desenvolvimento; e c) Ciências (Matemática, Ciências físicas e biológicas). A parte diversificada está a cargo de cada sistema de ensino e, quando for o caso, de cada escola, atendendo às características regionais e locais da sociedade, da cultura, da

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