ARTIGO ORIGINAL DE TEMA LIVRE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ARTIGO ORIGINAL DE TEMA LIVRE"

Transcrição

1 ARTIGO ORIGINAL DE TEMA LIVRE PERFIL CLÍNICO E EPIDEMIOLÓGICO DE PACIENTES COM FRATURA DE QUADRIL INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE REFERÊNCIA TRAUMATOLÓGICA NA CIDADE DE SALVADOR, BAHIA Emmanuelle Melo Sarraf a Reinaldo Oliveira Borges b Resumo As fraturas da extremidade proximal do fêmur são lesões graves que podem resultar em traumas intensos, muitas vezes associados a disfunções de outros órgãos. O objetivo deste artigo é avaliar o perfil clínico e epidemiológico de pacientes com fratura de quadril internados em um hospital de referência traumatológica da cidade de Salvador, Bahia. Trata-se de estudo descritivo com pacientes diagnosticados com fratura de quadril, submetidos a tratamento cirúrgico e internados entre março de 2009 a julho de Os resultados revelam que, dentre os pacientes, 49,8% tinham, predominantemente, idade entre 71 e 90 anos, 56,9% eram mulheres e 50,2% eram pardos. Em relação ao tipo da fratura de quadril, o mais prevalente, com 46,9%, foi a fratura do colo femoral. As quedas, com 82,4%, foram a maior causa; 55,9% tiveram desordens cardiovasculares, 64% foram submetidos à osteossíntese e 92,4% tiveram alta hospitalar. Concluiu-se que a fratura de quadril relaciona-se com o avançar da idade, sexo feminino e presença de comorbidades como influenciador no tempo de recuperação e independência funcional no qual uma adequada abordagem terapêutica diminui a incidência de complicações e das taxas de morbimortalidade. Palavras-Chave: Fraturas do quadril. Fraturas do colo femoral. Fratura trocantérica. Fratura subtrocantérica. Fraturas do fêmur. a Fisioterapeuta pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL). b Coordenador do Departamento de Fisioterapia do Hospital Manoel Victorino e professor da UCSAL. Endereço para correspondência: Praça Conselheiro Almeida Couto, Rua Limoeiro, n. o 1, Nazaré, Salvador, Bahia. CEP: out./dez

2 CLINICAL AND EPIDEMIOLOGICAL PROFILE OF PATIENTS WITH HIP FRACTURE HOSPITALIZED IN A TRAUMATOLOGIC REFERENCE HOSPITAL IN THE CITY OF SALVADOR, BAHIA, BRAZIL Abstract Fractures of the proximal femur are serious injuries that can result in severe trauma, often associated with other organ dysfunction. The objective of this article is to evaluate the clinical and epidemiological profile of patients with hip fracture admitted to a trauma reference hospital in the city of Salvador, Bahia. This is a descriptive study of patients diagnosed with hip fractures, undergone surgeries that were hospitalized between March 2009 and July The results show that among the patients, 49.8% predominantly aged between 71 and 90 years, 56.9% were women and 50.2% were Afro descendants. Regarding the type of hip fracture, the most prevalent, with 46.9%, was the femoral neck fracture. The falls, with 82.4%, were the major cause, 55.9% had cardiovascular disorders, 64% underwent osteosynthesis and 92.4% were discharged. It is concluded that hip fracture is related to age advance, female gender, and presence of comorbidities such as influence in time recovery and functional independence in which an adequate therapeutic approach decreases the incidence of complications and mortality rates. Key words: Hip Fractures. Femoral neck fractures. Trochanteric fractures. Subtrochanteric fracture. Femoral fractures. PERFIL CLÍNICO Y EPIDEMIOLÓGICO DE LOS PACIENTES CON FRACTURA DE CADERA INGRESADOS EN UN HOSPITAL TRAUMATOLÓGICO DE REFERENCIA EN LA CIUDAD DE SALVADOR, BAHIA Resumen Las fracturas del fémur proximal son lesiones graves que pueden resultar en un trauma severo, a menudo asociadas a la disfunción de otros órganos. El objetivo de este artículo es evaluar el perfil clínico y epidemiológico de los pacientes con fractura de cadera ingresados en un hospital traumatológico de referencia en la ciudad de Salvador, Bahia. Se trata de un estudio descriptivo de pacientes con diagnóstico de fractura de cadera, sometidos a una cirugía e ingresados entre marzo de 2009 a julio de Los resultados muestran que, entre los pacientes, el 49,8% tenía, predominantemente, edades comprendidas entre 71 y 90 años, el 56,9% eran mujeres y el 50,2% eran afrodescendientes. En cuanto al tipo de fractura de cadera, 1054

3 el más frecuente, con 46,9%, fue el de fractura del cuello femoral. Las principales causas fueron las caídas, con un 82,4%, el 55,9% tuvo trastornos cardiovasculares, el 64% se sometió a la osteosíntesis y un 92,4% fueron dados de alta. Se concluye que la fractura de cadera se relaciona con la edad avanzada, el sexo femenino, y la presencia de comorbilidades como factores de influencia en el tiempo de recuperación y la independencia funcional, en la cual, un adecuado enfoque terapéutico, disminuye la incidencia de complicaciones y las tasas de morbimortalidad. Palabras-Clave: Fracturas de cadera. Fracturas del cuello femoral. Fractura trocantérea. Fractura subtrocanteriana. Fracturas femorales. INTRODUÇÃO O quadril representa a articulação proximal do cíngulo inferior 1,2 que conecta a cabeça do fêmur com o acetábulo. 1 Essa articulação é considerada do tipo sinovial esferoide multiaxial, ou seja, possui três eixos e três graus de liberdade de movimento. 1,2 É a mais estável das articulações e tem por função a locomoção e o suporte do peso de toda a estrutura corporal por meio do cíngulo pélvico para os membros inferiores. 1,3 Está constantemente submetida à ação da força de gravidade, torna-se mais vulnerável com a idade, que favorece a ocorrência de lesões ósseas na extremidade proximal do fêmur, consistindo, frequentemente, no acontecimento de fraturas. 1 As fraturas de quadril são as que ocorrem na parte proximal do fêmur e podem ser classificadas de acordo com a localização em três categorias: fraturas de colo femoral, fraturas transtrocantéricas e fraturas subtrocantéricas. 4 A mais comum dentre elas é a de colo femoral, por se constituir na região de maior sustentação corporal, além de ser a mais estreita e frágil do fêmur. 1 Fraturas da extremidade proximal do fêmur são lesões graves que podem resultar de traumas intensos, muitas vezes associados a disfunções de outros órgãos, que podem levar a deformidades e sequelas por complicações imediatas ou tardias. 5 Representam aproximadamente 50% dos casos de internação originada por trauma nos idosos. 6 São um problema de alta preocupação para a saúde pública, 7 pois possuem elevada taxa de prevalência, 8 altos índices de internação, re-internação e mortalidade, além de aumentarem com a idade. 7,9 Embora constituam importante encargo econômico e social, 9 esse impacto é pouco conhecido no Brasil. 10 A melhoria da expectativa de vida nos idosos e o crescimento das lesões em função de causas externas nos indivíduos jovens têm contribuído para o aumento do número out./dez

4 de casos das fraturas de quadril. 3,7,9 Devido ao crescente número de pacientes com fratura de terço proximal do fêmur, é significante analisar o perfil sociodemográfico e clínico dos indivíduos acometidos por este agravo, pois essa é uma condição para que os serviços de saúde atuem de forma a melhorar o fluxo de atendimento, prevenir as complicações e reduzir os índices de mortalidade. Assim, este estudo tem por objetivo avaliar o perfil clínico e epidemiológico de pacientes com fratura de quadril internados em um hospital de referência traumatológica da cidade do Salvador, Bahia. MATERIAIS E MÉTODOS Foi realizado um estudo descritivo de corte transversal, conduzido com pacientes que tiveram diagnóstico de fratura de quadril, foram submetidos a tratamento cirúrgico e estiveram internados entre março de 2009 a julho de 2011 em hospital de referência traumatológica na cidade de Salvador, Bahia. Foram excluídos os pacientes transferidos para outro hospital e que tiveram outras fraturas associadas. Os dados foram coletados em prontuários, considerados fontes secundárias, entre julho e agosto de 2011, no Serviço de Atendimento Médico e Estatística (SAME) do referido hospital e registrados em um formulário criado pelos pesquisadores, que continham as variáveis sociodemográficas e clínicas. O banco de dados foi elaborado no aplicativo Microsoft Office Excel 2007 e analisado no software R Foi feita uma análise descritiva pelo cálculo de frequências absolutas e relativas, com a finalidade de identificar as características gerais e específicas da amostra estudada. Para verificar a existência de associação entre as variáveis de interesse foi utilizado o teste Qui-Quadrado ou Exato de Fisher. Os resultados foram considerados estatisticamente relevantes quando p 0,05. Esta pesquisa teve a aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), sob o protocolo n.º 011/2011. A direção do hospital assinou o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), de acordo com os dispositivos de Resolução do Comitê Nacional de Ética em Pesquisas envolvendo seres humanos, no qual foram cumpridos os aspectos de confidencialidade, respeito, autonomia, beneficência e não maleficência do indivíduo. RESULTADOS Foram avaliados prontuários de 275 pacientes com diagnóstico de fratura de quadril. Dentre estes, 12 foram excluídos por terem sido transferidos para outra instituição, 1056

5 29 foram submetidos a tratamento conservador e 23 apresentaram fraturas associadas. Assim, os indivíduos excluídos totalizaram 64, de forma que este estudo resultou em uma amostra constituída de 211 sujeitos. As características epidemiológicas dos pacientes com fratura de terço proximal do fêmur, apresentadas na Tabela 1, mostraram que 105 (49,8%) tinham predominantemente idades entre 71 e 90 anos, 120 (56,9%) eram do sexo feminino e 106 (50,2%) foram classificados como pardos. Tabela 1 Características sociodemográficas dos pacientes com fratura de quadril atendidos em hospital de referência traumatológica Salvador (BA) Variáveis n % Faixa Etária (anos) Entre 10 e Entre 31 e Entre 51 e ,8 Entre 71 e ,8 > que ,4 Sexo Masculino 91 43,1 Feminino ,9 Cor da Pele Parda ,2 Não parda Não informada 67 31,8 Fonte: Elaboração própria. Verificou-se, na Tabela 2, em relação ao tipo de fratura de quadril, que a mais prevalente foi a fratura do colo de fêmur em 99 (46,9%) dos casos, seguido da fratura transtrocantérica com 76 (36%) e da fratura subtrocantérica com 36 (17,1%). A queda foi a causa de maior ocorrência em 114 (82,4%) dos episódios. Foi possível averiguar também que 118 (55,9%) apresentaram, em sua maioria, como principais comorbidades, as desordens cardiovasculares, 135 (64%) dos pacientes submeteram-se mais frequentemente a osteossíntese, e 195 (92,4%) tiveram como desfecho a alta hospitalar. Tabela 2 Características relacionadas às fraturas de quadril dos pacientes atendidos em hospital de referência traumatológica Salvador (BA) (continua) Variáveis n % Tipo de Fratura Colo de fêmur 99 46,9 Transtrocantérica Subtrocantérica 36 17,1 out./dez

6 Tabela 2 Características relacionadas às fraturas de quadril dos pacientes atendidos em hospital de referência traumatológica Salvador (BA) (conclusão) Variáveis n % Etiologia Violência 10 4,7 Acidentes automobilísticos e motociclísticos 17 8,1 Quedas ,4 Atropelamentos 5 2,4 Outros 5 2,4 Comorbidades Demência 12 5,7 Desordens cardiovasculares ,9 Desordens neurológicas 20 9,5 Desordens renais 11 5,2 Outros 32 15,2 Não apresentou 68 32,2 Abordagem Cirúrgica Artroplastia Osteossíntese Desfecho Alta hospitalar ,4 Óbito 16 7,6 Fonte: Elaboração própria. Na Tabela 3 é apresentada a associação entre faixa etária, etiologia e tipo de fratura de quadril. Verifica-se que 10 (52,6%) dos pacientes na faixa etária entre 10 e 30 anos apresentaram com mais frequência fratura subtrocantérica, enquanto 12 (63,1%) entre 31 e 50 anos, 22 (47,8%) entre 51 e 70 anos, 51 (48,6%) entre 71 e 90 anos e 10 (45,5%) maior que 90 anos tiveram fratura de colo do fêmur. Salienta-se que estes dados foram estatisticamente significantes. Dos indivíduos acometidos por violência 6 (60%) apresentaram mais frequentemente fratura subtrocantérica; as vítimas de acidentes automobilísticos e motociclísticos 7 (41,2%) e atropelamentos 2 (40%) obtiveram a fratura de colo femoral e fratura subtrocantérica, os pacientes que sofreram quedas 85 (48,8%) e outras causas 4 (80%) tiveram fratura de colo femoral, no qual estes dados mostraram significância estatística. Tabela 3 Associação entre faixa etária, etiologia e tipo de fratura de quadril dos pacientes atendidos em hospital de referência traumatológica Salvador (BA) (continua) Tipo de fratura Variáveis Colo de fêmur Transtrocantérica Subtrocantérica Valor n % n % n % de p Faixa etária (anos) Entre 10 e ,1 5 26, ,6 Entre 31 e ,1 4 21,1 3 15,8 Entre 51 e , ,8 8 17,4 Entre 71 e , ,4 > que ,5 9 40,9 3 13,6 0,

7 Tabela 3 Associação entre faixa etária, etiologia e tipo de fratura de quadril dos pacientes atendidos em hospital de referência traumatológica Salvador (BA) (conclusão) Variáveis Etiologia Tipo de fratura Colo de fêmur Transtrocantérica Subtrocantérica Valor de p n % n % n % Violência Acidentes automobilísticos e motociclísticos 7 41,2 3 17,6 7 41,2 Quedas 85 48, , ,1 Atropelamentos Outros ,001 Fonte: Elaboração própria. Nota: Sinal convencional utilizado: Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. A Tabela 4 aborda a associação entre o tipo de fratura de quadril, tempo de internamento e abordagem cirúrgica, no qual 57 (57,6%) dos indivíduos com fratura de colo femoral, 24 (44,8%) com fratura transtrocantérica e 15 (41,7%) com fratura subtrocantérica apresentaram, em sua maioria, tempo de internamento total superior a 12 dias. Em relação ao tempo de internamento na UTI, 34 (34,3%) dos pacientes com fratura de colo do fêmur e 24 (31,6%) com fratura transtrocantérica permaneceram entre 1 e 2 dias internados, enquanto 19 (52,9%) dos indivíduos com fratura subtrocantérica não estiveram na UTI. Salienta-se que estes dados foram estatisticamente significantes. Quanto à abordagem cirúrgica, 70 (70,7%) dos sujeitos com fratura de colo de fêmur foram tratados majoritariamente por artroplastia, enquanto 73 (73,1%) com fratura transtrocantérica e 33 (91,7%) com fratura subtrocantérica foram abordados por osteossíntese, no qual esta variável apresenta significância estatística. Tabela 4 Associação entre o tipo de fratura de quadril, tempo de internamento e abordagem cirúrgica dos pacientes atendidos em hospital de referência traumatológica Salvador (BA) (continua) Tipo de fratura Colo de fêmur Transtrocantérica Subtrocantérica Valor n % n % n % de p Tempo de internamento total Entre 3 e 5 dias 6 6,1 2 2,6 3 8,3 Entre 6 e 8 dias 14 14, , ,8 Entre 9 e 12 dias 22 22, ,9 8 22,2 > que 12 dias 57 57, , ,7 0,235 Tempo de internamento na UTI Entre 1 e 2 dias 34 34, ,6 7 19,4 Entre 3 e 5 dias 28 28, ,1 7 19,4 > que 5 dias 19 19, ,4 3 8,3 Não esteve na UTI 18 18, , ,9 0,005 out./dez

8 Tabela 4 Associação entre o tipo de fratura de quadril, tempo de internamento e abordagem cirúrgica dos pacientes atendidos em hospital de referência traumatológica Salvador (BA) (conclusão) Tipo de fratura Colo de fêmur Transtrocantérica Subtrocantérica Valor n % n % n % de p Abordagem cirúrgica Artroplastia 70 70,7 3 3,9 3 8,3 Osteossíntese 29 29, , ,7 0,001 Fonte: Elaboração própria. A associação entre o tipo de fratura de quadril, complicações e desfecho, observada na Tabela 5, demonstra que os pacientes com fratura de colo femoral obtiveram mais frequentemente infecção 12 (12,1%) e embolia 4 (4%), enquanto entre os que tiveram fratura transtrocantérica ocorreram outras complicações 15 (19,7%), apesar de os pacientes com fratura subtrocantérica apresentarem o maior percentual para ausência de complicações 28 (77,8%), estes também tiveram, com mais frequência, perda de síntese 1 (2,8%). Quanto ao desfecho clínico, 90 (90,4%) dos pacientes com fratura de colo femoral, 71 (93,4%) com fratura transtrocantérica e 34 (94,4%) com fratura subtrocantérica evoluíram, em sua maioria, com alta hospitalar. Tabela 5 Associação entre o tipo de fratura de quadril, complicações e desfecho dos pacientes atendidos em hospital de referência traumatológica Salvador (BA) Variáveis Complicações Tipo de fratura Colo de Fêmur Transtrocantérica Subtrocantérica Valor de p n % n % n % Infecção 12 12,1 4 5,3 3 8,3 0,288 Perda de síntese ,6 1 2,8 0,514 Embolia ,9 0,621 Outros 18 12, ,7 6 16,7 0,921 Não apresentou 72 72, , ,8 0,811 Desfecho Alta hospitalar 90 90, , ,4 Óbito 9 9,1 5 6,6 2 5,6 0,726 Fonte: Elaboração própria. Nota: Sinal convencional utilizado: Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento. DISCUSSÃO O perfil clínico e epidemiológico dos pacientes internados com fratura de quadril em um hospital de referência traumatológica em Salvador, Bahia, foi qualificado, 1060

9 em sua maioria, por indivíduos com idade entre 71 e 90 anos, sexo feminino, raça parda e residente na capital. Foram ainda identificadas a ocorrência predominantemente de fratura do tipo de colo femoral, episódios de quedas como causa principal, desordens cardiovasculares como comorbidade mais frequente, prevalência da osteossíntese na abordagem cirúrgica e como desfecho a alta hospitalar. No presente estudo, destacou-se a maior ocorrência da fratura de quadril encontrada na faixa etária entre 71 e 90 anos, semelhante ao descrito na literatura. Estudo que caracterizou idosos com fratura de fêmur atendidos em um hospital escola público 11 identificou que 40,45% dos pacientes com fratura de terço proximal do fêmur tinham entre 80 e 89 anos. Dados que corroboram esse achado são explanados em estudo sobre fratura de quadril em idosos, 7 que revelou a idade média encontrada de 79,23 anos. Em pesquisa sobre evolução funcional nas fraturas de extremidade proximal do fêmur, 12 a média foi de 75,84 anos. Esta informação pode ser justificada pela presença de alterações que aumentam com a idade e favorecem a ocorrência destas lesões, dentre elas a diminuição da acuidade visual, déficit de equilíbrio, diminuição da força muscular, presença de doenças pré-existentes, como a osteoporose, doenças cardíacas, diabetes e patologias pulmonares. A ocorrência da fratura de quadril em pacientes do sexo feminino destacou-se no estudo atual. Resultados evidenciados em pesquisa realizada em 2007, 11 já citada, mostraram que, dos indivíduos atendidos em um hospital com diagnóstico de fratura de terço proximal do fêmur, 61,80% eram mulheres. Do mesmo modo, estudo de 2010, 13 sobre fratura de quadril, e outro de 2011, 14 cuja população incluiu principalmente pacientes do sexo feminino com médias de 75,9% e 76,8%, respectivamente. Investigação realizada em 2009 encontrou que as mulheres agrupam vários fatores de risco para o desenvolvimento da fratura de quadril, que tem como causa principal a osteoporose, gerada pela diminuição da massa óssea que ocorre principalmente no período pós-menopausa por conta da redução da secreção de estrogênio. 15 Esta maior ocorrência também pode ser explicada pelo fato de as mulheres estarem mais expostas às atividades do lar, possuírem estrutura física mais frágil que os homens e apresentarem maior prevalência de doenças crônicas. Neste estudo, a maioria dos pacientes era da raça parda, o que difere de estudo de 2010, 16 que tratou da vulnerabilidade de idosos a quedas e demonstrou que 92% dos pacientes eram da raça branca. Também em estudo de 2007, já citado, 11 a população estudada foi representada majoritariamente por indivíduos da raça branca. Tais dados mostram que estes tendem mais à fratura de terço proximal do fêmur, devido à predisposição de desenvolver osteoporose por possuírem menor densidade óssea. out./dez

10 Dentre as fraturas de quadril, o tipo mais prevalente no presente estudo foi a fratura do colo de fêmur, semelhante ao encontrado em estudo de 2007, 17 no qual 58% dos pacientes apresentaram, em sua maioria, este tipo de fratura. Os resultados obtidos em estudo de 2005, 4 envolvendo população geriátrica, contrariam esses dados, ao revelar que 59% dos pacientes apresentaram fratura transtrocanteriana, assim como verificado em estudo de 2011, 18 no qual 52% dos indivíduos apresentaram mais frequentemente este tipo de fratura. Estudo de 2010, 19 que identificou tipos de fratura de quadril, referiu que a região transtrocantérica é o local do quadril que absorve mais força após uma injúria e esta absorção aumenta à medida que a fragilidade óssea cresce. Pôde-se concluir que os tipos da fratura estão relacionados com a qualidade óssea e a natureza do mecanismo etiológico. A queda foi a principal causa de fratura de quadril, no atual estudo, o que confirma os achados da literatura. Evidenciou-se, na citada pesquisa de 2007 e em estudo de 2009, que a queda foi o principal mecanismo de trauma em 80% e 94% dos episódios, respectivamente. O declínio da capacidade funcional, a diminuição da aptidão em realizar atividades de forma independente e a influência das condições ambientais predispõem à ocorrência deste agravo que aumenta o risco com o avançar da idade. 15 Com referência à associação entre o tipo de fratura de quadril, faixa etária e fatores etiológicos, neste estudo, os indivíduos entre 10 e 30 anos apresentaram mais frequentemente fratura do tipo subtrocantérica, enquanto os pacientes entre 31 e 50 anos, entre 51 e 70 anos, entre 71 e 90 anos e maior que 90 anos tiveram, em sua maioria, fratura de colo femoral. Confirmam esses achados estudo 20 que relatou casos de pacientes acometidos por fratura subtrocantérica relativamente mais jovens em comparação com os outros tipos. Isto pode ser explicado pelo fato do maior envolvimento de indivíduos mais novos em traumas de alta energia, como violência, acidentes automobilísticos, motociclísticos e atropelamentos, ao contrário da população idosa, que é acometida com maior frequência por traumas de baixa energia, entre eles as quedas da própria altura ou quedas acidentais. As desordens cardiovasculares foram a comorbidade que mais acometeu os indivíduos deste estudo. Confirma este achado estudo 17 no qual as desordens cardiovasculares foram a comorbidade mais presente em 47% dos casos, assim como estudo 21 que descreve pacientes com insuficiência cardíaca com seis vezes mais chances de desenvolverem fratura de quadril. Este achado pode ser explicado pelo fato de existir uma associação entre os fatores de risco da fratura de terço proximal do fêmur e as desordens cardiovasculares com o avançar da idade, diminuição da tolerância ao exercício, diabetes, hipertensão arterial, uso de diuréticos, redução dos níveis de vitamina D, nos quais tais fatores estão diretamente ligados 1062

11 à redução do metabolismo ósseo. Pesquisa 12 demonstra que os pacientes não acometidos por comorbidades apresentaram melhor evolução do que aqueles com doenças associadas; os autores identificaram influência no tempo de internação, prognóstico, conduta terapêutica e qualidade de vida, tal como descrito em estudo 22 no qual os indivíduos com maior número de comorbidades apresentaram tempo maior de reabilitação. Os pacientes com fratura do colo femoral, fratura transtrocantérica e fratura subtrocantérica apresentaram, com mais frequência, tempo de internamento total maior que 12 dias, assim como foi demonstrado em estudo 10 que trata do custo hospitalar para fratura do fêmur por osteoporose, no qual, dentre os pacientes avaliados em dois hospitais, o tempo médio de internamento na primeira instituição foi de 11,1 dias e os da segunda foi de 13,0 dias. Com relação ao tempo de internamento na UTI, os indivíduos com fratura do colo de fêmur e fratura transtrocantérica permaneceram internados, em sua maioria, entre 1 e 2 dias, enquanto os pacientes com fratura subtrocantérica não estiveram internados na UTI. A pesquisa citada 10 também registrou o tempo médio de internamento na UTI, no qual o da primeira unidade teve uma média de 2,2 dias e o da segunda unidade foi de 0,7 dias. O aumento do tempo de internamento após a cirurgia tem associação com a idade avançada, pois estes indivíduos estão mais sujeitos a apresentarem comorbidades e complicações. Outro provável fator para o tempo prolongado no hospital são os longos períodos de espera por vaga e materiais para a realização da cirurgia como consequência de um sistema deficitário em algumas instituições do país. A abordagem cirúrgica mais utilizada no presente estudo foi a osteossíntese. Resultados semelhantes foram descritos em estudos, 11,23 nos quais ficou demonstrado que 90% e 59%, respectivamente, foram tratados cirurgicamente por osteossíntese. A osteossíntese é indicada nos casos de fraturas em pacientes jovens com qualidade óssea suficiente para permitir a implantação da fixação interna. 24 A terapêutica da fratura de quadril ocorre geralmente de forma cirúrgica e o tratamento conservador deve ser instituído apenas em casos de alto risco cirúrgico devido à presença de comorbidades que a contraindique. A imobilidade gerada pela fratura de quadril pode agravar ou desencadear inúmeras patologias, por isto o método de escolha deve visar à mobilização precoce do paciente. 24 Na população estudada, a associação entre o tipo de fratura e a abordagem cirúrgica demonstrou que os pacientes acometidos por fratura de colo femoral, em sua maioria, foram submetidos à artroplastia de quadril enquanto aqueles com fratura transtrocantérica e fratura subtrocantérica foram submetidos à osteossíntese. A análise do prontuário dos pacientes internados com fratura do colo de fêmur e tratados cirurgicamente out./dez

12 por artroplastia de quadril permitiu concluir-se que esse procedimento contribuiu para o aumento da sobrevida dos indivíduos e melhora da qualidade de vida. 25 Por conta de esse tipo de fratura acometer indivíduos em idade mais avançada e com baixa qualidade óssea, a artroplastia mostra-se eficaz na correção dessas lesões, por permitir uma menor taxa de complicações e reoperações, além de melhorar a função da articulação do quadril. A osteossíntese deve ser o método de escolha no tratamento das fraturas transtrocantéricas e subtrocantéricas, a menos que a articulação apresente alterações degenerativas avançadas, pois esta indica um fator de falha na colocação da síntese. 24 Em relação à presença de complicações, os indivíduos com fratura do colo de fêmur apresentaram mais frequentemente infecção e embolia, enquanto os pacientes com fratura transtrocantérica tiveram, em sua maioria, complicações ligadas à função pulmonar, como atelectasia, derrame pleural e insuficiência respiratória. Já os pacientes com fratura subtrocantérica, apesar de obterem o maior índice para a ausência de complicações, tiveram com mais frequência a perda da síntese. As complicações estão relacionadas com o período prolongado no leito. 26 A mobilização precoce deve ser realizada nas primeiras 48 horas após a intervenção cirúrgica, para reduzir essas complicações, além de permitir a motivação desses pacientes quanto à recuperação. 27 Portanto, o tratamento realizado de forma adequada vai diminuir os índices de cronicidade, invalidez, incapacidade e impacto social. No presente estudo, foi constatado que os indivíduos acometidos por fratura de quadril obtiveram mais frequentemente a alta hospitalar como desfecho clínico. O óbito ocorreu em 7,3% dos casos após a cirurgia, como registra estudo de Dentre os pacientes admitidos, 25,4% foram a óbito no primeiro ano após o procedimento cirúrgico, como afirma estudo de 2010, 28 e este admitiu que os indivíduos do sexo masculino, idade avançada, comorbidades não controladas, atraso na cirurgia e complicações após processo cirúrgico estão mais susceptíveis à mortalidade. O maior índice de óbitos no presente estudo foi de pacientes com fratura do colo de fêmur, na qual esse traçado de fratura teve correlação com as características delineadas acima. Em concordância, estudo 29 relata que um atraso no procedimento cirúrgico foi associado com maior risco de morte, porém o momento ideal para a realização da correção cirúrgica é controverso na literatura. Análise prospectiva observacional identificou que 2,7% dos pacientes foram a óbito no primeiro mês de acompanhamento, 16,2% havia morrido em 6 meses e 28,6% em um ano. 30 A demência, delirium, depressão e déficit funcional aumentam a probabilidade de morte após dois anos de fratura. 27 Neste estudo, porém, só foi possível quantificar o índice de mortalidade até o momento da alta do hospital. Consequentemente, não se tem conhecimento da evolução dos pacientes após esta data. 1064

13 A efetivação do presente estudo foi vantajosa pela possibilidade de ser realizado em um centro de referência traumatológica que, além de prestar assistência à saúde, apoia a pesquisa científica e possui fácil acesso. Em acréscimo, consistiu em uma pesquisa de baixo custo para sua concretização. Entretanto, como fatores limitantes, citam-se o desenho do estudo utilizado com a investigação realizada em prontuários e o fato de o hospital encontrar-se em reforma estrutural, o que pode ter gerado subnotificações e perdas na coleta. CONCLUSÃO Este estudo demonstrou a relação da fratura de terço proximal do fêmur com o avançar da idade, ocorrência no sexo feminino e presença de comorbidades como influenciador no tempo de recuperação e independência funcional. Verificou-se também a necessidade da intervenção cirúrgica no tratamento deste agravo, no qual uma adequada abordagem terapêutica diminui a incidência de complicações e das taxas de morbimortalidade. É necessária, porém, a realização de outros estudos para explicar a correlação entre a presença de comorbidades e evolução clínica dos pacientes acometidos por esta injúria, além de pesquisas que demonstrem a associação entre o traçado de fratura e as variáveis sociodemográficas e clínicas. REFERÊNCIAS 1. Moore KL, Dalley AF. Anatomia orientada para a clínica. 5. a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; p Kapanji AI. Fisiologia articular. 5. a ed. São Paulo: Guanabara Koogan; v. II. p Sizinio H, Xavier R. Ortopedia e traumatologia princípios e prática. 3. a ed. São Paulo: Artmed; p Trikha V, Rastogi S. Epidemiology and rehabilitation of hip fractures in the geriatric population. IJPMR Apr;16(1): Pires RES, Reis FB, Simões CE, Santos LEN, Rodrigues VB, Andrade MAP, et al. Fratura diafisária do fêmur: reprodutibilidade das classificações AO-ASIF e WINQUIST. Acta Ortop Bras. 2010;18(4): Freitas EV, Neri AL, Ligia PY, Rocha SM. Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; Cunha PTS, Artifon AN, Lima DP, Marques WP, Rahal MA, Ribeiro RR, et al. Fratura de quadril em idosos: tempo de abordagem cirúrgica e sua associação quanto a delirium e infecção. Acta Ortop bras. 2008;16(3): out./dez

14 8. Costa ACB, Demétrio FN, Guajardo VD, Gattaz WF, Amatuzzi MM, Cafalli F, et al. Prevalência de depressão em mulheres idosas com fratura de quadril. Rev Psiq Clín jan;36(3): Berral FJ, Moreno M, Berral CJ, Contreras MEK, Carpintero P. Composição corporal de pacientes acamados por fratura de quadril. Acta Ortop bras. 2008;16(3): Bracco OL, Fortes EM, Raffaelli MP, Araújo DV, Santili C, Lazaretti-Castro M. Custo hospitalar para tratamento da fratura aguda do fêmur por osteoporose em dois hospitais-escola conveniados ao Sistema Único de Saúde. J bras Econ Saúde. 2009;1(1): Muniz CF, Arnaut AC, Yoshida M, Trelha CS. Caracterização dos idosos com fratura de fêmur proximal atendidos em um hospital escola público. Rev Esp Saúde. 2007;8(2): Rocha MA, Azer HW, Nascimento VG. Evolução funcional nas fraturas da extremidade proximal do fêmur. Acta Ortop Bras. 2009;17(1): Guerra MTE, Thober TA, Bigolin AV, Souza MP, Echeveste S. Fratura do quadril: uma avaliação pós-operatória do resultado clínico e funcional. Rev Bras Ortop. 2010;45(6): Carreta E, Bochicchio V, Rucci P, Fabbri G, Laus M, Fantini MP. Hip fracture: effectiveness of early surgery to prevent 30-day mortality. Int Orthopaedics. 2011;35: Banks E, Reeves GK, Beral V, Balkwill A, Liu B, Roddam A, et al. Hip fracture incidence in relation to age, menopausal status, and age at menopause: prospective analysis. PLoS Medicine. 2009;6(11): Rocha L, Silva RM, Budó MLD, Tavares JP, Beuter M. Vulnerabilidade de idosos a quedas seguidas de fratura de quadril. Esc Anna Nery. 2010;14(4): Pacheco CRS. Fratura proximal de fêmur: estudo de uma coorte residente em Assis/SP [Dissertação]. São Carlos: Universidade Federal de São Carlos; Lee KH, Ha YC, Lee YK, Kang H, Koo KH. Frequency, risk factors, and prognosis of prolonged delirium in elderly patients after hip fracture surgery. Clin Orthop Relat Res. 2011;469(9): Tanner DA, Kloseck M, Crilly RG, Chesworth B, Gilliland J. Hiphfracture types in men and women change differently with age. BMC Geriatrics. 2010;10(12). 20. Wang Z, Bhattacharyya T. Trends in incidence of subtrochanteric fragility fractures and bisphosphonate use among the US elderly, J Bone Min Res. 2011;26(3):

15 21. Carbone L, Buzkova P, Fink HA, Lee JS, Chen Z, Ahmed A. Hip fractures and heart failure: findings from the cardiovascular health study. Eur Heart J. 2010;31(1): Assunção JH, Fernandes TL, Santos ALG, Sakaki MH, Zumiott AV. Fatores preditivos para marcha na fratura transtrocanteriana do fêmur. Acta Ortop Bras. 2009;17(1): Garcia R, Leme MD, Garcez-Leme LE. Evolution of Brazilian elderly with hip fracture secondary to a fall. Clinics. 2006;61(6): Butler M, Forte M, Kane RL, Joglekar S, Duval SJ, Swiontkowski M, et al. Treatment of common hip fractures. AHRQ. 2009;9(13). 25. Chikude T, Fujiki EN, Honda EK, Ono NK, Milani C. Avaliação da qualidade de vida dos pacientes idosos com fratura do colo de fêmur tratados cirurgicamente pela artroplastia parcial de quadril. Acta Ortop Bras. 2007;15(4): Sidhu AS, Singh AP, Singh AP, Singh S. Total hip replacement as primary treatment of unstable intertrochanteric fractures in elderly patients. Int Orthop. 2010;34(6): Cunha U, Veado MAC. Fratura da extremidade proximal do fêmur em idosos: independência funcional e mortalidade em um ano. Rev bras Ortop. 2006;41(6): Ono NK, Lima NDA, Honda EK, Polesello EK, Guimarães RP, Ricioli Júnior W, et al. Artroplastia parcial no tratamento das fraturas do colo do fêmur. Rev Bras Ortop. 2010;45(4): Bottle A, Aylin P. Mortality associated with delay in operation after hip fracture: observational study. BMJ Apr;332(7547): Juliebø V, Krogseth M, Skovlund E, Engedal K, Torgeir BW. Medical treatment predicts mortality after hip fracture. J Gerontol. 2009;65(4): Recebido em e aprovado em out./dez

ARTIGO ORIGINAL. AVALIAÇÃO INTRA-HOSPITALAR DE PACIENTES PORTADORES DE FRATURAS DO FÊMUR PROXIMAL a

ARTIGO ORIGINAL. AVALIAÇÃO INTRA-HOSPITALAR DE PACIENTES PORTADORES DE FRATURAS DO FÊMUR PROXIMAL a ARTIGO ORIGINAL AVALIAÇÃO INTRA-HOSPITALAR DE PACIENTES PORTADORES DE FRATURAS DO FÊMUR PROXIMAL a Marcos Almeida Matos b Rogério Meira Barros c Bruno Vieira Pinto da Silva c Flávio Robert Santana d Resumo

Leia mais

MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA

MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA INTRODUÇÃO MORBIDADES AUTORREFERIDAS POR IDOSOS ATENDIDOS EM UM AMBULATÓRIO DE GERIATRIA Mayara Muniz Dias Rodrigues 1 Saemmy Grasiely Estrela de Albuquerque 2 Maria das Graças Melo Fernandes 3 Keylla

Leia mais

Estudo epidemiológico das fraturas de fêmur proximal em Canoas no ano de 2010

Estudo epidemiológico das fraturas de fêmur proximal em Canoas no ano de 2010 artigo original Estudo epidemiológico das fraturas de fêmur proximal em Canoas no ano de 2010 Epidemiological study of proximal femur fractures in Canoas in 2010 Fernando Pelinser Martini 1, Marcelo Teodoro

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ PERFIL NUTRICIONAL DE PACIENTES INTERNADOS EM UM HOSPITAL DE LONDRINA-PARANÁ SCHUINDT, P. S; ANDRADE, A. H. G. RESUMO A grande incidência de desnutrição hospitalar enfatiza a necessidade de estudos sobre

Leia mais

COMPLICAÇÕES APRESENTADAS NOS PACIENTES IDOSOS ACOMETIDOS POR FRATURA DE FEMUR

COMPLICAÇÕES APRESENTADAS NOS PACIENTES IDOSOS ACOMETIDOS POR FRATURA DE FEMUR COMPLICAÇÕES APRESENTADAS NOS PACIENTES IDOSOS ACOMETIDOS POR FRATURA DE FEMUR Maria de Fátima Leandro Marques¹; Suely Aragão Azevêdo Viana² ¹ Bióloga do Centro de Assistência Toxicológico do Hospital

Leia mais

AVALIAÇÃO DE MORBIDADES E ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM MULHERES COM CÂNCER DE MAMA: ANÁLISE RETROSPECTIVA DE 2008 A 2012

AVALIAÇÃO DE MORBIDADES E ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM MULHERES COM CÂNCER DE MAMA: ANÁLISE RETROSPECTIVA DE 2008 A 2012 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA-UnB FACULDADE DE CEILÂNDIA-FCE CURSO DE FISIOTERAPIA DEBORAH COSTA TEIXEIRA PELUCIO SILVA AVALIAÇÃO DE MORBIDADES E ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM MULHERES COM CÂNCER DE MAMA: ANÁLISE

Leia mais

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Características socioeconômicas, demográficas, nutricionais, controle glicêmico e atividade física de adolescentes portadores de diabetes melito tipo 1 Izabela Zibetti de ALBUQUERQUE 1 ; Maria Raquel Hidalgo

Leia mais

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO?

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: HÁ DIFERENÇA NA DISTRIBUIÇÃO ENTRE IDOSOS POR SEXO? Enelúzia Lavynnya Corsino de Paiva China (1); Lucila Corsino de Paiva (2); Karolina de Moura Manso da Rocha (3); Francisco

Leia mais

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES TRATADOS NA CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA DA UEG

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES TRATADOS NA CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA DA UEG Anais do IX Seminário de Iniciação Científica, VI Jornada de Pesquisa e Pós-Graduação e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS 19 a 21 de outubro de 2011 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO

Leia mais

OCORRÊNCIA E ETIOLOGIA DO TRAUMATISMO DENTAL EM ALUNOS DO CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL/RS

OCORRÊNCIA E ETIOLOGIA DO TRAUMATISMO DENTAL EM ALUNOS DO CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL/RS Revista de Endodontia Pesquisa e Ensino On Line - Ano 4, Número 7, Janeiro/Junho, 2008. 1 OCORRÊNCIA E ETIOLOGIA DO TRAUMATISMO DENTAL EM ALUNOS DO CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO

Leia mais

Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur

Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur Prof André Montillo Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur Fraturas Proximal do Fêmur: Anatomia: Elementos Ósseos Cabeça do Fêmur Trocanter Maior Colo

Leia mais

TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG

TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA:

Leia mais

Caracterização dos doentes toxicodependentes observados pela equipa de Psiquiatria de Ligação - análise comparativa dos anos de 1997 e 2004

Caracterização dos doentes toxicodependentes observados pela equipa de Psiquiatria de Ligação - análise comparativa dos anos de 1997 e 2004 Caracterização dos doentes toxicodependentes observados pela equipa de Psiquiatria de Ligação - análise comparativa dos anos de 1997 e 2004 Joana Alexandre *, Alice Luís ** Resumo Analisaram-se as características

Leia mais

INCIDÊNCIA E PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES DOMÉSTICOS EM CRIANÇAS NA FASE TODDLER E PRÉ ESCOLAR

INCIDÊNCIA E PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES DOMÉSTICOS EM CRIANÇAS NA FASE TODDLER E PRÉ ESCOLAR INCIDÊNCIA E PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES DOMÉSTICOS EM CRIANÇAS NA FASE TODDLER E PRÉ ESCOLAR Malba Gean Rodrigues de Amorim 1 ; Gildenor Xavier Medeiros 2 ; Janaina Alves Benicio 3 ; Patricia Sibelly

Leia mais

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA

AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA AÇÕES EDUCATIVAS COM UNIVERSITÁRIOS SOBRE FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA Reângela Cíntia Rodrigues de Oliveira Lima UFPI/cynthiast_89@hotmail.com Gislany da Rocha Brito - UFPI/gislanyrochasj@hotmail.com

Leia mais

MORTALIDADE ENTRE TRABALHADORES: ANÁLISE DE UMA DÉCADA MORTALITY AMONG WORKERS: ANALYSIS OF A DECADE

MORTALIDADE ENTRE TRABALHADORES: ANÁLISE DE UMA DÉCADA MORTALITY AMONG WORKERS: ANALYSIS OF A DECADE Artigo Original MORTALIDADE ENTRE TRABALHADORES: ANÁLISE DE UMA DÉCADA MORTALITY AMONG WORKERS: ANALYSIS OF A DECADE Resumo Ana Claudia Conceição da Silva 1 Carlos Olimpio Válido Santana 1 Larissa Fernanda

Leia mais

MANUTENÇÃO DE ARCO DE MOVIMENTO DE MEMBROS INFERIORES EM PACIENTES IDOSOS COM TRAÇÃO ESQUELÉTICA RESTRITOS AO LEITO

MANUTENÇÃO DE ARCO DE MOVIMENTO DE MEMBROS INFERIORES EM PACIENTES IDOSOS COM TRAÇÃO ESQUELÉTICA RESTRITOS AO LEITO MANUTENÇÃO DE ARCO DE MOVIMENTO DE MEMBROS INFERIORES EM PACIENTES IDOSOS COM TRAÇÃO ESQUELÉTICA RESTRITOS AO LEITO Acadêmicos de Fisioterapia: Renato José Maria e Wallace Luiz Cardoso Professores Orientadores:

Leia mais

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012.

Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Internações por Hipertensão Essencial em homens idosos no Brasil: estudo comparativo entre as regiões nordeste e sudeste no período de 2008 a 2012. Layz Dantas de Alencar 1 - layzalencar@gmail.com Rosimery

Leia mais

AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA

AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA 1 AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA FEITOSA P. O. ; FELIPE D. M. Resumo: Entre os declínios fisiológicos relacionados ao envelhecimento

Leia mais

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO ASSOCIADO À AVALIAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE IDOSOS COM HIPERTENSÃO EM UM PROGRAMA DE HIDROTERAPIA

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO ASSOCIADO À AVALIAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE IDOSOS COM HIPERTENSÃO EM UM PROGRAMA DE HIDROTERAPIA 1 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO ASSOCIADO À AVALIAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE IDOSOS COM HIPERTENSÃO EM UM PROGRAMA DE HIDROTERAPIA EPIDEMIOLOGICAL PROFILE ASSOCIATED WITH THE EVALUATION OF THE BALANCE OF ELDERLEY WINTH

Leia mais

Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial

Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial Autores: Liza Batista Siqueira¹, Paulo César Brandão Veiga Jardim², Maria Virgínia Carvalho³,

Leia mais

CURSO DE EPIDEMIOLOGIA BÁSICA PARA PNEUMOLOGISTAS

CURSO DE EPIDEMIOLOGIA BÁSICA PARA PNEUMOLOGISTAS CURSO DE EPIDEMIOLOGIA BÁSICA PARA PNEUMOLOGISTAS Ana M.B. Menezes 1 e Iná da S. dos Santos 2 1 Prof a Titular de Pneumologia Faculdade de Medicina UFPEL 1 Presidente da Comissão de Epidemiologia da SBPT

Leia mais

CORRELAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA RENAL E ANEMIA EM PACIENTES NORMOGLICEMICOS E HIPERGLICEMICOS EM UM LABORATÓRIO DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE, CE

CORRELAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA RENAL E ANEMIA EM PACIENTES NORMOGLICEMICOS E HIPERGLICEMICOS EM UM LABORATÓRIO DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE, CE CORRELAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA RENAL E ANEMIA EM PACIENTES NORMOGLICEMICOS E HIPERGLICEMICOS EM UM LABORATÓRIO DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE, CE Janaína Esmeraldo Rocha, Faculdade Leão Sampaio, janainaesmeraldo@gmail.com

Leia mais

PERFIL CLÍNICO E SOCIODEMOGRÁFICO DE INTERNAÇÃO DE IDOSOS NA UNIDADE DE EMERGÊNCIA DE UM HOSPITAL GERAL

PERFIL CLÍNICO E SOCIODEMOGRÁFICO DE INTERNAÇÃO DE IDOSOS NA UNIDADE DE EMERGÊNCIA DE UM HOSPITAL GERAL PERFIL CLÍNICO E SOCIODEMOGRÁFICO DE INTERNAÇÃO DE IDOSOS NA UNIDADE DE EMERGÊNCIA DE UM HOSPITAL GERAL Bárbara Silva e Silva Cunha 1 Amanda Silva Nascimento 2 Selma Petra Chaves Sá 3 resumo O objetivo

Leia mais

INTERSETORIALIDADE ENTRE RECURSOS DE SAÚDE: GARANTIA DE CUIDADOS DOS USUÁRIOS DE SERVIÇOS TERCIÁRIOS

INTERSETORIALIDADE ENTRE RECURSOS DE SAÚDE: GARANTIA DE CUIDADOS DOS USUÁRIOS DE SERVIÇOS TERCIÁRIOS INTERSETORIALIDADE ENTRE RECURSOS DE SAÚDE: GARANTIA DE CUIDADOS DOS USUÁRIOS DE SERVIÇOS TERCIÁRIOS MS. Marli Elisa Nascimento Fernandes 1, Wanilde Barbosa de Morais 2, Marilda Alice Oliveira 2, Julinha

Leia mais

Efeitos da fisioterapia na força muscular respiratória do idoso: revisão de literatura

Efeitos da fisioterapia na força muscular respiratória do idoso: revisão de literatura Efeitos da fisioterapia na força respiratória do idoso: revisão de literatura Flávia Alves de Abreu 1, Ingrid Maziero Cheles 1, Maíra de Freitas Souza 1, Michelle Pereira Lima 1, Rafael Bossolan 1, Andréa

Leia mais

Fracturas osteoporóticas do colo do fémur: consequência inevitável do envelhecimento?

Fracturas osteoporóticas do colo do fémur: consequência inevitável do envelhecimento? Fracturas osteoporóticas do colo do fémur: consequência inevitável do envelhecimento? Uma análise de epidemiologia espacial INEB - Instituto de Engenharia Biomédica Maria de Fátima de Pina Instituto de

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE

Leia mais

CURRICULUM VITAE FORMAÇÃO ACADÊMICA. Residência Ortopedia e Traumatologia IOT Instituto de Ortopedia e Traumatologia Passo Fundo RS 1992 a 1995

CURRICULUM VITAE FORMAÇÃO ACADÊMICA. Residência Ortopedia e Traumatologia IOT Instituto de Ortopedia e Traumatologia Passo Fundo RS 1992 a 1995 CURRICULUM VITAE Luiz Henrique Penteado da Silva CRM: 19805 Quadril Pelve Trauma IOT Instituto de Ortopedia e Traumatologia - www.iotrs.com.br Rua Uruguai, 2050 CEP: 99010-112 Passo Fundo RS quadril@iotrs.com.br

Leia mais

GERIATRIA E SAUDE: ENVELHECIMENTO ATIVO NA PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE

GERIATRIA E SAUDE: ENVELHECIMENTO ATIVO NA PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE GERIATRIA E SAUDE: ENVELHECIMENTO ATIVO NA PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE Bianca Emanuelle Silva Constâncio Acadêmica do curso de Fisioterapia do Centro Universitário de João Pessoa UNIPÊ, email: biancaemanuelle@live.com

Leia mais

PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA

PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 PERFIL DEMOGRÁFICO E ANTROPOMÉTRICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS À ANGIOPLASTIA CORONARIANA Gisele Escudeiro 1 ; Willian Augusto de Melo 2 RESUMO: A angioplastia

Leia mais

MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG

MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG Fábio Alexandre Moreschi Guastala 1, Mayara

Leia mais

Programa de Especialização Cirurgia do Quadril (R4) Treinamento Avançado em Cirurgia do Quadril. Goiânia GO / Maio de 2015.

Programa de Especialização Cirurgia do Quadril (R4) Treinamento Avançado em Cirurgia do Quadril. Goiânia GO / Maio de 2015. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DE GOIÁS HOSPITAL DE URGÊNCIA DE GOIÂNIA (HUGO) / HOSPITAL GERAL DE GOIÂNIA ALBERTO RASSI () SERVIÇO DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA / SERVIÇO DE CIRURGIA DO QUADRIL

Leia mais

SÍNDROMES GERIÁTRICAS: PREVALÊNCIA DE FRAGILIDADE E IMOBILISMO EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS

SÍNDROMES GERIÁTRICAS: PREVALÊNCIA DE FRAGILIDADE E IMOBILISMO EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS SÍNDROMES GERIÁTRICAS: PREVALÊNCIA DE FRAGILIDADE E IMOBILISMO EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS Fernanda Diniz de Sá (UFRN) fedinizsa@yahoo.com.br Vanessa Mayra INTRODUÇÃO Um dos maiores

Leia mais

INDICADORES SOCIAIS E CLÍNICOS DE IDOSOS EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO

INDICADORES SOCIAIS E CLÍNICOS DE IDOSOS EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO INDICADORES SOCIAIS E CLÍNICOS DE IDOSOS EM TRATAMENTO HEMODIALÍTICO Rosângela Alves Almeida Bastos - Universidade Federal da Paraíba- email: rosalvesalmeida2008@hotmail.com Maria das Graças Melo Fernandes

Leia mais

Epidemiologia. Profa. Heloisa Nascimento

Epidemiologia. Profa. Heloisa Nascimento Epidemiologia Profa. Heloisa Nascimento Medidas de efeito e medidas de associação -Um dos objetivos da pesquisa epidemiológica é o reconhecimento de uma relação causal entre uma particular exposição (fator

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE IDOSAS PARTICIPANTES DE GRUPOS DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA A TERCEIRA IDADE Liziane da Silva de Vargas;

Leia mais

Idosos em um hospital universitário e em um hospital geriátrico*

Idosos em um hospital universitário e em um hospital geriátrico* ARTIGO ORIGINAL Arq Med Hosp Fac Cienc Med Santa Casa São Paulo 2011; 56(1):7-11 Idosos em um hospital universitário e em um hospital geriátrico* Elderly: in a university hospital and in a geriatric hospital

Leia mais

INCIDÊNCIA DE AIDS NA POPULAÇÃO IDOSA DO BRASIL

INCIDÊNCIA DE AIDS NA POPULAÇÃO IDOSA DO BRASIL INCIDÊNCIA DE AIDS NA POPULAÇÃO IDOSA DO BRASIL Tacilla Maria Rodrigues Pereira¹(tacilla90@hotmail.com) Milene Evaristo Pereira¹(Milene.trab@gmail.com) Nicole Cristine Diniz de Medeiros Dutra¹ (nicole_dutra@hotmail.com)

Leia mais

Análise da integração de unidades de emergência às redes de atenção à saúde em um estado do sul do Brasil.

Análise da integração de unidades de emergência às redes de atenção à saúde em um estado do sul do Brasil. Análise da integração de unidades de emergência às redes de atenção à saúde em um estado do sul do Brasil. Autores: Liza Yurie Teruya Uchimura (Universidade de São Paulo) Ana Luiza D Àvila Viana (Universidade

Leia mais

A EVITABILIDADE DE MORTES POR DOENÇAS CRÔNICAS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS VOLTADAS AOS IDOSOS

A EVITABILIDADE DE MORTES POR DOENÇAS CRÔNICAS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS VOLTADAS AOS IDOSOS A EVITABILIDADE DE MORTES POR DOENÇAS CRÔNICAS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS VOLTADAS AOS IDOSOS Niedja Maria Coelho Alves* nimacoal@hotmail.com Isabelle Carolline Veríssimo de Farias* belleverissimo@hotmail.com

Leia mais

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA INTRODUÇÃO Antonio Quaresma de Melo Neto NOVAFAPI Marcos Maciel Soares e Silva NOVAFAPI Marcelo

Leia mais

Custo hospitalar para tratamento da fratura aguda do fêmur por osteoporose em dois hospitais-escola conveniados ao Sistema Único de Saúde

Custo hospitalar para tratamento da fratura aguda do fêmur por osteoporose em dois hospitais-escola conveniados ao Sistema Único de Saúde ARTIGO ORIGINAL ORIGINAL ARTICLE Custo hospitalar para tratamento da fratura aguda do fêmur por osteoporose em dois hospitais-escola conveniados ao Sistema Único de Saúde Hospital cost to treat acute femoral

Leia mais

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VÁRZEA GRANDE

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VÁRZEA GRANDE TÍTULO: ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE FRENTE À CONDIÇÃO CRÔNICA DECORRENTE DO CÂNCER DE BOCA NA BAIXADA CUIABANA: ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DOS PACIENTES ATENDIDO NO HOSPITAL DE CÂNCER DE MATO GROSSO (HCMT)

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE ALTERAÇÕES DE EQUILÍBRIO E A QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS

A RELAÇÃO ENTRE ALTERAÇÕES DE EQUILÍBRIO E A QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS A RELAÇÃO ENTRE ALTERAÇÕES DE EQUILÍBRIO E A QUALIDADE DE VIDA EM IDOSOS Autor José André Ramos Gouveia; Orientadora: Isabella Dantas da Silva; Co-autores: Lorena Maria Brito Neves Pereira; Gabriela Brasileiro

Leia mais

PERFIL DOS PACIENTES PORTADORES DA OSTEOPOROSE ATENDIDOS PELO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

PERFIL DOS PACIENTES PORTADORES DA OSTEOPOROSE ATENDIDOS PELO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA PERFIL DOS PACIENTES PORTADORES DA OSTEOPOROSE ATENDIDOS PELO COMPONENTE ESPECIALIZADO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Raquel Lino de Menezes 8, Francielda Geremias da Costa Luz¹, Maycon Allison Horácio de

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA:

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚ ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

A EFICÁCIA DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES FÍSICO-FUNCIONAIS DE MEMBRO SUPERIOR NA MASTECTOMIA UNILATERAL TOTAL: ESTUDO DE CASO

A EFICÁCIA DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES FÍSICO-FUNCIONAIS DE MEMBRO SUPERIOR NA MASTECTOMIA UNILATERAL TOTAL: ESTUDO DE CASO A EFICÁCIA DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES FÍSICO-FUNCIONAIS DE MEMBRO SUPERIOR NA MASTECTOMIA UNILATERAL TOTAL: ESTUDO DE CASO GUIZELINI, L.H.; PEREIRA, N.T.C. RESUMO A mastectomia pode

Leia mais

O CONHECIMENTO DOS ENFERMEIROS DAS EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA REALIZAÇÃO DO EXAME CLÍNICO DAS MAMAS

O CONHECIMENTO DOS ENFERMEIROS DAS EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA REALIZAÇÃO DO EXAME CLÍNICO DAS MAMAS 1 O CONHECIMENTO DOS ENFERMEIROS DAS EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA REALIZAÇÃO DO EXAME CLÍNICO DAS MAMAS THE KNOWLEDGE OF FAMILY HEALTH PROGRAM NURSES ABOUT PERFORMING CLINICAL BREAST EXAMINATIONS KÊNIA

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DOS DISTÚRBIOS TIREOIDIANOS EM USUÁRIOS DE UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

CLASSIFICAÇÃO DOS DISTÚRBIOS TIREOIDIANOS EM USUÁRIOS DE UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS CLASSIFICAÇÃO DOS DISTÚRBIOS TIREOIDIANOS EM USUÁRIOS DE UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS Kamila Karoliny Ramos de Lima 1, Josimar dos Santos Medeiros 2. Resumo Entre as principais doenças de evolução

Leia mais

A doença meningocócica na região de Sorocaba, São Paulo, Brasil, no período de 1999 a 2008

A doença meningocócica na região de Sorocaba, São Paulo, Brasil, no período de 1999 a 2008 NOTA RESEARCH NOTE 2397 A doença meningocócica na região de Sorocaba, São Paulo, Brasil, no período de 1999 a 2008 Meningococcal disease in the Sorocaba region, São Paulo State, Brazil, 1999-2008 Miriam

Leia mais

Deficiência visual como causa de aposentadoria na região de Botucatu - São Paulo

Deficiência visual como causa de aposentadoria na região de Botucatu - São Paulo Deficiência de aposentadoria Paulo Erika Hoyama 1 Silvana Artioli Schellini 2 Maria Rosa Bet de Moraes-Silva 3 Carlos Roberto Padovani 4 Recebido em 26/10/00 Aprovado em 24/4/01 1- Pós-Graduanda da UNESP

Leia mais

PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ

PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ PERFIL NUTRICIONAL DE INDIVÍDUOS DIABÉTICOS ATENDIDOS PELA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA DE UM MUNICÍPIO DO NORTE DO PARANÁ VIEIRA, G.A. Resumo: O diabetes Mellitus é considerado atualmente uma das principais

Leia mais

ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA ÍRIA CRUZ PIMENTEL

ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA ÍRIA CRUZ PIMENTEL ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA ÍRIA CRUZ PIMENTEL RELAÇÃO DA ETNIA COM A HIPERTENSÃO ARTERIAL EM PACIENTES RESGISTRADOS NO PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE HIPERTENSOS E DIABÉTICOS

Leia mais

Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade

Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade Vargas, Liziane da Silva de; Benetti, Chane Basso; Santos, Daniela Lopes dos Avaliaç o antropométrica de idosas participantes de grupos de atividades físicas para a terceira idade 10mo Congreso Argentino

Leia mais

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR UM ESTUDO SOBRE A RELEVÂNCIA NA REGIÃO CENTRO-OESTE DE MINAS GERAIS *

TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR UM ESTUDO SOBRE A RELEVÂNCIA NA REGIÃO CENTRO-OESTE DE MINAS GERAIS * TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR UM ESTUDO SOBRE A RELEVÂNCIA NA REGIÃO CENTRO-OESTE DE MINAS GERAIS * BIPOLAR DISORDER A STUDY ABOUT ITS RELEVANCE IN THE MIDWEST AREA OF THE STATE OF MINAS GERAIS TRASTORNO

Leia mais

AÇÃO EDUCATIVA SOBRE PREVENÇÃO DE QUEDAS PARA IDOSOS INTERNADOS

AÇÃO EDUCATIVA SOBRE PREVENÇÃO DE QUEDAS PARA IDOSOS INTERNADOS AÇÃO EDUCATIVA SOBRE PREVENÇÃO DE QUEDAS PARA IDOSOS INTERNADOS Anairtes Martins de Melo; Keyla Rejane Frutuoso de Morais; Jamille Soares Moreira Alves; Ana Karina Monte Cunha Marques INTRODUÇÃO Faculdade

Leia mais

IMPACTO EPIDEMIOLÓGICO DA ESTENOSE AÓRTICA, QUAIS OS DADOS NACIONAIS?

IMPACTO EPIDEMIOLÓGICO DA ESTENOSE AÓRTICA, QUAIS OS DADOS NACIONAIS? IMPACTO EPIDEMIOLÓGICO DA ESTENOSE AÓRTICA, QUAIS OS DADOS NACIONAIS? Prof. Dr. Flávio Tarasoutchi Unidade de Valvopatias Instituto do Coração (InCor) - Hospital das Clínicas Universidade de São Paulo

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS FATORES DE RISCO PARA OSTEOPOROSE E QUEDAS EM VISITANTES DO ESTANDE DA LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA DO XVI ECAM

LEVANTAMENTO DOS FATORES DE RISCO PARA OSTEOPOROSE E QUEDAS EM VISITANTES DO ESTANDE DA LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA DO XVI ECAM LEVANTAMENTO DOS FATORES DE RISCO PARA OSTEOPOROSE E QUEDAS EM VISITANTES DO ESTANDE DA LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA DO XVI ECAM Patrícia Azevedo Garcia 1,3,4 ; Ludmilla Pinto Guiotti Cintra 1,3,4

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 RISCO DE QUEDAS EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS NO MUNICÍPIO DE LONDRINA/PR 2011

Mostra de Projetos 2011 RISCO DE QUEDAS EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS NO MUNICÍPIO DE LONDRINA/PR 2011 Mostra de Projetos 2011 RISCO DE QUEDAS EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS NO MUNICÍPIO DE LONDRINA/PR 2011 Mostra Local de: Londrina. Categoria do projeto Projetos em implantação, com resultados parciais.

Leia mais

Estratégia Epidemiológica Gestão de Pacientes Crônicos. Diretor Médico do Hospital Quinta D Or

Estratégia Epidemiológica Gestão de Pacientes Crônicos. Diretor Médico do Hospital Quinta D Or Guilherme Villa Novembro de 2013 Estratégia Epidemiológica Gestão de Pacientes Crônicos Diretor Médico do Hospital Quinta D Or A Importância Social do Tema Long-term care services are needed by individuals

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA E ETIOLÓGICA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E COMPLICAÇÕES RENAIS

ANÁLISE ECONÔMICA E ETIOLÓGICA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E COMPLICAÇÕES RENAIS ANÁLISE ECONÔMICA E ETIOLÓGICA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E COMPLICAÇÕES RENAIS MARTOS, Natália Martinez; HALBE, Ricardo natymm@gmail.com Centro de Pós-Graduação Oswaldo Cruz Resumo: O número

Leia mais

ADESÃO DE ADULTOS À TERAPIA EM VOZ NA CLÍNICA DE FONOAUDIOLOGIA

ADESÃO DE ADULTOS À TERAPIA EM VOZ NA CLÍNICA DE FONOAUDIOLOGIA ADESÃO DE ADULTOS À TERAPIA EM VOZ NA CLÍNICA DE FONOAUDIOLOGIA Autores: THAISY SANTANA DA SILVA, ADRIANA DE OLIVEIRA CAMARGO GOMES, ANA NERY BARBOSA DE ARAÚJO, JONIA ALVES LUCENA, ZULINA SOUZA DE LIRA,

Leia mais

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP (1 a 3 de dezembro de 2010) Objetivos da Pesquisa: 1) Gerais: Conhecer mais profundamente a saúde e condições de trabalho

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS Prof. Mestrando: Marcelo Mota São Cristóvão 2008 POPULAÇÕES ESPECIAIS

Leia mais

A Importância na Identificação dos Fatores de Risco para Prevenção do Câncer de Mama

A Importância na Identificação dos Fatores de Risco para Prevenção do Câncer de Mama A Importância na Identificação dos Fatores de Risco para Prevenção do Câncer de Mama Felipe A. de A. Souza Universidade Severino Sombra,Acd. de medicina faandrades@hotmail.com Juliana L. Fernandes Universidade

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

DISCREPÂNCIA DE MEMBROS INFERIORES E LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS EM CRIANÇAS PRATICANTES DE ATIVIDADES ESPORTIVAS

DISCREPÂNCIA DE MEMBROS INFERIORES E LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS EM CRIANÇAS PRATICANTES DE ATIVIDADES ESPORTIVAS DISCREPÂNCIA DE MEMBROS INFERIORES E LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS EM CRIANÇAS PRATICANTES DE ATIVIDADES ESPORTIVAS Karine Franciele Toldo 1 ; Priscila Daniele de Oliveira 1 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini

Leia mais

Data: 21/06/2013. NTRR 99/2013 Solicitante: Anacleto Falci 2º Juiz de Direito Auxiliar Comarca de Governador Valadares/MG. Numeração: 0191254-50.

Data: 21/06/2013. NTRR 99/2013 Solicitante: Anacleto Falci 2º Juiz de Direito Auxiliar Comarca de Governador Valadares/MG. Numeração: 0191254-50. NTRR 99/2013 Solicitante: Anacleto Falci 2º Juiz de Direito Auxiliar Comarca de Governador Valadares/MG. Numeração: 0191254-50.2013 Data: 21/06/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura TEMA:

Leia mais

Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011

Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011 Gastos com medicamentos para tratamento da Doença de Alzheimer pelo Ministério da Saúde, 2007-2011 Marina Guimarães Lima, Cristiane Olinda Coradi Departamento de Farmácia Social da Faculdade de Farmácia

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: Atendimento nutricional, hipertensão arterial, sobrepeso.

PALAVRAS CHAVE: Atendimento nutricional, hipertensão arterial, sobrepeso. V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 07 ESTADO NUTRICIONAL E PREVALÊNCIA DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS EM IDOSOS ATENDIDOS EM UMA CLÍNICA ESCOLA DE

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

ANÁLISE CUSTO-UTILIDADE DE ALTERNATIVAS PARA O PROBLEMA DAS FRATURAS DE FÊMUR OSTEOPORÓTICAS NO BRASIL

ANÁLISE CUSTO-UTILIDADE DE ALTERNATIVAS PARA O PROBLEMA DAS FRATURAS DE FÊMUR OSTEOPORÓTICAS NO BRASIL ANÁLISE CUSTO-UTILIDADE DE ALTERNATIVAS PARA O PROBLEMA DAS FRATURAS DE FÊMUR OSTEOPORÓTICAS NO BRASIL Letícia Krauss Silva ENSP/FIOCRUZ Introdução Atualmente vista como um dos problemas de saúde mais

Leia mais

DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO

DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO Roberta Kelle de Araújo Melo (FACENE) - robertakamelo@hotmail.com Morganna Guedes Batista (FACENE) - morganna_guedes@hotmail.com Rayra Maxiana

Leia mais

CONTROLE DA SAÚDE DO TRABALHADOR NAS EMPRESAS

CONTROLE DA SAÚDE DO TRABALHADOR NAS EMPRESAS CONTROLE DA SAÚDE DO TRABALHADOR NAS EMPRESAS Dr. Ailton Luis da Silva www.healthwork.com.br ailton@healthwork.com.br Tel: (11) 5083-5300 Modelos de Serviços de Saúde Ocupacional existentes. A Convenção

Leia mais

ANÁLISE DE ASPECTOS NUTRICIONAIS EM IDOSOS ADMITIDOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

ANÁLISE DE ASPECTOS NUTRICIONAIS EM IDOSOS ADMITIDOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ANÁLISE DE ASPECTOS NUTRICIONAIS EM IDOSOS ADMITIDOS NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Belarmino Santos de Sousa Júnior¹ ; Fernando Hiago da Silva Duarte²; Ana Elza da Silva Mendonça³ ¹ Acadêmico de Enfermagem

Leia mais

MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO

MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO MORBIDADE E MORTALIDADE POR NEOPLASIAS NO ESTADO DE PERNAMBUCO Edmilson Cursino dos Santos Junior (1); Renato Filipe de Andrade (2); Bianca Alves Vieira Bianco (3). 1Fisioterapeuta. Residente em Saúde

Leia mais

ID:1772 MORBIMORTALIDADE HOSPITALAR POR DIABETES MELLITUS EM UM MUNICÍPIO DO INTERIOR DA BAHIA, BRASIL

ID:1772 MORBIMORTALIDADE HOSPITALAR POR DIABETES MELLITUS EM UM MUNICÍPIO DO INTERIOR DA BAHIA, BRASIL Memorias Convención Internacional de Salud. Cuba Salud 15 ISBN 78-5-1-63-4 ID:177 MORBIMORTALIDADE HOSPITALAR POR DIABETES MELLITUS EM UM MUNICÍPIO DO INTERIOR DA BAHIA, BRASIL Andrade Rios, Marcela; Rodrigues

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Fisioterapia 2010-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Fisioterapia 2010-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Fisioterapia 2010-1 O USO DA OXIGENIOTERAPIA DOMICILIAR NO PACIENTE DPOC Autora: ROSA, Ana Carolina

Leia mais

Fraturas no Idoso. Pontifícia Universidade Católica do Paraná HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU Grupo de Cirurgia do Quadril

Fraturas no Idoso. Pontifícia Universidade Católica do Paraná HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU Grupo de Cirurgia do Quadril Fraturas no Idoso Pontifícia Universidade Católica do Paraná HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURU Grupo de Cirurgia do Quadril Dr. Ademir Schuroff Dr. Marco Pedroni Dr. Mark Deeke Dr. Josiano Valério Fraturas

Leia mais

23ª Imagem da Semana: Tomografia computadorizada de crânio

23ª Imagem da Semana: Tomografia computadorizada de crânio 23ª Imagem da Semana: Tomografia computadorizada de crânio Enunciado Paciente do sexo feminino, 86 anos, previamente hígida, há 4 meses com queixas de problemas de memória, déficit de atenção, lentificação

Leia mais

TÉCNICAS EM AVALIAÇÃO E REEDUCAÇÃO POSTURAL

TÉCNICAS EM AVALIAÇÃO E REEDUCAÇÃO POSTURAL 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA TÉCNICAS

Leia mais

CORRELAÇÃO ENTRE VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO E PROTEÍNA C REATIVA EM UM GRUPO DE IDOSOS.

CORRELAÇÃO ENTRE VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO E PROTEÍNA C REATIVA EM UM GRUPO DE IDOSOS. CORRELAÇÃO ENTRE VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO E PROTEÍNA C REATIVA EM UM GRUPO DE IDOSOS. Autor: ANA LUIZADA SILVA Orientador: Sâmia Macedo Queiroz Mota Castellão Tavares Coautor(es): Ana Luiza da Silva,

Leia mais

PROTOCOLOS DE ENFERMAGEM. Elaboração e Revisão: Maria das Graças S. dos Santos. Colaboradores: Ana Cristina Amorim Dantas Viviane Pereira Ramos

PROTOCOLOS DE ENFERMAGEM. Elaboração e Revisão: Maria das Graças S. dos Santos. Colaboradores: Ana Cristina Amorim Dantas Viviane Pereira Ramos Protocolos de Enfermagem IDENTIFICAÇÃO DE RISCO E PREVENÇÃO DE QUEDAS HEMORIO - 2010 1ª Ed. PROTOCOLOS DE ENFERMAGEM Elaboração e Revisão: Maria das Graças S. dos Santos Colaboradores: Ana Cristina Amorim

Leia mais

Prolia para osteoporose

Prolia para osteoporose Data: 29/06/2013 Nota Técnica 105/2013 Número do processo: 0110170-82.2013-813.0525 Solicitante: Juiz de Direito Dr. Napoleão da Silva Chaves Réu: Estado de Minas Gerais Medicamento Material Procedimento

Leia mais

Título do Projeto: Triagem das Principais Causas de Cegueira em uma Unidade de Atenção Básica de Saúde de Goiânia através da Telemedicina.

Título do Projeto: Triagem das Principais Causas de Cegueira em uma Unidade de Atenção Básica de Saúde de Goiânia através da Telemedicina. Título do Projeto: Triagem das Principais Causas de Cegueira em uma Unidade de Atenção Básica de Saúde de Goiânia através da Telemedicina. Título do Plano de Trabalho: Avaliação das Percepções de Pacientes

Leia mais

ÁREA: CV (X) CHSA ( ) ECET ( )

ÁREA: CV (X) CHSA ( ) ECET ( ) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ UFPI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PRPPG Coordenadoria Geral de Pesquisa CGP Campus Universitário Ministro Petrônio Portela,

Leia mais

DOENÇA DE LEGG-CALVÉ- PERTHES EM HAMSTER SÍRIO (MESOCRICETUS AURATUS) - RELATO DE CASO

DOENÇA DE LEGG-CALVÉ- PERTHES EM HAMSTER SÍRIO (MESOCRICETUS AURATUS) - RELATO DE CASO 1 RAPHAEL DE CARVALHO CLÍMACO 1, MAÍRA SANTOS SEVERO CLÍMACO 2, JÉSSICA SOUZA DIAS 3, CAMILA CAROLINE CARLINI 3, WEMERSON DE SANTANA NERES 3, DANIELA DOS SANTOS 3 1 Médico Veterinário Autônomo, Centro

Leia mais

ATENDIMENTO DOMICILIAR FISIOTERAPEUTICO PARA PORTADOR DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL NO ESTÁGIO AGUDO

ATENDIMENTO DOMICILIAR FISIOTERAPEUTICO PARA PORTADOR DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL NO ESTÁGIO AGUDO ATENDIMENTO DOMICILIAR FISIOTERAPEUTICO PARA PORTADOR DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL NO ESTÁGIO AGUDO Ana Coely Araujo Vieira¹; Fernanda Naiene Rodrigues Valadares²; Rebecca Pessoa de Almeida Lima³; Joventina

Leia mais

Tabela 1. Perimetria de membro inferior. Tabela 2. Força muscular de quadril e joelho. Tabela 3. Goniometria ativa de quadril e joelho.

Tabela 1. Perimetria de membro inferior. Tabela 2. Força muscular de quadril e joelho. Tabela 3. Goniometria ativa de quadril e joelho. Introdução O fêmur é um osso tubular longo que se estende do quadril proximalmente ao joelho distalmente. Ele não é somente o mais longo e forte, mas também o mais pesado osso do corpo humano. 1 A articulação

Leia mais

Tabagismo e Câncer de Pulmão

Tabagismo e Câncer de Pulmão F A C U L D A D E D E S A Ú D E P Ú B L I C A D E P A R TA M E N T O D E E P I D E M I O L O G I A U N I V E R S I D A D E D E S Ã O P A U L O Série Vigilância em Saúde Pública E X E R C Í C I O N º 3

Leia mais

Data: 01/02/2013. NTRR10/2013 Solicitante: Ilmo Dr Alyrio Ramos Desembargador da 8ª Câm. Cível - TJMG Numeração: 1.0693.12.

Data: 01/02/2013. NTRR10/2013 Solicitante: Ilmo Dr Alyrio Ramos Desembargador da 8ª Câm. Cível - TJMG Numeração: 1.0693.12. NTRR10/2013 Solicitante: Ilmo Dr Alyrio Ramos Desembargador da 8ª Câm. Cível - TJMG Numeração: 1.0693.12.007900-1/001 Data: 01/02/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura TEMA: ESCOLIOSE IDIOPÁTICA

Leia mais

TÍTULO: CARACTERÍSTICAS DOS IDOSOS COM OSTEOARTROSE EM TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM GRUPO NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA DA UNAERP

TÍTULO: CARACTERÍSTICAS DOS IDOSOS COM OSTEOARTROSE EM TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM GRUPO NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA DA UNAERP TÍTULO: CARACTERÍSTICAS DOS IDOSOS COM OSTEOARTROSE EM TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM GRUPO NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA DA UNAERP CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA

Leia mais

IDOSOS COM HIPERTENSÃO: CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS NO MUNICIPIO DE FOZ DO IGUAÇU, PARANÁ, BRASIL.

IDOSOS COM HIPERTENSÃO: CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS NO MUNICIPIO DE FOZ DO IGUAÇU, PARANÁ, BRASIL. IDOSOS COM HIPERTENSÃO: CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS NO MUNICIPIO DE FOZ DO IGUAÇU, PARANÁ, BRASIL. Paulo Sergio Lemke (Apresentador) 1, Marcos Augusto Moraes Arcoverde (Orientado) 2 Curso de Enfermagem

Leia mais

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL RESUMO Descritores: Alcoolismo. Drogas. Saúde Pública. Introdução Durante a adolescência, o indivíduo deixa de viver apenas com a família

Leia mais

DEPRESSÃO E AVC NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO HUMANO: UM ESTUDO DE CASO-CONTROLE

DEPRESSÃO E AVC NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO HUMANO: UM ESTUDO DE CASO-CONTROLE DEPRESSÃO E AVC NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO HUMANO: UM ESTUDO DE CASO-CONTROLE Autores: Beatriz Mendes Pereira; Francisco Wilson Nogueira Holanda Júnior; Maria Emanuela Matos Leonardo; Maricélia Alves

Leia mais

www.fisiofitsenior.com.br

www.fisiofitsenior.com.br www.fisiofitsenior.com.br Índice Definição... Dados estatísticos... pg 03 pg 06 Causas e fatores de risco... pg 09 Tratamentos... pg 14 Atividades físicas e osteoporose... pg 15 Nutrientes recomendados...

Leia mais

O IMPACTO DA DOR CRÔNICA NA VIDA DAS PESSOAS QUE ENVELHECEM

O IMPACTO DA DOR CRÔNICA NA VIDA DAS PESSOAS QUE ENVELHECEM O IMPACTO DA DOR CRÔNICA NA VIDA DAS PESSOAS QUE ENVELHECEM Eliane de Sousa Leite. Universidade Federal de Campina Grande/UFCG. Email: elianeleitesousa@yahoo.com.br. Jéssica Barreto Pereira. Universidade

Leia mais

CONCEITO: PRC. (Moraes RS, et al. Diretriz de Reabilitação Cardíaca. Arq Bras Cardiol 2005; 84: 431-40.)

CONCEITO: PRC. (Moraes RS, et al. Diretriz de Reabilitação Cardíaca. Arq Bras Cardiol 2005; 84: 431-40.) CONCEITO: PRC OMS: é o somatório das atividades necessárias para garantir aos pacientes portadores de cardiopatia as melhores condições física, mental e social, de forma que eles consigam, pelo seu próprio

Leia mais

ALCOOLISMO EM IDOSOS

ALCOOLISMO EM IDOSOS ALCOOLISMO EM IDOSOS SILVA, Alrenilda Aparecida da Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: alrenildapsicologia@hotmail.com RESUMO Este estudo

Leia mais