Reorganização de Empresas no Brasil Inovação em um cenário de competitividade

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1 Reorganização de Empresas no Brasil Inovação em um cenário de competitividade

2 Índice Estímulo ao poder de competitividade e a capacidade de crescimento das organizações...3 O ciclo de vida de uma empresa...4 A necessidade de repensar as estruturas...6 Reestruturar para competir...10 A prática de reorganizar...15 Recuperar as bases para o crescimento...18 Metodologia e amostra do estudo A adoção de um estilo de gestão baseado na reorganização contínua pressupõe encarar cada desafio como uma oportunidade efetiva de parar, repensar os negócios e, eventualmente, reinventá-los. Luis Vasco Elias, sócio da área de Corporate Finance da Deloitte e especialista em reorganização de empresas

3 Estímulo ao poder de competitividade e crescimento das organizações As mudanças de cenários vêm acontecendo de forma mais constante no ambiente globalizado de negócios. As empresas, inseridas em uma realidade na qual crescer é um requisito fundamental para a continuidade dos negócios, precisam estar preparadas de forma permanente para responder às novidades ocasionadas por um universo de transformações tão frequentes, incluindo as repentinas turbulências do mercado. Os últimos anos foram grandes provas disso. Por um lado, a economia global mostrou uma forte retração e taxas de crescimento praticamente nulas nas economias mais maduras. Já no Brasil, as medidas adotadas há mais de uma década foram pontuais para a retomada da expansão da economia, logo após o principal período de baixas no mercado internacional ao longo de 2008 e 2009, e o fortalecimento do mercado interno. Desde então, uma nova dinâmica se estabeleceu e vem exigindo das organizações que operam no País um planejamento adequado para possibilitar um ciclo ininterrupto de crescimento ou até mesmo a manutenção da operação em períodos nos quais a incerteza ainda aparece. Nesse contexto, as chamadas ações de reorganização aparecem como elemento essencial à rotina de negócios, conferindo às empresas a oportunidade de adotar as estratégias mais adequadas. As instabilidades econômicas, como as que aconteceram no segundo semestre de 2011, reforçam a importância dessa ação como uma forma de ter estrutura preparada para as mudanças conjunturais que são constantes. A partir de um amplo diagnóstico e tratamento de fatores que englobam entre diversas iniciativas, gestão organizacional, posicionamento estratégico, gestão societária, capital humano e situação financeira, o processo contínuo de reorganização apoia a expansão dos negócios e a competitividade das organizações. O resultado da pesquisa Reorganização de Empresas no Brasil traz uma visão estrutural a partir das respostas das empresas participantes. As análises permitem conhecer como as empresas se posicionaram ao longo dos últimos anos, o que possibilita um panorama além dos movimentos e conjunturas que interferem constantemente no ambiente de negócios. A perspectiva de expansão da economia ao médio prazo, mesmo que moderada, faz com que as empresas continuem a pensar em estratégias de reestruturação, principalmente, para potencializar o modelo de gestão, o crescimento e o acesso a novos mercados. O fortalecimento do mercado interno trouxe novos parâmetros à competitividade entre as organizações, o que passou a ser um elemento de destaque e realçado pelo maior interesse de competidores internacionais em acessar uma das economias com maior índice de expansão. O processo contínuo de reorganização contribui para a manutenção do crescimento, impactando todos os envolvidos com a empresa: clientes, colaboradores, investidores, financiadores, fornecedores, comunidade e outros. Ele assegura que as expectativas e necessidades das partes interessadas sejam conhecidas e consideradas pelos gestores. Outro elemento que possibilita o desenvolvimento de uma melhor relação entre as partes interessadas e estimula o ambiente de negócios, a Lei nº /05, a chamada Lei de Recuperação de Empresas e Falência, também foi analisada pelos participantes desta edição do estudo. Por meio do estudo Reorganização de Empresas no Brasil, a Deloitte, que completa um século de atuação no País, procurou identificar quais estratégias têm sido adotadas pelo empresariado brasileiro no desenvolvimento de práticas que ampliem a competitividade das organizações e as posicionem da forma mais adequada possível em uma economia, mesmo ainda influenciada por aspectos globais, com um grau maior de maturidade e de complexidade. Reorganização de Empresas no Brasil 3

4 O ciclo de vida de uma empresa Todas as empresas passam por diversos estágios de desenvolvimento em sua existência. Esse ciclo natural pode ser percebido por vários sinalizadores, entre eles o crescimento, a maturidade e a crise. O processo de reorganização pode atuar e apoiar em todas as etapas do negócio. Reflexão No crescimento Permite às empresas, por meio de um sólido plano de desenvolvimento, planejarem o seu crescimento sustentado. Também é possível efetuar melhorias em seus controles internos e implementar um modelo de governança corporativa e um plano para eventual abertura de capital. Reinvenção Na maturidade Ajuda as organizações a se reinventarem e a definir estratégias, operações e estruturas de forma inovadora, para retomar o caminho do crescimento sustentado. Relacionamento Na crise Prevê o estabelecimento de um amplo diálogo para retomar a relação de confiança, fundamental com os públicos de interesse (financiadores, fornecedores, clientes etc) aliados ao intensivo controle de seu caixa, aumento de receitas e corte de custos. Etapas do ciclo de vida de uma empresa Reorganização Retomada de crescimento Fase 2 Maturidade Declínio Reestruturação Fase 1 Crescimento Recuperação Fase 3 Crise Falência 4

5 Diferenças entre as estratégias Reorganização, reestruturação e recuperação A reorganização das empresas pode ser feita por meio de uma reestruturação, no momento em que se inicia sua fase de declínio, ou por meio de uma recuperação, quando há o agravamento da crise, levando a riscos de insolvência. A reestruturação acontece após definições estratégicas, operacionais e financeiras, com o objetivo de retomar o ciclo de crescimento sustentado. A recuperação é o conjunto de estratégias e medidas adotadas pelas empresas para retomar a fase de crescimento ou reverter a situação negativa nos momentos de crise. Trata-se de um processo completo que parte do âmbito mais estratégico, alcançando todas as demais instâncias da empresa, inclusive as operacionais. Muitos gestores e acionistas têm conduzido processos de recuperação de suas empresas como medida para enfrentar momentos de grandes dificuldade, cujo agravamento da crise poderia levá-las ao encerramento de suas operações. A pesquisa Reorganização de Empresas no Brasil envolveu entidades em diferentes estágios de vida, concentrando-se, principalmente, em empresas em fase de crescimento (40%) e maduras (47%). Reorganização de Empresas no Brasil 5

6 A necessidade de repensar as estruturas O cenário no qual as empresas participantes da pesquisa atuam aponta para um período de manutenção do crescimento moderado da economia brasileira. Ainda marcado por ondas de instabilidade que cercam os mercados internacionais, o Brasil, após mais de uma década de estabilidade e de controle inflacionário, mostra no contínuo crescimento do mercado interno, índice que apresentou a melhor taxa nominal no mundo em 2010, uma das principais bases para responder possíveis retrações globais e continuar no caminho da expansão sustentável. As empresas participantes da pesquisa Reorganização de Empresas no Brasil responderam ao questionário em um momento no qual as perspectivas de elevação do Produto Interno Bruto (PIB) próxima dos 5% ainda não tinha sofrido interferências dos cenários de crise na zona do Euro e das negociações para a ampliação do teto da dívida pública dos Estados Unidos, fatos que trouxeram apreensão nos índices globais e fortes consequências nos mercados de capitais espalhados pelo mundo. Porém, conforme medidas como as conduzidas pelo Banco Central (BC) na redução da taxa básica de juros (Selic), o volume de crédito e a sustentação do consumo doméstico ainda terão importante papel no crescimento da economia, mesmo considerando as recentes revisões mais conservadoras sobre as expectativas em relação ao PIB. Pontos de atenção Os fatores estratégicos, conjunturais e de mercado que mais têm impactado as atividades das empresas (%) Necessidade constante de inovação Lançamento de novos produtos e serviços Estratégicos Surgimento de novas tecnologias 57 Disputa por talentos 50 Qualificação da mão de obra do País Surgimento de novas regulamentações Conjunturais Falta de infraestrutura adequada Evolução da inflação Requerimentos de governança corporativa Mercadológicos 52 Mudança no comportamento de compra dos clientes 48 Mudança no perfil socioeconômico da população 43 Entrada de concorrentes nacionais 35 Percentual de empresas que assinalaram cada quesito; questão com respostas múltiplas 6

7 Com a perspectiva de um crescimento sustentado para o médio prazo, e com o exemplo de rápida reação a partir da retomada forte da expansão, o País traz às empresas que aqui atuam a oportunidade de avaliar suas estruturas internas, por meio de processo de reorganização, para que possam melhor se posicionar em um contexto no qual a economia brasileira melhor se projeta, o que acaba estimulando a maior necessidade no poder de competição das organizações. Para elas, inseridas em um mercado cada vez mais maduro, que consome mais e, portanto, exige na mesma proporção, a necessidade de inovação (67%) é o fator estratégico que mais tem impactado os negócios. Contar com produtos e serviços novos (60%) é um ponto importante para a condução das atividades em uma economia estável e que apresenta oportunidades. Para elas, a concorrência de empresas nacionais (35%) e a chegada de competidores estrangeiros (32%) atraídos por uma das economias globais com perspectiva de crescimento gradual no médio prazo também são motivos de preocupação e que exigem uma nova postura. Competitividade entre as nações O Brasil conta com um ambiente interno mais competitivo, o que impulsiona a sua colocação entre as demais nações. Mesmo assim, políticas para contornar os impactos registrados pelas empresas podem colaborar em uma elevação maior. Ranking global de competitividade A preocupação das empresas participantes do estudo no atendimento, e até mesmo no entendimento, dos novos hábitos de consumo estimulados pelo fortalecimento do poder de consumo da população do País ao longo da última década é destacado nos impactos mercadológicos que mais vêm causando impactos nas atividades. As mudanças no comportamento de compra do consumidor e no perfil socioeconômico da população, respectivamente com 48% e 43%, mostram um desafio na constante tarefa de avaliar o ambiente externo. As transformações presenciadas podem justificar o principal impacto apontado pelas empresas no quesito de mercado. Elas se veem mais pressionadas no atendimento de questões que atendam requerimento de governança corporativa (52%). Na avaliação conjuntural de fatores associados ao cenário nacional, o principal apontamento dos participantes coincide também com um ponto que afeta diretamente as estruturas das organizações. A qualificação da mão de obra disponível (61%) é apontada como o principal determinante do eixo que impacta as organizações. A avaliação ganha mais destaque pela preocupação dos participantes no campo estratégico em relação à forma como as organizações têm sido impactadas na disputa por talentos (50%). País Posição em 2011 Posição em 2010 Suíça 1º 1º Cingapura 2º 3º Estados Unidos 5º 4º China 26º 27º Brasil 53º 58º Fonte: Fórum Econômico Mundial. Em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC) e Movimento Brasil Competitivo Reorganização de Empresas no Brasil 7

8 No mês de setembro, em avaliação conduzida pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil elevou sua posição no Índice de Competitividade Global (GCI, em inglês), com destaque para o ambiente moderno de negócios e as políticas econômicas que colaboraram para a estabilização. A conquista de cinco posições em relação ao último relatório, ainda não insere o País entre as principais potências do mundo. Para as participantes do estudo Reorganização de Empresas no Brasil, após a falta de capital humano qualificado, as questões conjunturais do País que mais as afetam, e da mesma forma impactam o poder de competição, são o surgimento de novas regulamentações (60%), a falta de infraestrutura adequada (46%) e a evolução da inflação no último período (46%). Na conjuntura de curto e médio prazos, a economia brasileira conta com perspectivas de manutenção do crescimento e de oportunidades para as empresas que aqui atuam e a entrada de novos concorrentes internacionais interessados no desempenho sustentável com um mercado interno em expansão. Dessa forma, manter atenção aos pontos estruturais da empresa e garantir uma rapidez nas respostas aos fatores que impactam o negócio têm desempenhado um papel cada vez mais determinante para um sólido plano de desenvolvimento diferencial exigido de forma mais constante aos interessados no crescimento sustentado das organizações inseridas em um ambiente com perfil competitivo em ascensão. Cenário econômico Consumo privado em 2011* Crescimento nominal (%) 21,5 19,2 16,3 16,1 13,3 8,3 6,9 5,1 4,7 1,9 China Brasil Rússia África do Sul Índia Espanha Holanda Estados Unidos Portugal Grécia * Expectativa para 2011 Fonte: Research Deloitte (com base em dados da Economist Intelligence Unit EIU) 8

9 O momento oportuno para criar diferenciais competitivos O que as empresas fazem ou pretendem adotar no curto prazo para tornarem-se mais competitivas em um cenário de manutenção sustentada do crescimento. 88% Lançamento de novos produtos e serviços 87% Melhoria nos processos operacionais 83% Busca constante por inovação 83% Melhoria na gestão dos recursos financeiros 82% Investimento em treinamento Confira todos os itens na página 17 Reorganização de Empresas no Brasil 9

10 Reestruturar para competir O momento oportuno para criar diferenciais Na ocasião da realização da pesquisa, ao longo dos últimos dois meses do primeiro semestre de 2011, as empresas se encontravam em um momento muito favorável ao crescimento da economia brasileira, com respaldos ainda da forte retomada concretizada no final de Do total da amostra, 82% afirmaram ter superado ou atingido suas metas de venda para o período anterior. A maioria (71%) sinalizava que a lucratividade obtida nos últimos três anos foi acima ou tinha atingido a meta. As condições financeiras das empresas condiziam com a expectativa de manutenção do crescimento da economia no País, o que, segundo as perspectivas atuais, ainda deve acontecer, porém em um ritmo mais moderado. Apenas 4% da amostra apontava alta taxa de inadimplência dos clientes, porém 52% afirmavam que os custos tinham aumentado, reflexo que pode ser entendido pela dificuldade no controle da meta inflacionária. Cenário econômico Índice de confiança Com forte retomada após o período que marcou a crise econômica registrada entre 2008 e 2009, o Índice de Confiança da Indústria, conduzido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra uma sensível baixa nos últimos meses de 2011 associada ao cenário internacional Dez 2007 Dez 2008 Dez 2009 Dez 2010 Dez 2011 Nov Fonte: Research Deloitte (a partir da consolidação de dados da Fundação Getulio Vargas FGV) 10

11 Segundo a pesquisa, apenas 41% da amostra apontava para níveis altos ou médios de endividamento, o que reflete uma situação típica em momentos de grande expectativa de crescimento e desenvolvimento de negócios. Da mesma forma, 93% afirmavam contar com níveis de produtividade acima ou conforme o setor de atuação. Com o ritmo de negócios impulsionado pelo então recente anúncio da retomada acelerada do crescimento, 79% da amostra afirmava contar com média ou alta participação de mercado dentro do setor de atuação. Outro fator importante registrado é a satisfação dos clientes, no qual apenas 4% apontaram níveis de insatisfação. Cenário econômico Evolução do PIB Crescimento % real 7,5 6,1 5,2 4,0 4,2* 4,4* 3,2 2,9* 3,3* -0,6 *Expectativa Fonte: Research Deloitte (a partir da consolidação de dados do Banco Central dez/2011) Nos últimos três anos, a empresa tem obtido os níveis de lucratividade esperados? (%) Inadimplência de clientes das empresas da amostra (%) Nível de endividamento das empresas da amostra (%) Acima da esperada 50 Alta 43 Alto 29 Conforme esperada Média Médio Abaixo da esperada Baixa Baixo Percentual de empresas que assinalaram cada quesito Muito baixa Muito baixo Reorganização de Empresas no Brasil 11

12 Participação de mercado (%) Alta Média Baixa Muito baixa Empresas mais bem preparadas devem repensar continuadamente avaliar as estratégias e até mesmo reinventar o negócio. Em um ambiente competitivo, com a possibilidade de novos concorrentes e produtos substitutos, a empresa, para sobreviver ou se diferenciar, deve criar mecanismos de fortalecimento dentro do mercado, o que pode implicar mudanças de estratégia e mix de produtos para atender às demandas dos consumidores. 37 Margem de lucro (%) Alta Média Períodos que favorecem a expansão do mercado consumidor, impulsionando o ambiente de negócios, são, muitas vezes, decisivos para o crescimento da organização. Da mesma forma, são momentos muito propícios para efetivar ou ampliar a estrutura funcional e estratégias competitivas e de mercado. A amostra do estudo aponta um baixo número de organizações que registraram alto índice em suas margens de lucro (11%), fator que pode garantir uma melhor rentabilidade e ser melhor estruturado à luz de um cenário sustentável de expansão e com bases mais sólidas para superar os solavancos internacionais. Baixa Prejuízo 54 Concorrência por preço (%) Alta Média Baixa Inexistente Percentual de empresas que assinalaram cada quesito 12

13 Cenário econômico Incremento de renda e empregabilidade Associado ao desempenho na concessão de crédito, a ampliação dos rendimentos mensais e a baixa na taxa de desemprego são fatores que apoiam o crescimento e contínuo aquecimento do mercado interno elemento que pode ser considerado importante para a manutenção do crescimento. A expansão do consumo doméstico tem sido um importante contraponto aos cenários de instabilidades internacionais que afetam pilares importantes ao desempenho da economia nacional como o preço das commodities ou o mercado de capitais , , , , ,8 874,0 861,6 908, , ,5 10,9 9,6 8,3 8,4 7,4 6,8 6,8 5, Rendimento do trabalhador (média nominal mensal em R$) Taxa de desemprego (%)* * Correspondente às áreas metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo Fonte: Research Deloitte (a partir da consolidação de dados do IBGE) Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças. Charles Darwin Reorganização de Empresas no Brasil 13

14 Para 53% dos entrevistados, a concorrência para oferecer melhores preços é alta. A busca por diferenciais que sejam melhor percebidos pelo consumidor é um dos apontamentos que explica a busca constante por inovação pelas empresas (83%). Já o cenário de crédito bancário, modalidade em expansão tanto na concessão às empresas e pessoas físicas, foi apontado como facilitado, sendo que 45% da amostra não apontam dificuldades em sua obtenção. Da mesma forma, as empresas participantes se mostram confiantes na capacidade de pagamento de empréstimos e financiamentos e também na de fornecedores. Um cenário oposto ao apresentado nestes quesitos pode despertar a necessidade de uma reestruturação da situação financeira e que deve ser encarada como uma oportunidade no diagnóstico de outros fatores que podem levar a organização a um processo mais amplo de reorganização. Cenário econômico O avanço consistente do crédito Taxas de juros (%) / Prazos para pagamentos O resultado histórico desde o início da década passada, marcado por juros mais baixos e maior prazo de financiamento ao consumidor final, sustenta o atual cenário de facilidade de acesso e alta procura. A modalidade é um dos principais pilares para a ampliação do mercado interno. Taxa de juros (%) 90 Prazo (em dias) ,3 573 dias de prazo dias de prazo Jan/ , dias de prazo Jan/ dias de prazo Nov/ ,9 44, (até nov.) Fonte: Research Deloitte (a partir da consolidação de dados do Banco Central) Prazo médio em dias para crédito pessoal Taxa de juros média para recursos livres pessoa física 14

15 A prática de reorganizar Capacidade de investimento, financiamento, competitividade e rentabilidade Do total de respondentes do estudo Reorganização de Empresas no Brasil, 78% da amostra afirmam já ter participado ou estar em meio ao processo de reorganização no momento da realização da pesquisa. Dos participantes que apontaram a utilização da prática, 22% assinalaram como sendo uma prática regular da empresa. Ao ser adotada na fase de crescimento, a reorganização permite às empresas planejarem o seu crescimento sustentado. Já na etapa de maturidade das empresas, a prática apoia os gestores na definição de novas estratégias, operações e estruturas para retomar o crescimento. O ciclo de vida das empresas que participaram do estudo aponta que 40% estavam na fase de crescimento e 47% já tinham alcançado o nível de maturidade. Os processos de reorganização podem envolver, também, a preparação da empresa para operações de fusão e aquisição ou de abertura de capital. Os procedimentos estratégicos foram apontados, respectivamente, por 39% e 16% como um dos motivos para participar de um processo de reorganização. A pesquisa também aponta que 46% enxergam no capital vindo de fundos de private equity o que pode levar a organização a uma fusão ou aquisição, e na abertura de capital (39%) estratégias que podem garantir sua competitividade no mercado. A busca pela melhoria na gestão foi o principal fator apontado para a participação em um processo de reorganização. Na visão dos empresários que participaram ou estão conduzindo a prática de Pretensão em realizar um processo de reorganização (%) Motivos para participar de um processo de reorganização (%) Melhoria dos processos de gestão Necessidade de expansão Busca de novos mercados Necessidade de inovação Redução na lucratividade Sim, participamos há algum tempo Sim, pretendemos participar Sim, estamos participando neste momento Sim, é uma prática regular da empresa Não Percentual de empresas que assinalaram cada quesito Aumento da concorrência Preparação para um processo de fusão, aquisição ou parceria estratégica Melhoria na capacidade de obtenção de recursos e/ou redução nos custos de captação Adequação às novas tecnologias do mercado 34 Adequação às mudanças no perfil dos consumidores ou em seus padrões de consumo 29 Percentual de empresas que assinalaram cada quesito; questão com respostas múltiplas Reorganização de Empresas no Brasil 15

16 reorganizar, o processo também se mostrou associado a uma necessidade de expansão e de busca por novos mercados. A importância da inovação aparece como destaque entre os motivos que levaram as organizações a reorganizar suas atividades. Para elas, a busca constante por inovação é também um dos principais pontos para ampliar a capacidade de competitividade da empresa (83%). Para aproveitar as melhores oportunidades de crescimento em um mercado com perspectivas de crescimento contínuo no longo prazo, e até mesmo responder as repentinas oscilações do mercado globalizado, as organizações precisam cada vez mais contar com estruturas que permitam uma minimização de riscos e facilitem a tomada de decisões estratégicas para responder prontamente às mudanças de cenários. O processo de reorganização, ao integrar as expectativas de todas as partes que compõem a organização, oferece uma visão que permite ao gestor definir estratégias que possam apoiar as tomadas de decisões na atuação de mercado até a estrutura societária e de governança corporativa. Os resultados da pesquisa apontam que 73% das empresas participantes enxergam na adoção de políticas de governança corporativa um caminho para contar com estruturas que melhorem sua competitividade. Já 66% consideram as melhorias nas políticas de gestão de riscos e controles internos um ponto fundamental. Das participantes, 36% ainda contam com um modelo de gestão e governança com controle familiar, mas com executivos em algumas funções estratégicas. Com relação ao sistema de gerenciamento de informação, 57% contam com sistemas integrados no modelo ERP (Enterprise Resource Planning). Sistemas de informações gerenciais adotados pelas empresas (%) 3 14 Modelo de gestão e governança das empresas (%) Existente modelo ERP integrado Existentes não integrados Controles por planilhas Não existente Percentual de empresas que assinalaram cada quesito 30 Controle familiar com executivos em algumas funções estratégicas Conselho familiar no controle da empresa e gestão por executivos Controle e gestão familiar Controle e gestão familiar, em início de processo sucessório 16

17 Para garantir competitividade, as organizações mostram uma forte tendência em investir e adotar práticas que exigem uma reorganização e avaliação de processos internos, como na melhoria dos processos operacionais e necessidade de investir no treinamento de equipes. A inovação contínua na estrutura das empresas também é fortemente destacada e de importante avaliação no principal ponto para garantir respostas rápidas e que ampliem a competitividade em processos de visibilidade externa. Neste ponto, os participantes apontaram que adotam e pretendem ampliar no curto prazo estratégias para o lançamento de novos produtos e serviços. Da mesma forma, e muito alinhado com a crescente exigência por parte do consumidor, elas também apontam a importância em melhorar a qualidade no nível de serviços e pensar em ofertas que atendam nichos específicos de clientes. Estratégias para garantir a competitividade no atual cenário e no curto prazo (%) Lançamento de novos produtos e serviços 88 Excelência no nível de serviços 76 Expansão geográfica dos mercados de atuação 67 Ofertas customizadas para públicos específicos 63 Capital via fundos de private equity 46 Abertura de capital 39 Melhoria nos processos operacionais 87 Busca constante por inovação Melhoria na gestão de recursos financeiros Investimento no treinamento das equipes Investimento em novas tecnologias Implantação de normas de governança corporativa 73 Investimento em marketing Adoção de políticas de gestão de riscos Políticas de remuneração variável aos executivos Investimentos em programas de responsabilidade social 65 Percentual de empresas que assinalaram cada quesito; questão com respostas múltiplas 65 Adaptação e respostas aos cenários externos à organização Reorganização e reestruturação de processos internos Reorganização de Empresas no Brasil 17

18 Recuperar as bases para o crescimento A visão das empresas sobre a nova Lei de Com a entrada em vigor da Lei nº , também conhecida como nova Lei de Recuperação de Empresas e Falência (LREF), em 2005, um novo horizonte de melhorias foi aberto aos empresários e aos credores em geral. A Lei e seus desdobramentos assumiram um importante papel na redução de falências, ao mesmo tempo em que possibilitaram o desenvolvimento de uma melhor relação entre as partes envolvidas nas negociações e casos falimentares. Para 59% dos participantes, a LREF prevê condições efetivas para a empresa recuperar seus negócios e evitar falências. Apesar dos aspectos positivos, parte dos entrevistados ainda vislumbra alguns entraves aos processos como a ausência de uma cultura empresarial voltada para o compartilhamento de informações sobre a empresa e até mesmo o comportamento empresarial que evita pôr em discussão as dificuldades das empresas em crise. Aspectos positivos da Lei (%) Apoio à recuperação do negócio da empresa 56 Manutenção de empregos na empresa em recuperação Apresentação de um Plano de Recuperação Judicial pelo devedor que poderá ser aprovado, modificado ou rejeitado pelo credor em Assembleia Manutenção ou retomada do pagamento de encargos tributários Percentual de empresas que assinalaram cada quesito; questão com respostas múltiplas 51 Cenário econômico Eficácia da Lei falências requeridas e decretadas Exceto pelo ano de 2009, impactado pelas intempéries econômicas do ano anterior, a quantidade de empresas que não conseguem se recuperar e decretam falência vem caindo vertiginosamente desde a entrada em vigor da nova Lei, em Falências requeridas Falências decretadas Fonte: Research Deloitte (a partir da consolidação de dados da Serasa Experian) (até nov.) 18

19 Recuperação e Falências A empresa esteve diretamente envolvida em algum processo de recuperação? (%) Não Sim, como credor sem garantia Sim, como credor com garantia real Sim, era a empresa em recuperação Percentual de empresas que assinalaram cada quesito Cenário econômico Movimento de recuperação (%) Desde a aprovação da nova Lei de Recuperação de Empresas e Falências, em 2005, nota-se um grande aumento no total de pedidos de recuperação judicial. Do total de 475 pedidos registrados, 361 foram deferidos em Pedidos de recuperação registrados Pedidos deferidos (A partir de) julho) (até nov.) Fonte: Research Deloitte (a partir da consolidação de dados da Serasa Experian) Reorganização de Empresas no Brasil 19

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