Relatório de Gestão

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2013-2015. Relatório de Gestão"

Transcrição

1 Relatório de Gestão Diretoria de Informática UERJ

2 Relatório de Gestão

3 Agradecimento A todos os colaboradores da Diretoria de Informática da UERJ pela dedicação e pelos trabalhos desenvolvidos. Às famílias dos colaboradores e à minha família pela compreensão e pelo apoio em todos os momentos. Aos colaboradores da UERJ que: nos acolheram, pois ajudaram a superar as dificuldades; nos apoiaram, pois ajudaram a nos erguer; investiram em nós, pois ajudaram a realizar novos projetos; nos criticaram, pois ajudaram a nos esforçarmos para superar os desafios e as dificuldades; nos traíram, pois ajudaram a exercitar nossa tolerância e nossa capacidade de perdoar; foram parceiros, pois juntos colaboramos para fazer uma UERJ cada vez melhor. Relatório de Gestão

4 Relatório de Gestão

5 1. ÍNDICE 2. APRESENTAÇÃO 7 3. ORDENS DE SERVIÇO 9 4. CAPACITAÇÂO PROJETÃO DE REDE (FINEP) PROJETO ICPEdu - INFRAESTRUTURA DE CHAVES PÚBLICAS PARA ENSINO E PESQUISA (CERTIFICAÇÃO) PROJETO CAFe PROJETO REDECOMEP REDE COMUNITÁRIA DE EDUCAÇÃO E PESQUISA PROJETO ADEQUAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE INFRAESTRUTURA DE REDES DE COMPUTADORES PARA PESQUISA NA UERJ PROJETO PESSOA UERJ PROJETO MODELO DE GESTÃO DE PESSOAS DA UERJ PROJETO BI UERJ PROJETO SISTEMA DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS PROJETO TI VERDE PROJETO MIGRAÇÃO DOS SISTEMAS LEGADOS PARA WEB (JAVA OU PHP) PROJETO MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS LEGADOS PROJETO HELP DESK ON-LINE PROJETO ID ÚNICO PROJETO REDE WIFI UERJ PROJETO INTERFACE WEB PROJETO LEVANTAMENTO DE REQUISITOS PROJETO VIRTUALIZAÇÃO DE SERVIDORES PROJETO MIGRAÇÃO DAS BASES DE DADOS CORPORATIVAS - ASE PROJETO MONITORAMENTO DA REDE E APLICATIVOS PROJETO CORREIO ELETRÔNICO UERJ PROJETO DATA CENTER UERJ SERVIÇOS DIVERSOS COMITÊ CONSULTIVO DE PROJETOS DE TIC - CCPTic REFORMULAÇÃO DO ÓRGÃO DE TI DA UERJ EQUIPE ATUAL PROBLEMAS ENFRENTADOS PELA DIRETORIA DE INFORMÁTICA CONCLUSÃO 55 Relatório de Gestão

6 Relatório de Gestão

7 2. APRESENTAÇÃO A Diretoria de Informática da UERJ - DINFO/UERJ passou a adotar, a partir de setembro/2012, uma estratégia, que denominamos "portas abertas". Para a implantação desta estratégia, algumas mudanças foram necessárias: Instalamos uma segunda porta com acesso restrito, para manter a segurança e a integridade dos equipamentos e das informações sob a guarda da DINFO/UERJ, mantendo a primeira porta aberta para que as pessoas possam entrar na DINFO/UERJ sem a necessidade do atendimento frio e impessoal de um interfone; Criamos um balcão de Recepção unificado ao Help desk para o atendimento das pessoas que procuram a DINFO/UERJ em busca de informação, de serviço ou simplesmente para a entrega de algum documento; Instituímos o compromisso interno de responder a todas as solicitações que nos são encaminhadas, sejam por , por telefone, por memorando ou por processo; Mudamos a forma de responder às solicitações, procurando utilizar maior clareza nas respostas, justificando as especificações e recomendações; Cada sala da DINFO/UERJ ganhou placa de identificação, facilitando o acesso; Incentivamos os nossos colaboradores a serem receptivos com quem nos procura trazendo problemas, dúvidas, ideias, críticas ou sugestões; Elaboramos e publicamos algumas Ordens de Serviço a fim de organizar, orientar, esclarecer, normatizar e padronizar alguns serviços da área de tecnologia da Informação, facilitando a integração e a colaboração entre os diversos Componentes Organizacionais da UERJ. Estes foram os primeiros passos para a implantação de mudanças mais profundas em relação à tecnologia da informação na UERJ. Ao longo destes dois anos realizamos projetos, alguns estagnados há muito tempo. Construímos parcerias e ajudamos no crescimento institucional. Em 2015, pretendemos, com a colaboração e com o apoio dos demais Componentes Organizacionais, consolidar e, se necessário, ajustar o alvo em relação à tecnologia da informação na UERJ. Apresentaremos neste Relatório de Gestão ( ) o que foi realizado nos anos de 2013 e 2014 e o planejamento para o ano de Lúcia Oliveira Diretora de Informática/UERJ Relatório de Gestão

8 Relatório de Gestão

9 3. ORDENS DE SERVIÇO A Ordem de Serviço é um documento que tem a função de comunicar internamente a fim de orientar e informar a respeito de um trabalho, relatando regras, providências a serem cumpridas, disciplinando a execução de serviços, estabelecendo normas, regulamentos e procedimentos internos. Segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas): Normalização é a atividade que estabelece, em relação a problemas existentes ou potenciais, prescrições destinadas à utilização comum e repetitiva com vistas à obtenção do grau ótimo de ordem em um dado contexto. Objetivos da Normalização: Economia: Proporcionar a redução da crescente variedade de produtos e procedimentos; Comunicação: Proporcionar meios mais eficientes na troca de informação entre o fabricante e o cliente, melhorando a confiabilidade das relações comerciais e de serviços; Segurança: Proteger a vida humana e a saúde; Proteção do Consumidor: Prover a sociedade de meios eficazes para aferir a qualidade dos produtos; Eliminação de Barreiras Técnicas e Comerciais: Evitar a existência de regulamentos conflitantes sobre produtos e serviços em diferentes países, facilitando assim, o intercâmbio comercial. Visando manter a melhoria continua dos serviços prestados à Comunidade UERJ e seguindo a orientação da ABNT publicamos nos anos de 2013 e 2014 as Ordens de Serviço listadas abaixo: OS 001/DINFO/2013 (02/09/2013) - Registro de Nomes de Subdomínio do Domínio UERJ.BR. Para fins de normatização do Registro de Nomes de Subdomínio do Domínio UERJ.BR, com vistas a manter, preservar e salvaguardar o domínio uerj.br junto à comunidade interna e externa. OS 002/DINFO/2013 (11/09/2013) - Serviço de Hospedagem de máquinas servidoras no Data Center UERJ. Para fins de normatização do Serviço de Hospedagem de máquinas servidoras no Data Center UERJ, gerenciado pela Diretoria de Informática - DINFO/UERJ, com vistas a definir as responsabilidades das partes envolvidas. OS 003/DINFO/2013 (16/09/2013) - Desenvolvimento Tecnológico na UERJ. Para fins de normatização do Desenvolvimento Tecnológico na UERJ e com vistas a permitir a integração de dados e informações, serão identificadas as ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS e as PLATAFORMAS DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO da UERJ. Relatório de Gestão

10 OS 004/DINFO/2013 (05/11/2013) - Uso da Rede de Dados da UERJ e Internet. Para fins de normatização da Política de Uso da Rede de Dados da UERJ e Internet, com vistas a assegurar: I. A qualidade dos serviços, em termos de confiabilidade, disponibilidade e tempo de resposta; II. A adequada utilização da rede internet em conformidade com os critérios estabelecidos pela Rede Rio de Computadores (Rede Rio). OS 001/DINFO/2014 (10/09/2014) - Serviço de Hospedagem de Páginas Institucionais da UERJ. Para fins de normatização do Serviço de Hospedagem de Páginas Institucionais (Websites) nas máquinas servidoras do Data Center UERJ, gerenciado pela Diretoria de Informática DINFO/UERJ, com vistas a definir as responsabilidades das partes envolvidas. OS 002/DINFO/2014 (29/10/2014) - Rede WIFI UERJ. Para fins de normatização da Política de Uso da Rede WIFI UERJ, com vistas a assegurar: I. A qualidade dos serviços, em termos de confiabilidade, disponibilidade e tempo de resposta; II. A adequada utilização da rede internet em conformidade com os critérios estabelecidos pela Rede Rio de Computadores (Rede Rio). Relatório de Gestão

11 4. CAPACITAÇÂO A capacitação é fundamental para o sucesso do profissional da área de Tecnologia da Informação. A área de TI é muito dinâmica, apresenta uma evolução muito rápida e necessita de uma integração com as mais diversas áreas do conhecimento. Para o profissional manter-se atualizado e acompanhar os avanços dessa área, que cada vez mais exige profissionais qualificados, é importante que haja um investimento significativo em capacitação, preparando estes profissionais para o atendimento crescente da demanda com eficiência e eficácia Participação em Eventos Gartner Symposium ITxpo 2012 (29 a 31/10/2012) CIO Brasil GOV Consumerização: você está preparado? (22 a 26/05/2013) Workshop "Transformando Pessoas" (07/08/2013) Unitech e Dell - "Soluções Convergentes" (14/08/2013) Ipsense - Modelos adotados no setor de educação dos Estados Unidos (29/08/2013) Rio INFO 2013 (17 a 19/09/2013) CIO Weekend Leste "Estratégia para uma negociação Inteligente" (03 a 06/10/2013) Cyber Security (29/10/2013) 5 o Workshop de Ciência, Tecnologia e Inovação (29/10/2013) IV Seminário de Gerenciamento de Projetos "Gestão de Projetos - Inovação e Motivação" (04/11/2013) PANDUIT e CISCO - "Visão Futura para o Data Center" (07/11/2013) Joomla Day Rio 2013 (15 a 16/11/2013) IpTrust Technology Day 2014 (2014) CIO Executive Day RJ "Tecnologias Colaborativas" (03/04/2014) Joomla Day Brasil 2014 (02 a 03/05/2014) XV FISL - Fórum Internacional de Software Livre (07 a 10/05/2014) CIO Brasil GOV "Internet das coisas" (14 a 18/05/2014) SECOP 2014 "TIC na Gestão Estratégica de Governo" (28 a 30/05/2014) "O Coaching e seus benefícios" (04/06/2014) GRC Executive Meeting RJ da Módulo Security e Bridge Tweets (30/09/2014) CIO Weekend Leste "Segurança Digital: do risco à solução" (16 a 19/10/2014) Seminário Latino Americano sobre Comunicação Científica e Indexadores (03/11/2014) Relatório de Gestão

12 6 o Workshop de Ciência, Tecnologia e Inovação (11/11/2014) IV Seminário de Gerenciamento de Projetos " Como otimizar a Gestão de Projetos, Programas e Portfólio em sua organização" (12/11/2014) 4.2. Participação em Cursos Curso de Prevenção e Combate a Incêndio (03/2013) Organização Européia para Pesquisa Nuclear - Especialização em Colaboração de Solenoide de Múon Compacto (01/07/2013 a 02/06/2014) RNP - Administração de Sistema Linux: Redes e Segurança (05 a 09/08/2013) INOVUERJ - Gestão da Qualidade (09 a 10/09/2013) SRH - Java Avançado (2013) SRH - Orientação a Objetos (09/2013) SRH - PHP OO (09/2013) SRH - JSON, JQuery, Ajax, CSS, WebService (09/2013) JBoss para Administradores de Sistemas EAD (09/09 a 02/10/2013) Vertotech (INOVUERJ) - Capacitação no Inovaplex - equipamento de Teleconferência, Educação3.0, Pódium Multimídia e Quiz (02/2014) SRH - Tecnologias Web (HTML5, JQuery, CSS ) (2014) SRH - PHP Básico e Avançado (2014) SRH - MS Project (2014) Green Rabbit - Gerenciamento de Projetos (2014) 4Linux - Curso Pen Test: Técnicas de Intrusão em Redes (05 a 29/05/2014) HLVC Design - Desenvolvendo em Joomla (2014) HLVC Design - Utilizando Bootstrap (2014) 4Linux - Monitoramento de Redes com o Zabbix (21/07 a 14/08/2014) RNP - Administração de Sistema Linux: Redes e Segurança (04 a 08/08/2014) 4Linux - Operador de Datacenter (09 a 31/08/2014) RNP - Administração de Sistemas Linux: Serviços para Internet (08 a 12/09/2014) Elumini - Desenvolvendo em MicroStrategy (09/2014) RNP - Segurança de Redes e Sistemas (06 a 10/10/2014) SRH - Java Básico (10/2014) 4Linux - OpenLdap (10/11 a 04/12/2014) Relatório de Gestão

13 5. PROJETÃO DE REDE (FINEP) Esse projeto, fomentado com verba FINEP em 2007, tem como objetivo a implantação, modernização e recuperação da infraestrutura física e lógica da rede de dados da Universidade. Ao longo desses anos foram realizadas várias etapas do projeto, como a instalação das fibras em todo o Pavilhão João Lira Filho e dos racks onde serão colocados os equipamentos de distribuição da rede. Aconteceram diversos problemas de infraestrutura física que impediram a instalação dos novos equipamentos, durante esse período, provocando um grande atraso na conclusão do projeto. No final de 2013 conseguimos, finalmente, começar a configuração e instalação dos equipamentos, substituindo os equipamentos de distribuição existentes. Já instalamos mais de 100 novos equipamentos com recursos de gerenciamento e monitoramento das redes e velocidade de transmissão na ordem de GB. Após a configuração e instalação dos equipamentos é necessário realizar a migração das redes locais do antigo equipamento para o novo equipamento. Essa migração já foi realizada nos Blocos A e E. Shaft do PJLF - Campus Maracanã Relatório de Gestão

14 6. PROJETO ICPEdu - INFRAESTRUTURA DE CHAVES PÚBLICAS PARA ENSINO E PESQUISA (CERTIFICAÇÃO) O projeto ICPEdu tem como objetivo a implantação de uma infraestrutura de criação de certificados digitais e chaves de segurança, aplicados em autenticação, assinatura digital e sigilo, dentro do ambiente das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), Unidades de Pesquisa (UPs) e demais instituições de ensino. A utilização de certificados digitais confere credibilidade aos serviços e processos administrativos, além de ganhar em eficiência, economizando tempo e recursos financeiros e garantindo a identidade do portador de documentos eletrônicos específicos utilizados nesses processos. Instituições integrantes do ICPEdu: Rede Nacional de Ensino e Pesquisa - RNP Laboratório Nacional de Computação Científica - LNCC (Petrópolis) Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Universidade de São Paulo - USP Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. O processo de adesão à ICPEdu: 1) Envio de uma portaria ou documento oficial da instituição, que designa o gestor da Autoridade Certificadora (AC). 2) O responsável pela gestão da infraestrutura local do serviço deve elaborar a Política de Certificação (PC) e a Declaração de Práticas de Certificação (DPC), com base nas boas práticas recomendadas pela própria ICPEdu. 3) A instituição deverá alocar os recursos humanos e físicos necessários à instalação da Autoridade Certificadora (AC) e da Autoridade de Registro (AR). 4) A nova instituição cliente passará ainda por uma pré-auditoria de segurança em alguns procedimentos técnicos inerentes ao seu processo de credenciamento, que culminará na emissão e recebimento do certificado digital, que lhe permitirá se tornar formalmente uma Autoridade Certificadora (AC) da ICPEdu. A UERJ já cumpriu: passo 1 - encaminhada a Portaria 118/REITORIA/2014 de 28/04/2014 para a RNP; passo 2 - encaminhada a atualização da Política de Certificação (PC) e da Declaração de Práticas de Certificação (DPC), de acordo com as atuais recomendações da RNP; A DINFO/UERJ está em contato com a RNP para atualizar o software do equipamento de certificação, refazer o passo 3, por conta de mudanças internas, e realizar o passo 4. Relatório de Gestão

15 7. PROJETO CAFe A Comunidade Acadêmica Federada (CAFe) é uma federação de identidade que reúne instituições de ensino e pesquisa brasileiras. Através da CAFe, um usuário mantém todas as suas informações na instituição de origem e pode acessar serviços oferecidos pelas instituições que participam da federação. Com a adesão da UERJ à CAFe foi estabelecida uma relação de confiança com as outras instituições participantes da Federação, de modo que integrantes da UERJ podem acessar informações e utilizar serviços destas, mediante o uso de uma conta (login) e senha únicos, sem a necessidade de replicação dos seus dados em cada instituição participante. As instituições pertencentes à CAFe podem atuar como provedoras de identidade (IdP) e como provedoras de serviço (SP). A RNP é responsável pela gestão do serviço e por manter o repositório centralizado com dados sobre integrantes da federação. Estamos instalando a máquina servidora do ambiente CAFe para que o serviço possa ser disponibilizado para a Comunidade UERJ. Serviços disponíveis na Federação CAFe: Readex (uma divisão do portal de conteúdo Newsbank) - disponibiliza o acesso a um arquivo de jornais históricos, contendo publicações da África, América Latina, Sudeste Asiático e Caribe, do século 19 ao início do século 20. Vídeo Digital da RNP (Vídeo Sob Demanda, Transmissão de Vídeo ao Vivo e Transmissão de Sinal de TV). Capes - Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - biblioteca virtual, que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. Microsoft DreamSpark - oferece software, para download gratuito, a estudantes de nível superior. JEMS - Journal and Event Management System - sistema para submissão, revisão, discussão e seleção de artigos para eventos científicos da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), mantido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). GENI - Global Environment for Network Innovations portal de infraestrutura de pesquisa patrocinado pela National Science Foundation (Estados Unidos). O portal disponibiliza um ambiente laboratorial para redes e sistemas distribuídos para ensino e pesquisa com múltiplos testbeds. Relatório de Gestão

16 RedCLARA - os serviços que operam sobre esta infraestrutura de Internet Avançada são destinados a promover o desenvolvimento de iniciativas de colaboração científica e acadêmica na América Latina. PADBR (grade computacional) - oferece acesso integrado aos recursos de alto desempenho distribuídos geograficamente entre os Centros Nacionais de Processamento de Alto Desempenho (CENAPADs) geograficamente distribuídos. São nove unidades, operadas respectivamente pela UFRGS, UFMG, UFC, UNICAMP, UFRJ, UFPE, INPE, INPA e LNCC. Gisela Science Gateway - portal de aplicações científicas do projeto Grid Initiatives for e-science virtual Communities in Europe and Latin America (GISELA), que funciona como uma interface para um ambiente de grid. Atlases - biblioteca de imagens de patologia em alta resolução. É voltado para estudantes de Medicina e profissionais da área médica. edugain - Foodle - aplicação web para agendamento de reuniões, criação de enquetes e realização de pesquisas simples. edugain - INDICATE - serviço de busca para repositórios culturais e arquivo digital protegido por controle de acesso e gerenciamento de direitos, contendo dois grandes repositórios: o De Roberto Digital Repository (De Roberto DR) e o Digital Repository of the Architectural and Archaeological Heritage in the Mediterranean Area (MED Repo). edugain - RICeVI - serviço da Federação IDEM, pertencente à rede acadêmica italiana (GARR), de colaboração remota, partilha de aplicações de rede e conteúdo multimídia. edugain - TERENA-SP - acesso aos serviços providos por TERENA. edugain - DECIDE - portal de aplicações científicas em grade voltado para a comunidade médica e neurocientífica. edugain - EUMEDGRID - portal de aplicações científicas em grade dirigido a cientistas da região Mediterrânica. edugain - INFN Science Gateway - organização dedicada ao estudo das partículas fundamentais da matéria, que conduz buscas teóricas e experimentais nos campos da física nuclear, subnuclear e de astropartículas. edugain - NIIF-VVC - portal húngaro de serviços de vídeo, comunicação e colaboração. edugain - Videotorium - portal para compartilhamento e pesquisa de vídeos educacionais em alta definição. Relatório de Gestão

17 8. PROJETO REDECOMEP REDE COMUNITÁRIA DE EDUCAÇÃO E PESQUISA RedeCOMEP é uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), coordenada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que tem como objetivo implementar redes de alta velocidade nas regiões metropolitanas do país servidas pelos Pontos de Presença (PoPs) do backbone da RNP. O projeto RedeCOMEP surge para complementar em nível metropolitano a nova infraestrutura nacional óptica de alta capacidade para apoio à comunidade acadêmica. O modelo adotado baseia-se na implantação de uma infraestrutura própria de fibras ópticas voltada para as instituições de pesquisa e educação superior e na formação de consórcios entre as instituições participantes de forma a assegurar sua auto sustentação. A utilização de fibras ópticas dedicadas proporciona uma economia significativa nos custos com a infraestrutura de acesso à internet, possibilidade de ampliação da capacidade de transferência de informações virtualmente sem limites e melhor qualidade em relação aos serviços atualmente contratados. Além dos benefícios locais, é possível ainda interconectar essas redes por meio de uma infraestrutura nacional, como o backbone da RNP, ampliando a capacidade de cooperação e troca de informações entre as redes. A UERJ é um Ponto de Presença dessa rede, ou seja, é um ponto onde outras redes se ligam a rede dorsal (backbone) da RNP. Atualmente esta rede já está disponível para a UERJ em 1Giga bps, com a previsão de migração para 10 Giga bps para Podemos observar a progressão das velocidades do enlace externo da UERJ nos últimos sete anos: 34 Mbps, 100 Mbps, 210 Mps e finalmente 1 Gbps com a entrada na UERJ no backbone da RedeCOMEP. Atualmente a UERJ conta com dois links externos para comunicação com a Internet: o antigo de 210 Mbps fornecido pela Oi/TELEMAR, que é o link de contingência e o outro é o enlace principal cuja velocidade é de 1 Giga bps. Neste contexto a UERJ, além de ser PoP (ponto de presença para várias instituições), tem um link próprio que ligará o Campus Maracanã a alguns dos seus campi espalhados na cidade do Rio de Janeiro, propiciando que todo o tráfego dos campi contemplados cheguem à UERJ na velocidade de 1 Giga bps. Estão contemplados apenas os campi próximos aos locais por onde passa o anel da rede RedeCOMEP. Relatório de Gestão

18 Os equipamentos necessários para a habilitação do referido link foram disponibilizados para a Policlínica Piquet Carneiro - PPC, Hospital Universitário Pedro Ernesto _HUPE e Prédio Fonseca Teles. O link já foi habilitado entre o campus Maracanã e PPC e o campus Maracanã e HUPE. No prédio Fonseca Teles, estamos aguardando a realização de obras para adequação física do local de distribuição para instalar o equipamento. Para os demais campi externos que serão contemplados com a fibra da RedeCOMEP, estamos aguardando a aquisição dos equipamentos para a ligação. Fazendo parte do Projeto RedeCOMEP existe a Rede METRONIT - Rede Metropolitana de Niterói. Esta é uma rede urbana comunitária, composta pela estrutura física de fibra ótica que prevê a interligação de instituições de pesquisa e educacionais em Niterói. O projeto, em parceria com a Prefeitura Municipal e a Ampla Energia e Serviços S.A, visa ampliar áreas de excelência, produção e difusão de conhecimento das instituições participantes, dentre elas, a UFF, o Instituto Vital Brazil e o Colégio Pedro II. A Metronit, assim como os outros pontos no país, possibilita a utilização de serviços avançados de comunicação e colaboração com custos reduzidos, com conexões de, pelo menos, 1GB entre os participantes. Já encaminhamos Ofício à UFF solicitando a adesão da FFP/UERJ a esta rede. Relatório de Gestão

19 9. PROJETO ADEQUAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE INFRAESTRUTURA DE REDES DE COMPUTADORES PARA PESQUISA NA UERJ Esse projeto foi coordenado pelo pesquisador Alexandre Sztajnberg - Professor Associado da UERJ, que contou com a colaboração de mais 12 professores da UERJ das mais diversas Unidades Acadêmicas e teve o apoio da FAPERJ através do Edital FAPERJ Nº 22/ Programa Apoio à Implantação, Recuperação e Modernização da Infraestrutura para Pesquisa nas Universidades Estaduais do Rio de Janeiro O desenvolvimento desse projeto teve como objetivo a adequação e a modernização de equipamentos e sistemas estratégicos, de missão crítica para o funcionamento da rede de computadores da UERJ e sua conexão à RedeRio, em velocidade de Giga bps. Os equipamentos adquiridos por este projeto tiveram papel importante na segurança, armazenamento e disponibilidade da rede institucional, e sua conexão em alta velocidade, de forma a dar suporte adequado às demandas de diversos projetos de pesquisa desenvolvidos na UERJ, com qualidade e segurança. Os equipamentos propostos permitem atender às necessidades específicas no uso dos recursos da rede interna, quando necessário, e, mais importante, permitem também o uso de toda a capacidade dos recursos da RedeCOMEP sem restrições. Principais aquisições: Equipamento/Software para monitoramento e filtragem da rede de dados, tornandoa mais segura; Equipamento/Software para backup automático das máquinas servidoras do Data Center UERJ; Equipamento de Certificação de fibra óptica; Equipamentos/Software para Instalação de uma rede wireless segura no Campus Maracanã; Aquisição dos equipamentos de rede para modernizar a rede principal do prédio Haroldo Lisboa; Passagem de fibras para a ligação da rede principal UERJ com a Capela Ecumênica e com o Teatro Odylo Costa Filho. Relatório de Gestão

20 10. PROJETO PESSOA UERJ Na UERJ os dados pessoais são tratados de forma descentralizada por cada sistema, não existindo uma unificação destes de forma a possibilitar a identificação dos diversos papéis que cada pessoa desempenha dentro da instituição. Assim, surgiu a necessidade da criação do Projeto Pessoa UERJ, que será uma base de dados única para armazenamento dos dados pessoais das diversas pessoas que participam da rotina da universidade, promovendo a unificação dos dados, evitando a replicação e proporcionando o tratamento padronizado dos mesmos. Cada sistema de negócio poderá consultar e/ou atualizar esses dados por meio de WebService. O Projeto Pessoa UERJ irá trazer diversos benefícios: Gerar maior rapidez e agilidade no fluxo de informações dentro da instituição: o dado que for atualizado por um sistema estará disponível de imediato para qualquer aplicação; Maior facilidade para elaborar relações de pessoas com grande abrangência (por exemplo: colégio eleitoral); Fácil identificação e utilização de subgrupos pela classificação através dos papéis e perfis; Maior facilidade para o levantamento e utilização de informações estratégicas (Data Uerj e BI); Mais subsídios na tomada de decisões (Reitoria, PGUERJ, SRH, Auditoria, Ouvidoria, Cursos de Pós-graduação, etc.). A implantação do Projeto Pessoa UERJ terá como consequência a necessidade de adaptação dos Sistemas Corporativos que utilizam dados pessoais, a fim de que passem a utilizar os dados centralizados gerados pelo novo sistema. Relatório de Gestão

21 11. PROJETO MODELO DE GESTÃO DE PESSOAS DA UERJ O projeto de gestão de pessoas busca inserir na Universidade uma nova cultura de integração de atividades, saindo do modelo departamental para o modelo institucional orientado para resultados. Esse projeto está sendo desenvolvido em parceria com a Superintendência de Recursos Humanos - SRH, o Departamento de Inovação - InovUERJ/SR-2, a Diretoria de Administração Financeira - DAF e o Serviço de Processamento de Dados - SERAD/SR-2. O objetivo do projeto não é apenas desenvolver e implantar um novo sistema de informação para a SRH, mas tem como objetivo principal o repensar a SRH, qual é a sua missão e as suas metas, identificar os seus processos e a interação entre eles. O sistema nascerá como consequência desse estudo. Como fruto desse projeto, foram entregues em dezembro/2014: O aplicativo Servidor On-line, cujo objetivo é que cada servidor da UERJ (docente e técnico-administrativo) possa consultar os seus dados pessoais e funcionais e possa atualizar alguns destes dados; Servidor On-line O Portal do Candidato que traz todas as informações e formulários necessários para o ingresso dos candidatos convocados nos concursos da UERJ. Nesta primeira versão apenas poderão utilizar este portal os candidatos convocados para concursos da carreira Técnico-Administrativa; O primeiro módulo do Sistema de Gestão de Pessoas - SGP. Nesse primeiro módulo foram disponibilizadas as funcionalidades de acompanhamento das diversas fases do candidato aprovado em algum concurso da UERJ até a sua posse, quando este passa a ser servidor. Nesta primeira versão só está disponível o acompanhamento dos candidatos convocados para concursos da carreira Técnico- Administrativa; Relatório de Gestão

22 12. PROJETO BI UERJ Ao longo dos anos a universidade armazenou e processou um grande volume de dados, passando a ter um repositório diversificado de informações. Porém a forma de armazenamento atual destes dados não é adequada para o atendimento da necessidade de informações mais trabalhadas aos níveis tático e estratégico. O acesso aos dados corporativos é muito trabalhoso, pois geralmente estes estão dispersos em diferentes bancos de dados, tratados por diferentes softwares, em diferentes plataformas, com redundâncias e regras complexas. Além disso, a variedade de abordagens é muito grande, não sendo possível prever durante a fase de desenvolvimento dos sistemas consultas pré-definidas que respondam a tudo. A proposta de um sistema de Business Intelligence/Data Warehouse é justamente eliminar tais dificuldades. Um projeto de BI/DW consiste em utilizar aplicativos para extrair as informações de diversas bases para uma base comum, organizando-as de forma que possam ser consultadas por um único aplicativo que permita ao próprio usuário escolher as informações desejadas, organizá-las, confrontá-las e observar sua interação. Permite, inclusive, aperfeiçoar tais consultas e disponibilizá-las diretamente ao nível estratégico - Reitoria, Sub-reitorias e Diretorias Acadêmicas e Administrativas - para que estas possam ter acesso às informações em tempo real, proporcionando flexibilidade, autonomia, integração e agilidade ao processo de tomada de decisão e avaliação acadêmica. Sendo assim, a adoção de um sistema de apoio a decisão baseado em Business Intelligence/Data Warehouse no âmbito da UERJ permitirá: Elaborar consultas e relatórios com mais rapidez e eficiência; Responder às questões de análise do desempenho; Gerar métricas, indicadores de desempenho, relatórios, gráficos, painéis, tabelas, mapas, etc. Executar projeções e estatísticas para as áreas acadêmica e administrativa; Facilitar a elaboração do planejamento de ações administrativas; Relatório de Gestão

23 Trazer maior segurança ao processo de tomada de decisão. A primeira versão do Projeto BI UERJ está pronta e foi desenvolvida com o apoio de uma verba do Projeto PROINFRA 01/2007 da FINEP, Subprojeto 02 - DINFO - Desenvolvimento e implantação da infraestrutura de acesso e utilização dos dados institucionais. Novas versões poderão surgir, dependendo dos recursos que forem disponibilizados para esse projeto. Nessa primeira versão, utilizando a plataforma MicroStrategy, temos: 1. Painel de Indicadores UERJ - Graduação: Alunos Aptos - Desempenho (quantidade e CR) Alunos - Integralização (cotistas e não cotistas) Alunos - Egresso (tipos de saída); 2. Relatório de Alunos - Total; 3. Relatório de Egressos; 4. Relatório de Alunos - regime crédito; 5. Relatório Concluintes e Abandono - %; 6. Relatório de Ingressos. Relatório de Gestão

24 13. PROJETO SISTEMA DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS Com o passar dos anos, começou-se a perceber um grande acúmulo de papéis nos diversos Componentes Organizacionais da UERJ, e essa quantidade vem aumentando a cada dia. Para cuidar da organização e segurança destes documentos, iniciaram-se os estudos em relação ao Sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos - SGED. Esse sistema prevê diversos tipos de documentos, desde sua criação até o seu arquivamento. Este projeto visa atender à necessidade de modernização, segurança e adequação da tramitação de documentos dentro da UERJ. Algumas vantagens da utilização do SGED: segurança do acervo; redução dos custos de área utilizada, de cópias e custos com pessoal; controle da localização e da tramitação dos documentos; proteção contra perda de documentos; controle de acesso aos documentos; conservação dos "originais"; menos recursos de distribuição; múltipla indexação; padronização dos formatos, dos processos e da localização; acesso à informação por múltiplos usuários simultaneamente. A primeira versão do SGED está pronta e foi desenvolvida com o apoio de uma verba do Projeto PROINFRA 01/2007 da FINEP, Subprojeto 02 - DINFO - Desenvolvimento e implantação da infraestrutura de acesso e utilização dos dados institucionais. Nessa versão estão previstos os documentos: Memorando, Circular, Carta, Ofício, Registro e Processo. Relatório de Gestão

25 14. PROJETO TI VERDE A TI Verde visa à conscientização sobre as limitações dos recursos ambientais, bem como o desenvolvimento de novas práticas que evidenciem a redução do impacto das atividades resultantes da TI junto ao meio ambiente. A Figura 1 apresenta o cenário atual e futuro da aplicação da TI Verde nas empresas. A TI Verde pode ser definida como o desenvolvimento de novas tecnologias que utilizam de dispositivos que ofereçam menos riscos ao meio ambiente, e que cultuem a redução do consumo de energia e papel, reutilização de equipamentos e a reciclagem, segundo Green IT-Guide (2008) Relatório de Gestão

26 A Figura 2 apresenta as práticas favoráveis ao desenvolvimento da TI Verde. Racionalização de energia: visa o estudo e a busca de soluções de TI que objetivem a substituição, quando necessário, de equipamentos de TI por outros com menor taxa de consumo energético e emissão de calor, o que poderá reduzir, significativamente, o uso de aparelhos ar condicionado para manter o ambiente refrigerado. Racionalização de insumos: visa o reaproveitamento de equipamentos de TI em outras atividades/locais em que os mesmos atendam às necessidades destes. Green Data Center: tem como objetivo a virtualização de servidores com vistas à redução de equipamentos de TI no Data Center. A adoção da prática de virtualização de servidores reduz sensivelmente o consumo de energia de um Data Center e a racionalização no uso de condicionadores de ar. Gestão do lixo eletrônico: visa dar o destino correto aos equipamentos e/ou componentes de TI, separando do lixo eletrônico (e-lixo) o que pode ser reaproveitado em outro equipamento/local e encaminhando para reciclagem o que não pode ser realocado. A DINFO tem procurado adotar em suas atividades as práticas acima apresentadas, dando prioridade à aquisição de equipamentos com baixo consumo de energia (racionalização de energia) e, principalmente, virtualizando seus servidores (Green Data Center). Pretendemos ampliar a atuação da DINFO na TI Verde, com a atuação formal nas atividades de racionalização de insumos e Gestão do lixo eletrônico. Racionalização de insumos Equipamentos obsoletos: 1. Dar a manutenção preventiva e corretiva, se necessário, para a disponibilização do equipamento para outro Componente Organizacional; 2. Como boa prática de segurança da informação, formatar quantas vezes for necessário o equipamento, com o objetivo de eliminar a possibilidade de recuperação da informação originalmente armazenada no mesmo. Observação: não é permitida a alteração das características de hardware do equipamento. Relatório de Gestão

27 Gestão do lixo eletrônico Equipamentos defeituosos: 1. Identificar o defeito do equipamento; 2. Se não for economicamente viável o conserto do equipamento, disponibilizar o equipamento para baixa; 3. Se o defeito não for no HD, como boa prática de segurança da informação, o mesmo deve ser retirado do equipamento defeituoso, instalado em outro equipamento como disco secundário e formatado quantas vezes for necessário de forma que a informação original não possa ser recuperada. Instalar novamente o HD no equipamento original. Observação: não é permitida a alteração das características de hardware do equipamento. Insumos de TI: - Cabos de rede e de energia: 1. Testar cabos de rede e de energia; 2. Armazenar os cabos de rede e de energia com defeito em local apropriado para o correto descarte. - Papel, CD e DVD: 1. Como boa prática de segurança da informação, passar na picotadora papéis, CDs e DVDs não mais úteis; 2. Armazenar em local apropriado para o correto descarte. Quanto à gestão do e-lixo, especificamente aos insumos de TI, a DINFO, por meio da equipe de Cabeamento Estruturado, já executa as atividades propostas. Uma empresa privada foi contatada para receber os cabos de rede e de energia com defeitos, a fim de dar o destino correto ao e-lixo e retornando para a universidade produtos de consumo a serem utilizados na área de cabeamento estruturado da universidade. A negociação entre a empresa e a universidade está em fase de análise, que iremos encaminhar para verificação pela Procuradoria Geral da UERJ - PG-UERJ. Para a gestão do e-lixo, em relação aos equipamentos de informática, temos alguns servidores (perfil Analista de Sistemas e Técnico em Informática) com habilidade para testar componentes básicos de um computador (memória, HD, processador, placamãe, placa de rede, fonte de energia e periféricos) que, na medida do possível, estão colaborando, voluntariamente, com o projeto. Relatório de Gestão

28 15. PROJETO MIGRAÇÃO DOS SISTEMAS LEGADOS PARA WEB (JAVA OU PHP) A Universidade do Estado do Rio de Janeiro possui diversos sistemas desenvolvidos, principalmente pela DINFO/UERJ, e implantados de agosto/1999 a dezembro/2014. Ao longo dos anos estes sistemas sofreram diversas modificações e novas funcionalidades foram incorporadas. Estes sistemas são utilizados pelos diversos Componentes Organizacionais da UERJ. Sendo que algumas funcionalidades estão restritas aos Componentes Organizacionais aos quais os sistemas pertencem. Este projeto tem o objetivo de buscar soluções para os problemas identificados em relação aos sistemas em utilização na UERJ e sob a responsabilidade da DINFO/UERJ. Sistemas em PowerBuilder (Cliente-Servidor) SAG - Sistema Acadêmico da Graduação Sistema de Vestibular SGRH - Sistema de Gerenciamento de Recursos Humanos SGRH-Unidade - Sistema de Gerenciamento de Recursos Humanos para as Unidades SGRH-Pasta Funcional - Sistema de Gerenciamento de Recursos Humanos para incorporação de dados de colaboradores muito antigos e de acerto de dados migrados do antigo sistema de RH SABM - Sistema de Administração de Bens Móveis Sistema de Protocolo Sistema de Responsabilidade Sistema Cetreina Interno Sistema Cetreina Externo Sistema de Importação Sistema DISET Sistema de Dados da Graduação para o DataUERJ Sistema do Censo da Graduação Problemas identificados: São muito antigos (foram implantados de agosto/1999 a dezembro/2003). Utilizam a versão 5.0 do PowerBuilder. Não é possível converter estas aplicações para a versão atual (12.5), pois são incompatíveis. Como estes sistemas (cliente-servidor) ficam instalados nas máquinas dos usuários, a cada nova versão do Windows corremos o risco de não conseguirmos mais utilizá-los. Temos poucos colaboradores concursados que conhecem esta linguagem, pois a grande maioria já saiu da UERJ. Temos dificuldade em encontrar no mercado colaboradores que trabalhem com esta linguagem para realizarem as manutenções nestes sistemas. Relatório de Gestão

29 Como temos apenas 14 servidores do perfil Analista de Sistemas no Departamento de Sistemas de Informação que são responsáveis por 35 Sistemas e 10 Serviços diversos (BI, Login Único, Administração de Dados, etc), temos uma grande dificuldade em atualizar a documentação destes sistemas para que possam ser migrados para uma nova linguagem, tendo em vista as inúmeras alterações que sofreram ao longo destes anos, efetuadas, muitas vezes, por profissionais terceirizados, sem o devido acompanhamento dos profissionais da DINFO, pela total defasagem no número de servidores com perfil Analista de Sistemas em seu quadro de pessoal. Necessitam ser migrados com muita urgência para outra linguagem, mais atual e que seja mais fácil obter colaboradores para realizar a manutenção (fazendo concurso, terceirizando ou contratando). A migração dos sistemas que são utilizados por toda a Comunidade UERJ e que não estão restritos a poucos Componentes Organizacionais, como é o caso do SAG, do SGRH-Unidades, do SABM e do Sistema de Protocolo se tornou extremamente crítica. Estratégias adotadas até o momento para a realização da migração dos sistemas desenvolvidos em PowerBuilder: 1. Preparamos no final de 2012 e no primeiro semestre de 2013 um processo licitatório para a contratação de uma empresa para alocação de colaboradores para complementarem o quadro da DINFO a fim de possibilitar a criação de uma forçatarefa para a migração dos sistemas, mas este processo licitatório não foi autorizado. 2. Tentamos em 2013 a Adesão a uma Ata de Registro de Preços de implementação de sistema na linguagem JAVA através de definição de Ordens de Serviço baseadas em Ponto de Função para a migração do SAG, mas a verba para a realização da adesão não foi disponibilizada. 3. Com o recebimento de um bolsista do Projeto QTR no final de 2013, elaboramos uma documentação de algumas funcionalidades do Sistema SABM, que foi implementada na linguagem JAVA e que será disponibilizado em breve. 4. Em 2014 sugerimos que fosse realizada a migração do Sistema de Vestibular através da contratação de uma empresa, mas este serviço não foi autorizado. 5. Até setembro de 2014 possuíamos somente um programador na equipe de desenvolvimento. Anteriormente, ele programava somente na linguagem PowerBuilder, mas após receber treinamento na linguagem JAVA e por conhecer o Sistema DISET, está realizando a migração deste sistema. 6. No segundo semestre de 2014 iniciamos a preparação da documentação de um novo sistema que contempla as funcionalidades do SAG que são utilizadas pelas secretarias acadêmicas e com a chegada de dois programadores em outubro/2014 (oriundos do concurso realizado no primeiro semestre) estamos implementando este novo sistema. Com a disponibilização deste, a utilização do SAG estará restrita à SR1 e seus departamentos. 7. Pretendemos fazer o mesmo trabalho de documentação e implementação do SGRH-Unidades no primeiro semestre de 2015, contando com as duas Analistas de Relatório de Gestão

30 Sistemas e os dois Programadores (ingressaram em setembro e outubro/2014) que estão envolvidos no Projeto Modelo de Gestão de Pessoas da UERJ. 8. Algumas outras documentações de sistemas menores já estão em andamento. Ainda teremos que resolver a migração dos grandes sistemas, para os quais não possuímos equipe suficiente para realizar a documentação e a posterior implementação. Estes sistemas (SAG, Vestibular, SGRH e SABM) correm o risco de pararem de funcionar a cada atualização do sistema operacional Windows no computador do cliente. É necessário que haja investimento urgente para a migração de todos esses sistemas. Sistemas em JCompany (WEB) SIEXT - Sistema de Extensão da UERJ Sistema Bolsa Permanência SOL - Servidor On-line Problemas identificados: Foram desenvolvidos na DINFO a partir de 2009 por colaboradores terceirizados; Este framework do Java (JCompany) não se mostrou eficiente, pois não atendia a implementação de alguns requisitos, não é de fácil aprendizagem e é uma solução proprietária; Não temos mais o contrato com a empresa terceirizada que desenvolveu estes sistemas, quando é necessária alguma manutenção é realizada a contratação de um colaborador; Existe dificuldade em encontrar no mercado colaboradores que conheçam este framework; Sem o contrato de suporte do framework JCompany, não é possível atualizar a versão do Java suportado pelo framework. O fato impede a atualização periódica da máquina servidora que hospeda a aplicação, a fim de corrigir eventuais falhas de segurança e desempenho; É aconselhável migrar estes sistemas para a linguagem Java, sem o framework. Estes sistemas, por serem mais recentes, já possuem documentação atualizada. Realizamos a migração do SOL em 2014, com o auxílio de uma bolsa. Pretendemos, ao longo de 2015, assim que tivermos algum dos programadores disponíveis, realizar a migração dos demais. Relatório de Gestão

31 16. PROJETO MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS LEGADOS Em engenharia de software, manutenção de sistemas é uma das fases do processo de desenvolvimento de software, que consiste no processo de melhoria e otimização de um sistema já desenvolvido (versão de produção), como também reparo de defeitos. Durante os primeiros meses de utilização de um novo sistema são comuns as manutenções para corrigir defeitos e deficiências encontrados. Depois dessa primeira fase, ocorrem as manutenções para o desenvolvimento de novas funcionalidades para melhorar a aplicabilidade e usabilidade do sistema ou mudanças nas funcionalidades existentes, devido a mudanças na legislação ou nas normas internas da organização. As manutenções devem seguir alguns passos: Avaliação da solicitação: é feita uma análise quanto à viabilidade de realização da manutenção, que leva em conta fatores como demandas já existentes, projetos em andamento, soluções de mercado que possam atender, recursos humanos disponíveis, custos envolvidos e prioridade em relação a outras solicitações. Planejamento: nessa etapa é definido junto ao cliente um escopo e um cronograma, especificando o que fará parte da manutenção. Execução: a manutenção será analisada junto aos solicitantes, implementada e testada. Homologação de Serviço: os solicitantes deverão homologar o serviço, por meio de teste de aceitação (funcionalidades), ou por meio de análise de dados (relatórios). O Departamento de Sistemas de Informação até setembro/2014 contava apenas com 14 servidores do perfil Analista de Sistemas, que estão responsáveis por 35 Sistemas e 10 Serviços diversos (BI, Login Único, Administração de Dados, etc), e um programador. Em setembro/2014 recebemos um programador e em outubro/2014 mais três programadores. Sendo assim, o atendimento das solicitações de manutenção de sistemas tem sido extremamente difícil de realizar, mesmo com a entrada destes novos colaboradores. Com criatividade e parceria com os Componentes Organizacionais solicitantes, conseguimos realizar ao longo de 2013 e 2014 diversas manutenções nos sistemas relacionados abaixo: SAG - Sistema Acadêmico da Graduação Sistema de Vestibular SGRH - Sistema de Gerenciamento de Recursos Humanos SGRH-Unidade - SGRH para as Unidades SABM - Sistema de Administração de Bens Móveis Sistema de Protocolo Sistema Cetreina Interno Sistema de Dados da Graduação para o DataUERJ SIEXT - Sistema de Extensão da UERJ Sistema Bolsa Permanência Aluno Online Protocolo Online Pré-Matricula Estacionamento Diplomação Fiscalização Relatório de Gestão

32 17. PROJETO HELP DESK ON-LINE O help desk é um serviço que consiste em resolver problemas de Tecnologia da Informação - TI que ocorrem na rotina dos usuários que utilizam TI para desempenhar seus trabalhos. A DINFO disponibiliza este serviço desde O técnico em informática que atende no help desk pode resolver o problema ou tirar as dúvidas durante esse telefonema ou pode abrir chamados, quando necessário. O atendimento de help desk resolve problemas menos complexos e é conhecido por suporte de nível 1. Alguns exemplos: usuários com problemas em sistemas operacionais, aplicativos, impressoras, , dificuldade para abrir arquivos, dúvidas de como fazer a instalação de algum aplicativo, etc. Casos mais complexos, que demandam especialidade de outros profissionais de TI e mais tempo para chegar a solução, são considerados de nível 2 ou de nível 3 e demandam uma equipe para atendimento presencial. Identificamos ao longo do tempo a necessidade de registrar os atendimentos realizados, podendo mensurar o trabalho efetuado, acompanhar os problemas que se tornam recorrentes e identificar para um mesmo equipamento os diversos problemas que já ocorreram. Após a implantação do help desk da DINFO entre 2001 e 2002 adquirimos um software de help desk para efetuar este acompanhamento, mas com o passar dos anos encontramos dificuldades em pagar o suporte e manutenção anual do mesmo. Assim, continuamos a utilizá-lo sem a devida atualização. Há dois anos que não estávamos conseguindo utilizar a maior parte de suas funcionalidades, pois se mostravam incompatíveis com os novos softwares e equipamentos. Em 2014, após diversas pesquisas por novos softwares e um período de configuração e instalação, passamos a utilizar o GLPI Helpdesk, que é uma solução web Opensource completa para gestão de ativos e help desk. O mesmo gerencia todos os seus problemas de inventário de ativos/hardwares e software e suporte ao usuário (help desk). Algumas Funcionalidades do GLPI: Multi Usuários; Sistema de autenticação (local, LDAP, AD, POP/IMAP, CAS, X509 ) e multi-servidor; Níveis de usuário; Sistema de notificações sobre eventos via ; Gestão de pedidos de assistência via web ou ; Relatórios com gráficos. O GLPI funciona em hardware padrão, Linux como servidor e cliente, clientes Microsoft Windows e MacOS. Em 2015 pretendemos disponibilizar a versão Web do GLPI. Nessa nova versão será possível a abertura de chamados e o acompanhamento dos mesmos pelos Componentes Organizacionais, sem a necessidade de contato telefônico ou presencial. Relatório de Gestão

33 18. PROJETO ID ÚNICO Este Projeto tem por objetivo criar um único identificador e uma única senha para os serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação da UERJ. A ideia é que num mesmo portal ao se identificar com o login e a senha do ID Único já estejam disponíveis para utilização todas as aplicações UERJ e todos os serviços a que aquela pessoa está habilitada, de acordo com os diferentes papéis a que está associada (de acordo com o Projeto Pessoa). O objetivo do projeto é poupar os usuários das aplicações UERJ da obrigação de decorar diversos logins e senhas e otimizar a gerência dos dados de contato. Para obter o seu id único a pessoa deverá efetuar o cadastramento no endereço eletrônico Associado a este projeto estamos desenvolvendo o aplicativo de controle de acesso, que poderá ser utilizado por todos os sistemas corporativos. Neste aplicativo serão cadastrados os sistemas e as funcionalidades existentes nestes. Serão criados grupos de acesso com permissões diferenciadas às funcionalidades cadastradas. Cada usuário de um sistema será associado a um dos grupos cadastrados, assim quando este usuário acessar o sistema terá disponível para ele somente as funcionalidades que está autorizado a utilizar. O controle dos grupos e dos usuários autorizados ficará sob a responsabilidade do Componente Organizacional solicitante do sistema. Relatório de Gestão

34 19. PROJETO REDE WIFI UERJ A Universidade do Estado do Rio de Janeiro já possui sua rede de internet cabeada, a Rede UERJ, que se estende por todos os Campi da UERJ. Essa rede atende cerca de estações de trabalho, oferecendo serviços e atendendo às demandas da comunidade acadêmica. O Projeto Rede WIFI UERJ veio para ampliar a disponibilidade, a segurança e a praticidade desses serviços, sem abandonar a adequada utilização da rede internet em conformidade com os critérios estabelecidos pela Rede Rio de Computadores (Rede Rio). A rede sem fio WIFI UERJ deve ser utilizada, exclusivamente, para complementar a rede cabeada, cujo propósito é permitir acesso à Rede UERJ e internet através de dispositivos móveis e também possibilitar o acesso à rede em áreas em que a implantação da infraestrutura para rede cabeada é tecnicamente inviável. No momento, a cobertura da rede WIFI UERJ está restrita ao campus Maracanã, mas estamos viabilizando a ampliação para os demais campi. Benefícios da Rede WIFI UERJ: Disseminação de acesso à internet sem fio para toda a comunidade acadêmica; Coordenação eficiente dos pontos de acesso e suporte à possíveis falhas da rede; Acesso automático de qualquer local do campus Maracanã sem a necessidade de mudanças de senhas e configurações; Maior segurança na identificação de usuários; Maior segurança e privacidade no tráfego de informações pela rede; Redução de custos com aquisições dispersas. O pré-requisito para o acesso a Rede WIFI UERJ é possuir uma conta no sistema de identificação da UERJ, efetuando o cadastramento no endereço eletrônico Relatório de Gestão

35 20. PROJETO INTERFACE WEB Em mídias digitais, o layout da interface não se relaciona apenas à aparência, que contribui para a experiência subjetiva e emocional de recepção e ação. O estilo visual, com fontes, cores, imagens, composição, é parte integrante do design da informação e das funcionalidades. O layout da interface expressa a mensagem da informação e influencia a primeira impressão, de caráter subjetivo, de quem a utiliza, especialmente de quem o faz pela primeira vez. Uma primeira impressão positiva facilita a compreensão da estrutura do conteúdo e do conceito, bem como da funcionalidade da interface. Além de criar empatia imediata com o usuário, o layout da interface influencia a facilidade de encontrar informações de maneira intuitiva. Os diversos componentes de uma interface devem ter a mesma aparência, o mesmo formato e modos de funcionamento análogos entre si. Uma identidade visual bem desenvolvida, garante a organização do conteúdo da página, hierarquiza as informações e oferece destaque aquilo que é mais importante. Além de organizar as informações, o layout deve deixar a página bonita e atraente. É preciso que muitos aspectos estejam em harmonia. O conteúdo, por exemplo, deve estar adequado ao público-alvo e as cores sempre referenciando a identidade visual. Todos os elementos transmitem informações para os usuários (cores, textos, títulos, logotipo, imagens, ilustrações, vídeos, áudio ). Essas informações influenciarão diretamente o índice de confiança no produto, no serviço e principalmente na imagem da Instituição, do Componente Organizacional, do projeto, etc. Estes conceitos são utilizados tanto para projetos de interface de sistemas, como de sites. Sites desenvolvidos e entregues: PGMicrobiologia - Prodec - Supsaúde - Corrida Betinho pela Vida - Portal do Candidato - (endereço de desenvolvimento) DECB - Sites previstos para serem desenvolvidos em 2015: DINFO LPPE - Laboratório de Pesquisas e Práticas de Ensino - IFCH Multilab - FIS/CTC Petodonto - Odontologia UDA da Urologia ICS - Instituto de Ciências Sociais SRH - (Projeto Web UERJ Novas Tecnologias) Fórum dos Diretores - (Dinfo/Uerj) Relatório de Gestão

36 Sites com layout e navegação finalizados, mas tiveram o seu desenvolvimento interrompido por solicitação do órgão requisitante: NUDERG - IEFD - OBEPRJ - Instituto de Física - Outros Serviços de Interface realizados: Identidade Visual - Fortnet (Wifi-Uerj) Aplicação de inscrição online Prodec Logomarcas (SOL, Id-único, SGP, Diplomação, Help desk (GLPI), Aluno Online, Professor Onlilne) Imagem de identificação Wifi-Uerj Padrão de Interface dos sistemas corporativos (Java e PHP) Manutenção de sites desenvolvidos anteriormente: Dialogarts - Sepel - CCS - Dinfo - OBFRJ - Relatório de Gestão

37 21. PROJETO LEVANTAMENTO DE REQUISITOS A primeira etapa do desenvolvimento de software é o levantamento de requisitos. Nessa etapa, o time de desenvolvimento se prende em entender o negócio que o sistema vai automatizar e em produzir um documento de requisitos. É um processo que engloba algumas atividades: Identificação o Compreensão do domínio: compreender o domínio no qual a organização e o projeto se inserem; o Identificação das partes interessadas; o Captura: obter com as partes interessadas os requisitos (funcionais e nãofuncionais) pretendidos para o sistema. o Identificação e análise de problemas: os problemas devem ser identificados e devem ser propostas soluções em conjunto com as partes interessadas. análise e negociação o classificação: agrupamento de requisitos para facilitar a visão global do funcionamento pretendido para o sistema; o resolução de conflitos: dada a multiplicidade e diversidade de papéis das partes interessadas envolvidas; o priorização: consiste na atribuição de uma "prioridade" a cada requisito em conjunto com as partes interessadas; o confirmação: é confirmada com as partes interessadas a completude dos requisitos, sua consistência e validade. especificação e documentação: é nesta fase que se dá a produção propriamente dita do Documento de Especificação de Requisitos. validação: nesta fase verifica-se junto com as partes interessadas o documento de requisitos produzido, identificando para cada requisito sua validade, sua consistência, sua compreensibilidade / ambiguidade, sua completude, seu realismo, sua verificabilidade, sua rastreabilidade e sua conformidade com as normas. A identificação e análise de requisitos é um processo iterativo que se inicia com a familiarização do domínio do futuro sistema e termina na confirmação dos requisitos, aumentando o grau de compreensão do sistema a cada ciclo de trabalho. Compreender as necessidades das partes interessadas se torna essencial no desenvolvimento de soluções. Muitos sistemas foram abandonados ou nem chegaram a ser usados porque os membros da equipe não deram atenção para essa etapa de levantamento de requisitos para entender o negócio das partes interessadas. O documento gerado com os requisitos se torna praticamente um termo, onde aparece como um consenso entre a equipe de desenvolvimento e as partes interessadas. É esse documento que vai nortear as próximas atividades, tornando-se um ponto de referência para validações. Esta é uma fase muito importante para o desenvolvimento de um novo sistema, podemos dizer que é a "inteligência do sistema". Como a nossa equipe de desenvolvimento é muito reduzida, pretendemos com a entrada de novos Analistas de Relatório de Gestão

38 Sistemas da área de Desenvolvimento, produzir a documentação de requisitos dos sistemas e contratar a implementação para os novos sistemas. Com bastante esforço, conseguimos realizar este trabalho durante 2013 e 2014 para alguns sistemas: Diplomação (encaminhado para a SR1 para a contratação da implementação); Professor On-line (desenvolvido com a utilização de uma bolsa do Projeto QTR); DataUERJ (encaminhado para a Vice-Reitoria para a contratação da implementação); SGP - módulo de Ingresso (implementado com a entrada de dois novos programadores) Secretaria Online - SAG (iniciada a implementação com a entrada de dois novos programadores) Relatório de Gestão

39 22. PROJETO VIRTUALIZAÇÃO DE SERVIDORES Podemos definir o conceito de virtualização como soluções computacionais que permitem a execução de vários sistemas operacionais e seus respectivos softwares a partir de uma única máquina, seja ela um desktop convencional ou um potente servidor. Funciona como se utilizasse um ou mais computadores distintos dentro de um só. A diferença é que estas máquinas são virtuais: na prática, elas oferecem resultados como qualquer outro computador, mas existem apenas logicamente, não fisicamente. Cada máquina virtual se traduz em um ambiente computacional completo: praticamente todos os recursos do sistema operacional podem ser utilizados, é possível conectá-las em rede e instalar aplicativos. Principais benefícios da virtualização: Menor Aquecimento / Economia de Energia: O uso da virtualização permite múltiplas aplicações rodarem na mesma máquina servidora, isoladas entre si, reduzindo a quantidade de máquinas servidoras necessárias, o que traz redução do espaço utilizado e da energia elétrica para manter o servidor ligado e refrigerar o ambiente. Melhor aproveitamento da infraestrutura existente: ao executar vários serviços em uma máquina servidora ou conjunto de máquinas, por exemplo, pode-se aproveitar a capacidade e processamento destes equipamentos o mais próximo possível de sua totalidade; O parque de máquinas é menor: com o melhor aproveitamento dos recursos já existentes, a necessidade de aquisição de novos equipamentos diminui, assim como os consequentes gastos com instalação, espaço físico, refrigeração, manutenção, consumo de energia, entre outros. TI Verde ou TI Sustentável: Além de reduzir os custos de aquisição e consumo de energia, a virtualização impacta diretamente no meio ambiente. No final da vida útil, existirão menos máquinas servidoras para serem descartadas, resultando em menos materiais tóxicos no meio ambiente. Menor tempo de parada em manutenções programadas: Em um ambiente virtualizado é possível migrar as aplicações entre máquinas servidoras físicas online, sem desligar ou interromper o serviço. Rápida recuperação de falhas e desastres e backup otimizado: Quando uma máquina servidora física apresenta problemas, o tempo para voltar em produção depende muito de estratégias de backup e ferramentas, é necessário uma ferramenta para imagem do sistema operacional, outra para backup, outra para aplicar atualização de patches e drivers, para só depois restaurar o backup. Com a utilização de máquinas virtuais esses serviços acontecem de forma mais rápida, segura e automatizada. Gerenciamento centralizado: dependendo da solução de virtualização utilizada, fica mais fácil monitorar os serviços em execução, já que o seu gerenciamento é feito de maneira centralizada; Relatório de Gestão

40 Uso de sistemas legados: pode-se manter em uso um sistema legado, isto é, antigo, mas ainda essencial às atividades da instituição, bastando destinar a ele uma máquina virtual compatível com o seu ambiente, mitigando os principais riscos: quebra do hardware físico (e falta de peças de reposição), corrompimento do sistema de arquivos, backup, disponibilidade, ou seja, a aplicação recebe todo o benefício do ambiente virtual. Diversidade de plataformas: pode-se ter uma grande diversidade de plataformas e, assim, realizar testes de desempenho de determinada aplicação em cada uma delas, por exemplo; Ambiente de testes: é possível avaliar um novo sistema ou uma atualização antes de efetivamente implementá-la, diminuindo significativamente os riscos inerentes a procedimentos do tipo; Segurança e confiabilidade: como cada máquina virtual funciona de maneira independente das outras, um problema que surgir em uma delas - como uma vulnerabilidade de segurança - não afetará as demais. A virtualização de máquinas servidoras no Data Center UERJ iniciou-se entre 2011 e 2012 e hoje é amplamente utilizada. As máquinas servidoras administradas pela DINFO/UERJ foram virtualizadas a fim de otimizar os recursos instalados e disponibilizados para o Data Center UERJ. Relatório de Gestão

41 23. PROJETO MIGRAÇÃO DAS BASES DE DADOS CORPORATIVAS - ASE No primeiro semestre de 2012, por meio de um projeto FINEP, a DINFO/UERJ adquiriu uma nova máquina servidora e regularizou o suporte a nova versão do SGDB Sybase SAP ASE. Possibilitando que em julho/2013 fosse realizada a migração das bases de dados corporativas da antiga plataforma (AIX), que oferecia grande risco de descontinuidade do serviço pela dificuldade, alto custo de manutenção e pelos constantes problemas identificados na máquina servidora, para a nova plataforma (Linux), de fácil manutenção e evolução. Relatório de Gestão

42 24. PROJETO MONITORAMENTO DA REDE E APLICATIVOS Atualmente, o uso de rede de dados para compartilhamento de recursos é indispensável no mundo e na UERJ. A rede de dados não se limita a Internet e está presente em várias atividades do cotidiano. A facilidade e comodidade que é adquirida utilizando os serviços de rede fazem com que haja dependência desses serviços. Se o serviço de rede estiver inativo, todos os Componentes Organizacionais, diretamente ou indiretamente, são afetados. Para que seja possível a disponibilização dos serviços de rede é necessária a utilização de máquinas servidoras, que fornecem esses serviços, como por exemplo: e- mail, arquivos, web, impressão, compartilhamento de dados. As máquinas servidoras são responsáveis por gerenciar recursos de hardware (como disco e memória), de software (como planilhas e sistemas), e compartilhar informações (como o banco de dados corporativo). O rápido crescimento e a proliferação de novas tecnologias têm mudado as características das redes de computadores nos últimos anos. O monitoramento, em tempo real, da infraestrutura de redes e seus ativos vem se tornando indispensável na gestão da tecnologia da informação. Este monitoramento permite obter as informações necessárias sobre estes equipamentos de modo rápido, sintético, preciso e confiável, facilitando as tomadas de decisão no momento do planejamento, adequação e expansibilidade do parque tecnológico. As ferramentas disponíveis no mercado para monitoramento de sistemas e máquinas servidoras permitem realizar uma análise nos processos e seus serviços de forma a identificar o mais cedo possível qualquer falha, buscando assim uma solução do problema antes mesmo que qualquer usuário possa ter notado. O monitoramento de serviços e ativos de rede é uma técnica que busca fazer um monitoramento ostensivo para que, quando houver um problema, os administradores de rede sejam os primeiros a serem notificados. Utilizamos um software livre, web para monitorar os diversos equipamentos de rede e serviços administrados e disponibilizados pela DINFO/UERJ. Relatório de Gestão

43 25. PROJETO CORREIO ELETRÔNICO UERJ O correio eletrônico ( ) é um serviço básico de comunicação na rede. Estamos com um estudo em andamento para melhorarmos o Correio Eletrônico UERJ, no que diz respeito à performance e à ampliação da disponibilização do para outras categorias. Também estamos testando um novo programa web para a utilização do e- mail UERJ. Em paralelo a este estudo estamos formatando a política de uso do UERJ, para que fique coerente com a política de uso da rede UERJ. Relatório de Gestão

44 26. PROJETO DATA CENTER UERJ Um Data Center é um ambiente projetado para abrigar servidores e outros componentes, como sistemas de armazenamento de dados (storages) e ativos de rede (switches, roteadores). O objetivo principal de um Data Center é garantir a disponibilidade de equipamentos que rodam sistemas e aplicativos críticos para o negócio de uma organização. Na UERJ, o Data Center é mantido e controlado pela DINFO/UERJ. Entendendo que a informação é o principal patrimônio de uma Instituição e tendo a responsabilidade de manter e disponibilizar os meios de transmissão destas informações, a DINFO/UERJ está em busca de soluções que agreguem maior segurança aos equipamentos existentes no Data Center da UERJ, a fim de garantir a continuidade dos serviços prestados. Para o perfeito funcionamento de um Data Center, este deve conter: Infraestrutura de Rede - possuir conexões (links) redundantes com pelo menos mais de um fornecedor de backbone. Esta infraestrutura tem o objetivo de garantir que os sistemas hospedados no Data Center permaneçam acessíveis, mesmo se houver falhas em uma das conexões com a Internet. Segurança Física - fornecer mecanismos de segurança para restringir o acesso a somente pessoas autorizadas. Estes mecanismos geralmente são compostos de câmeras de segurança e sistema de identificação. Combate e Prevenção Contra Incêndios - possuir um sistema que evite e previna que os equipamentos sejam danificados por incêndios. O sistema de combate e prevenção contra incêndios pode ser composto de sistema de detecção de fumaça, extintores, gases inibidores e procedimentos de brigadas de incêndio. Refrigeração - garantir que a temperatura do ambiente esteja em níveis aceitáveis para a operação dos sistemas e principalmente que não hajam oscilações de temperatura que são extremamente prejudiciais ao funcionamento de qualquer equipamento. O equipamento de refrigeração deve ser redundante. Energia - garantir que não haja falta de energia e tampouco oscilações em seu fornecimento que possam danificar equipamentos. O sistema de fornecimento de energia é geralmente composto por sistemas de no-breaks, geradores e alimentação por mais de uma subestação. Estrutura física - deve ser montado com piso, teto, paredes e porta adequados para esse tipo de utilização, que ofereçam segurança e resistência. O Data Center UERJ atual não é compatível com estas necessidades, relacionamos a seguir os problemas identificados: a) Refrigeração Atualmente a refrigeração é realizada por quatro aparelhos de ar condicionado tipo Split, que não dão mais vazão às necessidades do Data Center UERJ. Os aparelhos possuem, pelo menos sete anos de uso contínuo (24 horas / 7 dias na semana). Além disso, a solução de refrigeração não é a mais adequada para um Data Center. Para melhor funcionamento e tempo de vida útil dos equipamentos é necessário um sistema de refrigeração que seja possível o controle de umidade e temperatura. A distribuição dos racks de forma que existam corredores quentes e frios, além de um sistema de exaustão para o tratamento do ar quente. Tentamos solucionar o problema com a instalação de refrigeração por água gelada: MM 277/DINFO/2009 e MM 069/DINFO/2013 enviados para a PREFEITURA DOS CAMPI, porém até o momento o problema não foi resolvido. Relatório de Gestão

45 b) Piso e Divisórias O piso elevado está irregular e com buracos, oferecendo risco de acidente aos profissionais que dão manutenção no Data Center. O piso não é adequado, pois é de madeira. Por causa dos buracos, há perda de ar refrigerado para o ambiente externo. As divisórias são frágeis e apresentam buracos e irregularidades na sua estrutura, o que proporciona perda de ar refrigerado para o ambiente externo e não permite a instalação de controle de acesso eletrônico na porta do Data Center. Faz-se necessário a troca do piso elevado e das divisórias. c) Sala de Contingência Localizado no bloco E, possui a mesma deficiência de refrigeração do Data Center. Os aparelhos de ar condicionado são do modelo janela, não estão ligados ao circuito da rede estabilizada e apresentam problema constantemente (MM 125/DINFO/2013, MM 307/DINFO/2013 e MM 082/DINFO/2014 enviados para a Prefeitura dos Campi) É necessária a instalação de controle de acesso eletrônico na porta da Sala de Contingência e de câmeras de monitoramento no interior da sala. d) Sistema de Armazenamento O atual sistema de armazenamento (storage) já é considerado um modelo obsoleto pelo mercado e o contrato de manutenção expirou. A renovação do contrato, para o atual modelo, é excessivamente caro se comparado a aquisição de um modelo mais recente com a mesma capacidade de armazenamento. Faz-se necessário a troca do atual modelo e a ampliação da capacidade de armazenamento da storage para atender às demandas da Universidade. O ideal seria que a sala para abrigar o Data Center UERJ fosse um ambiente seguro e certificado, protegido contra ameaças físicas e dotado de toda a redundância dos sistemas de energia e climatização. Esta sala segura, também conhecida como Sala Cofre, é um ambiente blindado, testado e certificado de acordo com as normas ABNT NBR e NBR 60529, que visa proteger contra fogo, calor, umidade, gases corrosivos, incêndio, inundação, arrombamento, explosão e magnetismo. É modular e escalável, sendo possível ampliá-la, conforme a necessidade. É um ambiente que atenderia às necessidades da UERJ para a proteção das informações e sistemas críticos, incorporando infraestrutura de alta disponibilidade, adequadas para abrigar um Data Center. Encaminhamos um Projeto de Sala Cofre (MM 195/DINFO/2014) para a SR2. Relatório de Gestão

46 27. SERVIÇOS DIVERSOS Suporte e Manutenção O primeiro atendimento (problemas em sistemas operacionais, aplicativos, conexão com impressoras, , dificuldade para abrir arquivos, dúvidas de como fazer a instalação de algum aplicativo, computador não conectado na rede, computador que não liga, etc.), para os Componentes Organizacionais que possuem Técnico em informática, deve ser realizado por esse técnico. Caso seja um problema mais complexo ou que exija um maior conhecimento de hardware é que a equipe de Suporte e Manutenção da DINFO/UERJ deve ser acionada. Em 2014 ingressaram na UERJ Técnicos em Informática nos seguintes Componentes Organizacionais: Componente Organizacional Quantitativo de Técnicos REI 1 SR-1 1 SR-2 3 HUPE 7 PPC 3 SRH 2 CEPUERJ 2 NUSEG 1 PG-UERJ 1 PREFEI 1 UNATI 1 CBI 1 ART 1 DIR 1 ENF 1 FCM 1 FCS 1 FAF 1 FAOC 1 FEN 1 FGEL 1 FSS 1 NUT 1 FIS 2 ILE 2 ODO 2 PSI 2 IBRAG 3 IME 3 CAp-UERJ 2 ESDI 1 DTUR 1 FAT 2 IPRJ 3 FFP 4 FEBF 5 TOTAL 67 Atendimentos realizados: em 2013 e em Laudo para Baixa de Equipamentos de Informática Laudos emitidos: em 2013 e em Relatório de Gestão

47 Especificação de Configuração de Equipamentos de Informática Especificações realizadas: 75 em 2013 e 61 em Especificações de equipamentos de rede: 30 em 2013 e 25 em Projetos de Rede Para que seja possível a elaboração de um Projeto de Rede para um novo ambiente ou para a ampliação de pontos em um ambiente que já possua pontos de rede é preciso que já exista a infraestrutura (calhas, tubulações, tomadas, etc) ou o projeto dessa infraestrutura necessário para a passagem dos cabos de rede. O projeto de infraestrutura deve ser solicitado à Prefeitura dos Campi da UERJ. A Prefeitura dos Campi e a DINFO firmaram uma parceria a fim de agilizar a elaboração dos projetos: todo projeto realizado pela Prefeitura que tenha previsão de pontos de rede é enviado para a DINFO para a elaboração do Projeto de Rede. Assim, o solicitante recebe o projeto já completo. Dependendo do tamanho do projeto e do risco envolvido para a sua execução, a DINFO/UERJ informará no Projeto de Rede a necessidade do Componente Organizacional contratar uma empresa especializada para a execução do mesmo. Esta empresa deverá seguir o padrão indicado no projeto quanto aos materiais, equipamentos e documentação da rede de dados. Os materiais e equipamentos indicados nos projetos de redes devem ser adquiridos pelo Componente Organizacional, já que a DINFO/UERJ não possui verba para custeio destes. Os equipamentos, antes de serem instalados, deverão ser encaminhados à DINFO/UERJ para configuração. Quando o projeto for executado por empresa terceirizada, o Componente Organizacional deverá solicitar à DINFO/UERJ a vistoria dos serviços executados, antes do aceite final do serviço. A documentação da rede de dados, gerada pela empresa terceirizada, deverá ser entregue para a DINFO/UERJ para que seja possível a realização de manutenções futuras nessa rede. Projetos Elaborados: 50 em 2013 e 50 em Visitas Técnicas para elaboração de Projeto de Rede: 100 em 2013 e 100 em Relatório de Gestão

48 28. COMITÊ CONSULTIVO DE PROJETOS DE TIC - CCPTic A fim de garantir e proporcionar a participação da Comunidade UERJ nas propostas e na viabilização do projetos de TIC da UERJ, será criado em 2015 o Comitê Consultivo de Projetos de TIC - CCPTic. O CCPTic será composto por representantes da Reitoria, das Subreitorias e das Diretorias Administrativas e será responsável por: Identificar e apresentar as necessidades e projetos de TIC da UERJ; Definir, em conjunto, as prioridades das necessidades e projetos identificados; Viabilizar, em conjunto, os recursos humanos, materiais e tecnológicos para o atendimento das necessidades e dos projetos, de acordo com as prioridades definidas. Relatório de Gestão

49 29. REFORMULAÇÃO DO ÓRGÃO DE TI DA UERJ Identificamos que a estrutura atual da DINFO necessita ser reformulada, para que a UERJ possa utilizar a Tecnologia da Informação, em seus processos acadêmicos e administrativos, com maior eficiência, agilidade e qualidade. A ISO/IEC (ABNT, 2009), trata a Governança de TI como um sistema pelo qual o uso atual e futuro da TI são dirigidos e controlados. Significa avaliar e direcionar o uso da TI para dar suporte à organização e monitorar seu uso para realizar planos. Inclui a estratégia e as políticas de uso da TI dentro da organização. É necessário o alinhamento estratégico da tecnologia da informação em termos de arquitetura, infraestrutura, aplicações, processos e organização com as necessidades presentes e futuras da universidade. Assim, repensando o órgão de TI da UERJ, apresentamos nossa proposta: Missão: Traçar políticas estratégicas nas áreas de tecnologia da informação e coordenar a implementação destas pelos diversos Componentes Organizacionais da UERJ. Princípio: Oferecer as melhores soluções de tecnologia da informação para apoio à gestão do ensino, da pesquisa e da extensão. Visão: Ser o agente de referência de tecnologia da informação e comunicação na UERJ. Atribuições: Ser o responsável por organizar, elaborar e propor as diretrizes gerais, as políticas e os programas da UERJ na área de TIC; Ser o canal de promoção e de articulação da estrutura de pessoal e de recursos computacionais necessários para as atividades de TIC definidas como de interesse da UERJ; Definir e especificar soluções de TIC para uso corporativo; Desenvolver conhecimento tecnológico, através de projetos, convênios e parcerias, na busca de soluções inovadoras na área de TIC, para melhoria da qualidade dos serviços prestados para e pela UERJ; Elaborar e desenvolver programas de capacitação de pessoal técnico e gerencial na área de TIC. O novo órgão de TI: Terá um papel muito mais ativo, participando das soluções e inovações tecnológicas da UERJ. Será uma referência para todas as questões de TIC, buscando parcerias dentro e fora da UERJ para a realização de projetos que alavanquem tecnologicamente a UERJ. Será um órgão que irá definir as normas e servirá de apoio na execução destas. Identificará às necessidades de TIC da UERJ em conjunto com o Comitê e buscará apoio (Projetos, Capacitação, etc) para o atendimento destas. Relatório de Gestão

50 30. EQUIPE ATUAL Direção Lúcia Oliveira Atendimento - Responsável por dar informações, receber e entregar documentos, fazer a comunicação interna e externa e arquivar documentos. Horário de Atendimento: 9h às 19h. Jamile Barros Débora Pontes Marize de Araujo Help Desk - Responsável por atender as ligações que buscam ajuda em relação a tecnologia em uso, resolvendo, sempre que possível, o problema. Abrindo chamado para os casos que necessitam de atendimento presencial. Horário de Atendimento: 8h às 19h. Douglas Cabral Andre Felipe Veiga Felipe Barbalho Jose Borrego Administração - Responsável por assessorar administrativamente à direção, realizando compras, registrando frequência, prestando contas dos recursos financeiros, instruindo processos e outras tarefas que visem manter o funcionamento operacional da DINFO. Maurício Trapa Ricardo Ferreira Laboratórios - Responsável por administrar os laboratórios de Informática para os alunos da graduação (4º, 8º e 10º andar). Guilherme Simon 6 Atendentes de Laboratório (Contrato CAPAT) Departamento de Sistemas de Informação. Angélica Dias Arquitetura de Sistemas - Luiz Pereira Administração de Dados - José Carlos Thompson Interface Marcelo Gomes Rosani Teixeira Fernando Ribeiro Ricardo Jorge da Silva Relatório de Gestão

51 Sistemas - Analistas (Requisitos, Desenvolvimento, Testes e Manutenção) Alexandre Jammel (Vestibular) Armando Thompson (SAG, Aluno Online, Professor Online, Secretaria Online) Carlos Eduardo Figueiredo (Estacionamento, ACW, BI) Christiane Ferretti (Professor Online, Secretaria Online) Cintia Arisa (DPEI) Fernando Silveira (SISP, SIEXT) Isabel Marques (SABM, SABM Web) José Carlos Thompson (Diplomação, Pessoa, BI) Lais Salgado (SGRH, SGRH-Unidades, SGP, Servidor Online) Leandro Chernicharo (Estacionamento, Diplomação, Pessoa, BI, Controle de Acesso) Luiz Pereira (Importação Web, Pré-Matrícula, Fiscalização, Portal, Login Único) Marcela Soares (SGP, DPEI, Servidor Online) Márcia Marzullo (Importação, SIEXT) Monica Santos (Protocolo, Protocolo Online, Responsabilidade, Importação, Importação Web, SIEXT, Pré-Matrícula, Fiscalização, SGED) Sistemas - Programadores João Marcelo Barros (Cetreina Interno, Cetreina Externo, DISET, DISET Web) Roberto Cesar Magalhães (SGP, Controle de Acesso) Carlos Rafael de Castro Souza (SGP) Carlos Vinicius do Carmo (Secretaria Online) Hugo Ledig (Secretaria Online) Departamento de Infraestrutura e Tecnologia. Suely Fontanin Rede de Dados (Projetos e Segurança) Alexandre Sztajnberg Ana Beatriz Franco Paulo Sérgio de Amaral Rodrigo Moreira Rodrigo Ribeiro Sistemas Básicos (Máquinas Servidoras, Aplicativos e Segurança) Jovino de Vasconcelos Juliana Borges Luiz Cláudio Barcellos Marcos Antonio Selecto Banco de Dados (Sybase, PostgreSql, MySql e Sql Server) Sidney Vieira Suporte, Manutenção e Laudo de Baixa Malba Spinelli Marcus Vinicius Alves Sérgio Barros Sérgio Ricardo Araujo (contrato encerra em 30/06/2015) Jonatas Marques (contrato encerra em 11/03/2015) Pedro Jorge Miranda (contrato encerra em 01/02/2015) Relatório de Gestão

52 Instalação de Redes Bruno Privatti Euclides Neto Igor Almeida Nathalya Silveira Thiago Luiz Rocha Operação e Monitoramento Amauri Paulo Cláudio Reis Fernando Machado Flávio Feliciano Leandro Peixoto Renato Gonçalves (aposentadoria prevista para março de 2015) Ricardo Areal Thalles Brenner Relatório de Gestão

53 31. PROBLEMAS ENFRENTADOS PELA DIRETORIA DE INFORMÁTICA Déficit de Colaboradores O reduzido número de colaboradores existentes em cada atividade nos impede de aumentar a nossa produtividade e de buscar soluções mais inovadoras para os desafios com os quais nos deparamos. Dos 63 (sessenta e três) colaboradores relacionados no item 30. EQUIPE ATUAL, 20 (vinte) ingressaram do segundo semestre de 2013 até o segundo semestre de Sendo que são 2 (dois) Administrativos, 14 (quatorze) Técnicos em Informática (em substituição aos contratos existentes) e 4 (quatro) programadores. Precisamos ampliar o nosso Quadro Funcional para atendermos melhor à demanda da Universidade. Em dezembro/2012 elaboramos uma licitação (processo 16588/2012) para a contratação de uma empresa para a alocação de colaboradores de diversas áreas da tecnologia da informação a fim de suprir a deficiência identificada. Mas este processo não foi adiante, por falta de aprovação. Atualmente, estão em andamento um concurso para Analista de Sistemas da área de Infraestrutura (primeiro semestre/2015), um concurso para Programador (segundo semestre/2015) e outro concurso para Analista de Sistemas das demais áreas (segundo semestre/2015). Deficiência de Microcomputadores Ao longo de 2013 perdemos diversos microcomputadores por falha em algum componente e a maior parte dos microcomputadores que permaneceram em funcionamento já estão com mais de quatro anos de uso. Nesses equipamentos os aplicativos atuais não são executados ou o são de forma lenta, reduzindo o tempo de produtividade do colaborador. Além disso, estamos recebendo novos colaboradores e não temos microcomputadores para que possam desempenhar suas atividades. Em abril/2014 encaminhamos uma solicitação para a Diretoria Financeira - DAF para a aquisição de 30 (trinta) novos microcomputadores, mas nossa solicitação ainda não foi atendida, seja integral ou parcialmente. Em novembro/2014 a SR-1 nos auxiliou com a compra de 2 (dois) microcomputadores para serem utilizados pelos programadores que ingressaram em outubro/2014. Precisamos de novos colaboradores a fim de sanar a prolongada deficiência de profissionais nos quadros da DINFO, em face da saída de muitos colaboradores e do aumento da demanda e da diversidade de serviços. Mas, precisamos também de microcomputadores para que eles possam trabalhar. O microcomputador é o principal instrumento de trabalho dos colaboradores da Diretoria de Informática e não um instrumento de apoio ao trabalho, como para muitos Componentes Organizacionais. Sem ele, não temos como desempenhar as nossas tarefas diárias. Relatório de Gestão

54 Falta de cargos de chefia A DINFO, como pode ser verificado no item 30. EQUIPE ATUAL, além da direção e dos dois departamentos possui 14 áreas de atuação, com serviços específicos. Atualmente, a DINFO possui um cargo de direção, dois de departamento, seis de CC-9 e dois de FG-1. É muito complicado e difícil gerenciar as diversas áreas de atuação sem os cargos de chefia necessários. Estamos com vários colaboradores chefiando e organizando o trabalho sem receber a devida e justa compensação. Verba para manutenção da estrutura de TI Ao contrário do que acontece em diversas instituições públicas, a DINFO não recebe uma verba de custeio para a manutenção da estrutura de TI da UERJ,. Quando ocorre alguma emergência, não temos verba nem para trocar um cabo que parou de funcionar, muito menos um switch (equipamento de distribuição da rede). Muitas vezes os Componentes Organizacionais não compreendem quando repassamos a especificação do material e do equipamento a ser adquirido para solucionar uma parada da sua rede, mas não temos como resolver. Em proporções maiores, quando um equipamento central deixa de funcionar, não temos verba para substituí-lo. É importante entender que TI é essencial para toda a UERJ e não só para a DINFO. Sala de treinamento Preparamos uma sala para a execução de treinamentos, mas ainda não conseguimos a verba para equipá-la. Faltam a infraestrutura elétrica e de rede, as cadeiras, os microcomputadores, a tela de projeção e o datashow. A área de Tecnologia da Informação requer treinamento contínuo de seus profissionais. Temos improvisado treinamentos em que os colaboradores levam o seu equipamento de trabalho para a sala de treinamento. Relatório de Gestão

55 32. CONCLUSÃO Apesar das dificuldades enfrentadas nesses dois anos ( ), conseguimos dar andamento a alguns projetos e concluir outros iniciados anteriormente. Há ainda aqueles que, por sua dimensão e complexidade, estão em processo de conclusão. Novos projetos também foram iniciados. Entre eles o de "Adequação e atualização de infraestrutura de redes de computadores para pesquisa na UERJ", com o fomento de verba FAPERJ, que nos permitiu adquirir novos equipamentos de segurança da informação, rede de computadores e armazenamento de dados, viabilizando a disponibilização da rede WIFI UERJ nos blocos A e E do PJLF, campus Maracanã, e continuaremos trabalhando para a disponibilização nos demais blocos e prédios do referido campus. Vale ressaltar que foi e está sendo de imensa importância a entrada dos novos colaboradores oriundos dos concursos públicos, a fim de sanar a prolongada deficiência de profissionais nos quadros da DINFO, em face da saída de muitos colaboradores e do aumento da demanda e da diversidade de serviços. Continuaremos trabalhando focados na segurança da informação, na melhoria crescente dos serviços já disponibilizados e na ampliação do nosso portfólio. Contamos com a colaboração dos Componentes Organizacionais para enfrentarmos as dificuldades inerentes à limitação de recursos no serviço público e juntos alcançarmos o objetivo de garantir um estreito alinhamento das ações e programas da área de TI com as estratégias e objetivos globais da UERJ, sabendo que os diferenciais competitivos somente podem ser alcançados por meio da ação integrada, sinérgica e comprometida de uma equipe de trabalho. Quando trabalhamos coletivamente em prol de um objetivo, conquistamos o impossível. (Jadson Barbosa) Relatório de Gestão

56 Relatório de Gestão

Projeto Rede WiFi amplia disponibilidade, segurança e praticidade da rede de internet da UERJ

Projeto Rede WiFi amplia disponibilidade, segurança e praticidade da rede de internet da UERJ Projeto Rede WiFi amplia disponibilidade, segurança e praticidade da rede de internet da UERJ Perfil A história da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) teve início em 04 de dezembro de 1950,

Leia mais

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC 1. Diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação Coordenar

Leia mais

Catálogo de Serviços Coordenação Técnica CTE Superintendência de Tecnologia da Informação - STI

Catálogo de Serviços Coordenação Técnica CTE Superintendência de Tecnologia da Informação - STI Catálogo de Serviços Coordenação Técnica CTE Superintendência de Tecnologia da Informação - STI Pág. 1/10 1. ATENDIMENTO TÉCNICO O objetivo do setor de atendimento técnico é atender solicitações de usuários

Leia mais

Acesse: www.eyenet.com.br ou ligue : (11) 5049-0441

Acesse: www.eyenet.com.br ou ligue : (11) 5049-0441 1 2 1) Proposta Comercial 2) Cases 3) Apresentação Eyenet 3 Objetivos do Projeto Construir uma intranet, oferecendo aos gestores, uma ferramenta web de fácil atualização de conteúdos, tornando-o um meio

Leia mais

Aprovar Regulamento de Gestão de Utilização de Recursos de TI junto ao COUNI Março 2012

Aprovar Regulamento de Gestão de Utilização de Recursos de TI junto ao COUNI Março 2012 Planejamento 2012 Diretoria de TI DIMENSÃO 01: GESTÃO UNIVERSITÁRIA Objetivo Estratégico 1.3: Aprimorar os mecanismos de gestão da tecnologia de informação Aprovar o Regimento do Comitê Gestor de TI Março

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte IBM Global Technology Services Manutenção e suporte técnico Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte Uma abordagem inovadora em suporte técnico 2 Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Política de Uso do JEMS para a CAFe

Política de Uso do JEMS para a CAFe Política de Uso do JEMS para a CAFe Julho de 2013 Conteúdo 1. Apresentação... 3 2. Definições... 3 3. Público Alvo... 3 4. Credenciamento... 3 5. Requisitos... 4 6. Termo de Uso... 4 7. Considerações Finais...

Leia mais

Acesse: www.eyenet.com.br ou ligue : (11) 5049-0441

Acesse: www.eyenet.com.br ou ligue : (11) 5049-0441 1 2 1) Proposta Comercial 2) Cases 3) Apresentação Eyenet 3 Objetivos do Projeto Construir uma intranet, oferecendo aos gestores, uma ferramenta web de fácil atualização de conteúdos, tornando-o um meio

Leia mais

PORTFÓLIO www.imatec.com.br

PORTFÓLIO www.imatec.com.br História A IMATEC foi estabelecida em 1993 com o objetivo de atuar nos segmentos de microfilmagem, digitalização e guarda de documentos e informações, hoje conta com 300 colaboradores, têm em seu quadro,

Leia mais

I Pesquisa de Segurança da Rede Acadêmica Brasileira

I Pesquisa de Segurança da Rede Acadêmica Brasileira I Pesquisa de Segurança da Rede Acadêmica Brasileira Análise de Resultados Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança 1 I Pesquisa de Segurança da Rede Acadêmica Brasileira Análise de Resultados

Leia mais

GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA

GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA GERENCIAMENTO DE PROJETOS PRONIM, IMPLANTAÇÃO SQL SERVER GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA Cliente GOVBR, UEM-MARINGA / Prefeitura Municipal de PEROLA Data 10/09/2015 Versão 1.0 Objeto:

Leia mais

1 Plano anual de ações e metas PAM 2010/2011

1 Plano anual de ações e metas PAM 2010/2011 1 Plano anual de ações e metas PAM 2010/2011 1.1 Princípios norteadores Melhoria da infraestrutura e serviços; Maior satisfação dos usuários; Alta disponibilidade dos serviços; Gestão por projetos; Estabelecimento

Leia mais

Departamento de Tecnologia da Informação

Departamento de Tecnologia da Informação Departamento de Tecnologia da Informação Objetivos O DTI é o departamento responsável por toda a arquitetura tecnológica do CRF- SP, ou seja, compreende todo o conjunto de hardware/software necessário

Leia mais

Diretoria de Informática

Diretoria de Informática Diretoria de Informática Estratégia Geral de Tecnologias de Informação para 2013-2015 EGTI 2013-2015 Introdução: Este documento indica quais são os objetivos estratégicos da área de TI do IBGE que subsidiam

Leia mais

Acesso à informação científica no Brasil: políticas, estratégias e programas. Diretoria de Programas - CAPES

Acesso à informação científica no Brasil: políticas, estratégias e programas. Diretoria de Programas - CAPES Acesso à informação científica no Brasil: políticas, estratégias e programas Diretoria de Programas - CAPES Como deveria ser a infra-estrutura de TI das nossas bibliotecas? A infra-estrutura de TI de uma

Leia mais

Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação

Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA Capítulo I - DA

Leia mais

Sistema de Automação Comercial de Pedidos

Sistema de Automação Comercial de Pedidos Termo de Abertura Sistema de Automação Comercial de Pedidos Cabana - Versão 1.0 Iteração 1.0- Release 1.0 Versão do Documento: 1.5 Histórico de Revisão Data Versão do Documento Descrição Autor 18/03/2011

Leia mais

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e PDTI - Definição Instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa atender às necessidades tecnológicas e de informação de um órgão ou entidade

Leia mais

INFRA-ESTRUTURA DE INFORMÁTICA PARA O ARQUIVAMENTO DE DOCUMENTOS EM AMBIENTE DE REDE NA FCM

INFRA-ESTRUTURA DE INFORMÁTICA PARA O ARQUIVAMENTO DE DOCUMENTOS EM AMBIENTE DE REDE NA FCM INFRA-ESTRUTURA DE INFORMÁTICA PARA O ARQUIVAMENTO DE DOCUMENTOS EM AMBIENTE DE REDE NA FCM Wagner J. Silva Núcleo de Tecnologia da Informação CADCC - FCM - UNICAMP AGENDA Arquivos corporativos Locais

Leia mais

TERCEIRIZAÇÃO, OUTSOURCING, INFRAESTRUTURA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS E SITES, AUDITORIAS E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO.

TERCEIRIZAÇÃO, OUTSOURCING, INFRAESTRUTURA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS E SITES, AUDITORIAS E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. TERCEIRIZAÇÃO, OUTSOURCING, INFRAESTRUTURA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS E SITES, AUDITORIAS E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. OneIT A gente trabalha para o seu crescimento. Rua Bento Barbosa, n 155, Chácara Santo

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Soluções em Segurança

Soluções em Segurança Desafios das empresas no que se refere a segurança da infraestrutura de TI Dificuldade de entender os riscos aos quais a empresa está exposta na internet Risco de problemas gerados por ameaças externas

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas

1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas A Coordenação de Bibliotecas e a informatização do sistema: onde estamos e o que queremos 1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas

Leia mais

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006.

SEPLAN. Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. RESOLUÇÃO Nº 003/2006 - CEPINF de 15 de agosto de 2006. DEFINE a Política de Informática do Estado do Amazonas. O PRESIDENTE DO COMITÊ ESTADUAL DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Apresentação da Empresa e seus Serviços.

Apresentação da Empresa e seus Serviços. Apresentação da Empresa e seus Serviços. 1 Conteúdo do Documento Sobre a MSCTI... 3 Portfólio de Serviços... 4 O que a consultoria MSCTI faz?... 5 Outros Serviços e Soluções... 6 Certificações... 7 Clientes

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal de Pelotas Tecnologia da Informação

Ministério da Educação Universidade Federal de Pelotas Tecnologia da Informação Ministério da Educação Universidade Federal de Pelotas Tecnologia da Informação Relatório de Gestão 2011/2012 Centro de Gerenciamento de Informações e Concursos - CGIC Introdução A principal finalidade

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Hospedagem Virtualizada

Hospedagem Virtualizada Conheça também Desenvolvimento de sistemas Soluções de Segurança Soluções com o DNA da Administração Pública Há 43 anos no mercado, a Prodesp tem um profundo conhecimento da administração pública e também

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO OS 004/DINFO/2013 05/11/2013

ORDEM DE SERVIÇO OS 004/DINFO/2013 05/11/2013 A DIRETORIA DE INFORMÁTICA DINFO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ, no uso de suas atribuições legais, estabelece: Art. 1º: Para fins de normatização da Política de Uso da Rede de Dados

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO OS 002/DINFO/2014 29/10/2014. Art. 1º: Para fins de normatização da Política de Uso da Rede WIFI UERJ, com vistas a assegurar:

ORDEM DE SERVIÇO OS 002/DINFO/2014 29/10/2014. Art. 1º: Para fins de normatização da Política de Uso da Rede WIFI UERJ, com vistas a assegurar: A DIRETORIA DE INFORMÁTICA DINFO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO -UERJ, no uso de suas atribuições legais, estabelece: Art. 1º: Para fins de normatização da Política de Uso da Rede WIFI UERJ,

Leia mais

Necessidade: Readequação do data Center do bloco B Campus Santo André:

Necessidade: Readequação do data Center do bloco B Campus Santo André: Relatório de Resultados do Planejamento de TI 2012/2013 Introdução O objetivo deste relatório é avaliar os resultados alcançados a partir da realização dos projetos e ações do PDTI anterior (2012 2013).

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO REPRESENTAÇÃO NO BRASIL SOLICITAÇÃO DE MANIFESTAÇÃO DE

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Institui o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação no âmbito do Poder Judiciário. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

Universidade Utiliza Virtualização para Criar Data Center Com Melhor Custo-Benefício e Desempenho

Universidade Utiliza Virtualização para Criar Data Center Com Melhor Custo-Benefício e Desempenho Virtualização Microsoft: Data Center a Estação de Trabalho Estudo de Caso de Solução para Cliente Universidade Utiliza Virtualização para Criar Data Center Com Melhor Custo-Benefício e Desempenho Visão

Leia mais

Sistema de Geração de Sítios e Manutenção de Conteúdo: uma solução incorporando regras de acessibilidade

Sistema de Geração de Sítios e Manutenção de Conteúdo: uma solução incorporando regras de acessibilidade Sistema de Geração de Sítios e Manutenção de Conteúdo: uma solução incorporando regras de acessibilidade Ilan Chamovitz Datasus Departamento de Informática e Informação do SUS Ministério da Saúde - Brasil

Leia mais

Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless)

Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless) Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless) UNISC Setor de Informática/Redes Atualizado em 22/07/2008 1. Definição Uma rede sem fio (Wireless) significa que é possível uma transmissão de dados via

Leia mais

SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL

SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL 1 SIMPROC SISTEMA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO E CONTROLE DOCUMENTAL Toda organização, pública ou privada, independente de seu tamanho, deve constituir uma área para atendimento às demandas dos colaboradores

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO Relatório de Gestão 2011 GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA UTFPR A Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação (DIRGTI) é responsável pelas atividades

Leia mais

Serviço de Hospedagem de Sites. Regras de Uso: Serviço de Hospedagem de Sites

Serviço de Hospedagem de Sites. Regras de Uso: Serviço de Hospedagem de Sites Serviço de Hospedagem de Sites Regras de Uso: Serviço de Hospedagem de Sites Dados Gerais Identificação do documento: Regras de Uso - Serviço de Hospedagem de Sites - V1.0 Projeto: Regras de Uso: Serviço

Leia mais

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia P ORTFÓ FÓLIO Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia versão 1.1 ÍNDICE 1. A EMPRESA... 3 2. BI (BUSINESS INTELLIGENCE)... 5 3. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS... 6 3.1. PRODUTOS

Leia mais

PJe-Processo Judicial Eletrônico. Gestão 2013/2015. Ministro Carlos Alberto Reis de Paula

PJe-Processo Judicial Eletrônico. Gestão 2013/2015. Ministro Carlos Alberto Reis de Paula PJe-Processo Judicial Eletrônico Gestão 2013/2015. Ministro Carlos Alberto Reis de Paula Agenda 1 O PJe no Brasil 2 Desafios 3 4 Ações Estruturantes Próximos Passos Os números do PJe no Brasil Número de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SETIC CAPÍTULO I CATEGORIA

REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SETIC CAPÍTULO I CATEGORIA REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SETIC CAPÍTULO I CATEGORIA Art. 1º. A Secretaria de Tecnologia de Informação e Comunicação SETIC é um Órgão Suplementar Superior

Leia mais

Relatório da Diretoria de Informática

Relatório da Diretoria de Informática Relatório da Diretoria de Informática 2011. Conteúdo 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO... 4 1.1 SISTEMA ACADÊMICO DE GRADUAÇÃO - SAG... 4 1.2 ALUNO ON-LINE... 5 1.3 CETREINA... 6 1.4 DISET... 6 1.5 CENSO EDUCACIONAL...

Leia mais

NIESC/VR NÚCLEO DE INFORMAÇÃO E ESTUDOS DE CONJUNTURA

NIESC/VR NÚCLEO DE INFORMAÇÃO E ESTUDOS DE CONJUNTURA NIESC/VR NÚCLEO DE INFORMAÇÃO E ESTUDOS DE CONJUNTURA MISSÃO DA UNIDADE O NIESC/VR é o órgão destinado à coleta, sistematização e interpretação de dados organizacionais e sociais, de modo a fornecer às

Leia mais

Quem somos. Não somos o esperado, VAMOS MAIS ADIANTE!

Quem somos. Não somos o esperado, VAMOS MAIS ADIANTE! Bem Vindos Não importa sua necessidade, a MindFi tem soluções completas e especializadas para seu negócio. Prestamos serviços tecnológicos com excelência em atendimento e monitoramento para que seu estabelecimento

Leia mais

Configuração SERVIDOR.

Configuração SERVIDOR. REQUISITOS MINIMOS SISTEMAS FORTES INFORMÁTICA. Versão 2.0 1. PRE-REQUISITOS FUNCIONAIS HARDWARES E SOFTWARES. 1.1 ANALISE DE HARDWARE Configuração SERVIDOR. Componentes Mínimo Recomendado Padrão Adotado

Leia mais

PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014.

PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014. PORTARIA Nº 7.596, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014. Regulamenta as atribuições e responsabilidades da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI Elaborado e adaptado por: Prof.Mestra Rosimeire Ayres Sistemas Colaborativos Empresariais (ECS) Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar

Leia mais

O Portal de Periódicos da Capes Katyusha Madureira Loures de Souza Novembro de 2014

O Portal de Periódicos da Capes Katyusha Madureira Loures de Souza Novembro de 2014 O Portal de Periódicos da Capes Katyusha Madureira Loures de Souza Novembro de 2014 Breve histórico 1986 - Plano Nacional de Bibliotecas Universitárias Programa de Aquisição Planificada de Periódicos 1990

Leia mais

Sistema de Gestão dos Documentos da Engenharia [EDMS] O caminho para a Colaboração da Engenharia e Melhoria de Processos

Sistema de Gestão dos Documentos da Engenharia [EDMS] O caminho para a Colaboração da Engenharia e Melhoria de Processos Sistema de Gestão dos Documentos da Engenharia [EDMS] O caminho para a Colaboração da Engenharia e Melhoria de Processos O gerenciamento de informações é crucial para o sucesso de qualquer organização.

Leia mais

SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente

SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente Documentos formam a grande massa de conhecimentos de uma organização seja ela privada ou pública, esses documentos em sua maioria são parte do seu patrimônio. A Gestão

Leia mais

GT ICP-EDU Uma Infra-estrutura de Chaves Públicas para o Âmbito Acadêmico

GT ICP-EDU Uma Infra-estrutura de Chaves Públicas para o Âmbito Acadêmico GT ICP-EDU Uma Infra-estrutura de Chaves Públicas para o Âmbito Acadêmico Ricardo Felipe Custódio, Jeroen van de Graaf e Ricardo Dahab Julho de 2003 Este documento tem como objetivo descrever o projeto

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 08/08/2014 19:53:40 Endereço IP: 150.164.72.183 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

INTERLIMS SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÕES PARA LABORATÓRIOS DE ANÁLISES DE ÁGUA

INTERLIMS SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÕES PARA LABORATÓRIOS DE ANÁLISES DE ÁGUA INTERLIMS SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÕES PARA LABORATÓRIOS DE ANÁLISES DE ÁGUA INTERLIMS SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÕES PARA LABORATÓRIOS DE ANÁLISES DE ÁGUA O InterLIMS se apresenta

Leia mais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1 Mercado de trabalho em TI

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1 Mercado de trabalho em TI Introdução a Sistemas de Informação Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 1 Mercado de trabalho em TI Este que vos fala... Prof. Roberto Franciscatto Graduação: Informática Mestrado: Computação Aplicada

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 4 DE JANEIRO DE 205 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Projeto BRA/07/004 Seleciona: Consultor para identificação das melhores

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA

MINISTÉRIO DA FAZENDA MINISTÉRIO DA FAZENDA Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PGFN Departamento de Gestão Corporativa - DGC Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação - CTI CATÁLOGO DE SERVIÇOS DE TECNOLOGIA Infraestrutura

Leia mais

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br DIGIMAN MANDADO JUDICIAL ELETRÔNICO Arquitetura WTB Tecnologia 2009 www.wtb.com.br Arquitetura de Software O sistema DIGIMAN é implementado em três camadas (apresentação, regras de negócio e armazém de

Leia mais

..: FormSus :.. http://formsus.datasus.gov.br/site/popup_unidade_detalhe.php?id_aplica...

..: FormSus :.. http://formsus.datasus.gov.br/site/popup_unidade_detalhe.php?id_aplica... 1 de 1 19/4/212 17:17 EGTI 211/212 - Autodiagnostico 21 Imprimir Identificação 1. Qual a identificação do órgão? AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS 2. Qual o âmbito de preenchimento do formulário?

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA 1. ANTECEDENTES:

TERMO DE REFERÊNCIA 1. ANTECEDENTES: TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA OU PROFISSIONAL CONSULTOR PARA O DESENHO, HABILITAÇÃO E MANUTENÇÃO DO PORTAL NA WEB DO INSTITUTO SOCIAL DO MERCOSUL. 1. ANTECEDENTES: Atualmente o site do Instituto

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL INSTRUÇÃO NORMATIVA SECOM-PR N o 8 DE 19 DE DEZEMBRO DE 2014 Disciplina a implantação e a gestão da Identidade Padrão de Comunicação Digital das

Leia mais

aumentar a arrecadação?

aumentar a arrecadação? Como aumentar a arrecadação? Como economizar recursos públicos? Como modernizar a Gestão Pública? Como oferecer melhores serviços ao cidadão? Melhoria da Gestão com o uso de Tecnologia da Informação Melhore

Leia mais

Coren-MG - Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão Modelos de Soluções

Coren-MG - Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão Modelos de Soluções Coren-MG - Tecnologia da Informação Sistema Integrado de Gestão Modelos de Soluções Infraestrutura Projeto Inicial de Infraestrutura Formação de equipe de TI interna; Estruturação de Datacenter; Redução

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2014-2018 PROPOSTAS DE METAS, AÇÕES E INDICADORES

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2014-2018 PROPOSTAS DE METAS, AÇÕES E INDICADORES PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS PROPOSTAS DE METAS, AÇÕES E INDICADORES CAMPUS CONGONHAS DEZEMBRO - 2013 INFRA-ESTRUTURA Objetivo

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 04, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 04, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 04, DE 4 DE JANEIRO DE 205 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Projeto BRA/07/004 Seleciona: Consultor para identificação das melhores

Leia mais

Soluções em Documentação

Soluções em Documentação Desafios das empresas no que se refere à documentação de infraestrutura de TI Realizar e manter atualizado o inventário de recursos de Hardware e software da empresa, bem como a topologia de rede Possuir

Leia mais

Projeto Pedagógico do Curso

Projeto Pedagógico do Curso Projeto Pedagógico do Curso Fundamentação Diretrizes curriculares do MEC Diretrizes curriculares da SBC Carta de Princípios da UNICAP Projeto Pedagógico Institucional da UNICAP Diretrizes Curriculares

Leia mais

Soluções em TI ao alcance de todos

Soluções em TI ao alcance de todos Você sabia que a sua prefeitura, independentemente do tamanho, pode ser beneficiada com o uso de mais de 50 aplicações que fazem parte do Portal do Software Público Brasileiro? Soluções em TI ao alcance

Leia mais

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER

MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 UTILIZANDO O VMWARE PLAYER TÁSSIO JOSÉ GONÇALVES GOMES tassiogoncalvesg@gmail.com MINICURSO WINDOWS SERVER 2008 TÁSSIO GONÇALVES - TASSIOGONCALVESG@GMAIL.COM 1 CONTEÚDO Arquitetura

Leia mais

Estabelecer critérios e procedimentos padronizados necessários para utilização do Help Desk da Coco do Vale.

Estabelecer critérios e procedimentos padronizados necessários para utilização do Help Desk da Coco do Vale. Objetivo Estabelecer critérios e procedimentos padronizados necessários para utilização do Help Desk da Coco do Vale. Responsabilidades As informações neste tópico são as responsabilidades, descritas de

Leia mais

Parte 5 - Criação de cursos à distância no Modelo Fechado

Parte 5 - Criação de cursos à distância no Modelo Fechado Parte 5 - Criação de cursos à distância no Modelo Fechado Neste capítulo iremos estudar como montar um curso à distância que, embora acessível via a Internet, tenha acesso controlado. Para isto, teremos

Leia mais

O e-docs foi testado e homologado pela Microsoft via certificadora internacional Verisign.

O e-docs foi testado e homologado pela Microsoft via certificadora internacional Verisign. O e-docs Uma ferramenta com interface intuitiva, simples e dinâmica para você que necessita: Centralizar e estruturar o conhecimento corporativo. Manter a flexibilidade necessária para a colaboração. Permite

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4011 EDITAL Nº 01/2010 1. Perfil: Iphan Central 15 3. Qualificação educacional: - Graduação concluída em Arquitetura e Urbanismo, desejável Pósgraduação

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA até 28/08/2009. até a data acima mencionada

CONSULTA PÚBLICA até 28/08/2009. até a data acima mencionada CONSULTA PÚBLICA O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES está preparando processo licitatório para contratação de serviços de consultoria técnica especializada, conforme detalhado

Leia mais

Meio Físico. Mensagem. Protocolo. Emissor e Receptor. Data Terminal Equipment Data Communications Equipment

Meio Físico. Mensagem. Protocolo. Emissor e Receptor. Data Terminal Equipment Data Communications Equipment Emissor Receptor Meio Físico Mensagem Protocolo Emissor e Receptor Data Terminal Equipment Data Communications Equipment (DTE) + (DCE) Meio Físico Mensagem ( pacote ) O meio físico É o elemento que transmite

Leia mais

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3 DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INFORMATIZADO PARA O CONTROLE DE PROCESSOS DA QUALIDADE NA DIRETORIA DE METROLOGIA CIENTÍFICA E INDUSTRIAL DIMCI/INMETRO. Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando

Leia mais

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA Levantamento da Gestão de TIC Cotação: 23424/09 Cliente: PRODABEL Contato: Carlos Bizzoto E-mail: cbizz@pbh.gov.br Endereço: Avenida Presidente Carlos

Leia mais

INTEGRADOR WEB INTEGRADOR

INTEGRADOR WEB INTEGRADOR O produto e seus processos. - Automatização das operações repetitivas. - Formatação de estilos de entrada e de saída para as várias mídias. Acesso remoto via Web. Diagrama Base INTEGRADOR WEB INTEGRADOR

Leia mais

EDITAL SAL/MJ Nº 5, DE 2 DE JULHO DE 2015. PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Contrato de Pessoa Física Modalidade Produto Nacional

EDITAL SAL/MJ Nº 5, DE 2 DE JULHO DE 2015. PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Contrato de Pessoa Física Modalidade Produto Nacional MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Secretaria de Assuntos Legislativos Esplanada dos Ministérios, Ed. Sede, bloco T, 4º andar, sala 434 (6) 2025 3376 / 34 E-mail: sal@mj.gov.br EDITAL SAL/MJ Nº 5, DE 2 DE JULHO DE

Leia mais

DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAPÍTULO I DA DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SEUS FINS

DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAPÍTULO I DA DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SEUS FINS DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAPÍTULO I DA DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SEUS FINS Art. 1º A Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação da Universidade Federal

Leia mais

Contrato de Suporte End.: Telefones:

Contrato de Suporte End.: Telefones: Contrato de Suporte Contrato de Suporte Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter disponibilidade dos recursos

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

RNP Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. SERVIÇOS Diretoria Adjunta de Gestão de Serviço

RNP Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. SERVIÇOS Diretoria Adjunta de Gestão de Serviço RNP Rede Nacional de Ensino e Pesquisa SERVIÇOS Diretoria Adjunta de Gestão de Serviço WTR-SC OUTUBRO / 2014 ATENDIMENTO DE PRIMEIRO NÍVEL O Service Desk realiza o atendimento de primeiro nível aos clientes

Leia mais

II Workshop de Tecnologia de Redes do POP-BA. Serviços RNP. Diretoria Adjunta de Gestão de Serviços DAGSer/RNP. Salvador BA 19/09/2011

II Workshop de Tecnologia de Redes do POP-BA. Serviços RNP. Diretoria Adjunta de Gestão de Serviços DAGSer/RNP. Salvador BA 19/09/2011 II Workshop de Tecnologia de Redes do POP-BA Serviços RNP Leandro Marcos de Oliveira Guimarães Diretoria Adjunta de Gestão de Serviços DAGSer/RNP Salvador BA 19/09/2011 Agenda Catálogo de Serviços Lançamentos

Leia mais

INVGATE IT MANAGEMENT

INVGATE IT MANAGEMENT INVGATE IT MANAGEMENT Liderando la vanguardia IT Falar da origem da InvGate é falar das necessidades do mercado IT. Porque uma organização especializada em desenvolver IT Management Software é uma organização

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos Introdução a Sistemas Distribuídos Definição: "Um sistema distribuído é uma coleção de computadores autônomos conectados por uma rede e equipados com um sistema de software distribuído." "Um sistema distribuído

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI (2013-2015) - UFPel

Planejamento Estratégico de TI (2013-2015) - UFPel Planejamento Estratégico de TI (2013-2015) - UFPel 1 Missão Prover soluções de TI, com qualidade, à comunidade da UFPel. 2 Visão Ser referência em governança de TI para a comunidade da UFPel até 2015.

Leia mais

4. Rede de Computador

4. Rede de Computador Definição Uma rede de computadores é formada por um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos, interligados por um sub-sistema de comunicação, ou seja, é quando

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário

Ministério do Desenvolvimento Agrário Capítulo 1 Ministério do Desenvolvimento Agrário Instituição: Sítio: Caso: Responsável: Palavras- Chave: Ministério do Desenvolvimento Agrário www.mda.gov.br Plano de Migração para Software Livre Paulo

Leia mais

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Experiência: E@D - PROJETO SERPRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Serviço Federal de Processamento de Dados SERPRO Universidade Corporativa Ministério da Fazenda Responsável: Margareth Alves de Almeida - Chefe

Leia mais