Baixas temperaturas são letais para as células cancerosas.

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2 Crioablação Baixas temperaturas são letais para as células cancerosas. A crioablação é uma técnica que utiliza o resfriamento controlado para tratamento do câncer, destruindo as células cancerosas e preservando o tecido sadio ao redor. Por se tratar de um procedimento minimamente invasivo, ajuda o paciente a ter uma recuperação mais rápida e, por permitir a destruição de pequenas áreas, ajuda o paciente a ter mais qualidade de vida.

3 História da Criocirurgia James Arnott faz os primeiros registros de utilização de baixas temperaturas para congelar tumores do colo do útero, da mama e pele e observa regressão Whitehouse faz os primeiros usos de técnicas de baixa temperatura para tratamento dermatológico Ocorre a primeira utilização da técnica no tratamento de câncer de próstata Irving S. Cooper desenvolve o primeiro cryoprobe que usa nitrogênio líquido, realiza tratamento pioneiro de Doença de Parkinson e divulga o uso do nitrogênio líquido para diversas áreas médicas O avanço na tecnologia de imagem é fundamental para o desenvolvimento e amadurecimento da crioablação. Fonte: The History of Cryosurgery J R Soc Med April;

4 Cryobiologia Mecanismos para destruição de célula O congelamento de células danifica o tecido de duas maneiras: 1. Os prejuízos diretos (para as células) no momento da crioablação - Resfriamento lento de lesão - Resfriamento rápido de lesão 2. Danos indiretos (ao tecido) na crioablação seguinte - Isquemia - Apoptose

5 Destruição Indireta A crioablação destrói células endoteliais vasculares. Após aplicação da crioablação, há o descongelamento imediato, ocorrendo produção de agregação plaquetária e oclusão vascular. Eventualmente completa estase vascular e isquemia subseqüente.

6 Clinical Endpoint A temperatura crítica (que resulta em necrose total e uniforme) é entre -20 o C e -40 o C. Portanto o desfecho clínico (temperatura alvo) é -40 o C, que demonstra garantir necrose completa.

7 Evolução da Tecnologia Liquid Nitrogen Stationary Unit Problemas de nitrogênio líquido: - 5 sondas maiores, não há controle de temperatura - Difícil saber - 3 procedimento hr - Uretral mais quentes retirados do mercado - Fístulas alta morbi-retal, urethralsloughing, incontinência

8 Evolução da Tecnologia Argon Cryoablation System Argon Based Joule-Thompson Cryoprobes

9 Evolução da Tecnologia 1997 Monitor de Temperatura

10 Formação da Bola de Gelo

11 RIGHT Angle Probes

12 Isotherm forms a 1.7mm Right Angle CryoProbe

13 Isotherm forms a 2.4mm Right Angle CryoProbe

14 Plano de Congelamento Percutâneo

15 Vantagens - PerCryo - Alta visibilidade da bola de gelo - Capacidade de usar sondas simultaneamente - Não destrói o colágeno - Diminuição da dor durante e pósprocedimento - O crescimento do gelo é previsível e reprodutível

16 Zona comparativa de Ablação Ablação por Radiofrequência Crioablação Tumor não atendidas que podem exigir tratamento adicional Área de dentro do círculo representa o modelo de tumor Zona de ablação previsível que reduz a probabilidade de tumor perdido

17 Técnica de Crioablação Percutânea Cryo Probes Placed Under Cryo CT

18 Técnica de Crioablação Percutânea Cryo Probe Placement *Courtesy of Dr. Joseph Stavasat University of North Carolina Chapel Hill

19 Formação da Bola de Gelo

20 Formação do Gelo

21 Congelamento de Tumor Renal usando três Cryoprobes de 1.7mm Esta ilustração demonstra a utilização de três 1,7 milímetros cryoprobes ângulo direito posicionados em ambos os lados e no centro do tumor, no espaçamento de menor que 1,0 cm, geralmente em forma de triângulo. Um congelamento encapsula todo o tumor com gelo letal (<-40oC). Nesta ilustração bolas de gelo da cryoprobes ainda estão se formando e, eventualmente, coalesce (normalmente 10 minutos). Uma margem extra de segurança pode ser criada por meio da extensão do gelo por um mínimo de 1 cm além do tumor.

22 Congelamento de Tumor Renal usando dois Cryoprobes 2.4mm Esta ilustração demonstra a utilização de dois 2,4 milímetros cryoprobes ângulo direito posicionados em ambos os lados do tumor e espaçados de <2,0 cm. O congelamento encapsula todo o tumor com gelo letal (<-40oC). Nesta ilustração bolas de gelo da cryoprobes ainda estão se formando e, eventualmente, coalesce (normalmente 10 minutos). Uma margem extra de segurança pode ser criada por meio da extensão do gelo por um mínimo de 1 cm além do tumor.

23 Aplicação Cryo Percutânea Peter Littrup Littrup, MD, Karmanos Cancer Institute - Tumores hepáticos de 6 x 3 cm - Recorrência do sarcoma sinovial celular (S / P ressecção e radioterapia), com extensão intercostal e transdiafragmática provável hepático (tumor possível em reforços) tratados com 5 PERC PERC S CryoProbes 6 x 3 cm Liver Tumor

24 Aplicação Cryo Percutânea 4 Cryo Probes Freeze Zone 5th CryoProbe Added for Coverage

25 Aplicação Cryo Percutânea Matthew Callstrom, MD Mayo Clinic Metastases Ósseas Causada por duas lesões PAINFUL METASTATIC PARAGANGLIOMA Destruição Rib - 2 lesões Lesões de abordagem - impedir o comprometimento do canal vertebral Ablação RFA incompleta

26 Aplicação Cryo Percutânea PAINFUL METASTATIC PARAGANGLIOMA Colocação de 01 CryoProbe antes do congelamento 2 agulhas de biópsia

27 Aplicação Cryo Percutânea PAINFUL METASTATIC PARAGANGLIOMA 1 borda exterior da zona de congelamento 2 zonas de congelamento visíveis

28 Aplicação Cryo Percutânea PAINFUL METASTATIC PARAGANGLIOMA

29 Aplicação Cryo Percutânea PAINFUL METASTATIC PARAGANGLIOMA

30 Aplicação Cryo Percutânea PAINFUL METASTATIC PARAGANGLIOMA

31 Trabalhamos a crioablação no Brasil em grandes centros de oncologia e estamos prontos para responder da melhor forma possível, com segurança e qualidade. Representante Exclusivo no Brasil das Marcas:

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