Reabilitação Integrada do Centro Histórico de Madri

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Reabilitação Integrada do Centro Histórico de Madri"

Transcrição

1 Reabilitação Integrada do Centro Histórico de Madri AUP 5869 Avaliação de Grandes Projetos Urbanos: crítica da prática recente Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre FAUUSP 1. Antecedentes Entre 1963 e 1979 o Centro Histórico atravessou um processo de decadência : as condições de habitabilidade das construções se deterioraram; os prédios em ruína aumentaram; a população diminuiu de habitantes em 1955 para em Ano do Patrimônio Arquitetônico Europeu Carta de Amsterdã: Primeira vez que se usa o termo reabilitação ; Valor específico, cultural e socioeconômico; Meios jurídicos, administrativos, técnicos e financeiros. Entre 1975 e 1994, foram desenvolvidos 4 planos com diferentes objetivos para a área central. 2. Planos para o Centro de Madri 1977 Em plena transição política se inicia o Pré-Inventário dos bens históricos do Centro: Proteção do Conjunto Histórico Artístico de Madri: Obras no perímetro sujeitas à aprovação da Comissão do Patrimônio Plano Especial da Vila de Madri (1979) propõe: a recuperação do Centro da cidade, iniciando as obras de recuperação dos edifícios; define edifícios com dois níveis de proteção (integral e fachadas); porém a nível social e funcional o panorama era ruim: o comércio tradicional perdia dinamismo e a população continuava saindo do Reabilitação do Centro de Madri Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre 1

2 distrito Centro ( habitantes em 1980 e em 1986) Legislação prevendo o fomento à reabilitação privada: Fundo de Ajuda do Plano Especial; Criação de Áreas de Reabilitação Integrada; 1985 Os programas de reabilitação passam a ser administrados pela EMV Empresa Municipal de la Vivienda, que em sete anos geriu US$ 10 milhões na recuperação e readequação de edifícios residenciais O Plano Geral de Madri de 1985 propõe a proteção das dimensões sociais e funcionais do Centro, começando pelas áreas mais problemáticas, pondo em marcha a operação piloto de Reabilitação Integral na quadra de Cascorro. O Plano de Reabilitação do Centro de Madri ( ) buscou superar a reabilitação dispersa com intervenções de tipo integral em conjuntos urbanos singulares por seus valores patrimoniais ou por sua problemática. O centro da cidade estava em ruína e a reabilitação era uma necessidade; entre 1981 e 1987 por volta de unidades habitacionais se beneficiaram de ações de reabilitação. Foram desenvolvidos Programas de Adequação Arquitetônica em cinco praças. O Plano tentou enfrentar novamente o desafio da recuperação integrada do Centro Histórico. O ritmo de esvaziamento demográfico do distrito Centro diminuía ( habitantes em 1986 y em 1991) graças aos imigrantes estrangeiros. O diagnóstico da situação do distrito Centro continuava sendo negativo: degradação do casario; terciarização; aumento da marginalidade; envelhecimento e a elevada presença de infraviviendas (sub-habitação). Começam as discussões sobre a funcionalidade do Centro Histórico em um sentido integral e são identificados edifícios reabilitáveis, sendo os bairros em situação mais crítica: Lavapiés, Malasaña, sul de Palacio e sudeste do centro. O Plano era ambicioso: edifícios, unidades habitacionais Reabilitação do Centro de Madri Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre 2

3 e cerca de milhões de pesetas de investimento público. Os dez Programas de Intervención Preferente tinham uma clara preocupação social, centrando-se nas zonas com situação física e social deterioradas, onde UHs necessitavam de reabilitação. Os resultados do Plano ficaram muito aquém das previsões e boa parte dos programas não atingiu seus objetivos. O ciclo da recuperação urbana era difícil, a chegada de imigrantes estrangeiros mudava a realidade social e o comércio tradicional entrava em crise em ruas emblemáticas como Fuencarral e Atocha. Em 1994 é assinado o Protocolo de Cooperação, entre o Ajuntamento, Comunidade Autônoma e o Ministério de Obras Públicas Fomento, para a Reabilitação do Centro Histórico e Bairros Periféricos, que destravou o processo da reabilitação, contemplando objetivos sócioeconômicos, urbanísticos e arquitectônicos. Os investimentos, superior a milhões de pesetas, permitiram os resultados se tornassem visíveis no espaço público e nas edificações, baseados em. Criação das Áreas de Reabilitação Preferencial; Atuação conjunta da Prefeitura, através da EMV, Comunidade Reabilitação do Centro de Madri Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre 3

4 Autônoma de Madri, através da Diretoria Geral de Arquitetura e Habitação e Governo Central, através do Ministério de Obras Públicas; 3. O processo de reabilitação desde 1994 Inventário do Centro: Levantamento histórico, arquitetônico, urbanístico, iconográfico, infraestrutural e de equipamentos; Definição das ARPs Áreas de Reabilitação Preferencial; Assinatura dos convênios entre os três níveis objetivando a reabilitação integrada. Objetivos: Melhora da qualidade de vida; Recuperação do patrimônio histórico; Recuperação da característica residencial do Centro Histórico; Regeneração do tecido social degradado; Implementação de novas infraestruturas, equipamentos urbanos e espaços públicos. 4. Recuperação e restauro do patrimônio Recuperar o patrimônio, através do financiamento público a fundo perdido de até 25% do valor da obra, ou 100% das fachadas; Eliminar elementos conflitantes das fachadas; Inserir novas construções respeitando a volumetria existente, sem, contudo, permitir cópias estilísticas; Readequação arquitetônica para fins residenciais, recuperação interna e recomposição dos pátios internos. Reabilitação do Centro de Madri Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre 4

5 Reabilitação do Centro de Madri Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre 5

6 5. Recuperação do espaço público Restrição e organização do tráfego de veículos e valorização do pedestre Criação e remodelação de praças e espaços públicos Implantação de estacionamentos subterrâneos no centro e adjacências Implantação de novo mobiliário urbano (lixeiras, pilaretes, bancos, orelhões, etc.), arborização e esculturas Reabilitação do Centro de Madri Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre 6

7 6. Resultados O trabalho realizado começa a ser visível, com melhoras significativas no ambiente urbano e no espaço público. Ao final de 2001, o gerente da EMV declarava que, desde 1994, foram reabilitados 38% dos 500 hectares do Centro Histórico. Na revitalização econômica e nas ações sociais e culturais, os resultados foram menores. A reabilitação integral resultou em fortes mudanças sociais e funcionais no Centro Histórico de Madri. A imigração estrangeira, com cerca de 20% dos residentes, foi um grande protagonista e a população se estabilizou em cerca de habitantes. As funções culturais e turísticas também se fortaleceram, assim como as atividades relacionadas ao lazer urbano. Contudo, os resultados são questionáveis, na medida em que: O Centro apresenta vacância da ordem de 20%; Apresenta taxa significativa de uhs abaixo de 30 m 2 ; O valor dos imóveis estão entre os mais caros da Espanha ( euros/m 2 ); Reabilitação do Centro de Madri Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre 7

8 Por outro lado, é o distrito com maior taxa de imigrantes (27,5%); Por fim, a legislação de uso e ocupação do solo de Madri prevê que entre 25% a 50% dos imóveis residenciais tenham algum tipo de controle pelo Poder Público. Áreas de atuação No hab. No edif. Invest.Pub. Invest.Priv. Total 1 Plz Dos de Mayo US$ 32,6 US$ 17,2 US$ 49,8 2 Plz Mayor-Arco del Triunfo US$ 17,8 US$ 6,8 US$ 24,6 3 Plz Caja US$ 6,0 US$ 3,8 US$ 9,8 4 Eixo Calle Fuencarral US$ 13,4 US$ 3,1 US$ 16,5 5 Eixo Calle Mayor US$ 12,9 US$ 2,9 mi US$ 15,8 6 La Elipa US$ 2,9 - US$ 2,9 7 Lavapiés US$ 48,7 US$ 18,4 US$ 67,1 8 Caño Roto US$ 20,3 US$ 21,0 US$ 41,3 9 Vallecas US$ 5,7 US$ 4,8 US$ 10,5 10 San Cristóbal de los Angeles US$ 37,1 US$ 40,1 US$ 77,2 TOTAL US$ 197,4 US$ 118,1 US$ 315,5 Distritos Uhs inferiore s a 30 m 2 superiores a 150 m 2 desocupadas regime de aluguel Centro ,3% 4,7% 20,5% 35,4% Arganzuela ,0% 0,7% 10,5% 17,7% Retiro ,8% 6,7% 8,0% 20,8% Salamanca ,3% 8,4% 8,4% 28,3% Chamartín (Viso) ,8% 39,3% 8,1% 13,9% Chamberí ,5% 9,4% 1,2% 26,8% Moncloa (Argüelles) ,8% 1,2% 1,2% 29,3% Total ,3% 7,5% 1,6% 26,5% Distritos População Imigrantes + de 65 a nos 0-15 anos Centro ,5% 17,8% 10,0% Arganzuela ,1% 18,2% 12,4% Retiro ,0% 21,4% 12,1% Salamanca ,7% 21,9% 11,7% Chamartín (Viso) ,9% 23,0% 10,7% Chamberí ,1% 23,8% 9,8% Moncloa (Argüelles) ,8% 20,8% 11,7% Total ,0% 20,4% 11,2% 7. Referências bibliográficas AYUNTAMIENTO DE MADRID. La Revitalización del Centro Urbano. Madri: Ayuntamiento de Madrid, cap. 1 La situación: datos de población, vivienda y equipamentos (acesso no sítio ) EMV. Empresa Municipal de la Vivienda (1999) Areas de Rehabilitación Preferente. Madri: EMV. Reabilitação do Centro de Madri Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre 8

9 . (2003a) Memoria de gestion Madri: EMV.. (2003b) Rehabilitaciones em Madrid. Madri: EMV/Fundación Caja Madrid. Notas da palestra (2003) La Rehabilitación del Centro Histórico de Madrid, proferida pela Sra. Ana Iglésias, diretora de reabilitação da EMV. VINUESA, Miguel Angel. (2003) La protección, recuperación y revitalización funcional de los centros históricos. In: Mediterráneo Económico, no 3, p Reabilitação do Centro de Madri Prof. Dr. Eduardo A. C. Nobre 9

Diretrizes para o Plano de Urbanização da ZEIS 3 C 016

Diretrizes para o Plano de Urbanização da ZEIS 3 C 016 Diretrizes para o Plano de Urbanização da ZEIS 3 C 016 Aprovadas pelo Conselho Gestor em 27 de julho de 2011 LEGENDA: Diretrizes propostas pela PMSP Diretrizes propostas pelos membros da sociedade civil

Leia mais

HABITAR BELO HORIZONTE - HBH PROJETO HABITAR BELO HORIZONTE - OCUPANDO O CENTRO

HABITAR BELO HORIZONTE - HBH PROJETO HABITAR BELO HORIZONTE - OCUPANDO O CENTRO PROJETO HABITAR BELO HORIZONTE - OCUPANDO O CENTRO Objetivos específicos (1) Desenvolver métodos e técnicas para a recuperação e adaptação (para uso habitacional) de edificações existentes desocupadas.

Leia mais

P O R T O M A R A V I L H A

P O R T O M A R A V I L H A P O R T O M A R A V I L H A P O R T O M A R A V I L H A Porto do Rio Zona Portuária Hoje Da fundação aos dias de hoje Oficialmente, o Porto do Rio de Janeiro foi inaugurado em 1910, o que impulsionou o

Leia mais

Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro?

Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Vive-se um tempo de descrédito, generalizado, relativamente às soluções urbanísticas encontradas para o crescimento

Leia mais

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais Secretaria Nacional de Programas Urbanos CONCEITOS Área Urbana Central Bairro ou um conjunto de bairros consolidados com significativo acervo edificado

Leia mais

Bercy - Paris França. Intervenção urbana. Prof. Ernani Maia

Bercy - Paris França. Intervenção urbana. Prof. Ernani Maia Bercy - Paris França Intervenção urbana Prof. Ernani Maia O SETOR LESTE O setor leste de Paris historicamente exerceu função industrial, tais como: Armazéns de vinho, Docas, entrepostos e espaços residuais

Leia mais

IPHAE. II Caracterização da área de entorno do bem tombado : características urbanas.

IPHAE. II Caracterização da área de entorno do bem tombado : características urbanas. IPHAE SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO DO ESTADO Av. Borges de Medeiros, 1501, 21º andar- Porto Alegre-RS - Cep:90110-150 Fone/Fax: (051)3225.3176 e-mail: iphae@via-rs.net

Leia mais

Projecto de Candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial

Projecto de Candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial Projecto de Candidatura da Universidade de Coimbra a Património Mundial 1 Coimbra - 1941 Coimbra - 2001 2 Pólo II - Estado actual Pólo III - Estado actual 3 Pólo I - Estado actual 4 Pólo I - Estado actual

Leia mais

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL JESSICA KICK-OFF MEETING FÁTIMA FERREIRA mrferreira@ihru.pt POLÍTICA DE CIDADES NO ÂMBITO DO QREN - PORTUGAL PO Regional Programas integrados de regeneração

Leia mais

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Marcia Heloisa P. S. Buccolo, consultora jurídica de Edgard Leite Advogados

Leia mais

Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática

Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática Visita a Cortiços em São Paulo Uma Experiência Didática Valéria Grace Costa ***, Antônio Cláudio Moreira Lima e Moreira, Suzana Pasternak, Maria de Lourdes Zuquim, Simone Cotic Clarissa Souza, Letícia

Leia mais

Mapa 09 Área Central de PiracicabaOcupação do Solo. Urbano

Mapa 09 Área Central de PiracicabaOcupação do Solo. Urbano L E I T U R A E I N T E R P R E T A Ç Ã O D A S I T U A Ç Ã O U R B A N A Mapa 09 de PiracicabaOcupação do Solo Urbano P L A N O D E A Ç Ã O P A R A R E A B I L I T A Ç Ã O U R B A N A D A Á R E A C E

Leia mais

ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA -CENTRO COMERCIAL

ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA -CENTRO COMERCIAL 2013 ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA -CENTRO COMERCIAL IAB ADMINISTRADORA DE BENS LTDA, CNPJ 08.111.520/0001 POMERODE/SC 03/10/2013 Dados do Projeto O projeto trata-se do empreendimento de um Centro Comercial

Leia mais

Propriedades para investimento na Europa

Propriedades para investimento na Europa Propriedades para investimento na Europa Porquê investir em Londres: Os preços das propriedades em Londres foram resilientes durante a crise financeira global de 2008, mantendo a capital Londrina na posição

Leia mais

Dinamização das Zonas Rurais

Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais A Abordagem LEADER A Europa investe nas Zonas Rurais As zonas rurais caracterizam-se por condições naturais e estruturais que, na maioria dos

Leia mais

Reabilitação Urbana Sustentabilidade Caso Coimbra

Reabilitação Urbana Sustentabilidade Caso Coimbra Reabilitação Urbana Sustentabilidade Caso Coimbra Sustentabilidade (visões): -Económica -Ambiental -Social Reabilitação Urbana (Dec.-Lei nº307/2009): Intervenção integrada sobre o tecido urbano existente,

Leia mais

ALTERAÇÃO DA DELIMITAÇÃO DA ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA AVENIDA/ANTIGO CAMPO DA FEIRA

ALTERAÇÃO DA DELIMITAÇÃO DA ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA AVENIDA/ANTIGO CAMPO DA FEIRA IGREJA E CONVENTO DE SÃO FRANCISCO PROCESSO 20/09 ALTERAÇÃO DA DELIMITAÇÃO DA AVENIDA/ANTIGO CAMPO DA FEIRA 2014 CÂMARA MUNICIPAL DE MONTEMOR-O-NOVO ALTERAÇÃO DA DELIMITAÇÃO DE 2014 1 ÍNDICE DOCUMENTO

Leia mais

Projeto Nova Luz Visão e Diretrizes Urbanísticas

Projeto Nova Luz Visão e Diretrizes Urbanísticas SP-URBANISMO Projeto Nova Luz Visão e Diretrizes Urbanísticas Novembro 2010 ANTECEDENTES Determinação da Administração desde 2005 de transformar e desenvolver a área Ações multisetoriais: saúde, social,

Leia mais

Um projecto central na reabilitação da frente ribeirinha

Um projecto central na reabilitação da frente ribeirinha Um projecto central na reabilitação da frente ribeirinha Na frente ribeirinha de Lisboa, a poucos minutos do Parque das Nações, desenvolve-se um novo condomínio que enquadra toda a estrutura pré-existente

Leia mais

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ANÁLISE DO PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO DO MUNICÍPIO DE SALVADOR PDDU/2006 LEI Nº 6.586/2004 Regulamenta a Lei Orgânica do Município nos Título III, Capítulos I e II, artigos 71 a 102, Título

Leia mais

-Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros.

-Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros. -Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros. -Data: 05/12/2008 -Local: Instituto Pólis FINANCIAMENTO PARA

Leia mais

TURISMO. o futuro, uma viagem...

TURISMO. o futuro, uma viagem... TURISMO o futuro, uma viagem... PLANO NACIONAL DO TURISMO 2007-2010 OBJETIVOS Desenvolver o produto turístico brasileiro com qualidade, contemplando nossas diversidades regionais, culturais e naturais.

Leia mais

Título III Do Uso e Ocupação do Solo

Título III Do Uso e Ocupação do Solo Título III Do Uso e Ocupação do Solo RETORNAR Capítulo I Das Macrozonas Seção I Da Macrozona de Estruturação e Qualificação Urbana Art. 26 A Subprefeitura da Mooca encontra-se integralmente contida na

Leia mais

Planejamento Urbano e a Dinâmica da Cidade. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria de Urbanismo - SMU

Planejamento Urbano e a Dinâmica da Cidade. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria de Urbanismo - SMU Planejamento Urbano e a Dinâmica da Cidade Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria de Urbanismo - SMU Dinâmica do Licenciamento Evolução da Área Licenciada 1980-2011 5,3 mil Evolução da Área

Leia mais

RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ.

RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ. RELATÓRIO DA PESQUISA DA QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE DE ARACRUZ. Apresentação Este relatório contém os resultados da 1ª pesquisa de Qualidade de Vida na cidade de Aracruz solicitada pela FACE. O objetivo

Leia mais

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Curso de Prefeitos Eleitos 2013 a 2016 ARDOCE Missão Ser um banco competitivo e rentável, promover o desenvolvimento sustentável do Brasil e cumprir sua função pública

Leia mais

Proposta de Delimitação da Área de Reabilitação Urbana Viana do Alentejo Poente

Proposta de Delimitação da Área de Reabilitação Urbana Viana do Alentejo Poente Proposta de Delimitação da Área de Reabilitação Urbana Viana do Alentejo Poente Fevereiro de 2014 Índice Pág. 1. Introdução 2 2. Objetivos da delimitação da ARU Viana do Alentejo Poente 3 3. Enquadramento

Leia mais

INOVAÇÕES METODOLÓGICAS NA ÁREA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Oportunidades para o desenvolvimento urbano sustentável GESTÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA

INOVAÇÕES METODOLÓGICAS NA ÁREA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Oportunidades para o desenvolvimento urbano sustentável GESTÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA INOVAÇÕES METODOLÓGICAS NA ÁREA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Oportunidades para o desenvolvimento urbano sustentável GESTÃO DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Premissas para lidar com a iluminação urbana 1. Aspirações da

Leia mais

PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DO PARQUE DOM PEDRO II

PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DO PARQUE DOM PEDRO II PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DO PARQUE DOM PEDRO II UFJF Faculdade de Engenharia - Dep. de Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Projeto VIII Prof: Luciane Tasca Grupo: Jeanny Vieira, Livia Cosentino, Marília

Leia mais

- ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA -

- ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA - - ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA - ARU do Centro Histórico de Beja ARU do Centro Histórico de Beja II ARU do Bairro Social de Beja ARU da Rua da Lavoura - Beja ESCLARECIMENTOS E INSTRUÇÕES PARA OS INTERESSADOS

Leia mais

SP-URBANISMO. Nova Luz Projeto Urbanístico Consolidado

SP-URBANISMO. Nova Luz Projeto Urbanístico Consolidado SP-URBANISMO Nova Luz Projeto Urbanístico Consolidado Setembro 2011 Perímetro da Nova Luz Sala São Paulo Parque da Luz Praça Princesa Isabel Largo do Arouche Igreja de Santa Ifigênia Praça da República

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano

PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano 2014 CONCEITOS GERAIS DOS SERVIÇOS E Lei nº 3401/06 ( Plano Diretor), Lei nº 3420/07 (Código

Leia mais

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica A iniciativa O projeto Praças é uma iniciativa do Instituto Sou da Paz, em parceria com a SulAmérica, que promove a revitalização de praças públicas da periferia de São Paulo com a participação da comunidade

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA OFICINA DE CAPACITAÇÃO PARA O PLANO DIRETOR: REGIONAL BOQUEIRÃO 18/03/2014 CURITIBA MARÇO/2014 Realizações no dia

Leia mais

6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27

6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27 6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27 6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana 6.1. A Dinâmica de Uso e Ocupação do

Leia mais

SECOVI MINHA CASA, MINHA VIDA

SECOVI MINHA CASA, MINHA VIDA SECOVI MINHA CASA, MINHA VIDA Miriam Belchior Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão São Paulo, 15 de julho de 2013 NOVOS MOTORES DO CRESCIMENTO Modelo brasileiro diversificou as fontes de crescimento

Leia mais

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 Cidade de São Paulo 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 LOCALIZAÇÃO POPULAÇÃO (Censo 2010) RMSP...19.683.975 habitantes Município de São Paulo...11.253.563 habitantes Estatuto

Leia mais

Curso de Formação para a Elaboração, Monitoramento e Acompanhamento do PLHIS

Curso de Formação para a Elaboração, Monitoramento e Acompanhamento do PLHIS Curso de Formação para a Elaboração, Monitoramento e Acompanhamento do PLHIS Módulo IV Política Habitacional e as políticas urbanas Política Habitacional: o papel dos estados e municípios Regina Fátima

Leia mais

[ ARQUITETURA ] [ TEXTO VERENA PARANHOS ] 1 5 2 L E T S G O B A H I A DIVULGAÇÃO

[ ARQUITETURA ] [ TEXTO VERENA PARANHOS ] 1 5 2 L E T S G O B A H I A DIVULGAÇÃO [ ARQUITETURA ] [ TEXTO VERENA PARANHOS ] DIVULGAÇÃO COMPLEXO DE VIADUTOS DO IMBUÍ Projeção apresenta como será o complexo de viadutos que vai desafogar o trânsito na Avenida Paralela. As obras foram autorizadas

Leia mais

PARQUE URBANO ORLA DA BARRA

PARQUE URBANO ORLA DA BARRA A BARRA: ESPAÇO MONUMENTO PATRIMÔNIO E CULTURA PARQUE URBANO ORLA DA BARRA A Vila Velha, conhecida também como a Vila do Porto da Barra ou Vila do Pereira uma alusão ao primeiro donatário da Capitania

Leia mais

Projetos Urbanos Contemporâneos: Lições Possíveis

Projetos Urbanos Contemporâneos: Lições Possíveis Projetos Urbanos Contemporâneos: Lições Possíveis Nova Luz Projeto 8 Prof.: Luciane Tasca Alunos: Aline Tirapani, Ana Cláudia Souza, Carlos Eduardo Afonso e Marcella Eberle Apresentação Microcosmo da evolução

Leia mais

Integrado do Vale do Minho. Av. Miguel Dantas, n.º 69. 4930-678 Valença. Tel.: +351 251 825 811/2. Fax: +351 251 825 620. adriminho@mail.telepac.

Integrado do Vale do Minho. Av. Miguel Dantas, n.º 69. 4930-678 Valença. Tel.: +351 251 825 811/2. Fax: +351 251 825 620. adriminho@mail.telepac. Eixo 3 do PRODER Dinamização das zonas Rurais Englobam no eixo 3 do PRODER Abordagem Leader as seguintes Medidas e Acções Medida 3.1 Diversificação da Economia e Criação de Emprego 3.1.1 Diversificação

Leia mais

BENEFÍCIOS FISCAIS PARA A REABILITAÇÃO URBANA ENQUADRAMENTO LEGAL

BENEFÍCIOS FISCAIS PARA A REABILITAÇÃO URBANA ENQUADRAMENTO LEGAL BENEFÍCIOS FISCAIS PARA A REABILITAÇÃO URBANA ENQUADRAMENTO LEGAL Refere o Decreto-Lei nº 307/2009 de 23 de Outubro No artigo 2º Definições i) «Reabilitação de edifícios» a forma de intervenção destinada

Leia mais

PAC CIDADES HISTÓRICAS. Natal /RN

PAC CIDADES HISTÓRICAS. Natal /RN PAC CIDADES HISTÓRICAS Natal /RN INTRODUÇÃO O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), iniciado em 2007, é uma inciativa do governo federal coordenada pelo Ministério do Planejamento que promoveu a

Leia mais

PATRIMÔNIO E DESENVOLVIMENTO

PATRIMÔNIO E DESENVOLVIMENTO PATRIMÔNIO E DESENVOLVIMENTO EVOLUÇÃO URBANÍSTICA DE SALVADOR POPULAÇÃO: 1960 635.917 hab. 2000 2.442.102 hab. 66,8 mil (2,8%) no Centro Antigo 1 B BENS CULTURAIS TOMBADOS NAS ESFERAS FEDERAL E ESTADUAL

Leia mais

SÃO PAULO - SP. Domicílios total da cidade 3.039.104 domicílios em favelas e cortiços 405.857 (14%)*

SÃO PAULO - SP. Domicílios total da cidade 3.039.104 domicílios em favelas e cortiços 405.857 (14%)* URbanização de FaveLas 2010 SÃO PAULO - SP População total da cidade - 11 milhões* total de residentes em moradias precárias: 3,4 milhões (1,6 milhões em loteamentos clandestinos ou irregulares, 1,2 milhões

Leia mais

Proposta de Alteração de Delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana

Proposta de Alteração de Delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana Proposta de Alteração de Delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana Núcleo Histórico da Vila da Lousã Fundo de Vila Área Urbana Central Nascente da Vila da Lousã Área Urbana Central Poente da Vila da

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Entenda quais são os Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana que serão revistos Revisão Participativa

Leia mais

NOÇÕES DE ARQUITETURA E URBANISMO

NOÇÕES DE ARQUITETURA E URBANISMO NOÇÕES DE ARQUITETURA E URBANISMO Profª. Me. Deborah de Almeida Rezende Profª. Me. Luri Sabina Cosme S. Matos / elaborou a aula Profª. Me. Ninfa Canedo INTERVENÇÃO URBANA Interferências Urbanas Requalificar

Leia mais

6. VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA

6. VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA 6. VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA 6.1 INTRODUÇÃO E OBJETIVOS Este estudo visa avaliar a valorização imobiliária do solo urbano decorrente da urbanização do promovida pelo poder público municipal e da implantação

Leia mais

Banco Interamericano de Desenvolvimento. Instrução Operacional CAMPANHAS DE CONSCIENTIZAÇÃO

Banco Interamericano de Desenvolvimento. Instrução Operacional CAMPANHAS DE CONSCIENTIZAÇÃO Instrução Operacional CAMPANHAS DE CONSCIENTIZAÇÃO CAMPANHAS DE CONSCIENTIZAÇÃO SUMÁRIO Página INTRODUÇÃO 3 1. ÁREA DE ATUAÇÃO 4 2. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS AO BNB 4 3. RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS 5

Leia mais

José Elias, 141. Conceito:

José Elias, 141. Conceito: Conceito: menu No meio do jardim tem um escritório. Na beira da janela, uma floreira. Na alma,inspiração. Nasce no ponto mais valorizado do Alto da Lapa o único projeto comercial que leva o verde para

Leia mais

PLANO DE AÇÃO PARA A REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL

PLANO DE AÇÃO PARA A REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL PLANO DE AÇÃO PARA A REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL Objetivos Criar oportunidades para novos negócios na Área Central e promover a atividade econômica em escala regional; Reverter o processo de despovoamento

Leia mais

Intervenção Pública na década de 90:

Intervenção Pública na década de 90: Intervenção Pública na década de 90: Uma análise dos impactos espaciais do Programa Rio-Cidade no mercado imobiliário da cidade do Rio de Janeiro Andrea Paulo da Cunha PULICI Observatório Imobiliário e

Leia mais

Sociedade de capitais exclusivamente públicos, criada em Novembro de 2004 CAPITAL

Sociedade de capitais exclusivamente públicos, criada em Novembro de 2004 CAPITAL Reabilitação Urbana Sustentável o caso do Centro Histórico e da Baixa da cidade do Porto Álvaro Santos Presidente Executivo do Conselho de Administração Porto, 13 de Julho de 2015 Porto Vivo, SRU Sociedade

Leia mais

Regeneração Urbana Um novo Impulso

Regeneração Urbana Um novo Impulso Regeneração Urbana Um novo Impulso O ENQUADRAMENTO Portugal tem 1,5 milhões de fogos que precisam de ser reabilitados dos quais 126 mil edifícios têm necessidade de intervenções urgentes e podem colocar

Leia mais

INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS

INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS Secretaria Municipal de Urbanismo INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS Lei de Uso e Ocupação do Solo: Introdução Estamos construindo uma cidade cada vez melhor A Lei

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. (publicado no DOE n.º 137, de 17 de julho de 2012) Institui o Programa

Leia mais

Figueira da Foz REGENERAÇÃO URBANA - UM NOVO PASSO

Figueira da Foz REGENERAÇÃO URBANA - UM NOVO PASSO Figueira da Foz REGENERAÇÃO URBANA - UM NOVO PASSO porquê a Figueira da Foz? Cidade com dimensão para a intervenção pretendida e alinhamento estratégico com a Autarquia Núcleo urbano com potencial de regeneração

Leia mais

Seminário Gaúcho de Acessibilidade na Mobilidade Urbana. Andrea Mallmann Couto Juliana Baum Vivian

Seminário Gaúcho de Acessibilidade na Mobilidade Urbana. Andrea Mallmann Couto Juliana Baum Vivian Planos Municipais de Mobilidade Urbana e Acessibilidade e o papel do TCE-RS na sua implementação Seminário Gaúcho de Acessibilidade na Mobilidade Urbana Andrea Mallmann Couto Juliana Baum Vivian SUPORTE

Leia mais

LEI Nº 1.275, DE 28 DE JULHO DE 2011.

LEI Nº 1.275, DE 28 DE JULHO DE 2011. LEI Nº 1.275, DE 28 DE JULHO DE 2011. Dispõe sobre o uso e ocupação do solo, limites e prescrições urbanísticas da Área Especial de Interesse Social AEIS Padre João Maria e As Dez, localizado no Loteamento

Leia mais

Eng.º José Pinto Leite

Eng.º José Pinto Leite Dia 27 de Maio Investimento e sustentabilidade Eng.º José Pinto Leite Programa Polis Congresso LIDER A 09 Sustentabilidade e o POLIS José Manuel Pinto Leite IST 27/05/2009 1 Sustentabilidade e o POLIS

Leia mais

BAIRRO DA PALMEIRA. Dossier de imprensa 2.ª FASE DA REABILITAÇÃO. Continuar a investir nas pessoas IHM INVESTIMENTOS HABITACIONAIS DA MADEIRA, EPERAM

BAIRRO DA PALMEIRA. Dossier de imprensa 2.ª FASE DA REABILITAÇÃO. Continuar a investir nas pessoas IHM INVESTIMENTOS HABITACIONAIS DA MADEIRA, EPERAM Dossier de imprensa CARACTERIZAÇÃO O Bairro da Palmeira, construído no início da década de 80 para resolver situações de gravíssima carência habitacional de famílias do centro de Câmara de Lobos, sobretudo

Leia mais

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes Iniciativa JESSICA Perguntas Frequentes Iniciativa JESSICA: Perguntas Frequentes 1 - Como nasceu a iniciativa JESSICA? A iniciativa JESSICA (Joint European Support for Sustainable Investment in City Areas)

Leia mais

Estabelece as diretrizes gerais para aplicação dos recursos alocados ao Programa de Arrendamento Residencial - PAR e dá outras providências.

Estabelece as diretrizes gerais para aplicação dos recursos alocados ao Programa de Arrendamento Residencial - PAR e dá outras providências. PORTARIA Nº 231, DE 4 DE JUNHO DE 2004 Estabelece as diretrizes gerais para aplicação dos recursos alocados ao Programa de Arrendamento Residencial - PAR e dá outras providências. O MINISTRO DE ESTADO

Leia mais

EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO

EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO A AGÊNCIA PERNAMBUCANA DE ÁGUAS E CLIMA APAC, de acordo com o Plano Hidroambiental da Bacia do Rio Capibaribe, está recebendo manifestações

Leia mais

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes

Iniciativa JESSICA. Perguntas Frequentes 1 - Como nasceu a iniciativa JESSICA? A iniciativa JESSICA (Joint European Support for Sustainable Investment in City Areas) é um instrumento financeiro promovido pela Comissão Europeia e desenvolvido

Leia mais

Estratégia Nacional para a Habitação

Estratégia Nacional para a Habitação Estratégia Nacional para a Habitação 8 de maio de 2015 Estrutura do Documento O diagnóstico As oportunidades A articulação com outras políticas A visão, os pilares e os desafios As medidas e iniciativas

Leia mais

1 de 5 03/12/2012 14:32

1 de 5 03/12/2012 14:32 1 de 5 03/12/2012 14:32 Este documento foi gerado em 29/11/2012 às 18h:32min. DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. Institui o Programa de Gestão do Patrimônio do Estado do Rio Grande do Sul - Otimizar,

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Presidência da República Casa Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.098, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000. Civil Regulamento Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade

Leia mais

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now.

Easy PDF Creator is professional software to create PDF. If you wish to remove this line, buy it now. PROGRAMA : ADMINISTRAÇÃO GERAL OBJETIVO : Manter as atividades administrativas e operacionais dos órgãos para melhoria da prestação de serviços ao público Valores (R$ 1,00) 2006 11.700,000 Manutenção das

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N 15 de 27 de abrilde 2006.

LEI COMPLEMENTAR N 15 de 27 de abrilde 2006. -~--' -, Praça Barão do Rio Branco, 12 Fax (31) 3559 3205 LEI COMPLEMENTAR N 15 de 27 de abrilde 2006 Altera a Lei Comp1emelÚtlr n 02/1005, modifica a denonúnaçílo da Secretaria Municipal de Turismo, IndÚstria

Leia mais

ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL E MEIO AMBIENTE: O CASO DE BRASÍLIA TEIMOSA

ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL E MEIO AMBIENTE: O CASO DE BRASÍLIA TEIMOSA Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/2014 ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL E MEIO AMBIENTE: O CASO DE BRASÍLIA TEIMOSA Tatiana Cavalcanti Fonseca*, Elizabeth Amaral Pastich, Hélida Karla Philippini da Silva

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 70/2011. A CÂMARA MUNICIPAL DE IPATINGA aprova:

PROJETO DE LEI Nº 70/2011. A CÂMARA MUNICIPAL DE IPATINGA aprova: PROJETO DE LEI Nº 70/2011. Institui a Política Municipal de Mobilidade Urbana. A CÂMARA MUNICIPAL DE IPATINGA aprova: Mobilidade Urbana. Art. 1º Fica instituída, no Município de Ipatinga, a Política Municipal

Leia mais

RODRIGO GARCIA Secretário de Estado da Habitação

RODRIGO GARCIA Secretário de Estado da Habitação RODRIGO GARCIA Secretário de Estado da Habitação Caracterização do modelo OBJETIVOS INCLUSÃO SOCIAL Diversidade REQUALIFICAÇÃO DO ESPAÇO URBANO APROXIMAÇÃO DA MORADIA DOS LOCAIS DE OFERTA DE EMPREGO PÚBLICO-ALVO

Leia mais

Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto em Recife.

Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto em Recife. Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto em Recife. Data: dia 29 de abril de 2009 Local: sede da ONG Etapas no Recife PROGRAMA REABILITAÇÃO

Leia mais

OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados

OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados DEAP/SNAPU/MCIDADES Maio/2015 Contexto brasileiro Necessidade de obras públicas para requalificação e reabilitação

Leia mais

Programa Paraisópolis

Programa Paraisópolis Programa Paraisópolis Identificação das Comunidades Cemitério Getsemani Jd. Colombo Paraisópolis Porto Seguro Cemitério do Morumbi Colégio Visconde de Porto Seguro Programa Paraisópolis Caracterização

Leia mais

Barcelona. renovação e gentrificação

Barcelona. renovação e gentrificação Barcelona renovação e gentrificação Definição Gentrificação 1) Gentrificação esporádica (anos 60 e 70) 2) 3) Problemática Gentrificação O Exemplo de Barcelona Área revitalizada de Barcelona, em meados

Leia mais

PMS-MT Cartilha. Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes. Governança Funcionamento do Programa

PMS-MT Cartilha. Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes. Governança Funcionamento do Programa PMS-MT Cartilha Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes Fortalecimento da gestão ambiental municipal Contexto e benefícios Tarefas Regularização ambiental e fundiária

Leia mais

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES P.38 - Programa de Apoio a Revitalização e incremento da Atividade de Turismo Relatório Semestral de Atividades Realizadas EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Informações Básicas. Projeto Revitalização Cais Mauá

Informações Básicas. Projeto Revitalização Cais Mauá Informações Básicas Projeto Revitalização Cais Mauá Junho/2015 Sumário 1. Highlights do Projeto 2. Por que o Cais Mauá não pode ser um Porto Comercial? 3. Portos Revitalizados pelo Mundo 4. Projeto de

Leia mais

País predominantemente urbano: cerca de 80% da população brasileira mora em cidades.

País predominantemente urbano: cerca de 80% da população brasileira mora em cidades. A Política de Mobilidade Urbana no desenvolvimento das cidades! AS CIDADES País predominantemente urbano: cerca de 80% da população brasileira mora em cidades. Processo de urbanização caracterizado pelo

Leia mais

ANEXO X Experiências Mundiais de Recuperação de Orla

ANEXO X Experiências Mundiais de Recuperação de Orla ANEXO X Experiências Mundiais de Recuperação de Orla Em consequência da transformação das áreas portuárias e do surgimento de espaços ociosos nestas áreas, cerca de 40 cidades encontraram como desafio

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Seminário Internacional Planejamento Urbano em Região Metropolitana - O caso de Aracaju Aracaju,

Leia mais

A LEI DE FACHADAS: ANÁLISE DE UM INSTRUMENTO DE INCENTIVO

A LEI DE FACHADAS: ANÁLISE DE UM INSTRUMENTO DE INCENTIVO A LEI DE FACHADAS: ANÁLISE DE UM INSTRUMENTO DE INCENTIVO À PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO EM SÃO PAULO/BRASIL David Vital Brasil Ventura CICOP Brasil INTRODUÇÃO Um dos principais desafios para a preservação

Leia mais

-Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros.

-Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros. -Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros. -Data: 05/12/2008 -Local: Instituto Pólis MORADIA É CENTRAL

Leia mais

LEI DOS INSTRUMENTOS

LEI DOS INSTRUMENTOS LEI DOS INSTRUMENTOS LEI Nº 2.333 DE 06 DE OUTUBRO DE 2006 Dispõe sobre os Instrumentos de Política Urbana no Município de Itápolis. MAJOR AVIADOR MOACYR ZITELLI, Prefeito do Município de Itápolis, Estado

Leia mais

PLANO DIRETOR DECENAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. LEI COMPLEMENTAR N 16, de 4 de junho de 1992

PLANO DIRETOR DECENAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. LEI COMPLEMENTAR N 16, de 4 de junho de 1992 Um plano e novas definições Em 1992, foi publicado na forma de lei complementar o Plano Decenal da Cidade do Rio de Janeiro. Estabeleciam-se então as normas para a política urbana de nossa cidade que deveriam

Leia mais

1ª AVENIDA DINAMIZAÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL DA BAIXA DO PORTO RELATÓRIO DO LEVANTAMENTO IMOBILIÁRIO CO-FINANCIADO POR:

1ª AVENIDA DINAMIZAÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL DA BAIXA DO PORTO RELATÓRIO DO LEVANTAMENTO IMOBILIÁRIO CO-FINANCIADO POR: 1ª AVENIDA DINAMIZAÇÃO ECONÓMICA E SOCIAL DA BAIXA DO PORTO RELATÓRIO DO LEVANTAMENTO CO-FINANCIADO POR: Unidade de Gestão de Área Urbana Novembro 2012 Índice 1. Nota Introdutória... 2 2. Resultados do

Leia mais

Definição do conceito fiscal de prédio devoluto

Definição do conceito fiscal de prédio devoluto Definição do conceito fiscal de prédio devoluto A dinamização do mercado do arrendamento urbano e a reabilitação e renovação urbanas almejadas no Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), aprovado pela

Leia mais

PARQUE VÁRZEAS TIETÊ

PARQUE VÁRZEAS TIETÊ INTRODUÇÃO PARQUE VÁRZEAS TIETÊ O Programa Parque Várzeas do Tietê (PVT), visa a recuperação da capacidade de contenção de cheias que ocorrem nas várzeas do rio Tietê desde a barragem da Penha até o município

Leia mais

A IMPLANTAÇÃO DO PROJETO PORTO MARAVILHA E O PATRIMÔNIO HISTÓRICO ARQUITETÔNICO: A PERDA DA VISIBILIDADE DO MORRO DA CONCEIÇÃO

A IMPLANTAÇÃO DO PROJETO PORTO MARAVILHA E O PATRIMÔNIO HISTÓRICO ARQUITETÔNICO: A PERDA DA VISIBILIDADE DO MORRO DA CONCEIÇÃO 68 A IMPLANTAÇÃO DO PROJETO PORTO MARAVILHA E O PATRIMÔNIO HISTÓRICO ARQUITETÔNICO: A PERDA DA VISIBILIDADE DO MORRO DA CONCEIÇÃO C. Baima (1), C. Nóbrega(2) Programa de Pós-Graduação em Arquitetura. Faculdade

Leia mais

INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA

INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA LOCALIZAÇÃO E CONTEXTO Jundiaí Campinas Rio de Janeiro Sorocaba Guarulhos OUC AB Congonhas CPTM E METRÔ: REDE EXISTENTE E PLANEJADA OUC AB SISTEMA VIÁRIO ESTRUTURAL

Leia mais

INTERVENÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO. (concluída) e a construção do Mercado Público Municipal. Ainda está prevista a criação de uma

INTERVENÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO. (concluída) e a construção do Mercado Público Municipal. Ainda está prevista a criação de uma EIXO : INTERVENÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO Desenvolvimento com opções de lazer projeto Blumenau 2050 prevê uma série de obras para alavancar o desenvol- O vimento econômico, o turismo e o lazer na cidade.

Leia mais

4º CONFERENCIA ESTADUAL DAS CIDADES 07 a 09 abril 2010 Foz do Iguaçu PR

4º CONFERENCIA ESTADUAL DAS CIDADES 07 a 09 abril 2010 Foz do Iguaçu PR 4º CONFERENCIA ESTADUAL DAS CIDADES 07 a 09 abril 2010 Foz do Iguaçu PR CIDADE PARA TODOS E TODAS COM GESTÃO DEMOCRÁTICA, PARTICIPATIVA E CONTROLE SOCIAL Avanços, Dificuldades e Deságios na Implementação

Leia mais

PRODER Sub-Programa 3 Dinamização das Zonas Rurais ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO PARA O INTERIOR DO ALGARVE CENTRAL

PRODER Sub-Programa 3 Dinamização das Zonas Rurais ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO PARA O INTERIOR DO ALGARVE CENTRAL PRODER Sub-Programa 3 Dinamização das Zonas Rurais ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO PARA O INTERIOR DO ALGARVE CENTRAL Medida 3.1 - Diversificação da economia e criação de emprego Objectivos : - Promover

Leia mais

Alexandre Brasil André Prado. Carlos A. Maciel Danilo Matoso. Revitalização do Centro de Goiânia Goiânia, GO projeto: 2000 concurso 1o lugar

Alexandre Brasil André Prado. Carlos A. Maciel Danilo Matoso. Revitalização do Centro de Goiânia Goiânia, GO projeto: 2000 concurso 1o lugar Alexandre Brasil André Prado Carlos A. Maciel Danilo Matoso projeto: 2000 concurso 1o lugar O conjunto objeto desta proposta se constitui de três partes de caráter notadamente diferenciadas: a primeira,

Leia mais

IDEIA FORÇA. Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade)

IDEIA FORÇA. Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade) IDEIA FORÇA Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade) DETALHAMENTO: Mobilidade humana (trabalhador precisa respeito); Melhorar a qualidade e quantidade de transporte coletivo (Lei da oferta

Leia mais

OPERAÇÃO 3 - CONSTRUIR UMA CENTRALIDADE - PRAÇA DAS MINAS

OPERAÇÃO 3 - CONSTRUIR UMA CENTRALIDADE - PRAÇA DAS MINAS EIXO 2 AMBIENTE E ESPAÇO PÚBLICO OPERAÇÃO 3 - CONSTRUIR UMA CENTRALIDADE - PRAÇA DAS MINAS Intervenção de ordenamento e requalificação do centro da vida social do bairro, criando condições para o seu desenvolvimento

Leia mais