NORMA PROCEDIMENTAL SEGURANÇA NO AMBIENTE DE TRABALHO E USO DO EPI 1. FINALIDADE

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1 /10 1. FINALIDADE Regulamentar a utilização do Equipamento de Proteção Individual EPI, no âmbito da UFTM, visando proporcionar condições de trabalho mais seguras, evitar o risco de acidentes e, proteger a saúde do trabalhador e dos alunos. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO O teor da presente Norma aplica-se a todas as unidades da UFTM, além dos segmentos da comunidade interna, alunos e servidores, à CIPA, a empresas e profissionais terceirizados, sob a supervisão técnica do Núcleo de Atenção à Saúde do Servidor (NASS), em especial de seus Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho. 3. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL - Lei n 8.112, de 11 de dezembro de 1990 Regime Jurídico Único. - Portaria n de 08/06/76, do Ministério do Trabalho e Emprego, compreendendo:. NR 01 Disposições Gerais;. NR 06, com as alterações dadas pela Portaria n. 6, de 19/08/92, do Departamento Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador da Secretaria Nacional do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego;. NR 32 Segurança e Saúde do Trabalhador em Serviço de Saúde. - Portaria MS/SVS n. 453, de 01/06/98 Equipamentos de Proteção Individual. - Portaria n. 6, de 19/08/92, do Departamento Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador, da Secretaria Nacional do Trabalho. 4. CONCEITOS BÁSICOS - EPI Equipamento de Proteção Individual Todo dispositivo ou produto, de uso individual, utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho (NR 6) - Colaboradores Pessoas que exercem atividades laborais no âmbito da Instituição, contribuindo para com sua missão, realizações e resultados (alunos, servidores, empregados das Fundações de apoio e das empresas terceirizadas). - Educação continuada

2 /10 Programa que visa informar, orientar, motivar e conscientizar permanentemente a todos os colaboradores sobre os riscos de suas atividades e o correto uso dos EPI. - Ordens de Serviço OS Instrumento a ser expedido por engenheiros e técnicos de segurança do trabalho, antes de qualquer atividade que envolva risco ao trabalhador, com vistas à prevenção de atos/condições inseguras, principais causas de acidentes e de conseqüentes lesões, inclusive por falta de uso do EPI. - Procedimento Operacional Padrão POP É o documento que expressa o planejamento e orienta as ações, mediante um padrão de conduta, para a execução de atividade profissional específica ou de enfoque multiprofissional. 5. NORMAS 5.1. DAS RESPONSABILIDADES BÁSICAS DOS AGENTES ENVOLVIDOS Dos Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho do NASS a) Cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho. b) Fiscalizar e orientar com relação ao uso correto de EPIs, interpelando, se for o caso, qualquer colaborador por negligência ou uso inadequado. c) Providenciar a aquisição dos EPIs requeridos, no âmbito da UFTM, observando a exigência do Certificado de Aprovação CA. d) Orientar e treinar o colaborador acerca do uso adequado do EPI, e quanto à sua guarda e conservação. e) Divulgar e informar os locais onde se encontram os EPIs à disposição dos colaboradores, descartáveis ou não, mantendo-os armazenados e controlados de forma a garantir o imediato fornecimento ou reposição. f) Cuidar da higienização e da manutenção periódica dos EPIs. g) Substituir imediatamente os EPIs quando danificados ou extraviados. h) Comunicar ao Ministério do Trabalho e Emprego qualquer irregularidade verificada em EPIs. i) Elaborar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA, onde constem, além de outras informações, a descrição dos riscos inerentes ao recebimento, armazenamento, preparo, distribuição e administração de medicamentos e das

3 /10 drogas de risco, e aquelas substanciadas pela CCIH do Hospital de Clínicas da UFTM. j) Elaborar a sinalização educativa e preventiva nos ambientes da UFTM, com relação à segurança do trabalho. k) Encaminhar despachos às áreas correspondentes, cujo teor envolva necessidade de orientação técnica, advertências a respeito de situações ou condições inseguras observadas, negligência ou uso incorreto de EPIs, e mesmo quando verificadas situações que suscitem riscos ao colaborador. l) Prestar contas, periodicamente, ou sempre que necessário, das atividades e diligências desempenhadas, ao Diretor do NASS, por meio de relatórios circunstanciados Da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA. a) Fazer inspeções, em conjunto com engenheiros e técnicos de segurança do trabalho, que objetivem a prevenção de acidentes e de doenças decorrentes do trabalho. b) Acompanhar a fiscalização da segurança e medicina do trabalho. c) Auxiliar os engenheiros e técnicos de segurança do trabalho na elaboração da sinalização educativa e preventiva recomendada pela regulação pertinente. d) Elaborar e atualizar, permanentemente, programação que contemple ações preventivas na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho. e) Interpelar, além de comunicar à autoridade respectiva, o colaborador negligente no uso do EPI Dos colaboradores em geral a) Fazer uso do EPI apenas para o fim a que se destina. b) Cumprir as disposições legais e regulamentares a respeito da segurança do trabalho, sob pena das penalidades legais cabíveis. c) Observar e cumprir as Ordens de Serviço relativas à segurança do trabalho. d) Zelar pela conservação do EPI fornecido pela UFTM. e) Orientar-se junto à chefia ou à área competetente, no caso de dúvida ou desconhecimento, sobre o uso adequado do EPI, em meio à realização de tarefas onde haja risco de acidente ou contaminação, contra si ou terceiros. f) Responsabilizar-se pela guarda de EPI sob seu uso pessoal. g) Responsabilizar-se pessoalmente pela reposição do EPI, por outro igual ou de valor

4 /10 correspondente ao seu custo de aquisição atualizado no mercado, no caso de dano proposital ou extravio. h) Comunicar à autoridade competetente de sua área, de imediato, qualquer alteração no EPI que o torne impróprio para uso. i) Devolver o EPI danificado ao local indicado pelo NASS, visando substituição. j) Participar dos treinamento e dos cursos de educação permanente acerca da prevenção de riscos do uso de EPIs. k) Comunicar imediatamente ao NASS acidentes ou incidentes no trabalho. l) Observar e apresentar sugestões, ao NASS e/ou à CIPA, com vistas à melhoria das condições de trabalho, indicando as situações e/ou locais de risco. m) Observar e aplicar as recomendações quanto à prevenção de acidentes e de doenças ocupacionais, em termos de comportamento consciente Das chefias na supervisão dos servidores, dos empregados das Fundações de apoio e dos empregados das empresas terceirizadas a) Motivar a equipe e orientar todos os colaboradores quanto aos aspectos de segurança, riscos das atividades e necessidade de uso do EPI. b) Providenciar para que, antes da utilização de qualquer equipamento, os servidores sejam capacitados quanto ao modo de operação e aos riscos implicados. c) Exigir o uso adequado dos EPIs por todos os servidores do seu setor de trabalho, inclusive, dando bons exemplos de segurança e de educação no trato com eles. d) Encaminhar o colaborador com feridas ou lesões nos membros superiores para a avaliação médica obrigatória antes de iniciar suas atividades. e) Comunicar, imediatamente, ao NASS e CIPA qualquer irregularidade verificada com relação ao uso dos EPIs e riscos de acidentes, em seu setor de trabalho. f) Solicitar e apoiar os programas de treinamento sobre segurança do trabalho. g) Comunicar, preventivamente, ao NASS, por meio da equipe de engenheiros e técnicos de segurança do trabalho, os riscos de acidentes de trabalho e/ou docenças ocupacionais, antes de qualquer início de atividade. h) Oferecer apoio ao SESMT e à CIPA, quando solicitado, no que se refere ao cumprimento das medidas de segurança institucional Dos professores, na supervisão do aluno

5 / Dos Discentes a) Informar aos seus alunos sobre a obrigatoriedade de uso do avental/jaleco e outros equipamentos de segurança, em função da prevenção de riscos ambientais. b) Supervisionar o cumprimento desta Norma nas atividades didáticas, pedagógicas e de assistência à saúde, no âmbito de sua competência. c) Exigir do aluno o uso de EPI de acordo com os riscos existentes na atividade acadêmica que requeira o manuseio de produtos agressivos. d) Orientar os alunos, com antecedência, para que tragam seus óculos de proteção e jalecos, quando exigidos. e) Apoiar a CIPA e o NASS, quando solicitado, no que se refere ao cumprimento das medidas de segurança institucional. a) Cumprir a presente Norma nas atividades desenvolvidas no âmbito da UFTM, assim como as normas reguladoras vigentes. b) Usar, obrigatoriamente, óculso de proteção, luvas de PVC/látex ou outros EPIs apropriados aos riscos expostos no manuesio de produtos agressivos. c) Providenciar por sua própria conta os EPIs exigidos, de uso pessoal exclusivo, observadas as especificações técnicas estabelecidas em face da atividade didático-pedagógica desempenhada. d) Zelar pela própria segurança e a dos colegas, comunicando ao professor qualquer descumprimento, irregularidade ou situação de risco DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PERMANENTE a) O programa de capacitação da UFTM deverá contemplar, de forma permanente, cursos sobre princípios de higiene pessoal, riscos biológico, químico e físico, sinalização, rotulagem, EPI, EPC e procedimentos em situação de emergência, aos colaboradores, em especial para aqueles que realizam a limpeza dos ambientes e áreas de saúde. b) É da responsabilidade da Pró-Reitoria de Recursos Humanos, através da Diretoria de Recursos Humanos, promover e certificar os cursos sobre segurança e medicina do trabalho; cabendo diretamente ao NASS, por meio de engenheiros e técnicos de segurança do trabalho realizar treinamento a respeito do uso de EPIs. c) Qualquer colaborador poderá sugerir à Diretoria de Recursos Humanos, ou aos profissionais de medicina e segurança de trabalho do NASS, a realização de cursos na área USO DE EPI NOS LABORATÓRIOS QUÍMICOS E BIOLÓGICOS DE ENSINO

6 /10 a) Os Laboratórios Químicos/Biológicos de Ensino, representam áreas onde se torna obrigatório o uso de óculos de segurança, luvas, vestimentas de mangas compridas, calças compridas e sapatos fechados, por todos os alunos e servidores, principalmente pelos professores e técnicos, durante as aulas. b) Fora do horário de aulas o uso de óculos de segurança, luvas e avental de manga comprida passam a ser obrigatório somente quando o servidor/aluno estiver manuseando ou transportando produtos químicos e/ou biológicos, em qualquer quantidade e natureza, ou quando o mesmo se aproximar de alguém naquelas condições. O uso de calças compridas e calçados fechados permanece como condição de acesso ao laboratório em qualquer momento. c) Os alunos de qualquer nível de ensino, inclusive da pós-graduação e do Cefores serão os responsáveis pela aquisição dos óculos de segurança e de jaleco de manga comprida, para o uso próprio, inclusive quanto aos demais EPIs exigidos. d) A responsabilidade pelo cumprimento do estabelecido nesta NP reserva-se, inicialmente, ao técnico responsável pelo laboratório e seguidos dos Chefes de Setor e professores, incluindo os orientadores. No entanto, todos os servidores e alunos devem ser treinados e conscientizados de que o cumprimento das normas estabelecidas, se torna necessário em virtude da segurança geral de todos USO DE EPI POR COLABORADORES DA FUNEPU E DAS EMPRESAS TERCEIRIZADAS - ET a) Cabe ao NASS, por meio de seus engenheiros e técnicos de segurança do trabalho, fazer contatos junto à ET antes de iniciar seus trabalhos na Instituição, definindo quais os EPIs, que deverão ser utilizados, embora isto não exclua a responsabilidade das prestadoras de serviços quanto às exigências legais. b) À Funepu e à ET contratada caberá a responsabilidade pelo fornecimento gratuito de EPI, aos seus empregados, conforme art. 166, seção IV, Lei 6514 de 22/12/77 e NR-6, Portaria nº do Ministério do Trabalho, além de responsabilizarem pelo controle dos mesmos, mantendo reserva mínima em estoque capaz de atender às necessidade eventuais de pronto. c) A Funepu e as ETs devem permitir que os EPIs sejam inspecionados pelos engenheiros e técnicos de segurança de trabalho do NASS, no que se refere ao atendimento às Normas do Ministério do Trabalho e Emprego, condições de uso, conservação, higienização e armazenamento. d) Devem, a Funepu e as ETs, dar acesso livre aos engenheiros e técnicos de segurança de trabalho do NASS, às fichas de controle de entrega de EPIs aos seus empregados, devidamente assinadas, assim como às fichas de revisão semestral dos equipamentos. e) As suspensões do trabalho, motivadas pela inobservância do uso de EPI, não

7 /10 eximem, Funepu e ET, das obrigações e penalidades constantes do contrato de serviço, referentes a prazos e multas. f) A Funepu e a ET são responsáveis pela fiscalização do uso de EPIs por seus empregados, devendo, no entanto, para tal atenderem às recomendações do NASS. g) Os EPIs, e seu controle pela ET contratada, devem atender às recomendações a seguir: - dispor de qualidade compatível com as atividades desenvolvidas pela contratada e possuir estampados os respectivos números dos certificados de aprovação (CA), número do lote de fabricação e a identificação do fabricante ou importador, podendo ser recusados pelo NASS, caso não atendam às especificações da Norma Regulamentadora NR-6 do Ministério do Trabalho; - manterem-se em perfeitas condições de uso e em bom estado de conservação, higienização e armazenados separados de outros materiais; - manutenção em arquivo de cópias atualizadas dos certificados de aprovação dos EPIs fornecidos aos seus empregados; 5.5. ELABORAÇÃO E APLICAÇÃO DE POPs a) É de responsabilidade do NASS, em conjunto com aos setores envolvidos, a elaboração de POP, versando sobre segurança no ambiente de trabalho bem como mantê-los permanentemente atualizados. b) Os POPs devem estar disponíveis nos próprios locais de trabalho para que, no caso de acidente de natureza ambiental ou sofrido por pessoas, os procedimentos possam ser aplicados imediatamente pelos colaboradores e pela fiscalização do trabalho. c) Devem os POPs servir de instrumento visando à capacitação dos colaboradores como prevenção a riscos e a condutas pós-acidente. 6. PROCEDIMENTOS GERAIS 6.1. DO NÚCLEO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO SERVIDOR (ENGENHEIROS E TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO) Com relação ao controle dos EPIs. a) Preencher a Ficha de Entrega dos EPI/Termo de Responsabilidade FEE/TR, atento às seguintes recomendações e observações: - Descrições genéricas do tipo "protetor auditivo" ou "bota de segurança" prejudicam a filtragem de dados quando se pretende recuperar informações em uma fiscalização ou em um processo litigioso, por exemplo; - O mesmo se aplica quando a ficha de entrega de EPI não apresenta o número do CA - Certificado de Aprovação correspondente ao equipamento;

8 /10 - A ausência do número do CA dificulta também o preenchimento do PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário, onde esta informação é solicitada no quadro descritivo das exposições ambientais. - Outro aspecto relevante consiste na guarda das FEE/TR, quando completamente preenchidas, dada à sua importância como documento comprobatório devem ser arquivadas junto à pasta de cada servidor provido de EPI. b) Orientar o servidor sobre a importância da leitura do Termo de Responsabilidade, pois, em assinando, passa a responder pelos atos recorrentes. c) Colher a assinatura do colaborador na FEE/TR por ocasião da entrega dos EPIs. d) Dar baixa na FEE/TR, quando da devolução e/ou substituição de algum EPI pelo colaborador. e) Controlar o estoque de EPIs de forma a manter, constantemente, uma margem de segurança para atender eventuais necessidades Com relação à elaboração das Ordens de Serviço - OS e ao programa de educação permanente. a) Elaborar as OS sobre segurança e medicina do trabalho, dando ciência aos servidores, em virtude dos seguintes propósitos: - prevenir atos e condições inseguras no desempenho do trabalho; - divulgar as obrigações e proibições afetas ao conhecimento e cumprimento pelo servidor; - dar conhecimento aos servidores de que serão passíveis de punição, pelo descumprimento das OS expedidas; - determinar os procedimentos que deverão ser adotados em caso de acidente do trabalho e doenças profissionais ou de natureza laboral; - adotar medidas para eliminar ou neutralizar a insalubridade e as condições inseguras de trabalho; - adotar medidas determinadas pelas normas de segurança editadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. b) Desenvolver programa de educação permanente com o objetivo de repassar aos servidores informações sobre: - os riscos profissionais que possam originar-se nos locais de trabalho; - os meios para prevenir e limitar tais riscos e as medidas adotadas pela UFTM; - os resultados dos exames médicos e de exames complementares de diagnóstico aos quais os próprios servidores forem submetidos; - os resultados das avaliações ambientais realizadas nos locais de trabalho; - outras informações relativas à segurança no trabalho Com relação ao registro e comunicação do não uso do EPI

9 / DA CIPA a) Advertir e registrar o não cumprimento desta Norma e demais documentos normativos relativos à segurança do trabalho por parte do colaborador. b) Caso persista a irregularidade, elaborar relatório circunstanciado em conjunto com a chefia/preceptor, encaminhando-o à autoridade competetnte responsável pela supervisão do colaborador. c) Elaborar, ainda, relatório em conjunto com a chefia/preceptor, acerca de medidas requeridas visando preservar a segurança dos colaboradores e/ou do ambiente de trabalho. d) Comunicar todos os fatos que vão de encontro a esta Norma ao Diretor de Recursos Humanos, para conhecimento e decisões cabíveis. a) Realizar inspeções de segurança com o objetivo de detectar as condições do EPI e a freqüência do seu uso. b) Verificar periodicamente os ambientes e condições de trabalho no intuito de identificar as situações que venham a trazer riscos para a segurança e que ofereçam danos à saúde dos servidores. c) Elaborar relatórios da inspeção, com citação das condições e/ou irregularidades verificadas, seguido de sugestão/recomendação visando corrigir ou eliminar riscos, assinados pelo Presidente ou pelo seu Vice, e no mínimo por mais um membro da CIPA, não lotado no setor onde a inspeção tenha ocorrido. d) Encaminhar o relatório de inspeção para a chefia do setor e ao Diretor de Recursos Humanos DAS CHEFIAS IMEDIATAS Comunicar ao NASS, através dos engenheiros e técnicos de segurança de trabalho, e à CIPA, formalmente, as irregularidades acerca da segurança do trabalho constatadas em sua área de competência. 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS 7.1. A elaboração de POPs constitui de vital importância para a minimização e até a eliminação de riscos laborais, sobretudo pela especificação e o reforço do uso de EPIs Convém elaborar POPs no tocante às atividades de limpeza, manutenção, construção civil, descontaminação e desinfecção de todas as áreas, incluindo superfícies, instalações, subestações, caldeiras, equipamentos, mobiliário, vestimentas, EPIs e materiais, entre outros Esta Norma entrará em vigor a partir de.

10 /10 8 FORMULÁRIO FICHA DE ENTREGA DOS EPI/ TERMO DE RESPONSABILIDADE SESMT IDENTIFICAÇÃO DO SERVIDOR NOME: SIAPE: SETOR: QUANT. N do CA ESPECIFICAÇÃO (TIPO) DE E.P.I. ASSINATURA TERMO DE RESPONSABILIDADE PELA GUARDA E USO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - E.P.I. Recebi da UFTM, a título de empréstimo, para meu uso exclusivo e obrigatório nas dependências da Instituição, conforme determinado na NR-6 da Portaria 3.214/78, e a Norma Procedimental , os equipamentos especificados neste termo de responsabilidade, comprometendo-me a mantê-los em perfeito estado de conservação, estando ciente e declarando que: 1- Recebi treinamento quanto à necessidade na utilização dos referidos EPI, a maneira correta de usá-los, guardá-los e higienizá-los, bem como da minha responsabilidade quanto a seu uso conforme determinado na NR-1 da Portaria 3.214/ Se o equipamento for danificado ou inutilizado por emprego inadequado, mau uso, negligência ou extravio, a UFTM me fornecerá novo equipamento e cobrará o valor de um equipamento da mesma marca ou equivalente ao anterior. 3- Fico proibido de dar ou emprestar o equipamento que estiver sob minha responsabilidade, só podendo fazê-lo se receber ordem por escrito da pessoa autorizada para tal fim. 4- Em caso de dano, inutilização ou extravio do equipamento deverei comunicar imediatamente ao NASS. 5- Estando os equipamentos em minha posse, estarei sujeito a inspeções sem prévio aviso. 6- Fico ciente de que não utilizando o equipamento de proteção individual em serviço estarei sujeito às sanções disciplinares nos termos da Lei n Uberaba, de de 20. ASSINATURA

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