ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA GRANDE CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução nº 021 de 10 de junho de 2009.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE VÁRZEA GRANDE CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução nº 021 de 10 de junho de 2009."

Transcrição

1 Resolução nº 021 de 10 de junho de Fixa normas para Educação Infantil no âmbito do Sistema Municipal de Ensino do Município de Várzea Grande Estado de Mato Grosso O Conselho Municipal de Educação de Várzea Grande, no uso de suas atribuições legais, conferida pela Lei Nacional N 9.394/96, que fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 2.363/2001 que Institui o Sistema Municipal de Ensino de Várzea Grande, Lei Municipal N 3007/ do Conselho Municipal de Educação/VG/MT e por deliberação do Pleno do Conselho Municipal de Educação. RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.1 - A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica, constitui um direito da criança de 0 (zero) até 05 (cinco) anos, sendo dever do estado e da família. Art.2º - A Educação Infantil objetiva o desenvolvimento integral da criança em seus aspectos cognitivo, físico, psicomotor e sócio-afetivo-cultural, de forma a complementar a ação da família e da comunidade, promovendo a interação com o ambiente físico e social, fornecendo-lhe os prérequisitos necessários à continuidade do processo educativo. Parágrafo único - Dadas as características peculiares do desenvolvimento da criança de zero a cinco anos, a Educação Infantil cumpre duas funções indispensáveis e indissociáveis: educar e cuidar. Art.3 - Esta resolução regulamenta o atendimento da Educação Infantil em Instituições criadas e mantidas pelo poder público municipal ou pela iniciativa privada, e será oferecida em Centros de Educação Infantil, Escolas ou outras Instituições Equivalentes, respeitando-se o seguinte perfil de entrada: I - Creches ou entidades equivalentes para crianças de 0 (zero) até 03 (três) anos de idade; II Pré-escola voltada para as crianças de 04 (quatro) anos até 05 (cinco) anos de idade. 1 - Entende-se por Instituições Públicas as mantidas pelo poder público municipal.

2 2º - Entende-se por Instituições Privadas as enquadradas nas categorias: particulares, comunitárias, confessionais ou filantrópicas, nos termos da Legislação em vigor. 3º - Para fins desta Resolução entidades equivalentes a Creches, às quais se refere o caput deste artigo, são todas as Instituições responsáveis pela educação e cuidado com crianças de zero a três anos de idade, independentemente de denominação e regime de funcionamento. 4 - As crianças com necessidades especiais serão atendidas nos Centros de Educação Infantil, Escolas ou outras Instituições Equivalentes, respeitando o atendimento adequado em seus diferentes aspectos, sejam na rede regular e/ou Instituições especializadas, conforme a Legislação em vigor. CAPÍTULO II DA FINALIDADE Art.4 - A Educação Infantil tem como finalidade educar e cuidar das crianças de 0 (zero) a 05 (cinco) anos de idade, considerando-as como sujeito de direitos, escolhas, decisões e ações, contemplando as diversas dimensões humanas, oferecendo-lhes condições materiais, pedagógicas e culturais em complementação às ações familiares. Art.5º - Para garantir os direitos da criança, a Instituição de Educação Infantil poderá manter atividade ininterrupta no ano civil, respeitados os direitos trabalhistas ou estatutários dos servidores. Parágrafo Único Em se tratando de Instituições Públicas com ampliação do ano letivo, de que trata o caput deste artigo, a Mantenedora deverá ouvir a deliberação do Conselho Consultivo e Deliberativo Escolar. Art.6º - A Instituição de Educação Infantil deverá priorizar sua ação educativa à integração com a família, ofertando capacitações específicas, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura e/ou sua Instituição Mantenedora, para pais, mães e responsáveis e mantendo atividades permanentes de interação e envolvimento familiar. Art.7º A Instituição de Educação Infantil manterá o registro individualizado das crianças, definindo processos permanentes de observação, visando o desenvolvimento, socialização e convivência de modo a possibilitar a avaliação e assegurando o tratamento educativo integrado de que trata esta Resolução. Parágrafo Único O processo de avaliação não possui caráter de reprovação ou promoção mesmo que seja para o acesso ao Ensino Fundamental. Art.8º- A composição das turmas deverá considerar a faixa etária das crianças e a especificidade da proposta pedagógica, sugerindo-se a seguinte organização:

3 a) crianças de 0 a 1 ano - 08 a 10 alunos - 01 professor e 02 ADI por turno; b) crianças de 1 a 2 anos - 08 a 10 alunos - 01 professor e 02 ADI por turno; c) crianças 2 a 3 anos 10 a 15 alunos 01 professor e 02 ADI por turno; d) crianças de 3 a 4 anos - 10 a 15 alunos 01 professor e 01 ADI por turno; e) crianças de 4 a 5 anos 15 a 20 alunos 01 professor e 01 ADI por turno; f) crianças de 5 anos completos 15 a 20 alunos 01 professor e 01 ADI por turno. Parágrafo Único: Em se tratando de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais, recomenda-se que as turma sejam organizadas, para crianças de 0 (zero) até 3 (três) anos, com no máximo 05 (cinco) alunos e turmas de crianças de 4 (quatro) até 5 (cinco) anos de idade, com no máximo 12 alunos. CAPÍTULO III DA POLITICA MUNICIPAL PARA EDUCAÇÃO INFANTIL Art.9º - Cabe a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, ouvindo as Instituições do Sistema Municipal de Ensino, formular e assessorar a execução da Política de Educação Infantil para o município de Várzea Grande, observando-se o seguinte: I - Constituição Federal; II - Estatuto da Criança e do Adolescente ECA Lei nº 8.069/90; III - Lei de Diretrizes e Base da Educação LDB nº 9394/96; IV - Plano Nacional de Educação Lei nº 1072/2001; V - Lei do Sistema Municipal de Ensino de Várzea Grande nº 2363/2001; VI - Plano Municipal de Educação Lei nº 2.635/2003; VII - Princípios e Diretrizes Nacionais para Educação Infantil; VIII - Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil; IX - Resoluções e Pareceres do Conselho Nacional de Educação; X - Resoluções e Pareceres do Conselho Municipal de Educação. CAPITULO IV DA PROPOSTA PEDAGÓGICA Art.10 - As propostas das Instituições com atuação na Educação Infantil devem contribuir com a implantação de práticas educativas de qualidade social que possam promover e ampliar as condições necessárias para o exercício da cidadania das crianças, veiculando necessariamente concepções sobre o educar, cuidar e brincar.

4 Parágrafo Único Na elaboração e execução da Proposta Pedagógica será assegurado à Instituição de Educação Infantil o respeito aos princípios do pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas. Art.11 - A metodologia da Educação Infantil deverá se utilizar de atividades lúdicas, tendo o jogo como forma efetiva de trabalho, onde o professor tem a função de propor desafios à criança e de estabelecer estratégias para que a mesma possa construir seus conhecimentos. Art.12 - A avaliação far-se-á através do acompanhamento e dos registros de etapas alcançadas nos cuidados e na educação da criança de 0 a 5 anos, sem o objetivo de promoção. Art.13 - A Instituição de Educação Infantil é responsável pela elaboração e execução da Proposta Pedagógica, observando as legislações vigentes. Parágrafo Único Deverão constar na Proposta Pedagógica das Instituições que ofertam Educação Infantil: I - concepção de educação; II - concepção de Educação Infantil fundamentada em uma pedagogia própria para essa etapa de ensino; III - fins e objetivo da Educação Infantil na Instituição; IV concepção de criança, de desenvolvimento infantil, de aprendizagem; V - características sócio-econômicas e culturais da população a ser atendida e da comunidade na qual se insere; VI - espaço físico, instalações e equipamentos; VII- regime de funcionamento; VIII - proposta operacional de integração da instituição com a família e a comunidade; IX - metodologia utilizada, que atenda as especificidades infantis; X - relações de recursos humanos, especificando cargos e funções, habilitações e níveis de escolaridade; XI - processo de planejamento e avaliação considerando as fases de desenvolvimento da criança mediante observação, registro e acompanhamento; XII- processo de articulação da Educação Infantil com o Ensino Fundamental. CAPÍTULO V DOS RECURSOS HUMANOS Art.14 - A direção do Centro de Educação Infantil será exercida por profissional formado em curso de graduação em pedagogia ou cursos de Licenciatura com especialização na área de Educação.

5 1º - Em se tratando de Instituições Públicas de Educação Infantil a escolha de seus dirigentes darse-á, conforme Lei que dispõe sobre a Gestão Democrática vigente, na Rede Pública Municipal de Ensino. 2º - As classes de Educação Infantil que funcionarem junto às Escolas de Ensino Fundamental ficará sob a mesma direção, secretaria e supervisão/coordenação pedagógica do estabelecimento que integram. Art.15 - Será assegurada a escolha do Coordenador Pedagógico na Unidade Escolar, a partir de 04 (quatro) salas de aula em pleno funcionamento. Parágrafo Único: Na Unidade Escolar que possuir até 03 (três) salas de aula a função do Coordenador Pedagógico será desempenhada pelo Diretor. Art.16 - O professor de Educação Infantil deverá ser formado em curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, Educação Infantil ou Normal Superior. Art.17 - O Auxiliar de Desenvolvimento Infantil, da rede pública e privada de ensino, deverá ter no mínimo qualificação em ensino médio, com formação continuada em Educação Infantil. 1º - Após a aprovação desta Resolução, só poderão ser admitidos profissionais, de que trata o caput deste artigo, para atuar na Educação Infantil que possuam formação mínima na área do Magistério. 2 - A responsabilidade direta por cuidar e educar das crianças da Educação Infantil é do professor em conjunto com o Auxiliar de Desenvolvimento Infantil. Art.18 - Os profissionais responsáveis pela Merenda, Serviços Gerais e Agentes de Segurança e Manutenção nas Instituições de Educação Infantil deverão ter no mínimo formação em ensino médio, devendo aqueles que não o têm, providenciar sua conclusão até Art.19 A Secretaria Municipal de Educação e Cultura promoverá, obrigatoriamente, formação em serviço dos profissionais da educação em exercício nas Instituições Públicas Municipais de Educação Infantil, de modo a viabilizar formação que atenda aos objetivos desta etapa educativa e às características das crianças de 0 (zero) até 05 (cinco) anos. CAPÍTULO VI DOS ESPAÇOS, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS. Art.20 - Os espaços serão projetados respeitando as necessidades e características para o atendimento das crianças de zero até cinco anos.

6 Parágrafo Único - Em se tratando de turmas de Educação Infantil, em escolas de Ensino Fundamental, alguns desses espaços deverão ser de uso exclusivo das crianças de zero até cinco anos, podendo outros serem compartilhados com os demais níveis de ensino, desde que a ocupação ocorra em horário diferenciado, respeitando a Proposta Pedagógica da Instituição. Art.21 - O imóvel, mobiliários e equipamentos devem adequar-se ao fim a que se propõem e apresentar condições adequadas de localização, acesso, acessibilidade, segurança, salubridade, saneamento, higiene e especificações técnicas da legislação pertinente. Art.22 - O espaço físico deve ter as seguintes estruturas: I. espaço para recepção; II. sala de múltiplo uso; III. salas com boa ventilação e iluminação para desenvolver atividades com as crianças; IV. cozinha e refeitório que contemple instalações e equipamentos para o preparo de alimentos que atendam às exigências de nutrição, saúde, higiene e segurança; V. instalações sanitárias completas, suficientes e adequadas para uso das crianças e para uso de adultos separadamente; VI. berçário provido de berços individuais para repouso, áreas livres para movimentação das crianças, locais para lactação, higienização com balcão e pia; VII. área para atividades e recreação ao ar livre, contendo parque infantil com equipamentos adequados à idade das crianças e mantidos em bom estado de conservação, fixados em áreas gramadas ou cobertas com areia (cujo tratamento deverá ocorrer bimestralmente) e não sobre área cimentada; VIII. espaços livres especialmente preparados para brincadeiras, jogos, pinturas, dramatização e outras atividades lúdico educativas; IX. área de circulação, oferecendo número suficiente de saídas diretas para ambiente externo; X. reservatórios adequados para manter água potável em boas condições de higiene e saúde; XI. instalações externas para guarda e proteção de botijões de gás; XII. Lavanderia; XIII. Equipamentos de proteção contra sinistros. Parágrafo Único Fica determinado que a área coberta mínima para sala de atividade em Creches e Pré-Escolas deve ser de 1,20 m² por criança, recomendando-se 1,50 m².

7 Art.23 A Instituição de Educação Infantil que adotar regime de tempo integral deverá ter sala de repouso das crianças, contendo berços e/ou colchonetes de acordo com número de crianças, armários para guardar roupas, trocador e objetos de higiene pessoal. Art.24 As Mantenedoras das Instituições de Educação Infantil deverão dotar-se de mobiliários, equipamentos, materiais didáticos, brinquedos, jogos, livros, e outros materiais lúdicos adequados à idade das crianças em número suficiente e em bom estado de conservação. Art.25 As Mantenedoras das Instituições de Educação Infantil em funcionamento deverão adaptar-se às condições estipuladas neste capítulo no prazo máximo de 18 (dezoito) meses após a publicação desta Resolução. Parágrafo único As Instituições de Educação Infantil que forem construídas a partir da publicação desta Resolução deverão estar adequadas à mesma. CAPÍTULO VII DA AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO E ENCERRAMENTO Art.26 - A Educação Infantil será oferecida em unidades escolares credenciadas e autorizada pelo Órgão competente. Parágrafo Único Os atos de Credenciamento e Autorização para funcionamento das Instituições de Educação Infantil serão concedidos após laudo técnico dos Órgãos Oficiais competentes. Art.27 Para efeito de credenciamento, autorização, renovação de autorização, suspensão temporária de funcionamento, encerramento das atividades, encerramento compulsório, e transferência de mantenedora, as Instituições de Educação Infantil deverão cumprir, além da presente norma, as estabelecidas pela Legislação Específica em vigor. CAPÍTULO VIII DO ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO Art.28 - Cabe a Secretaria Municipal de Educação e Cultura implantar, implementar, assessorar, acompanhar e avaliar, bem como garantir a qualidade do atendimento junto às Instituições de Educação Infantil do Sistema Municipal de Ensino, observando-se: I. o cumprimento da Legislação Educacional; II. a execução da Proposta Pedagógica; III. garantia de acesso à matrícula e permanência das crianças nas Instituições Pública; IV. o processo de melhoria da qualidade dos serviços prestados, considerando o previsto na Proposta Pedagógica da Instituição de Educação Infantil e o disposto na Legislação vigente;

8 V.a adequação dos espaços físicos, ambientes, instalações e equipamentos; VI. a regularidade dos registros de documentação e arquivo bem como a emissão de relatórios individualizados e circunstanciados de cada criança; VII. a articulação da Instituição de Educação Infantil com a família e a comunidade. Parágrafo Único - As Mantenedoras das Escolas de Educação Infantil da Rede Privada terão igual responsabilidade. CAPÍTULO X DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art.29 A Secretaria Municipal de Educação e Cultura efetuará no prazo de até 180 dias a contar da publicação desta Resolução, a verificação in loco das Instituições Públicas e Privadas de Educação Infantil do Município encaminhando relatório circunstanciado ao Conselho Municipal de Educação sobre Situação Legal das Instituições e a sua regularidade de funcionamento, para acompanhamento e fiscalização. Parágrafo único: Nos relatórios mencionados no caput deste artigo, deverá constar um cronograma de eventuais adaptações do espaço físico, dispostos no artigo 19 desta Resolução. Art.30 - As Mantenedoras das Instituições de Educação Infantil poderão organizar equipes de multiprofissionais para atendimento específico às turmas sob sua responsabilidade, com pedagogo, psicólogo, pediatra, nutricionista, economista doméstico, assistente social e outros. Parágrafo único: Em se tratando de Instituições Públicas, deverá a Mantenedora, buscar parcerias com as Secretarias de Saúde, Promoção e Assistência Social e outros Órgão de proteção a Infância. Art A matricula deve ser efetivada na pré-escola para as crianças com idade de 04 e 05 anos completas, até o inicio do ano letivo, garantindo o acesso em idade própria no Ensino Fundamental. Art.32 - Caberá à Secretaria Municipal de Educação e Cultura realizar anualmente o recenseamento para identificação das demandas de Educação Infantil nas regiões do Município, bem como elaborar o plano de ampliação da Rede Municipal para o atendimento desta etapa da Educação Básica. Art.33 As Escolas e Centros de Educação Infantil, sediados no município, deverão anualmente, até o dia 01 de março do ano em curso, encaminhar ao Conselho Municipal de Educação o número de crianças por idade em lista de espera. Art.34 - As Mantenedoras e/ou dirigentes das Escolas e Centros de Educação Infantil que não cumprirem os dispositivos desta Resolução, após apuradas as responsabilidades, serão penalizados conforme Legislação em vigor.

9 Art.35 - Os casos omissos serão resolvidos em Sessão Plenária do Conselho Municipal de Educação. Art.36 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. REGISTRADA CUMPRA-SE PUBLICADA HOMOLOGO: Luiz Rodrigues Presidente do Conselho Municipal de Educação Sebastião dos Reis Gonçalves Secretário Municipal de Educação e Cultura PUBLICADA NO JORNAL CORREIO VÁRZEAGRANDENSE NO DIA 27 DE AGOSTO DE 2009.

RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT.

RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT. RESOLUÇÃO N 276/ 2000-CEE/MT. Fixa normas para a oferta da Educação Infantil no Sistema Estadual de Ensino. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, em consonância

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 003/99 RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO INFANTIL

RESOLUÇÃO Nº 003/99 RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO INFANTIL RESOLUÇÃO Nº 003/99 Fixa normas para a Educação Infantil no âmbito do Sistema Municipal de Educação de São José. O PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO JOSÉ no uso de suas atribuições, de

Leia mais

DOS FINS E PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

DOS FINS E PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL MUNICÍPIO DE RIO VERDE - GOIÁS SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO COMERV RESOLUÇÃO Nº 23/ 04 COMERV, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2004 Dá nova redação à Resolução n.º. 001/99 que normatiza

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT Dispõe sobre a Implantação do Ensino Fundamental para Nove Anos de duração, no Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso, e dá outras providências. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Capítulo I Da Educação Infantil

Capítulo I Da Educação Infantil RESOLUÇÃO Nº 443, de 29 de maio de 2001 Dispõe sobre a Educação Infantil no Sistema Estadual de Ensino de Minas Gerais e dá outras providências. O Presidente do Conselho Estadual de Educação, no uso das

Leia mais

Dispõe sobre a Educação Infantil no âmbito do Sistema de Ensino do Ceará.

Dispõe sobre a Educação Infantil no âmbito do Sistema de Ensino do Ceará. RESOLUÇÃO N.º 361/2000 Dispõe sobre a Educação Infantil no âmbito do Sistema de Ensino do Ceará. O Conselho de Educação do Ceará (CEC), no uso de suas atribuições e tendo em vista a necessidade de regulamentar

Leia mais

******************************************************************************** LEI Nº 7508/2007, de 31 de dezembro de 2007

******************************************************************************** LEI Nº 7508/2007, de 31 de dezembro de 2007 ******************************************************************************** LEI Nº 7508/2007, de 31 de dezembro de 2007 ********************************************************************************

Leia mais

Fixa normas para a educação infantil no Sistema Municipal de Ensino de Belo Horizonte.

Fixa normas para a educação infantil no Sistema Municipal de Ensino de Belo Horizonte. Diário Oficial do Município - Belo Horizonte Ano V - Nº: 1.252-11/11/2000 Poder Executivo Conselho Municipal de Educação - CME Resolução CME/BH nº 01/2000 RESOLUÇÃO CME/BH Nº 01/2000 Fixa normas para a

Leia mais

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004 HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 REVOGADA RESOLUÇÃO Nº 145/04 Palmas, 08 de dezembro de 2004 Fixa normas para criação e autorização de funcionamento de instituições de educação

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VITÓRIA ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 06/99

PREFEITURA MUNICIPAL DE VITÓRIA ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 06/99 RESOLUÇÃO Nº 06/99 Fixa normas para educação infantil no Sistema Municipal de Ensino do Município de Vitória O DE VITÓRIA (ES) no uso de suas atribuições legais, RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 031/2011 Estado do Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal do Rio Grande Conselho Municipal de Educação CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Fixa normas para a oferta da Educação Infantil no Sistema

Leia mais

11-12-1934 CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO FARROUPILHA - RS

11-12-1934 CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO FARROUPILHA - RS 11-12-1934 FARROUPILHA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO FARROUPILHA - RS COMISSÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL RESOLUÇÃO nº 02, de 17 de Maio de 2007. Estabelece normas, condições para a oferta da Educação Infantil

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO do Município de Duque de Caxias, no uso de suas atribuições legais e considerando:

A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO do Município de Duque de Caxias, no uso de suas atribuições legais e considerando: PORTARIA Nº 36/SME/2012 Define parâmetros comuns à execução do Programa de Matrícula Sem Fila/ 2013, para a Educação Infantil (Creche e Pré- Escola), Educação Especial Ensino Fundamental e Educação de

Leia mais

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013.

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. REESTRUTURA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO, O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FAZENDA VILANOVA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PEDRO ANTONIO DORNELLES, PREFEITO

Leia mais

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo.

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo. Capítulo II DA EDUCAÇÃO Art. 182. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada pelo Município, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento

Leia mais

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1528/2004 "INSTITUI O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

LEI Nº 740, DE 03 DE NOVEMBRO DE 2009.

LEI Nº 740, DE 03 DE NOVEMBRO DE 2009. LEI Nº 740, DE 03 DE NOVEMBRO DE 2009. Consolida a Legislação Municipal sobre Alimentação Escolar, no Município de Chapadão do Sul-MS, como um direito Constitucional dos Escolares e Dever do Estado, e

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul.

LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul. LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004 CRIA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE MORMAÇO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul. FAÇO

Leia mais

PROJETO DE LEI 01-0378/2009 dos Vereadores Claudio Fonseca (PPS) e Jose Police Neto (PSD) Consolida a legislação municipal sobre alimentação escolar,

PROJETO DE LEI 01-0378/2009 dos Vereadores Claudio Fonseca (PPS) e Jose Police Neto (PSD) Consolida a legislação municipal sobre alimentação escolar, PROJETO DE LEI 01-0378/2009 dos Vereadores Claudio Fonseca (PPS) e Jose Police Neto (PSD) Consolida a legislação municipal sobre alimentação escolar, no Município de São Paulo, como um direito constitucional

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO. Matriz 23

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO. Matriz 23 MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA Matriz 23 Junho de 2013 1 MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DO CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

Art. 2º - Para efeito desta Resolução, considerar-se-á a seguinte nomenclatura e respectivas definições:

Art. 2º - Para efeito desta Resolução, considerar-se-á a seguinte nomenclatura e respectivas definições: RESOLUÇÃO N.º 180/2000-CEE/MT Fixa normas para a oferta da Educação de Jovens e Adultos no Sistema Estadual de Ensino. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições, e com

Leia mais

Comissão de Ensino Médio, Modalidades e Normas Gerais Indicação nº 010/2015

Comissão de Ensino Médio, Modalidades e Normas Gerais Indicação nº 010/2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Comissão de Ensino Médio, Modalidades e Normas Gerais Indicação nº 010/2015 Define critérios para oferta

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Perguntas mais frequente e respostas do Departamento de Políticas Educacionais. 1. Qual é a nomenclatura adequada para o primeiro ano do ensino fundamental

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO DO SISTEMA PÚBLICO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO DO SISTEMA PÚBLICO DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEI N. 1.694, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2005 Institui o Sistema Público da Educação Básica do Estado do Acre, face às diretrizes da Educação Nacional e demais instrumentos legais relativos ao regime de colaboração

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CME Criado pela Lei nº 3145/91 e Reorganizado pela Lei nº 5167/07 Resolução nº 17, de 29 de outubro de 2014. Estabelece normas para a oferta da Educação Infantil no Sistema

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação. Resolução COMEV Nº. 01/2014

Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação. Resolução COMEV Nº. 01/2014 Prefeitura Municipal de Vitória Secretaria Municipal de Educação Resolução COMEV Nº. 01/2014 Fixa normas relativas à Organização e Funcionamento do Ciclo Inicial de Aprendizagem do Ensino Fundamental na

Leia mais

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei:

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei: LEI Nº 1512/2009 SÚMULA: Cria o Conselho Municipal da Educação. Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA-PMT CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA-PMT CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA-PMT CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA Rua Lizandro Nogueira, 1536 - Centro. Telefone: 86 3215 7639. CEP: 64000-200 Teresina PI. E-Mail: semec.cme@teresina.pi.gov.br

Leia mais

LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino

LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino LEI 3.948, de 16 de novembro de 2009 Sistema Municipal de Ensino Disciplina a organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Mococa e dá outras providências. CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL

Leia mais

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 CONSUC Parecer 12/2008 Aprovado em 02/12/2008 RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno O DIRETOR GERAL DA FACULDADE DAS AMÉRICAS,

Leia mais

JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul.

JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul. LEI MUNICIPAL Nº 580/2004, de 15-06-04. REESTRUTURA o Conselho Municipal de Educação do Município de Mormaço e dá outras providências. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT.

RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT. RESOLUÇÃO Nº 190/00-CEE/MT. Fixa normas complementares, para o Sistema Estadual de Ensino, à lmplementação das Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores da Educação Infantil e dos anos iniciais

Leia mais

Prefeitura Municipal de Sabará Rua Dom Pedro II, 200 CEP: 34505-000 Sabará MG Fones: (31) 3672-7672 - (31) 3674-2909

Prefeitura Municipal de Sabará Rua Dom Pedro II, 200 CEP: 34505-000 Sabará MG Fones: (31) 3672-7672 - (31) 3674-2909 PROJETO DE LEI Nº 023, de 05 de maio de 2015 Dispõe sobre o processo de ingresso à direção das Instituições de Ensino do Municipio, estabelece a estrutura de cargos e salários dos Diretores e Vice Diretores

Leia mais

LEI N.º 4.013 de 17 de dezembro de 2010.

LEI N.º 4.013 de 17 de dezembro de 2010. LEI N.º 4.013 de 17 de dezembro de 2010. O PREFEITO MUNICIPAL DE URUGUAIANA: Cria Cargos de Professor para os Níveis da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, de provimento efetivo, no Quadro de Pessoal

Leia mais

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa:

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa: :: Legislação Unidade: Câmara de Básica Número: 79/2009 Ano: 2009 Ementa: Estabelece normas para a Especial, na Perspectiva da Inclusiva para todas as etapas e Modalidades da Básica no Sistema Estadual

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 07/2015. O Conselho Municipal de Educação - CME, no uso de suas competências e considerando:

RESOLUÇÃO Nº 07/2015. O Conselho Municipal de Educação - CME, no uso de suas competências e considerando: RESOLUÇÃO Nº 07/2015. Estabelece normas para Educação Especial na perspectiva de educação inclusiva para Alunos com necessidades educacionais especiais durante o período escolar em todas as etapas e modalidades

Leia mais

DELIBERAÇÃO CEE/MS N 9367, DE 27 DE SETEMBRO DE 2010.

DELIBERAÇÃO CEE/MS N 9367, DE 27 DE SETEMBRO DE 2010. DELIBERAÇÃO CEE/MS N 9367, DE 27 DE SETEMBRO DE 2010. Dispõe sobre o Atendimento Educacional Especializado na educação básica, modalidade educação especial, no Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Constituição Federal/88 Artigo 208, III - atendimento preferencialmente

Leia mais

Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre.

Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre. LEI N.º 8.198 18/08/1998 Cria o Sistema Municipal de Ensino de Porto Alegre. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte lei: TÍTULO I PRINCÍPIOS

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 261/02-CEE/MT.

RESOLUÇÃO N. 261/02-CEE/MT. RESOLUÇÃO N. 261/02-CEE/MT. Fixa normas para a Educação Especial na Educação Básica do Sistema Estadual de Ensino O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO, no uso de atribuições que lhe confere os

Leia mais

Política Nacional de Educação Infantil. Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação

Política Nacional de Educação Infantil. Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Política Nacional de Educação Infantil Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Principais Marcos Normativos Constituição Federal - 1988 Lei de Diretrizes e Bases (LDB) - 1996 Estatuto da Criança

Leia mais

EDUCAÇÃO INTANTIL NOS PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO

EDUCAÇÃO INTANTIL NOS PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO INTANTIL NOS PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO O atendimento na creche e o PIM Porto Alegre/RS Março/2015 Secretaria de Educação Básica É direito dos trabalhadores urbanos e rurais à assistência gratuita

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FARROUPILHA

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FARROUPILHA 11-12-1934 FARROUPILHA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FARROUPILHA Resolução Nº. 001, 08 de Março de 2007. Regulamenta o Ensino fundamental de 09 (nove) anos de duração, na Rede Municipal de Ensino de

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º Este Regulamento disciplina as atividades do Estágio Curricular Supervisionado,

Leia mais

Anexo II CARGOS DE DCA

Anexo II CARGOS DE DCA Anexo II CARGOS DE DCA CARGO: COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DE EDUCAÇÃO INFANTIL COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DE ENSINO FUNDAMENTAL Coordenar atividades específicas de área, participando

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 586/10/GS/SEDUC/MT

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 586/10/GS/SEDUC/MT ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 586/10/GS/SEDUC/MT Dispõe sobre os critérios para atribuição do professor articulador e professor da sala de recursos multifuncionais

Leia mais

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando:

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando: Resolução Nº. 024/2010/CONSEPE/ Regulamento de Estágio Supervisionado O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, credenciada pela Portaria MEC

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Exmº Senhor Presidente da Assembleia Legislativa: Deputado Theodorico de Assis Ferraço

Exmº Senhor Presidente da Assembleia Legislativa: Deputado Theodorico de Assis Ferraço Vitória, 04 de março de 2015 Mensagem nº 32/2015 Exmº Senhor Presidente da Assembleia Legislativa: Deputado Theodorico de Assis Ferraço Encaminho ao exame dessa Casa de Leis o incluso Projeto de Lei Complementar

Leia mais

Lei n 11.947/2009 PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Lei n 11.947/2009 PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar. Lei n 11.947/2009 PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar. Art. 1 o Para os efeitos desta Lei, entende-se por alimentação escolar todo alimento oferecido no ambiente escolar, independentemente de

Leia mais

LIDERANÇA NO AMBIENTE EDUCACIONAL E IDENTIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL:

LIDERANÇA NO AMBIENTE EDUCACIONAL E IDENTIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL: LIDERANÇA NO AMBIENTE EDUCACIONAL E IDENTIDADE DA EDUCAÇÃO INFANTIL: A Primeira Etapa da Educação Básica CÉLIA REGINA B. SERRÃO EXERCÍCIO UM OLHAR UMA DADA COMPREENSÃO lócus específico trajetória profissional

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013

ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013 ESTUDO COMPARATIVO DA LEI 9394/1996 E DA LEI 12.796/2013 1 Art. 3º. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: [...] Art. 3 O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

PROCESSO N. 515/08 PROTOCOLO N.º 5.673.675-1 PARECER N.º 883/08 APROVADO EM 05/12/08 INTERESSADA: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES

PROCESSO N. 515/08 PROTOCOLO N.º 5.673.675-1 PARECER N.º 883/08 APROVADO EM 05/12/08 INTERESSADA: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES PROCESSO N. 515/08 PROTOCOLO N.º 5.673.675-1 PARECER N.º 883/08 APROVADO EM 05/12/08 CÂMARA DE LEGISLAÇÃO E NORMAS INTERESSADA: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES MUNICÍPIO: ITAIPULÂNDIA

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Passo Fundo-RS Resolução CME n 21/2014 Comissão de Educação Infantil Comissão de Legislação e Normas Define Normas para a organização da Educação Infantil pertencentes ao

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS LÍNGUA PORTUGUÊSA INGLÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS.

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS LÍNGUA PORTUGUÊSA INGLÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS. REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS LÍNGUA PORTUGUÊSA INGLÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL O presente regulamento fundamenta-se nos termos

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires

Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires Resolução Nº 02, de 14 de julho de 2010. Regulamenta implementação, no Sistema Municipal de Ensino, do disposto na Resolução

Leia mais

I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS:

I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS: RESOLUÇÃO CME N 003/2006. Estabelece normas para a oferta da Educação Infantil, no Sistema Municipal de Ensino de Cachoeirinha. O Conselho Municipal de Educação do Município de Cachoeirinha, no uso de

Leia mais

A Educação Básica no Sistema Estadual de Ensino de Sergipe. II Encontro Estadual dos Conselhos de Educação

A Educação Básica no Sistema Estadual de Ensino de Sergipe. II Encontro Estadual dos Conselhos de Educação A Básica no Sistema Estadual de Ensino de Sergipe 1 LDB - Da organização Art. 8º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 633

LEI COMPLEMENTAR Nº 633 Altera os anexos I, III e IV da Lei Complementar nº 268, de 28.12.99, que dispõe sobre o Quadro de Pessoal da Prefeitura, cria cargos, institui o Plano de Cargos e Carreiras, e dá outras providências.

Leia mais

Capítulo I Âmbito de Aplicação, Objetivos e Diretrizes

Capítulo I Âmbito de Aplicação, Objetivos e Diretrizes MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS COORDENAÇÃO GERAL DE DESENVOLVIMENTO ESTUDANTIL REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO ESTUDANTIL Capítulo I Âmbito de Aplicação,

Leia mais

EIXO TECNOLÓGICO: DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL E SOCIAL FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CAPACITAÇÃO

EIXO TECNOLÓGICO: DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL E SOCIAL FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CAPACITAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL E SOCIAL FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CAPACITAÇÃO Cursos destinados a pessoas com escolaridade variável, que objetivam desenvolver competências necessárias

Leia mais

Lei N. 391/2007 Wanderlândia 14 de Março de 2007.

Lei N. 391/2007 Wanderlândia 14 de Março de 2007. Lei N. 391/2007 Wanderlândia 14 de Março de 2007. Altera na integra o texto da Lei nº. 334/2002, de 20 de Dezembro de 2002, que cria o Conselho Municipal de Educação e da outras providencias. Faço saber

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Inclusão A concepção da inclusão educacional expressa o conceito

Leia mais

Lei n.º 1428, de 27 de Dezembro de 1999

Lei n.º 1428, de 27 de Dezembro de 1999 1 Lei n.º 1428, de 27 de Dezembro de 1999 Institui normas para a oferta da educação infantil em Creches ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade de acordo com o art.30 da Lei

Leia mais

EDITAL SEEC Nº. 01/2013

EDITAL SEEC Nº. 01/2013 ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE COCAL DO SUL SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, ESPORTE E CULTURA EDITAL SEEC Nº. 01/2013 Dispõe sobre as diretrizes de matrícula para o ano letivo de 2014, nas instituições

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 28/2/2011, Seção 1, Pág. 25. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 28/2/2011, Seção 1, Pág. 25. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação Nacional de Unidades Universitárias Federais de UF: RS Educação Infantil (ANUUFEI) ASSUNTO: Normas de funcionamento das unidades

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL (arquivo da Creche Carochinha) Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil é dever do Estado e direito de todos, sem qualquer

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 176/04-CEE/MT.

RESOLUÇÃO N. 176/04-CEE/MT. RESOLUÇÃO N. 176/04-CEE/MT. Estabelece Diretrizes para a organização e a realização de Estágio de alunos da Educação Profissional de Nível Técnico e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve:

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve: >PORTARIA Nº 2.051, DE 9 DE JULHO DE 2004 Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004.

Leia mais

Ofício CRN-8 nº 165 /2014 Diretoria Curitiba, 22 de outubro de 2014. Vossa Excelência a Senhora Secretária Municipal da Educação de Curitiba

Ofício CRN-8 nº 165 /2014 Diretoria Curitiba, 22 de outubro de 2014. Vossa Excelência a Senhora Secretária Municipal da Educação de Curitiba Ofício CRN-8 nº 165 /2014 Diretoria Curitiba, 22 de outubro de 2014. Vossa Excelência a Senhora Secretária Municipal da Educação de Curitiba Roberlayne de Oliveira Borges Roballo Assunto: Quadro Técnico

Leia mais

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) Estabelece Diretrizes Nacionais para a

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ 2008 CAPÍTULO I DA CONCEPÇÃO E FINALIDADE Art. 1º. Respeitada a legislação vigente, as normas específicas aplicáveis a cada curso e, em

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Resolução CME n 20/2012 Comissão de Ensino Fundamental Comissão de Legislação e Normas organização Define normas para a dos três Anos Iniciais do Ensino Fundamental das Escolas

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO

GABINETE DO MINISTRO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.007, DE 9 DE OUTUBRO DE 2013. Altera a Portaria MEC nº 168, de 07 de março de 2013, que dispõe sobre a oferta da Bolsa-Formação no âmbito do Programa Nacional de Acesso

Leia mais

CME BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA PREFEITURA MUNIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CME BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA PREFEITURA MUNIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CME BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA PREFEITURA MUNIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RELATO DE EXPERIÊNCIAS ENCONTRO DE CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº014/08 - SUED/SEED

INSTRUÇÃO Nº014/08 - SUED/SEED INSTRUÇÃO Nº014/08 - SUED/SEED Estabelece critérios para o funcionamento da Classe Especial nas séries iniciais do Ensino Fundamental, na área dos Transtornos Globais do Desenvolvimento. A Superintendente

Leia mais

Prefeitura Municipal de Itanhangá Gestão 2005/2008

Prefeitura Municipal de Itanhangá Gestão 2005/2008 LEI Nº 019/2005 DATA: 10 DE MARÇO DE 2005. SÚMULA: CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTENCIA SOCIAL DA OUTRAS PROVIDÊNCIS. O Sr. VALDIR CAMPAGNOLO, Prefeito Municipal de Itanhangá, Estado de Mato Grosso,

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CME. Criado pela Lei nº 3145/91 e Reorganizado pela Lei nº 5167/07. Resolução nº 16, de 04 de dezembro de 2012.

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CME. Criado pela Lei nº 3145/91 e Reorganizado pela Lei nº 5167/07. Resolução nº 16, de 04 de dezembro de 2012. ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE CANOAS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CME Criado pela Lei nº 3145/91 e Reorganizado pela Lei nº 5167/07 REVOGADA PELA RESOLUÇÃO CME 017/2014 Resolução

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

COLEGIADO: Câmara de Educação Básica. O artigo 90 da Lei 9394/96, referindo-se às atribuições do CNE, em relação a períodos de transição, estabelece:

COLEGIADO: Câmara de Educação Básica. O artigo 90 da Lei 9394/96, referindo-se às atribuições do CNE, em relação a períodos de transição, estabelece: 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Câmara de Educação Básica/ Conselho Nacional de Educação ASSUNTO: Diretrizes Operacionais para a Educação Infantil RELATOR: Antenor Manoel

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná.

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. RESOLUÇÃO CONSEPE 14/2006 Referenda a aprovação do Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

Leia mais

PARECER CME/THE Nº078/2010

PARECER CME/THE Nº078/2010 PARECER CME/THE Nº078/2010 CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA Rua Lizandro Nogueira, 1536 - Centro. Telefone: (0xx86)3215-7639 CEP: 64.000-200 - Teresina - Piauí E-Mail: cmethe2009@hotmail.com

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira

Leia mais

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE facordao@uol.com.br 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N º 38/2011

LEI COMPLEMENTAR N º 38/2011 LEI COMPLEMENTAR N º 38/2011 ALTERA O ESTATUTO E PLANO DE CARREIRA E DE REMUNERAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO PÚBLICO DO MUNICIPIO DE FORTUNA DE MINAS, INSTITUÍDO PELA LEI COMPLEMENTAR N.º 27/2004. A Câmara Municipal

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 436/2012

RESOLUÇÃO Nº 436/2012 RESOLUÇÃO Nº 436/2012 Fixa normas para a Educação Especial e para o Atendimento Educacional Especializado AEE - dos alunos com deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento TGD, Altas Habilidades/Superdotação

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 02/2010 Estabelece Normas Operacionais Complementares em conformidade com o Parecer CNE/CEB nº 06/2010, Resoluções CNE/CEB nº 02/2010

Leia mais

CONSELHO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL. Parecer n 23/2007-CEDF Processo n 030.002063/2006 Interessado: Escola Canadense de Brasília

CONSELHO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL. Parecer n 23/2007-CEDF Processo n 030.002063/2006 Interessado: Escola Canadense de Brasília Homologado em 14/2/2007. DODF nº 36, de 21/2/2007 Portaria nº 81, de 21/3/2007. DODF nº 61, de 28/3/2007 Parecer n 23/2007-CEDF Processo n 030.002063/2006 Interessado: Escola Canadense de Brasília - Pelo

Leia mais

RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL RESOLUÇÃO 003, de 06 de abril de 2006. Fixa normas para a Educação Especial na Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino Teresina. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA, no uso de suas atribuições

Leia mais