Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos do Estado do Ceará Regionalização

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1 Gestão Itegrada dos Resíduos Sólidos do Estado do Ceará Regioalização Ceará 2011

2 Apoio Istitucioal Covêio SRHU/MMA/ º 003/ Projeto Regioalização da Gestão Itegrada de Resíduos Sólidos do Estado do Ceará e Elaboração do Plao Regioal de Gestão Itegrada de Resíduos Sólidos para os Muicípios da Bacia do Paraíba. GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes GOVERNADOR CONSELHO DE POLÍTICAS E GESTÃO DO MEIO AMBIENTE (CONPAM) Paulo Herique Ellery Lustosa da Costa PRESIDENTE REGIONALIZAÇÃO DA GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO ESTADO DO CEARÁ EQUIPE TÉCNICA - CONPAM Maria Dias Cavalcate Coordeadora Carla de Freitas Passos Vascocelos Helio Ferades Veras Kilza Maria Medoça de Oliveira Marques Viviae Gomes Mote CONSULTORIA Equipe Técica Tramitty Alessadra Adreazzi Peres Diretora Executiva Carcius Azevedo do Satos Diretor de Projetos Márcia Ferades Coura Gerete de Projetos e Elaboração Maria Almeida Mesquita Oliveira Assistete de Projetos e Elaboração Juliae Oliveira Gerete de Comuicação e Elaboração Cheila Aparecida Gomes Cosultora e Elaboração Coselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiete CONSELHO DE POLÍTICAS E GESTÃO DO MEIO AMBIENTE Rua Oswaldo Cruz, 2366 Dioísio Torres CEP: Fortaleza Ceará Foe: (85) Fax: (85) Sítio: Tramitty SAUS Qd 4 Lotes 9/10 S 305/308, Ed. Vitória Office Tower CEP: Brasília Distrito Federal Foe: (61) Fax: (61) Sítio: Ilustração e Diagramação Orelo Machado Júior e Reato Palet Revisão Cida Taboza Produção Tramitty Fortaleza/CE 2011

3 Apresetação O padrão de cosumo atual da sociedade, pricipalmete as grades cidades, tem provocado grades daos ambietais. Em primeiro lugar, por cosumir além do ecessário. E, em segudo, por produzir resíduos e realizar seu maejo e disposição fial de forma iadequada. No ituito de promover a correta gestão dos resíduos sólidos e de resposabilizar todos os atores sociais evolvidos o processo de geração do lixo é que a Política Nacioal de Resíduos Sólidos (PNRS) foi istituída por meio da Política Nacioal de Resíduos Sólidos Lei º /2010. Esta política icetiva as parcerias, os acordos setoriais, os cosórcios públicos e a regioalização da gestão dos resíduos sólidos. Sedo assim, a presete cartilha pretede respoder a algumas pergutas, tais como: Qual o objetivo da Política Nacioal de Resíduos Sólidos? O que é regioalização da Gestão Itegrada de Resíduos Sólidos? Qual o objetivo da regioalização da Gestão Itegrada de Resíduos Sólidos para o estado do Ceará? A Política Nacioal de Resíduos Sólidos, istituída pela Lei º , de 2 de agosto de 2010, e regulametada pelo Decreto º 7.404, de 23 de dezembro de 2010, é composta de pricípios, objetivos, istrumetos, diretrizes, metas e ações para gereciameto itegrado dos resíduos sólidos. Esta lei estabelece um marco regulatório para a área de resíduos Sólidos. A lei faz a distição etre resíduo (aquilo que pode ser rea- proveitado ou reciclado) e rejeito (o que ão é passível de reaproveitameto). Os tipos de resíduos citados a lei são: domiciliares, de limpeza urbaa, de estabelecimetos comerciais e prestadores de serviços, de serviços públicos de saeameto básico, idustriais, da costrução civil, agrossilvopastoril, de saúde, de serviços de trasporte, de mieração, perigosos e ão perigosos, exceto os rejeitos radioativos (Art. 13). Pricipais características da Política Nacioal de Resíduos Sólidos Figura 1 - Gereciameto de resíduos sólidos Itrodução A Gestão Itegrada de Resíduos Sólidos é importate istrumeto para o desevolvimeto sustetável. Esta possibilita a dimiuição ou a ão geração de impactos ambietais e valoriza os recursos aturais por meio da reutilização e da reciclagem dos resíduos sólidos. Além disso, proporcioa oportuidade de geração de trabalho e reda por meio das associações e das cooperativas de catadores de recicláveis e de artesãos, reduzido os custos do gereciameto do sistema de limpeza urbaa. É essa perspectiva de gahos sociais, ambietais, ecoômicos, técico-operacioais e políticos que a PNRS foi criada e tem sido implemetada pelos diversos etes da Federação. Defie prioridades para gereciameto dos resíduos, pela ordem: ão geração, redução, reutilização, reciclagem, tratameto e disposição fial adequada dos rejeitos; Defie atribuições etre a Uião, os estados e os muicípios; Defie resposabilidades etre o setor público, o setor empresarial e a coletividade, por meio do istituto da resposabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto; Obriga a istituição de sistema de logística reversa; Istitui os Plaos de Resíduos Sólidos; Proíbe o laçameto de resíduos sem tratameto em aterros saitários, que devem receber apeas rejeitos; Estabelece o aterro saitário como a solução tecológica para disposição fial adequada dos rejeitos regulados pela lei; Icumbe aos estados, ao Distrito Federal e aos muicípios forecer ao órgão federal resposável pela coordeação do Sistema Nacioal de Iformações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Siir) todas as iformações ecessárias sobre os resíduos sob sua esfera de competêcia, a forma e a periodicidade estabelecidas em regulameto.

4 Pricípios e objetivos da Política Nacioal de Resíduos Sólidos Istrumetos da Política Nacioal de Resíduos Sólidos (Art. 8 ) Pricípios (Art. 6 ): Preveção e precaução. Poluidor-pagador e protetor-recebedor. Visão sistêmica. Desevolvimeto sustetável. Ecoeficiêcia. Cooperação etre: poder público, setor empresarial e sociedade. Resposabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Recohecimeto do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem ecoômico e de valor social. Respeito às diversidades locais e regioais. Direito da sociedade à iformação e ao cotrole social. Razoabilidade e proporcioalidade. Etre os istrumetos da Política Nacioal de Resíduos Sólidos, destacam-se os seguites: plaos de Resíduos Sólidos: acioal, estaduais, microrregioais, de regiões metropolitaas ou aglomerações urbaas, itermuicipais, muicipais e plaos de gereciameto de resíduos sólidos; coleta seletiva e sistemas de logística reversa; icetivo à criação e ao desevolvimeto de cooperativas ou de outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis; educação ambietal; icetivos fiscais, fiaceiros e creditícios; Sistema Nacioal de Iformações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Siir) Sistema Nacioal de Iformações em Saeameto Básico (Siisa); coselhos de meio ambiete e o que couber, de saúde; órgãos colegiados muicipais destiados ao cotrole social dos serviços de resíduos sólidos urbaos; e acordos setoriais e termos de compromisso. Objetivos (Art. 7 ): Não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratameto dos resíduos sólidos, bem como disposição fial ambietalmete adequada dos rejeitos. Estímulo à adoção de padrões sustetáveis de produção e cosumo. Redução do volume e da periculosidade dos resíduos perigosos. Icetivo à idústria da reciclagem. Gestão itegrada de resíduos sólidos. Regularidade, cotiuidade, fucioalidade e uiversalização da prestação dos serviços públicos de limpeza urbaa e de maejo de resíduos sólidos. Icetivo ao desevolvimeto de sistemas de gestão ambietal e empresarial voltados para a melhoria dos processos produtivos e ao reaproveitameto dos resíduos sólidos, icluídos a recuperação e o aproveitameto eergético. Plao Nacioal de Resíduos Sólidos Plaos Microrregioais e de Regiões Metropolitaas Plaos Estaduais de Resíduos Sólidos Plaos Itermuicipais Plaos Muicipais Plaos de Gereciameto de Resíduos Sólidos Figura 2 - Plaos de Gestão / MMA

5 Política Estadual de Resíduos Sólidos Quais são os objetivos do Plao Estadual de Resíduos Sólidos? A Política Estadual de Resíduos Sólidos do Ceará foi istituída pela Lei º , de 24 de jaeiro de 2001, e icorpora várias diretrizes que viriam a ser defiidas a Política Nacioal, tais como a utilização de istrumetos de icetivos fiscais para fometar a gestão adequada de resíduos, a promoção de padrões sustetáveis de produção e cosumo, a adoção do pricípio poluidor-pagador e o recohecimeto do direito da sociedade à iformação e ao cotrole social, etre outras, além de preservar alguma similaridade em relação à classificação dos resíduos, A gestão adequada dos resíduos sólidos, objetivo maior desse plao, pressupõe a educação ambietal, a coleta seletiva, o estímulo à comercialização de materiais recicláveis, a compostagem, a iclusão de catadores e a adoção de sistema ambietalmete adequado para a disposição fial de rejeitos. Dessa forma, o plao deve ser compatível e itegrado às demais políticas, plaos e discipliametos do estado relacioados à gestão do território, visado a: proteção da saúde pública e da qualidade ambietal; ão geração, redução, reutilização, reciclagem e tratameto de resíduos sólidos, bem como das resposabilidades e das restrições à disposição fial. A publicação da Política Nacioal sugere uma revisão do istrumeto estadual visado, pricipalmete, à compatibilização de sistemáticas, tais como a coordeação do processo de plaejameto e moitorameto, de ivetário e sistema de iformações sobre resíduos sólidos, ou a forma de aplicação das ferrametas de logística reversa, cuja lógica está presete a atual Política Estadual, apesar de ão trazer o ome de logística reversa o corpo da lei. Plao Estadual de Resíduos Sólidos O Plao Estadual de Resíduos Sólidos costitui um istrumeto que permite ao estado programar e executar as atividades capazes de trasformar a situação atual às codições esperadas pela população e plaejadas pelo poder público.! FIQUE LIGADO ão do raç bo ela processo de O rar a efetiva plao deve assegu ole social as participação e o cotr e acompahafases de formulação o da política meto da implataçã sólidos, bem estadual de resíduos cosecução como a avaliação da das metas do plao. A elaboração do plao é codição para os estados terem acesso a recursos da Uião, ou por ela cotrolados, destiados a empreedimetos e serviços relacioados à gestão de resíduos sólidos, ou para serem beeficiados por icetivos ou fiaciametos de etidades federais de crédito ou fometo para tal fialidade (Art. 16). O Plao Estadual de Resíduos Sólidos apota camihos, orieta ivestimetos, subsidia e defie diretrizes para os plaos das regiões metropolitaas, aglomerações urbaas e microrregioais, bem como para os plaos muicipais de gestão itegrada e para os plaos de gereciameto dos grades geradores de resíduos. Equipametos e Serviços disposição fial ambietalmete adequada dos rejeitos; estímulo à adoção de padrões sustetáveis de produção e cosumo de bes e serviços; icetivo à idustria da reciclagem; gestão itegrada de resíduos sólidos; capacitação técica cotiuada em gestão de resíduos sólidos; e itegração de catadores de materiais recicláveis as ações que evolvam a resposabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, coforme Art. 7º da Política Nacioal de Resíduos Sólidos. COLETA DISPOSIÇÃO FINAL COMPOSTAGEM TRANSPORTE TRIAGEM TRATAMENTO TRATAMENTO Figura 3 - Equipametos e Serviços

6 10 11 Qual é a estrutura do Plao Estadual de Resíduos Sólidos? O Plao Estadual de Resíduos Sólidos deve ser elaborado com vigêcia por prazo idetermiado, abragedo todo o território do estado, com horizote de atuação de 20 aos e revisões a cada quatro aos, tedo como coteúdo míimo: diagóstico, icluída a idetificação dos pricipais fluxos de resíduos o estado e seus impactos socioecoômicos e ambietais; metas de redução, reutilização, reciclagem, etre outras, com vistas a reduzir a quatidade de resíduos e de rejeitos ecamihados para d i s p o s i ç ã o fial ambietalmete adequada; metas para o aproveitameto eergético dos gases gerados as uidades de disposição fial de resíduos sólidos; metas para a elimiação e recuperaçåão de lixões, associadas à iclusão social e à emacipação ecoômica de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis; programas, projetos e ações para o atedimeto das metas previstas; ormas e codicioates técicas para o acesso a recursos do Estado, para a obteção de seu aval ou para o acesso de recursos admiistrados, direta ou idiretamete, por etidade estadual, quado destiados às ações e aos programas de iteresse dos resíduos sólidos; medidas para icetivar e viabilizar a gestão cosorciada ou compartilhada dos resíduos sólidos; diretrizes para o plaejameto e demais atividades de gestão de resíduos sólidos de regiões metropolitaas, aglomerações urbaas e microrregiões; meios a serem utilizados para o cotrole e a fiscalização, o âmbito estadual, de sua implemetação e operacioalização, assegurado o cotrole social. Além do Plao Estadual de Resíduos Sólidos, os estados poderão elaborar plaos microrregioais de resíduos sólidos, bem como plaos específicos direcioados às regiões metropolitaas ou às aglomerações urbaas. O plao microrregioal de resíduos sólidos deve ateder ao previsto o plao estadual e estabelecer soluções itegradas para a coleta seletiva, a recuperação e a reciclagem, o tratameto e a destiação fial dos resíduos sólidos urbaos e, cosideradas as peculiaridades microrregioais, outros tipos de resíduos. Qual o objetivo da Regioalização da Gestão Itegrada de Resíduos Sólidos? A regioalização tem como objeto permitir gahos de escala e promover a sustetabilidade do sistema de resíduos sólidos urbaos como um todo a área de abragêcia do cosórcio, o que permitirá o alcace das metas propostas, em especial, das de ecerrameto de lixões, implatação dos aterros saitários Regioalização Figura 5 - Critérios de regioalização o Ceará e implemetação da coleta seletiva, com participação dos catadores. Para o Miistério do Meio Ambiete, é imprescidível que 100% das uidades da Federação cocluam os estudos de regioalização em 2012, de modo a viabilizar a implatação de cosórcios ou associações de muicípios até Para que a regioalização do gereciameto dos resíduos sólidos seja adequada à realidade de cada região, algus critérios devem ser observados (Macêdo, 2011): População urbaa: projeção Uidade regioal Malha rodoviária: codições de ifraestrutura e logística de trasporte Uidade de coservação Idicadores de saúde populacioal para um horizote temporal de 20 aos (2031) e tipologia urbaa Distâcia média etre sedes muicipais Relevo Valores da produção per capita de resíduos

7 12 Serviços de Resíduos Sólidos o Ceará Gestão Itegrada e Associada de Resíduos Sólidos O Govero do Estado do Ceará tem tomado iiciativas em colaboração com os muicípios para melhorar a situação da gestão dos serviços de maejo de resíduos sólidos urbaos. Até 2010, foram elaborados plaos por 177 muicípios, do total de 184 do estado. No geral, verifica-se a demada de revisão/complemetação deste cojuto de documetos os moldes O govero federal tem priorizado a aplicação de recursos a área de resíduos sólidos por meio de cosórcios públicos, costituídos com base a Lei º / 2005, visado fortalecer a gestão de resíduos sólidos os muicípios. Trata-se de icetivar a formação de cosórcios públicos que cogreguem da Política Nacioal (Lei º /2010). Quato aos resíduos sólidos especiais o Ceará, algumas iformações ispiram preocupação, sobretudo em relação à fase de disposição fial. No Ceará, 57,5% dos resíduos idustriais são dispostos em áreas fora dos empreedimetos. Destes, 12% são para lixões muicipais, iclusive os resíduos perigosos. diversos muicípios, de preferêcia com os de maior porte, para plaejar, orgaizar, moitorar e acompahar a prestação dos serviços de acordo com tecologias adequadas a cada realidade, com um quadro permaete de técicos capacitados, potecializado os ivestimetos realizados e profissioalizado a gestão. Coleta Seletiva Camihão de coleta seletiva. Fote: PGIRSU/Ceará Reciclagem de resíduos da costrução civil Galpão de triagem. Fote: PGIRSU/Ceará Figura 6 - Lixão Fote: Plao de Gestão Itegrada de Resíduos Sólidos Urbaos (PGIRSU) Área de trasbordo de resíduos sólidos Figura 7 - aterro saitário Fote: Macêdo / 11 Curso de PET. Fote: PGIRSU/Ceará Figura 8 - Gestão Itegrada e Associada dos Resíduos Sólidos 13

8 14 15 Modelo Tecológico O modelo tecológico defedido pelo Miistério do Meio Ambiete privilegia a miimização da geração e o maejo difereciado dos resíduos sólidos, com a triagem e a recuperação dos resíduos que costituem bem ecoômico e valor social, bem como a disposição fial exclusivamete dos rejeitos, de forma ambietalmete adequada. FIQUE LIGADO! Por meio de programas de educação ambietal, mobilização e comuicação social, este modelo icetiva o compromisso e a fidelização dos muícipes com a separação dos resíduos a fote geradora. É fudametal haver itegração das ações com as áreas de saúde, educação, meio ambiete, e desevolvimeto ecoômico, etre outras. Separação dos resíduos domiciliares recicláveis a fote de geração (resíduos secos e úmidos); Coleta dos resíduos secos, realizada porta a porta, com veículos que permitam operação a baixo custo, priorizado-se a iserção de associações ou cooperativas de catadores; Compostagem dos resíduos orgâicos (dos grades geradores, dos resíduos verdes e progressivamete dos resíduos orgâicos); icetivo à compostagem doméstica; Separação dos resíduos da costrução e demolição com reutilização ou reciclagem dos resíduos de classe A (trituráveis) e classe B (madeiras, plásticos, papel e outros); Segregação dos resíduos volumosos (móveis, iservíveis e outros) para reutilização ou reciclagem; Segregação a origem dos resíduos de serviços de saúde (grade parte é resíduo comum); Implatação da logística reserva com retoro à idústria dos materiais pós-comus (eletroeletrôicos, embalages e outros); Ecerrameto de lixões e bota-foras (prazo até 2014), com recuperação das áreas degradadas; De acordo com a Política Nacioal de Resíduos Sólidos, os muicípios têm até agosto de 2014 para elimiar os lixões e implatar aterros saitários, que receberão apeas rejeitos (aquilo que ão pode ser reciclado ou reutilizado); até agosto Mobilização Social e Divulgação O processo de elaboração do Plao Estadual de Resíduos Sólidos deve garatir à sociedade acesso às iformações, represetação técica e participação, icetivado o cotrole social. Para a cocretização destes requisitos, a mobilização social deverá estabelecer os seguites objetivos: Divulgar amplamete o processo, as formas e os caais de participação e iformar os objetivos e os desafios estabelecidos pelo Plao Estadual de Resíduos Sólidos; Dispoibilizar as iformações de 2012 para elaborar seus Plaos de Gestão Itegrada de Resíduos Sólidos e cotiuar a ter acesso aos recursos do govero federal. Os muicípios devem implatar programas de coleta seletiva e campahas de educação ambietal. ecessárias à participação qualificada da sociedade as fases decisórias do plao; Estimular os segmetos sociais a participarem do processo de plaejameto, acompahameto e fiscalização das ações previstas. Para tato, devem ser previstos mecaismos de dispoibilização, repasse e facilitação do acesso às iformações e seu etedimeto, para que a sociedade possa cotribuir e fazer suas escolhas durate e após a elaboração do Plao Estadual de Resíduos Sólidos. FIQUE LIGADO! Etre as modalidades de participação e cotrole social, destacamse: audiêcias e cosultas públicas, participação em coferêcias, Grupos de Trabalho, comitês, coselhos, ou outros meios que possibilitem a expressão e o debate de opiiões idividuais e coletivas. O cohecimeto pleo das iformações, que geralmete ão estão dispoíveis as fotes covecioais de dados, é uma das codições pricipais para proporcioar a participação social. Figura 9 - Coleta seletiva

9 16 17 CONCEITOS Gestão associada de serviços públicos A redação do Art. 241 da Costituição Federal de 1988, por meio da Emeda Costitucioal 19/ 98, prevê a gestão associada dos serviços públicos, pela qual um ete da Federação pode cooperar com outros etes para a execução das ações de iteresse comum. Para que a gestão associada ocorra de maeira eficiete, há previsão de que os etes formalizem sua parceria por meio de cosórcios públicos, delegado, total ou parcialmete, ecargos, serviços, pessoal e Cosórcio Público Os cosórcios públicos podem ser formados pelos etes da Federação (Uião, estados e muicípios) com o objetivo de cooperar etre si para a execução de ações de iteresse comum, coforme previsto a Costituição Federal. A Lei bes esseciais à cotiuidade dos serviços trasferidos. A gestão associada possibilita aos muicípios reduzir custos, pois passam a gerir os resíduos em cojuto. O gaho de escala o maejo de resíduos, cojugado à implatação da cobraça de taxas, tarifas ou preços públicos pela prestação dos serviços, prevista a Lei de Saeameto Básico, assegura a sustetabilidade ecoômica da gestão, além de permitir a mauteção de um corpo técico qualificado / 2005, regulametada pelo Decreto 6.107/ 2007, disciplia e defie os cosórcios como: associações públicas com atureza jurídica de autarquia iterfederativa, sem fis ecoômicos, itegrates da Admiistração Idireta. Estudo de Regioalização O estudo de regioalização cosiste a idetificação de arrajos territoriais etre os muicípios, cotíguos ou ão, com o objetivo de compartilhar serviços ou atividades de iteresse comum, permitido maximizar recursos humaos, de ifraestrutura e fiaceiros existetes Logística reversa em cada um deles, de modo a gerar ecoomia de escala. Possibilita a cooperação itergoverametal, por meio de: aumeto da capacidade de realização de políticas públicas; e maior eficiêcia o compartilhameto dos recursos públicos. É o cojuto de procedimetos e meios que permitem o retoro de resíduos sólidos ao setor empresarial para que sejam tratados, reaproveitados ou reciclados em ovos produtos, ou em forma de ovos isumos. A logística reversa também é ecessária para a destiação fial adequada, sedo que a obrigatoriedade de implatar sistemas de logística reversa compete a fabricates, importadores, distribuidores e comerciates dos seguites produtos (Art. 33): Agrotóxicos e outros produtos perigosos, bem como suas embalages; Pilhas e baterias; Óleos lubrificates, seus resíduos e embalages; Peus; Gestão Itegrada de Resíduos Sólidos Lâmpadas fluorescetes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; A gestão itegrada é a maeira de coceber, implemetar e admiistrar Sistemas de Limpeza Pública e o maejo dos resíduos sólidos, cosiderado uma ampla participação dos setores da sociedade com a perspectiva do desevolvimeto sustetável (Ibam, 2007). A Política Nacioal de Resíduos Sólidos, em seu Art. 3, Iciso XI, defie a gestão itegrada de resíduos sólidos como o cojuto de ações voltadas para a busca de soluções para os resíduos sólidos, de forma a cosiderar as dimesões política, ecoômica, ambietal, cultural e social, com cotrole social e sob a premissa do desevolvimeto sustetável (Brasil, 2010). Eletroeletrôicos e seus compoetes; e Embalages plásticas, metálicas ou de vidro e demais produtos e embalages, cosiderado, prioritariamete, o grau e a extesão do impacto dos resíduos gerados à saúde pública e ao meio ambiete.

10 18 19 A logística reversa faz parte da resposabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos e evolve todos os atores atriormete descritos, além dos cosumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbaa e de maejo de resíduos sólidos. Figura 10 - O ciclo produtivo e a logística reversa/ MMA Referêcias Bibliográficas AGÊNCIA REGULADORA DE SERVIÇOS PÚBLICOS DELEGADOS DO ESTADO DO CEARÁ (ARCE). Nota Técica NT/CSB/0005/2010. Estudo prelimiar sobre resíduos sólidos. Coordeadoria de Saeameto Básico/Arce. Fortaleza, Ceará, dez p. BRASIL. Emeda Costitucioal º 19, 4 de juho de Reforma Admiistrativa. Modifica o regime e dispõe sobre pricípios e ormas da Admiistração Pública, servidores e agetes políticos, cotrole de despesas e fiaças públicas e custeio de atividades a cargo do Distrito Federal, e dá outras providêcias. Diário Oficial da Uião, de 5 de juho de Impresa Nacioal.. Lei o , de 6 de abril de Dispõe sobre ormas gerais sobre cotratação de cosórcios públicos e dá outras providêcias. Diário Oficial da Uião, de 7 de abril de Impresa Nacioal.. Lei o , de 5 de jaeiro de Estabelece diretrizes acioais para o saeameto básico; altera as Leis os 6.766, de 19 de dezembro de 1979, 8.036, de 11 de maio de 1990, 8.666, de 21 de juho de 1993, 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; revoga a Lei o 6.528, de 11 de maio de 1978; e dá outras providêcias. Diário Oficial da Uião, 8 de jaeiro Impresa Nacioal.. Lei o , de 2 de agosto de Istitui a Política Nacioal de Resíduos Sólidos; altera a Lei o 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providêcias. Diário Oficial da Uião, 3 de agosto de Seção 1, Atos do Poder Legislativo. Impresa Nacioal.. Miistério do Meio Ambiete (MMA). Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiete Urbao (SRHU). Modelo tecológico e de gestão para maejo de resíduos sólidos. Brasília, set Dispoível em: < Miistério do Meio Ambiete (MMA). Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiete Urbao (SRHU). Maejo de resíduos sólidos urbaos: destaques da Política Nacioal de Resíduos Sólidos. Brasília, set Dispoível em: < Miistério do Meio Ambiete (MMA). Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiete Urbao (SRHU). Plaos Estaduais de Resíduos Sólidos: orietações gerais. Brasília, ju Dispoível em: < INSTITUTO BRASILEIRO DE ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL (IBAM). Gestão Itegrada dos Resíduos Sólidos. MESQUITA JÚNIOR, José Maria de; SEGALA, Kari (Coord.). Rio de Jaeiro, p. (Mecaismo de Desevolvimeto Limpo Aplicado a Resíduos Sólidos). LACERDA, Leoardo. Logística reversa: uma visão sobre os coceitos básicos e as práticas operacioais. Dispoível em: < MACÊDO, Lúcio. Oficia de regioalização da gestão itegrada dos resíduos sólidos o estado do Ceará. Ceará, 2011.

11 Miistério do Meio Ambiete Coselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiete

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