ADEQUAÇÃO DE TÉCNICAS E FERRAMENTAS PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA EM MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: UMA PROPOSTA

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1 PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS PONTA GROSSA DEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PPGEP SIMONE DE ALMEIDA ADEQUAÇÃO DE TÉCNICAS E FERRAMENTAS PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA EM MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: UMA PROPOSTA PONTA GROSSA DEZEMBRO

2 SIMONE DE ALMEIDA ADEQUAÇÃO DE TÉCNICAS E FERRAMENTAS PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA EM MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: UMA PROPOSTA Dissertação apresentada como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Engenharia de Produção, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Área de Concentração: Gestão Industrial, do Departamento de Pesquisa e Pós-Graduação, do Campus Ponta Grossa, da UTFPR. Orientador: Prof. Dr Rui Francisco Martins Marçal PONTA GROSSA DEZEMBRO 2005

3 A447 Almeida, Simone de Adequação de técnicas e ferramentas para a gestão estratégica em micros e pequenas empresas : uma proposta / Simone de Almeida. -- Ponta Grossa : UTFPR, f. : il. ; 30 cm Orientador: Profº Dr.Rui Francisco Martins Marçal Dissertação (Mestrado) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Ponta Grossa. Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. Ponta Grossa, Inclui bibliografia 1. Pequenas e médias empresas - Administração. 2. Planejamento estratégico. 3. Processo decisório. 4. Administração de empresas. I. Marçal, Rui Francisco Martins, orient. II. UTFPR, Campus Ponta Grossa. Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. III.Título. CDD

4 PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Campus de Ponta Grossa Departamento de Pós-Graduação PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA PRODUÇÃO TERMO DE APROVAÇÃO SIMONE DE ALMEIDA ADEQUAÇÃO DE TÉCNICAS E FERRAMENTAS PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA EM MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: UMA PROPOSTA Dissertação de Mestrado aprovada como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre em Engenharia de Produção, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Área de Concentração: Gestão Industrial, do Departamento de Pesquisa e Pós-Graduação, do Campus Ponta Grossa, da UTFPR, pela seguinte banca examinadora: Orientador: Prof. Rui Francisco Martins Marçal, Dr. UTFPR. Campus Ponta Grossa, PR. Prof. Cristiano Alexandre Virgínio Cavalcante, Dr. UFPE. Recife, PE. Prof. Edson Pinheiro de Lima, Dr. PUCPR. Curitiba, PR. Prof. Luiz Alberto Pilatti, Dr. UTFPR. Campus Ponta Grossa, PR. Ponta Grossa, 22 de Dezembro de 2005

5 Dedico este trabalho a Maria Helena minha mãe e Solange minha irmã, pelo apoio, incentivo e compreensão recebidos durante todo o desenvolvimento do trabalho. Meu muito obrigado e sincero agradecimento.

6 AGRADECIMENTOS Os desafios que enfrentamos em nossa vida fazem com que cresçamos pessoal e profissionalmente. A força que recebemos para vencê-los recebemos gratuitamente de nosso Criador e Pai, que está acima de tudo e de todos, e de nossa Família. Meu sincero muito obrigado. Agradeço a todos os idealizadores do Programa de Pós-Graduação em especial ao Professor Doutor João Luiz Kovaleski e sua equipe, que com os esforços realizados, oferecem a comunidade da região de Ponta Grossa a excelência de seus cursos. Agradeço especialmente aos companheiros de turma pelo apoio e incentivo recebidos, diante das inúmeras dificuldades pessoais enfrentadas durante a realização do curso. Minha gratidão particular ao meu orientador Professor Doutor Rui Francisco Martins Marçal, pela paciência, orientação e por ter acreditado em meu projeto. Espero ter alcançado às suas expectativas. Agradeço ao Paulo Machado, funcionário desta instituição, pela ajuda recebida. Agradeço especialmente as empresas Eletromax, MZGas e Ionsfarma que abriram suas portas e acreditaram na proposta deste trabalho, realizando todas as atividades exigidas pelo projeto, com muito empenho e dedicação.

7 RESUMO A presente pesquisa apresenta uma proposta para Gestão Estratégica, adaptada das principais técnicas e ferramentas de gestão, já validadas no âmbito da empresa de grande porte. Tal proposta se destina apoiar as Micros e Pequenas Empresas, na elaboração e formalização de suas estratégias, permitindo dar sustentação aos objetivos estabelecidos para estas alcançarem as metas almejadas. A proposta oferece informações eficazes para a tomada de decisão, para o planejamento estratégico e para as ações futuras. Para a construção da proposta de Gestão Estratégica foram considerados diferentes aspectos para a sua utilização, tais como: particularidades, especificidades e limitações apresentadas pelas empresas de Pequeno Porte. Foram utilizadas como campo de pesquisa, três empresas situadas no Estado do Paraná na região de Ponta Grossa. Uma de manipulação de fórmulas magistrais farmacêuticas, uma distribuidora de gás e água e, outra, de manutenção e revenda de aparelhos celulares. O método de intervenção é o descritivo porque retrata ações tomadas para contornar problemas reais. Como resultado da pesquisa, o trabalho preceitua uma proposta, que visa o aumento da rentabilidade e do lucro das empresas experimentadas. A mesma leva em consideração, além da análise do desempenho a variação de resultados decorridos com a sua implementação. Palavras-chave: Planejamento Estratégico, Manutenção de Processos, Indicadores de Desempenho, Tomadas de Decisão.

8 ABSTRACT The present work proposes a method to support it the micron and small companies, in the elaboration and formalization of its strategies, through the development of a management method that allows to give sustentation to the established strategies to reach the goals of the company. It was used as field of research and for the elaboration of the taxionomia, three situated companies in the state of the Paraná in the region of Ponta Grossa, of the area of pharmaceutical skillful formula manipulation, deliverering of gas and maintenance and resale of celulares devices. The particularities, limitations and objectives of the same ones are considered. This study it involved the application of the suitable method of the main tools of management, already validated in the scope of the company of great transport, to provide to the micron and small companies more efficient information in the decision taking guaranteeing bigger competitiveness. For the construction of the model, different aspects presented and developed in diverse boardings for evaluation of performance had been considered and others, decurrent of the relations discovered in the stage of the analysis of the companies where the model was applied. The studied model develops the method for analysis of performance of the business processes and its impact on the yield of the company. It objectives to supply information to legalize a Strategical Planning the Micron and Small Companies structuralizing it in the identification of performance pointers, critical factors in the attainment of the projected result for the company. Key-Words: Strategical planning, Maintenance of Processes, Pointers of Performance, Decision Making.

9 LISTA DE FIGURAS Figura 2.1 Número de empresas formais, por porte no Brasil no período de 1996 à Figura 2.2 Número de pessoas ocupadas nas empresas formais, por porte no Brasil...29 Figura 2.3 Conjunto de Indicadores da qualidade. Adaptado de Sink & Tuttle (1993)...47 Figura Os quatro processos de gerenciamento da estratégia (Kaplan & Norton, 1996a)...58 Figura Tradução da visão e estratégia as quatro perspectivas do BSC...60 Figura A Estrutura de Medição do Aprendizado e Crescimento (KAPLAN & NORTON, 1997)...62 Figura O mapa estratégico do modelo Balanced Scorecard (Norton & Kaplan, 2004, p. 33)...64 Figura Modelo Quantum (HRONEC,1994) Figura Esquema de implantação de sistema gerencial (SINK & TUTTLE,1993)...69 Figura 3.7- Roda da fortuna (HARRINGTON,1993) Figura Estrutura do método proposto para avaliação do desempenho...76 Figura Interface para a realização do Planejamento Estratégico...77 Figura Interface para a definição de Metas Estratégicas...77 Figura Ciclo de Vida: Recursos Humanos...80 Figura Mapa Estratégico...83 Figura 5.1: Ciclo de vida dos recursos de Tecnologia / Equipamentos da empresa IONSFARMA...89

10 LISTA DE QUADROS Quadro Formas de cálculo da OEE (JONSON & LESSHAMMAR, 1999)...72 Quadro 3.2 Vantagens e Desvantagens das Abordagens (GRAÇA, 2003)...72

11 LISTA DE TABELAS Tabela Classificação utilizada por Fillion (1991a)...28 Tabela Classificação da empresa segundo o Número de Empregados e Faturamento anual...30 Tabela Classificação da empresa segundo sua receita bruta (PUGA, 2000)...30 Tabela Classificação utilizada pelo SEBRAE (2002)...31 Tabela Natalidade e estimativa de mortalidade de empresas, segundo as Regiões e Brasil, em números absolutos, no período (SEBRAE, )...31 Tabela Redução do número de postos de trabalho, segundo as Regiões e Brasil, em números absolutos, para período (SEBRAE, )...32 Tabela 2.7- Recursos investidos pelas empresas extintas, segundo Regiões e Brasil em valores médios, para o período de (SEBRAE, )...33 Tabela Principais dificuldades na condução das atividades e razões para o fechamento da empresa (SEBRAE, )...33 Tabela Comparativo da escolaridade dos proprietários das empresas...33 Tabela Atividade exercida pelo proprietário ou do administrador antes de constituir a empresa (SEBRAE, )...34 Tabela 2.11 Especificidades e problemas da empresa pequeno porte...35 Tabela O plano empresarial de quatro etapas (Sauaia et.at. apud Resnik, 2000)..44 Tabela Matriz de Identificação das Áreas Funcionais (FURLAN et.al, 1988, p.76)..79 Tabela Matriz de Classes de Dados geradas por Processos...81 Tabela Painel para visualização resumida do Planejamento Estratégico...82 Tabela Painel resumo da empresa IONSFARMA...92

12 LISTA DE SIGLAS BEM Business Excelence Model BSC Balanced Scorecard BSP Business System Planing DRE Demonstrativo de Resultados do Exercício EFQM European Foundation for Quality Management FCS s Fatores Críticos de Sucesso IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística MBO Gestão por objetivos MPE s Micros e Pequenas Empresas MPME s Micros, Pequenas e Médias Empresas PIB Produto Interno Bruto RAIS Relação Anual de Informações Sociais RH Recursos Humanos SI Sistema de Informação SWOT Strengths (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças) TQC Controle Total da Qualidade TQM Total Quality Management

13 SUMÁRIO AGRADECIMENTOS RESUMO ABSTRACT LISTA DE FIGURAS LISTA DE QUADROS LISTA DE TABELAS LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA PARA O DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO DEFINIÇÃO DO PROBLEMA DE PESQUISA OBJETIVOS PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ESTRUTURA DO TRABALHO MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: PARTICULARIDADES, IMPORTÂNCIA ECONÔMICA E O GERENCIAMENTO DO DESEMPENHO CRITÉRIOS PARA CLASSIFICAÇÃO DE MPE S IMPACTOS SÓCIO-ECONÔMICOS DA MORTALIDADE DE EMPRESAS NO PAÍS PARTICULARIDADES AS PEQUENAS VERSUS GRANDES EMPRESAS DIFICULDADES QUANTO À IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO O GERENCIAMENTO ESTRATÉGICO DO DESEMPENHO CONSIDERAÇÕES FINAIS DO CAPÍTULO TÉCNICAS E FERRAMENTAS DE GESTÃO ESTRATÉGICA DO DESEMPENHO TÉCNICAS E FERRAMENTAS APLICADAS NA GESTÃO ORGANIZACIONAL Balanced Scorecard (BSC) Modelo de Desempenho Quantum Abordagem de Sink & Tuttle Abordagem de Harrington...69

14 3.1.5 Abordagem OEE Overall Equipment Effectiveness (Eficácia Geral do Equipamento) CARACTERÍSTICAS, VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS ABORDAGENS CONSIDERAÇÕES FINAIS DO CAPÍTULO PROPOSTA PARA GESTÃO ESTRATÉGICO EM MICROS E PEQUENAS EMPRESAS ELABORAÇÃO E FORMALIZAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO MAPEAMENTO DE PROCESSOS PARA DESEMPENHO EMPRESARIAL IDENTIFICAÇÃO DOS FATORES CRÍTICOS PARA O SUCESSO E SEUS INDICADORES E DIRECIONADORES DEFINIÇÃO DE METAS ALINHADAS À ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL BALANCEAMENTO DAS MEDIDAS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO REVISÃO E MANUTENÇÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS DO CAPÍTULO EXPERIMENTO APLICAÇÃO DA PROPOSTA DE GESTÃO ESTRATÉGICA INFORMAÇÕES SOBRE AS EMPRESAS O PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DO MÉTODO PROPOSTO PRINCIPAIS DIFICULDADES NA IMPLEMENTAÇÃO DA ABORDAGEM PRINCIPAIS MUDANÇAS APRESENTADAS PELAS EMPRESAS CONSIDERAÇÕES FINAIS DO CAPÍTULO CONCLUSÕES E CONSIDERAÇÕES DE TRABALHOS FUTUROS CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES PARA TRABALHOS FUTUROS APÊNDICE A : APÊNDICE A - FORMULÁRIO PARA ENTREVISTA APÊNDICE B: INTERFACE DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DESENVOLVIDO PARA AS EMPRESAS ANEXO A: LOCALIZAÇÃO DAS EMPRESAS ONDE FOI REALIZADO O ENSAIO DO MÉTODO PROPOSTO ANEXO B: EMPRESAS BRASILEIRAS SOB O PONTO DE VISTA DE NÚMEROS..128 ANEXO C: DECLARAÇÃO DAS EMPRESAS PESQUISADAS...135

15 Capítulo 1 Introdução 15 1 INTRODUÇÃO A crescente competitividade econômica, uma das características marcantes da globalização, o desenvolvimento tecnológico, a grande variedade de produtos e juntamente com a escassez de recursos humanos e naturais, têm feito com que as organizações busquem, de forma contínua, a sobrevivência no mercado através do desenvolvimento de sistemas de melhoria que assegurem uma maior competitividade. Segundo Kaplan (1998, p.121), não se deve ficar acomodado com o desempenho atual, ainda que seja satisfatório. A adoção de melhorias estratégicas, ou seja, melhorias que contribuam para que metas organizacionais sejam alcançadas, se torna, assim, necessária (CARPINETTI, 2000). Melhorar a gestão das empresas é uma questão de sobrevivência considerando a alta competitividade do mercado. Diante deste cenário o aumento da competitividade faz com que as empresas busquem constantes inovações em seus processos utilizandose de novas metodologias, como ferramentas de melhoria de produção e de qualidade de serviços prestados aos seus clientes, objetivando alcançar a excelência em seu empreendimento. Tais melhorias podem ser alcançadas através do gerenciamento de desempenho, que segundo Sink e Tuttle (1993), significa: Criar visões sobre o estado futuro que se almeja; Planejar avaliar o estado em que a organização se encontra no momento, no que diz respeito à visão; Criar estratégias para a obtenção do estado futuro almejado e reunir forças de modo a caminhar rumo a esta visão; Projetar, desenvolver e implantar eficazmente intervenções específicas de melhoria que tenham alta probabilidade de fazer com que a empresa caminhe rumo ao estado futuro almejado; Projetar, re-projetar, desenvolver e implantar sistemas de medição e avaliação que dirão se a mesma está caminhando na direção que pretende e Assegurar que existam sistemas de apoio que possibilitem recompensar e estimular o progresso, manter a excelência e controlar os níveis de desempenho.

16 Capítulo 1 Introdução 16 Por estas razões, propõem a utilização de um método que considere as limitações e peculiaridades das micros e pequenas empresas, tanto em nível de sistema de indicadores de desempenho quanto de sistema de gerenciamento. 1.1 Justificativa para o Desenvolvimento do Trabalho A maioria das micros e pequenas empresas existentes no país é obrigada a gerir seus negócios com o mínimo ou até mesmo sem nenhuma informação. Além disto, um estudo realizado por Silva & Plonski (1999) com 90 empresas, sendo 50 micros e pequenas empresas, conclui que elas apresentam: infra-estrutura insuficiente para atividades de planejamento estratégico, dificuldades de transposição das estratégias, quando existentes, para operações de desenvolvimento, pouca prática de planejamento estratégico integrado a estratégia de produto / mercado, estágio organizacional atual ainda em fase de transição para a gestão da qualidade e dificuldades financeiras e de capacitação tecnológica para o desenvolvimento de produtos. Nota-se ainda o interesse destas empresas em ampliar sua capacidade de desenvolvimento e a necessidade de mecanismos externos que colaborem com os aspectos estratégicos. Outro motivo que reforça é que 99,2 % dos estabelecimentos comerciais no Brasil são classificados como micro e pequenas empresas e estas são responsáveis por 57,3% dos empregos do país, segundo a Coletânea Estatística da Micro e Pequena Empresa. (SEBRAE, 2005, p.11) A opção por utilizar como área de interesse, micros e pequenas empresas, devese ao fato da bibliografia existente sobre a elaboração e implantação das metodologias pertinentes, destinar-se, a realidade das empresas de grande porte. Como não há referências a aplicações em micros e pequenas empresas, pretende-se neste trabalho a apropriação dos conceitos das metodologias que compõem o estado da arte, nestes tipos de organizações. É incontestável a importância das micros e pequenas empresas na economia no âmbito nacional. Apesar disto, poucos são os estudos sobre Planejamento, Implantação e Controle Estratégico nestas. (RHODEN, 2000, p.8) As empresas escolhidas, para ensaiar a proposta desta pesquisa, são organizações situadas no Estado do Paraná na região de Ponta Grossa, conforme apresentado no Anexo A, atuando em diversas áreas do comércio/serviços, tais como:

17 Capítulo 1 Introdução 17 distribuição de água e gás, manutenção e revenda de aparelhos celulares e manipulação de fórmulas magistrais (Fórmulas elaboradas com dosagens e quantidades específicas para cada paciente) e officinais (formulações com dosagens e quantidades padrão de mercado). Com o crescente surgimento de empresas nestes setores e para permanecerem competitivas, estas vêm buscando novos diferenciais para sua administração estratégica. 1.2 Definição do Problema de Pesquisa Kaplan & Norton (1993) afirmam que cada organização é única e deve seguir seu próprio método para construção da sua metodologia. As técnicas e ferramentas encontradas na literatura apresentam deficiências quanto à não aplicabilidade ao mesmo ambiente organizacional e, também, quanto às particularidades e limitações enfrentadas pelas micros e pequenas empresas. Neste contexto, pretende-se com esta dissertação, a proposição de um método que possa ser aplicado para o gerenciamento estratégico de indicadores de desempenho, no contexto das micros e pequenas empresas, que possa lhes proporcionar meios para obter competitividade dentre sua área de atuação e seus concorrentes. 1.3 Objetivos Objetivo Geral: - Elaborar uma proposta para a Gestão Estratégica de Negócios destinada às Micros e Pequenas Empresas, através da adequação de técnicas e ferramentas existentes. Objetivos Específicos: - Analisar algumas técnicas e ferramentas atualmente utilizadas e validadas pelas empresas de grande porte para a Gestão Estratégica; - Especificar as dificuldades encontradas pelas empresas de pequeno porte (micros e pequenas empresas) para utilizarem os sistemas de gerenciamento existentes; - Realizar a estruturação necessária para a aplicação da proposta a ser elaborada em empresas de pequeno porte e - Experimentar o modelo em empresas para testar sua aplicabilidade.

18 Capítulo 1 Introdução Procedimentos Metodológicos Do ponto de vista da finalidade, em função de resolver um problema concreto e imediato da humanidade, envolvendo a geração de conhecimentos que tenham aplicação prática e que sejam dirigidos à solução de problemas específicos, além de envolver verdades e interesses locais, a pesquisa é aplicada (APPOLINÁRIO, 2004, p. 151). p. 79): A abordagem utilizada no trabalho é a qualitativa, pois segundo Chizzotti (1991, O conhecimento não se reduz em um rol de dados isolados, conectados por uma teoria explicativa; o sujeito-observador é parte integrante do processo do conhecimento e interpreta os fenômenos, atribuindo-lhes um significado. O objeto não é um dado inerte e neutro; está possuído de significados e relações que sujeitos concretos criam em suas ações. Nas metodologias qualitativas, os sujeitos de estudo não são reduzidos a variáveis isoladas ou a hipótese, mas vistos como parte de um todo, em seu contexto natural e habitual. Considera-se que, ao reduzir pessoas a agregados estatísticos, perdese de vista a natureza subjetiva do comportamento humano. Na pesquisa qualitativa, o pesquisador é necessariamente envolvido na vida dos sujeitos, visto que seus procedimentos de pesquisa baseiam-se em conversar, ouvir e permitir a expressão livre dos interlocutores. Tais procedimentos acabam por resultar num certo clima de informalidade, e o simples fato dos sujeitos poder falar livremente a respeito de um tema sem obedecer a roteiros rigidamente determinados, ou mesmo responder a um questionário, colabora para diminuir o distanciamento do pesquisados e pesquisador. Quanto à composição da pesquisa optou-se pela metodologia conhecida como estudo de caso, por apresentar etapas mais próximas as da realizada na pesquisa. Para Yin (1989), o estudo de caso é um dos caminhos para a realização de pesquisa de ciência social. E, em geral, estudos de caso são as estratégias preferidas quando as questões "como" ou "por que" estão presentes, quando o investigador tem um pequeno controle sobre os eventos, e quando o foco é no fenômeno contemporâneo entre alguns contextos na vida real. Segundo Rudio (1996), a metodologia do estudo de caso é indicada nas situações onde se faz uma pesquisa de determinado indivíduo, família, grupo ou

19 Capítulo 1 Introdução 19 comunidades, com o objetivo de realizar uma indagação em profundidade para se examinar o ciclo de sua vida ou algum aspecto particular. Yin (2001, p. 32) define estudo de caso como:... uma investigação empírica que investiga um fenômeno contemporâneo dentro de seu contexto da vida real, especialmente quando os limites entre o fenômeno e o contexto não estão claramente definidos. Ainda segundo o mesmo autor, o estudo de caso e os experimentos não representam uma "prova", e a meta do investigador é expandir e generalizar (generalização analítica) e não enumerar freqüências (generalização estatística). Para Santos et al. (2000), o estudo de caso é um estudo minucioso sobre um indivíduo, um fato ou uma instituição e tem por objetivo identificar as variáveis interferentes e relacionadas ao fato, e que possam explicar o fenômeno ocorrido. O sujeito-alvo do estudo de caso deve ser um representante típico do problema em questão. Segundo Yin (1989), o estudo de caso requer um plano ou projeto de pesquisa. Coloquialmente, um projeto de pesquisa é um plano de ação para obter daqui para lá, onde "aqui" pode ser definido como um conjunto inicial de questões a serem respondidas, e "lá" são algumas conclusões (respostas) destas questões. Para estudos de caso, cinco componentes de um projeto de pesquisa são especialmente importantes: As questões de estudo; Proposições, se houver alguma; Unidade(s) de análise(s); A lógica vinculando os dados às proposições e Critério para interpretar os achados. Para Silva (1991), o estudo de caso é um método caracterizado pela simplicidade de passos na construção positiva sobre um objeto que será estudado com profundidade. Cabe ressaltar a preocupação de Yin (2001) com a questão de generalização dos resultados de uma pesquisa baseada na metodologia do estudo de caso. Ele destaca que este método não representa uma amostragem, e o objetivo do pesquisador deve ser expandir e generalizar teorias e não enumerar freqüências.

20 Capítulo 1 Introdução 20 Na realização desta pesquisa optou-se pelo estudo de casos múltiplos. Esta escolha mostrou-se mais adequada aos objetivos traçados, tendo em vista a necessidade de identificação dos principais processos de gestão praticados, de uma forma geral aplicado em Micros e Pequenas Empresas, e a verificação de suas principais características. Além disso, a utilização de casos múltiplos podem se valer das seguintes vantagens de acordo com Yin (2001): as provas resultantes de casos múltiplos são mais convincentes e o estudo, de uma forma global, é visto como mais robusto. Ainda segundo Yin (2001, p. 72), a determinação do número de casos a serem estudados neste tipo de pesquisa deve levar em consideração apenas as contribuições que cada um deles pode dar aos objetivos da pesquisa, sendo desnecessário qualquer tipo de formulação matemática para tal, ou seja, como não deve ser utilizada uma lógica de amostragem, os critérios adotados em relação ao tamanho da amostra se torna irrelevante. O estudo de caso desenvolvido é ainda longitudinal histórico. Para Appolinário (2004), estudos retrospectivos são fundamentais porque permitem a comparação dos fatos no decorrer de um período de tempo. O período de tempo levado em consideração foi de janeiro de 2005, onde teve início o processo de implantação da proposta de Gestão Estratégica de Negócio, a dezembro de 2005, quando a pesquisadora deixou de participar do processo de gestão nas empresas. Segundo o mesmo autor a pesquisa é de caráter descritivo, onde o pesquisador observa e então descreve e interpreta o que observou, medindo e relatando as características de uma população ou fenômeno em estudo. A primeira etapa a ser realizada foi a leitura dos temas concernentes ao problema e a sua solução, englobando o que fosse relevante e necessário para esclarecer o problema e orientar na obtenção da solução. Os tópicos foram: Técnicas e Ferramentas para Gestão Estratégica; Particularidades das Empresas consideradas de Pequeno Porte segundo classificação realizada pelo Sebrae; Dificuldades enfrentadas pelas Empresas de Pequeno Porte na utilização das Técnicas e Ferramentas para Gestão Estratégica do Desempenho já validadas no âmbito das Empresas de Grande Porte;

21 Capítulo 1 Introdução 21 Mapeamento de Processos de Negócios e Tomadas de Decisão. Esta fase consistiu em reunir os dados para análise e avaliação nas diversas etapas da pesquisa, como houve a oportunidade para utilizar diferentes fontes, utilizaramse múltiplas fontes de evidência descritas em seguida. Segundo YIN, (1989) a evidência para estudos de caso podem vir de seis fontes: documentos, registros arquivais, entrevistas, observação direta, observação participante, e artefatos físicos. Entre as citadas foram utilizadas: Documentação - Foram utilizados os registros de controle medições, ordens de serviços, controle de inventário de estoque, as atas de reunião da equipe de trabalho, bem como outros documentos administrativos; Registros arquivais - Foram utilizados registros organizacionais, organogramas, registros e anotações pessoais; Entrevistas - As entrevistas constituíram-se de natureza aberta não estruturada, realizadas com os profissionais das empresas. Geralmente a pesquisadora deslocavase até o local de desenvolvimento (instalação das empresas em Ponta Grossa). A finalidade das entrevistas era a definição conjunta dos objetivos, metas e plano de ação a serem atingidos como o desenvolvimento de um sistema operacional para controle de compras, vendas, estoque, despesas, convênios, reclamações, manutenções e caixa. Também foram realizadas reuniões conjuntas entre os membros da equipe de trabalho das empresas e a pesquisadora, no sentido de verificação dos resultados obtidos e sua divulgação na empresa para os demais funcionários e Observação-Participante - É um modo especial de observação no qual o pesquisador não é meramente um observador passivo. O investigador pode ter uma variedade de papéis dentro de uma situação em um estudo de caso e pode atualmente participar nos eventos que estão sendo estudados, tais como: identificação e definição dos processos de negócios realizados pelas empresas, identificação dos fatores críticos de sucesso, seleção dos indicadores para avaliação do desempenho no atendimento das metas estabelecidas, entre outros. A análise de documentos oferece informações sobre as características dos grupos ou épocas, em diferentes aspectos, sendo geralmente utilizado quando há possibilidade com os sujeitos envolvidos na situação estudada. Trata-se de uma

22 Capítulo 1 Introdução 22 técnica exploratória para complementar ou verificar informações (SANTOS et al., 2000). Para Yin (2001), a análise documental possui os seguintes pontos fortes: é estável (pode ser revisada inúmeras vezes), é discreta (não foi criada como resultado do estudo de caso), é exata (contém nomes, referências e detalhes exatos de um evento) e possui ampla cobertura (longo espaço de tempo, muitos eventos e muitos ambientes distintos). Porém, o autor alerta para os seguintes pontos fracos: pode ter baixa capacidade de recuperação, seletividade tendenciosa (se a coleta não estiver completa), pode conter relatos de visões tendenciosas, pois reflete as idéias preconcebidas (desconhecidas) do autor e pode ter acesso deliberadamente negado. A observação permite ao pesquisador verificar na prática, no contexto real, fatos relatados, respostas já fornecidas, comportamentos, reações e atitudes, além de possibilitar a obtenção de informações novas, antes não levantadas (SANTOS et al., 2000). Segundo Yin (2001), as entrevistas são direcionadas, pois enfocam diretamente o tópico do estudo de caso e perspectivas, pois fornecem inferências causais percebidas. Ressalta ainda que seu resultado pode apresentar visão tendenciosa em função da existência de questões mal-elaboradas e, que podem ocorrer imprecisões devido à memória fraca do entrevistado e em função da influência que o entrevistador tem sobre ele. Para Lakatos & Marconi (1991), a entrevista tem como vantagem a possibilidade de ser aplicada a todos os elementos da população pesquisada, maior flexibilidade na obtenção dos dados e a possibilidade de se avaliar atitudes e condutas, informações que não se encontram em fontes documentais. Yin (2001) diz que a observação possui a vantagem de tratar de um acontecimento em tempo real e no contexto do evento e que possui as desvantagens de: consumir muito tempo para sua realização, poder modificar a forma como o acontecimento normalmente é realizado, demandar maiores recursos financeiros em face do maior tempo necessário para sua realização e se ter maior número de pessoas envolvidas.

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