O Congresso Brasileiro na Fronteira da Inovação

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1 Washington, Cambridge, Londres, San Diego O Congresso Brasileiro na Fronteira da Inovação Um relatório das missões parlamentares de estudo sobre políticas de inovação aos Estados Unidos e Europa [ 1 ]

2 MEMBROS DO CONSELHO DO WOODROW WILSON CENTER P R E S I D E N T E Thomas R. Nides, Vice-Presidente, Morgan Stanley V I C E - P R E S I D E N T E Sander R. Gerber, Presidente e CEO, Hudson Bay Capital Management LP Nomeado pelo Presidente como representante do Governo Federal Fred P. Hochberg, Presidente e Presidente do Conselho, Export-Import Bank of the United States Conselho Consultivo do Instituto Brasil D I R E T O R A, P R E S I D E N T E E C E O Jane Harman M E M B R O S D A S O C I E D A D E C I V I L Timothy Broas, Sócio, Winston & Strawn LLP John T. Casteen, III, Presidente Emérito, Universidade da Virgínia Charles Cobb, Jr., Diretor-Presidente Sênior e CEO, Cobb Partners Ltd. Thelma Duggin, Presidente, Fundação AnBryce Barry S. Jackson, Diretor-Presidente, The Lindsey Group e Conselheiro Estratégico, Brownstein Hyatt Farber Schreck Nathalie Rayes, Diretora Executiva, Fundação Azteca América Jane Watson Stetson, Presidente dos Parceiros do Community Wellness, Centro Médico Dartmouth-Hitchcock M E M B R O S D O S E T O R P Ú B L I C O James H. Billington, Bibliotecário do Congresso John Kerry, Secretário, Departamento de Estado dos EUA G. Wayne Clough, Secretário, Smithsonian Institution Arne Duncan, Secretário, Departamento de Educação dos EUA David Ferriero, Arquivista dos Estados Unidos Carole Watson, Presidente em Exercício, National Endowment for the Humanities P R E S I D E N T E Hon. Anthony Harrington Presidente do Comitê Executivo, Albright Stonebridge Group M E M B R O S Dr. Leslie Bethell, Professor Emérito, University of London Dr. Luis Bitencourt, Professor, National Defense University Mr. Antonio Britto, Presidente, Interfarma Hon. Luigi Einaudi, Presidente, San Giacomo Charitable Trust Dr. Carlos Eduardo Lins da Silva, Editor, Revista Política Externa Dr. Thomas E. Lovejoy, Fellow Sênior, The United Nations Foundation Dra. Maria Hermínia Tavares de Almeida, Professora, Universidade de São Paulo As Seguintes Empresas são Membros Corporativos do Conselho Consultivo AES, ALCOA, ALCOA Foundation, AMGEN, AMYRIS, BUNGE, CHEVRON, COCA-COLA, COTEMINAS, CUMMINS, EMBRAER, EXXONMOBIL, GERDAU, MERCK, RAIZEN [ 2 ]

3 Washington, Cambridge, Londres, San Diego O Congresso Brasileiro na Fronteira da Inovação Um relatório das missões parlamentares de estudo sobre políticas de inovação aos Estados Unidos e Reino Unido Organizado por Paulo Sotero com Michael Darden e Anna Carolina Cardenas Suporte institucional [ 3 ]

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5 O CONGRESSO BRASILEIRO NA FRONTEIRA DA INOVAÇÃO Prefácio Não é por falta de talentos que o Brasil tem um desempenho ainda acanhado em inovação para uma economia de seu porte. O país produz cientistas de primeira linha, desde Oswaldo Cruz e Carlos Chagas. Em décadas recentes, cientistas brasileiros ganharam espaços significativos entre docentes e pesquisadores de grandes universidades e centros de pesquisas na Europa e nos Estados Unidos. Tem aumentado, também, o número de brasileiros com formação científica que se destaca no exterior por sua capacidade de empreender. Tampouco faltam ao País formuladores e executores de políticas públicas que compreendem que a capacidade de inovar, ou seja, de aplicar novos conhecimentos na produção de bens, processos e serviços de alto valor agregado demandados pelo mercado, depende da construção de um ambiente no qual universidades, empresas, investidores, legisladores e agências reguladoras atuam para aumentar a eficiência e a produtividade da economia e a riqueza nacional. Entre estes, destacam-se Glauco Arbix, presidente da Finep, a agência federal de fomento à inovação, e ex-presidente do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), Carlos Américo Pacheco, reitor do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e ex-secretário-executivo do Ministério de Ciência e Tecnologia, e Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e ex-reitor da Unicamp. Na década passada Arbix conduziu um minucioso estudo comparativo para a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial sobre políticas de inovação em sete países, incluindo os mais avançados, com o objetivo de identificar os entraves à inovação no Brasil, as melhores práticas e apontar caminhos. Não é, pois, por desconhecimento que o Brasil tem tido um desempenho frustrante em inovação. O problema é cultural e político. Ciente disso, o Brazil Institute do Woodrow Wilson Internacional Center for Scholars [ 5 ]

6 aceitou o desafio proposto em 2010 pela Interfarma de organizar missões anuais de parlamentares brasileiros interessados em estudar as políticas públicas e as práticas que lastreiam e estimulam a inovação nos Estados Unidos e na Europa. A proposta foi construída a partir de seis seminários que realizamos em 2008 e 2009 em parceria com a empresa de consultoria estratégica Prospectiva, de São Paulo dos quais participaram especialistas americanos e brasileiros, entre estes os acima citados. Um alentado sumário das exposições e debates Inovação no Brasil: políticas públicas e estratégias empresariais, escrito pelo cientista politico Ricardo Sennes, diretor da Prospectiva, foi publicado online em português e inglês. Trinta e dois deputados e senadores, entre eles líderes da maioria e da minoria e presidentes de comissões parlamentares com jurisdição sobre áreas relevantes à inovação, participaram de três conferências acadêmicas realizadas entre 2011 e 2013 no Wilson Center, no Massachusetts Institute of Technology, no Brazil Institute do King s College de Londres e no Instituto das Américas, sediado na Universidade da Califórnia San Diego. O Departamento de Estado recebeu a primeira missão. Os embaixadores do Brasil em Washington, Mauro Vieira, e em Londres, Roberto Jaguaribe, recepcionaram os parlamentares em suas respectivas residências oficiais, e o cônsul geral em Los Angeles, Bruno Bath, participou dos trabalhos em San Diego. Os deputados e senadores assistiram a cerca de quarenta apresentações sobre a complexa gama de temas e políticas públicas que afetam as políticas e estratégias de inovação dos dois lados do Atlântico. A elas, seguiram-se debates enriquecedores para todos os participantes. Em 2012, diante do agradecimento ao Brasil feito por Anthony Knapp, do MIT, em tom de ironia, por preparar excelentes cientistas em suas universidades públicas que partem para Cambridge, Massachusetts, e outros centros de inovação, por não verem espaço para usar seus conhecimentos e inovar no próprio país, um dos parlamentares comentou: É triste ouvir isso, mas sabemos que é verdade e que cabe a nós, no Congresso, ajudar a criar um ambiente mais propício à inovação no Brasil. Um outro parlamentar fez um comentário revelador sobre o efeito de sua participação na primeira missão. Vocês mexeram com a minha cabeça, disse ele, em conversa comigo e com o presidente da Interfarma, Antonio Britto, durante um café da manhã em Cambridge, em As três missões parlamentares foram precedidas de seminários com jornalistas especializados e seguidas de visitas organizadas pela Interfarma a laboratórios farmacêuticos de empresas afiliadas. [ 6 ]

7 Apresentamos neste volume uma seleção das palestras, bem como dos depoimentos de pesquisadores e cientistas empreendedores que trabalham no fértil espaço situado na fronteira das duas áreas vitais à inovação no mundo pós-industrial o das descobertas nos laboratórios das universidades e centros de pesquisas e o da aplicação prática desses conhecimentos por empresas que neles apostam e investem, produzindo soluções para problemas e desafios reais do dia-a-dia e criando riqueza. Estão aí, para demonstrar os efeitos da inovação, os equipamentos derivados dos avanços em tecnologia da informação e em vários campos ciência que há há três décadas transformam a maneira como as pessoas organizam suas vidas, interagem, trabalham e se divertem em todas as partes de um planeta cada vez mais integrado. Este relatório está organizado por temas, em três partes. Na introdução, Kent Hughes, pesquisador residente do Wilson Center, resume a história da inovação nos Estados Unidos. A primeira parte trata de temas essenciais à compreensão das políticas públicas de inovação nos Estados Unidos, Reino Unido e India. A segunda parte consiste em transcrições editadas das sessões realizadas em 2013 na Universidade da Califórnia em San Diego, em parceria com o Institute of the Americas. Ela contem um detalhado relato sobre a transformação da UC San Diego num dos principais centros de inovação em tecnologia da informação, fármacos e saúde nos Estados Unidos por cientistas empreendedores que são atores-chave da história da inovação na Califórnia. A terceira parte descreve os esforços de cooperação em inovação por instituições oficiais e empresas brasileira e americanas. O Brazil Institute esperar continuar a assistir os membros do Congresso brasileiro em seus esforços para estudar as complexas questões de políticas públicas envolvidas no debate sobre inovação. Paulo Sotero Diretor, Brazil Institute, Woodrow Wilson International Center for Scholars [ 7 ]

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9 O CONGRESSO BRASILEIRO NA FRONTEIRA DA INOVAÇÃO O Brasil desperdiça oportunidades em inovação Primeiro, olhe-se para as condições do País. Democracia, estabilidade institucional, segurança jurídica, razoável organização da economia, extraordinário mercado interno e, mais importante que tudo, um acelerado crescimento, apesar de tudo, na geração de conhecimento publicação de papers, formação de doutores, participação acadêmica a nível mundial, tudo evoluindo fortemente. Olhe-se agora para o resultado em matéria de inovação. Posição medíocre na geração de patentes, lugar não mais que intermediário nos rankings de inovação, perda de espaço na pesquisa farmacêutica, crescente dependência de tecnologia em equipamentos médicos e produtos para a saúde. Por que o Brasil não aproveita seu potencial? Por que, no feliz dizer do ex-ministro de Ciência e Tecnologia, Marco Raupp, o Brasil não transforma conhecimento em riqueza? E quais as consequências desse desperdício no momento em que a mudança no País cria uma população mais idosa, vítima de doenças mais complexas e, ao mesmo tempo, mais consciente e mais informada, demandando mais acesso a melhores tratamentos e serviços? A responsabilidade, cremos, é em primeiro lugar cultural. O Brasil tem tratado a inovação como uma opção para o crescimento. Cinco séculos de exportação de commodities e crescimento á base de um poderoso mercado interno geraram a ideia que a inovação é boa mas não é essencial. Nas Universidades, o pesquisador não tem nem o prestígio nem o incentivo de outros países. No mundo empresarial, a citação de exemplos positivos é uma repetição sempre das mesmas empresas e cases, Embrapa e Embraer à frente. Nos governos, ainda que tenhamos avançado, a inovação está [ 9 ]

10 dividida, diluída e prejudicada pela intervenção de muitíssimos agentes, programas e projetos. Neste cenário, a INTERFARMA procurou em 2011 o prestigioso Woodrow Wilson Center com um desafio: passar a promover missões de estudos, destinadas a parlamentares e a jornalistas para que possam conhecer, avaliar e discutir políticas públicas de outros países em favor da inovação. E compará-las com o que é feito no Brasil. Entre as premissas acertadas com a equipe liderada por Paulo Sotero, estavam a presença em cada missão de uma respeitável instituição acadêmica, o pluralismo na escolha de palestrantes e debatedores de modo que as missões mostrassem as mais diferentes visões sobre o tema da inovação e a partir tanto da perspectiva pública quanto privada, acadêmica ou empresarial. Quatro anos depois, como esta publicação demonstra, o resultado das missões é muito positivo. Os participantes puderam constatar que diante do desafio da inovação, alguns países, visando atrair a pesquisa, promovem programas agressivos, no sentido de diminuir a burocracia, reduzir tributação e coordenar ação dos governos. Contudo, o Brasil está na contramão do mundo. A pesquisa aqui é quase pecado. Há uma burocracia que estabelece prazos três vezes maiores do que a média mundial. Isso mostra o ambiente de desperdício que o mundo acadêmico-científico passa no país. O Brasil já tem algumas ilhas de excelência, tanto em instituições públicas quanto privadas, como o Inca, o Einstein, o Sírio-Libanês, a Fiocruz. Mesmo nestes locais, contudo, poderia estar nascendo mais inovação. São ilhas cercadas de impostos, burocracia e em geral desconectadas com a área privada. Para sair deste ciclo, o país como um todo terá que escolher uma opção, mais dia menos dia. Ou levará a sério o jogo da inovação ou se contentará com um lugar na Série B ou C do campeonato da inovação. Se o Brasil quiser tomar o caminho da inovação, temos três tarefas inadiáveis. A primeira é mudar a mentalidade dentro das universidades, para que elas se aproximem do setor privado. Segundo, mudar a mentalidade do setor privado para que ele se aproxime mais do risco na inovação e das academias. E terceiro, pedir que o governo não atrapalhe com burocracia, tributos e regulações absurdas. É preciso também melhorar a qualidade de nossa educação no campo das ciências exatas. É um projeto para 20 anos, mas, daqui até lá, vamos sair dessa posição em que produzimos muitos doutores, muitos papéis e poucas patentes. Outro caminho é continuar onde estamos. Somos o 19º país em pesquisa clínica no mundo, ao mesmo tempo em que [ 10 ]

11 estamos em 6º lugar no mercado farmacêutico. O país é o 156º em termos de atratividade da inovação. Apenas no campo farmacêutico, em um mercado de US$ 150 bilhões anuais em inovação, o Brasil está recebendo uma migalha de cerca de US$ 200 milhões. Esta realidade resulta em importação excessiva de tecnologia e insumos. Montamos uma poderosa indústria de genéricos no país mas 86% deles são produzidos com princípios ativos trazidos da Índia e China. A INTERFARMA acredita firmemente que a capacidade criativa brasileira, a melhoria do País no campo acadêmico e a crescente demanda por serviços e produtos terão de alterar a relação do Brasil com a inovação. E colocar a questão como parte central, essencial, obrigatória de um projeto nacional de desenvolvimento. Nós podemos fazer isso. Não há política de inovação bem sucedida no mundo que não possa ser aplicada no Brasil. As velozes mudanças mundiais e as dificuldades do nosso modelo de desenvolvimento indicam que é mais do que hora de repensar a inovação. Esperamos que essa publicação contribua para esforços em curso para por o país nessa direção. Antônio Britto Presidente-executivo da Interfarma [ 11 ]

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13 O CONGRESSO BRASILEIRO NA FRONTEIRA DA INOVAÇÃO Resumo Delegações do Congresso 15 Introdução 17 Inovação nos Estados Unidos: A Interação entre História, Instituições e Cultura Americana Kent Hughes Os Debates sobre Políticas 25 Reforma de Patentes 25 O Debate sobre Reforma de Patentes Jay Thomas Propriedade Intelectual 31 A Política de Propriedade Intelectual no Reino Unido Bill Russel O Uso da Banda Larga 37 O Plano de Uso da Banda Larga da Comissão Federal de Comunicação dos EUA John Horrigan Competitividade 47 Competitividade Internacional em Tecnologia da Informação e Políticas Americanas de Inovação Stephen Ezell Debate sobre Política de Inovação no Reino Unido 55 Inovação Aberta e Descoberta de Drogas Wen Hwa Lee Debate sobre Política de Inovação na Índia 67 Inovação em uma Perspectiva Comparativa Sunil Khilnani [ 13 ]

14 Aplicações Práticas: O Papel das Universidades e do 75 Setor Privado em Inovação Inovação no King s College 75 Professora Denise Lievesley Inovação na UCSD 81 Panorama Histórico e Papel das Universidades e 81 Instituições de Pesquisa Mary Walshok, Ivor Royston, Jeffrey Steindorf & David Hale Apoio à Inovação: Papel do Sistema de Educação e 99 das Universidades Públicas de Pesquisa Pradeep Khosla A Comercialização da Pesquisa: Parcerias no Setor 111 Privado Joseph Panetta, Claudio Joazeiro, Brent Jacobs & Magda Marquet Abordagem Multidisciplinar e Colaboração: 117 Tendências Futuras Larry Smarr, Kristiina Vuori & Larry Goldstein Cooperação Brasil-EUA em Inovação 125 Biologia Sintética, A Nova Fronteira para Inovação: 125 Do Combate à Malária à Produção da Segunda Geração de Biocombustíveis Todd Kuiken A Liderança da Biologia Sintética no Brasil Joel Velasco 133 Colaboração Brasil-EUA: Uma Perspectiva do 137 Setor Privado - Chad Evans Abordando o Imperativo da Inovação e os Desafios 143 do Financiamento Inicial Charles Wessner Notas Biográficas dos Palestrantes 155 [ 14 ]

15 O CONGRESSO BRASILEIRO NA FRONTEIRA DA INOVAÇÃO Delegações do Congresso 2011 Senador Aloysio Nunes (Partido da Social Democracia Brasileira São Paulo) Deputado Arnaldo Jardim (Partido Popular Socialista São Paulo) Deputado Arnon Bezerra (Partido dos Trabalhadores - Ceará) Deputado Bruno Araújo (Partido da Social Democracia Brasileira Pernambuco) Deputado Cândido Vaccarezza (Partido dos Trabalhadores São Paulo) Deputado Darcísio Perondi (Partido do Movimento Democrático Brasileiro Rio Grande do Sul) Deputado Duarte Nogueira (Partido da Social Democracia Brasileira - São Paulo) Deputado Geraldo Resende (Partido do Movimento Democrático Brasileiro Mato Grosso do Sul) Deputado Josias Gomes (Partido dos Trabalhadores Bahia) Senador Luiz Henrique da Silveira (Partido do Movimento Democrático Brasileiro - Santa Catarina) Deputado Manuela D Avila (Partido Comunista do Brasil Rio Grande do Sul) Federal Deputado Maurício Rands (Partido dos Trabalhadores Pernambuco) (atualmente filiado ao Partido Socialista Brasileiro) Deputado Moreira Mendes (Partido da Social Democracia Brasileira Rondônia) Deputado Nelson Marquezelli (Partido Trabalhista Brasileiro São Paulo) Deputado Onyx Lorenzoni (DEM (Democratas) Rio Grande do Sul) Deputado Renato Molling (Partido Progressista Rio Grande do Sul) Deputado Saraiva Felipe (Partido do Movimento Democrático Brasileiro - Minas Gerais) Deputado Walter Feldman (Partido Socialista Brasileiro São Paulo) [ 15 ]

16 2012 Deputado Bruno Araújo, Partido da Social Democracia Brasileira Pernambuco Deputado Eduardo Azeredo, Partido da Social Democracia Brasileira Minas Gerais Deputado Rogério Carvalho, Partido dos Trabalhadores Sergipe Senador Wellington Dias, Partido dos Trabalhadores Piauí Senador Casildo Maldaner, Partido do Movimento Democrático Brasileiro Santa Catarina Deputado Eleuses Paiva, Partido Social Democrático São Paulo Deputado Darcísio Perondi, Partido do Movimento Democrático Brasileiro Rio Grande do Sul Deputado Alexandre Roso, Partido Socialista Brasileiro Rio Grande do Sul Deputado Amauri Teixeira, Partido dos Trabalhadores Bahia Deputado Osmar Terra, Partido do Movimento Democrático Brasileiro Porto Alegre Deputado Cândido Vaccarezza, Partido dos Trabalhadores São Paulo 2013 Senador Jorge Viana, Partido dos Trabalhadores Acre Senador Paulo Buaer, Partido da Social Democracia Brasileira Santa Catarina Deputado Bruno Araújo, Partido da Social Democracia Brasileira Pernambuco Deputado Cândido Vaccarezza, Partido dos Trabalhadores São Paulo Deputado Darcisio Perondi, Partido do Movimento Democrático Brasileiro Rio Grande do Sul Deputado Moreira Mendes, Partido Social Democrático Roraima Deputado Walter Ihoshi, Democratas, São Paulo [ 16 ]

17 O CONGRESSO BRASILEIRO NA FRONTEIRA DA INOVAÇÃO INTRODUÇÃO Inovação nos Estados Unidos: A Interação entre História, Instituições e Cultura Americana KENT HUGHES Diretor, Programa Global sobre a América e a Economia Global Quero parabenizar os membros da Missão do Congresso Brasileiro por seu foco em inovação. Se vocês olharem para os desafios que o mundo, o Brasil e a América enfrentam segurança alimentar, segurança energética, pandemia de gripe, cadeia de suprimentos as respostas para as principais perguntas sobre o futuro exigem uma boa dose de inovação, tecnologia e ciência. Acredito que vocês escolheram um caminho muito importante para o futuro. Gostaria de dar um breve panorama sobre o sistema de inovação americano e como ele evoluiu em termos da estrutura básica da economia americana e como reagiu a crises e a oportunidades. Nunca tivemos nos EUA um grupo que se sentou e disse, Assim será o sistema de inovação do século 21. Ele evoluiu ao longo do tempo para ser o que permanece como uma das forças mundiais de influência em inovação. É interessante ver como a abordagem à inovação mudou à medida que a própria economia americana se desenvolveu e se tornou mais aberta ao exterior e mais competitiva globalmente. [ 17 ]

18 Uma das características mais marcantes da Constituição Americana é quão pouco ela fala de economia. Mas um dos poucos aspectos específicos sobre economia da Constituição lida, de fato, com inovação. Se você olhar o Artigo I Seção 8, verá que o Congresso recebeu explicitamente o poder de promover o progresso da ciência e das artes úteis, ao assegurar, por um tempo limitado, aos autores e inventores o direito exclusivo aos seus respectivos textos e descobertas. Em outras palavras, a ideia de patentes e direitos autorais foi na verdade embutida na Constituição Americana. A maioria dos americanos não sabe que a primeira patente foi emitida pelo futuro Presidente Thomas Jefferson, que serviu como um dos três comissários de patentes no período em que foi nosso Secretário de Estado. Abraham Lincoln também foi um campeão de inovação. Frequentemente ele é citado como tendo dito que patentes adicionaram o combustível de interesse ao fogo da genialidade. No meio da Guerra Civil, Abraham Lincoln deu um passo histórico ao assinar a Lei Morrill, que estabeleceu as universidades land-grants nos Estados Unidos. Muitas das mais proeminentes universidades que hoje são as principais universidades públicas de pesquisa começaram com um land-grant; ou seja, o governo cedeu terras federais para os estados estabelecerem universidades. Desde o início elas tinham uma orientação prática. Isso é uma clara distinção entre o as universidades land-grant e a tradição europeia. Vêem-se os ecos do foco em agricultura e mecânica nos nomes de algumas das universidades da atualidade. Um exemplo é a Texas A&M (Texas Agricultural & Mechanical), um dos dois principais sistemas universitários no estado do Texas. A Guerra Civil americana, um conflito brutal, impulsionou muitos aperfeiçoamentos em produção. Esse padrão foi repetido à medida que a América entrou em outras gramde conflitos, como as duas guerras mundiais do século passado. Na primeira metade do século XX, a inovação tornou-se foi oportunidade, parcialmente estimulada por um senso de necessidade. A inovação americana foi definitivamente influenciada pela Primeira Guerra Mundial. Em parte, foi oportunismo dos Estados Unidos, que estando em guerra com a Alemanha, confiscaram as patentes de indústrias farmacêuticas e químicas alemãs, o que deu às indústrias americanas uma significativa vantagem na concorrência futura. Os militares também perceberam na Primeira Guerra Mundial que os Estados Unidos estavam em desvantagem em termos de comunicação por radio. O governo movimentou-se e reuniu algumas das principais patentes, [ 18 ]

19 o que levou à fundação do que se tornaria a Radio Corporation of America (RCA), que durante muitos anos foi uma proeminente empresa de eletrônicos nos Estados Unidos. Quando a RCA foi fundada, acredito que a Marinha dos EUA possuía mais de 30 por cento de suas ações. Isso não era um plano de longo prazo. Isso aconteceu em função das necessidades da Primeira Guerra Mundial. Os Estados Unidos eram diferentes da Europa. Em vez de fundar um correio público, um sistema de telégrafos e um sistema de telefonia, criamos um monopólio regulamentado: a famosa AT&T; o Sistema Bell. A A&T fundou os Laboratórios Bell em Se você conversasse com líderes do mundo eletrônico de hoje nos Estados Unidos, você descobriria que os Bell Labs desempenharam um papel muito significativo em muitos aspectos da evolução da eletrônica. Não era exatamente uma entidade pública, mas também não era uma entidade privada típica. Ao mesmo tempo, tínhamos um sistema público de saúde em evolução. Ele começou no final do século XIX com um serviço de saúde pública que evoluiu ao longo do tempo para o que é hoje o National Institutes of Health. Havia Institutos Nacionais de Saúde. Havia vários institutos separados que foram fundados ao longo do caminho e então foram reunidos sob uma organização mais ampla. Isso se tornou uma importante fonte de recursos para a inovação, e em muitos casos, de inovação em si. A Segunda Guerra Mundial foi outro marco em termos de evolução do sistema americano de inovação. Como disse o Presidente Roosevelt em sua famosa frase, O Dr. New Deal deu lugar ao Dr. Win the War. E depois olhando para trás, para a vitória naquela Guerra na qual quero reconhecer que o Brasil foi um de nossos aliados e desempenhou um importante papel na invasão e liberação da Itália compreendemos como eram críticas a ciência e a tecnologia, em termos de dar aos Aliados uma real superioridade militar. Um dos conselheiros científicos de Roosevelt tornou-se um proeminente conselheiro do Presidente Truman: Vannevar Bush. Ele escreveu uma proposta seminal intitulada Ciência: A Fronteira Sem Fim, que está na origem da Fundação Nacional de Ciências, que é desde então a maior fonte de financiamento para a pesquisa em ciências físicas. Ao mesmo tempo havia uma consciência de que, como eu disse, a ciência e a tecnologia desempenhavam um papel fundamental em realmente dar superioridade aos Aliados. Aquilo levou o Departamento de Defesa a [ 19 ]

20 também ser uma importante fonte de financiamento para a pesquisa em ciências físicas. O capital de investimento começou a aparecer como instituição logo após a II Segunda Guerra Mundial. O primeiro fundo de capital de investimento foi fundado em Massachusetts, mas continuou a se espalhar e foi uma das fontes, nem sempre a fonte mais importante, mas uma das fontes de financiamento de empresas inovadoras menores que têm sido uma característica distinta do sistema de inovação dos Estados Unidos. Deixe-me avançar agora para Muitos de vocês se lembrarão do Sputnik, o sucesso soviético no lançamento do primeiro satélite artificial a circundar a Terra. Isso foi um grande choque para os Estados Unidos. Em parte, ele foi visto como um desafio à nossa segurança nacional, mas também foi um importante golpe no orgulho americano. A reação ao Sputnik foi nacional. Ela incluiu não só o governo nacional, mas também os governos locais e conselhos escolares em todo o país. Todos eles acreditavam que era crucial enfatizar matemática, ciência e línguas estrangeiras porque viram isso como um esforço global em relação à União Soviética. Houve, claro, outras mudanças no âmbito federal que tiveram impacto significativo no sistema de inovação dos EUA. A instituição que havia sido estabelecida para promover a força aérea civil se transformou na National Aeronautics and Space Administration (NASA), e foi esse grupo que ajudou o Presidente Kennedy a cumprir o compromisso de colocar o homem na lua até o final dos anos Depois, a administração estabeleceu uma nova instituição no Departamento de Defesa. Hoje é conhecida como Defense Advanced Research Projects Administration (DARPA). Com a incumbência de aproveitar as oportunidades das tecnologias de ponta que apoiariam a missão da segurança nacional dos Estados Unidos, ela também teve enorme impacto no nosso sistema de inovação aqui e em todo o mundo. Em dado momento a DARPA achou que era importante facilitar a comunicação entre os laboratórios militares de pesquisa. A Fundação Nacional de Ciências pensou, Isso é realmente uma boa ideia. Vamos ver se não conseguimos conectar as autoridades civis de pesquisa. Em algum momento isso se tornou uma instituição em funcionamento mais conhecida hoje como Internet. Vocês veem o enorme impacto que isso teve aqui, no Brasil, Europa, China em todos os cantos do mundo. A DARPA continua a fazer esse tipo de pesquisa de ponta com a diferença de que seu cliente é bem-definido. O seu [ 20 ]

21 cliente é o Departamento de Defesa, embora o impacto de suas invenções tenha aplicações muito mais amplas. Deixe-me dar um exemplo recente: Dean Kamen, um inventor baseado em Manchester, New Hampshire, recebeu uma solicitação da DARPA para desenvolver um braço artificial para ser usado por muitos soldados americanos que retornavam para casa com um membro perdido. Dean teve sucesso no desenvolvimento de um braço que tem quase todas as funções de um braço humano: ele é suficientemente sensível; e pode realmente pegar uma uva sem amassá-la. Embora o objetivo tenha sido os soldados retornando do Iraque ou do Afeganistão, claramente há enormes aplicações no mundo civil. A reação ao Sputnik também levou ao que hoje pode parecer surpreendente, mas que foi sem precedentes na época. Como vocês devem saber, os EUA têm um sistema de educação bem diferente da maioria dos países. Temos em torno de 16 mil conselhos escolares que têm bastante influência sobre o que é feito e o que não é feito. Temos milhares de universidades que estabelecem seus próprios padrões. O governo federal realmente não tinha envolvimento na educação até o Sputnik. Mas na esteira do Sputnik, eles estabeleceram o National Defense Education Act [algo como Lei de Defesa Nacional da Educação], que era direcionada a cientistas, engenheiros e economistas para estudos de graduação. Eu mesmo me beneficiei daquilo, então acho que foi uma boa ideia. Uma coisa que também começou a aparecer e, de novo, de certa forma foi um desdobramento da atividade de defesa foram os núcleos inovadores, agrupamentos de empresas no Vale do Silício e na Rota 128 na grande Boston. Um elemento dessa ideia de núcleo foi escrito em grande medida pelo Professor Michael Porter na Escola de Administração da Universidade Harvard. Mais recentemente ele analisou núcleos inovadores e certamente apontaria para Austin, Texas, como um desses centros. Michigan tem a Automation Alley (uma associação de negócios de tecnologia). O estado do Oregon tem a Floresta do Silício. Lá há toda uma nova série de núcleos de inovação que emergiram. O que é diferente e interessante hoje é que esses núcleos também possuem, em muitos casos, uma conexão internacional à medida que a pesquisa e a inovação se tornam cada vez mais uma atividade global. A próxima evolução real no sistema de inovação da América é oriunda do desafio japonês dos anos 1980 do qual talvez vocês se lembrem. Muitos livros populares destacavam o Japão como número um. Havia um senti- [ 21 ]

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