void echo(); { chin = getchar(); chout = chin; putchar(chout); }

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "void echo(); { chin = getchar(); chout = chin; putchar(chout); }"

Transcrição

1 Sincronização Processos (Aula de 10) Concorrência Dificuldades: Profa. Patrícia Ação Compartilhamento Gerência Localização D. Proteger Promover de alocação de recursos. globais. CostaLPRM/DI/UFES programas). e recursos processos. outros necessária: recursos compartilhados o de dados acesso erros globais). compartilhados ordenado programação (depuração de 2 sincronização (controle (variáveis, Sistemas acesso) arquivos Operacionais aos Exemplo 2008/1 Profa. Patrícia P1invoca D. que da CostaLPRM/DI/UFES função agora 1echo()e input(). está armazenado Suponha é interrompido que na 3variável xtenha imediatamente in. sido o caractere após Sistemas a digitado, conclusão Exemplo 2 (1) P2é P1retoma Essência digitado foi processo digitado despachado (inrecebe do P2. a (x), problema: posse Conclusão: pois e y), também ele processador. sendo o foi o compartilhamento caractere sobreposto invoca então echo(). exibido O yé caractere por exibido yna Suponha no da dispositivo variável exibido execução duas que vezes. global não yseja de do Operacionais é saída. Diretório in. o que Servidor 2008/1 Profa. Patrícia D. CostaLPRM/DI/UFES 4 Variáveis entradas, armazenar arquivo. se impressos. nomes existem de cada Caso arquivos um impressão spoolercom nome uma a capaz de serem verifica n que imprime e remove de entrada aponta do a livre compartilhadas: ser diretório. para no impresso; Sistemas diretório. afirmativo, o a próxima próximo Operacionais os e in, out, ele 2008/1 void echo(); { chin = getchar(); chout = chin; putchar(chout); }

2 Exemplo PAePBdecidem Profa. Patrícia PB impressão free-slote 2 (2) colocar um arquivo spoolde D. slot7, lê in, armazena quase ao o mesmo seu valor tempo. (7) na variável local next- CostaLPRM/DI/UFES é retorna escalonado, atualizando e é escreve interrompido. lê inpara ine o nome coloca 58. o seu nome arquivo do seu na Sistemas arquivo entrada Operacionais no 7 Exemplo O PB. (valor consistente) servidor A variável next-free-slot), não e next-free-slotpassa PBnunca notará nada realizará apagando de errado qualquer a o valer nome (o diretório 8. saída. colocado está por Requisito: 2008/1 Profa. Patrícia A igualdade 3 D. esse CostaLPRM/DI/UFES execução requisito: entre manter concorrente os sempre itens de 6abaixo o dados relacionamento não ae mantém b. de Sistemas Operacionais 2008/1 Profa. Patrícia Condições processos D. final executados depuração depende acessam (o corridasão Corrida que, ordem dados última em situações compartilhados que instância, os onde processos é dois e ditado o ou resultado são mais pelo CostaLPRM/DI/UFES mecanismos difícil. de escalonamento de exclusão evitadas 7mútua. S.O.). através A exclusão Torna da Sistemas introdução a mútua Interação A garante parte que programa somente (trecho num processo dado de código) momento. estará que usando que Operacionais os Processos Não dados região compartilhados (ou seção) crítica. acessados é denominada de os Os 2008/1 Profa. Patrícia D. Tipo de Processos (1) Potenciais juntos. são especificamente sem conhecimento projetados uns para dos trabalharem outros: CostaLPRM/DI/UFES das O Acesso Deadlock: Starvation: interação resultados ações de S.O. relacionamento: não precisa problemas: indireta. (P1,R2) alternância controlado de outros. resolver um e (P2,R1),ambos processo à entre a são independentes 8R.C. disputa Competição P1e (controle P3em por precisam recursos detrimento exclusão Sistemas existe (R1,R2). mútua). de Operacionais P2. uma 2008/1 P1: a := a + 1; b := b + 1; P2: b := 2 * b; a := 2 * a; a := a + 1; b := 2 * b; b := b + 1; a := 2 * a;

3 Interação Cooperação Processos Profa. Patrícia D. Preocupação compartilhadosmas processos de Processos via compartilhamento (2) CostaLPRM/DI/UFES problemas podem controle (coerência usar acessar a integridade estão de e alterar cientes que outros 9exclusão esses dos dados), dos dados. mútua, dados além Sistemas deadlocke dos Interação Os informações starvation. resultados obtidas um por processo outros. podem depender Operacionais Cooperação Processos 2008/1 Profa. Patrícia D. A Primitivas realização Processos por comunicação (3) CostaLPRM/DI/UFES coordenar são programação comunicação providas para participam de como várias ou uma o provê pelo envio tarefa. parte atividades. de kerneldo uma um esforço comum 10 e de recebimento maneira uma sistema linguagem de de sincronizar operacional. mensagens Sistemas de Operacionais ou Interação 2008/1 Cooperação Como Profa. Patrícia D. existem mecanismo de Processos por comunicação (4)(cont.) CostaLPRM/DI/UFES controle. Cada nada condições de é deadlock: compartilhado exclusão esperando corrida. mútua pelos Assim, não processos é existência um requisito não de de um 11por uma mensagem Sistemas de Operacionais outro Abordagens Pode Dois processo. ocorrer processos starvation: Requisitos o mensagem outro e um de terceiro um enviando deles. bloqueado, repetitivamente esperando mensagens por uma um para A 2008/1 Profa. Patrícia D. Nenhuma para para Exclusão uma boa Mútua solução: CostaLPRM/DI/UFES de R.C. crítica pára velocidades apenas num um dado processo instante. que executa é permitido estar dentro de sua para CPUsno fora entrar pode processo suposição sistema. bloquear relativas sua sua R.C.). pode R.C. pode dos outro 12ter ou processos ser que lá feita ficar fora esperar sobre eternamente. ou de (ex: sobre sua as processo região Sistemas o Operacionais número 2008/1

4 Tipos Inibiçãode Instrução Profa. Patrícia D. Variável Alternância Soluções TSL Hardware interrupções (apresenta busywait) CostaLPRM/DI/UFES estrita bloqueio Dekker Inibição Algoritmo de Peterson Usa Soluções Sleep/ Wakeup, de software Semáforos, com 13bloqueio Monitores O Sistemas Operacionais 2008/1 Profa. Patrícia Com D. imediatamente reativando-as de Interrupções processo interrompido, DI processo um = disableinterruptei par desativa instruções todas do as = tipo interrupções enableinterrupt DI / EI. aos CostaLPRM/DI/UFES dados as interrupções que compartilhados. está o imediatamente antes que na garante desativadas, sua 14entrar R.C. o depois acesso pode nenhum sua ser de exclusivo Sistemas R.C., sair Operacionais dela. Inibição de Interrupções (2) Problemas 2008/1 É Não Profa. Patrícia D. CostaLPRM/DI/UFES 15 Sistemas Operacionais 2008/1 Profa. Patrícia Inibir o D. tempo exemplo, da Solução DI/EI dispositivos OBS: poder desaconselhável dar aos processos de usuário CostaLPRM/DI/UFES poucas desabilitar interrupções. (p.ex., funciona interrupções pode inibir para instruções perde-se periféricos. interrupções atualizar com conseqüências pode vários por a uma sincronização processadores. 16um ser pelo estrutura conveniente longo tempo danosas. período de com algumas controle). para Sistemas os Por de o Operacionais kernel2008/1 while (true) { /*disable interrupts*/; /*critical section*/; /*enable interrupts*/; /*remainder*/; }

5 Tipos Inibiçãode Instrução Profa. Patrícia D. Variável Alternância Soluções TSL Hardware interrupções (apresenta busywait) estrita bloqueio Soluções Dekker Busywait= Algoritmo de Peterson Basicamente Soluções Sleep/ Wakeup, de software Semáforos, com 17bloqueio MonitoresSistemas Operacionais 2008/1 Profa. Patrícia Problemadainversão Quando D. Conseqüência: com BusyWait Processo espera o que essas ativa ou soluções espera fazem ocupada. é: CostaLPRM/DI/UFES HighPriorityé situação, sua entrada (improdutivo) Ex: R.C. While(vez é um LowPriorityestá o permitida. processo processo selecionado até desperdício == que OUTRO) LowPrioritynunca Se quer o não acesso na mas prioridade: entrar de for, seja ele na espera liberado. sua R.C. em ele um verifica laço se a 18do sua tempo entra {nothing}; R.C. em de e vai é CPU. espera interrompido. a ativa. chance Sistemas Nesta Operacionais de Processo sair da 1a. 2008/1 Variável Profa. Patrícia Tentativa R.C. turn= Tentativa está de 0 R.C. ou bloqueio, -Variável compartilhada, de Bloqueioindica se a D. CostaLPRM/DI/UFESpara não nprocessos: livreturn= em uso. 1 R.C. em uso Problemas A 19 Sistemas Operacionais 2008/1 Profa. Patrícia D. seja podem está testar proposta da concluir 1a. não Tentativa é simultaneamente correta pois os processos que a R.C. CostaLPRM/DI/UFES feita livre, o valor igual isto de é, a turnantes truepor os dois processos que essa podem variável 20um deles. Operacionais 2008/1 turn =0; /*variável global*/ Sistemas Process P i : while (turn == 1) {nothing}; turn = 1; turn = 0;

6 2a. Variável Tentativa de entrar global na para Alternância R.C. indica 2 processos: de Estrita quem é a vez na hora Problemas O Não Profa. Patrícia D. CostaLPRM/DI/UFES 21 Sistemas Operacionais 2008/1 Profa. Patrícia Se obriga D. vezes 2a. Tentativa poderá algoritmo garante a exclusão mútua, mas bloqueado Logo, é possível a alternância a um na mesmo execução processo das R.C. entrar duas CostaLPRM/DI/UFES processo um consecutivamente processo mais a velocidade mais permanentemente. entrar lento. falhar na de 22sua ou entrada na terminar, R.C., sua ficando R.C. o é outro Sistemas ditada Operacionais não pelo 2008/1 O Profa. Patrícia Cada 3a. guarda D. chave entrar fato, (i.e., Tentativa problema na a identificaçãodo R.C. da Entretanto, tentativa anterior processo o que se é que precisa, ela quer de CostaLPRM/DI/UFES se é processo de eles informação intenção. querementrar deve então Assim, estadodos processos 23 na se a R.C.) falhar, sua própria ainda Sistemas Operacionais será 3a. A possível solução a se um baseia outro no entrar uso na de sua uma R.C. Antes a para indicar a intenção de entrada na variável R.C. array manifestado intenção 2008/1 Profa. Patrícia D. correspondente direção Tentativa variável entrar array. Se sua ninguém R.C, o mais processo tiver examina CostaLPRM/DI/UFES a sua ingresso interesse, R.C. na variável ligando o processo o bit indica a sua 24arraye prossegue Sistemas Operacionais em 2008/1 /*Process 0*/ while (turn!=0) /*do nothing*/ /*critical section*/ turn = 1; /*Process 1*/ while (turn!=1) /*do nothing*/ /*critical section*/ turn = 0; /* Process 0*/: while (flag[1]); /*do nothing*/ flag[0] = true; flag[0] = false; enum boolean (false=0; true=1); boolean flag[2]={0,0}; /*Process 1*/: while (flag[0]); /*do nothing*/; flag[1] = true; flag[1] = false;

7 Problemas Agora, Profa. Patrícia Não assim, nenhum bloqueado dentro chegar se problema, um da processo 3a. nenhum Tentativa falha processo fora da sua ficará R.C. eternamente não haverá D. Isso da R.C., devido o a problema isso. Entretanto, ocorre. se o falhar CostaLPRM/DI/UFES testar assegura acontece entrarem à se conclusão o outro exclusão porque simultaneamente não de quer existe que mútua, entrar 25 a o possibilidade outro (comando pois nas não cada R.C. de quer while) processo cada entrar Sistemas antesde processo Operacionais pode e, um A deles marcar a sua intenção de entrar. É 4a. outro, intenção 2008/1 Profa. Patrícia troca o idéia Tentativa mesmo o agora que de entrar elimina é que antesde cada o problema processo testar anterior. a marque intenção a sua do D. CostaLPRM/DI/UFES de linha. algoritmo anterior, porém com uma Problemas 26 Sistemas Operacionais 2008/1 Garante Profa. Patrícia Uma seu D. bloqueado. falha problema flag) dentro a da exclusão da 4a. sua Tentativa mútua R.C. (ou mas mesmo se um após processo setaro CostaLPRM/DI/UFES falha o para fora outro da processo outros R.C. ficará eternamente 27não processos. ocasiona nenhum 5a. Problemão: Na Todos (marcando situação um loopeterno todos processos o seu os desejo processos (situação ligam de os entrar ficarão seus de deadlock). flagspara presos sua Sistemas R.C.). no true while Operacionais Nesta 2008/1 Profa. Patrícia A intenção dele Tentativa D. estado Após tentativa de do entrar outro, anterior na não o R.C. processo havendo sem saber oportunidade assinalava a sua CostaLPRM/DI/UFES 5a. entrar com vez mudar tentativa ao a para testar na posse parceiro. sua de false ). no da R.C, idéia corrige loop, UCP em se depois declina caso (i.e., mudar o seu 28o este outro afirmativo, da problema: processo sua intenção, o também processo Sistemas dando Operacionais quer a 2008/1 /* Process 0*/: flag[0] = true; while (flag[1]); /*do nothing*/ flag[0] = false; /*Process 1*/: flag[1] = true; while (flag[0]); /*do nothing*/; flag[1] = false;

8 5a. Tentativa (cont.) Esta Profa. Patrícia D. CostaLPRM/DI/UFES 29 Sistemas Operacionais 2008/1 Profa. Patrícia Na 5a. um processos indefinidamente Tentativa (cont.) se devido solução é quase correta. Entretanto, existe Entretanto, pequeno problema: a possibilidade dos invalida Livelock D. CostaLPRM/DI/UFES sustentar verdade, às a velocidades proposta ficarem ela essa durante é uma é (problema cedendo como uma relativas possibilidade 30situação longo solução a vez tempo dos mútua um muito geral processos. teórica, para na do cortesia ) o outro Sistemas difícil prática, Operacionais o que de 2008/1 /*Process 1*/: flag[1] = true; while (flag[0]) 5a. problema. { flag[1]= false; /*delay*/ flag[1] = true; } flag[1] = false; P0testa Profa. Patrícia P1testa Tentativa Exemplo D. CostaLPRM/DI/UFES flag[1]. flag[0]. false. Solução P0seta flag[0]para Trata-se P1seta flag[1]para true. 31 Sistemas Operacionais 2008/1 Profa. Patrícia O É de Dekker D. desempate, da primeira solução correta para no problema (proposta bloqueio variável da exclusão década de mútua 60). de dois processos CostaLPRM/DI/UFES similar algoritmo loopde adicional e ao arrayde mútua no algoritmo combina caso (vez/turn) cortesia. intenção. dos as 32 anterior idéias dois para processos de mas realizar variável usa Sistemas uma entrarem o de Operacionais 2008/1 /* Process 0*/: flag[0] = true; while (flag[1]) { flag[0]= false; /*delay*/ flag[0] = true; } flag[0] = false;

Sincronização de Processos (1) Mecanismos de busy wait

Sincronização de Processos (1) Mecanismos de busy wait Sincronização de Processos (1) Mecanismos de busy wait Condições de Corrida Exemplo: Fila de impressão. Qualquer processo que queira imprimir precisa colocar o seu documento na fila de impressão (compartilhada).

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS Sincronização entre Processos Andreza Leite andreza.leite@univasf.edu.br Sincronização Freqüentemente, os processos precisam se comunicar com outros processos. Isto ocorre quando

Leia mais

Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto

Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto Disciplina: Sistemas Operacionais - CAFW-UFSM Professor: Roberto Franciscatto Introdução Processo cooperativo é aquele que pode afetar outros processos em execução no sistema Ou ser por eles afetado Processos

Leia mais

Sincronização e Comunicação entre Processos. Adão de Melo Neto

Sincronização e Comunicação entre Processos. Adão de Melo Neto Sincronização e Comunicação entre Processos Adão de Melo Neto 1 INTRODUÇÃO Em um sistema multitarefa os processos alternam sua execução segundo critérios de escalonamento estabelecidos pelo sistema operacional.

Leia mais

Processos e Threads (partes I e II)

Processos e Threads (partes I e II) Processos e Threads (partes I e II) 1) O que é um processo? É qualquer aplicação executada no processador. Exe: Bloco de notas, ler um dado de um disco, mostrar um texto na tela. Um processo é um programa

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 08: Sincronização de Processos. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com

Sistemas Operacionais Aula 08: Sincronização de Processos. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Sistemas Operacionais Aula 08: Sincronização de Processos Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Objetivos Introduzir o problema da seção crítica, cujas soluções podem ser usadas

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais SINCRONIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS MACHADO/MAIA: CAPÍTULO 07, PÁGINA 101 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional sistemas multiprogramáveis Os sistemas multiprogramáveis

Leia mais

Sistemas Operacionais Sincronização e Comunicação entre Processos

Sistemas Operacionais Sincronização e Comunicação entre Processos Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Sincronização e Comunicação entre Processos Prof. José Gonçalves Dias Neto profneto_ti@hotmail.com

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Processos e Threads Gustavo Reis gustavo.reis@ifsudestemg.edu.br - O que são Processos? Uma abstração de um programa em execução. Mantêm a capacidade de operações (pseudo)concorrentes,

Leia mais

Revisão Ultima aula [1/2]

Revisão Ultima aula [1/2] SOP - TADS Comunicação Interprocessos - 2 IPC Prof. Ricardo José Pfitscher dcc2rjp@joinville.udesc.br Material cedido por: Prof. Rafael Rodrigues Obelheiro Prof. Maurício Aronne Pillon Revisão Ultima aula

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais AULA 09 Sincronização de Processos - II Monitores Conforme comentamos, o uso equivocado dos semáforos pode levar a uma situação de deadlock, por isso devemos tomar cuidado ao programar utilizando este

Leia mais

Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Threads Threads são linhas de execução dentro de um processo. Quando um processo é criado, ele tem uma única linha de execução, ou thread. Esta

Leia mais

Udesc/Ceplan Bacharelado em Sistemas de Informação Sistemas Operacionais. Prof. Alexandre Veloso alexandre.matos@udesc.br

Udesc/Ceplan Bacharelado em Sistemas de Informação Sistemas Operacionais. Prof. Alexandre Veloso alexandre.matos@udesc.br Programação Concorrente [Parte 2] Udesc/Ceplan Bacharelado em Sistemas de Informação Sistemas Operacionais Prof. Alexandre Veloso alexandre.matos@udesc.br Condição de Corrida Uma forma de um processo comunicar-se

Leia mais

Capítulo 2 Processos e Threads Prof. Fernando Freitas

Capítulo 2 Processos e Threads Prof. Fernando Freitas slide 1 Capítulo 2 Processos e Threads Prof. Fernando Freitas Material adaptado de: TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. 3ª edição. Disponível em: http://www.prenhall.com/tanenbaum_br slide

Leia mais

Até o final de década de 70, os sistemas operacionais suportavam apenas processos com um único thread;

Até o final de década de 70, os sistemas operacionais suportavam apenas processos com um único thread; CAPÍTULO VI THREADS 6.1 INTRODUÇÃO Até o final de década de 70, os sistemas operacionais suportavam apenas processos com um único thread; O sistema operacional Toth, em 1979, foi o primeiro a implementar

Leia mais

Notas da Aula 6 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 6 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Monitores Notas da Aula 6 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Embora os semáforos sejam uma boa solução para o problema da exclusão mútua, sua utilização não é trivial. O programador é obrigado a

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Processos I: Threads, virtualização e comunicação via protocolos Prof. MSc. Hugo Souza Nesta primeira parte sobre os Processos Distribuídos iremos abordar: Processos e a comunicação

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA

SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA 1. INTRODUÇÃO O conceito de concorrência é o princípio básico para o projeto e a implementação dos sistemas operacionais multiprogramáveis. O sistemas multiprogramáveis

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Questões Em uma rede de sobreposição (overlay), mensagens são roteadas de acordo com a topologia da sobreposição. Qual uma importante desvantagem

Leia mais

7 Processos. 7.1 Introdução

7 Processos. 7.1 Introdução 1 7 Processos 7.1 Introdução O conceito de processo é a base para a implementação de um sistema multiprogramável. O processador é projetado apenas para executar instruções, não se importando com qual programa

Leia mais

9 - Sincronização e Comunicação entre Processos

9 - Sincronização e Comunicação entre Processos 1 9 - Sincronização e Comunicação entre Processos 91 Introdução Em um sistema multitarefa, seja com um único processador ou com mais de um processador ou ainda com vários núcleos por processador, os processos

Leia mais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.1 Introdução

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.1 Introdução Sistemas Operacionais Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 1.1 Introdução Tipos de Sistemas Operacionais Sistemas Monoprogramáveis / Monotarefa Voltados tipicamente para a execução de um único programa.

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Estruturas de Sistemas Operacionais Um sistema operacional fornece o ambiente no qual os programas são executados. Internamente,

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais 7 Sistemas Operacionais 7.1 Fundamentos da ciência da computação Cengage Learning Objetivos 7.2 Compreender o papel do sistema operacional. Compreender o processo de inicialização para carregar o sistema

Leia mais

Carlos Eduardo Batista Centro de Informática - UFPB bidu@ci.ufpb.br

Carlos Eduardo Batista Centro de Informática - UFPB bidu@ci.ufpb.br Carlos Eduardo Batista Centro de Informática - UFPB bidu@ci.ufpb.br Principais problemas programação concorrente Deadlocks (impasses) Starvation (inanição) Condições de corrida Erros de consistência na

Leia mais

1.2 Tipos de Sistemas Operacionais

1.2 Tipos de Sistemas Operacionais 1.2 Tipos de Operacionais Tipos de Operacionais Monoprogramáveis/ Monotarefa Multiprogramáveis/ Multitarefa Com Múltiplos Processadores 1.2.1 Monoprogramáveis/Monotarefa Os primeiros sistemas operacionais

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 2-1. PRINCÍPIOS DE SOFTWARE DE ENTRADA E SAÍDA (E/S) As metas gerais do software de entrada e saída é organizar o software como uma série de camadas, com as mais baixas preocupadas em esconder as

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 11 Sincronização de Processos Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

Conceito de processo como uma unidade de trabalho em um sistema moderno de tempo compartilhado. Estados de um processo.

Conceito de processo como uma unidade de trabalho em um sistema moderno de tempo compartilhado. Estados de um processo. gerenciamento de processos Objetivo Compreender a maneira como o sistema operacional controla o gerenciamento dos programas em execução por meio do gerenciamento de processos no qual cada processo representa

Leia mais

Deadlocks. Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Deadlocks. Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Dispositivos e recursos são compartilhados a todo momento: impressora, disco, arquivos,

Leia mais

O texto desta seção foi publicado em http://msdn.microsoft.com/ptbr/library/ms177433.aspx. o http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms178104.

O texto desta seção foi publicado em http://msdn.microsoft.com/ptbr/library/ms177433.aspx. o http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms178104. AULA 12 - Deadlocks Em alguns casos pode ocorrer a seguinte situação: um processo solicita um determinado recurso e este não está disponível no momento. Quando isso ocontece o processo entra para o estado

Leia mais

Exclusão Mútua Distribuída

Exclusão Mútua Distribuída Exclusão Mútua Distribuída Raimundo Macêdo Laboratório de Sistemas Distribuídos - LaSiD Universidade Federal da Bahia Propriedades de um programa distribuído (Lamport, 1977) Exemplo 2: sistema controlando

Leia mais

Programação Concorrente Processos e Threads

Programação Concorrente Processos e Threads Programação Concorrente Processos e Threads Prof. Eduardo Alchieri Processos O conceito mais central em qualquer sistema operacional é o processo Uma abstração de um programa em execução Um programa por

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Software Sistema de Entrada/Saída Princípios de Software Tratadores (Manipuladores) de Interrupções Acionadores de Dispositivos (Device Drivers)

Leia mais

Sistemas Operacionais. Estruturas de SO. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br

Sistemas Operacionais. Estruturas de SO. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br Sistemas Operacionais Estruturas de SO Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Estrutura do SO Chamadas ao Sistema Sistemas Monolíticos Sistemas em Camadas Sistemas Cliente-Servidor 2

Leia mais

IFPE. Disciplina: Sistemas Operacionais. Prof. Anderson Luiz Moreira

IFPE. Disciplina: Sistemas Operacionais. Prof. Anderson Luiz Moreira IFPE Disciplina: Sistemas Operacionais Prof. Anderson Luiz Moreira SERVIÇOS OFERECIDOS PELOS SOS 1 Introdução O SO é formado por um conjunto de rotinas (procedimentos) que oferecem serviços aos usuários

Leia mais

EXEMPLO: Processo para atualização da hora Processo para monitoramento da necessidade de proteção de tela. Figura 4-1 - Exemplo

EXEMPLO: Processo para atualização da hora Processo para monitoramento da necessidade de proteção de tela. Figura 4-1 - Exemplo 4 PROCESSOS Os primeiros sistemas operacionais permitiam que apenas um processo fosse executado por vez. Dessa maneira, este processo tinha todo o sistema computacional a sua disposição. Os atuais sistemas

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Operacionais. Processos. Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2007. Unidade 02-002 Processos

Fundamentos de Sistemas Operacionais. Processos. Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2007. Unidade 02-002 Processos Processos Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2007 1 Processos Programa em execução: processos do próprio sistema (SYSTEM no gerenciador de tarefas); processos do usuário; Sistemas multiprogramáveis: muitos

Leia mais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.2 Aspectos Gerais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.2 Aspectos Gerais Sistemas Operacionais Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 1.2 Aspectos Gerais Estrutura do Sistema Operacional Principais Funções do Sistema Operacional Tratamento de interrupções e exceções Criação e

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Prof. José Gonçalves Dias Neto profneto_ti@hotmail.com Sistemas Operacionais Carga horária total:

Leia mais

Monitores. Conceito Sistemas Operacionais II

Monitores. Conceito Sistemas Operacionais II Monitores Conceito Sistemas Operacionais II Monitores Autores Daniel Artur Seelig Fábio Lutz Local Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Informática Sistemas Operacionais II Professor

Leia mais

Máquina de estados UNIX O

Máquina de estados UNIX O Estruturas Processos de Controle (Aula 5) Aula Interrupções Profa. Patricia Gerência fluxo, execução D. O Abstração passada Criação podendo de gerar hw e transição sw (mudança de CostaLPRM/DI/UFES que

Leia mais

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Comunicação e Sincronismo entre processos Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO 1 Comunicação entre Processos Processos

Leia mais

Máquina de estados UNIX O. Sistemas Operacionais 2008/1Profa. Patricia S.O. computação: recursos D. S.O S.O. controla eventos no sistema de

Máquina de estados UNIX O. Sistemas Operacionais 2008/1Profa. Patricia S.O. computação: recursos D. S.O S.O. controla eventos no sistema de Estruturas Processos de Controle (Aula 5) Aula Interrupções Profa. Patricia Gerência fluxo, execução D. O Abstração passada Criação podendo de gerar hw e transição sw (mudança de CostaLPRM/DI/UFES que

Leia mais

GABARITO COMENTADO SISTEMAS OPERACIONAIS. PROF. Cláudio de C. Monteiro, Evanderson S. de Almeida, Vinícius de M. Rios

GABARITO COMENTADO SISTEMAS OPERACIONAIS. PROF. Cláudio de C. Monteiro, Evanderson S. de Almeida, Vinícius de M. Rios CURSO - TADS TURMA 2008.1 2 PERÍODO 3 MÓDULO AVALIAÇÃO MP2 DATA 02/10/2008 SISTEMAS OPERACIONAIS 2008/2 GABARITO COMENTADO SISTEMAS OPERACIONAIS PROF. Cláudio de C. Monteiro, Evanderson S. de Almeida,

Leia mais

Sistema Operacional. Processo e Threads. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Sistemas Operacionais

Sistema Operacional. Processo e Threads. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Sistemas Operacionais Sistema Operacional Processo e Threads Introdução a Processos Todos os computadores modernos são capazes de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Enquanto executa um programa do usuário, um computador pode

Leia mais

Sistemas Operacionais. Capítulo 7 Sincronização e Comunicação entre Processos

Sistemas Operacionais. Capítulo 7 Sincronização e Comunicação entre Processos Sistemas Operacionais Capítulo 7 Sincronização e Comunicação entre Processos Baseado no Livro e Material de Apoio de Arquitetura de Sistemas Operacionais 3ª edição - LTC - 2004 Francis Berenger Machado

Leia mais

Sistemas Operacionais Processos e Threads

Sistemas Operacionais Processos e Threads Sistemas Operacionais Processos e Threads Prof. Marcos Monteiro, MBA http://www.marcosmonteiro.com.br contato@marcosmonteiro.com.br 1 Estrutura de um Sistema Operacional 2 GERÊNCIA DE PROCESSOS Um processo

Leia mais

Capítulo 4 Gerência do Processador. O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano. Isaac Newton

Capítulo 4 Gerência do Processador. O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano. Isaac Newton Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Instituto de Engenharia de Sistemas e Tecnologias da Informação IESTI CCO 004 Sistemas Operacionais Prof. Edmilson Marmo Moreira 4.1 Introdução Capítulo 4 Gerência

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Aleardo Manacero Jr.

Sistemas Distribuídos. Aleardo Manacero Jr. Sistemas Distribuídos Aleardo Manacero Jr. Conteúdo Conceitos fundamentais Estratégias de controle: relógios e algoritmos de sincronismo Serviços: arquivos e memória Corba Processamento distribuído Sistemas

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS Turma de Redes AULA 06 www.eduardosilvestri.com.br silvestri@eduardosilvestri.com.br Estrutura do Sistema Operacional Introdução É bastante complexo a estrutura de um sistema operacional,

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN SISTEMAS OPERACIONAIS Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN 1.0 O Sistema Operacional como uma Máquina Virtual A arquitetura (conjunto de instruções, organização de memória, E/S e estrutura

Leia mais

E/S PROGRAMADA E/S PROGRAMADA E/S USANDO INTERRUPÇÃO

E/S PROGRAMADA E/S PROGRAMADA E/S USANDO INTERRUPÇÃO E/S PROGRAMADA QUANDO A CPU FAZ TODO O TRABALHO RELACIONADO A UMA OPERAÇÃO DE E/S, NO CASO DO PROCESSO QUERER IMPRIMIR (NA IMPRESSORA) ABCDEFGH : ESTES CARACTERES SÃO COLOCADOS EM UMA ÁREA DE MEMÓRIA DO

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores

Organização e Arquitetura de Computadores Organização e Arquitetura de Computadores Entrada e saída Alexandre Amory Edson Moreno Nas Aulas Anteriores Foco na Arquitetura e Organização internas da Cleo Modelo Von Neuman Circuito combinacional Circuito

Leia mais

Aula 3. Sistemas Operacionais. Prof: Carlos Eduardo de Carvalho Dantas (carloseduardoxpto@gmail.com) http://carloseduardoxp.wordpress.

Aula 3. Sistemas Operacionais. Prof: Carlos Eduardo de Carvalho Dantas (carloseduardoxpto@gmail.com) http://carloseduardoxp.wordpress. Sistemas Operacionais Aula 3 Prof: Carlos Eduardo de Carvalho Dantas (carloseduardoxpto@gmail.com) http://carloseduardoxp.wordpress.com Nunca cone em um computador que você não pode jogar pela janela.

Leia mais

Sistemas Operacionais - Prof. Fabricio Alessi Steinmacher - email:fsteinmacher@gmail.com OBJETIVOS OPERACIONAIS. fsteinmacher@gmail.

Sistemas Operacionais - Prof. Fabricio Alessi Steinmacher - email:fsteinmacher@gmail.com OBJETIVOS OPERACIONAIS. fsteinmacher@gmail. SISTEMAS Introdução a Sistemas Operacionais Prof. Fabricio Alessi Steinmacher - email: OBJETIVOS Identificar as funções e os componentes de um Sistema Operacional; Diferenciar os tipos de Sistemas Operacionais

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS 2007

SISTEMAS OPERACIONAIS 2007 SISTEMAS OPERACIONAIS 2007 VISÃO GERAL Sumário Conceito Máquina de Níveis Conceituação de SO Componentes do SO Visões do SO Conceito de Sistemas O que se espera de um sistema de computação? Execução de

Leia mais

Tipos de sistemas operacionais

Tipos de sistemas operacionais Tipos de sistemas operacionais Sistemas Operacionais de Computadores de Grande Porte Sistemas Operacionais para Servidores Sistemas Operacionais de Multiprocessadores Sistemas Operacionais para Computadores

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 04 - Concorrência. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 04 - Concorrência. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 04 - Concorrência Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed. LTC, 2007. Mono x Multiprogramação

Leia mais

SO - Conceitos Básicos. Introdução ao Computador 2010/01 Renan Manola

SO - Conceitos Básicos. Introdução ao Computador 2010/01 Renan Manola SO - Conceitos Básicos Introdução ao Computador 2010/01 Renan Manola Definição de SO É uma camada de software que opera entre o hardware e os programas aplicativos voltados ao usuário final. É uma estrutura

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO INSTITUTO POLITÉCNICO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas Operacionais Notas de Aulas: Tópicos 7 e 8 Estrutura do Sistema Operacional São Paulo 2009 1 Sumário

Leia mais

Visão Geral de Sistemas Operacionais

Visão Geral de Sistemas Operacionais Visão Geral de Sistemas Operacionais Sumário Um sistema operacional é um intermediário entre usuários e o hardware do computador. Desta forma, o usuário pode executar programas de forma conveniente e eficiente.

Leia mais

Gerência do Processador

Gerência do Processador Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br Gerência do Processador Desenvolvimento web II IMPORTANTE SABER Desenvolvimento web II DEADLOCK (interbloqueio, blocagem, impasse) Situação em

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Estruturas de Sistemas de Computação O sistema operacional precisa garantir a operação correta do sistema de computação. Operação

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 4 SUPORTE AO SISTEMA OPERACIONAL Prof. Luiz Gustavo A. Martins Sistema Operacional (S.O.) Programa responsável por: Gerenciar os recursos do computador. Controlar a execução

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

Arquitetura dos Sistemas Operacionais

Arquitetura dos Sistemas Operacionais Arquitetura dos Sistemas Operacionais Arquitetura de um Sistema Operacional Basicamente dividido em shell é a interface entre o usuário e o sistema operacional é um interpretador de comandos possui embutido

Leia mais

BC1518-Sistemas Operacionais. Prof. Marcelo Z. do Nascimento marcelo.nascimento@ufabc.edu.br

BC1518-Sistemas Operacionais. Prof. Marcelo Z. do Nascimento marcelo.nascimento@ufabc.edu.br BC1518-Sistemas Operacionais Sincronização de Processos (aula 5 Parte 2) Prof. Marcelo Z. do Nascimento marcelo.nascimento@ufabc.edu.br Roteiro Semáforos Monitores Passagem de Mensagem Exemplos em S.O.

Leia mais

Sistemas Distribuídos Processos I. Prof. MSc. Hugo Souza

Sistemas Distribuídos Processos I. Prof. MSc. Hugo Souza Sistemas Distribuídos Processos I Prof. MSc. Hugo Souza Até agora vimos a organização como um todo dos SDS, com o mapeamento estrutural e suas devidas características descritas em elementos, regras, conceitos,

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS Tópico 4 Estrutura do Sistema Operacional Prof. Rafael Gross prof.rafaelgross@fatec.sp.gov.br FUNÇÕES DO NUCLEO As principais funções do núcleo encontradas na maioria dos sistemas

Leia mais

2. NÍVEL DE SISTEMA OPERACIONAL

2. NÍVEL DE SISTEMA OPERACIONAL 2. NÍVEL DE SISTEMA OPERACIONAL Nos períodos anteriores foram mostrados os níveis iniciais da organização de um computador, quando vimos em Circuitos Digitais os detalhes do Nível 0 (zero) de Lógica Digital.

Leia mais

2 Modelos de Implementação

2 Modelos de Implementação 2 Modelos de Implementação Os modelos de concorrência definem como uma aplicação atende às requisições concorrentes. Os modelos de sandboxes definem como o ambiente das aplicações são criados. Os modelos

Leia mais

Gerência de Processador

Gerência de Processador Gerência de Processador Prof. Edwar Saliba Júnior Junho de 2009 Unidade 03-003 Gerência de Processador 1 Introdução Com o surgimento dos sistemas multiprogramáveis, onde múltiplos processos poderiam permanecer

Leia mais

Contrato de Serviços Abreuhost

Contrato de Serviços Abreuhost Contrato de Serviços Abreuhost Atualizado em 11 de junho de 2014 Obrigado por escolher o Abreuhost Este é um Contrato entre você e a Abreuhost (ou com base em seu local de residência, uma de suas afiliadas)

Leia mais

Capítulo 2. Processos e Threads. Processos e threads

Capítulo 2. Processos e Threads. Processos e threads Capítulo 2 Processos e Threads 1 Processos e threads 1. Processos 2. Threads 3. Comunicação inter processos (IPC) 4. Problemas clássicos de IPC 5. Escalonamento (Scheduling) 2 1 Processos: O modelo de

Leia mais

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Conceitos básicos e serviços do Sistema Operacional Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Tipos de serviço do S.O. O S.O.

Leia mais

Concurso Público para provimento de cargo efetivo de Docentes. Edital 20/2015 CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO I Campus Rio Pomba

Concurso Público para provimento de cargo efetivo de Docentes. Edital 20/2015 CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO I Campus Rio Pomba Questão 01 Assumindo um registrador de 10 bits e utilizando-se de representação binária, com valores negativos representados em código de 2, os valores em representação decimal 235, -189 possuem, respectivamente,

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais GERÊNCIA DO PROCESSADOR MACHADO/MAIA: CAPÍTULO 08 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Gerenciamento do Processador A gerência do processador pode ser considerada a atividade

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS. 2º TRIMESTRE Patrícia Lucas

SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS. 2º TRIMESTRE Patrícia Lucas SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMAS OPERACIONAIS 2º TRIMESTRE Patrícia Lucas O QUE SÃO SISTEMAS OPERACIONAIS? Um sistema operacional é um conjunto de rotinas executado pelo processador, de forma semelhante

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES E SISTEMAS OPERACIONAIS P/ CONCURSOS PÚBLICOS FOCO: ESAF/CESGRANRIO/FCC. Prof. Almeida Jr

ARQUITETURA DE COMPUTADORES E SISTEMAS OPERACIONAIS P/ CONCURSOS PÚBLICOS FOCO: ESAF/CESGRANRIO/FCC. Prof. Almeida Jr ARQUITETURA DE COMPUTADORES E SISTEMAS OPERACIONAIS P/ CONCURSOS PÚBLICOS FOCO: ESAF/CESGRANRIO/FCC Prof. Almeida Jr Processos Conceitos Básicos Nomes Tipos Batch: jobs CPU-bound T.Sharing: Tarefas/Processos

Leia mais

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional 01 INTRODUÇÃO 1.5 ESTRUTURA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS O Sistema Operacional é formado por um Conjunto de rotinas (denominado de núcleo do sistema ou kernel) que oferece serviços aos usuários e suas aplicações

Leia mais

1º Estudo Dirigido. Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais

1º Estudo Dirigido. Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais 1º Estudo Dirigido Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais 1. Defina um sistema operacional de uma forma conceitual correta, através de suas palavras. R: Sistemas Operacionais são programas de

Leia mais

Guia de administração. BlackBerry Professional Software para Microsoft Exchange. Versão: 4.1 Service pack: 4B

Guia de administração. BlackBerry Professional Software para Microsoft Exchange. Versão: 4.1 Service pack: 4B BlackBerry Professional Software para Microsoft Exchange Versão: 4.1 Service pack: 4B SWD-313211-0911044452-012 Conteúdo 1 Gerenciando contas de usuários... 7 Adicionar uma conta de usuário... 7 Adicionar

Leia mais

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO Sistemas Operacionais Conteúdo retirado de: SOsim: SIMULADOR PARA O ENSINO DE SISTEMAS OPERACIONAIS Luiz Paulo Maia

Leia mais

Sincronização. Cooperação entre Processos

Sincronização. Cooperação entre Processos Sincronização Parte II Programação Concorrente Cooperação entre Processos Vários processos executam em conjunto uma ou mais tarefas, nas quais Competem por recursos Indicam uns aos outros a: Ausência/existência

Leia mais

Mecanismo de Interrupção

Mecanismo de Interrupção Mecanismo de Interrupção Paralelismo de Operação Num sistema multiprogramado a CPU está sempre apta a compartilhar o seu tempo entre os vários programas e os diferentes dispositivos periféricos que necessitam

Leia mais