Suplementação de Bovinos de corte

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1 Suplementação de Bovinos de corte Leonardo de Oliveira Fernandes Professor da FAZU Pesquisador da EPAMIG FAZU/EPAMIG Brasil

2 POTENCIAL DAS PASTAGENS 0,6 a 0,8 kg/bovino/dia (águas); 0,2 kg/bovino/dia (seca); kg/ha/ano

3 Potencial das Pastagens Tabela 1. Ganho de peso de novilhos Nelore mantidos em pastagens no período das águas. Tratamentos GMD (kg/dia) Brachiaria ruziziensis 0,763a Brachiaria brizantha cv. Marandu 0,849a Panicum maximum cv. Mombaça 0,824a Panicum maximum cv. Tanzânia 0,762a CV (%) 15,78 Medias seguidas de uma mesma letra não diferem pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. GMD ganho médio diário FONTE: FERNANDES et al. (2003)

4 Tabela 2. Ganho de peso de novilhos Nelore mantidos em pastagens no período da seca. Tratamentos Brachiaria ruziziensis (testemunha) Panicum maximum cv. Mombaça Brachiaria brizantha cv. Marandu Panicum maximum cv. Mombaça Brachiaria brizantha cv. Marandu Panicum maximum cv. Tanzânia CV (%) GMD (kg/dia) 0,301a 0,387a 0,426a 0,320a 0,435a 0,374a 16,71 Medias seguidas de uma mesma letra não diferem pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. GMD ganho médio diário FONTE: FERNANDES et al. (2003)

5 MANEJO DE PASTAGENS Qualidade da forragem Oferta de forragem

6 MANEJO DE PASTAGENS Qualidade da forragem y = -0,6054x 2 + 3,0089x + 10,25 R 2 = 0, % da MS FDN FDA PB /11-02/01 03/01-07/02 08/02-15/03 16/03-20/04 21/04-01/07 02/07-10/09 Pe r ío d o (d ias ) FIGURA 1 Conteúdo de FDN, FDA, PB da forragem disponível no pastejo rotacionado durante período experimental (FERNANDES et al., 2003)

7 Oferta de forragem 8 y = 0,0922x 3-1,156x 2 + 2,9971x + 5,24 R 2 = 0, y = 29,881x 2-558,45x ,8 R 2 = 0, PMS TLOT /11-02/01 03/01-07/02 08/02-15/03 16/03-20/04 21/04-01/07 02/07-10/09 11/09-09/11 10/11-26/11 Períodos de avaliação FIGURA 2 Produção de massa seca (PMS) e taxa de lotação (TLOT) observados no sistema de pastejo rotacionado (FERNANDES et al., 2003).

8 MANEJO DE PASTAGENS Taxa de lotação Pressão de pastejo Capacidade de suporte

9 MANEJO DE PASTAGENS Ganho por animal Ganho por área

10 Relações entre forragem disponível e ganhos por área e por animal Blaser, 1988

11 Valor nutritivo de plantas forrageiras Blaser, 1988

12 Disponibilidade de forragem e Desempenho animal

13 Disponibilidade de forragem, digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) relacionado ao desempenho animal (Wheeler, 1981).

14 Relação entre composição química da forragem disponível e período de ocupação da pastagem. Blaser, 1988

15 Relações entre consumo, digestibilidade e estádio de desenvolvimento de plantas forrageiras Moore (1980)

16 Pastejo seletivo

17 Pastejo seletivo

18

19 Ganho de peso, capacidade de suporte e ganho por área em diferentes sistemas de pastejo rotacionado Pastejo com dois grupos de animais Pastejo, Pastejadores Animais de Média/Total um grupo de ponta repasse kg animal/dia 0,61 0,37 0,49 (Média) 0,49 Novilhos/ha 2,55 2,55 5,1 (Total) 4,9 Kg/ha (Total) 917 Blaser et al. (1988)

20 Suplementação X Utilização do pasto

21 A suplementação de animais em pastejo é realizada com os seguintes objetivos: Corrigir a deficiência de nutrientes da forragem; Aumentar a capacidade de suporte das pastagens; Potencializar o ganho de peso; Diminuir a idade ao abate; Auxiliar no manejo das pastagens; Fornecer aditivos ou promotores de crescimento.

22 Valores de PB do pasto < 7,0 %, deficiência Acima de 12,0 % atende exigência de gado de corte

23 210 g de PB degradável/ kg MO digestível, resulta em perda de N 170 g PB degradável/ kg MO digestível, síntese eficiente de proteína microbiana Poppi e McLennan, 1995

24 Decréscimo no consumo de forragem Coeficiente de substituição = Quantidade de suplemento consumido

25 Substituição Suplementação acima de 0,7 % do PV Relação NDT/PB < 7,0 Moore et al., 1999

26 Efeitos associativos entre o consumo de suplementos e o de forragem Fonte: Adaptado de Moore, 1980

27 Prioridades para uma suplementação eficiente: Utilizar os recursos disponíveis na localidade e identificar as restrições nutricionais; Otimizar a atividade dos microrganismos do rúmen para maximizar a síntese de proteína microbiana; Oferecer nutrientes que complementem os produtos finais da digestão em função dos requerimentos dos animais.

28 PERÍODO DAS ÁGUAS Forragem valor de proteína com alta degradabilidade ruminal Máxima síntese microbiana 100 g de PB Deficiência de energia maximizar utilização da PB presente na forragem Suplementação protéico-energética -GP

29 PERÍODO DA SECA produção de forragem manejo de pastagem conservação de forragem valor nutritivo da forragem manejo de pastagem suplementação

30 BRAQUIARÃO DIFERIDO EM FEVEREIRO USO A PARTIR DE MAIO PASTEJO ROTACIONADO TAXA DE LOTAÇÃO = 2,4 UA/Ha, SECA 4,84 UA/Ha ÁGUAS 5 DIAS DE OCUPAÇÃO 55 DIAS DE DESCANSO

31 Ganho de peso (GPV kg/dia) de novilhos mantidos em pastagens de braquiária brizantha, suplementados durante o período de secas e águas. Período de seca (20/06/02 a 21/11/02) Grupos Genéticos SS 1 Suplemento 0,6% do PV Nelore Red Angus 0,79 Mestiço Leiteiro 0,73 Nelore 0,61 Período de águas 30/12/02 a 25/02/03 Grupos Genéticos GPV Suplementos GPV Nelore Red Angus 1,07 SA 2 0,2 %PV 0,83 Mestiço Leiteiro 0,96 AS 2 0,6 %PV 0,99 Nelore 0,95 SA 2 1,0 %PV 1,16 Composição química da forragem (% MS) no período seco MS PB FDN FDA Hemicelulose 39,3 4,8 73,2 39,8 33,4 Brachiaria brizantha, pastejo rotacionado, 55 e 33 dias de descanso, secas e águas, respectivamente, com oferta de 6 a 10% do PV. 1 SS= Farelo de soja (8,67%), milho (36,63%), polpa cítrica (51,81), uréia (2,89%). 2. SA= Farelo de algodão 38 (9,82%), Polpa cítrica (77,86%), Glutenose (12,32%). Freitas et al. (2003)

32 Ganho de peso (kg/dia) de novilhos Nelore x Limousin, mantidos em pastagens de B. brizantha no período das águas e terminados na seca em diferentes sistemas. Período da águas Período da seca Tratamento Ganho Tratamento Ganho B. brizantha ( P) 0,74 P + Pastejo Rotacionado-SS (0,8 % PV) 0,87 B. brizantha (SA1 0,4% PV) 0,88 SA1 + Pastejo Rotacionado-SS (0,8 % PV) 0,85 B. brizantha (SA2 0,7% PV) 1,04 SA2 + Pastejo Rotacionado-SS (0,8 % PV) 0,79 B. brizantha (P) --- P + Confinamento 1,45 B. brizantha SA1 (0,4% PV) --- SA1 + Confinamento 1,58 B. brizantha SA2 (0,7% PV) --- SA2 + Confinamento 1,47 Composição química do pasto disponível (% MS) Período MS PB FDN FDA Cel. Hem. Lignina Águas 19,79 11,0 74,2 39,8 33,6 34,4 6,2 Seca 29,92 8,6 75,6 45,7 34,0 29,9 7,0 P= Brachiaria brizantha, pastejo rotacionado, 32 dias de descanso, oferta de 4 kg de MS/100 kg PV SA= Suplemento fornecido nas águas, SS= Suplemento fornecido nas secas, C= Confinamento SA1= Farelo de soja (34,21%), milho (59,0%), uréia (6,11%), sulfato de amônio (0,68%). SA2= Farelo de soja (14,43%), milho (81,46%), uréia (3,68%), sulfato de amônio (0,43%). SS= Farelo de soja (29,24%), milho (67,09%), uréia (3,30%), sulfato de amônio (0,37%). C= Farelo de soja (21,76%), milho (74,56%), uréia (3,31%), sulfato de amônio (0,37%). Fernandes et al. (2003)

33 Ganho de peso (kg/dia) de novilhos Nelore x Blonde D'Actaine, mantidos em pastagens no período das águas e terminados na seca em diferentes sistemas. Período da águas Período da seca Tratamento Ganho Tratamento Ganho B. brizantha ( P) 0,77 P + Pastejo Rotacionado- SS (0,8 % PV) 1,12 B. brizantha ( P) P + Pastejo Diferido-SS (0,8 % PV) 1,08 B. brizantha ( P) P + Confinamento 1,24 B. brizantha (SA 0,6% PV) 1,06 (SA1) + Pastejo Rotacionado-SS (0,8 % PV) 1,10 B. brizantha (SA 0,6% PV) --- (SA1) + Pastejo Diferido-SS (0,8 % PV) 0,99 B. brizantha (SA 0,6% PV) --- (SA1) + Confinamento 1,11 Composição química do pasto disponível (% MS) Período MS PB FDN FDA Hem Cel. Lignina Águas 19,7 13,3 70,7 38,5 32,2 33,4 5,1 Seca 35,6 8,3 72,5 39,0 33,5 33,42 5,6 P= Brachiaria brizantha, pastejo rotacionado, 32 dias de descanso, oferta de 4 kg de MS/100 kg PV Pasto diferido= Brachiaria brizantha, oferta de 7 kg de MS/100 kg PV. SA= Suplemento fornecido nas águas, SS= Suplemento fornecido nas secas, C= Confinamento SA= Farelo de soja (8,52%), milho (70,82%), glutenose (13,60%), melaço (1,00) uréia (4,10%), sulfato de amônio (0,43%), fosfato bicálcico (1,53%). SS= Farelo de soja (22,51%), milho (66,08%), glutenose (7,17%), uréia (2,79%), sulfato de amônio (0,31%), fosfato bicálcico (1,14%). C= Farelo de soja (19,19%), milho (69,16%), glutenose (7,18%), uréia (3,15%), sulfato de amônio (0,35%), fosfato bicálcico (0,97%). Fernandes et al. (2003)

34 TABELA 01. Composição química da forragem e ganho de peso (GMD), peso inicial (PI) e final (PF) e ganho de peso no período (GPP) de novilhos Nelore mantidos em pastagens de Brachiaria brizantha cv. Marandu no período das águas, recebendo ou não suplementação. Tratamento SS SMG SPC CV(%) Forrageira GMD Kg/dia 0,55b 0,89a 0,90a 16,5 Capim Brachiaria brizantha cv. Marandu FERNANDES et al. (2004). Composição química da forragem MS 19,4 PI kg PB 12,6 FDN 68,2 PF kg FDA 37,5 Cel. 32,6 GPP (108 dias) Hem. Lignina 30,7 4,9

35 TABELA 2 Peso inicial (PI), peso final (PF), ganho de peso no período (GPP), ganho médio diário (GMD) e rendimento de carcaça (RC) de novilhos Nelore terminados em diferentes sistemas durante o período da seca. Tratamentos PI PF GPP GMD RC (kg) (Kg) (kg) (Kg) (%) TPR ,02b 53,8a TPD ,77c 53,0a TC ,27a 54,4a CV (%) ,0 9,5 Médias seguidas de mesma letra na coluna não diferem pelo teste de Tukey a 5%probabilidade. TPR Animais terminados em pastejo rotacionado + suplementação com 0,8% de MS em relação ao peso. TPD Animais terminados em pastejo diferido + suplementação com 0,8% de MS em relação ao peso. TC Animais terminados em confinamento FONTE: FERNANDES et al. (2004).

36 TABELA 03. Composição química da forragem e ganho de peso (GMD), peso inicial (PI) e final (PF) e ganho de peso no período (GPP) de novilhos ½ Nelore x Limousin mantidos em pastagens de Brachiaria brizantha cv. Marandu no período das águas, recebendo ou não suplementação. Tratamento GMD Kg/dia PI kg PF kg GPP (108 dias) SS 0, CS 0, CV(%) 18, Composição química da forragem Forrageira MS PB FDN FDA Cel Hem. Lignina Brachiaria brizantha cv. Marandu 23,1 14,5 67,0 30,9 26,5 36,1 4,4 Medias seguidas de uma mesma letra não diferem pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade; FONTE: FERNANDES et al. (2005).

37 TABELA 4 Peso inicial (PI), peso final (PF) e ganho de peso no período (GPP) de bovinos ½ Nelore x ½ Limousin submetidos a diferentes sistemas de terminação durante o período da seca. Tratamento PVI PVF GPP (138 dias) T T T T1 Bovinos terminados em pastagem de Brachiaria brizantha cv. Marandu, manejada em sistema de pastejo rotacionado suplementados com 0,8% em MS do peso; T2 Bovinos terminados em confinamento, suplementados com 0,8% em MS do peso ; T3 Bovinosterminados em confinamento, suplementados com 1% em MS do peso peso. FONTE: FERNANDES et al. (2005).

38 TABELA 5 Ganho médio diário (GMD) de bovinos ½ Nelore + ½ Limousin submetidos a diferentes estratégias de terminação no período da seca. Período Tratamento GMD (KG/DIA) 0,978a 0,862b 0,885b 0,857b 1,018a Médias seguidas da mesma letra na coluna não diferem pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. T1 Bovinos terminados em pastagem de Brachiaria brizantha cv. Marandu, manejada em sistema d e pastejo rotacionado suplementados com 0,8% em MS do peso; T2 Bovinos terminados em confinamento, suplementados com 0,8% em MS do peso ; T3 Bovinosterminados em confinamento, suplementados com 1% em MS do peso peso. FONTE: FERNANDES et al. (2005).

39 TABELA 9 Custo de produção por bovino, custo da arroba produzida, receita líquida e taxa de retorno durante o período das águas. Tratamento Bovino Compra R$ Custo Variável/bovino Forr. Conc. SM R$ R$ R$ MO R$ P.V. R$ Custo Fixo/ Bovino R$ Custo Total/ Bovino R$ RL / Bovino R$ TR % TA1 288,00 77,80 0 8,60 6,50 13,90 18,10 409,20 9,60 42,60 118,84 29,0 TA2 288,00 77,80 66,00 8,60 10,20 13,90 22,0 479,00 12,0 39,90 180,98 37,8 TA 1 Bovinos sem suplementação durante o período das águas. TA 2 Bovinos suplementados com 0,6% do PV durante o período das águas. SM Sal mineral; MO Mão de obra; P. V. Produtos comercializada; RL Receita líquida; TR Taxa de retorno; Forr. Forragem; Conc. - Concentrado. com. X valor pago RL/bovino = RB/bovino Custo total /bovino; Fonte: Fernandes et al. (2003)

40 Custo da arroba produzida Sistema de Produção Custo SSA + PR - S 0,8% R$43,84 SSA + PD S 0,8% R$44,75 SSA + C S 0,8% R$45,48 SA + PR S 0,8% R$43,45 SA + PD S 0,8% R$45,83 SA + C S 0,8% R$45,44

41 Ganho adicional de 0,20kg/dia Tratamentos Custo Águas Custo Confinamento Taxa de retorno % S/ Suplementação 42,40 43,35 33,8 SA 0,6% PV 43,60 45,51 27,4 SA 0,6% PV + AC 41,88 43,81 32,4

42 Ganho adicional de 0,34kg/dia Tratamentos Custo Águas Custo Confinamento Taxa de retorno % S/ Suplementação 37,86 43,35 33,8 SA 0,6% PV 38,67 44,38 30,7 SA 0,6% PV + AC 38,04 43,28 34,0

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