Expansão dos Fundos de Serviço/Acesso Universal para Superar o Abismo Digital

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1 Monografia Intel USF Expansão dos Fundos de Serviço/Acesso Universal para Superar o Abismo Digital Sumário Executivo Conforme o mundo se torna mais dependente da tecnologia da informação e comunicação (TIC), o acesso à Internet banda larga e seu uso são cada vez mais reconhecidos como essenciais para o crescimento econômico e para o provimento de educação, saúde e outros serviços básicos. Apesar desta aceitação crescente, as regiões em desenvolvimento continuam a enfrentar dificuldades para oferecer conectividade acessível à Internet, especialmente em áreas rurais e remotas. Os fundos de serviço/acesso universal oferecem uma grande promessa ao ajudar as nações em desenvolvimento a propiciar acesso à Internet banda larga acessível e a superar o Abismo Digital em relação às nações desenvolvidas. A maioria destes fundos foram inicialmente criados para assegurar a implantação generalizada dos equipamentos e serviços básicos de telefonia. No entanto, o rápido desenvolvimento das tecnologias de banda larga em anos recentes criou uma razão convincente para que os legisladores e reguladores expandam o uso dos fundos de acesso universal para além da telefonia básica e incluindo o acesso em banda larga. Em regiões remotas, onde o acesso à banda larga tem até o momento custos proibitivos, os fundos de serviço/acesso universal podem ser usados para subsidiar novas infraestruturas de banda larga e novas implementações de redes. Em países como Chile, Turquia e Malásia, governos criaram e reformaram com sucesso as políticas e fundos universais para estender os serviços de voz, dados e internet aos cidadãos até mesmo nas regiões mais remotas, muitas vezes usando as tecnologias wireless, que apresentam boa relação custo-benefício. Muitos outros países estão em processo de criar políticas semelhantes. Trabalhando com legisladores, reguladores, provedores de serviços de telecom e outros, a Intel ajudou diversos países no mundo a desenvolverem novos fundos de serviço/acesso universal ou adaptarem as políticas existentes em apoio à implementação da banda larga e à capacitação em TIC. A Intel oferece o apoio tecnológico e facilita a adoção das melhores práticas, incluindo a defesa dos sistemas de financiamento de mercado respaldados na neutralidade tecnológica e competitiva. E, mais importante, a Intel atua como parceiro experiente, unindo governos, empresas e cidadãos para ajudar a assegurar que os fundos de serviço/acesso universal apóiem o crescimento econômico dos indivíduos e países.

2 O valor dos fundos universais para as regiões em desenvolvimento: Ajudar comunidades rurais a competir na economia global Introdução Em 2004, apenas 1% da utilização total da banda larga no mundo não estava localizada no mundo desenvolvido. Esta é uma preocupação crescente, pois a falta de banda larga nas nações em desenvolvimento continua a aprofundar o chamado Abismo Digital. 1 Um relatório recente da ONU reconheceu que a banda larga está se tornando tão vital para pessoas e empresas que merece ser comparada a utilidades como água e eletricidade. 2 Mais de 44% dos países em desenvolvimento e em transição responderam à urgência de aumentar o acesso à banda larga com o estabelecimento de planos nacionais para promover uma sociedade da informação. Outros 20% estão desenvolvendo estes planos. No entanto, é necessário fazer mais do que isso nas nações em desenvolvimento para que se estabeleça e se expanda o acesso à banda larga e às redes de TIC de forma a estimular o crescimento econômico, criar empregos e serviços, e ajudar as empresas locais a competir no mundo. 3 O que são as políticas para o serviço/acesso universal? No contexto das telecomunicações, o serviço universal se refere à prestação de um nível básico de serviços de telecomunicações a todos os residentes de um país, incluindo aqueles em áreas rurais, remotas e de alto custo. O acesso universal é semelhante ao serviço universal, porém enfoca o fornecimento de meios de acesso razoáveis aos serviços básicos de telecom, como telefones públicos, ao invés de um serviço individual. Embora o serviço universal seja economicamente viável na maioria dos países industrializados, o acesso universal é um objetivo prático de curto ou médio prazo em muitos países em desenvolvimento. A maioria dos países têm uma política de serviço universal ou então de acesso universal. As políticas têm o apoio e são financiadas de formas diferentes em cada país, com os fundos de serviço/acesso universal tipicamente vindo de taxas ou das receitas gerais do governo. O primeiro passo para se obter a banda larga onipresente, de alta qualidade e acessível é estabelecer um mercado de banda larga altamente competitivo e minimamente regulado. Os investimentos podem ser grandes e arriscados, portanto devem ser fornecidos incentivos adequados de forma que os concorrentes de wireless e cabeados possam competir de forma agressiva e terem êxito. Em certas circunstâncias onde há custos elevados, os fundos de serviço/acesso universal também podem desempenhar um papel importante ao ajudar as nações a atingirem suas metas de maior acesso à Internet e de eliminar o Abismo Digital. A importância da banda larga O acesso à banda larga e as redes de TIC possibilitam a entrega de informações, bens e serviços que estimulam o crescimento econômico e ajudam as empresas locais a competirem. Sem este acesso, as comunidades remotas correm o risco de se tornarem cada vez mais marginalizadas e carentes dos serviços essenciais em educação, assistência médica, do governo, de comércio eletrônico e também serviços sociais. A implantação de serviços de banda larga traz numerosos benefícios para os países em desenvolvimento, particularmente em regiões rurais e remotas. As vantagens são: Desenvolvimento econômico: Pesquisas sugerem que a telecomunicação leva ao crescimento econômico. As comunidades sem uma infraestrutura adequada de telecom poderão não serem capazes de participar e prosperar na economia do século 21. Acesso à informação e recursos: As tecnologias de banda larga permitem que as comunidades rurais e remotas superem as restrições geográficas e obtenham acesso às informações e recursos sociais, políticos, econômicos e de informação financeira, nos âmbitos regional e mundial. Maior conhecimento e expertise: A Internet oferece acesso a treinamento e informações online que podem ajudar as comunidades rurais e remotas a melhor oferecerem serviços de saúde, educação e outros serviços sociais, ao mesmo tempo em que aprimoram as economias locais. Maiores oportunidades de mercado: Com o acesso à banda larga, os membros da comunidade podem ter acesso a mercados geograficamente remotos, aumentando seus negócios ao estabelecer uma gama maior de compradores em potencial. Maior produtividade empresarial: Os serviços baseados na Internet como e VoIP permitem que as empresas locais diminuam seus custos e aumentem as receitas. Crescimento das economias regionais e nacionais: Um relatório de 2006 da ONU estima que a banda larga continuará a contribuir com centenas de bilhões de dólares por ano para o PIB dos países desenvolvidos nos próximos anos. 4 1 ITU World Telecommunication Indicators Database, UNCTAD Information Economy Report, UNCTAD Information Economy Report, Ibid. 2

3 A importância da banda larga também é respaldada pelos resultados da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (WSIS), que destacou a necessidade de desenvolver e fortalecer a infraestrutura de banda larga nacional, regional e internacional, incluindo a entrega por satélite e por outros sistemas. A WSIS reconheceu a banda larga como sendo parte da infraestrutura de TIC, que é central para se atingir a meta da inclusão digital, permitindo o acesso universal, sustentável, onipresente e acessível à TIC. Expansão da banda larga para onde ela é mais necessária Os muitos benefícios do acesso à banda larga já atingiram os países desenvolvidos, onde a utilização da Internet continua a crescer e tem um papel cada vez maior na economia global. O Abismo Digital que separa os países desenvolvidos dos em desenvolvimento continuará a aumentar se estes benefícios não forem rapidamente estendidos às nações em desenvolvimento, incluindo as áreas rurais e remotas que atualmente são carentes ou, na melhor das hipóteses, mal-atendidas. A Ásia, Europa e as Américas representam 99% de todos os assinantes de banda larga, e a maioria destes usuários estão nas nações mais ricas. Em contraste, a África possui apenas 0,1% e os estados árabes apenas 0,2% de todos os assinantes de banda larga. Mesmo enquanto o número de assinantes de banda larga nas regiões desenvolvidas continua a crescer, o Abismo Digital permanece insidioso. 5 Para que os países em desenvolvimento aumentem a conectividade em banda larga, diversas barreiras básicas de acesso devem ser superadas. Estas barreiras incluem a baixa densidade de assinantes, falta de eletricidade, baixa renda, limitações geográficas e falta de conscientização dos consumidores a respeito dos benefícios potenciais da banda larga. Estão havendo progressos em atender a estas preocupações em muitos países, onde os sistemas de banda larga cabeados e wireless agora oferecem serviços de comunicação de voz, vídeo e dados, porém ainda falta muito por fazer. Conforme estabelecido em um relatório da ONU, o maior acesso e uso da banda larga requer que as nações em desenvolvimento propiciem intervenção governamental em áreas onde os provedores privados possam ser desencorajados a ir devido aos custos associados às dificuldades geográficas ou à ausência de massa crítica de clientes. 6 Os fundos de serviço/acesso universal podem ser um mecanismo ideal para que os governos possam subsidiar e apoiar as redes e serviços de banda larga nas regiões do mundo em desenvolvimento. Sendo assim, as nações desenvolvidas e as em desenvolvimento cada vez mais reconhecem que os fundos de serviço/acesso universal são a forma mais eficiente e transparente de oferecer subsídios enfocados para regiões onde o acesso à banda larga seria de outra forma inacessível. 4 Ibid. 5 ITU World Telecommunication Indicators, WSIS A Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (WSIS), um esforço conjunto das Nações Unidas e da União Internacional de Telecomunicações, ocorreu em 2003 e em Na WSIS, foi determinado que a infraestrutura de informação e telecomunicações é uma fundação essencial para uma sociedade da informação inclusiva : A conectividade é um agente habilitador central na construção da Sociedade da Informação. O acesso universal, onipresente, equitativo e acessível à infraestrutura e aos serviços de TIC constitui um dos desafios da Sociedade da Informação, e sua construção deveria ser um objetivo de todos os stakeholders envolvidos. Uma infraestrutura de rede de informação, comunicação e seus aplicativos, bem desenvolvidos, adaptados às condições regionais, nacionais e locais, de fácil acesso, custo baixo, e que façam maior uso da banda larga e de outras tecnologias inovadoras sempre que possível, pode acelerar o progresso socioeconômico dos países, e o bem-estar das pessoas, comunidades e povos. Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, Documentos Finais, Dezembro de 2005 Metas da WSIS para Acesso e Conectividade Em 2003, a WSIS estabeleceu metas de desenvolvimento aceitas internacionalmente para auxiliar os países a superarem o Abismo Digital. Estas metas incluem 10 formas de melhorar o acesso à TIC e a conectividade nos países do mundo: 1. Conectar vilarejos com TIC e estabelecer pontos de acesso comunitários 2. Conectar universidades, faculdades, escolas de segundo grau e primeiro grau com as TIC 3. Conectar centros científicos e de pesquisa com as TIC 4. Conectar bibliotecas públicas, centros culturais, museus, agências dos correios e arquivos com as TIC 5. Conectar centros de saúde e hospitais com as TIC 6. Conectar todos os departamentos dos governos (local e central) e estabelecer websites e endereços de 7. Adaptar todos os currículos escolares de primeiro e segundo graus para enfrentar os desafios da Sociedade da Informação, levando em conta as circunstâncias nacionais 8. Assegurar que toda a população do mundo tenha acesso aos serviços de televisão e rádio 9. Encorajar o desenvolvimento de conteúdo e estabelecer condições técnicas para facilitar a presença e utilização de todos os idiomas do mundo na Internet 10. Assegurar que mais da metade dos habitantes do mundo tenha o acesso às TIC ao seu alcance 6 UNCTAD Information Economy Report,

4 O valor emergente dos fundos de serviço/acesso universal Atualmente, a maior parte das políticas de serviço e acesso universal estão voltadas para assegurar que todos os lares em um dado país incluindo aqueles situados em áreas rurais, remotas e de alto custo tenham acesso individual ou público aos serviços essenciais de telecom. Os fundos utilizados na promoção das políticas de serviço e acesso universais são as vezes denominados de fundos USF, US, USO ou UA. Aqui, todos estes fundos são referidos como fundos de serviço/acesso universal. Os fundos de serviço/acesso universal coletam receitas de diversas fontes e então distribuem o dinheiro, em geral na forma de subsídios voltados ao apoio de programas de acesso ou serviço universais. Os fundos são usados em apoio a programas em áreas rurais e remotas geralmente consideradas não econômicas porque as receitas com assinaturas não cobririam os custos do serviço. As fontes dos fundos de serviço/acesso universal podem variar de país para país, mas podem incluir receitas de impostos em geral, orçamentos governamentais, contribuições dos provedores de serviços ou operadoras de telecom, e licenças e taxas aplicadas aos assinantes. No Brasil, por exemplo, o fundo de serviço universal, denominado FUST, é financiado por contribuições de operadoras de serviço fixo, móvel, multimídia e outras. Usos históricos dos fundos de serviço/acesso universal Quando foram criadas inicialmente, a maioria das políticas de serviço e acesso universais enfocavam exclusivamente o fornecimento de serviço telefônico de linha fixa acessível a todos os cidadãos, independente de sua situação geográfica. No final do século 20, esta era uma meta ambiciosa, pois apenas 10% da população mundial tinha acesso à telefonia em Em 2004, o mundo havia mudado. Cerca de 1,19 bilhão de linhas telefônicas fixas estavam em operação no mundo, porém os usuários de linhas fixas já tinham sido superados pelos 1,8 bilhão de assinantes de celular (28% da população mundial). Mais da metade destes assinantes de celular estavam, como ainda estão, em países em desenvolvimento, onde a telefonia móvel comprovou ser mais disponível, acessível e prática do que as linhas fixas, amplamente utilizadas nos países desenvolvidos. 8 Como resultado, em questão de décadas, a telefonia móvel atingiu mais pessoas no mundo em desenvolvimento do que os telefones fixos atingiram em mais de um século. 2,000 1,500 1, Assinantes de Telefonia e Usuários de Internet no Mundo, em Milhões Linhas fixas 1994 Figura 1. O número de Usuários de TIC no mundo, de 1994 a 2004 Assinantes de linhas fixas e celular, e usuários de Internet Fonte: ITU World Telecommunication Indicators Database. Celular Usuários de Internet A rápida emergência da tecnologia móvel criou um desafio em países onde as políticas e fundos universais eram projetados especificamente em apoio à telefonia fixa. Na América Latina, por exemplo, um relatório recente do Banco Mundial estimou que mais de US$ 2,3 bilhões em fundos de serviço/acesso universal estão no momento sem utilização, em parte porque os governos estão enfrentando dificuldades para desembolsar fundos em apoio à telefonia fixa. Em outros países, o aumento notavelmente rápido da utilização da telefonia móvel levou à reconsideração das políticas existentes de serviço e acesso universais. Muitos países já têm ou estão considerando expandir as distribuições de seus fundos de serviço/acesso universal para incluir as conexões banda larga além dos serviços de telecom tradicionais. Em países como Espanha, Peru, Chile e Paquistão, onde as políticas iniciais de serviço e acesso universais enfocavam a telefonia fixa, foram feitas revisões para assegurar que as políticas universais e também os fundos ligados a estas políticas incluíssem a cobertura do acesso banda larga. Outros países mudaram suas políticas para permitir que os fundos de serviço/acesso universal sejam usados no estabelecimento de telecentros e serviços relacionados de TIC em áreas rurais. A tecnologia de banda larga A expansão do uso dos fundos de serviço/acesso universal para incluir os serviços de banda larga é uma decisão sábia se a tecnologia estiver disponível em apoio a estes serviços. Felizmente, em anos recentes, a tecnologia de banda larga se tornou disponível e também mais confiável, com melhor custo-benefício e facilidade de implantação, até mesmo nas regiões mais rurais e remotas do mundo. 7 Tendências na Reforma das Telecomunicações 2006: Regulamentação do Mundo da Banda Larga, International Telecommunication Union. 8 Ibid. 4

5 A conectividade em regiões remotas exige tanto redes de backhaul quanto redes de última milha. Agora, as soluções acessíveis de backhaul incluem soluções cabeadas, por satélite e ponto a ponto baseadas em IP. As redes confiáveis de última milha, ou de acesso, para áreas não urbanas são as WiMAX, Wi-Fi mesh e Wi-Fi celular. Os atuais sistemas wireless podem atingir regiões remotas e ser implantados muito mais rapidamente e com melhor custo-benefício do que as soluções cabeadas, e ao mesmo tempo oferecer maior portabilidade e mobilidade. Além disso, a tecnologia wireless pode ser implantada de forma a atender ao crescimento da demanda, sem exigir atualizações caras em toda a rede. As soluções de wireless fixo utilizando WiMAX, bem como o Wi-Fi, são particularmente adequadas para áreas com densidades populacionais de apenas algumas pessoas por quilômetro quadrado. Exemplos de implantações bem-sucedidas de fundos universais Níveis de renda nacionais, restrições geográficas e outras considerações afetam o grau dos serviços e acessos universais oferecidos nos países ao redor do mundo. No entanto, a ampla variedade de países que já expandiram com sucesso suas políticas universais para incluir serviços de banda larga sugere que os governos e os legisladores têm grande controle sobre o grau de cobertura universal atingido em seus países. Os fundos de serviço/acesso universal na América Latina estabeleceram os padrões mundiais em termos de projeto e implementação. Na Ásia e na Europa, os serviços avançados de telecomunicações, incluindo acesso à Internet, foram disponibilizados ao público a um custo razoavelmente baixo, ajudando os países a superar o Abismo Digital, e também o abismo político e social entre as regiões urbanas e rurais. Estudos de caso de alguns países em desenvolvimento demonstram que as políticas de tecnologia e de acesso universal competitivamente neutro, quando combinadas com fundos de serviço/acesso universal bem administrados, podem permitir a expansão dos serviços de voz, dados e Internet para as regiões rurais e remotas. Estudo de Caso: Paquistão Política de acesso A política universal no Paquistão enfatiza que cada cidadão tem o direito ao serviço de telecom. Embora a política tenha sido vislumbrada na Lei de Telecom de 2000, ela não foi finalizada até 2006 para assegurar que as populações e áreas geográficas carentes e mal-atendidas recebessem serviços de telecomunicações e e-serviços, incluindo serviços de dados em banda larga. A Intel ajudou o governo na criação de sua política de serviços universais, que enfatiza três prioridades: Disponibilizar serviços de telefonia de voz e dados (adequados para acesso à Internet) acessíveis em toda parte Fomentar a banda larga, facilitando os e-serviços Introduzir telecentros para quem não puder arcar com os custos de ter dispositivos próprios O Fundo de Serviços Universais (USF) do país, que é monitorado pelo Ministério da Tecnologia da Informação, está financiando o aumento da cobertura e do serviço telefônicos e também de banda larga para áreas remotas e carentes. Os fundos do USF são coletados a partir de 1,5% da receita ajustada das operadoras de licenças, uma cobrança pelo acesso para o encerramento de chamadas e proventos relativos aos leilões das faixas de frequência. A meta do governo é aumentar a tele-densidade nas áreas rurais para 5% e atingir uma penetração de 1% da banda larga em todo o país até o final de Em áreas com contratos do USF, os contratantes aceitam estabelecer um telecentro para cada comunidade com 10 mil pessoas (ou mais). Até 2015, a meta é oferecer acesso ao serviço para pelo menos 95% da população total do país. Projetos separados para penetração de banda larga e para telecentros estão sendo lançados pelo país. Os desafios Tanto os serviços de telecom fixa quanto móvel têm aumentado significativamente no Paquistão nos últimos cinco anos, agora atingindo 75% dos 160 milhões de habitantes, porém o desenvolvimento tem se concentrado em grande medida nas áreas urbanas. Na província do Baluquistão, que cobre cerca de metade da superfície do Paquistão, a densidade populacional é de apenas 19 pessoas por quilômetro quadrado, e o acesso à telecom está disponível a apenas14% da população. 9 O USF está sendo usado como catalisador para motivar as operadoras a expandir os serviços a todas as áreas carentes do país. O desafio é particularmente grande dada a vastidão geográfica do país e à necessidade de fornecer cobertura a cerca de 10 milhões de cidadãos mal-atendidos que moram em áreas remotas. As operadoras de telecom estão receosas de entrar em áreas rurais porque os custos de operação são maiores do que as receitas esperadas. 9 Política do Fundo de Serviço Universal, Divisão de TI e Telecomunicações, Ministério da Tecnologia da Informação, Governo do Paquistão. 5

6 A solução O USF está sendo usado para assegurar a cobertura das áreas rurais mal-atendidas do país a um custo eficaz. Uma empresa independente foi criada no início de 2007 para implementar a política do governo seguindo um processo aberto e transparente. A empresa identifica as áreas mal-atendidas ( Lotes ), e por meio de leilões reversos, assina contratos com as operadoras de telecom licenciadas que forem elegíveis. As contratantes devem fornecer acesso a todo cidadão que o desejar dentro dos Lotes, e são obrigadas a instalar equipamentos suficientes para atender pelo menos 5% da população em cada lote. As contratadas são também obrigadas a estabelecer telecentros para comunidades com populações de 10 mil habitantes ou mais. A política do USF é neutra em relação à tecnologia, e os leilões reversos encorajam a inovação e a disciplina no mercado, ao mesmo tempo em que minimizam os custos. Para oferecer serviços de redes em áreas remotas, utiliza-se uma combinação de celular, wireless local loop, Wi-Fi, WiMAX e bandas de WLAN, bem como links fixos para o backhaul. Nos telecentros do país, a Intel está trabalhando com os provedores de serviços para oferecer PCs acessíveis e outros equipamentos que são fáceis de implantar, de atualizar e manter, até mesmo em áreas rurais e remotas. Os benefícios Os benefícios da política de serviço universal no Paquistão incluem melhores níveis de educação, saúde, comunicação, coesão social e oportunidades de emprego. O maior acesso aos serviços do governo, a informações, serviços comerciais e mercados também deve servir de apoio a melhorias nas economias locais. Quando novas áreas receberem cobertura, o clima de investimentos deverá melhorar, já que as empresas que dependem das telecomunicações se realocarão para a área, apoiando a economia local. Os subsídios do USF também deverão mobilizar investimentos privados em acesso universal, conforme a demanda comercial nas áreas cobertas esteja cada vez mais satisfeita. As áreas vizinhas se tornarão mais próximas ao backhaul, o que deverá resultar em maior cobertura, e serviços adicionais poderão ser demandados por aqueles que já recebem os serviços mínimos. Estudo de Caso: Chile Política de acesso ou serviço universal O Chile foi um dos primeiros países a utilizar um mecanismo de mercado para implementar uma política de acesso universal bem-sucedida. O fundo universal do país, o FDT, foi estabelecido em 1994 para subsidiar a instalação de telefones públicos em áreas rurais carentes de baixa renda. Em 1999, as metas iniciais do programa do FDT foram atingidas, e o governo revisou sua política de acesso universal para permitir o financiamento de telecentros comunitários que ofereciam acesso à Internet e outras novas tecnologias de informação e comunicação. Um Conselho Ministerial especial administra o FDT, e o fundo é financiado a partir do orçamento do governo nacional chileno. O governo vê o acesso universal como uma questão de política social, e portanto acredita que o subsídio ao acesso universal é uma responsabilidade do governo, e não das operadoras de telecom ou dos assinantes. Os desafios Na América Latina, 85% da população jamais acessou a Internet e o mercado geral de PCs atinge menos de 10% da população total. O setor de telecom do Chile foi o primeiro na América Latina a ser privatizado e aberto à concorrência, o que levou à diminuição dos preços de telecom e à maior tele-densidade em grande parte do país. No entanto, algumas áreas de baixa renda e rurais permaneciam carentes. Um órgão regulador das telecomunicações, a SubTel, foi colocado a cargo da criação do projeto do FDT e do processo de seleção. Em resposta aos atrasos iniciais na instalação de telefones públicos no programa do FDT, a SubTel precisou emitir avisos e aplicar multas. A solução Quando o programa do FDT foi iniciado, 6 mil localidades foram identificadas como carentes. De 1995 a 1999, destas localidades receberam o serviço, beneficiando uma população de mais de 2 milhões de pessoas. A concorrência entre os proponentes reduziu o montante esperado de subsídios pagos a cerca de metade. Em alguns casos, não foi necessário o pagamento de subsídios aos proponentes vencedores. Os benefícios O Chile é agora reconhecido como líder mundial no fornecimento de acesso universal a seus cidadãos. O país tem a mais alta taxa de conectividade banda larga e de utilização geral da Internet na América Latina, um fato atribuível em grande parte à política governamental e ao compromisso contínuo e significativo do setor privado. O programa inicial do FDT foi um grande sucesso e atingiu a meta de cinco anos estabelecidas pelo país para estender o serviço telefônico a cerca de 6 mil áreas anteriormente carentes. Com a mesma importância, o governo foi um dos primeiros a reconhecer a necessidade de expandir seu fundo universal para incluir o financiamento do acesso à Internet. 6

7 Estudo de Caso: Malásia Política de acesso ou serviço universal A Comissão de Comunicações e Multimídia da Malásia (MCMC) foi estabelecida em 1998 para regular os serviços de telecom, de ISP, de rádio-difusão e outros serviços relacionados no país. A política de serviço universal, conforme inicialmente estabelecida em 1998, buscou oferecer acesso às comunicações para as áreas carentes. A política foi posteriormente atualizada para priorizar o fornecimento de acesso coletivo não apenas a serviços básicos de telefonia, mas também a serviços de Internet, com os provedores de serviços sendo compensados pelos custos incorridos no fornecimento destes serviços. O fundo universal do país é financiado por licenciados que contribuem com 6% de sua receita total ponderada quando esta supera um montante estabelecido. Os desafios A Malásia está separada em duas regiões, o Oeste Peninsular e a Malásia do Leste, que inclui dois estados ao norte, em Bornéu. Foram identificadas 89 áreas carentes em 11 estados nas duas regiões. O país enfrentou desafios para estender a cobertura a todas as suas áreas não atendidas e mal-atendidas em ambas as regiões, leste e oeste, porém especialmente na Malásia do Leste, onde a população está espalhada em uma grande área e prejudicada por estradas de acesso limitadas e acesso limitado à rede nacional de eletricidade. A solução Uma implementação em duas fases teve início em 2003, quando três distritos, incluindo dois na Malásia do Leste, receberam cobertura. Um ano depois, 86 distritos adicionais começaram a receber cobertura de voz, após o recebimento de propostas para as várias partes dos projetos. Ao final de 2005, a maior parte dos serviços de telecom havia sido disponibilizada nos 89 distritos visados. A tecnologia implantada incluiu cabos de fibras ópticas e cobre, e tecnologia wireless como VSAT, CDMA, GSM fixa, acesso wireless à banda larga e telefones por satélite. Os benefícios A Malásia está fazendo progressos em direção a se tornar um centro global importante para comunicações e informação multimídia e serviços de conteúdo. Os cidadãos em áreas anteriormente carentes tanto o Oeste quanto no Leste da Malásia agora se beneficiam do maior acesso à telefonia básica e também aos serviços de Internet, e o país está trabalhando com as empresas locais de telecom e ISPs para expandir a cobertura para mais áreas ao mesmo tempo em que aumenta o acesso individual aos serviços de telefonia e Internet. Estudo de Caso: Turquia Política de acesso ou serviço universal Em junho de 2005, o governo da Turquia instituiu seu fundo de serviço universal (USF), gerenciado pelo Ministério dos Transportes. A política da Turquia é única no sentido em que permite que os fundos sejam gastos em PCs e também em equipamento de TIC como estações-base e linhas de fibra. Os desafios A penetração da banda larga doméstica é de cerca de 25% na Turquia, muito maior do que em alguns países em desenvolvimento, porém ainda muito abaixo das metas do governo. Os esforços para aprimorar a educação na Turquia tem encontrado dificuldades devidas à falta de acesso à Internet nas escolas mais remotas do país. A Turk Telekom, maior provedor de serviços da Turquia, tem mais de 5 milhões de assinantes do serviço de Linha de Assinante Digital Assimétrica (ADSL), porém quando o Ministério da Educação solicitou que a Turk Telekom expandisse seu serviço para atingir mais escolas do país, a empresa reconheceu a necessidade de uma solução diferente para a banda larga. A solução Desde 2006, o USF tem sido usado para financiar a criação de 3 mil centros públicos de acesso à Internet (PIACs), e para equipá-los com 45 mil PCs. Outros centros e cerca de 30 mil PCs deverão ser implementados até o final de Além dos diversos PCs, cada PIAC oferece impressoras e outros equipamentos, bem como conexão com a Internet. O Ministro da Educação está agora enfocando o fornecimento de treinamentos digitais aos professores e membros do público para aumentar a taxa de utilização dos centros. O USF também permitiu a criação de salas de aula de TIC em cada uma das 40 mil escolas de primeiro grau do país. Até o final de 2008, estarão sendo usados 750 mil PCs nestas salas de aula, sendo que aproximadamente 150 mil serão financiados pelo USF. Estes computadores beneficiarão mais de 15 milhões de alunos quase um quarto da população. Nas escolas mais remotas do país onde existe a necessidade de uma alternativa mais acessível do que o ADSL o WiMAX será implantado em breve para oferecer conectividade em banda larga. O WiMAX permitirá o acesso à Internet e o uso de aplicativos que podem estimular a educação e também as iniciativas de agricultura e serviço de saúde. Os benefícios A Turquia tem uma população extremamente jovem, com mais da metade da população do país abaixo de 40 anos. A criação do USF permitiu que o país muito rapidamente expandisse o serviço de banda larga a todas as escolas públicas do país e, por meio dos PAICs, aumentasse o acesso público e a utilização da Internet. O setor de TIC da Turquia está agora crescendo 15% ao ano, criando milhares de empregos e aprimorando a educação da próxima geração do país. 7

8 Sumário Os fundos de serviço/acesso universal, se visados corretamente, podem oferecer uma oportunidade importante para auxiliar os países em desenvolvimento a superarem o Abismo Digital. Ao expandir as políticas de serviço e acesso universais para além dos serviços tradicionais de telecomunicações e incluindo programas e serviços de banda larga, os países podem oferecer a seus cidadãos nas regiões mais rurais e remotas o acesso a um mundo de oportunidades, incluindo melhor educação, saúde, apoio social e oportunidades de negócios. Numerosos países já implantaram com sucesso e atualizaram suas políticas e fundos universais em apoio ao acesso à Internet banda larga, bem como aos serviços telefônicos tradicionais. A maior acessibilidade e menor custo da atual tecnologia de banda larga a torna mais viável do que jamais havia sido, e para mais regiões. As tecnologias de banda larga mais recentes quando combinadas com políticas de mercado que promovem a tecnologia e neutralidade competitiva, bem como distribuições justas e transparentes dos fundos de serviço/acesso universal permitem que os países em desenvolvimento se tornem mais conectados e aos cidadãos do mundo adquirirem a educação e as habilidades de que precisam para competir na economia global. Para mais informações, acesse intel.com/worldahead O Programa Intel World Ahead O Programa Intel World Ahead representa o compromisso continuado da Intel em ajudar a superar o Abismo Digital entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento, aprimorando a acessibilidade, conectividade, educação e conteúdo. Em parte encorajando a maior utilização dos fundos de serviço/acesso universal em apoio à adoção da banda larga, o Programa World Ahead busca acelerar o acesso de todas as nações à tecnologia, sem comprometimentos e de forma sustentável. A meta da Intel não é apenas propiciar aos cidadãos de todas as comunidades o acesso a PCs mais baratos, mas também desenvolver PCs adequados às necessidades locais, aumentar a conectividade em regiões rurais e remotas, cultivar capacidades locais sustentáveis e oferecer educação tecnológica que faz a diferença na vida das pessoas. Por quatro décadas, a Intel tem trabalhado para desenvolver tecnologias interativas e compartilha estas tecnologias com os cidadãos do mundo inteiro. Como parte deste esforço, a Intel tem trabalhado com governos de diversos países em desenvolvimento para tornar o serviço universal uma política nacional e para alinhar tanto as políticas quanto os fundos universais com os objetivos nacionais, tanto econômicos quanto sociais. Para auxiliar na criação e reforma das políticas e fundos universais, a Intel estabeleceu parcerias com operadoras locais, ONGs e empresas de telecomunicações, bem como com governos nacionais e organizações como o Banco Mundial e a USAID. Em todos os esforços, a Intel busca atuar como conselheiro confiável e neutro, encorajando a distribuição transparente dos fundos e também a neutralidade tecnológica e competitiva. A Intel aprendeu com sua extensa experiência nos cinco continentes que a situação regulatória e política de cada país é diferente, e que as soluções propostas também devem ser diferentes para que se adequem às necessidades regionais. O que não muda de um país para o outro é o compromisso da Intel de oferecer assistência, estabelecer parcerias e ajudar governos a criar e implementar políticas de serviço/acesso universal que ajudem a superar o Abismo Digital e a capacitar as populações em todos os cantos do mundo. Copyright 2008 Intel Corporation. Todos os direitos reservados. Intel, o logotipo da Intel, Intel. Leap ahead. e o logotipo Intel. Leap ahead. são marcas ou marcas registradas da Intel Corporation ou de suas subsidiárias nos Estados Unidos e em outros países. Outros nomes e marcas podem ser considerados como de propriedade de terceiros. 0608/JT/PMS/PP/1K US

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