ANÁLISE DE CUSTO-BENEFÍCIO DAS SOLUÇÕES BANDA LARGA

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1 Ministério das Comunicações Secretaria de Telecomunicações Departamento de Serviços e de Universalização de Telecomunicações ANÁLISE DE CUSTO-BENEFÍCIO DAS SOLUÇÕES BANDA LARGA Atendimento das necessidades de serviços de telecomunicações utilizando recursos do FUST

2 Ministério das Comunicações Secretaria de Telecomunicações Departamento de Serviços e de Universalização de Telecomunicações Ministro de Estado das Comunicações Senador Hélio Costa Secretário de Telecomunicações Roberto Pinto Martins Diretor de Serviços e de Universalização de Telecomunicações Átila Augusto Souto

3 3 / 59 Sumário 1 Introdução Metodologia Atendimento às necessidades demandadas Estabelecimentos de ensino Ministério da Educação (MEC) Bibliotecas Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) Órgãos de Justiça e Segurança Pública Ministério da Justiça (MJ) Instituições de saúde Ministério da Saúde (MS) Regiões remotas e de fronteira Ministério da Defesa (MD) Pessoas com deficiência e associações de apoio SEDH/CORDE Benefícios associados aos projetos Tecnologias e serviços relacionados aos projetos Descrição das tecnologias Subsistemas de Acesso Serviços de telecomunicações Tecnologias Assistivas de comunicação para pessoas com deficiência Premissas associadas aos modelos Premissas gerais Sistemas de telefonia Redes de dados Terminais e equipamentos de atendimento Premissas para o projeto de disponibilização de acessos de dados em escolas Premissas dos projetos para bibliotecas Premissas do projeto para órgãos de justiça e segurança pública Premissas dos projetos para instituições de saúde Premissas dos projetos para regiões remotas e de fronteira Premissas dos projetos para pessoas com deficiência Resultados das simulações de investimentos e custos operacionais dos projetos Cenários de atendimento Comentários Finais Referência bibliográfica... 59

4 4 / 59 Sumário Executivo O presente relatório visa, dentre outras motivações, atender a uma das demandas preconizada no item do Acórdão nº 2.148/2005 do Tribunal de Contas da União (TCU). Conforme consta no documento Políticas, diretrizes e prioridades para aplicação dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços e Telecomunicações Fust: atividades e cronograma, estão previstas as seguintes atividades por parte do Ministério das Comunicações: Atividade 2.1: Diagnóstico das necessidades de universalização Atividade 2.2: Análise das ações governamentais em inclusão digital Atividade 2.3: Análise custo-benefício das soluções utilizando o STFC Atividade 2.4: Análise custo-benefício das soluções banda larga Atividade 2.5: Definição das políticas para as aplicações do Fust Atividade 2.6: Elaboração e publicação de documentos Atividade 2.7: Estudos técnicos e de viabilidade econômico-financeira para a imputação de metas Atividade 2.8: Estudos técnicos e de viabilidade econômico-financeira do serviço de redes digitais banda larga Na atividade 2.1 são apresentados os resultados obtidos com o levantamento das necessidades de universalização de serviços de telecomunicações no Brasil relacionados, pelo menos, aos objetivos previstos no artigo 5º da Lei nº 9.998/2000. A partir desses resultados parte-se para a atividade 2.4, cujo resultado esperado é o relatório aqui exposto, o qual apresenta insumos de investimento e custo operacional para uma análise posterior da relação custo-benefício da solução, que utilize recursos do Fust, para cada uma das necessidades mencionadas no subitem do acórdão supra citado, considerando os seguintes aspectos: Universo de beneficiários a serem atendidos; Impactos distributivos que visem à redução de desigualdades sociais e regionais; Investimentos e Custos operacionais necessários. Com o intuito de se criar um universo finito de projetos a serem analisados em torno de seus custos e investimentos, são definidas as linhas gerais de 13 projetos, cujo resumo é apresentado nas tabelas 1 e 2 a seguir. Este resumo apresenta a previsão do número de pontos atendidos, bem como investimentos e custos operacionais anuais por projeto e por ponto de atendimento.

5 5 / 59 Projeto Resumo descritivo do atendimento Pontos atendidos TLS1 Acessos de dados, terminais e miscelâneos para Saúde TLS2 Acessos de dados e terminais para Saúde TLS3 Acessos de dados para Saúde TLD1 Acessos de voz e dados, terminais e miscelâneos para Defesa 123 TLD2 Acessos de voz e dados e terminais para Defesa 123 TLD3 Acessos de voz e dados para Defesa 123 TLB1 Acessos de dados para Bibliotecas TLB3 Acessibilidade para pessoas com deficiência nas Bibliotecas TLE3 Acessos de dados para Escolas TLC2 Acessibilidade para entidades profissionalizantes 60 TLC3 Acessibilidade para Órgãos e Conselhos Estaduais 37 TLC4 Acessos banda larga para entidades profissionalizantes atendidas em TLJ1 Interligação dos órgãos de Justiça e Segurança Pública Tabela 1 Resumo descritivo dos projetos Projeto Investimentos Custo operacional anual Montante de Investimentos e custos FUST 1 Investimento por ponto Custo mensal por ponto (R$ milhões) (R$ milhões) (R$ milhões) % (R$) (R$) TLS1 215,8 40,5 256,3 43% TLS2 133,3 32,3 165,6 28% TLS3 8,5 19,8 28,3 4,7% TLD1 2,1 1,3 3,4 0,6% TLD2 1,5 1,2 2,7 0,5% TLD3 0,4 1,1 1,5 0,2% TLB1 24,5 29,0 53,5 8,9% TLB3 125,6 26,0 151,6 25% TLE3 16,6 53,7 70,3 12% TLC2 4,6 0,7 5,2 0,9% TLC3 0,9 0,2 1,1 0,2% TLC4 0,0 0,4 0,4 0,1% TLJ1 0,0 309,2 309,2 52% Tabela 2 Resultados econômicos dos projetos 1 Porcentagem do montante de investimentos e custos operacionais anuais sobre uma receita estimada anual de R$ 600 milhões.

6 6 / 59 Todos os projetos são baseados nas demandas enviadas pelos ministérios. Nesse sentido, algumas demandas contemplavam um número maior de itens não explícitos na Lei nº 9.998/2000 mas foram incorporadas aos projetos, recebendo uma especificação/denominação diferente dos demais e apresentando, portanto, um risco regulatório maior. No caso dos Ministérios da Saúde e Defesa, os projetos foram divididos em três: o primeiro envolvendo acesso - voz e/ou dados -, terminais e miscelâneos; o segundo envolvendo acesso e terminais e o terceiro somente o acesso. O termo Miscelâneos representa tudo o que diz respeito aos ativos relacionados à complementação dos serviços, como por exemplo, máquinas fotográficas digitais, mobiliário e equipamentos periféricos em geral. Vale lembrar que eles advêm de demandas mencionadas nos termos de referência e representam alto risco regulatório para os projetos. Após a definição dos custos e investimentos de cada projeto, são definidos três cenários de análise e que incluem projetos de todos os ministérios, separando aqueles com incompatibilidade da Saúde e Defesa em função dos terminais e miscelâneos extras. Cada cenário de atendimento representa um grupo específico de projetos, os quais devem ser administrados conjuntamente pelo gestor do Fust. Os cenários são definidos conforme mostrado a seguir: Cenário 1 Projetos de Educação (MEC), Bibliotecas (MCT), Justiça (MJ), Acessibilidade (CORDE) e projetos da Saúde (MS) e Defesa (MD) utilizando acessos de dados e voz, terminais e miscelâneos. Cenário 2 Projetos de Educação, Bibliotecas, Justiça, Acessibilidade e projetos da Saúde e Defesa utilizando acessos de dados e voz e terminais. Cenário 3 Projetos de Educação, Bibliotecas, Justiça, Acessibilidade e projetos da Saúde e Defesa utilizando somente acessos de dados e voz. Parte-se, então, para uma avaliação do impacto dos três cenários de atendimento sobre os investimentos e custos operacionais, considerando-se uma receita anual de R$600 milhões do fundo. Esse impacto é demostrado através do cálculo da porcentagem de envolvimento/comprometimento anual da receita do Fust sobre cada um dos indicadores simulados: investimento, custo operacional anual e montante de investimentos e custos. A consolidação dos resultados simulados, considerando os valores para atendimento simultâneo dos projetos indicados em cada cenário é mostrado na tabela 3 a seguir. Indicadores simulados Cenários Investimentos (R$ milhões) Custo operacional anual (R$ milhões) Montante de investimentos e custos operacionais (R$ milhões) Comprometimento anual do Fust sobre investimentos 65% 51% 30% Comprometimento anual do Fust sobre custos operacionais 77% 75% 73% Comprometimento anual do Fust sobre montante de investimentos e custos 142% 127% 104% Tabela 3 Consolidação de resultados por cenário

7 7 / 59 Conforme observado na tabela 3, todos os cenários apresentam previsões para investimentos e custos operacionais, sendo que o montante de investimentos e custos operacionais anuais esperados para o total de atendimento superam à arrecadação anual esperada para o Fust. Em especial, o cenário 1 é o que apresenta o maior montante devido ao atendimento da demanda de terminais e miscelâneos nos projetos da Saúde e Defesa. Os cenários 2 e 3 apresentam diminuição da necessidade de investimentos pelo não fornecimento de terminais e, terminais e miscelâneos, respectivamente, nos projetos da Saúde e Defesa. A diminuição do custo operacional anual nesses cenários é menor, pois com a eliminação de terminais e miscelâneos é abatida somente a parcela de custos relativa a manutenção desses. É importante ressaltar que o comprometimento anual do Fust sobre os custos operacionais supera os gastos com investimentos, devido aos valores elevados de atendimento com as VPNs do projeto de interligação dos órgãos de justiça e segurança pública. Também é importante ressaltar que esses cálculos são aproximados e em valores nominais, sem levar em conta o custo de capital sobre o capital empregado em cada projeto, que deverá ser levantado por ocasião da operacionalização de cada projeto.

8 8 / 59 1 Introdução Este relatório tem por objetivo apresentar os resultados preliminares da relação custobenefício de soluções que atendam às necessidades de universalização dos serviços de telecomunicações do Brasil. O trabalho foi realizado pelo Ministério das Comunicações e contou com o apoio de outros ministérios interessados na realização de projetos de universalização utilizando os recursos do Fust. Considerando a amplitude do tema universalização, buscou-se focar o trabalho de identificação das necessidades tomando como referência os objetivos apresentados no artigo 5º da Lei nº 9.998/2000 (Lei do Fust) e nos Termos de Referência enviados pelos Ministérios envolvidos. Dessa forma, as demandas aqui consideradas para cálculo de investimento e custo de operação de cada projeto são aquelas identificadas no relatório Diagnóstico de Necessidades de Universalização de Serviços de Telecomunicações no Brasil. O presente relatório visa, dentre outras motivações, atender a seguinte demanda do Acórdão nº de dezembro de 2005 do Tribunal de Contas da União (TCU): análise da relação custo-benefício de solução, que utilize recursos do Fust, para cada uma das necessidades mencionadas no subitem (...), considerando os seguintes aspectos: - Universo de beneficiários a serem atendidos; - Impactos distributivos que visem à redução de desigualdades sociais e regionais; - Custos e prazos para implementação; - Indicadores de eficiência, de efetividade e de eqüidade. Nessa primeira análise de custo-investimento são considerados 13 projetos agrupados em 6 programas: educação, bibliotecas, saúde, justiça e segurança pública, defesa (regiões remotas e de fronteira) e pessoas com deficiência. Basicamente, os projetos estão relacionados com a oferta de acesso em banda larga a redes digitais, sendo o atendimento realizado por meio de uma empresa autorizada a explorar um novo serviço público de acesso a dados em banda larga. O cálculo de investimento e custo operacional será insumo para uma análise da relação custo-benefício dos projetos. A realização de tal análise se faz necessária para subsidiar o Ministério das Comunicações na formulação de políticas de diretrizes, estabelecendo as prioridades para a aplicação dos recursos do Fust. A priorização dos projetos é prevista na Atividade 2.5 mencionada no sumário executivo deste documento e acontece em conjunto com a Casa Civil e os demais Ministérios envolvidos. O presente documento apresenta os resultados obtidos a partir de uma análise custoinvestimento, cuja metodologia é descrita no item 2 Os programas e projetos considerados são apresentados no item 3, juntamente com as demandas associadas. No item 4 são apresentados os principais benefícios associados à universalização. As tecnologias e serviços propostos para os projetos são descritas no item 5. O item 6 descreve as premissas gerais e algumas específicas de cada projeto. As estimativas de investimento e custo de operação de cada projeto são calculadas através de um simulador dedicado e são apresentadas no item 7. Finalmente, no item 8, são apresentadas as conclusões finais relacionadas com ao trabalho realizado.

9 9 / 59 2 Metodologia A metodologia aqui considerada visa a construção de um simulador para calcular os investimentos e custos operacionais associados a cada objetivo considerado e tratá-los como projetos. Desta forma realiza-se a análise de cada um dos projetos, bem como a construção de diferentes cenários de recursos e combinação de objetivos entre os projetos. A entrada do simulador é uma base de dados gerada na atividade descrita na introdução como Diagnóstico de Necessidades de Universalização de Serviços de Telecomunicações no Brasil, a qual traz subsídios para os objetivos e projetos desse documento. Esta base de dados é construída a partir das necessidades levantadas pelos Ministérios a serem beneficiados com a aplicação dos recursos do Fust, através dos Termos de Referência. Os Termos de Referência são documentos que descrevem as demandas dos Ministérios envolvidos no projeto, quais sejam, os de Saúde, Defesa, Educação, Ciência e Tecnologia, Justiça e SEDH/CORDE 2. Essas informações servem de insumo para a caracterização do número de beneficiários e tipos de serviços de telecomunicações demandados por entidade. Portanto, a partir das necessidades levantadas nos termos de referência tem-se uma visão geral da demanda de todos os ministérios envolvidos, compondo uma base de dados que possibilita a estimativa dos investimentos e custos operacionais de cada projeto proposto. Cada projeto possui suas particularidades em termos de serviços e soluções tecnológicas, a fim de suprir as necessidades demandadas pelos ministérios. Para tanto, são definidas premissas de caráter técnico-comercial, para sistemas de telefonia, dados e equipamentos, voltadas para a modelagem dos sistemas de telecomunicações envolvidos nos projetos. O simulador também inclui como premissa os gastos com redução de contas, decorrentes da implantação de cada projeto. Como resultado, são apresentados os investimentos e os custos operacionais anuais e por ponto de atendimento dos projetos, considerando-se 100% da demanda atendida. Essa base de cálculos é feita individualmente para cada projeto, compondo diferentes modelos de cálculo. Estes resultados servem de base para uma estimativa da porcentagem de comprometimento de cada projeto sobre a receita anual do Fust. Esses valores são estimados com base nos recursos que seriam necessários para a contratação dos serviços. Os modelos de cálculo gerados a partir desses resultados irão compor a metodologia de análise de custo-benefício para a avaliação sócio-econômico-administrativo final dos projetos. Nessa análise futura 3, para cada um dos projetos será feita uma avaliação econômica, de viabilidade (técnica e regulatória) e dos potenciais benefícios decorrentes de suas implantações. Com base nesses aspectos será apresentada uma análise da relação custo-benefício de cada solução, que utilize recursos do Fust. 3 Atendimento às necessidades demandadas Cabe ao Ministério das Comunicações, com a participação dos ministérios responsáveis por áreas que podem ser beneficiadas com recursos do Fust, propor programas setoriais para a utilização dos recursos, assegurando otimização de custos, que orientarão a elaboração e proposição, pela Agência Nacional de Telecomunicações, de plano de metas 2 CORDE - Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência órgão de assessoria da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República - SEDH. 3 Relatório Priorização dos Projetos a Serem Financiados com Recursos do FUST (Atividade 5)

10 10 / 59 de universalização, a ser submetido, por intermédio do Ministro de Estado das Comunicações, ao Presidente da República, conforme inciso III do art. 19 da Lei nº 9.472, de 16 de julho de Este documento enumera e descreve sucintamente algumas possibilidades de programas, citando em cada um deles exemplos de projetos que podem ser incluídos neles, bem como a indicação de quais incisos do artigo 5º da Lei nº são atendidos por eles. Baseia-se nas necessidades mencionadas nos projetos descritos no documento Diagnóstico Preliminar de Necessidades de Universalização de Serviços de Telecomunicações no Brasil, referenciado na introdução deste documento. Com o intuito de se estabelecer um universo finito de projetos a serem analisados em torno de seus custos e investimentos, foram definidas as linhas gerais de alguns projetos descritos a seguir. 3.1 Estabelecimentos de ensino Ministério da Educação (MEC) Um programa para os estabelecimentos de ensino poderia abranger as escolas públicas em todo o País, beneficiando professores, alunos e a comunidade, pelo provimento de recursos de telecomunicações e informática para capacitação e acesso à informação. De acordo com as demandas de serviços definidas no termo de referência do Ministério da Educação, esse programa pode contemplar o seguinte projeto: Projeto TLE3: Disponibilização de acessos em banda larga para escolas. O Projeto TLE3 prevê a implantação de acessos a redes digitais em banda larga para 30 mil escolas públicas de ensino básico, como forma de atendimento aos incisos VI, VII e VIII do artigo 5 o da Lei n o 9.998/2000, descritos abaixo: VI implantação de acessos para utilização de serviços de redes digitais de informação destinadas ao acesso público, inclusive da internet, em condições favorecidas, a estabelecimentos de ensino e bibliotecas, incluindo os equipamentos terminais para operação pelos usuários; VII redução das contas de serviços de telecomunicações de estabelecimentos de ensino e bibliotecas referentes à utilização de serviços de redes digitais de informação destinadas ao acesso do público, inclusive da internet, de forma a beneficiar em percentuais maiores os estabelecimentos freqüentados por população carente, de acordo com a regulamentação do Poder Executivo; VIII instalação de redes de alta velocidade, destinadas ao intercâmbio de sinais e à implantação de serviços de teleconferência entre estabelecimentos de ensino e bibliotecas. O projeto TLE3 visa tornar aderente o papel estratégico da educação no mundo globalizado e de acelerado desenvolvimento científico-tecnológico, na formação de novas gerações para dotá-las de habilidades inovadoras que lhes permitam lidar com a disponibilidade massiva de informações. Dessa premissa decorre a necessidade de assegurar à educação pública brasileira, principalmente nos níveis fundamental, médio e ensino profissionalizante, um alto padrão de qualidade, eficiência e eqüidade. Esse projeto deve ser realizado em consonância com o Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo) 4 e o Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem) 5. O primeiro tem como objetivo promover o desenvolvimento, o uso e a disseminação da 4 Instituído pela Portaria MEC/nº 522, de 9 de abril de Instituído pela Lei n o , de 30 de junho de 2005.

11 11 / 59 telemática como fator de enriquecimento pedagógico nas escolas de ensino básico e profissionalizante das redes estaduais e municipais. Subsidiariamente, o ProInfo, ao integrar a telemática no processo de ensino-aprendizagem, dá condições para que as escolas possam melhorar a sua gestão escolar, além de proporcionar aos alunos o domínio da informática instrumental, oferecendo melhores condições de acesso ao mercado de trabalho aos egressos do ensino básico. O ProJovem visa a elevação do grau de escolaridade objetivando a conclusão do ensino fundamental, qualificação profissional voltada a estimular a inserção produtiva cidadã e o desenvolvimento de ações comunitárias. Com isso espera-se também promover a inclusão digital e social das Comunidades Satélites às escolas públicas brasileiras de forma indireta e das Comunidades Escolares, dessas instituições, de forma direta, bem como melhorar o acesso de seus alunos e professores, às informações e conteúdos livres que estão disponíveis na rede internacional de comunicações, em sítios como o Domínio Público, a biblioteca digital desenvolvida pelo MEC, que disponibiliza atualmente cerca de obras de domínio público entre textos, teses de mestrados, imagens, músicas e muitas outras obras, que podem, em muito, contribuir para as construções individuais de conhecimento dos alunos e professores dessas instituições. As escolas contempladas para o Projeto TLE3, deverão estar na área de atendimento do STFC sendo prevista a implantação de um acesso de dados em banda larga, incluindo o fornecimento de equipamento terminal de rede. O modo de cobrança das escolas deverá ser independente do tempo de conexão e da quantidade de dados trafegados. Os custos relativos ao acesso básico de dados serão cobertos pelo Fust e deverão existir contrapartidas por parte das escolas, como pagamento do serviço de provedor de acesso, dos eventuais serviços de telecomunicações adicionais ao plano, a preparação da infraestrutura para laboratórios de informática com microcomputadores, rede local, energia elétrica, infra-estrutura predial adequada, etc. A tabela 3.1 traz o resumo do programa para estabelecimentos de ensino conforme a proposta configurada. Programa para estabelecimentos de ensino Projeto TLE3 Isenção de assinatura por acesso a redes digitais Implantação de acessos a redes digitais Tabela 3.1 Resumo do atendimento aos estabelecimentos de ensino (número de unidades atendidas) 3.2 Bibliotecas Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) Um programa para as bibliotecas poderia abranger as bibliotecas de entidades públicas federais, estaduais e municipais, de centros de difusão cultural e científica e de organizações da sociedade civil de interesse público, em todo o País, ampliando e aprimorando as formas de acesso ao conhecimento, disponíveis para a população, por meio de projetos para atendimento a: I Bibliotecas Públicas Federais, Estaduais e Municipais; II Bibliotecas de Centros de Difusão Cultural e Científica; III - Bibliotecas de Organizações do Terceiro Setor. De acordo com o termo de referência do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), é

12 12 / 59 solicitada a implantação de acessos de dados em diferentes categorias de pontos de presença, a saber: Categoria 1 abrangendo apenas a Biblioteca Nacional, que coordena o Sistema Nacional, sendo responsável pela geração de conteúdos digitais históricos e culturais, pelo gerenciamento do Portal da Memória Nacional e pelas conexões com as demais bibliotecas. Categoria 2 com 100 instituições candidatas, abrangendo Bibliotecas Estaduais Centrais, grandes proponentes de projetos do terceiro setor, bibliotecas com acervos típicos de museus e centros de documentação, com potencial de produção e disseminação de conteúdos em meio digital. Categoria 3 abrangendo Bibliotecas Públicas Municipais, que divulgam localmente informações e conteúdos digitais através de conexão com o Portal da Memória Nacional, e bibliotecas com necessidade de acesso às informações disponibilizadas pelas demais. Esta categoria é dividida em 3 grupos em função do porte das instituições: Grande porte com estabelecimentos; Médio porte com estabelecimentos; Pequeno porte com estabelecimentos. Esse programa está em sinergia com o termo de referência da Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - CORDE - com a proposta de melhoria da prestação de serviço às pessoas com deficiência pelas bibliotecas públicas nacionais, no que diz respeito ao acesso à Internet. Com a finalidade de análise desste programa no escopo geral do documento, são consideradas diferentes formas de atendimento em dois projetos considerados: Projeto TLB1: Disponibilização de acessos em banda larga para as bibliotecas. Projeto TLB3: Acessibilidade para pessoas com deficiência nas bibliotecas. O Projeto TLB1 prevê a disponibilização de um acesso banda larga para cada biblioteca considerada para possibilitar conexão à Internet e utilização de videoconferência. De modo similar ao projeto TLE3, é prevista a implantação de acessos a redes digitais em bibliotecas como forma de atendimento aos incisos VI, VII e VII do artigo 5º da Lei n o 9.998/2000, descritos a seguir: VI implantação de acessos para utilização de serviços de redes digitais de informação destinadas ao acesso público, inclusive da internet, em condições favorecidas, a estabelecimentos de ensino e bibliotecas, incluindo os equipamentos terminais para operação pelos usuários; VII redução das contas de serviços de telecomunicações de estabelecimentos de ensino e bibliotecas referentes à utilização de serviços de redes digitais de informação destinadas ao acesso do público, inclusive da internet, de forma a beneficiar em percentuais maiores os estabelecimentos freqüentados por população carente, de acordo com a regulamentação do Poder Executivo; VIII instalação de redes de alta velocidade, destinadas ao intercâmbio de sinais e à implantação de serviços de teleconferência entre estabelecimentos de ensino e bibliotecas.

13 13 / 59 O Projeto TLB3 prevê a disponibilização, em bibliotecas públicas, de kits compostos de microcomputadores com software leitor de tela e linha braille para pessoas cegas ou com deficiência visual, telefones de surdos para PC (TSPC) em conjunto com linhas telefônicas para pessoas surdas ou com deficiência auditiva e de ferramentas de auxílio à digitação para pessoas com deficiência motora. Este projeto também prevê a disponibilização de um acesso banda larga para cada biblioteca considerada para possibilitar conexão à Internet e utilização de videoconferência. Esse projeto é derivado do termo de referência Projeto de melhoria da prestação de serviço às pessoas com deficiência pelas bibliotecas públicas nacionais, solicitado pela CORDE, que estabelece um projeto de abrangência nacional com o objetivo de melhor equipar as bibliotecas públicas para o atendimento às pessoas com deficiência visual, auditiva e/ou motora. Para essas bibliotecas, é prevista a implantação de um acesso de dados para utilização de serviços de redes digitais. O modo de cobrança do usuário deverá ser independente do tempo de conexão, de forma a reduzir suas contas, e deverão ser definidas contrapartidas, como pagamento complementar pelo uso do serviço, microcomputadores, rede local, energia elétrica, infra-estrutura predial etc. O pagamento do serviço de provedor de acesso não será coberto pelo Fust. A tabela 3.2 apresenta o resumo do programa proposto para bibliotecas, atendendo às demandas indicadas. Programa para bibliotecas Projeto TLB1 Projeto TLB3 Total de Bibliotecas atendidas Isenção de assinatura por serviço de telefonia Implantação de acessos de telefonia individual Isenção de assinatura por acesso a redes digitais Implantação de acessos a redes digitais Kits de acesso para pessoas com deficiência Total Tabela 3.2 Resumo do atendimento às bibliotecas (valores em unidades) 3.3 Órgãos de Justiça e Segurança Pública Ministério da Justiça (MJ) Segundo o termo de referência do Ministério da Justiça, um programa para atendimento das necessidades do Ministério e dos Operadores de Justiça e de Segurança Pública do país deve permitir comunicação de voz, dados e imagens destinada à interligação dos órgãos vinculados ao combate da criminalidade em seus aspectos de prevenção, intervenção e ressocialização. Esse programa pode ainda se prestar à interligação de redes de dados referentes ao Direito Econômico e à FUNAI. Uma plataforma para atendimento desse programa pode beneficiar um universo de unidades organizacionais dos operadores de justiça e de segurança pública, a saber: delegacias de polícia, unidades móveis, unidades das polícias militares, institutos de criminalística, institutos médicos legais, institutos de identificação, varas comuns, varas especializadas, tribunais superiores, presídios federais, penitenciárias, casas de detenção,

14 14 / 59 cadeias públicas, centrais de penas alternativas, cartórios, secretarias estaduais de justiça e de segurança pública. Para atendimento desse programa é prevista a implantação do projeto: Projeto TLJ1: Interligação dos órgãos de justiça e segurança pública. A tabela 3.3 apresenta o resumo do programa proposto para órgãos de justiça e segurança pública, atendendo às demandas indicadas. Programa para órgãos de justiça e segurança pública Projeto TLJ1 Unidades atendidas Tabela 3.3 Resumo do atendimento aos órgãos de justiça e segurança pública (valores em unidades) 3.4 Instituições de saúde Ministério da Saúde (MS) Um programa para atendimento das necessidades do Ministério da Saúde prevê ações para a melhoria da qualidade de vida da população por meio de uso de recursos de telecomunicações associados a recursos computacionais e de transferência de dados eletrônicos. A solicitação apresentada no termo de referência disponibilizado pelo Ministério da Saúde representa uma expansão e a consolidação de telessaúde no Brasil, sendo constituída por quatro grandes áreas de concentração: Ampliação da primeira fase do Projeto de Telemática e Telemedicina, em apoio à Atenção Primária (Projeto de Saúde da Família), atendendo a 8 pólos universitários e 800 estabelecimentos de saúde; Instalação de 5000 centros de telessaúde nos locais definidos pelos gestores municipais de saúde; Conexão de 1700 hospitais do SUS, hospitais universitários e filantrópicos com infra-estrutura de telecomunicação e telemedicina; Instalação de núcleos de telessaúde para 800 instituições públicas de ensino superior na área da saúde. Os pólos universitários devem ser equipados com infra-estrutura de servidores com redundância, servidores de software de comunicação, banco de dados, web, aplicativos, backup e firewall, além de microcomputadores, impressoras e equipamentos de videoconferência. Os estabelecimentos de saúde participantes do projeto devem contar com microcomputadores com conexão à Internet, webcam, impressora e câmera fotográfica digital. Os centros de telessaúde devem ser constituídos por 3 conjuntos computacionais, com acesso compartilhado à Internet de 256 kbit/s, webcam de alta definição, impressora multifuncional, máquina fotográfica digital, estabilizador de voltagem, filtro de voltagem e hub de rede. As salas de teleambulatórios de hospitais e os núcleos de telessaúde das universidades devem ser constituídos por 5 conjuntos computacionais com acesso compartilhado à Internet de 1Mbit/s, webcam de alta definição, impressora multifuncional, máquina fotográfica digital, gravador de DVD, aparelho de videoconferência, aparelho de televisão, switch e servidor de rede.

15 15 / 59 Esse programa poderia contemplar alguns projetos, conforme critério de abrangência definido para cada um, sendo, por exemplo, sugeridos: Projeto TLS1: Disponibilização de acessos banda larga, terminais e miscelâneos a instituições de saúde; Projeto TLS2: Disponibilização de acessos banda larga e terminais a instituições de saúde; Projeto TLS3: Disponibilização de acessos banda larga a instituições de saúde. Os Projetos TLS1, TLS2 e TLS3 prevêem a implantação de acessos banda larga nas instituições de saúde, como forma de atendimento ao inciso V do artigo 5º da Lei n o 9.998/2000, descrito abaixo: V implantação de acessos para utilização de serviços de redes digitais de informação destinadas ao acesso público, inclusive da internet, em condições favorecidas, a instituições de saúde. A tabela 3.4 traz um resumo de um possível programa para instituições de saúde atendendo às demandas indicadas. Programa para instituições de saúde Projeto TLS1 Projeto TLS2 Projeto TLS3 Pólos universitários Estabelecimentos de saúde Centros de elessaúde Teleambulatórios de hospitais Núcleos de telessaúde Total Tabela 3.4 Resumo do atendimento às instituições de saúde (número de unidades atendidas) 3.5 Regiões remotas e de fronteira Ministério da Defesa (MD) Um programa para regiões remotas e de fronteira trataria do atendimento a áreas remotas e de fronteira de interesse estratégico e da implantação de serviços de telecomunicações em unidades do serviço público, civis ou militares, situadas em pontos remotos do território nacional. De acordo com os termos de referência do Ministério da Defesa, é proposta a implantação de quatro projetos que se enquadram neste programa: Projeto Fronteira Viva, que prevê a implantação de sistemas de comunicação em 100 pontos de presença, sendo que 52 destes pontos necessitam também da implantação de um sistema próprio de energia solar; Projeto de Assistência Cívico-Social e de Saúde, que prevê a implantação de sistemas em 12 navios, que executam atividades nas regiões amazônica e centrooeste, e 3 hospitais navais; Projeto para atendimento do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, que prevê a implantação de um sistema de telecomunicações na estação científica do arquipélago e 3 sistemas em escritórios baseados em Brasília, Natal e Recife;

16 16 / 59 Projeto de apoio à Comunidade Científica de Pesquisa na Antártica, que prevê a implantação de um sistema na Estação Antártica Comandante Ferraz, um sistema no Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel, um sistema no Hospital Naval Marcílio Dias HNMD ambos no Rio de Janeiro e um sistema em escritório, em Brasília. Com a finalidade de análise desse programa no escopo geral do documento, é considerado o agrupamento dos projetos propostos em três projetos de atendimento: Projeto TLD1: Disponibilização de acessos banda larga, terminais e miscelâneos em regiões remotas e de fronteira; Projeto TLD2: Disponibilização de acessos banda larga e terminais em regiões remotas e de fronteira; Projeto TLD3: Disponibilização de acessos banda larga em regiões remotas e de fronteira. O Projeto TLD1 prevê a implantação plena dos sistemas propostos para os projetos conforme definido nos termos de referências disponibilizados pelo Ministério da Defesa. Esses sistemas incluem acessos banda larga, terminais de computador, periféricos, infraestrutura de rede, sistemas de fornecimento de energia e mobiliário. No Projeto TLD2 é proposto um subconjunto de equipamentos oferecidos para os pontos de atendimento de modo a atender explicitamente as diretrizes definidas para o Fust. Esses sistemas incluem acessos banda larga, terminais de computador, infra-estrutura de rede e sistemas de fornecimento de energia. O Projeto TLD3 prevê a implantação apenas dos acessos banda larga aos pontos definidos pelos termos de referência disponibilizados pelo Ministério da Defesa. Os projetos constituem formas de atendimento aos incisos IX e XI do artigo 5º da Lei n o 9.998/2000, descritos abaixo: IX atendimento a áreas remotas e de fronteira de interesse estratégico; XI implantação de serviços de telecomunicações em unidades do serviço público, civis ou militares, situadas em pontos remotos do território nacional. Na tabela 3.5 é apresentado um resumo de um possível programa para atendimento a regiões remotas e de fronteira, atendendo às demandas indicadas. Programa para regiões remotas e de fronteira Projeto TLD1 Projeto TLD2 Projeto TLD3 Localidades remotas Escritórios de suporte Total Tabela 3.5 Resumo do atendimento às regiões remotas e de fronteira (número de unidades atendidas) 3.6 Pessoas com deficiência e associações de apoio SEDH/CORDE Um programa de atendimento a pessoas com deficiência trataria da disponibilização e da utilização de serviços de telecomunicações para pessoas com deficiência auditiva, visual e/ou motora. Esse programa pode contemplar os seguintes projetos:

17 17 / 59 Projeto TLC2: Acessibilidade para entidades profissionalizantes; Projeto TLC3: Acessibilidade para Órgãos e Conselhos Estaduais; Projeto TLC4: Acessos banda larga para entidades profissionalizantes atendidas em O Projeto TLC2 consiste da implantação de acessos de telefonia, acessos banda larga e equipamentos de interface nos Núcleos de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais (NAPNEs), que prestam assistência educacional a pessoas com deficiência visual, auditiva e/ou motora, atendendo parte do termo de referência da CORDE Projeto de Atendimento aos Núcleos e aos Centros Especiais de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais. É prevista ainda a isenção de assinatura básica de telefonia e de mensalidade para acesso irrestrito à Internet. Os equipamentos de interface são categorizados em kits de Ajuda Técnica, específicos para cada tipo de deficiência: visual, auditiva e/ou motora. O projeto TLC2, por se aplicar exclusivamente a estabelecimentos de ensino, está também em consonância com os objetivos estabelecidos nos incisos VI e VII do art. 5 O, da Lei n o 9.998/2000. VI implantação de acessos para utilização de serviços de redes digitais de informação destinadas ao acesso público, inclusive da internet, em condições favorecidas, a estabelecimentos de ensino e bibliotecas, incluindo os equipamentos terminais para operação pelos usuários; VII redução das contas de serviços de telecomunicações de estabelecimentos de ensino e bibliotecas referentes à utilização de serviços de redes digitais de informação destinadas ao acesso do público, inclusive da internet, de forma a beneficiar em percentuais maiores os estabelecimentos freqüentados por população carente, de acordo com a regulamentação do Poder Executivo. São beneficiados, no Projeto TLC2, 60 NAPNEs espalhados pelo país, conforme estimativa da CORDE. Os kits de Ajuda Técnica são compostos de dois tipos: kit 1, específico para deficiência visual e; kit 2, direcionado para pessoas com deficiência auditiva, visual e motora. Essa composição tem por objetivo a otimização de recursos quando da utilização específica de cada Núcleo, visto que nem todos tratam de todas as deficiências ao mesmo tempo. O conjunto de kits terminais fornecidos no Projeto TLC2, para cada unidade do NAPNE, é composto por 3 unidades do kit 1 e 2 unidades do kit 2. O Projeto TLC3 consiste na implantação de acessos de telefonia, acessos banda larga e equipamentos de interface a 37 Órgãos e Conselhos Estaduais coordenadores de políticas para pessoas com deficiência, complementando a demanda do projeto TLC2 para atendimento do termo de referência da CORDE Projeto de Atendimento aos Núcleos e aos Centros Especiais de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais. É prevista a isenção de assinatura básica de telefonia e de mensalidade para acesso irrestrito à Internet. Assim como no TLC2, os equipamentos de interface também são categorizados em kits de Ajuda Técnica, específicos para cada tipo de deficiência: visual, auditiva e/ou motora. O projeto TLC3 está também em consonância com os objetivos estabelecidos no inciso VI do art. 5 O, da Lei n o 9.998/2000: VI implantação de acessos para utilização de serviços de redes digitais de informação destinadas ao acesso público, inclusive da internet, em condições favorecidas, a estabelecimentos de ensino e bibliotecas, incluindo os equipamentos terminais para operação pelos usuários.

18 18 / 59 São beneficiados no Projeto TLC3 37 Órgãos e Conselhos Estatuais espalhados pelo país, conforme relação fornecida no termo de referência da CORDE. O kit utilizado no Projeto TLC3 é o mesmo definido como kit 2 para o Projeto TLC2. Cada um dos órgãos e conselhos deve receber uma unidade do kit 2. O Projeto TLC4 tem por objetivo a disponibilização de acessos banda larga para as 201 entidades profissionalizantes de pessoas com deficiência atendidas em 2006, a saber: CAPs - Centros de Apoio às Pessoas com Deficiência Visual; Mini-CAPs - Centros de Apoio às Pessoas com Deficiência Visual de menor porte; NAPPB - Núcleos de Apoio Pedagógico e Produção Braille; Imprensas Oficiais (IBC - Instituto Benjamin Constant e Fundação Dorina Nowill para Cegos); Institutos de Cegos no Brasil; INES Instituto Nacional de Educação de Surdos e NAPNES Núcleos de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais. Essas entidades profissionalizantes receberam, em 2006, kits de ajuda técnica de acordo como o tipo de deficiência com a qual trabalham. Para os anos de 2007, 2008 e 2009 elas terão o seu acesso melhorado, da solução BLD (Banda Larga Discada) para o acesso banda larga, nas localidades onde o serviço estiver disponível. O projeto TLC4, por se aplicar exclusivamente a estabelecimentos de ensino, está também em consonância com os objetivos estabelecidos nos incisos VI e VII do art. 5 O, da Lei n o 9.998/2000. VI implantação de acessos para utilização de serviços de redes digitais de informação destinadas ao acesso público, inclusive da internet, em condições favorecidas, a estabelecimentos de ensino e bibliotecas, incluindo os equipamentos terminais para operação pelos usuários; VII redução das contas de serviços de telecomunicações de estabelecimentos de ensino e bibliotecas referentes à utilização de serviços de redes digitais de informação destinadas ao acesso do público, inclusive da internet, de forma a beneficiar em percentuais maiores os estabelecimentos freqüentados por população carente, de acordo com a regulamentação do Poder Executivo. A tabela a seguir contém um resumo dos itens constantes nos projetos de atendimento a pessoas com deficiência: Programa Atendimento às pessoas com deficiência Projeto TLC2 Projeto TLC3 Projeto TLC4 Total Instituições Terminais do kit 1 Deficiência visual Terminais do kit 2 Deficiência auditiva, visual e motora Acessos banda larga Linhas telefônicas individuais Tabela 3.6 Resumo do atendimento às pessoas com deficiência (número de unidades) 4 Benefícios associados aos projetos Segundo as necessidades reportadas pelo MEC, um programa para atendimento dos estabelecimentos de ensino deve visar a promoção do desenvolvimento, o uso e a

19 19 / 59 disseminação da telefonia/telemática como fator de enriquecimento pedagógico nas escolas das redes federais, estaduais e municipais. Os alvos principais são os alunos e os professores das escolas públicas, na medida em que venham a adquirir habilidades para adaptar-se aos novos conhecimentos gerados num mundo em constante evolução (aprender a aprender), resolver problemas de forma criativa, processar informações, dominar e utilizar tecnologias e desenvolver relacionamento interpessoal a partir de trabalhos em equipe. A universalização das telecomunicações promove a valorização do professor capacitandoo para utilizar as novas tecnologias na sua prática docente, contribuindo para a evolução de seu papel em sala de aula e o surgimento de novos relacionamentos com colegas e alunos no desenvolvimento de projetos multidisciplinares apoiados nas tecnologias. Dessa forma, é esperado que a comunidade, principalmente os pais de alunos, tenha acesso aos computadores eventualmente instalados na escola, fora dos horários de funcionamento normal do estabelecimento, para adquirir conhecimentos básicos em informática. Os ganhos da comunidade com a promoção da inclusão digital e social desses projetos podem ser percebidos de forma direta e indireta. Indiretamente, se beneficiam as comunidades mais afastadas dos grandes centros e mais próximas dessas escolas que receberão o benefício. Já as escolas têm um ganho direto, através da melhoria no acesso de seus alunos e professores às informações e conteúdos livres que estão disponíveis na internet e na biblioteca digital desenvolvida pelo MEC. Essa biblioteca disponibiliza cerca de obras de domínio público, entre textos, teses de mestrado, imagens, músicas e muitas outras obras, que podem, em muito, contribuir para as construções individuais de conhecimento dos alunos e professores dessas instituições. A proposta de um programa para as bibliotecas, apresentada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, visa contemplar a implantação de acessos para utilização de serviços de redes digitais de informação destinadas ao acesso público em bibliotecas abertas ao público em geral, em conformidade com os incisos I e II do artigo primeiro da Portaria nº 245, de 10 de maio de 2001, do Ministério das Comunicações: Art. 1º Definir o PROGRAMA BIBLIOTECAS, que trata da universalização de serviços de telecomunicações, para permitir: I o acesso a informações digitalizadas de bibliotecas públicas federais, estaduais e municipais, de centros de difusão cultural e científica e de organizações da sociedade civil de interesse público; e II a implantação de acessos para utilização de serviços de redes digitais de informação, destinadas ao acesso público, inclusive Internet, nas bibliotecas de entidades públicas federais, estaduais e municipais, de centros de difusão cultural e científica e de organizações da sociedade civil de interesse público. Simultaneamente ao Programa FUST Bibliotecas, o Programa de Inclusão Digital do Departamento de Ações Regionais DEARE da Secretaria de Inclusão Social SECIS do Ministério da Ciência e Tecnologia MCT, apresenta a proposta visando alçar as ações de Inclusão Social em Centros de Inclusão Digital, sendo um fator de eliminação do hiato digital existente entre os brasileiros com capacidade de acesso à informação em meio eletrônico, e aqueles considerados analfabetos digitais. Entre os benefícios esperados para estes programas estão: Dotar bibliotecas públicas e Centros de Inclusão Digital do Programa de Inclusão Digital da SECIS de infra-estrutura de conectividade remota e necessária ao funcionamento de unidades de capacitação e treinamento em informática;

20 20 / 59 Contribuir para a geração de ocupação e de renda e, conseqüentemente, para o aumento da inclusão social; Maior utilização da Internet no País, fazendo com que o acesso às tecnologias de informação e comunicação seja um fator de redução dos desníveis regionais e sociais; Maior integração das bibliotecas nacionais e Centros de Inclusão Digital na comunidade circundante e fortalecimento de sua base tecnológica; Maior número de bibliotecas integradas à Internet e à rede de bibliotecas brasileiras; Criação de novas bibliotecas e disseminação do hábito da leitura na população brasileira; Agregação de valor às bibliotecas públicas contempladas com Centros de Inclusão Digital do Programa de Inclusão Digital da SECIS; Maior valorização da memória e cultura nacionais por meio de sua preservação e disseminação; Maior capacitação técnica nacional, com a atualização e reciclagem de profissionais de nível médio e superior das áreas de biblioteconomia e correlatas na utilização das novas tecnologias. O projeto de acessibilidade às bibliotecas, proposto pela CORDE, de abrangência nacional e com o objetivo de equipar as bibliotecas públicas do país para o atendimento às pessoas com deficiência visual, auditiva e/ou motora, também proporciona grandes benefícios a esse público. As pessoas com alguma dessas deficiências podem ser beneficiadas da seguinte forma: Pessoas cegas ou com deficiência visual: cada kit presente no micro computador será equipado com leitor de tela e linha braille para facilitar o acesso de comunicação destas pessoas aos conteúdos fornecidos por estas bibliotecas. Pessoas surdas ou com deficiência auditiva: cada biblioteca receberá um Kkt de Ajuda Técnica, contendo um TSPC Telefone Surdos para PC para facilitar o acesso de comunicação dessas pessoas às bibliotecas públicas, dando-lhes a possibilidade de se comunicar de forma mais próxima à utilizada pelas pessoas sem deficiência. Também se beneficiarão de serviços tais como a obtenção de informações e a reserva de livros. Pessoas com deficiência motora: cada kit presente nos microcomputadores será equipado com ferramentas que ajudarão na digitação de textos e utilização de softwares em geral, como, por exemplo: software preditor de palavras, emulador de mouse, teclado especial, máscara de teclado (Colméia) e acionadores mecânicos de teclas. Esse projeto também possibilita às bibliotecas a comunicação com todos os órgãos governamentais e não governamentais que possuam a possibilidade de comunicação via texto, beneficiando esse público. Pode-se citar ainda como benefício o aumento na capacitação dos profissionais que trabalham com pessoas com deficiência, através da atualização e reciclagem de profissionais de nível médio e superior das áreas de biblioteconomia e correlatas na utilização de Tecnologias Assistivas 6. Conseqüentemente, 6 Tecnologia Assistiva, também denominada Adaptativa ou de Ajuda Técnica, é toda aquela desenvolvida para permitir o aumento da autonomia e independência da pessoa idosa e da pessoa com deficiência em suas atividades domésticas ou ocupacionais de vida diária.

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