Relatório e contas consolidadas

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1 Relatório e contas consolidadas 2008 Sociedade aberta - Avenida Fontes Pereira de Melo, Lisboa - Capital social: euros Matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa e Pessoa Colectiva nº

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3 Portugal Telecom Relatório e contas consolidadas 2008 Mensagem do Presidente do Conselho de Administração 3 Mensagem do Presidente da Comissão Executiva 6 01 Enquadramento macroeconómico Aspectos regulamentares Perfil estratégico Inovação, investigação e desenvolvimento Análise dos resultados consolidados Evolução dos negócios 46 Mercado doméstico 46 Mercado internacional Recursos humanos PT no mercado de capitais Principais eventos Perspectivas futuras Declaração de pessoas responsáveis Actividades dos Administradores Não Executivos 78 Demonstrações financeiras consolidadas 81 Certificação legal das contas consolidadas 179 Relatório e parecer da Comissão de Auditoria 185 Relatório de auditoria 191 Relatório do governo da sociedade 195 Glossário 268 Conselho de Administração 270 Indicadores-chave 271 Informação adicional aos accionistas 273 As designações PT, Grupo Portugal Telecom, Grupo PT, Grupo e Empresa referem-se ao conjunto das empresas que constituem a Portugal Telecom ou a qualquer uma delas, consoante o contexto. Relatório e contas consolidadas

4 Portugal Telecom Portugal Rede fixa > PT Comunicações 100% milhões de euros de receitas > PT Prime 100% Móvel > TMN 100% milhões de euros de receitas Principais activos internacionais receitas (milhões de euros) Vivo 31,78% > Brasil > Móvel Médi Télécom 32,18% (1) > Marrocos > Móvel 453 Unitel 25% (1) (2) > Angola > Móvel 863 CTM 28% (1) > Macau > Fixo e móvel 207 MTC 34% (2) > Namíbia > Móvel 106 CVT 40% (2) > Cabo Verde > Fixo e móvel 73 CST 51% (2) > São Tomé e Príncipe > Fixo e móvel 9 UOL 29% (3) > Brasil > ISP, conteúdos e Internet 197 Dedic 100% > Brasil > Call center 124 Timor Telecom 41,12% > Timor > Fixo e móvel 26 (1) Estes investimentos são contabilizados pelo método de equivalência patrimonial. (2) Estas participações são detidas pela Africatel, a qual é controlada em 75% pela PT. (3) Receitas de À data deste relatório, a UOL ainda não tinha divulgado os seus resultados anuais de Empresas instrumentais Serviços de sistemas e TI [PT Sistemas de Informação 100%]; Inovação, investigação e desenvolvimento [PT Inovação 100%]; Serviços administrativos e de gestão partilhada [PT PRO 100%]; Serviços de negociação [PT Compras 100%]; Call centers [PT Contact 100%]; Gestão de fundos de pensões [Previsão 82,05%] 2

5 Portugal Telecom Mensagem do Presidente do Conselho de Administração Com a apresentação dos resultados de 2008 conclui-se o mandato do Conselho de Administração iniciado em 21 de Abril de Eleito num contexto de turbulência decorrente do lançamento de uma OPA hostil, o Conselho de Administração apresentou aos accionistas um plano estratégico para o futuro da PT que veio a ser sufragado por larga maioria na Assembleia Geral mais concorrida da história da PT em 2 de Março de No caso de a proposta do Conselho de Administração de pagar um dividendo de 0,575 euros vir a ser aprovada por esta Assembleia Geral cumpre-se integralmente o programa de remuneração accionista iniciado em 2 de Março de 2007, no montante de 5,8 mil milhões de euros, através de dividendos, compra de acções próprias e spin-off da PT Multimédia. Este programa foi realizado sem pôr em causa a situação financeira da empresa e sem comprometer a sua capacidade de investimento, imprimindo uma nova configuração ao mercado das Telecomunicações, à estrutura da empresa e à sua oferta de produtos e serviços. O aparecimento da crise do subprime e as suas consequências nos mercados e nas economias O triénio do mandato deste Conselho, foi também marcado por profundas alterações no enquadramento macro-económico mundial. Com efeito, quando em meados de 2007 apareceram os primeiros sinais da crise do subprime nos Estados Unidos, poucos anteciparam que esta iria arrastar os mercados financeiros para uma crise de confiança sem precedentes contagiando progressivamente as economias desenvolvidas e os mercados emergentes causando o agravamento generalizado e a queda em recessão e provocando o agravamento dos desequilíbrios sociais. Os mercados estão agora marcados por uma nova atitude face ao risco tendo por isso mudado a sua percepção sobre alavancagem financeira. Neste contexto, torna-se ainda mais relevante a decisão tomada por este Conselho de Administração de confirmar como objectivo prioritário a manutenção da Empresa como investment grade. Mas os impactos da crise do subprime e das múltiplas formas de derivados não se reflectiram apenas nos mercados financeiros, tendo arrastado as economias desenvolvidas para um abrandamento significativo numas e para a depressão noutras. Apesar de não estar directamente exposta de uma forma relevante aos produtos causadores da crise, a economia Portuguesa sofreu em 2008 com o abrandamento dos seus Relatório e contas consolidadas

6 principais parceiros comerciais. Neste contexto, a economia abrandou de um crescimento de 1,9% em 2007 para um crescimento de 0% em Esta crise, cuja profundidade e contornos estão ainda por dimensionar de uma forma precisa constitui um desafio para toda a sociedade Portuguesa e também para a Portugal Telecom. No sentido de melhor se preparar para um enquadramento mais complexo, a PT tem-se concentrado na adaptação da organização à nova realidade do mercado, procurando extrair eficiências através da convergência de infraestruturas, partilha de melhores práticas entre os vários segmentos de negócio, enfoque no upselling de serviços aos seus clientes e estabelecimento de relações de parceria com os seus fornecedores. Triénio marcado pela mudança: no sector e na PT O triénio de foi marcado por uma mudança estrutual do mercado das telecomunicações, a qual foi impulsionada pelo spin-off voluntário da PT Multimédia em 7 de Novembro de Este constituiu, de facto, o grande acto liberalizador do sector das telecomunicações em Portugal. Assim, a PT contribuiu de forma proactiva, estrutural e decisiva para a principal medida dinamizadora da concorrência no sector. O triénio foi também marcado por uma profunda evolução na configuração da PT no mercado doméstico com a evolução do portfólio de negócios, alargando a oferta à televisão, e organizando ofertas integradas dos vários produtos explorando os caminhos abertos pela convergência tecnológica e mercadológica. No binómio mercado doméstico versus actividades internacionais assinala-se o contributo positivo de todas as operações internacionais, de entre elas se destacando a Vivo, operadora móvel líder com 45 milhões de clientes, a qual reforçou a sua capacidade competitiva com a implementação do sistema GSM em tempo recorde, com a obtenção de cobertura nacional e com o lançamento dos serviços 3G. Para a implementação desta reestruturação contribuiu a visão convergente dos accionistas controladores da Vivo, a qual continua enfocada na valorização do activo. É também de assinalar o crescimento dos outros activos internacionais que compõem o portfolio da PT. Como resultado, a contribuição dos negócios internacionais para as contas consolidadas da PT atingiu este ano 49,6% das receitas e 26,7%, dos resultados. Estes indicadores comparam muito favoravelmente com a situação no início do mandato que era de 37,6% das receitas e -9,3% dos resultados. A divulgação feita oportunamente pela Vivo de distribuir dividendos referentes ao exercício de 2008 com impacto de 44 milhões milhões na PT tem para além da sua expressão material um significado 4

7 Portugal Telecom simbólico que compensa o esforço e o acerto das orientações definidas e dos investimentos decididos pelo Conselho de Administração sobre a reestruturação da Vivo. A PT continua plenamente envolvida na criação de uma sociedade sustentável Este foi também o triénio em que a PT aprofundou as suas práticas de sustentabilidade, envolvendo os seus colaboradores, os seus fornecedores e também os seus clientes, procurando concentrar os seus esforços na eco-eficiência, na obtenção de sinergias e na partilha de melhores práticas entre todas as subsidiárias do grupo. Destaca-se a criação do task force para definição da estratégia energética do Grupo, tendo-se conseguido reduzir em média 11,5% por ano as emissões de CO2 nos últimos três anos. É também de salientar a conclusão dos processos de certificação dos sistemas de gestão das principais empresas da PT a nível nacional, de acordo com as normas internacionais ISO 9001 qualidade; ISO ambiente; OHSAS Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho, bem como a criação do Modelo Sustentável de Selecção e Contratação de Fornecedores. A PT tem fortes ambições para o futuro A PT reafirmou-se neste triénio como uma Empresa de referência e uma bandeira no desenvolvimento da sociedade da informação em Portugal, com a implementação de vários projectos, entre os quais destacamos o e-escolas. Com 70 milhões de clientes em todo o mundo, os quais representam um crescimento de 55% face ao final de 2005 a PT já é uma empresa global. Mas, em simultâneo, a PT é também uma Empresa com fortes ambições para o futuro, quer no mercado doméstico quer no internacional, e estou confiante que a PT irá continuar a ser um player de referência no mercado das telecomunicações internacionais contribuindo positivimente para a criação de valor para todos os stakeholders em geral, e para os seus accionistas em particular. Henrique Granadeiro Presidente do Conselho de Administração Relatório e contas consolidadas

8 Mensagem do Presidente da Comissão Executiva Em 2008 a Portugal Telecom mudou. Mudámos enquanto empresa, mudámos o mercado em que actuamos e mudámos os hábitos dos mais de 70 milhões de clientes que temos em todo o mundo. Num ano marcado pela extensão da crise do crédito hipotecário subprime aos mercados financeiros e à economia mundial e, no mercado interno, pelo aumento da competitividade com a consolidação de um novo operador, é com um grande sentido de realização e satisfação pessoal que posso afirmar que a vossa empresa alcançou, e em muitos casos, superou os objectivos a que se propôs. Uma nova abordagem ao mercado Um dos primeiros passos dados foi a adaptação da organização aos desafios futuros. Internamente a criação da PT Portugal através da fusão organizativa entre a PT Comunicações e a TMN foi um marco histórico para toda a empresa, representando um ponto de viragem no nível de eficiência e agilidade de funcionamento das diversas áreas de negócio. Neste sentido, e reafirmando o nosso compromisso com o cliente, abandonou-se uma estrutura organizada em torno de plataformas, fixo e móvel, para uma estrutura centrada nas necessidades de cada segmento, passando assim para uma organização em torno de cinco segmentos de cliente: Residencial, Pessoal, PMEs, Corporate e Wholesale. Para podermos continuar a surpreender constantemente o mercado com serviços inovadores, demos passos importantes no reforço de uma cultura de inovação e tomada de risco como um dos principais drivers de crescimento e desempenho da PT. Internamente foram criadas as condições para o desenvolvimento e partilha de ideias novas e diferenciadoras, tendo sido envolvida toda a organização no processo de inovação de novos produtos e serviços, conceitos de negócio, alavancas de experiência do cliente e aumento de eficiência operacional. 6

9 Portugal Telecom Mercado doméstico No ano de 2008, a PT viu reforçada a sua liderança no mercado doméstico, vendo confirmado o sucesso das três prioridades estratégicas delineadas: o lançamento do meo, a TV do futuro, a aposta na liderança da banda larga móvel e a aposta no segmento das PME s, através de ofertas inovadoras e convergentes, tais como o Office Box. No segmento Residencial, assistimos a um momento histórico de inflexão da tendência de perda de clientes na rede fixa suportado pelo sucesso do meo, uma oferta de triple play baseada numa nova experiência de TV em Portugal, oferecendo uma escolha alargada de canais, video on demand, alta definição, e uma set-top-box de última geração com gravação digital e programação electrónica. Neste ano de lançamento do meo atingimos mais de 310 mil clientes, o que representou um ritmo de crescimento muito favorável face a outras empresas com comparáveis na Europa e foi o reflexo de uma marca jovem e irreverente, com níveis recorde de notoriedade, bem como da introdução contínua de serviços inovadores, como foi o caso da introdução do vídeo on demand pela primeira vez em Portugal. Destacaria também a vitória da PT no concurso de Televisão Digital Terrestre, o que nos permitirá reforçar a nossa estratégia multiplataforma com cobertura nacional, contribuindo dessa forma para o crescimento do mercado de televisão paga em Portugal. No segmento Pessoal consolidámos a nossa liderança, e em particular de forma destacada na banda larga móvel, com o parque de clientes a mais que duplicar face a Foi um ano em que também ganhámos diversos prémios independentes que reconheceram a qualidade da rede TMN. A aposta ao longo de 2008 passou pelo reforço da nossa presença em determinadas regiões do país e segmentos, nomeadamente o segmento jovem. No segmento das PMEs, apostámos de forma clara no potencial da convergência fixo-móvel. Lançámos a solução Office Box, disponibilizando num só pacote com pricing simplificado serviços de voz fixa e móvel, conectividade de banda larga fixa e móvel, hardware de última geração e um serviço de suporte integrado, tornando a PT numa referência na provisão de um serviço integrado de telecomunicações, com ferramentas de produtividade e suporte. No segmento Corporate, consolidámos a nossa posição de mercado, ganhando um número importante de novos contratos de soluções de telecomunicações bem como de soluções de outsourcing, gestão de redes e TI costumizadas às necessidades dos nossos clientes. Realçaria o trabalho que se está a fazer na educação, onde a nossa visão de futuro se materializa na dotação do sistema de educação português com uma das mais modernas redes de telecomunicações e, através do programa e-escolas, colocando-o na vanguarda das novas tecnologias, com os alunos de todo o país a beneficiarem de novos métodos de trabalho, acesso à Internet e literação em ferramentas informáticas. Relatório e contas consolidadas

10 Mercado Internacional No mercado internacional conseguimos os melhores resultados dos últimos anos, confirmando as duas prioridades estratégicas de consolidação do turnaround da Vivo e de maior aproximação às restantes operações internacionais alavancando no know-how da PT, e reforçando a nossa estratégia de presença em mercados de alto crescimento, nomeadamente Brasil e África. No Brasil, confirmámos o sucesso do turnaround que realizámos na Vivo, sendo o período marcado por um crescimento sólido ao nível do negócio e pelo reforço do posicionamento estratégico da operadora no mercado móvel, onde consolidámos a nossa posição de liderança. São também de destacar a implementação da rede 3G no país, a entrada na região do Nordeste e a conclusão da aquisição da Telemig em Minas Gerais, alargando dessa forma a nossa cobertura a todo o país. Em África focámos a gestão na execução operacional, apostando numa crescente partilha de know-how e melhores práticas, e reforçámos a nossa equipa local em todos os países Africanos onde operamos. Estas linhas de acção e o trabalho realizado em conjunto com os nossos parceiros locais permitiram-nos registar um crescimento significativo nas diversas operações. Sustentabilidade e Responsabilidade Social O ano de 2008 foi marcado pelo reforço da nossa aposta na sustentabilidade e responsabilidade social como parte integrante da nossa estratégia. Estamos determinados em promover a sustentabilidade futura da nossa sociedade, através quer da nossa actuação directa, reduzindo as nossas emissões de CO2 e necessidades energéticas, quer de uma forma indirecta, através dos nossos produtos e serviços que promovem a desmaterialização do nosso quotidiano e a redução da pegada ambiental. De realçar o enfoque da PT na promoção do bem-estar social dos seus colaboradores e da sociedade. A nível interno, este enfoque espelha-se, por exemplo, nas bolsas de estudo atribuídas a filhos de colaboradores PT, no acesso gratuito a bibliotecas internas e nas iniciativas de voluntariado em horário laboral. A nível externo são de destacar as iniciativas lideradas pela Fundação PT, que se constitui como uma das maiores fundações portuguesas associadas a um grupo económico. 8

11 Portugal Telecom Perspectivas futuras Não obstante o ambiente de competitividade no mercado e o actual enquadramento económico doméstico e internacional, a PT continuará a reforçar a sua estratégia baseada numa aposta clara na inovação, explorando todo o potencial de crescimento dos seus activos a nível doméstico e internacional. Vamos aprofundar a materialização da nossa visão para o sector, com particular incidência na convergência fixo-móvel e em soluções de multimédia integradas. A nossa estratégia passará por uma abordagem multiplataforma, com o lançamento de uma rede de transmissão TDT e, tendo por base a existência de um enquadramento regulatório apropriado, pelo investimento numa rede de fibra óptica que mudará radicalmente a forma como todos vivemos e trabalhamos. No mercado internacional continuaremos a explorar todo o potencial de crescimento da Vivo e as sinergias no nosso portfolio actual. Pretendemos igualmente aumentar a nossa exposição a mercados de elevado crescimento de uma forma criteriosa e selectiva, com enfoque em África. As oportunidades e desafios que se apresentam inspiram-nos a concretizar a nossa visão de transformação da sociedade em que vivemos. Gostaria assim de agradecer o apoio e confiança que recebemos dos nossos accionistas, o empenho e profissionalismo dos nossos colaboradores e a confiança dos nossos clientes e fornecedores, sem os quais não poderíamos realizar a nossa visão de futuro. Zeinal Bava Presidente da Comissão Executiva Relatório e contas consolidadas

12 01 Enquadramento macroeconómico Situação económica internacional O ano de 2008 foi marcado pela extensão da crise do crédito hipotecário subprime nos Estados Unidos e pela sua transformação gradual numa crise de confiança generalizada, que afectou o sistema financeiro e a actividade económica a nível global. O aumento da percepção dos riscos de liquidez e de solvabilidade, com a falência ou perda de independência de algumas instituições financeiras nos Estados Unidos e na Europa, resultou numa relutância quase total das instituições em se exporem entre si nos mercados monetário e de crédito. A escassez de liquidez no sector privado foi particularmente visível entre o final do terceiro trimestre e o início do quarto trimestre, não obstante as intervenções agressivas das autoridades com o objectivo de assegurar o funcionamento normal dos mercados. Na Zona Euro, a taxa de juro Euribor a 3 meses subiu de 4,68% no inicio de 2008 para um máximo de 5,39% em Outubro, mas terminou o ano em 2,89%, após as descidas das taxas de referência e as fortes injecções de liquidez no mercado monetário levadas a cabo pelo Banco Central Europeu (BCE). % Taxas de juro Euribor e Libor (USD) 6,0 Libor 3 meses 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 Euribor 3 meses 0, Fonte: Bloomberg. O clima de aversão ao risco foi igualmente visível no comportamento do spread da Euribor face às taxas dos Bilhetes do Tesouro a 3 meses, o qual subiu de 88 pontos base para um máximo de 350pb (também em Outubro), antes de corrigir no final do ano, embora ainda para valores relativamente elevados (124pb, que compara com valores próximos de 20pb no Verão de 2007). 10

13 Portugal Telecom O aumento da incerteza, sobretudo no sector financeiro, e as expectativas de desaceleração da actividade económica penalizaram fortemente os principais índices accionistas. Nos EUA, os índices Dow Jones, Nasdaq e S&P500 caíram 33,8%, 40,5% e 38,5%, respectivamente. Na Zona Euro, os índices DAX, CAC40, IBEX e PSI-20 caíram, respectivamente, 40,4%, 42,7%, 39,4% e 51,3%. A elevada volatilidade foi também visível nos mercados de commodities. Na primeira metade do ano, o preço do petróleo exibiu uma forte tendência de subida, atingindo um valor próximo de USD 150/barril em Julho. Esta evolução ficou a dever-se à forte procura proveniente dos mercados emergentes, às dificuldades de expansão da oferta global e, em particular, a movimentos de natureza especulativa. A expectativa de abrandamento da economia e, mais tarde, a probabilidade crescente associada a um cenário de recessão global retiraram o suporte à procura especulativa e contribuíram para uma forte correcção em baixa do preço do barril, que fechou o ano em valores ligeiramente acima de USD 40, não obstante os cortes na produção. Preço do petróleo (USD e EUR/barril) USD USD/barril ; EUR/barril EUR Fonte: Bloomberg. A mesma tendência de correcção foi observada ao nível das matérias-primas não energéticas, contribuindo, assim, para uma descida significativa da inflação assim como das expectativas de inflação no final do ano. O ambiente monetário e financeiro mais restritivo, a escassez de liquidez nos mercados de capitais, a forte subida dos preços das commodities e da inflação no primeiro semestre do ano e, por último, mas não menos importante, uma deterioração significativa dos índices de confiança dos agentes económicos, originaram uma desaceleração, ou mesmo uma contracção, da actividade nas principais economias desenvolvidas. Relatório e contas consolidadas

14 Portugal Embora sem exposição directa ao fenómeno do crédito subprime, a economia portuguesa sofreu, em 2008, os impactos da crise de confiança no sistema financeiro internacional, da subida dos preços das matérias-primas no primeiro semestre do ano, e da desaceleração da procura externa. Neste contexto, o crescimento anual do PIB desceu de 1,9% em 2007 para 0% em 2008, registando-se duas quedas trimestrais consecutivas da actividade económica na segunda metade do ano. Para esta evolução contribuíram, sobretudo, a forte desaceleração das exportações, com o respectivo crescimento anual a cair de 7,6% em 2007 para apenas 0,6% em 2008, e a estagnação do investimento, que registou um decréscimo de 0,8% face a um crescimento de 3,2% em De referir, no entanto, que as exportações portuguesas para Angola, o Magrebe e, em menor grau, algumas economias na Ásia e na América Latina mantiveram um dinamismo elevado. Relativamente à formação bruta de capital fixo, esta foi, sobretudo, condicionada pelo ambiente monetário e financeiro mais restritivo e pela deterioração das expectativas de evolução da procura, visível na tendência de queda, ao longo do ano, dos principais indicadores de confiança das empresas. No conjunto de 2008, o consumo privado desacelerou ligeiramente, com a variação anual a descer de 1,6% para 1,4%. Este registo implica um crescimento superior ao do PIB e sugere uma nova redução da taxa de poupança das famílias, para um valor em torno de 5,5% do produto interno. Apesar da tendência negativa registada pelo índice de confiança dos consumidores, as despesas das famílias terão sido suportadas, no segundo semestre do ano, pela desaceleração dos preços. Principais indicadores macroeconómicos Portugal Taxas de crescimento real (%), excepto quando indicado E PIB 2,0 0,8-0,8 1,5 0,9 1,4 1,9 0,0 Consumo Privado 1,3 1,3-0,1 2,5 2,0 1,9 1,6 1,4 Consumo Público 3,3 2,6 0,2 2,6 3,2-1,4 0,0 0,3 Investimento 1,2-4,7-8,3 2,5-1,5-0,3 3,2-0,8 Exportações 1,8 1,5 3,9 4,0 2,0 8,7 7,6 0,6 Importações 0,9-0,7-0,8 6,7 3,5 5,1 5,6 2,3 Inflação (IPC) 4,4 3,6 3,3 2,4 2,3 3,1 2,4 2,6 Saldo Orçamental (% do PIB) -4,3-2,8-2,9-3,4-6,1-3,9-2,6-2,2 Dívida Pública (% do PIB) 52,9 55,5 56,9 58,3 63,6 64,7 63,6 65,9 Desemprego (% da população activa) 4,1 5,1 6,4 6,7 7,6 7,7 8,0 7,6 Saldo Bal. Corrente e Capital (% do PIB) -8,5-6,0-3,3-5,7-8,3-9,3-8,2-8,9 Fontes: INE, Banco de Portugal, Comissão Europeia, OCDE, ES Research. A taxa de inflação média anual subiu de 2,4% em 2007 para 2,6% em 2008 mas a variação homóloga dos preços terminou o ano com um registo de apenas 0,8%. A taxa média anual de desemprego desceu de 8% em 2007 para 7,6% em 2008 da população activa, reflectindo o crescimento ligeiramente acima 12

15 Portugal Telecom do potencial, observado nos dois anos anteriores. Contudo, é de salientar que o desemprego já registou uma subida no último trimestre de 2008, em linha com a estagnação da actividade registada no segundo semestre do ano. O aumento da restrição dos critérios de financiamento contribuiu para uma moderação do crescimento anual dos empréstimos ao sector privado não financeiro, que desceu, em 2007, de 9,9% para um valor próximo de 7,5% em Brasil No final de 2007, a economia brasileira apresentava taxas de crescimento elevadas, tendo acelerado ao longo dos primeiros nove meses de 2008, impulsionada pela procura interna, pelo aumento do rendimento e pela expansão do crédito. No entanto, a partir de Outubro, a falta de previsibilidade e de confiança levaram os empresários e consumidores a reverem rapidamente as suas decisões de investimento e consumo, o que resultou numa perda de dinamismo da actividade económica. A indústria brasileira cresceu 6,4% até Setembro mas registou uma descida no quarto trimestre, com o PIB a decrescer 1%, após doze trimestres consecutivos de crescimento. Ainda assim, o produto deverá ter crescido próximo do resultado de 2007 de 5,7%. A inflação também registou um decréscimo no final do ano, passando de uma média mensal de 0,53% até Agosto para 0,28% em Dezembro de Esta reversão do cenário macroeconómico levou o banco central do Brasil a interromper a trajectória de alta dos juros na reunião de Outubro e a discutir a possibilidade de uma redução da taxa básica já em Dezembro. A taxa Selic fechou o ano de 2008 em 13,75% (11,25% em Dezembro de 2007) e a taxa de inflação oficial apontou em 2008 para 5,9%, acima do objectivo de 4,5%, mas ainda abaixo do tecto de 6,5%. A taxa de câmbio Real/Euro registou igualmente uma elevada volatilidade durante 2008, valorizando durante a maior parte do ano e chegando a atingir uma cotação de EUR/BRL 2,38 em Agosto de Subsequentemente, e com o agravamento da crise internacional, a taxa de câmbio Real/Euro desvalorizou, encerrando o ano com uma cotação de 3,24. Relatório e contas consolidadas

16 Taxa de câmbio EUR/BRL 4,5 4,0 3,5 3,0 EUR/BRL 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0, Fonte: Bloomberg. Países africanos Os principais mercados africanos onde a PT está presente registaram em 2008 um forte crescimento económico. Em 2008, o PIB de Angola teve um crescimento de 16%, tendo a actividade do sector petrolífero registado um crescimento de 13%, em comparação com 19% observada nos sectores não petrolíferos. Com efeito, a economia angolana vai apresentando cada vez mais sinais de diversificação económica, reduzindo a sua dependência nas exportações de petróleo. A taxa de inflação foi de 12% e a sua moeda, o Kuanza, manteve a sua paridade relativamente ao dólar. Na Namíbia, o PIB registou um crescimento anual de 4% e a taxa de inflação de 9%. O Dólar da Namíbia (NAD), que tem um regime de paridade com o Rand, registou uma desvalorização de 30% face ao euro. Em Cabo Verde, o PIB observou um crescimento de 6% e a taxa de inflação de 6%.O câmbio do Escudo Cabo-verdiano (CVE) é fixo relativamente ao euro. Em Marrocos, o PIB registou um crescimento de 7% e a taxa de inflação de 4%. O Dirham Marroquino (MAD) teve uma valorização de 1% face ao euro. 14

17 Portugal Telecom 02 Aspectos regulamentares Mercado Doméstico O spin-off da PT Multimédia, o negócio de cabo da PT, concluído a 7 de Novembro de 2007, alterou o ambiente concorrencial do mercado de telecomunicações em Portugal. Diversos aspectos do quadro regulamentar foram alvo de discussão em 2008: Revisão do Quadro Regulatório (processo ainda não concluído), Redes de Nova Geração e a Televisão Digital Terrestre. Redes de Nova Geração Em 18 de Junho de 2008, o ICP-ANACOM lançou uma consulta pública sobre a abordagem regulatória às Redes de Nova Geração ( RNG ), a qual abordou diferentes vertentes em termos de: mercado, tecnologia, impacto nas redes existentes, modelos de desenvolvimento, políticas públicas e modelos regulatórios. Até 31 de Dezembro de 2008, o ICP-ANACOM não tinha ainda publicado o relatório, nem o resultado da consulta, o que não permitiu uma definição consistente do quadro regulatório aplicável às RNG. Em 30 de Julho de 2008, foi publicada uma Resolução do Conselho de Ministros a RCM n.º 120/2008, que definiu as RNG como uma prioridade estratégica para o país e estabeleceu um conjunto de objectivos para 2010, ano em que se pretende que estejam ligados 1 milhão de utilizadores, bem como a conexão de diversos serviços públicos as RNG. Esta resolução estabeleceu, ainda, um conjunto de medidas legislativas relativas ao acesso a condutas e ao domínio público e no que se refere às infraestruturas instaladas dentro de edifícios, as quais deverão fazer parte da versão final da legislação regulamentar. Em 18 de Setembro de 2008, a Comissão Europeia colocou em consulta uma proposta de Recomendação sobre a regulação das RNG, na qual pretende estabelecer princípios gerais de actuação, bem como a regulação das soluções FTTH e FTTN, incluindo a desagregação do acesso em fibra óptica e a desagregação virtual (bitstream), encontrando-se, ainda, a trabalhar na versão final da Recomendação. Relatório e contas consolidadas

18 Televisão Digital Terrestre Em Fevereiro de 2008, foram publicados os regulamentos dos dois concursos para atribuição de direitos de frequências para o serviço de radiodifusão televisiva digital terrestre e para o licenciamento do operador de distribuição, um respeitante ao Multiplexer A, destinado à transmissão de serviços de canais de acesso aberto (FTA Free-To-Air), de âmbito nacional, e outro respeitante aos Multiplexers B a F, destinados à transmissão de canais de acesso condicionado ou acesso não condicionado com assinatura, sendo os Muxes B e C de âmbito nacional e os restantes de âmbito regional. A PT ganhou o concurso respeitante ao Mux A, tendo-lhe sido atribuído, em Dezembro, o título de atribuição das respectivas frequências, que vão permitir o lançamento da Televisão Digital Terrestre em Portugal e o switch-off da televisão analógica, cumprindo a data objectivo da Comissão Europeia fixada para o ano de Relativamente ao concurso para os Muxes B a F, a PT venceu o concurso, contudo a decisão final foi impugnada judicialmente por outro concorrente. Como resultado, o concurso encontra-se envolvido em litígio judicial, o que levou à suspensão dos actos praticados pelo ICP-ANACOM e pela ERC no âmbito do mesmo. Mercados relevantes 4 & 5 Em 26 de Junho de 2008, o ICP-ANACOM lançou uma consulta pública sobre mercados de fornecimento de acesso wholesale de acesso (físico) (MR 4) e de fornecimento wholesale de acesso em banda larga (MR 5), tendo notificado a Comissão Europeia da sua decisão final, em 4 de Dezembro de 2008, na qual considerou existirem 184 áreas de central concorrenciais, correspondendo a cerca de 61% dos acessos em banda larga. Nessas áreas, a PT ficará liberta de um conjunto de obrigações que lhe haviam sido impostas, em Nestas zonas, a PT deixará de estar obrigada ao cumprimento das regras de esmagamento de margens e de controlo ex-ante das suas ofertas retalhistas de banda larga. No prazo de um ano, a PT deixará também de estar obrigada a manter a sua oferta wholesale de acesso em banda larga (bitstream), naquelas zonas. A PT mantém, no entanto, as suas obrigações, no que se refere à desagregação do lacete local e no acesso a condutas. De acordo com o ICP-ANACOM, os aspectos relativos à oferta de fibra escura e de desagregação da fibra serão analisados em consulta autónoma. 16

19 Portugal Telecom Serviço universal Em Janeiro de 2008, o ICP-ANACOM emitiu a sua decisão final de rejeição das estimativas de Custos Líquidos do Serviço Universal ( CLSU ), apresentadas pela PT Comunicações ( PTC ) em Outubro de 2006, relativamente a 2003 e revisão dos valores referentes a 2001 e 2002 (ambos recalculados). O ICP- ANACOM declarou que iria colocar nos 90 dias seguintes, em consulta pública uma metodologia de cálculo dos CLSU. O prazo limite expirou, em meados de Junho, sem desenvolvimentos posteriores. Em Fevereiro de 2008, dando cumprimento a um Despacho do Governo Português, o ICP-ANACOM lançou uma Consulta sobre Serviço Universal, destinada à recolha de posições com vista à preparação e lançamento de um concurso público para a designação do ou dos Prestadores do Serviço Universal ( PSU ), não obstante a PTC ser o prestador de Serviço Universal, designado até 2025 no âmbito do Contrato de Concessão e as questões relativas à compensação dos CLSU estarem por resolver. Em Setembro, o Regulador publicou o relatório da consulta sobre Serviço Universal e o Governo tornou pública a intenção de rever ou negociar o Contrato de Concessão com a PTC (e possibilitar, assim, o lançamento do concurso público para a designação do PSU). As conversações sobre este assunto entre a PTC e o Governo já foram encetadas mas ainda não se alcançou uma plataforma de entendimento. Indemnizações compensatórias pelos serviços obrigatórios Em Novembro de 2008, o Conselho de Ministros aprovou uma indemnização compensatória à PT no valor de um milhão de euros, no âmbito do Orçamento de Estado para 2008, nos termos do Contrato de Concessão, referente à prestação obrigatória dos seguintes serviços: Telex, Telegramas, Móvel Marítimo e Teledifusão. Tarifário do serviço telefónico Em 29 de Outubro de 2008, o ICP-ANACOM decidiu não se opor ao novo tarifário residencial proposto pela PTC e que veio estender, a partir de 27 de Setembro, o período nocturno gratuito, entre as 21h e as 9h, até aqui apenas de 2ª a 6ª feira, para os fim de semana. As variações nominais de preços calculadas para o cabaz de serviços considerado pelo regulador para efeitos do cumprimento do price-cap, foram de menos 0,66% (variação instantânea) e menos 0,65% (média anual). Relatório e contas consolidadas

20 Mercados grossistas de terminação de chamadas vocais em redes móveis individuais Em 2 de Julho de 2008, o ICP-ANACOM aprovou uma decisão relativa à especificação da obrigação de controlo de preços no âmbito dos mercados grossistas de terminação de chamadas vocais em redes móveis individuais, nos termos da qual foi imposta uma descida das tarifas de terminação móveis, com introdução de assimetria a favor do terceiro operador móvel. Esta decisão deveria ter entrado em vigor em 15 de Julho de 2008, mas devido a circunstâncias que rodearam a respectiva aprovação, apenas entrou em vigor em 23 de Agosto de A decisão estabelece um nova transição gradual, com uma descida acentuada de preços para a TMN num primeiro momento, concedendo à Optimus um período de transição mais longo (assimetria), sendo que, em 1 de Outubro de 2009, o preço da terminação de chamadas em redes móveis individuais será de 0,0650 euros por minuto, para os três operadores móveis. Originação de chamadas em redes móveis Em Agosto de 2008, três anos após ter iniciado, e nunca concluído, a análise aos Mercados Relevantes 15 ( MR ), o ICP-ANACOM publicou um entendimento, instando os operadores móveis a descerem as respectivas tarifas de originação para níveis semelhantes aos das tarifas de terminação até 30 de Setembro de 2008 e, em simultâneo, a promover descidas dos preços do serviço de facturação e cobrança por conta de outros operadores, sob ameaça de remeter o tema para a Autoridade da Concorrência ou endereçar o assunto em sede de análise do MR. O entendimento do ICP-ANACOM surgiu após a publicação da nova Recomendação da Comissão Europeia sobre os MR para efeitos de imposição de obrigações ex-ante, tendo deixado de constar da mesma o antigo MR 15 (mercado grossista do acesso e originação de chamadas em redes telefónicas públicas móveis). Regulamento de roaming Nos termos do Regulamento 727/2007 sobre as tarifas de roaming na UE, a Comissão Europeia tinha a resonsabilidade de apresentar ao Parlamento Europeu um relatório sobre o funcionamento deste Regulamento, indicando se os objectivos principais do mesmo foram atingidos. Para esse efeito, a Comissão lançou, em Maio de 2008, uma consulta destinada a avaliar o funcionamento e o impacto 18

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