SOCIEDADE BRASILEIRA DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA REGIMENTO INTERNO DA CET

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SOCIEDADE BRASILEIRA DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA REGIMENTO INTERNO DA CET"

Transcrição

1 SOCIEDADE BRASILEIRA DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA REGIMENTO INTERNO DA CET CAPÍTULO 1 Objetivos e Finalidades 1.1. Regulamentar a atividade dos Programas de Residência e Especialização em Ortopedia e Traumatologia Promover a padronização de programas para ensino e treinamento da especialidade, através de supervisão, planejamento e vistorias contínuas Deliberar sobre as questões pertinentes ao ensino que sejam encaminhadas, como consulta ou solicitação pelos Serviços credenciados Recomendar à Comissão Executiva da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) os pedidos de credenciamento e descredenciamento de Serviços Realizar visitas de inspeção aos Serviços quando for necessário Elaborar, anualmente, o exame para obtenção do Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia (TEOT) Elaborar, anualmente, o Teste para Avaliação dos Residentes e Especializandos em Ortopedia (TARO) Elaborar e atualizar, sempre que julgar necessário, o conteúdo programático e a bibliografia a serem utilizados nas atividades dos programas de Residência e Especialização em Ortopedia e Traumatologia Elaborar e atualizar, sempre que julgar necessário, o regimento interno desta comissão e submetê-lo à aprovação pela Diretoria da SBOT (Comissão Executiva) Representar a SBOT nos órgãos governamentais reguladores de programas de Residência Médica e Especialização Enviar relatório anual de suas atividades à Diretoria da SBOT. CAPÍTULO 2 - Da Comissão 2.1. A Comissão de Ensino e Treinamento (CET) é uma Comissão permanente da SBOT, consoante o Capítulo V do seu Estatuto A CET reunir-se-á ordinariamente uma vez por mês e tantas vezes quantas forem necessárias, em caráter extraordinário, para o cumprimento de suas funções. 1

2 2.3. A CET reunir-se-á com os Chefes, Preceptores, Residentes e Especializandos dos Serviços credenciados pela SBOT, por ocasião do Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia. CAPÍTULO 3 - Da Constituição 3.1. A CET será composta por doze membros, preferencialmente sendo um de cada comitê, de forma que quatro sejam renovados a cada ano Os membros deverão ser oriundos de Serviços credenciados SBOT, ter pelo menos dez anos de membro titular da SBOT e ter participado de pelo menos três vezes no Exame para Obtenção do Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia Serão indicados pelo Presidente da SBOT, aprovados pela CET em reunião prévia e referendados pela Comissão Executiva, e deverão estar quites com suas obrigações junto à SBOT O mandato de cada membro será de três anos Qualquer membro da Comissão poderá ser indicado, consecutivamente, no máximo uma vez O Presidente da CET será indicado pelo Presidente da SBOT e deverá obrigatoriamente estar no seu terceiro ano do mandato A CET elegerá um Vice-Presidente, um Secretário-Executivo e um Secretário- Adjunto Não poderá ser eleito como Secretário-Executivo o membro da CET em seu primeiro ano de mandato. CAPÍTULO 4 - Da Residência Médica e do Curso de Especialização 4.1. Compreende-se como Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia a modalidade de ensino de pós-graduação e treinamento em serviço funcionando sob a responsabilidade de instituições de saúde universitárias ou não. Tal modalidade de ensino possibilitará ao médico especializar-se em Ortopedia e Traumatologia, em Serviço credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), segundo o decreto n de 5 de setembro de Compreende-se como Curso de Especialização em Ortopedia e Traumatologia a modalidade de ensino de pós-graduação e treinamento em serviço funcionando sob a responsabilidade de instituições de saúde universitárias ou não. Tal modalidade de ensino possibilitará ao médico especializar-se em Ortopedia e Traumatologia, em Serviço credenciado pela SBOT O Programa de Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia deverá seguir a lei de 7 de julho de 1981 e suas alterações posteriores O Programa do Curso de Especialização em Ortopedia e Traumatologia deverá seguir as normas escritas neste regimento. 2

3 4.5. O Curso de Especialização em Ortopedia e Traumatologia, tal qual o Programa de Residência Médica, deverá ter a duração mínima de três anos, cursados de forma consecutiva O conteúdo programático da Residência Médica e do Curso de Especialização em Ortopedia e Traumatologia deverá seguir os critérios do Ministério da Educação (MEC) e da CET (ANEXO I) Os Serviços credenciados deverão comunicar à CET, até 30 de junho de cada ano, o cadastro atualizado de seus Residentes/Especializandos contendo, obrigatoriamente, o período de treinamento em que se encontram Além das atividades assistenciais habituais de um Serviço de Ortopedia e Traumatologia, farão parte do ensino e treinamento do Residente/Especializando as seguintes atividades oferecidas pelo Serviço credenciado: Curso teórico com avaliação periódica, no mínimo trimestral, sobre assuntos referentes à Ortopedia e Traumatologia, especialidades afins e ciências básicas aplicadas, de acordo com o conteúdo programático elaborado pelo MEC e CET. A carga horária das atividades teóricas deverá ter, no mínimo, 10% e não poderá exceder a 20% da carga horária total Nas cidades onde houver mais de um Serviço credenciado, a CET admite a realização de curso teórico conjunto Reuniões clínicas semanais para apreciação diagnóstica e orientação terapêutica Visitas semanais às enfermarias para apreciação diagnóstica e orientação terapêutica Reuniões, no mínimo semanais, de apresentação de trabalhos publicados em revistas da especialidade (clube de revista) Seminários, no mínimo semanais, sobre assuntos constantes no conteúdo programático Aulas ministradas por preceptores do programa, no mínimo semanais, sobre assuntos constantes no conteúdo programático Estas atividades deverão ter registro e controle de frequência arquivados A carga horária semanal do Residente/Especializando não deverá exceder a 60 horas, incluindo os plantões, que não podem exceder a 24 horas consecutivas. Após os plantões noturnos, o Residente/Especializando deverá ter o seu descanso mínimo de seis horas Todo serviço deverá manter um regimento de funcionamento da Residência Médica/Curso de Especialização a ser entregue ao Residente/Especializando antes do início do programa, com os requisitos mínimos: Duração do programa Conteúdo programático Direitos e deveres do Residente/Especializando Critérios de avaliação Procedimentos disciplinares. 3

4 Critérios de aprovação e desligamento Definição da forma de pagamento e valor da bolsa oferecida pela instituição responsável pelo programa. A CET sugere que a bolsa tenha valor igual ou superior ao determinado pela CNRM As avaliações de cada Residente/Especializando deverão ser documentadas, arquivadas e apresentadas sempre que a CET requisitar. CAPITULO 5 Dos Chefes de Serviço 5.1. O Chefe de Serviço é o responsável pela coordenação geral do Serviço credenciado pela SBOT O Chefe de Serviço deverá ter as seguintes qualificações: Estar devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Ter pelo menos cinco anos de obtenção do TEOT Ser membro titular quite da SBOT. CAPÍTULO 6 Dos Supervisores de Programa 6.1. Será considerado o Supervisor do Programa, o responsável pela coordenação geral do Programa de Residência/Curso de Especialização O Supervisor do Programa credenciado pela SBOT deverá ter as seguintes qualificações: Estar devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Ter pelo menos cinco anos de obtenção do TEOT Ser membro titular quite da SBOT. Obs. É recomendação da CET que o Supervisor do Programa tenha remuneração específica por esta atividade. CAPÍTULO 7 Dos Preceptores 7.1. Será considerado Preceptor aquele que desenvolver atividade de ensino junto ao Residente/Especializando O Preceptor de Programa credenciado pela SBOT deverá ter as seguintes qualificações: Estar devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Ser membro titular quite da SBOT. CAPÍTULO 8 Dos Residentes e Especializandos 8.1. Compreende-se como Residente em Ortopedia e Traumatologia o médico em treinamento na especialidade de Ortopedia e Traumatologia em Serviço credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), segundo o decreto n de 5 de setembro de

5 8.2. Compreende-se como Especializando em Ortopedia e Traumatologia o médico em treinamento na especialidade de Ortopedia e Traumatologia em Serviço credenciado pela SBOT Para o Residente/Especializando poder realizar o exame para obtenção do TEOT é necessário ter cursado e ter sido aprovado nos três anos de Residência/Especialização Imediatamente ao final do período de treinamento é obrigatório realizar o exame para obtenção do TEOT, sob a responsabilidade da CET Durante o período de treinamento o Residente/Especializando deverá elaborar um trabalho científico da especialidade, a ser apresentado e avaliado no exame para obtenção do TEOT. Sempre que necessário este trabalho deverá ser acompanhado da folha de rosto da inscrição na Plataforma Brasil da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) e o parecer da Comissão de Ética em Pesquisa (CEP) São deveres do Residente/Especializando: Conhecer e respeitar o Código de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina Conhecer e respeitar o regimento interno de Residência/Curso de especialização de sua instituição Conhecer e respeitar o regimento interno do MEC e da CET-SBOT Conhecer o estatuto e regimento interno da SBOT Apresentar formalmente ao Chefe de Serviço a justificativa da interrupção no programa de Residência/Especialização por sua parte, seja qual for a causa. Isto não o exime da obrigação de, posteriormente, completar a carga horária total de atividade prevista para o aprendizado, a fim de obter o comprovante de término da Residência/Especialização, respeitadas as condições iniciais de sua admissão Formalizar o seu pedido de cancelamento da matricula, à Chefia do Serviço, em caso de desistência São direitos do Residente/Especializando: Um dia de folga semanal e 30 dias consecutivos de repouso por ano de atividade letiva Licença paternidade e de gala de cinco dias, e maternidade de 120 dias Ter o tempo de treinamento prorrogado por prazo equivalente a duração do afastamento por motivo de saúde ou pelo motivo explícito no item anterior Comunicar à CET qualquer desconformidade do seu serviço em relação a este regimento Após o início do seu programa de treinamento, a ausência pelo período de 15 dias consecutivos, sem a devida comunicação à Chefia do Serviço será considerada abandono. Uma vez caracterizada a situação de abandono, o médico Residente/Especializando terá sua matrícula cancelada. 5

6 CAPÍTULO 9 - Dos Serviços 9.1. As condições mínimas exigidas do Serviço para o credenciamento junto a SBOT são: Ser ou pertencer à Instituição legalmente constituída e cujo respeito à ética seja reconhecido pelos órgãos competentes Ter como Chefe do Serviço um membro titular da SBOT há mais de cinco anos Ter como Preceptores, no mínimo, três membros titulares da SBOT e com currículo profissional que se coadune com as funções que pretendem exercer O Chefe do Serviço e os Preceptores devem estar quites com a SBOT Garantir que todas as atividades de ensino e treinamento sejam supervisionadas, de maneira presencial, preferencialmente por um Preceptor Garantir que todas as atividades de ensino e treinamento sejam realizadas nas áreas citadas no item 4.6 deste regimento Prover condições adequadas para o repouso e a higiene pessoal durante o treinamento Prover alimentação adequada durante o treinamento Prover condições adequadas para o estudo durante o treinamento (local, acesso à bibliografia e equipamentos necessários) O Serviço deve possuir material clínico, serviços complementares e equipamentos em quantidade e diversidade suficiente, para capacitar os médicos em treinamento para o aprendizado básico da especialidade em seus diferentes ramos Entende-se como material clínico, um número suficiente de pacientes adultos e crianças, em situações eletivas, de urgência ou de recuperação, distribuído nos setores de emergência, ambulatório, enfermaria, centro cirúrgico e de reabilitação Entendem-se como serviços complementares essenciais: Anatomia Patológica, Patologia Clínica, Anestesiologia, Terapia Intensiva, Reabilitação e Radiologia, a qual deve dispor de aparelhagem de RX no local. Os outros exames de imagem (ultrassonografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética, cintilografia óssea etc. quando não disponíveis no Serviço deverão ser objeto de contrato específico Os Serviços devem dispor de prontuário médico organizado que possibilite a documentação adequada do diagnóstico e do tratamento realizado Os Serviços devem dispor de biblioteca atualizada, no setor de Ortopedia e Traumatologia, baseada na literatura fornecida pela CET (ANEXO II) Os Serviços devem possuir equipamentos necessários e estrutura física adequada para a realização de atividades didáticas (anfiteatros ou salas de reunião, salas de estudo, equipamentos de áudio e vídeo) Os Serviços devem prover todos os meios necessários ao Residente/Especializando para a elaboração do trabalho científico, a ser apresentado no ato da inscrição ao exame para obtenção do TEOT. Em particular o registro adequado da pesquisa nos devidos órgãos competentes, de acordo com a legislação vigente no Brasil. 6

7 9.7. Os Serviços e os membros do corpo clínico, engajados no treinamento, devem prover todos os meios necessários para que o Residente/Especializando esteja ao final do seu período de treinamento em condições de realizar o exame para a obtenção do TEOT e atuar como especialista em Ortopedia e Traumatologia É permitido aos Serviços credenciados, com o objetivo de complementar o treinamento da Residência/Especialização, realizar estágios em outros Serviços supervisionados, desde que este período não ultrapasse quatro meses em um ano, perfazendo um total de um ano durante todo o período de treinamento. Serão permitidos quatro estágios no total. Cada estágio deverá ter duração mínima de um mês O estágio complementar deverá ser comprovado por meio de termo de cooperação entre o Serviço credenciado e o Serviço onde será realizado o estágio e deverá conter obrigatoriamente as seguintes informações: a) local; b) tempo de duração; c) Preceptor responsável; d) grade curricular; e) controle de frequência do Residente/Especializando; f) critérios de avaliação do Residente/Especializando O Residente/Especializando de um Serviço credenciado poderá ser transferido para outro Serviço credenciado. A CET só reconhecerá tal transferência mediante solicitação prévia por escrito, com conhecimento e anuência em documento oficial, assinado pelos Chefes dos Serviços envolvidos Esta transferência está condicionada à existência de vaga no Serviço que receberá o Residente/Especializando O Residente/Especializando se apresentará ao exame para obtenção do TEOT sob a responsabilidade do Serviço onde terminou seu treinamento No caso de licenças superiores a 120 dias, o Serviço deverá fazer uma comunicação à CET constando de: a) tipo de afastamento (licença-saúde, licença-gestante ou particular); b) data de início da licença; c) data prevista para o término da licença; d) confirmação da data de retorno à atividade O Serviço deve fazer constar em seu regimento interno as normas disciplinares, em particular as que caracterizam o abandono Cabe ao Serviço estabelecer a forma de controle da frequência dos médicos Residentes/Especializandos em todas as suas atividades O Serviço deverá prover o regime disciplinar que visa a assegurar, manter e preservar a boa ordem, o respeito, os bons costumes e preceitos morais, de forma a garantir a harmônica convivência entre Preceptores e Residentes/Especializandos As infrações do regime disciplinar cometidas pelo Residente/Especializando serão punidas pelas sanções seguintes: a) advertência verbal; b) repreensão por escrito; c) suspensão; 7

8 d) eliminação (As penas referidas no artigo 9.14 deste regimento deverão constar no histórico do Residente/Especializando e serão aplicadas nos seguintes casos: a) penas de advertência nos casos de manifestação de desrespeito às normas disciplinares constantes do regimento do Serviço, qualquer que seja a sua modalidade, e reconhecida a sua mínima gravidade; b) pena de repreensão nos casos de reincidência e todas as vezes em que ficar configurado um deliberado procedimento de indisciplina, reconhecido como de média gravidade; c) pena de suspensão nos casos de reincidência de falta já punida com repreensão e todas as vezes em que a transgressão da ordem se revestir de maior gravidade; d) pena de eliminação definitiva nos casos em que for demonstrado por meio de sindicância, ter o Residente/Especializando praticado falta considerada grave Constituem infração disciplinar do Residente/Especializando, passíveis de sanção segundo a gravidade da falta cometida: a) retirar, sem prévia permissão da autoridade competente, objeto ou documento existente em qualquer dependência do Serviço; b) praticar ato atentatório à moral ou aos bons costumes; c) praticar jogos proibidos; d) guardar, transportar ou utilizar arma ou substância entorpecente; e) perturbar as atividades didáticas bem como o funcionamento do Serviço; f) promover manifestação ou propaganda de caráter político-partidário, racial ou religioso; g) desobedecer aos preceitos regulamentares constantes do regimento interno do Serviço Os Serviços credenciados receberão, através de seus responsáveis, a Revista Brasileira de Ortopedia e outras publicações oficiais da SBOT. CAPÍTULO 10 Do Credenciamento dos Serviços É candidato ao credenciamento qualquer Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Brasil, que se enquadre às exigências do capítulo anterior Poderão ser credenciados os Serviços que possuam até duas instituições de atendimento, mesmo com pessoas jurídicas diferentes desde que: a) o Supervisor do Programa de Residência/Especialização seja o mesmo; b) o programa de Residência/Especialização e o regimento interno sejam únicos; c) exista uma escala de estágios, de plantões e conteúdo didático em esquema de rodízio nas diferentes unidades, obrigatoriamente em todos os três anos de treinamento; d) as diferentes unidades estejam localizadas preferencialmente no mesmo município; e) os Chefes dos Serviços referendem o termo de cooperação para o credenciamento único junto à SBOT. 8

9 1º - Para fins de comunicação com a CET será escolhido de comum acordo entre as instituições um único Chefe. 2º - Em caso de interrupção da cooperação entre as instituições, o credenciamento será automaticamente cancelado. Fica resguardado o direito do Residente/Especializando de terminar o seu programa de treinamento em uma das instituições cadastradas O Serviço interessado deve encaminhar à CET, por escrito, um pedido de credenciamento, solicitando os formulários que contém os requisitos mínimos (ANEXO III) Estes formulários, devidamente preenchidos pelo Serviço solicitante e acrescidos do currículo resumido e atualizado do Chefe e dos Preceptores, serão avaliados e, se as informações básicas iniciais forem consideradas satisfatórias, a CET providenciará uma visita de inspeção ao Serviço mediante o pagamento da taxa de vistoria, a fim de comprovar essas condições e elaborar relatório crítico para sua deliberação Serão visitadores: membros da CET ou por ela indicados As visitas aos Serviços que enviaram seus formulários à CET até a data limite de 30 de junho serão realizadas no mesmo ano A avaliação do credenciamento pela CET será feita em reunião ordinária após a apreciação dos documentos enviados e do relatório dos visitadores O credenciamento do Serviço valerá para o ano seguinte ao da sua aprovação A transferência do Chefe do Serviço de uma instituição para outra não implica na transferência do credenciamento. CAPÍTULO 11 - Do Descredenciamento dos Serviços O credenciamento será cancelado sempre que o Serviço deixar de cumprir os requisitos deste regimento Será imposta moratória ao Serviço quando mais de 50% de seus candidatos forem reprovados no exame para obtenção do TEOT Esta moratória será revogada se o Serviço obtiver no exame subsequente 50% de aprovação O Serviço em moratória que não obtiver aprovação de 50% estará, compulsoriamente, descredenciado Será ainda descredenciado, automaticamente, o Serviço que: Não apresentar candidato ao exame para obtenção do TEOT por dois anos consecutivos Não realizar concurso para admissão de novos Residentes/Especializandos por dois anos consecutivos ou quatro anos alternados Estiver desativado por seis meses consecutivos Não responder às solicitações da Secretaria da CET por um ano Interromper o termo de cooperação entre as instituições que tenham programa de Residência/Especialização em conjunto. 9

10 11.4. É direito do Chefe do Serviço descredenciado recorrer no prazo máximo de 60 dias a partir do recebimento da notificação do descredenciamento. O recurso deverá ser por escrito em documento oficial do Serviço e será apreciado pela CET na reunião ordinária subsequente ao recebimento do mesmo Em caso da apreciação deste recurso ser negativa, não caberá novo recurso No descredenciamento, os Residentes/Especializandos em treinamento anterior ao mesmo, mantém o direito de terminar a Residência/Especialização no próprio Serviço ou em outro credenciado, e prestar o exame respeitando o artigo Os Residentes/Especializandos admitidos em um Serviço descredenciado não terão o seu treinamento reconhecido pela CET. CAPÍTULO 12 Solicitação do Aumento do Número de Vagas do Programa de Treinamento O aumento do número de vagas do Programa de Treinamento será assim definido: Os Serviços devem fazer a solicitação à CET até o dia 30 de junho do ano anterior à mudança pretendida A solicitação deverá conter a seguinte documentação: a) justificativa para o aumento do número de vagas; b) atendimentos ambulatoriais do Serviço (média mensal no período de um ano); c) cirurgias realizadas (média mensal no período de um ano), discriminados os procedimentos de trauma e os das subespecialidades da ortopedia; d) leitos hospitalares utilizados pela ortopedia nos hospitais onde o Serviço atua; e) quantidade de profissionais ortopedistas do Serviço envolvidos no ensino e treinamento; f) atividades semanais dos Especializandos; g) estágios realizados fora do Serviço de origem Protocolada a solicitação, a CET programará a vistoria ao serviço mediante o pagamento da taxa de vistoria, a fim de comprovar essas condições e elaborar relatório crítico para sua deliberação O deferimento ou não da solicitação, com a definição do número de Especializandos, deverá ser emitido em até 90 dias após a data da vistoria. CAPÍTULO 13 - Do Recredenciamento O recredenciamento obedecerá às mesmas exigências e rotina da CET para o credenciamento de um novo Serviço O Serviço somente poderá solicitar novo credenciamento em uma das seguintes situações: a) obtenha mais do que 50% de aprovação dos Residentes/Especializandos que permaneceram em treinamento após o descredenciamento; 10

11 b) após um período igual ou maior ao tempo mínimo de treinamento exigido pela CET. CAPÍTULO 14 - Da Avaliação dos Serviços Credenciados Os Serviços serão avaliados, anualmente, em função dos resultados obtidos pelos seus Residentes/Especializandos no exame para obtenção do TEOT Serão considerados reprovados, para efeito de avaliação do Serviço, os Residentes/Especializandos que: a) não alcançaram nota mínima estabelecida pela CET no exame para obtenção do TEOT; b) se inscreveram e não compareceram ao exame, sem justificativa aceita pela CET; c) não se inscreveram ao exame e não justificaram a não inscrição; d) foram eliminados por descumprimento do edital do exame para obtenção do TEOT Os candidatos situados nos itens acima serão considerados reprovados para efeito de avaliação do Serviço, e poderão prestar o exame, nos anos subsequentes, sem qualquer prejuízo adicional para o Serviço de origem Os Serviços credenciados poderão ser vistoriados em qualquer época a critério da CET. CAPÍTULO 15 - Do Exame para Obtenção do Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia TEOT O exame para obtenção do TEOT e, consequentemente, a qualificação como Membro Titular da SBOT, é de responsabilidade da CET e é realizado anualmente A realização do exame para obtenção do TEOT obedecerá às regras definidas no edital específico para o ano de realização do mesmo. CAPÍTULO 16 - Da Secretaria da CET A Secretaria deve receber dos Serviços credenciados: a) anualmente, com prazo até o dia 30 de junho, a relação de todos os seus Residentes/Especializandos, com as datas do início e término do treinamento; b) notificação de eventuais mudanças na relação dos Residentes/Especializandos anteriormente enviadas; c) notificação de eventual mudança na Chefia do Serviço, do Supervisor e Coordenador do Programa, dos Preceptores do treinamento e do endereço para correspondência; A Secretaria deverá encaminhar para aprovação da Comissão Executiva da SBOT os novos Serviços aptos ao credenciamento, os considerados inaptos e os descredenciados. 11

12 16.3. A Secretaria deverá enviar um relatório anual após a realização do exame para obtenção do TEOT para apreciação da Comissão Executiva da SBOT. CAPÍTULO 17 - Das Alterações Este regimento poderá ser alterado, no todo ou em parte, pela CET e referendado pela Comissão Executiva da SBOT As propostas deverão ser estudadas pela Comissão de Estatuto, Regulamentos e Regimentos, e Departamento Jurídico da SBOT, no que se refere à compatibilidade com o Estatuto e outras disposições legais. CAPÍTULO 18 - Das Disposições Gerais Os casos omissos serão resolvidos pela CET ad referendum da Comissão Executiva da SBOT Este regimento entrará em vigor na data da aprovação pela Comissão Executiva da SBOT. Presidente: Osvaldo Pires Vice-presidente: Marcos Giordano Secretário-executivo: Alexandre Fogaça Secretário-adjunto: André Kuhn Membros: Giana Giostri Ivan Chakkour Luis Marcelo de Azevedo Malta Marcelo Krause Ricardo Horta ESTE REGIMENTO FOI APROVADO EM REUNIÂO DA COMISSÃO EXECUTIVA DURANTE O 46 CBOT Rio de Janeiro - RJ 12

13 ANEXO I: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANEXOS: Programa de Formação de Especialista em Ortopedia e Traumatologia 1. OBJETIVO A Ortopedia e Traumatologia é o campo da medicina que cuida das afecções do sistema músculo-esquelético do corpo humano, seja de causa idiopática, congênita, traumática, degenerativa, inflamatória ou tumoral. Tem como principal objetivo tratar as lesões e recuperar a função dos indivíduos. Neste contexto, abrange também problemas complexos, incluindo as lesões dos nervos periféricos, além da restauração de função nas paralisias e espasticidades. Devido à sua abrangência, conhecimentos de rotação de retalhos, microcirúrgicos e de áreas comuns aos problemas do sistema músculo-esquelético são contemplados. 2. PRÉ-REQUISITO Estão aptos a se especializar os indivíduos graduados em medicina. 3. COMPETÊNCIAS Habilidade de correlacionar com o paciente. Habilidade de realizar anamnese e exame físico em ortopedia e traumatologia. Interpretação de exames complementares: o laboratoriais; o radiografias; o artrografia; o arteriografia; o ultrassonografia; o tomografia computadorizada; o ressonância magnética; o cintilografia; o eletroneuromiografia; o avaliação muscular. Treinamento para o atendimento de urgências e emergências em ortopedia e traumatologia. Interação com equipe multidisciplinar. Interação com outras especialidades médicas. Conhecimento da bioética. Complementação do conhecimento da anatomia da coluna vertebral, do membro superior e do membro inferior: o fáscias e músculos; o sinóvias e tendões; o vasos e nervos; o articulações; o ossos. Conhecimento da fisiologia dos músculos, tendões, nervos e articulações. Conhecimento da biomecânica de funcionamento do sistema músculo-esquelético. Conhecimento da vascularização do esqueleto axial e apendicular. Conhecimento do metabolismo ósseo. 13

14 Capacidade para diagnosticar e tratar, seja de forma cirúrgica ou não, as afecções ortopédicas e traumatológicas do esqueleto axial e apendicular. Conhecimento e capacidade de tratamento das doenças ocupacionais que acometem o sistema músculo-esquelético. Conhecimento de técnicas cirúrgicas e capacidade para a realização destes procedimentos. Conhecimento da fisiologia dos métodos de reabilitação e da prescrição de órteses funcionais (estáticas ou dinâmicas) e próteses adequadas à doença em questão. Treinamento de artroscopia em laboratório e peças anatômicas. Treinamento de microcirurgia em laboratório e peças anatômicas. 4. CARACTERÍSTICAS DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO DO ESPECIALISTA EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA A duração do programa é de, no mínimo, três anos, com supervisão direta. Ao fim do treinamento, o médico estará apto a prestar a prova para obtenção do Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia (TEOT) - convênio AMB e SBOT -, de acordo com as normas do edital da prova em questão. Nos serviços credenciados pelo Ministério da Educação (MEC), o médico em treinamento será conhecido como RESIDENTE, e nos serviços credenciados apenas pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), como ESPECIALIZANDO. O treinamento é baseado na prática cotidiana, com carga teórica que não deve exceder a 20% da programação didática total. O treinamento em laboratório deve fazer parte da formação básica do Residente/Especializando nas seguintes áreas: anatomia; microcirurgia; artroscopia. Avaliações teóricas e práticas devem ser realizadas periodicamente (no mínimo a cada dois meses) durante o tempo de treinamento, e uma avaliação global deve ser realizada ao final de cada ano de treinamento. 5. PROGRAMAÇÃO DE ESTUDO DA RESIDÊNCIA/ESPECIALIZAÇÃO 5.1. CIÊNCIA BÁSICA Embriologia do sistema musculoesquelético Anatomia da coluna, do membro superior e do membro inferior: Ossos Músculos Sinóvias, fáscias e tendões Articulações Plexo braquial e nervos (inervação) Vasos sanguíneos (vascularização) Vias de acesso cirúrgico Fisiologia do sistema musculoesquelético Metabolismo ósseo Biomecânica. 14

15 5.2. PRINCÍPIOS BÁSICOS EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA Princípios gerais Semiologia (anamnese e exame físico) Métodos diagnósticos Opções de tratamento LABORATÓRIO DE MICROCIRURGIA Microscópio: uso e cuidados Instrumentação microcirúrgica Técnicas microcirúrgicas de dissecção Sutura microcirúrgica LABORATÓRIO DE ARTROSCOPIA Princípios básicos de artroscopia Princípios anatômicos da artroscopia (anatomia artroscópica) Artroscópio Instrumentação em artroscopia Portais artroscópicos Treinamento de triangulação básica Treinamento em modelos Treinamento em peças anatômicas Técnicas cirúrgicas videoendoscópicas no esqueleto apendicular e axial TRAUMA BÁSICO EM CRIANÇAS E ADULTOS Atenção ao paciente politraumatizado Fraturas Luxações Amputações TRAUMA AVANÇADO Consolidação viciosa, pseudartrose e defeitos ósseos Queimaduras Trauma complexo AFECÇÕES ORTOPÉDICAS I Ortopedia pediátrica Preparo pré-operatório, seguimento pós-operatório imediato e tardio dos pacientes Procedimentos cirúrgicos de pequeno e médio porte AFECÇÕES ORTOPÉDICAS II Contraturas Rigidez articular Doença articular degenerativa (artrose) Artrodeses Artroplastias Outros procedimentos cirúrgicos de grande porte. 15

16 5.9. AFECÇÕES NERVOSAS I Anatomia do nervo Fisiologia do nervo Compressão nervosa Lesões traumáticas agudas do nervo AFECÇÕES NERVOSAS II Síndrome do desfiladeiro torácico Paralisia do nervo radial Paralisia do nervo mediano Paralisia do nervo ulnar Paralisia cerebral Paralisia Infantil Paraplegia e tetraplegia Disfunção secundária a lesão do sistema nervoso central Lesões do plexo braquial AFECÇÕES PEDIÁTRICAS Deformidades da coluna vertebral Deformidades do membro superior Deformidades do membro inferior Contraturas congênitas Paralisia obstétrica AFECÇÕES GERAIS I Infecções agudas AFECÇÕES GERAIS II Infecções crônicas Tumores Doenças vasculares Distrofias COBERTURA CUTÂNEA I Enxertos de pele simples e compostos Retalhos locais COBERTURA CUTÂNEA II Retalhos livres REABILITAÇÃO Princípios de reabilitação Órteses estáticas e dinâmicas Próteses. 16

17 5.17. BIOÉTICA Princípios básicos da bioética O Código de Ética Médica Relação médico-paciente Prontuário médico: aspectos éticos e legais Erro médico Pesquisa clínica: aspectos éticos Direitos humanos METODOLOGIA CIENTÍFICA E BIOESTATÍSTICA Metodologia científica Etapas de um trabalho científico Elaboração de um trabalho científico Pesquisa bibliográfica Resultados de um trabalho científico Redação de um trabalho científico Montagem e apresentação de um trabalho científico Epidemiologia Tipos de estudo. 6. PROGRAMAÇÃO DE COMPETÊNCIAS NA FORMAÇÃO DO ESPECIALISTA 6.1. PROGRAMAÇÃO DO PRIMEIRO ANO DE TREINAMENTO OBJETIVOS GERAIS Desenvolver um médico especializado com conhecimentos básicos e capacitado em atender afecções mais comuns do cotidiano OBJETIVOS ESPECÍFICOS O Residente ou Especializando deve ter as seguintes competências ao final do primeiro ano: Capacidade de realizar anamnese e exame físico específico Capacidade de indicar os exames subsidiários necessários à investigação clínica Conhecimento sobre as principais urgências da especialidade e capacidade de conduzir o atendimento inicial Habilidade para: Interpretar uma radiografia Interpretar uma artrografia Interpretar uma arteriografia Interpretar uma ultrassonografia Interpretar uma tomografia computadorizada Interpretar uma ressonância magnética Interpretar uma eletroneuromiografia Interpretar uma cintilografia óssea Realizar um bloqueio anestésico digital e de nervos periféricos do membro superior e inferior Preparar pré-operatoriamente e realizar adequado seguimento pósoperatório imediato e tardio dos pacientes com afecções traumáticas Confeccionar uma imobilização provisória (tala, goteira gessada ou não). 17

18 Confeccionar uma imobilização definitiva após redução de fraturas e luxações (aparelho circular gessado) Realizar procedimentos cirúrgicos de pequeno e médio porte CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO PRIMEIRO ANO DE TREINAMENTO O ensino através de aulas, seminários, reuniões clínicas, discussões de casos ou cursos de atualização deverá abranger até 20% da carga horária. O conteúdo teórico deverá conter os seguintes PROGRAMAS DE: CIÊNCIA BÁSICA METODOLOGIA CIENTÍFICA E BIOESTATÍSTICA HISTOLOGIA E CONSOLIDAÇÃO DE FRATURAS EMBRIOLOGIA FISIOLOGIA OSTEOMIELITE HEMATOGÊNICA AGUDA PIOARTRITE OSTEOMIELITE SUBAGUDA E CRÔNICA INFECÇÕES ESPECÍFICAS E NÃO USUAIS BIOÉTICA PRINCÍPIOS DE BIOMECÂNICA GERAL MARCHA NORMAL E PATOLÓGICA DESENVOLVIMENTO POSTURAL PRINCÍPIOS DE TRATAMENTO DAS FRATURAS FECHADAS FRATURA EXPOSTA COMPLICAÇÕES DAS FRATURAS DESCOLAMENTO EPIFISÁRIO PSEUDARTROSE FIXADORES EXTERNOS PRINCÍPIOS DE COBERTURAS CUTÂNEAS ATENDIMENTO AO POLITRAUMATIZADO ÉTICA MÉDICA TÉCNICA DE AMPUTAÇÕES DOS MEMBROS PRÓTESES PRINCÍPIOS DE OSTEOSSÍNTESE FRATURA E LUXAÇÃO DA CINTURA ESCAPULAR INSTABILIDADE DO OMBRO (GLENOUMERAL) FRATURA DA EXTREMIDADE PROXIMAL DO ÚMERO. 18

19 FRATURA DIAFISÁRIA DO ÚMERO FRATURA DA EXTREMIDADE DISTAL DO ÚMERO E LUXAÇÃO DO COTOVELO EM ADULTOS FRATURA DA CABEÇA DO RÁDIO E OLÉCRANO FRATURA SUPRACONDILIANA DO ÚMERO NA CRIANÇA LESÃO TRAUMÁTICAS DO COTOVELO DA CRIANÇA FRATURA DOS OSSOS DO ANTEBRAÇO FRATURA DA EXTREMIDADE DISTAL DO RÁDIO NO ADULTO FRATURA NA REGIÃO DO PUNHO DA CRIANÇA FRATURA DO ESCAFOIDE E DOS OSSOS DO CARPO INSTABILIDADE CÁRPICA FRATURA E LUXAÇÃO DA MÃO LESÃO DO TENDÃO FLEXOR E EXTENSOR DO PUNHO E DA MÃO METODOLOGIA CIENTÍFICA LESÃO DOS NERVOS PERIFÉRICOS LESÃO DO PLEXO BRAQUIAL TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR FRATURA E LUXAÇÃO DA COLUNA CERVICAL FRATURA DA COLUNA TORACOLOMBAR E SACRO LESÃO TRAUMÁTICA DO ANEL PÉLVICO FRATURA DO ACETÁBULO LUXAÇÃO DO QUADRIL E FRATURA DA CABEÇA DO FÊMUR FRATURA DO COLO DO FÊMUR FRATURA TROCANTÉRICA E SUBTROCANTÉRICA DO FÊMUR FRATURA DA EXTREMIDADE PROXIMAL DO FÊMUR NA CRIANÇA FRATURA DA DIÁFISE DO FÊMUR LESÃO LIGAMENTAR DO JOELHO LESÃO MENISCAL LESÃO DO APARELHO EXTENSOR DO JOELHO LUXAÇÃO DO JOELHO FRATURA DA EXTREMIDADE DISTAL DO FÊMUR E DA PATELA FRATURA DO PLANALTO TIBIAL FRATURA DOS OSSOS DA PERNA FRATURA E LUXAÇÃO DO TORNOZELO NO ADULTO FRATURA NA REGIÃO DO TORNOZELO NA CRIANÇA ENTORSE DO TORNOZELO. 19

20 FRATURA DO CALCÂNEO FRATURA DO TÁLUS E DEMAIS OSSOS DO TARSO LESÃO DA ARTICULAÇÃO DE LISFRANC FRATURA NO ANTEPÉ LESÃO OSTEOCONDRAL LESÃO DA UNIDADE MÚSCULO-TENDÍNEA. 7. COMPETÊNCIAS COGNITIVAS E HABILIDADES PSICOMOTORAS AO FINAL DO PRIMEIRO ANO DE TREINAMENTO Conhecimento dos aspectos relacionados ao sistema músculo-esquelético: Embriologia Anatomia Vias de acesso cirúrgico Fisiologia Metabolismo Biomecânica Anestesia para procedimentos Fraturas, luxações e amputações Lesões tendíneas e nervosas agudas Artrodeses Cobertura cutânea Microcirurgia básica Artroscopia básica Reabilitação para as afecções cotidianas mais comuns Princípios básicos da bioética e deontologia O Código de Ética Médica Direitos humanos Princípios da relação médico-paciente Aspectos éticos e legais do prontuário dos pacientes Aspectos do erro médico Estar capacitado a realizar: Anamnese Exame físico Análise de exames subsidiários Procedimentos de pequena e média complexidade Artroscopia em peças anatômicas. 8. ATITUDES COMPORTAMENTAIS DE UM PROFISSIONAL AO FINAL DO PRIMEIRO ANO DE TREINAMENTO Desenvolver relação médico-paciente Desenvolver relacionamento com equipe multidisciplinar Desenvolver relacionamento com outros médicos da equipe e das áreas afins Entender a responsabilidade cotidiana do médico Reconhecer limites do conhecimento e recorrer aos assistentes e preceptores, quando necessário. 20

21 Ter comportamento ético Ser capaz de receber críticas construtivas Respeitar o paciente e a equipe multidisciplinar. 9.2 PROGRAMAÇÃO DO SEGUNDO ANO DE TREINAMENTO OBJETIVOS GERAIS Desenvolver um médico especializado com conhecimentos intermediários, capacitado para atender afecções de média complexidade OBJETIVOS ESPECÍFICOS O Residente ou Especializando deve ter as seguintes competências ao final do segundo ano: Conhecimento sobre as principais urgências da especialidade e capacidade da condução do atendimento Conhecimento das afecções da especialidade e a conduta no tratamento do paciente ambulatorial ou internado, portador de afecções nos sistema músculoesquelético (ortopédicas, traumáticas, neurológicas, vasculares ou reumatológicas) Habilidade para: Auxiliar e realizar procedimentos cirúrgicos de médio e grande portes Realizar artroscopia diagnóstica nas principais doenças e afecções Preparar pré-operatoriamente, e realizar seguimento pós-operatório imediato e tardio dos pacientes com afecções ortopédicas e traumatológicas Elaborar pesquisa e/ou trabalhos científicos no âmbito da especialidade Consultar a literatura científica nacional e internacional CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO SEGUNDO ANO DE TREINAMENTO O ensino através de seminários, reuniões clínicas, discussões de caso, cursos de atualização deverá abranger até 20% da carga horária. O conteúdo teórico deverá conter os seguintes PROGRAMAS DE: DEFORMIDADES CONGÊNITAS DOS MEMBROS SUPERIORES DEFORMIDADES CONGÊNITAS DOS MEMBROS INFERIORES DISTÚRBIOS CONGÊNITOS DA OSTEOGÊNESE DISTÚRBIOS METABÓLICOS E ENDOCRINOLÓGICOS OSTEOCONDRITES E OSTEOCONDROSES DOENÇAS REUMÁTICAS (ARTRITE REUMATOIDE E SORONEGATIVAS, GOTA ETC.) HEMOFILIA E HEMOPATIAS INTRODUÇÃO AOS TUMORES (ASPECTOS PATOLÓGICOS E RADIOLÓGICOS) TUMORES BENIGNOS TUMORES MALIGNOS REVISÃO DE INFECÇÕES EXAME FÍSICO E BIOMECÂNICA DO QUADRIL DISPLASIA DO DESENVOLVIMENTO DO QUADRIL DOENÇA DE LEGG-CALVÈ-PERTHES ESCORREGAMENTO DA EPÍFISE FEMORAL PROXIMAL OSTEONECROSE DA CABEÇA FEMORAL. 21

22 DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA (OSTEOARTROSE) E OSTEOTOMIAS DO QUADRIL BIOMECÂNICA E ESTUDO DAS PROPRIEDADES DOS MATERIAIS ARTROPLASTIA PRIMÁRIA DO QUADRIL ARTROPLASTIA DE REVISÃO DO QUADRIL AFECÇÕES NEUROMUSCULARES E DISTROFIAS MUSCULARES ARTROGRIPOSE MIELOMENINGOCELE POLIOMIELITE PARALISIA CEREBRAL BIOMECÂNICA DA COLUNA VERTEBRAL E EXAME FÍSICO REVISÃO DAS FRATURAS DA COLUNA VERTEBRAL E TRAUMA RAQUIMEDULAR LOMBALGIA (ADULTOS E CRIANÇAS), PSOÍTE E DISCITE ESPONDILOLISTESE, DIASTEMATOMIELIA E SIRINGOMIELIA ESCOLIOSE IDIOPÁTICA E CONGÊNITA CIFOSE (SCHEUERMANN E CONGÊNITA) HÉRNIA DISCAL (CERVICAL, TORÁCICA E LOMBAR) CERVICOBRAQUIALGIA E SÍNDROME DO DESFILADEIRO TORÁCICO ESTENOSE DO CANAL MEDULAR (CERVICAL E LOMBAR) E MIELOPATIAS BIOMECÂNICA E EXAME FÍSICO DO PÉ REVISÃO DE FRATURAS DOS MEMBROS INFERIORES PÉ TORTO EQUINOVARO CONGÊNITO PÉ PLANO FLEXÍVEL E COALIZÃO TARSAL PÉ TALO VERTICAL CONGÊNITO, PÉ TALO OBLÍQUO E CALCÂNEO VALGO TALALGIA E METATARSALGIA HÁLUX VALGO, HÁLUX RIGIDO E PÉ METATARSO VARO PÉ CAVO E DEFORMIDADE DOS DEDOS MENORES PÉ NEUROPÁTICO E DIABÉTICO LESÕES ESPORTIVAS DO TORNOZELO E PÉ E CALÇADOS ESPORTIVOS BIOMECÂNICA E EXAME FÍSICO DO JOELHO LESÕES LIGAMENTARES CRÔNICAS OPERAÇÃO DE RECONSTRUÇÃO INTRA E EXTRA-ARTICULAR DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR OPERAÇÃO DE RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO POSTERIOR E DO CANTO PÓSTERO-LATERAL SÍNDROME E INSTABILIDADE FÊMORO-PATELAR MENISCO DISCOIDE, MENISCORRAFIA E CISTO POPLÍTEO DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA (OSTEOARTROSE), OSTEOTOMIA E OSTEONECROSE DO JOELHO ARTROPLASTIA PRIMÁRIA DO JOELHO ARTROPLASTIA DE REVISÃO DO JOELHO DEFORMIDADES ANGULARES E ROTACIONAIS DOS MEMBROS INFERIORES DISCREPÂNCIA DOS MEMBROS INFERIORES BIOMECÂNICA E EXAME FÍSICO DO OMBRO REVISÃO DE FRATURAS DOS MEMBROS SUPERIORES SÍNDROME DO IMPACTO E LESÃO DO MANGUITO ROTADOR OMBRO CONGELADO. 22

23 TENDINITE CALCÁREA E DO BÍCEPS INSTABILIDADE DO OMBRO PARALISIA OBSTÉTRICA BIOMECÂNICA E EXAME FÍSICO DO COTOVELO E EPICONDILITE SÍNDROMES COMPRESSIVAS DOS NERVOS PERIFÉRICOS DOS MEMBROS SUPERIORES BIOMECÂNICA E EXAME FÍSICO DO PUNHO E DA MÃO AFECÇÕES DA ARTICULAÇÃO RADIOULNAR DISTAL DOENÇA DE KIENBÖCK, DE DUPUYTREN, DE DE QUERVAIN, IMPACTO ULNOCARPAL E CISTOS ARTROSSINOVIAIS REVISÃO DE FRATURAS EXPOSTAS MICROCIRURGIA E REIMPLANTES LESÃO DA PONTA DO DEDO E COBERTURA CUTÂNEA DA MÃO ARTRODESES COMPETÊNCIAS COGNITIVAS E HABILIDADES PSICOMOTORAS AO FINAL DO SEGUNDO ANO DE TREINAMENTO Conhecimento dos aspectos relacionados: Ao Código de Ética Médica Aos direitos humanos Aos princípios da relação médico-paciente Ao prontuário dos pacientes (aspectos éticos e legais) Ao erro médico Às noções de responsabilidade em bioética Às responsabilidades criminais e civis do erro médico Fazer procedimentos: De alta complexidade Microcirúrgicos Artroscópicos ATITUDES COMPORTAMENTAIS DE UM PROFISSIONAL AO FINAL DO SEGUNDO ANO DE TREINAMENTO Desenvolver relação médico-paciente Desenvolver relacionamento com equipe multidisciplinar Desenvolver relacionamento com outros médicos da equipe e de áreas afins Entender a responsabilidade cotidiana do médico Reconhecer limites do conhecimento e recorrer aos assistentes e preceptores, quando necessário Ter comportamento ético Ser capaz de receber críticas construtivas Respeitar o paciente e a equipe multidisciplinar. 10. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO TERCEIRO ANO DE TREINAMENTO O ensino através de seminários, reuniões clínicas, discussões de caso, cursos de atualização deverá abranger até 20% da carga horária. O conteúdo teórico deverá conter os seguintes PROGRAMAS DE: 10.1 TUMORES BENIGNOS. 23

24 10.2 LESÕES PSEUDOTUMORAIS TUMORES MALIGNOS ORTOPEDIA PEDIÁTRICA DISPLASIA DO DESENVOLVIMENTO DO QUADRIL DOENÇA DE LEGG-CALVÈ-PERTHES ESCORREGAMENTO DA EPÍFISE PROXIMAL DO FÊMUR DEFORMIDADES ANGULARES E ROTACIONAIS DOS MEMBROS INFERIORES MARCHA NORMAL E PATOLÓGICA POLIOMIELITE E PARALISIA CEREBRAL TRAUMA INFANTIL DESENVOLVIMENTO NEUROPOSTURAL MIOPATIAS E NEUROPATIAS BIOMECÂNICA E EXAME FÍSICO DO QUADRIL OSTEONECROSE DA CABEÇA FEMORAL DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA (OSTEOARTROSE) DO QUADRIL OSTEOTOMIAS DO QUADRIL ARTROPLASTIA DO QUADRIL BIOMECÂNICA E EXAME FÍSICO DA COLUNA VERTEBRAL LOMBALGIA ESPONDILOLISTESE, DIASTEMATOMIELIA E SIRINGOMIELIA ESCOLIOSE (IDIOPÁTICA E CONGÊNITA) E CIFOSE SÍNDROME DA CAUDA EQUINA CERVICOBRAQUIALGIA ARTRITE REUMATOIDE NA COLUNA CERVICAL ANOMALIAS CONGÊNITAS DA COLUNA BIOMECÂNICA E ARTROPLASTIA DE OMBRO E COTOVELO SÍNDROME DO IMPACTOSUBACROMIAL, LESÃO MANGUITO ROTADOR E TENDINITE DO BÍCEPS OMBRO CONGELADO E TENDINITE CALCÁREA RIGIDEZ DO COTOVELO PARALISIA OBSTÉTRICA INSTABILIDADE DO OMBRO EXAME FÍSICO DO OMBRO E DO COTOVELO EPICONDILITE BIOMECÂNICA E EXAME FÍSICO DO PÉ E DO TORNOZELO PÉ TORTO CONGÊNITO E PÉ CAVO COALIZÃO TARSAL E DESCOLAMENTO EPIFISÁRIO DO TORNOZELO PÉ TALO VERTICAL E PÉ TALO OBLÍQUO METATARSO VARO E CALCÂNEO VALGO TALALGIA E METATARSALGIA HÁLUX VALGO E DEFORMIDADES DOS DEDOS MENORES DO PÉ LESÕES ESPORTIVAS DO TORNOZELO E DO PÉ CALÇADOS ESPORTIVOS PÉ INSENSÍVEL INFECÇÕES PSEUDARTROSES FIXADORES EXTERNOS DEFORMIDADES CONGÊNITAS E DISCREPÂNCIA DOS MEMBROS INFERIORES EXAME FÍSICO E BIOMECÂNICA DO JOELHO LESÕES MENISCAIS E CONDRAIS LESÕES LIGAMENTARES AFECÇÕES FÊMORO-PATELARES. 24

25 10.52 DOENÇA ARTICULAR DEGENERATIVA (OSTEOARTROSE), OSTEOTOMIA E OSTEONECROSE DO JOELHO ARTROPLASTIA DO JOELHO AFECÇÕES PERIARTICULARES DO JOELHO LESÃO DO PLEXO BRAQUIAL SÍNDROMES COMPRESSIVAS E LESÕES DOS NERVOS PERIFÉRICOS EXAME FÍSICO E BIOMECÂNICA DA MÃO E DO PUNHO INSTABILIDADES CÁRPICAS E AFECÇÕES DA ARTICULAÇÃO RADIOULNAR DISTAL DOENÇA DE KIENBÖCK, DE DUPUYTREN, DE DE QUERVAIN E CISTOS ARTROSSINOVIAIS LESÕES TENDÍNEAS DA MÃO ARTRITE REUMATOIDE COBERTURA CUTÂNEA DA MÃO TÉCNICA DE OSTEOSSÍNTESE FRATURA DA CINTURA ESCAPULAR FRATURA NA REGIÃO DO COTOVELO FRATURA NA REGIÃO DO PUNHO E MÃO FRATURA DO ANEL PÉLVICO E DO ACETÁBULO FRATURA DA EXTREMIDADE PROXIMAL DO FÊMUR FRATURA NA REGIÃO DO JOELHO FRATURA NA REGIÃO DO TORNOZELO E PÉ AMPUTAÇÕES E PRÓTESES BIOMECÂNICA DAS LESÕES MÚSCULO-TENDÍNEAS ENTORSE E FRATURA POR ESTRESSE TENDINITES RELACIONADAS AO ESPORTE DISTÚRBIOS CONGÊNITOS E OSTEOGÊNESE DISTÚRBIOS METABÓLICOS E ENDÓCRINOS (RAQUITISMO, ESCORBUTO, PAGET ETC.) DOENÇAS REUMÁTICAS ( ARTRITE REUMATOIDE E SORONEGATIVAS, GOTA ETC.) INSTRUMENTAL E PRINCÍPIOS DA ARTROSCOPIA OSTEOCONDRITES E OSTEONECROSES LESÕES MENISCAIS E LESÕES CONDRAIS ARTROSCOPIA REABILITAÇÃO E RETORNO À ATIVIDADE. 11. DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA ANUAL Programação didática: total de 288 horas por ano Aulas: duas horas por semana (96 horas por ano) Seminários: duas horas por semana (96 horas por ano) Reuniões clínicas: duas horas por semana (96 horas por ano) Programação prática: total de horas por ano Pronto-Socorro: 12 horas por semana (576 horas por ano) Enfermaria: seis horas por semana (288 horas por ano) Ambulatório: nove horas por semana (432 horas por ano) Centro cirúrgico: 15 horas por semana (720 horas por ano) Programação de laboratório: total de nove horas por semana (432 horas por ano) Programa de reabilitação: total de três horas por semana (144 horas por ano). 25

COMISSÃO DE ENSINO E TREINAMENTO DA SBOT Programa de Ensino e Treinamento em Ortopedia e Traumatologia

COMISSÃO DE ENSINO E TREINAMENTO DA SBOT Programa de Ensino e Treinamento em Ortopedia e Traumatologia 1 COMISSÃO DE ENSINO E TREINAMENTO DA SBOT Programa de Ensino e Treinamento em Ortopedia e Traumatologia INTRODUÇÃO Um serviço de especialização em Ortopedia e Traumatologia tem como MISSÂO Especializar

Leia mais

ECO - ONLINE (EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ORTOPEDIA ONLINE)

ECO - ONLINE (EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ORTOPEDIA ONLINE) ECO - ONLINE (EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ORTOPEDIA ONLINE) DESCRIÇÃO: Aulas interativas ao vivo pela internet. Participe ao vivo, respondendo as enquetes e enviando suas perguntas. Vale pontos para a Revalidação

Leia mais

Resolução CNRM Nº 02, de 20 de agosto de 2007

Resolução CNRM Nº 02, de 20 de agosto de 2007 Resolução CNRM Nº 02, de 20 de agosto de 2007 Dispõe sobre a duração e o conteúdo programático da Residência Médica de Cirurgia da Mão O PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA, no uso das

Leia mais

PROGRAMAÇÃO AULAS - R1 (2 as Feiras)

PROGRAMAÇÃO AULAS - R1 (2 as Feiras) 1 PROGRAMAÇÃO AULAS - R1 (2 as Feiras) DATA TEMA ASSISTENTE 07/02/2011 Embriologia e Histologia Óssea Dr. Ricardo 14/02/2011 Fisiologia e Consolidação das Fraturas Dr. Evandro 21/02/2011 Fixadores Externos

Leia mais

PONTO-FINAL CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA

PONTO-FINAL CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA PONTO-FINAL CUO DE ATUALIZAÇÃO EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA DERIÇÃO: Cursos presenciais Vale 3,0 pontos para a Revalidação do TEOT PROGRAMAÇÃO: OSTEONECROSE DA CABEÇA BELÉM/ PA 18.05.2007 SEXTA-FEIRA 20:00-20:20

Leia mais

O SECRETÁRIO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. no uso de suas atribuições, RESOLVE:

O SECRETÁRIO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. no uso de suas atribuições, RESOLVE: PORTARIA N 42/MS/SAS DE 17 DE MARÇO DE 1994 O SECRETÁRIO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. no uso de suas atribuições, RESOLVE: 1. Estabelecer os procedimentos de Alta Complexidade da área de Ortopedia. constantes

Leia mais

MARÇO.2013. 22-Sexta -Feira 19 Horas PEC-Ombro,Cotovelo e Artroscopia PEC-Ombro,Cotovelo e Artroscopia

MARÇO.2013. 22-Sexta -Feira 19 Horas PEC-Ombro,Cotovelo e Artroscopia PEC-Ombro,Cotovelo e Artroscopia MARÇO.2013 01- Sexta-Feira 17 Horas MD. Rodrigo A. Tisot Revisão de Rx - Coluna 04 - Segunda-Feira 17 Horas MD. CÉSAR MARTINS REVISÃO DE RX - JOELHO 05 - Terça- Feira 17 Horas MD. GASTON / JOÃO MARCUS

Leia mais

Programa de Especialização Cirurgia do Quadril (R4) Treinamento Avançado em Cirurgia do Quadril. Goiânia GO / Maio de 2015.

Programa de Especialização Cirurgia do Quadril (R4) Treinamento Avançado em Cirurgia do Quadril. Goiânia GO / Maio de 2015. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESTADO DE GOIÁS HOSPITAL DE URGÊNCIA DE GOIÂNIA (HUGO) / HOSPITAL GERAL DE GOIÂNIA ALBERTO RASSI () SERVIÇO DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA / SERVIÇO DE CIRURGIA DO QUADRIL

Leia mais

RESUMO DO PROGRAMA DE RESIDENCIA MÉDICA EM CIRURGIA DA MÃO DO IOT PASSO FUNDO - RS

RESUMO DO PROGRAMA DE RESIDENCIA MÉDICA EM CIRURGIA DA MÃO DO IOT PASSO FUNDO - RS RESUMO DO PROGRAMA DE RESIDENCIA MÉDICA EM CIRURGIA DA MÃO DO IOT PASSO FUNDO - RS UNIDADE DIAS E HORÁRIOS PERÍODO A programação de aulas pode ser IOT alterada devido a feriados e datas Início: 2 de março

Leia mais

Art. 77 O Curso terá duração determinada pela AMB/CFM...

Art. 77 O Curso terá duração determinada pela AMB/CFM... Cursos de Especialização em Oftalmologia Normas para Credenciamento de Cursos de Especialização em Oftalmologia Art. 75 Para obter o credenciamento do CBO para ministrar Curso de Especialização em Oftalmologia,

Leia mais

Programa de Especialização em Ortopedia e Traumatologia Pediátrica (R4)

Programa de Especialização em Ortopedia e Traumatologia Pediátrica (R4) SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE HOSPITAL INFANTIL JOANA DE GUSMÃO Florianópolis SERVIÇO DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA Programa de Especialização em Ortopedia e Traumatologia Pediátrica (R4) Florianópolis,

Leia mais

DISCIPLINA DE EMERGÊNCIAS EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA 6º ANO

DISCIPLINA DE EMERGÊNCIAS EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA 6º ANO DISCIPLINA DE EMERGÊNCIAS EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA 6º ANO - 2012 - Período: 04/06/2012 a 24/06/2012 Coordenador: Prof. Dr. Carga Horária: 3 semanas 120 horas Grupo: 2C OBJETIVOS Os alunos do último

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA DA MÃO

SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA DA MÃO Edital Exame 2015 ABCM Seguindo a normativa de regulamentação específica do Conselho Científico da Associação Médica Brasileira, datada de julho de 2007, que unifica os títulos de especialistas pela Comissão

Leia mais

Anexo C. Cursos de Especialização/ Estágios em Cardiologia Normas para Credenciamento pela Sociedade Brasileira de Cardiologia

Anexo C. Cursos de Especialização/ Estágios em Cardiologia Normas para Credenciamento pela Sociedade Brasileira de Cardiologia Anexo C Cursos de Especialização/ Estágios em Cardiologia Normas para Credenciamento pela Sociedade Brasileira de Cardiologia O Curso de Especialização/ Estágios em Cardiologia constitui modalidade do

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA

COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA Pedido de Credenciamento de Programa Nome Completo da Instituição HOSPITAL UNIVERSITARIO PROFESSOR EDGARD SANTOS Endereço Completo RUA AUGUSTO VIANA S/N CANELA CEP

Leia mais

PROCESSO. para RECONHECIMENTO. SERVIÇOS ou PROGRAMAS. ANGIOLOGIA e CIRURGIA VASCULAR. pela S B A C V

PROCESSO. para RECONHECIMENTO. SERVIÇOS ou PROGRAMAS. ANGIOLOGIA e CIRURGIA VASCULAR. pela S B A C V PROCESSO para RECONHECIMENTO de SERVIÇOS ou PROGRAMAS de ANGIOLOGIA e CIRURGIA VASCULAR pela S B A C V 1 Procedimento ETAPA I: O processo do solicitante, com o requerimento dirigido ao Presidente da SBACV,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS REGIONAL GOIÂNIA ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS REGIONAL GOIÂNIA ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS REGIONAL GOIÂNIA ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Regulamento Específico do Curso de Especialização em Homeopatia Veterinária CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I Natureza, Finalidade, Sede e Foro Art. 1º - A Comissão Nacional de Residência em Enfermagem - CONARENF, criada pela Portaria

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 824, DE 31 DE MARÇO DE 2006

RESOLUÇÃO Nº 824, DE 31 DE MARÇO DE 2006 RESOLUÇÃO Nº 824, DE 31 DE MARÇO DE 2006 Reconhece e regulamenta a Residência Médico- Veterinária e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA CFMV, no uso da atribuição que lhe

Leia mais

Legislação Universitária de Interesse do Estudante. Aspectos da legislação universitária que dizem respeito ao estudante de graduação.

Legislação Universitária de Interesse do Estudante. Aspectos da legislação universitária que dizem respeito ao estudante de graduação. Legislação Universitária de Interesse do Estudante Aspectos da legislação universitária que dizem respeito ao estudante de graduação. Calendário Escolar O Calendário Escolar que é fixado através de Portaria

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ORTOPEDISTA. Referentemente à avaliação do paciente vítima de politrauma, é correto afirmar, EXCETO:

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ORTOPEDISTA. Referentemente à avaliação do paciente vítima de politrauma, é correto afirmar, EXCETO: 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ORTOPEDISTA QUESTÃO 21 Referentemente à avaliação do paciente vítima de politrauma, é correto afirmar, EXCETO: a) O politrauma é a uma das principais causas

Leia mais

CONHECIMENTOS GERAIS DE MEDICINA

CONHECIMENTOS GERAIS DE MEDICINA Normatizações dos Serviços de Estágios e Especializações Médicas Hospital São Francisco de Ribeirão Preto I.INFORMAÇÕES GERAIS O Hospital São Francisco de Ribeirão Preto tem tradição de várias décadas

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Regulamento Específico do Curso de Especialização em Auditoria e Controle Gerencial

Leia mais

REGULAMENTO DE RESIDÊNCIA MÉDICA

REGULAMENTO DE RESIDÊNCIA MÉDICA RESOLUÇÃO SMS Nº 561 DE 19 DE ABRIL DE 1996 ATUALIZA E CONSOLIDA AS NORMAS PARA O REGULAMENTO DE RESIDÊNCIA MÉDICA, EM UNIDADES DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE, no uso

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIAIS DO HOSPITAL DOS DEFEITOS DA FACE

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIAIS DO HOSPITAL DOS DEFEITOS DA FACE REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIAIS DO HOSPITAL DOS DEFEITOS DA FACE Objetivos e seus Fins 1. O programa de residência na Área de Cirurgia e Traumatologia

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Artigo 1 o.- A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) através da Faculdade de Medicina e do Hospital de Clínicas, manterá

Leia mais

Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional - NOVO

Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional - NOVO Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica Funcional - NOVO Apresentação Previsão de Início Agosto Inscrições em Breve - Turma 01 - Campus Stiep O curso de Especialização em Fisioterapia Traumato-Ortopédica

Leia mais

CONSIDERANDO a aprovação em reunião do dia 19/03/2007, pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão;

CONSIDERANDO a aprovação em reunião do dia 19/03/2007, pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão; RESOLUÇÃO CEPE/CA Nº 189/2007 Aprova o Regulamento do Programa de Residência em Medicina Veterinária, da Universidade Estadual de Londrina. contidos no processo nº 13270/2006; CONSIDERANDO os pronunciamentos

Leia mais

RESOLUÇÃO CAS Nº. 25, DE 6 DE AGOSTO DE 2009.

RESOLUÇÃO CAS Nº. 25, DE 6 DE AGOSTO DE 2009. RESOLUÇÃO CAS Nº. 25, DE 6 DE AGOSTO DE 2009. Regulamenta o processo de dependência e atendimento especial e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR DO CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA REGIMENTO DA COMISSÃO DE ENSINO

SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA REGIMENTO DA COMISSÃO DE ENSINO Capítulo I Da Comissão de Ensino SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA REGIMENTO DA COMISSÃO DE ENSINO Art. 1º - A Comissão de Ensino da SBD é composta por 8 (oito) membros associados titulares há mais

Leia mais

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS:

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS: 1. CADASTRO Para atuar no Hospital São Luiz, todo médico tem de estar regularmente cadastrado. No momento da efetivação, o médico deve ser apresentado por um membro do corpo clínico, munido da seguinte

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA FACULDADE SANTO AGOSTINHO CEP/FSA

REGULAMENTO INTERNO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA FACULDADE SANTO AGOSTINHO CEP/FSA Teresina, 13 de agosto de 2012. Dispõe sobre a regulamentação do Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade Santo Agostinho CEP/FSA. A Direção Geral da Faculdade Santo Agostinho FSA, no uso de suas atribuições

Leia mais

Residência em Ortopedia e Traumatologia

Residência em Ortopedia e Traumatologia Residência em Ortopedia e Traumatologia FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE FURG NOVO COLEGA DR. ARTUR CRUZ 05 MAIO - 2008 CURSO AO RIO GRANDE 27º NÚMERO UNIDADE DO TRAUMA TELEFONES DA URGENCIA

Leia mais

Minuta do Regimento Geral de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Federal de São Carlos

Minuta do Regimento Geral de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Federal de São Carlos Minuta do Regimento Geral de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Federal de São Carlos CapítuloI Dos Objetivos Art.1º - Os cursos de pós-graduação lato sensu da Universidade Federal de São

Leia mais

PROFLETRAS R E G I M E N T O

PROFLETRAS R E G I M E N T O PROFLETRAS R E G I M E N T O CAPÍTULO I - CAPITULO II - CAPÍTULO III - CAPÍTULO IV - CAPÍTULO V - CAPÍTULO VI - CAPÍTULO VII - CAPÍTULO VIII - Das Finalidades Das Instituições Associadas Da Organização

Leia mais

Residência Médica. Equivalência da Residência Médica com Curso de Especialização e Título de Especialista

Residência Médica. Equivalência da Residência Médica com Curso de Especialização e Título de Especialista Residência Médica A Residência Médica foi instituída no Brasil pela Lei nº. 6.932 de 07 de julho de 1981 e regulamentada pelo Decreto nº. 80.281, de 05 de setembro de 1977. Equivalência da Residência Médica

Leia mais

Índice CUIDADOS PRIMÁRIOS EM ORTOPEDIA CAPÍTULO 1

Índice CUIDADOS PRIMÁRIOS EM ORTOPEDIA CAPÍTULO 1 Índice CUIDADOS PRIMÁRIOS EM ORTOPEDIA CAPÍTULO 1 Coluna Cervical, 1 Anatomia, 1 Estrutura Óssea, 1 Nervos Cervicais e Função Neurológica, 3 Musculatura e Estrutura dos Tecidos Moles, 4 Exame da Coluna

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012. RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus

Leia mais

Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu.

Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu. Campus de Botucatu PORTARIA nº 141 de 20 de setembro de 2000 Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu. O Diretor da Faculdade

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO APRESENTAÇÃO A Casa de Saúde São José foi fundada em 1923 e tem como missão Servir à Vida, promovendo Saúde. É uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, católica,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO APRESENTAÇÃO Dispõe sobre as normas para realização de Estágio Supervisionado pelos acadêmicos da Faculdade de Belém FABEL. O presente regulamento normatiza o Estágio

Leia mais

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências.

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências. RESOLUÇÃO CoCEx nº 6667, de 19 de dezembro de 2013. (D.O.E. 21.12.13) (Protocolado 11.5.2443.1.5). Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo

Leia mais

CURSO DE PILATES APLICADO ÀS LESÕES OSTEOMUSCULARES

CURSO DE PILATES APLICADO ÀS LESÕES OSTEOMUSCULARES CURSO DE PILATES APLICADO ÀS LESÕES OSTEOMUSCULARES INTRODUÇÃO Um número cada vez maior de pessoas apresenta, em seu cotidiano, atividades repetitivas e restritivas, que conduzem a uma perda do sinergismo

Leia mais

OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS ESPECÍFICOS

OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS ESPECÍFICOS OBJETIVOS GERAIS O Programa de Residência Médica opcional de Videolaparoscopia em Cirurgia do Aparelho Digestivo (PRMCAD) representa modalidade de ensino de Pós Graduação visando ao aperfeiçoamento ético,

Leia mais

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio:

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio: 1 Resolução nº. 01/09 Aprovar o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Pedagogia - considerando o art.70, VII do Regimento desta Instituição; - considerando necessidade de normatizar

Leia mais

Manual do Médico Residente da Santa Casa de Misericórdia de Alagoas

Manual do Médico Residente da Santa Casa de Misericórdia de Alagoas Manual do Médico Residente da Santa Casa de Misericórdia de Alagoas Este manual tem por objetivo dar aos Médicos Residentes informações gerais sobre o Hospital Santa Casa de Misericórdia de Maceió e sobre

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COMISSÃO DE MONITORIA INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N.º 01 DE 12 DE AGOSTO DE 2015

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COMISSÃO DE MONITORIA INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N.º 01 DE 12 DE AGOSTO DE 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE COMISSÃO DE MONITORIA INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N.º 01 DE 12 DE AGOSTO DE 2015 EMENTA: Estabelece critérios para a operacionalização da Monitoria Voluntária, com vistas ao ano

Leia mais

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 A PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA (CNRM), no uso de sua atribuições previstas no art. 5.º do Decreto n.º 80.281, de 05 de setembro de 1977, e considerando o

Leia mais

EDITAL PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ALUNOS A PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU EM MEDICINA FETAL

EDITAL PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ALUNOS A PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU EM MEDICINA FETAL EDITAL PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ALUNOS A PÓS-GRADUAÇÃO LATO-SENSU EM MEDICINA FETAL 2014 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. CARACTERÍSTICAS GERAIS DO CURSO... 3 3. PRÉ-REQUISITOS... 4 4. INSCRIÇÃO... 4 5.

Leia mais

Faculdade de Ciências da Saúde Archimedes Theodoro. Fundação Educacional de Além Paraíba

Faculdade de Ciências da Saúde Archimedes Theodoro. Fundação Educacional de Além Paraíba Faculdade de Ciências da Saúde Archimedes Theodoro Fundação Educacional de Além Paraíba Regulamento de Monitoria Art. 1º A Faculdade de Ciências da Saúde Archimedes Theodoro admitirá, sem vínculo empregatício,

Leia mais

REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES

REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES Art. 1º - O Estágio Curricular, baseado na lei nº 6.494,

Leia mais

REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS CURSO DE MEDICINA

REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS CURSO DE MEDICINA REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS CURSO DE MEDICINA PARACATU MG 2013 SUMÁRIO REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS 2 CAPÍTULO I - DA NATUREZA

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (SUBESPECIALIZAÇÃO) EM NÍVEL A4

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (SUBESPECIALIZAÇÃO) EM NÍVEL A4 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (SUBESPECIALIZAÇÃO) EM NÍVEL A4 A Clínica Radiológica da Cidade de Passo Fundo Clínica Kozma, com sede na

Leia mais

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES

Leia mais

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TÍTULO I CAPÍTULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE

FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TÍTULO I CAPÍTULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE FACULDADE MORAES JÚNIOR MACKENZIE RIO REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TÍTULO I CAPÍTULO I DO OBJETIVO, DA NATUREZA E DA FINALIDADE SEÇÃO I DO OBJETIVO Art. 1º O presente Regulamento tem por

Leia mais

ESAMC. MBA Executivo. Unidades: Sorocaba. Itapetininga

ESAMC. MBA Executivo. Unidades: Sorocaba. Itapetininga ESAMC MBA Executivo Unidades: Sorocaba Itu Itapetininga REGULAMENTO INTERNO DA INSTITUIÇÃO ÚLTIMA REVISÃO: NOVEMBRO/2009 SUMÁRIO ii 1) DO REGIME ESCOLAR... 1 1.1) CRITÉRIO DE CONTAGEM DE CRÉDITOS... 1

Leia mais

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01.

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01. CONSELHO PEDAGÓGICO - COP RESOLUÇÃO Nº. 13/2008, DE 03 DE ABRIL DE 2008 Aprova o Regulamento de Monitoria Faculdade de Lucas do Rio Verde. O Presidente do Conselho Pedagógico - COP, face ao disposto no

Leia mais

DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS

DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DAS FACULDADES INTEGRADAS DE VITÓRIA DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS Disciplina os Cursos de Pós- Graduação Lato Sensu nas modalidades Acadêmica e Profissionalizante

Leia mais

CURSOS DE MESTRADO ACADÊMICO E DOUTORADO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO

CURSOS DE MESTRADO ACADÊMICO E DOUTORADO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO CURSOS DE MESTRADO ACADÊMICO E DOUTORADO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO 2013 CURSOS DE MESTRADO ACADÊMICO E DOUTORADO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA REGULAMENTO

Leia mais

PROFMAT - Programa de Mestrado Profissional em Matemática. Regimento. Coordenação do ensino de matemática nas escolas;

PROFMAT - Programa de Mestrado Profissional em Matemática. Regimento. Coordenação do ensino de matemática nas escolas; Capítulo I Objetivos Regimento Artigo 1º - O Objetivo do Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional é proporcionar ao aluno formação matemática aprofundada, relevante ao exercício

Leia mais

EDITAL DO CONCURSO DE SELEÇÃO PARA O PROGRAMA DE TREINAMENTO AVANÇADO EM MEDICINA INTENSIVA 2015/1

EDITAL DO CONCURSO DE SELEÇÃO PARA O PROGRAMA DE TREINAMENTO AVANÇADO EM MEDICINA INTENSIVA 2015/1 EDITAL DO CONCURSO DE SELEÇÃO PARA O PROGRAMA DE TREINAMENTO AVANÇADO EM MEDICINA INTENSIVA 2015/1 HOSPITAL GERAL DE GOIÂNIA Diretoria Ensino e Pesquisa PROGRAMA DE TREINAMENTO AVANÇADO EM MEDICINA INTENSIVA

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003

RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003 RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003 Aprova Regimento do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Letras Teoria Literária e Crítica da Cultura da UFSJ O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO SUPERIOR

Leia mais

Lembramos, no entanto, que a Deficiência Física, não está contemplada na sua totalidade, existindo outros CIDs não listados e que sofrerão análise.

Lembramos, no entanto, que a Deficiência Física, não está contemplada na sua totalidade, existindo outros CIDs não listados e que sofrerão análise. Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Em função de ocorrer dúvidas em relação ao encaminhamento do benefício do passe-livre intermunicipal,

Leia mais

NORMAS INTERNAS DO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA BIOMÉDICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC - UFABC TÍTULO I DOS OBJETIVOS

NORMAS INTERNAS DO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA BIOMÉDICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC - UFABC TÍTULO I DOS OBJETIVOS NORMAS INTERNAS DO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA BIOMÉDICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC - UFABC TÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Programa de Pós-graduação em Engenharia Biomédica da UFABC (doravante,

Leia mais

RESOLUÇÃO REITORIA Nº 016 DE 04 DE OUTUBRO DE 2012

RESOLUÇÃO REITORIA Nº 016 DE 04 DE OUTUBRO DE 2012 RESOLUÇÃO REITORIA Nº 016 DE 04 DE OUTUBRO DE 2012 Regulamenta a oferta do Curso de Pós- Graduação Lato Sensu : em URGENCIAS E EMERGENCIA E U.T.I. a ser ofertado na Universidade Alto Vale do Rio do Peixe

Leia mais

Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA RESOLUÇÃO Nº 752, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003.

Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA RESOLUÇÃO Nº 752, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003. Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA RESOLUÇÃO Nº 752, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003. Reconhece e regulamenta a Residência Médico-Veterinária,

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais Pró-Reitoria de Recursos Humanos Departamento de Administração de Pessoal RESIDÊNCIA MÉDICA

Universidade Federal de Minas Gerais Pró-Reitoria de Recursos Humanos Departamento de Administração de Pessoal RESIDÊNCIA MÉDICA RESIDÊNCIA MÉDICA Cód.: MRD Nº: 1 Versão: 1 Data:19/11/2014 DEFINIÇÃO A Residência Médica é uma modalidade do ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob a forma de curso de especialização, caracterizada

Leia mais

REGIMENTO INTERNO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIMAR

REGIMENTO INTERNO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIMAR REGIMENTO INTERNO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIMAR O Coordenador do Curso de Medicina Veterinária da Universidade de Marília UNIMAR, no uso de suas atribuições legais, expede o presente regimento, regulamentando

Leia mais

Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) Faculdade de Ciências Agrárias de Presidente Prudente

Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) Faculdade de Ciências Agrárias de Presidente Prudente Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) Faculdade de Ciências Agrárias de Presidente Prudente Regulamento do Programa de Capacitação Técnica em Ciências

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR

FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR CAPÍTULO I DO ESTÁGIO CURRICULAR Art. 1º O presente Regimento trata do Estágio Curricular dos cursos de graduação da Faculdade

Leia mais

FUNDAÇÃO PIO XII - HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS APRIMORAMENTO EM RADIOLOGIA MAMÁRIA ( Fellowship ) EDITAL DE SELEÇÃO PARA O ANO DE 2014

FUNDAÇÃO PIO XII - HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS APRIMORAMENTO EM RADIOLOGIA MAMÁRIA ( Fellowship ) EDITAL DE SELEÇÃO PARA O ANO DE 2014 FUNDAÇÃO PIO XII - HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS APRIMORAMENTO EM RADIOLOGIA MAMÁRIA ( Fellowship ) EDITAL DE SELEÇÃO PARA O ANO DE 2014 EDITAL N.º 11/2013-IEP/HCB A Fundação Pio XII, Hospital do Câncer

Leia mais

NORMAS COMPLEMENTARES DO INTERNATO DA FAMED

NORMAS COMPLEMENTARES DO INTERNATO DA FAMED NORMAS COMPLEMENTARES DO INTERNATO DA FAMED Modelo implantado a partir das mudanças determinadas com a aprovação das Diretrizes Curriculares do Curso Medico do MEC em 2001. COLEGIADO DE CURSO DE GRADUAÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 32/2011

RESOLUÇÃO Nº 32/2011 RESOLUÇÃO Nº 32/2011 Regulamenta a Pós-Graduação Lato Sensu da O, da Universidade Federal de Juiz de Fora, no exercício de suas atribuições e tendo em vista o que consta do Processo 23071.014937/2010-12

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA RESIDÊNCIA MÉDICA E SEUS OBJETIVOS Art. 1º - O Curso de Residência Médica da Faculdade de Medicina de Marília constitui modalidade de ensino de pós-graduação, lato sensu, caracterizado por

Leia mais

ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DE PERNAMBUCO DISCIPLINA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DA UFPE

ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DE PERNAMBUCO DISCIPLINA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DA UFPE ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DE PERNAMBUCO DISCIPLINA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DA UFPE Capítulo I - Da liga e seus fins Art. 1 - A Liga de Cirurgia Pediátrica, a seguir designada LACIPE,

Leia mais

Regulamento de TCC do curso de Fisioterapia

Regulamento de TCC do curso de Fisioterapia Regulamento de TCC do curso de Fisioterapia A atividade de trabalho de conclusão de curso é desenvolvida em área escolhida pelo aluno, sob a orientação professor (es) orientador(es). O aluno descreverá

Leia mais

FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 0 ÍNDICE NATUREZA E FINALIDADE 2 COORDENAÇÃO DOS CURSOS 2 COORDENAÇÃO DIDÁTICA 2 COORDENADOR DE CURSO 2 ADMISSÃO AOS CURSOS 3 NÚMERO

Leia mais

Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria

Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria Requisitos mínimos para o programa de Residência em Pediatria O programa de Residência em Pediatria prevê 60 horas de jornada de trabalho semanal, sendo 40 horas de atividades rotineiras e 20 horas de

Leia mais

REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA PARA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DA FACULDADE CATÓLICA DO TOCANTINS - CEEA/FACTO

REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA PARA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DA FACULDADE CATÓLICA DO TOCANTINS - CEEA/FACTO REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA PARA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DA FACULDADE CATÓLICA DO TOCANTINS - CEEA/FACTO A Faculdade Católica do Tocantins, em cumprimento ao disposto na Lei Federal 11794 de 08 de outubro

Leia mais

REGIMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

REGIMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU REGIMENTO GERAL DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU (Regimento aprovado pelo Conselho Deliberativo da Fiocruz em 28/08/2008) 1. Dos Objetivos 1.1. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) oferece programas de pós-graduação

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO CONSELHO DELIBERATIVO DO PROGRAMA TST-SAÚDE ATO DELIBERATIVO Nº 56, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2014 Dispõe sobre a assistência odontológica indireta aos beneficiários do Programa

Leia mais

CASA DE CARIDADE DE ALFENAS NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO REGIMENTO DA COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA

CASA DE CARIDADE DE ALFENAS NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO REGIMENTO DA COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA CASA DE CARIDADE DE ALFENAS NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO REGIMENTO DA COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA ÍNDICE Página CAPITULO I DAS FINALIDADES E PRINCÍPIOS GERAIS 01 CAPITULO II DA ORGANIZAÇÃO E SURPEVISÃO

Leia mais

EDITAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM NEURORRADIOLOGIA E CABEÇA E PESCOÇO 2014-2015

EDITAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM NEURORRADIOLOGIA E CABEÇA E PESCOÇO 2014-2015 EDITAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM NEURORRADIOLOGIA E CABEÇA E PESCOÇO 2014-2015 O Serviço de Diagnóstico por Imagem da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo ISCMSP faz saber que estarão

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE DE INFORMÁTICA CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Aprovado na 22ª reunião do Conselho de Unidade (CONSUN) da Faculdade de Informática realizada dia 30 de

Leia mais

PORTARIA Nº. 14/REITORIA/10, de 5 de julho de 2010 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

PORTARIA Nº. 14/REITORIA/10, de 5 de julho de 2010 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO PORTARIA Nº. 14/REITORIA/10, de 5 de julho de 2010 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Institui e estabelece critérios para o Aproveitamento de Estudos e Verificação de Proficiência para fins de certificação

Leia mais

Norma para Concessão de Bolsa de Pesquisa

Norma para Concessão de Bolsa de Pesquisa Norma para Concessão de Bolsa de Pesquisa 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 CAPÍTULO I - Do Objetivo e Abrangência... 4 CAPÍTULO II - Dos Procedimentos e Critérios para Concessão da Bolsa de Pesquisa... 4 CAPÍTULO

Leia mais

Serviço Público Federal Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Coordenação do Curso de Medicina

Serviço Público Federal Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Coordenação do Curso de Medicina Serviço Público Federal Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Coordenação do Curso de Medicina REGIMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA UFPE CAPÍTULO I DEFINIÇÃO: Artigo 1 -

Leia mais

FACULDADE DA REGIÃO DOS LAGOS REGULAMENTO DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

FACULDADE DA REGIÃO DOS LAGOS REGULAMENTO DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE DA REGIÃO DOS LAGOS REGULAMENTO DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Os cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da FERLAGOS orientam-se pelas normas

Leia mais

Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica CIPE

Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica CIPE Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica CIPE EDITAL DE EXAME DE SUFICIÊNCIA PARA TÍTULO DE ESPECIALISTA ANO 2013 O Presidente da Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica, no uso de suas atribuições

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

PROCESSO SELETIVO FUNCAMP Nº 043/2009

PROCESSO SELETIVO FUNCAMP Nº 043/2009 PROCESSO SELETIVO FUNCAMP Nº 043/2009 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA A CONTRATAÇÃO DE PESSOAL PARA O AMBULATÓRIO MÉDICO DE ESPECIALIDADES - AME- RIO CLARO A Fundação de Desenvolvimento da Unicamp - FUNCAMP

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

Edital Nº 18/2015 Processo Seletivo Interno para Remoção de Servidores Técnicos Administrativos

Edital Nº 18/2015 Processo Seletivo Interno para Remoção de Servidores Técnicos Administrativos O Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, nomeado pelo Decreto de 06 de maio de 2014, publicado no Diário Oficial da União em 07 de maio de 2014, visando atender

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I DA SOCIEDADE, DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, PRAZO E FINALIDADES Artigo 1 - A Comissão Estadual de Residência Médica

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 22/2005, de 30 de junho de 2005. RESOLVE:

RESOLUÇÃO Nº 22/2005, de 30 de junho de 2005. RESOLVE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO MARANHÃO CONSELHO DIRETOR RESOLUÇÃO Nº 22/2005, de 30 de junho de 2005. Aprova as Normas Regulamentadoras da operacionalização da Monografia

Leia mais

Regimento do Mestrado Profissional em Matemeatica em Rede Nacional

Regimento do Mestrado Profissional em Matemeatica em Rede Nacional Regimento do Mestrado Profissional em Matemeatica em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) tem como objetivo proporcionar formação

Leia mais

INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA NUCLEARES

INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA NUCLEARES INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA NUCLEARES REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO ACADÊMICO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA NUCLEARES Atualização de 30 de outubro de

Leia mais