Alta disponibilidade em roteadores: Um ambiente de teste

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Alta disponibilidade em roteadores: Um ambiente de teste"

Transcrição

1 Alta disponibilidade em roteadores: Um ambiente de teste Autor: João Eurípedes Pereira Júnior 1, Orientador: PhD. Pedro Frosi Rosa 1 1 Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade Federal do Uberlândia (UFU) Uberlândia MG Brasil Nível: Mestrado Ano de ingresso no programa: 2008 Época esperada de conclusão: Março / 2010 Resumo. High available routers are crucial pieces of today s internet. Virtual Router Redundancy Protocol (VRRP) and Common Address Redundancy Protocol (CARP) are attempts to catch this need, but evolving customers and bussiness requirements drive the improvements of such solutions. This paper reflects a research (on progress) to understand this protocols and propose a test enviroment to observe their behavior and collect information. This information will be compiled in a benchmark to support a future architecture propose. The first test is defined and the experiment is described. Guidelines for other tests and related works are presented. Palavras-Chave. Alta disponibilidade, VRRP, CARP

2 1. Introdução O protocolo Virtual Router Redundancy Protocol (VRRP) foi projetado para eliminar o ponto único de falha inerente aos ambientes de roteamento configurados estaticamente [Nadas 2008]. No entanto, existem alguns trabalhos, [G. Attebury 2006], [E. Lopes Filho ], [J. Kuo ], que citam o próprio VRRP como um ponto de falha. Como uma alternativa ao VRRP, que apresenta problemas técnicos e teve a patente reclamada pela Cisco, a comunidade do OpenBSD desenvolveu o Common Address Redundancy Protocol (CARP). O CARP permite que múltiplos hosts compartilhem o mesmo endereço IP, dependendo da configuração ele pode prover disponibilidade ou balanceamento de carga [car ]. Este documento registra uma pesquisa (em andamento), cujo objetivo é entender o funcionamento dos protocolos VRRP e CARP, e fazer um benchmark com esses protocolos. Esse benchmark será utilizado em uma fase posterior da pesquisa, que visa definir uma arquitetura de alta disponibilidade envolvendo o protocolo Stream Control Transmission Protocol (SCTP) [Steward 2007]. Com esse intúito, foi implementado um ambiente de teste com máquinas virtuais usando VRRP e CARP para simular roteadores de alta disponibilidade. O ambiente de teste é apresentado na seção 2 e o primeiro experimento descrito na seção 3. A seção 4 versa sobre os trabalhos relacionados e sobre como a pesquisa apresentada nesse trabalho pode ser extendida, restando as considerações finais para a seção O Ambiente de teste Físicamente o ambiente de teste se resume a um notebook com um processador Intel Core 2 Duo T8300 e 2Gb de RAM, logicamente se resume a quatro roteadores, que serão usados aos pares, dois para o protocolo VRRP e dois para o protocolo CARP, um cliente e um servidor. O notebook roda o sistema operacional Linux, distribuição Suse, versão 11.0, kernel , onde foram criadas duas interfaces do tipo ponte (bridge), br0 e br1, e oito interfaces do tipo tap, numeradas de um a oito. As pontes (bridges) são equipamentos usados para unir várias LANs. No inicial todos os frames que entram por uma das portas da ponte são repassados para as outras portas, mas apenas a interface cujo endereço Media Access Control (MAC) casa com o endereço de destino contido no frame o recebe. O frame é processado e devolvido para a ponte, que memoriza por qual porta a resposta retornou. O próximo frame enviado para o mesmo destino será repassado apenas para a porta memorizada. O Linux provê o recurso de ponte ethernet virtual, com a qual é possível criar instâncias de ponte e associar interfaces à mesma. Cada instância de ponte funciona como foi descrito no parágrafo anterior e todas as interfaces associadas à ponte são equivalentes a portas.

3 As interfaces tap são outro recurso oferecido pelo sistema operacional. Essas interfaces são túneis ethernet entre o espaço do usuário e o espaço do kernel, o que permite que o kernel e as aplicações troquem frames ethernet como se houvesse um enlace entre eles. Das oito interfaces tap criadas, as ímpares foram associadas à ponte br0 e as pares à ponte br1, formando assim duas redes locais de quatro interfaces cada uma. Cada roteador é uma máquina virtual instalada usando o software VirtualBox e possui duas interfaces de rede, associadas a uma das interfaces tap ímpar e a uma das interfaces tap par. Uma das interfaces de rede de cada máquina virtual está associada a uma das interfaces tap da máquina hospedeira que pertença à ponte br0, enquanto a outra interface está associada a uma das interfaces tap que pertença à ponte br1. A interface da ponte br0 foi configurada com o IP e a interface da ponte br1 foi configurada com IP A interface do director1 associada à ponte br0 foi configurada com o IP e a interface associada à ponte br1 foi configurada com o IP A interface do director2 associada à ponte br0 foi configurada com o IP e a interface associada à ponte br1 foi configurada com o IP A interface do freebsd1 associada à ponte br0 foi configurada com o IP e a interface associada à ponte br1 foi configurada com o IP A interface do freebsd2 associada à ponte br0 foi configurada com o IP e a interface associada à ponte br1 foi configurada com o IP Linux Virtual Server (LVS) é um arranjo (cluster) de servidores Linux que provê serviços de alta disponibilidade e alto desempenho. Essas características são obtidas com o uso das técnicas de failover, redundância com substituição automática, e load balancing, distribuição da demanda para vários servidores. O LVS é composto por Directors e Real Servers. Os Directors fazem o balanceamento de carga e a redundância entre os Real Servers, e funcionam como roteadores virtuais. Os Directors também suportam redundância entre si para aumentar a disponibilidade dos serviços oferecidos pelo LVS. O papel dos Real Servers é prover serviços, exatamente como trabalham os servidores comuns da internet. Figure 1. Gateway comum O balanceamento de carga entre os servidores é feito por um módulo do kernel do Linux, chamado ipvs. O ipvs é um comutador (switcher) de pacotes baseado na pilha TCP/IP. Esse módulo mantém uma tabela, cujas informações são usadas para decidir o destino dos pacotes. A decisão também leva em conta o número de conexões que um Real Server está atendendo, de maneira a deixar a carga nos Real Servers equilibrada. A característica de balanceamento de carga está fora do escopo desse documento, para maiores informações vide [lvs ].

4 Figure 2. Gateway LVS A redundância entre os Directors fica a cargo do protocolo VRRP. O VRRP especifica um protocolo de eleição que atribui dinamicamente a responsabilidade pelo roteador virtual a um dos roteadores VRRP na LAN. Inicialmente, um dos roteadores VRRP deve ser configurado para assumir o controle (MASTER) do roteador virtual, todos os outros roteadores VRRP da mesma instância devem ser configurados para aguardar (BACKUP) até que a instância VRRP esteja sem um roteador VRRP MASTER. O roteador VRRP MASTER faz anuncios periódicos, mantendo todos os roteadores VRRP BACKUP a par da sua presença. Quando o roteador MASTER deixa de enviar ou os roteadores BACKUP deixam de receber os anuncios, é feita uma eleição. O vencedor dessa eleição se torna o novo roteador VRRP MASTER e assume o controle do roteador virtual. Para que um serviço oferecido por um LVS atinja a alta disponibilidade ações precisam ser constantemente tomadas em resposta a eventos, como falhas de software ou hardware. Essas ações são tomadas pelo Keepalived [kee ], um daemon controlador de LVS, em outras palavras, o keepalived monitora e manipula o servidor virtual, automatizando as medidas e aumentando a disponibilidade. A peça fundamental no ambiente de teste é o roteador virtual. No caso do protocolo VRRP o roteador virtual é um LVS, oferecendo o serviço de roteamento (gateway) entre a LAN e a internet, como mostrado na figura 2. O LVS é composto por duas máquinas virtuais, chamadas de director1 e director2. Cada máquina virtual possui duas interfaces de rede. Uma usada para conectar o host à LAN, e outra usada para conectar o host à WAN. Nas máquinas virtuais que rodam o sistema operacional Linux, o software keepalived foi instalado e configurado para fornecer disponibilidade usando o protocolo VRRP. A ferramenta net-snmp foi instalada e configurada de maneira a permitir a coleta de informações. Duas máquinas virtuais rodam o sistema operacional FreeBSD 7.0. Elas tiveram o kernel recompilado para habilitar o protocolo CARP, uma interface CARP foi criada e configurada em cada uma das máquinas. A ferramenta net-snmp foi instalada e configurada de maneira a permitir a coleta de informações. 3. Os Testes Em essência os testes se constituem de um cliente fazendo requisições para e recebendo respostas de um servidor. Essas requisições e respostas tem que passar pelo roteador,

5 que embora seja único do ponto de vista do cliente ou do servidor, é constituído sempre de mais de um roteador (dois por questão de simplicidade). Esse arranjo (cluster) de roteadores tem a função de prover um serviço de alta disponibilidade e/ou alto desempenho. Os experimentos sempre tem o objetivo de demonstrar o funcionamento, prejudica-lo ou interrompe-lo. Durante os mesmos, informações são coletadas de maneira a permitir explicações mais precisas sobre o comportamento observado. Figure 3. Tráfego na pcn0 do freebsd2 Figure 4. Tráfego na pcn0 do freebsd1 O primeiro experimento realizado com o ICMP, usando a ferramenta ping, cuja função é verificar se o compartilhamento de IP entre os roteadores reais está funcionando. O IP compartilhado deve responder aos ICMP Requests com ICMP Replies, quando os dois roteadores estiverem funcionando, e quando apenas um deles estiver funcionando. O IP compartilhado não deve responder quando os dois roteadores estiverem desligados. O endereço compartilhado pelo grupo de roteadores CARP é o , enquanto o endereço compartilhado pela instância VRRP é o Em duas sessões de shell distintas, a ferramenta ping foi chamada para enviar os requisições ICMP e receber as respostas, sendo uma chamada para cada endereço. Enquanto as respostas ICMP estiverem chegando e soubermos que pelo menos um dos roteadores está ativo, o com partilhamento estará funcionando. No início do experimento os dois roteadores Linux estavam funcionais, e verificou-se que os dois endereços respondiam às requisições ICMP. Então a interface eth1 do director1 foi colocada no estado DOWN, verificou-se que o IP compartilhado deixou de responder por um curto espaço de tempo, perdendo três números da sequencia de identificação das respostas ICMP, voltando a responder logo em seguida. O roteador VRRP director2, que

6 estava no estado BACKUP, passou para o estado MASTER, assumindo assim a responsabilidade de responder aos ICMP Requests. Mais tarde a interface eth1 do director1 foi colocada no estado UP, verificando-se o mesmo comportamento da falha na sequencia de respostas ICMP, com o director1 voltando a responder às requisições ICMP e o director2 voltando para o estado de BACKUP. Os dois roteadores FreeBSD também iniciaram o experimento ambos funcionais e com a interface respondendo às requisições ICMP. A interface pcn0 do roteador do grupo CARP,freesbd1, foi colocada no estado DOWN, verificou-se que o IP compartilhado deixou de responder por um curto espaço de tempo, perdendo três números da sequencia de identificação das respostas ICMP, voltando a responder logo em seguida. As figuras 3 e 4 mostram o tráfego nas interfaces pcn0 dos roteadores freebsd2 e freebsd1, ambas participantes do grupo CARP. O roteador mestre do grupo CARP responde pela interface Foram enviadas cerca de 65 mil requisições ICMP durante os dias 12, 13, e 14. Cada requisição possuía o tamanho de 1000 bytes, gerando um tráfego aproximado de 8kbps. A área colorida representa o tráfego de requisições e respostas ICMP passando pela interface. Note que as ŕeas coloridas estão alternadas, indicando que o CARP está trabalhando no esquema de alta disponibilidade. 4. Trabalhos relacionados Diferente do CARP, o protoloco VRRP contempla apenas a funcionalidade de disponibilidade. Em [J. Kuo ] é proposta uma extensão do protocolo VRRP para prôver a funcionalidade de balanceamento de carga. O trabalho [G. Attebury 2006] mostra um firewall de alta disponibilidade que utiliza CARP e pf, uma biblioteca para filtrar pacotes de rede. Definido o ambiente de teste, resta definir novos parâmetros de interesse e consequentemente novos experimentos. A princípio existem três grupos de experimentos, os de funcionalidade, os de desempenho, e os de segurança. Os de funcionalidade tem a função de determinar se o arranjo está ou não funcionando, e em que situações e configurações ele funciona, ou deixa de funcionar. Os de desempenho servem mensurar em quais características, ou sob que situações um protocolo é mais eficiente que o outro. Os de segurança identificam como o serviço pode ser alterado, forjado, ou interrrompido. Nos experimentos de segurança estão previstas aplicações capazes de gerar pacotes VRRP ou CARP, que serão usadas para atacar os roteadores virtuais do ambiente de teste. 5. Considerações Finais O ambiente de teste se mostrou uma ferramenta útil, preenchendo as expectativas do autor em relação à observação do comportamento do funcionamento dos roteadores de alta disponibilidade. Os dados gerados durante o primeiro experimento, sobre o tráfego das interfaces dos roteadores, ficaram armazenados em um banco de dados, permitindo a geração de gráficos. A recuperação desses dados permitirá no futuro uma análise estatística de características dos protocolos VRRP e CARP, que será resumida na forma de um benchmark.

7 References [carp] common address redundancy protocol books/handbook/carp.html acessado em 30/10/2008. Keepalived acessado em 22/10/2008. [lvs] the linux virtual server project acessado em 22/10/2008. E. Lopes Filho, G. Tadayoshi Hashimoto, P. F. R. A high availability firewall model based on sctp protocol. G. Attebury, B. R. (2006). Router and firewall redundancy with openbsd and carp. IEEE ICC. J. Kuo, S. Te, P. L. C. H. P. T. C. L. S. K. Y. H. Z. T. An evaluation of the virtual router redundancy protocol extension with load balancing. Nadas, S. (2008). [vrrp] virtual router redundancy protocol version 3 for ipv4 and ipv6. Steward, R. (2007). [sctp] stream control transmission protocol.

Alta disponibilidade utilizando Roteamento Virtual no RouterOS GUILHERME RAMIRES

Alta disponibilidade utilizando Roteamento Virtual no RouterOS GUILHERME RAMIRES Alta disponibilidade utilizando Roteamento Virtual no RouterOS GUILHERME RAMIRES Nome: Guilherme M. Ramires Analista de Sistemas Pós-Graduado em Tecnologia e Gerenciamento de Redes de Computadores CEO

Leia mais

SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA A INTEGRAÇÃO DOS AGENTES AOS CENTROS DE OPERAÇÃO DO ONS

SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA A INTEGRAÇÃO DOS AGENTES AOS CENTROS DE OPERAÇÃO DO ONS X EDAO ENCONTRO PARA DEBATES DE ASSUNTOS DE OPERAÇÃO SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA A INTEGRAÇÃO DOS AGENTES AOS CENTROS DE OPERAÇÃO DO ONS Jamil de Almeida Silva ONS Brasília-DF Jean Carlos Borges Brito ONS

Leia mais

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia,

Leia mais

Conteúdo do pacote de 03 cursos hands-on

Conteúdo do pacote de 03 cursos hands-on Conteúdo do pacote de 03 cursos hands-on Windows Server 2012 Virtualização Hyper-v Firewall Pfsense C o n t e ú d o d o c u r s o H a n d s - on 2 Sumário 1 Conteúdo Windows 2012... 3 2 Conteúdo Virtualização...

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores 3º Ano Sistemas de Informação 2008 Aula 05A: Hub/Switch/Gateway Servidores e Virtualização Prof. Msc. Ricardo Slavov ricardo.slavov@aes.edu.br Roteiro Pedagógico HUB Switch Bridge

Leia mais

Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores

Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores Este artigo demonstra como configurar uma rede virtual para ser usada em testes e estudos. Será usado o VirtualBox

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL. Curso Técnico em Informática

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL. Curso Técnico em Informática SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL Curso Técnico em Informática Estrutura de Endereçamento IP e Mascara de Subrede Endereçamento IP e Classes Autoridade para Atribuição de Números da Internet http://www.iana.org/

Leia mais

Configurando o Balanceamento de Carga em Concentradores VPN 3000

Configurando o Balanceamento de Carga em Concentradores VPN 3000 Configurando o Balanceamento de Carga em Concentradores VPN 3000 Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Principais definições Diagrama de Rede Endereços Restrições

Leia mais

Revisão. Karine Peralta karine.peralta@pucrs.br

Revisão. Karine Peralta karine.peralta@pucrs.br Revisão Karine Peralta Agenda Revisão Evolução Conceitos Básicos Modelos de Comunicação Cliente/Servidor Peer-to-peer Arquitetura em Camadas Modelo OSI Modelo TCP/IP Equipamentos Evolução... 50 60 1969-70

Leia mais

Application Notes: VRRP. Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch

Application Notes: VRRP. Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch Application Notes: VRRP Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch Parecer Introdução Desenvolvimento inicial Setup básico Setup com roteamento dinâmico Explorando possibilidades

Leia mais

Aula 4. Pilha de Protocolos TCP/IP:

Aula 4. Pilha de Protocolos TCP/IP: Aula 4 Pilha de Protocolos TCP/IP: Comutação: por circuito / por pacotes Pilha de Protocolos TCP/IP; Endereçamento lógico; Encapsulamento; Camada Internet; Roteamento; Protocolo IP; Classes de endereços

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Uma estação é considerada parte de uma LAN se pertencer fisicamente a ela. O critério de participação é geográfico. Quando precisamos de uma conexão virtual entre duas estações que

Leia mais

Introdução Fourth level à Tecnologia Cisco

Introdução Fourth level à Tecnologia Cisco Instituto Federal do Ceará IFCE Campus de Canindé Prof. DSc. Rodrigo Costa - rodrigo.costa@ifce.edu.br Introdução à Tecnologia Cisco Definições Básicas Mercado em Redes Componentes Básicos Funcionamento

Leia mais

Interligação de Redes

Interligação de Redes REDES II HETEROGENEO E CONVERGENTE Interligação de Redes rffelix70@yahoo.com.br Conceito Redes de ComputadoresII Interligação de Redes Quando estações de origem e destino encontram-se em redes diferentes,

Leia mais

ALGUNS CONCEITOS. Rede de Computadores

ALGUNS CONCEITOS. Rede de Computadores ALGUNS CONCEITOS Rede de Computadores Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 OBJETIVO 1. Compartilhar recursos computacionais disponíveis sem considerar a localização física

Leia mais

Interconexão redes locais (LANs)

Interconexão redes locais (LANs) Interconexão redes locais (LANs) Descrever o método de funcionamento dos dispositivos bridge e switch, desenvolver os conceitos básicos de LANs intermediárias, do uso do protocolo STP e VLANs. Com o método

Leia mais

PROAPPS Security Data Sheet Professional Appliance / Apresentação

PROAPPS Security Data Sheet Professional Appliance / Apresentação O ProApps Security O ProApps Security é um componente da suíte de Professional Appliance focada na segurança de sua empresa ou rede. A solução pode atuar como gateway e como solução IDS/IPS no ambiente.

Leia mais

MULTIPLOS LINKS DE INTERNET, BALANCEAMENTO DE TRÁFEGO E GERENCIAMENTO DE FALHAS

MULTIPLOS LINKS DE INTERNET, BALANCEAMENTO DE TRÁFEGO E GERENCIAMENTO DE FALHAS MULTIPLOS LINKS DE INTERNET, BALANCEAMENTO DE TRÁFEGO E GERENCIAMENTO DE FALHAS O objetivo deste documento é descrever a criação de um roteador para acessar uma rede que use várias conexões de Internet,

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VIRTUAL BOX

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VIRTUAL BOX GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VIRTUAL BOX NETDEEP SECURE COM VIRTUAL BOX 1- Visão Geral Neste manual você aprenderá a instalar e fazer a configuração inicial do seu firewall Netdeep Secure em um

Leia mais

Virtualização e Criação de uma rede Virtual utilizando Virtual Box Professor: João Paulo de Brito Gonçalves

Virtualização e Criação de uma rede Virtual utilizando Virtual Box Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Virtualização e Criação de uma rede Virtual utilizando Virtual Box Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Anatomia de uma máquina virtual Cada máquina virtual é um sistema completo encapsulado em um

Leia mais

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1 Equipamentos de Rede Repetidor (Regenerador do sinal transmitido)* Mais usados nas topologias estrela e barramento Permite aumentar a extensão do cabo Atua na camada física da rede (modelo OSI) Não desempenha

Leia mais

Implementação de um balanceador de carga utilizando o Linux Virtual Server

Implementação de um balanceador de carga utilizando o Linux Virtual Server Implementação de um balanceador de carga utilizando o Linux Virtual Server Caciano Machado, Éverton Foscarini, Fernando Macedo 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Centro de Processamento de Dados

Leia mais

PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS CAR. 48 Hosts Link C 6 Hosts

PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS CAR. 48 Hosts Link C 6 Hosts CTRA C U R S O SUPERIOR EM REDES E AMBIENTES OPERACIONAIS CAR Componentes Ativos de Rede Prof.: Roberto J.L. Mendonça PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS CAR 1. De acordo com a figura abaixo determine os endereços

Leia mais

Pós Graduação Tecnologia da Informação UNESP Firewall

Pós Graduação Tecnologia da Informação UNESP Firewall Pós Graduação Tecnologia da Informação UNESP Firewall Douglas Costa Fábio Pirani Fernando Watanabe Jefferson Inoue Firewall O que é? Para que serve? É um programa usado para filtrar e dar segurança em

Leia mais

Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O

Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O Guia de Conectividade Worldspan Go Res! A V A N Ç A D O Í n d i c e Considerações Iniciais...2 Rede TCP/IP...3 Produtos para conectividade...5 Diagnosticando problemas na Rede...8 Firewall...10 Proxy...12

Leia mais

Documento: Treinamentos pfsense Versão do documento: 2014. Treinamentos pfsense. Página 1 de 10

Documento: Treinamentos pfsense Versão do documento: 2014. Treinamentos pfsense. Página 1 de 10 Treinamentos pfsense Página 1 de 10 Definições, Acrônimos e Abreviações Abreviação / Sigla WAN LAN UTM pfsense BGP Descrição Wide Area Network - Rede de longa distância (interface de rede para links de

Leia mais

Aula Prática Roteador

Aula Prática Roteador Aula Prática Roteador INTRODUÇÃO Os roteadores são os equipamentos empregados na função de interconexão das redes como, por exemplo, redes IP. Diferentes redes IPs enviam suas informações/tráfego por meio

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE REDES REDES DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos cpgcarlos@yahoo.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Material elaborado com base nas apresentações

Leia mais

Balanceamento de carga em GNU/Linux

Balanceamento de carga em GNU/Linux Balanceamento de carga em GNU/Linux O que temos e o que falta? Fernanda G Weiden Google's mission To organize the world s information and make it universally accessible and useful Introdução Serviço no

Leia mais

Laboratório. Assunto: endereçamento IP e roteamento.

Laboratório. Assunto: endereçamento IP e roteamento. Assunto: endereçamento IP e roteamento. Laboratório Objetivo: verificar conectivade básica com a rede, atribuir (estaticamente) endereços IP, adicionar rotas (manualmente) e verificar o caminho seguido

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula Complementar - EQUIPAMENTOS DE REDE 1. Repetidor (Regenerador do sinal transmitido) É mais usado nas topologias estrela e barramento. Permite aumentar a extensão do cabo e atua na camada física

Leia mais

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO FACSENAC SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO Projeto Lógico de Rede Versão: 1.2 Data: 25/11/2011 Identificador do documento: Documento de Visão V. 1.7 Histórico de revisões Versão Data Autor Descrição 1.0 10/10/2011

Leia mais

Equipamentos de Redes de Computadores

Equipamentos de Redes de Computadores Equipamentos de Redes de Computadores Romildo Martins da Silva Bezerra IFBA Estruturas Computacionais Equipamentos de Redes de Computadores... 1 Introdução... 2 Repetidor... 2 Hub... 2 Bridges (pontes)...

Leia mais

Aplicação de Redundância em Firewall: Análise do CARP como Alternativa a Ataque do Tipo DoS

Aplicação de Redundância em Firewall: Análise do CARP como Alternativa a Ataque do Tipo DoS Aplicação de Redundância em Firewall: Análise do CARP como Alternativa a Ataque do Tipo DoS Fábio Brotto Flores, Marco Antônio Trentin, and Adriano Canabarro Teixeira Curso de Ciência da Computação, Universidade

Leia mais

Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Hubs. Pontes (Bridges) Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede

Interconexão de redes locais. Repetidores. Pontes (Bridges) Hubs. Pontes (Bridges) Pontes (Bridges) Existência de diferentes padrões de rede Interconexão de redes locais Existência de diferentes padrões de rede necessidade de conectá-los Interconexão pode ocorrer em diferentes âmbitos LAN-LAN LAN: gerente de um determinado setor de uma empresa

Leia mais

A Camada de Rede. Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II

A Camada de Rede. Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II A Camada de Rede Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II A Camada de Rede e o protocolo IP... 2 O protocolo IP... 2 Formato do IP... 3 Endereçamento IP... 3 Endereçamento com Classes

Leia mais

Aula Prática Wi-fi Professor Sérgio Teixeira

Aula Prática Wi-fi Professor Sérgio Teixeira Aula Prática Wi-fi Professor Sérgio Teixeira INTRODUÇÃO Os Access Points ou ponto de acesso wi-fi são os equipamentos empregados na função de interconexão das redes sem fio e com fio (infraestrutura).

Leia mais

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Uma Rede de Computadores consistem em dois ou mais dispositivos, tais como computadores, impressoras e equipamentos relacionados, os

Leia mais

Interconexão de Redes

Interconexão de Redes Interconexão de Redes Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II Introdução... 2 Repetidor... 2 Hub... 2 Bridges (pontes)... 3 Switches (camada 2)... 3 Conceito de VLANs... 3 Switches (camada

Leia mais

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

Protocolos básicos de LANs IP (primeiro trabalho laboratorial)

Protocolos básicos de LANs IP (primeiro trabalho laboratorial) Protocolos básicos de LANs IP (primeiro trabalho laboratorial) FEUP/DEEC Redes de Banda Larga MIEEC 2009/10 José Ruela Bancada de trabalho Bancada de trabalho equipamento Existem seis bancadas no laboratório

Leia mais

Consulte a exposição. Qual declaração descreve corretamente como R1 irá determinar o melhor caminho para R2?

Consulte a exposição. Qual declaração descreve corretamente como R1 irá determinar o melhor caminho para R2? 1. Que duas declarações descrevem corretamente os conceitos de distância administrativa e métrica? (Escolha duas.) a) Distância administrativa refere-se a confiabilidade de uma determinada rota. b) Um

Leia mais

Roteamento Estático (2)

Roteamento Estático (2) Roteamento Estático (2) Rotas Alternativas Alternative Routes Rotas Alternativas (cont.) Suponha que: Um novo novo link seja adicionado entre Pooh e Eeyore; Por uma decisão administrativa, todos os pacotes

Leia mais

CAMADA DE REDE. UD 2 Aula 3 Professor João Carneiro Arquitetura de Redes 1º e 2º Semestres UNIPLAN

CAMADA DE REDE. UD 2 Aula 3 Professor João Carneiro Arquitetura de Redes 1º e 2º Semestres UNIPLAN CAMADA DE REDE UD 2 Aula 3 Professor João Carneiro Arquitetura de Redes 1º e 2º Semestres UNIPLAN Modelo de Referência Híbrido Adoção didática de um modelo de referência híbrido Modelo OSI modificado Protocolos

Leia mais

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus

Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Uso de Virtual Lan (VLAN) para a disponibilidade em uma Rede de Campus Edson Rodrigues da Silva Júnior. Curso de Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Fevereiro

Leia mais

Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores

Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores Laboratório de IER 7 o experimento Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores Introdução LANs Ethernet (padrão IEEE 802.3 e extensões) atualmente são construídas com switches

Leia mais

Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página

Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página Capítulo 9 - Conjunto de Protocolos TCP/IP e Endereçamento IP 1 História e Futuro do TCP/IP O modelo de referência TCP/IP foi desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD). O DoD exigia

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM HYPER-V 1- Visão Geral Neste manual você aprenderá a instalar e fazer a configuração inicial do seu firewall Netdeep

Leia mais

Introdução ao OpenVPN

Introdução ao OpenVPN OpenVPN Índice Capítulo 1: Introdução ao OpenVPN...4 1.1 O que é VPN?...6 1.2 Informações e situações de práticas de uso...6 1.1 Características do OpenVPN...7 1.2 OpenVPN x Outros pacotes VPN...8 Capítulo

Leia mais

ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL. Thiago de Almeida Correia

ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL. Thiago de Almeida Correia ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL Thiago de Almeida Correia São Paulo 2011 1. Visão Geral Em uma rede de computadores local, os hosts se enxergam através de dois endereços, sendo um deles o endereço Internet

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Camada de Aplicação A camada de Aplicação é a que fornece os serviços Reais para os usuários: E-mail, Acesso a Internet, troca de arquivos, etc. Portas

Leia mais

Introdução Introduç ão Rede Rede TCP/IP Roteame Rotea nto nto CIDR

Introdução Introduç ão Rede Rede TCP/IP Roteame Rotea nto nto CIDR Introdução as Redes TCP/IP Roteamento com CIDR LAN = Redes de Alcance Local Exemplo: Ethernet II não Comutada Barramento = Broadcast Físico Transmitindo ESCUTANDO ESCUTANDO A quadro B C B A. DADOS CRC

Leia mais

Aula 6 Modelo de Divisão em Camadas TCP/IP

Aula 6 Modelo de Divisão em Camadas TCP/IP Aula 6 Modelo de Divisão em Camadas TCP/IP Camada Conceitual APLICATIVO TRANSPORTE INTER-REDE INTERFACE DE REDE FÍSICA Unidade de Dados do Protocolo - PDU Mensagem Segmento Datagrama /Pacote Quadro 01010101010100000011110

Leia mais

Relatorio do trabalho pratico 2

Relatorio do trabalho pratico 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA INE5414 REDES I Aluno: Ramon Dutra Miranda Matricula: 07232120 Relatorio do trabalho pratico 2 O protocolo SNMP (do inglês Simple Network Management Protocol - Protocolo

Leia mais

Configuração de Rede

Configuração de Rede Configuração de Rede 1. Configuração de rede no Windows: A finalidade deste laboratório é descobrir quais são as configurações da rede da estação de trabalho e como elas são usadas. Serão observados a

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Switch na Camada 2: Comutação www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução A conexão entre duas portas de entrada e saída, bem como a transferência de

Leia mais

Ferramentas Livres para Monitoramento de Redes

Ferramentas Livres para Monitoramento de Redes Ferramentas Livres para Monitoramento de Redes Sobre os autores Marjorie Roberta dos Santos Rosa Estudante de graduação do curso de Bacharelado em Informática Biomédica da Universidade Federal do Paraná

Leia mais

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Conhecer os modelo OSI, e TCP/IP de cinco camadas. É importante ter um padrão para a interoperabilidade entre os sistemas para não ficarmos

Leia mais

OCEL001 Comércio Eletrônico Módulo 9_1: Clusters. Prof. Charles Christian Miers. e-mail: charles.miers@udesc.br

OCEL001 Comércio Eletrônico Módulo 9_1: Clusters. Prof. Charles Christian Miers. e-mail: charles.miers@udesc.br OCEL001 Comércio Eletrônico Módulo 9_1: Clusters Prof. Charles Christian Miers e-mail: charles.miers@udesc.br Redundância e Alta Disponibilidade Redundância: Duplicação de um elemento da infraestrutura

Leia mais

Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma "mini-tabela" de roteamento:

Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma mini-tabela de roteamento: Tutorial de TCP/IP - Parte 6 - Tabelas de Roteamento Por Júlio Cesar Fabris Battisti Introdução Esta é a sexta parte do Tutorial de TCP/IP. Na Parte 1 tratei dos aspectos básicos do protocolo TCP/IP. Na

Leia mais

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Pós-graduação Lato Sensu em Desenvolvimento de Software e Infraestrutura

Leia mais

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes Roteiro 2: Conceitos Básicos de Redes: parte 1 Neste roteiro são detalhados os equipamentos componentes em uma rede de computadores. Em uma rede existem diversos equipamentos que são responsáveis por fornecer

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VMWARE WORKSTATION

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VMWARE WORKSTATION GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VMWARE WORKSTATION GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VMWARE WORKSTATION 1- Visão Geral Neste manual você aprenderá a instalar e fazer a configuração inicial do

Leia mais

O modelo ISO/OSI (Tanenbaum,, 1.4.1)

O modelo ISO/OSI (Tanenbaum,, 1.4.1) Cenário das redes no final da década de 70 e início da década de 80: Grande aumento na quantidade e no tamanho das redes Redes criadas através de implementações diferentes de hardware e de software Incompatibilidade

Leia mais

Curso Firewall. Sobre o Curso de Firewall. Conteúdo do Curso

Curso Firewall. Sobre o Curso de Firewall. Conteúdo do Curso Curso Firewall Sobre o Curso de Firewall Este treinamento visa prover conhecimento sobre a ferramenta de Firewall nativa em qualquer distribuição Linux, o "iptables", através de filtros de pacotes. Este

Leia mais

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 MC714 Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 Virtualização - motivação Consolidação de servidores. Consolidação de aplicações. Sandboxing. Múltiplos ambientes de execução. Hardware virtual. Executar múltiplos

Leia mais

Simulando redes complexas com o GNS3

Simulando redes complexas com o GNS3 Simulando redes complexas com o GNS3 Elias Knebel¹, Gerson Battisti¹ ¹Departamento de Ciências Exatas e Engenharias Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI) elias_knebel@yahoo.com.br,

Leia mais

CPE Soft Manual. 125/400mW 2.4GHz. CPE Soft

CPE Soft Manual. 125/400mW 2.4GHz. CPE Soft CPE Soft Manual 125/400mW 2.4GHz CPE Soft Campinas - SP 2010 Indice 1.1 Acessando as configurações. 2 1.2 Opções de configuração... 3 1.3 Wireless... 4 1.4 TCP/IP 5 1.5 Firewall 6 7 1.6 Sistema 8 1.7 Assistente...

Leia mais

Projeto hierárquico de uma rede. Projeto Lógico da Rede. Projeto de Redes de Computadores. Projeto de Redes de Computadores

Projeto hierárquico de uma rede. Projeto Lógico da Rede. Projeto de Redes de Computadores. Projeto de Redes de Computadores Projeto Lógico da Rede Projeto da Topologia da Rede Uma topologia é um mapa de uma rede que indica: segmentos de rede (redes de camada 2) pontos de interconexão comunidades de usuários Queremos projetar

Leia mais

Projeto Lógico da Rede

Projeto Lógico da Rede Projeto Lógico da Rede Projeto da Topologia da Rede Uma topologia é um mapa de uma rede que indica: segmentos de rede (redes de camada 2) pontos de interconexão comunidades de usuários Queremos projetar

Leia mais

1. DHCP a. Reserva de IP

1. DHCP a. Reserva de IP Configuração de recursos do roteador wireless Tenda 1. DHCP a. Reserva de IP Ao se conectar uma rede que possua servidor DHCP, o host recebe um IP dentro da faixa de distribuição. A cada conexão, o host

Leia mais

Redes TCP/IP. Prof. M.Sc. Alexandre Fraga de Araújo. alexandref@ifes.edu.br. INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Campus Cachoeiro de Itapemirim

Redes TCP/IP. Prof. M.Sc. Alexandre Fraga de Araújo. alexandref@ifes.edu.br. INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Campus Cachoeiro de Itapemirim Redes TCP/IP alexandref@ifes.edu.br Camada de Redes (Continuação) 2 Camada de Rede 3 NAT: Network Address Translation restante da Internet 138.76.29.7 10.0.0.4 rede local (ex.: rede doméstica) 10.0.0/24

Leia mais

Arquitetura TCP/IP. Parte IV Mapeamento de endereços IP em endereços físicos (ARP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares

Arquitetura TCP/IP. Parte IV Mapeamento de endereços IP em endereços físicos (ARP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Arquitetura TCP/IP Parte IV Mapeamento de endereços IP em endereços físicos (ARP) Fabrízzio Alphonsus A. M. N. Soares Tópicos Problema de resolução de endereço Mapeamento direto Associação dinâmica ARP

Leia mais

MUM. Mikrotik User s Meeting Rio de Janeiro - 2009. Mikrotik e a Computação nas nuvens. Maila Networks

MUM. Mikrotik User s Meeting Rio de Janeiro - 2009. Mikrotik e a Computação nas nuvens. Maila Networks MUM Mikrotik User s Meeting Rio de Janeiro - 2009 Mikrotik e a Computação nas nuvens Oferece serviços de Conectividade IP, Desenvolvimento e Integração de Sistemas. Consultoria `a Provedores de Acesso,

Leia mais

TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO, responsável pela confiabilidade da entrega da informação.

TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO, responsável pela confiabilidade da entrega da informação. Protocolo TCP/IP PROTOCOLO é um padrão que especifica o formato de dados e as regras a serem seguidas para uma comunicação a língua comum a ser utilizada na comunicação. TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO,

Leia mais

Aula 11 Comutação de pacotes. Prof. Dr. S. Motoyama

Aula 11 Comutação de pacotes. Prof. Dr. S. Motoyama Aula Comutação de pacotes Prof. Dr. S. Motoyama O Problema Como dois hosts que não estão diretamente conectados poderão se comunicar entre si? Algum dispositivo inteligente deve ser colocado entre os hosts

Leia mais

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Administração de Servidores de Rede AULA 02. Prof. Gabriel Silva

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Administração de Servidores de Rede AULA 02. Prof. Gabriel Silva FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Administração de Servidores de Rede AULA 02 Prof. Gabriel Silva Temas da Aula de Hoje: Revisão da Aula 1. Redes LAN e WAN. Aprofundamento nos Serviços de

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES. Camada de Rede. Prof.: Agostinho S. Riofrio

REDES DE COMPUTADORES. Camada de Rede. Prof.: Agostinho S. Riofrio REDES DE COMPUTADORES Camada de Rede Prof.: Agostinho S. Riofrio Agenda 1. Introdução 2. Funções 3. Serviços oferecidos às Camadas superiores 4. Redes de Datagramas 5. Redes de Circuitos Virtuais 6. Comparação

Leia mais

9º Congresso de Pesquisa O IMPACTO DO SERVIÇO DE NAT E FIREWALL NO ATENDIMENTO DE REQUISIÇÕES WEB

9º Congresso de Pesquisa O IMPACTO DO SERVIÇO DE NAT E FIREWALL NO ATENDIMENTO DE REQUISIÇÕES WEB 9º Congresso de Pesquisa O IMPACTO DO SERVIÇO DE NAT E FIREWALL NO ATENDIMENTO DE REQUISIÇÕES WEB Autor(es) JOSE LUIS ZEM 1. Introdução Atualmente é impensável o dia-a-dia sem o uso de computadores, principalmente

Leia mais

Sumário 1 Introdução... 19 2 O Modelo OSI... 33

Sumário 1 Introdução... 19 2 O Modelo OSI... 33 Sumário 1 Introdução... 19 1.1 Um Resumo da História da Cisco Systems... 19 1.2 Sobre a Certificação Cisco Certified Network Associate CCNA Routing and Switching (R&S)... 20 1.2.1 Por que Tornar-se um

Leia mais

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Italo Valcy - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES Filipe Herbert da Silva 1, Marco Aurélio G. de Almeida 1, Jonhson de Tarso Silva 1, Karina Buttignon 1 1 Fatec Guaratinguetá,

Leia mais

MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP

MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP A internet é conhecida como uma rede pública de comunicação de dados com o controle totalmente descentralizado, utiliza para isso um conjunto de protocolos TCP e IP,

Leia mais

Configuração de High Availability (HA)

Configuração de High Availability (HA) Configuração de High Availability (HA) O recurso de Alta Disponibilidade, ou High Availability (HA), requer 2 unidades de Firewalls idênticas, com mesma versão de Hardware, Firmware e modelo, e está disponível

Leia mais

Estudo e Desenvolvimento de Analisadores Estatísticos para

Estudo e Desenvolvimento de Analisadores Estatísticos para Instituto de Matemática e Estatística Universidade de São Paulo Estudo e Desenvolvimento de Analisadores Estatísticos para Especificações de SLA MAC 0499 - Trabalho de Formatura Supervisionado Aluno: Gabriel

Leia mais

Ilustração 1: Exemplo de uma rede Frame Relay

Ilustração 1: Exemplo de uma rede Frame Relay Laboratório de RCO2 12 o experimento Objetivo: Introdução Configurar uma rede Frame Relay A tecnologia WAN Frame Relay é uma rede de transporte implantada como infraestrutura em operadoras de serviço (por

Leia mais

Administração de Redes Redes e Sub-redes

Administração de Redes Redes e Sub-redes 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA Administração de Redes Redes e Sub-redes Prof.

Leia mais

Arquitetura do Protocolo da Internet. Aula 05 - Protocolos de Roteamento. Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.

Arquitetura do Protocolo da Internet. Aula 05 - Protocolos de Roteamento. Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu. Arquitetura do Protocolo da Internet Aula 05 - Protocolos de Roteamento Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Revisão Roteamento; Gateway; Tabelas de Roteamento; Slide 2 de 82 Rotas?!

Leia mais

Protocolos, DNS, DHCP, Ethereal e comandos em Linux

Protocolos, DNS, DHCP, Ethereal e comandos em Linux Redes de Computadores Protocolos, DNS, DHCP, Ethereal e comandos em Linux Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006 Endereços e nomes Quaisquer duas estações

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Agenda Motivação Objetivos Histórico Família de protocolos TCP/IP Modelo de Interconexão Arquitetura em camadas Arquitetura TCP/IP Encapsulamento

Leia mais

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural

Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP. Modelo Arquitetural Arquitetura e Protocolos de Rede TCP/IP Modelo Arquitetural Motivação Realidade Atual Ampla adoção das diversas tecnologias de redes de computadores Evolução das tecnologias de comunicação Redução dos

Leia mais

Sistemas Operacionais de Rede. Configuração de Rede

Sistemas Operacionais de Rede. Configuração de Rede Sistemas Operacionais de Rede Configuração de Rede Conteúdo Programático! Interfaces de rede! Ethernet! Loopback! Outras! Configuração dos parâmetros de rede! Dinâmico (DHCP)! Manual! Configuração de DNS

Leia mais

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes

Uc-Redes Técnico em Informática André Luiz Silva de Moraes Roteiro 2: Conceitos Básicos de Redes: parte 1 Neste roteiro são detalhados os equipamentos componentes em uma rede de computadores. Em uma rede existem diversos equipamentos que são responsáveis por fornecer

Leia mais

Endereço Físico (cont.)

Endereço Físico (cont.) O Protocolo ARP Endereço Físico Cada interface de rede (NIC network interface card) vem com um identificador único de fábrica. Este identificador é o endereço físico ou endereço de hardware da interface.

Leia mais

Interconexão de Redes Parte 2. Prof. Dr. S. Motoyama

Interconexão de Redes Parte 2. Prof. Dr. S. Motoyama Interconexão de Redes Parte 2 Prof. Dr. S. Motoyama 1 Software IP nos hosts finais O software IP nos hosts finais consiste principalmente dos seguintes módulos: Camada Aplicação; DNS (Domain name system)

Leia mais

VOL DAY III Apresenta: FreeBSD e Alta Disponibilidade com HAST + CARP + ZFS

VOL DAY III Apresenta: FreeBSD e Alta Disponibilidade com HAST + CARP + ZFS VOL DAY III Apresenta: FreeBSD e Alta Disponibilidade com HAST + CARP + ZFS Palestrante: Marcelo Gondim gondim@bsdinfo.com.br Versão 1.3 Objetivo: demonstrar como montar uma Alta Disponibilidade usando

Leia mais

Emulação de redes IPv6. GTER 26 7 de novembro de 2008 Antonio M. Moreiras moreiras@nic.br

Emulação de redes IPv6. GTER 26 7 de novembro de 2008 Antonio M. Moreiras moreiras@nic.br Emulação de redes IPv6 GTER 26 7 de novembro de 2008 Antonio M. Moreiras moreiras@nic.br Agenda Motivação Softwares para simulação O NetKit Instalando... Máquinas virtuais... Laboratórios... Exemplo: Simulando

Leia mais