Gestor de Linhas de Produção Via Redes Wireless e GSM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestor de Linhas de Produção Via Redes Wireless e GSM"

Transcrição

1 Centro Universitário Positivo UnicenP Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação Eduardo Hanna Mahfoud Gestor de Linhas de Produção Via Redes Wireless e GSM Curitiba 2006

2 Centro Universitário Positivo UnicenP Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação Eduardo Hanna Mahfoud Gestor de Linhas de Produção Via Redes Wireless e GSM Pesquisa apresentada à disciplina de Projeto Final, como requisito parcial à conclusão do curso de Engenharia da Computação. Orientador: Alessandro Brawerman Curitiba 2006 ii

3 Sumário 1 INTRODUÇÃO Motivação Definição do Trabalho Tecnologias utilizadas na implementação ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Linha de Produção Sensores Microcontrolador Interface Serial Wireless Ad Hoc IEEE GSM SMS ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Especificação do Hardware Esteira LED/Fotodiodo Balança Wireless LAN USB Testes Preliminares Relé Microcontrolador Descrição formal da pinagem do Mc Kit Especificação do Software Elipse E3 Studio VB Script Interface do software Banco de Dados Comunicação Wireless CONCLUSÃO REFERENCIAS...31 iii

4 I Lista de Tabelas Tabela 2.1: Descrição dos pinos do conector DB Tabela 3.1: Descrição da Porta P iv

5 II Lista de Figuras Figura 1.1: Esquemático do Projeto...2 Figura 2.1: Esquematização de um Microcontrolador...6 Figura 2.3: Conectores DB-9 Macho e Fêmea...8 Figura 2.5: Ligação Serial via conector DB Figura 2.6: Sistema de envio de SMS...14 Figura 3.1: Prototipo da esteira...15 Figura 3.2: Bateria de 12V...16 Figura 3.3: Sistema LED/Fotodiodo...15 Figura 3.3: Potenciômetro Deslizante...16 Figura 3.4: Balança...17 Figura 3.5: Chave fim de curso com alavanca...17 Figura 3.6: Wireless Lan USB...18 Figura 3.6: Relé AT1RC-5V...19 Figura 3.7: Organização do processador...20 Figura 3.8: Chip Figura 3.9: Esquemático do Kit Figura 3.9: Interface do Software...25 Figura 3.10: Ícone para envio de SMS...26 Figura 3.11: jsms v Figura 3.12: Outras funções do software...27 Figura 3.13: Relatório em Access...27 Figura 3.14: Configuração Cliente...28 Figura 3.15: Configuração Servidor...28 Figura 3.16: Elipse Viewer...28 v

6 III Lista de Siglas GSM Global System for Mobile Communications IEEE Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos IRQ - Interrupt Request Line Mc Microcontrolador Mp Microprocessador PDA Assistente pessoal digital PN Positivo e Negativo SMS Short Message Service VB Visual Basic Wireless Sem fio Wi-Fi Wireless Fidelity WLAN Wireless Local Area Network vi

7 IV Lista de Símbolos GHz Giga Hertz I/O Entrada/Saída Mbps Megabits por segundo MHz Mega Hertz cm Centímetros m/s Metros por segundo µs Micro segundos vii

8 Resumo Sistema que visa trazer informações de todas as linhas de produção dentro de uma fábrica em tempo real. Permitindo facilitar o controle das etapas de fabricação para um maior controle da produção e da matéria prima utilizada, oferecendo ainda um gerenciamento do desempenho e o controle de dados de produção, manutenção e qualidade. Através de um processo totalmente automatizado, uma rede de sensores será utilizada para medir métricas e o bom funcionamento da linha de produção. Será ainda utilizada comunicação por duas redes sem fio para transmissão de dados da linha de produção (Wireless) e envio de mensagens em SMS para o supervisor responsável (GSM). viii

9 Abstract System that aims to bring information of all production lines in real time, allowing to facilitate the control in each manufacture stage and obtain a control of the production and the substance used cousin, and offering a management of the performance and the control of production data, maintenance and quality. Through an automatized process, a rake will be used to measure metric and the good functioning of the production line. It will also be used a communication between two network transmission of data in the production line (Wireless) and to Wireless networks messages in SMS informing the status to the responsible supervisor (GSM). ix

10 INTRODUÇÃO Um sistema de automação é o resultado de uma organização complexa na qual envolve pessoas, equipamentos, materiais e atividades. Cada elemento tem seus próprios conhecimentos técnicos, recursos e informações e a integração destes, em todos os níveis, técnicos e sociais. Na integração da informação encontram-se vários desafios tecnológicos devidos à complexidade. No contexto de globalização e competitividade, as mudanças sociais decorrentes têm exercido forte influência no sentido da aceleração do processo de automação do setor Industrial, tanto no Brasil, quanto no mundo. Atualmente, uma empresa que quer ser competitiva, busca gerar o seu próprio conhecimento e a sua própria tecnologia. O cenário da automação industrial aponta investimentos cada vez maiores nas linhas de produção. Como conseqüência imediata, ocorre uma redução no tempo de ciclo e qualquer parada na linha, mesmo que por eventual falta de peças, representa um prejuízo incalculável. (Hübner, 2003) Através dessas informações comentadas acima, em busca de melhores resultados foi criado esse sistema de automação gerenciado por um software comunicando dois dispositivos (cliente e servidor) afim de que se obtenha em tempo real a estatística de toda produção no chão da fábrica. Nos próximos capítulos serão abordados informações e conhecimentos detalhados do projeto. 1

11 1.1 Motivação Numa empresa onde se trabalha num processo de três turnos (24 horas), o tempo perdido com relatórios de produção e com manutenção das linhas, significa peças a menos produzidas e esse índice tem ligação direta com a sobrevivência da fábrica. Com o projeto de aquisições de dados, a intenção é de trazer maior agilidade. Porém, o sistema apresentado nesse trabalho possui um diferencial, no qual o supervisor da linha além de poder ter as informações de fabricação em tempo real, na hora que desejar, poderá também enviar SMS para o responsável da produção, assim que ocorrer qualquer problema com a linha, permitindo assim uma maior agilidade na troca de informações entre o supervisor e o operador. 1.2 Definição do Trabalho Para melhor compreensão do projeto, a Figura 1.1 ilustra um esquemático com legendas descrevendo basicamente as funções do sistema em geral: Sentido da linha de produção Produto Esteira Sensores Roldanas Motor Elétrico Balança Peças OK Peças NOK Servidor Cliente Figura 1.1: Esquemático do Projeto 2

12 Na ilustração é possível perceber que o sistema contém uma esteira que é tracionada por um motor elétrico e movimenta as roldanas, porém esse motor só é acionado com um sinal dos sensores que estão instalados na esteira. O primeiro sensor (à esquerda) é responsável por verificar se o produto foi colocado na linha, caso isso ocorra é enviando uma mensagem para o computador local contabilizando a entrada de uma peça e o motor é ativado para posicionar o produto no meio do equipamento para que o operador monte a peça. A esteira avança e o produto final chega ao outro sensor (à direita) que irá ativar o motor se a peça estiver corretamente montada. Após essas verificações o produto finalizado irá para a última verificação de qualidade que é a balança onde irá verificar se a massa do produto está nos conformes, estando a peça nos conformes é enviando um sinal de OK, caso contrário será contabilizado no software como NOK. Todas essas informações recebidas pelo Cliente são repassadas para o Servidor através da rede Wireless, no qual permite enviar SMS para os operadores da linha caso necessário, além disso, o software apresenta uma interface com os dados da produção através de gráficos, relatórios com os horários de cada peça fabricada, permitindo que o usuário possa criar arquivos em PDF, Word, Excel, HTML e arquivo de texto e imprimir se desejar. 3

13 1.3 Tecnologias utilizadas na implementação As principais tecnologias utilizadas no projeto são: Sistemas mecânicos: construção da esteira, como a utilização das roldanas para a movimentação através do motor. Sensores: instalados em posições estratégicas na esteira para controle das peças. Microcontrolador: é o responsável em comunicar a esteira e a balança para o computador local (Cliente). Comunicação serial: forma de envio de dados entre o microcontrolador e computador. Wireless: meio de comunicação entre o Cliente e o Servidor. GSM: nome da tecnologia utilizada para o envio de SMS. Elipse E3: software utilizado para o controle do processo. VBScript: Linguagem de programação que a Elipse E3 utiliza. 4

14 2 ESPECIFICAÇÃO TEÓRICA Neste capítulo, o projeto será desmembrado em definições e conceitos para uma melhor interpretação das ferramentas que serão utilizadas. 2.1 Linha de Produção Uma linha de produção resume-se a operações seqüenciais estabelecidas em uma fábrica por meio de materiais passados por fases até produzir um produto final que seja apropriado para o consumo e a esteira é parte fundamental para o processo de automatização. 2.2 Sensores Os fotodiodos serão os sensores a serem utilizados na esteira. O fotodiodo nada mais é que um semicondutor construído em uma junção PN, sensível a incidência de luz visível e o infravermelho. Para seu funcionamento é necessário polarizá-lo inversamente, sendo que a circulação da corrente é excitada pela luz. Essa luz produz elétrons livres e lacunas aumentando a quantidade de portadores minoritários e, conseqüentemente, controlando a corrente reversa. 5

15 2.3 Microcontrolador Define-se como um computador programável em um chip otimizado para controlar os dispositivos. É uma espécie de microprocessador, com memória e interfaces de entradas e saídas (I/O) integrados, isto é, corresponde a um microprocessador e seus periféricos típicos, todos juntos num só chip. Utilizados em muitos tipos de equipamentos eletrônicos, sendo a grande maioria entre os chips vendidos, podem ser encontrados em máquinas de lavar, forno de microondas, telefones, etc. A Figura 2.1, mostra basicamente o que compõe um microcontrolador, porém no projeto apresentado não é utilizado todas as suas funções, no decorrer desse capítulo será mencionado as principais informações desse componente. RESET CLOCK ROM INTERRUPÇÕES RAM RAM INTERNA MICROPROCESSADOR CHIP DE UM MICROCONTROLADOR CPU TIMER 1 I/O TIMER 2 RECEBE SERIAL TRANSMITE Figura 2.1: Esquematização de um Microcontrolador Utiliza conjunto de instruções, usualmente CISC (implementação de instruções complexas em um projeto de microprocessador, de modo que possam ser implementadas no nível da linguagem Assembly), também dedicado a aplicações de automação e controle. Os seus sistemas de automação têm geralmente as seguintes características: Sistemas embarcados em algum produto; Programação fixa; 6

16 Programas simples; Pouca exigência de desempenho. Os microcontroladores podem ser caracterizados como genéricos ou específicos. Permitem o controle de displays de cristal líquido, controle de vídeo e barramento. A escolha de um microcontrolador é baseada na aplicação e no custo (eventualmente também desempenho, potência). Após a escolha deve-se requerer o menor número de periféricos externos possível e o menor esforço de programação (conjunto adequado de instruções). Muitas aplicações de controle precisam de programas pequenos e operam sobre pequenos volumes de dados, no qual são usadas as memórias RAM e ROM internas. Existem alguns tipos de memórias atualmente utilizados: RAM: memória volátil; ROM: memória não-volátil pode ser gravada apenas uma vez; EPROM: memória não-volátil é gravada eletricamente e apagada expondo uma janela à luz ultravioleta por alguns minutos; EEPROM/FLASH: memória não volátil pode ser gravada e apagada eletricamente. Para o apagamento e gravação é necessária a utilização de tensões especiais, diferentes das normalmente utilizadas para a leitura. As portas de entrada e saída de um microcontrolador são utilizadas para interface com o processo físico sendo controlado, pode-se utilizar o microcontrolador de forma a acionar chaves, ler sensores de luminosidade, etc. Consegue-se, também, receber informações e controlar qualquer processo que possa ser representado por níveis discretos de tensão. Sinais de interface do microcontrolador operam com níveis de tensão padronizados, portas que operam sobre dois valores 0 e 1 (desligado e ligado) e portas que operam sobre valores de 8 (ou 16) bits. 7

17 2.4 Interface Serial Tipo de conexão bidirecional, na qual os bits fluem um de cada vez em série. Esta conexão é feita por dois fios de dados. Isto significa que uma porta serial pode enviar e receber informações simultaneamente. Os computadores podem ter até 4 portas seriais, que devem ser configuradas com os nomes COM1, COM2, COM3 e COM4, mas apenas 2 podem ser utilizadas por vez. Elas podem ser usadas para conectar diversos dispositivos como: um mouse, modem, etc. Umas das diferenças entre a conexão serial e paralela, são os cabos de série que podem ser mais longos do que os paralelos. A porta de série transmite um 1 como -3 a -25 volts e um 0 como +3 a +25 volts. Conseqüentemente a porta de série pode ter uma variação máxima de 50 volts comparada à paralela que varia de 5 volts. Nas Figura 2.3 mostra como é a forma dos conectores mostrando como os pinos se encontram e na Figura 2.4 como os pinos são conectados uns com os outros. Figura 2.3: Conectores DB-9 Macho e Fêmea Figura 2.4: Ligação Serial via conector DB-9 8

18 Abaixo os pinos e os respectivos nomes do RS-232, para DB-9: Pinos Abreviação Nome 3 TD Transmit Data 2 RD Receive Data 7 RTS Request To Send 8 CTS Clear To Send 6 DSR Data Set Ready 5 SG Signal Ground 1 CD Carrier Detect 4 DTR Data Terminal Ready 9 RI Ring Indicator Tabela 2.1: Descrição dos pinos do conector DB-9 Abaixo o detalhamento de cada pino: TD (Transmissão de dados): Por esse pino é feita a transmissão de dados do computador para o periférico. Desta maneira, no caso de ligação direta (micro/impressora; mouse/micro, etc.), esse pino deverá ser ligado ao sinal do RD do periférico. No caso de transmissão sem protocolo (não utiliza sinais para indicar chegada dos dados, erros, etc.), essa linha poderá ser dispensada quando tivermos um periférico de entrada comunicando com o computador (não há necessidade do computador responder a alguma solicitação, exemplo: a maioria dos mouse). RD (Recepção de dados): É por essa linha que o computador recebe os dados do periférico. Portanto deve ser ligada a saída TD do periférico. CTS (Limpa - autorização, livre - para enviar): É pino usado para controle de fluxo. Este pino é normalmente utilizado nas ligações remotas (modem). Indica que o modem esta OK para a troca de dados. Em ligações diretas (sem modem), este sinal é dispensável ou então poderá ser ligado ao próprio RTS do micro. 9

19 RTS (Requisição - solicitação - de envio): É um pino usado para controle de fluxo. É por essa linha que o computador informa que está disponível para receber ou transmitirem dados (o RTS deverá ser sempre ativado antes de cada transmissão). Normalmente este pino será interligado ao pino CTS do periférico. No caso de transmissão com protocolo, este sinal somente será usado caso o periférico seja conectado a um modem. DTR (Data Terminal ready - Terminal está pronto ): É um pino usado em controle de fluxo. É o contrário do pino DSR. É um Sinal que indica que o terminal está pronto para iniciar troca de informações. Este sinal tem comportamento análogo ao sinal RTS, permanecendo em nível lógico 1 quando a transmissão se dá através de protocolos. CD (Data Carrier Detect - Detecção do transportador de dados): Sinal de detecção do sinal de portadora - Linha telefônica esta ativa, no caso de ligação com modem (se não tiver o modem não há por que usar este pino). DSR (Data System Ready): É usado em controle de fluxo. Sinal que indica sistema (modem/micro) está pronto (micro ligado, etc.). Geralmente é ligado ao DTR do micro ou impressora. GND ou SG: Sinal de terra (referência) da transmissão 10

20 2.5 Wireless Wireless (sem fio) ou Wi-Fi (Wireless Fidelity) é um meio de telecomunicação através de ondas eletromagnéticas, e não fios, que se encarregam do transporte dos sinais. Termo usado para receptores de rádios, no qual começou a ser usado no Reino Unido, logo depois que uma rádio começou a transmitir para outros sinais. Um protocolo de comunicação, desenhado com o objetivo de criar redes de alta velocidade e que não faz mais do que transferir dados por ondas de rádio em freqüências não licenciadas. Por esse motivo, não necessita de qualquer tipo de licença ou autorização do regulador das comunicações para operar, ao contrário das demais áreas de negócio, o que as torna tão atrativas. Uma rede Wi-Fi (também conhecida como WLAN) deve-se estar no raio de ação de um ponto de acesso (normalmente conhecido por Hotspot) ou local público onde opere uma rede sem fios e usar um dispositivo móvel, como um computador portátil ou PDA com capacidades de comunicação Wireless. Desenvolvedores de software e hardware estão criando computadores menores que formam uma internet sem fio, com protocolos como Wi-Fi. A IEEE padronizou o uso Wireless de conexões locais (DUBENDORF, 2003) Ad Hoc Tem como principal característica o fato de não possuir infra-estrutura. Os nós que compõem uma rede sem fio desse tipo são capazes de se comunicar uns com os outros funcionando eles mesmos como roteadores. Sua topologia é dinâmica, sofrendo diversas mudanças devidas a mobilidade de seus nós durante a existência da rede. O fato de ser formada por nós móveis é uma indicação de que normalmente esses equipamentos têm sérias restrições quanto ao consumo de energia para se manterem funcionando. Sendo assim, o consumo devido ao processamento necessário para que rotas entre nós sejam descobertas e mantidas deve ser cuidadosamente controlado. Nesse aspecto os protocolos de roteamento tornam-se pontos críticos para um bom funcionamento da rede (MURTHY, 2004). 11

21 Os nós que podem ser contatados por um determinado nó sem a necessidade de outros intermediários para realizar o roteamento dos pacotes transmitidos, são conhecidos como nós vizinhos ao nó transmissor. Cada um dos nós membros de uma rede Ad Hoc é capaz de realizar o roteamento de pacotes. Os protocolos de roteamento são responsáveis por isso, logo, é necessário que cada um dos nós dessa rede execute pelo menos um algoritmo de roteamento. Altas taxas de erro e bandas bastante limitadas também são características importantes. Tratando-se de uma rede sem fio, o ar é o meio físico compartilhado pelos membros dessa rede. Para controlar a disputa pelo acesso ao meio físico, protocolos de acesso ao meio são utilizados IEEE A IEEE é um protocolo padrão atual para redes sem fio para microcomputadores. Trabalha nas bandas de frequências de 2.4 GHz e 5.8 GHz, quando não necessita de autorização especial para funcionamento (a mesma freqüência dos telefones sem fio domésticos). Tornou-se padrão nos últimos anos trabalhando nas seguintes modalidades a, b e g que correspondem respectivamente a 54 Mbps, 11 Mbps e 54 Mbps de velocidade máxima de transferência. IEEE802.11a (Wi-Fi 5.2 GHz): Chega a alcançar velocidades de 54 Mbps dentro dos padrões da IEEE e de 72 a 108 Mbps por fabricantes não padronizados. Esta rede opera na freqüência de 5 GHz e inicialmente suporta 64 utilizadores por ponto de acesso. As suas principais vantagens são a velocidade, a gratuidade da freqüência que é usada e a ausência de interferências. A maior desvantagem é a incompatibidade com os padrões no que diz respeito a Access Points b e g, quanto a clientes, o padrão a é compativél tanto com b e g na maioria dos casos, já se tornando padrão na fabricação dos equipamentos (DUBENDORF, 2003). 12

22 IEEE802.11b (Wi-Fi 2.4 GHz): Alcança uma velocidade de 11 Mbps padronizada por IEEE e uma velocidade de 22 Mbps, oferecida por alguns fabricantes não padronizados. Opera na freqüência de 2.4 GHz. Inicialmente suporta 32 utilizadores por ponto de acesso. Um ponto negativo neste padrão é a alta interferência tanto na transmissão como na recepção de sinais, porque funcionam a 2.4 GHz equivalentes aos telefones móveis, fornos microondas e dispositivos Bluetooth. O aspecto positivo é o baixo preço dos seus dispositivos, a largura de banda gratuita bem como a disponibilidade gratuita em todo mundo. O b é amplamente utilizado por provedores de internet sem fio (DUBENDORF, 2003). IEEE802.11g : Baseia-se na compatibilidade com os dispositivos b e oferece uma velocidade de 54 Mbps. Funciona dentro da frequência de 2.4 GHz. Tem os mesmos inconvenientes do padrão b (incompatibilidades com dispositivos de diferentes fabricantes). As vantagens também são as mesmas do b (maior velocidade) (DUBENDORF, 2003). 13

23 2.6 GSM GSM (Global System for Mobile Communications ou Sistema Global para Comunicações Móveis) é uma tecnologia móvel e o padrão mais popular para celulares do mundo. Telefones GSM são usados por mais de um bilhão de pessoas em mais de 200 países. O sinal e os canais de voz são digitais, o que significa que o GSM é visto como um sistema de celular de segunda geração (2G). Do ponto de vista do consumidor, a vantagem-chave do GSM são os serviços novos com baixos custos. Por exemplo, a troca de mensagens de texto (SMS) foi originalmente desenvolvida para o GSM. A vantagem para as operadoras tem sido o baixo custo de infra-estrutura causada por competição aberta. A principal desvantagem é que o sistema GSM é baseado na rede TDMA, que é considerada menos avançada que a concorrente CDMA. O desempenho dos celulares é muito similar, mas apesar disso o sistema GSM tem mantido compatibilidade com os telefones GSM. O sistema trabalha nas freqüências 900 MHz, 1800 MHz ou 1900 MHz SMS SMS (Service Message Shorts ou Serviço de mensagens curtas) é um serviço disponível em telefones celulares digitais que permite o envio de mensagens curtas entre estes equipamentos e entre outros dispositivos de mão como PDA S e até entre telefones fixos (linha-fixa). Na figura 2.5, ilustra como funciona basicamente o sistema de envio de mensagens entre a operadores e os celulares e servidores. Figura 2.5: Sistema de envio de SMS 14

24 3 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA No capitulo 2 foram explicadas as definições e teorias, a fim de se ter uma base do funcionamento de cada tecnologia. Já este capítulo, é divido em dois tópicos, entre Hardware e Software, que especificam cada componente do projeto. 3.1 Especificação do Hardware Nesse tópico será abordado o Hardware utilizado,no qual abrange a esteira até a comunicação com o computador servidor Esteira Como forma de simular uma linha de produção, foi construída uma esteira conforme mostra na Figura 3.1. Com quatro suportes de alumínio fixados numa base de madeira, sustentando duas roldanas também de alumino, onde uma delas possui o eixo livre e a outra está fixada no motor, sendo que o motor pode ser girar tanto para esquerda como direita, dependendo apenas da forma que é ligada tensão positiva e negativa. Figura 3.1: Protótipo da esteira 15

25 O motor utilizado no projeto foi adquirido de uma fábrica de levantadores de vidros para carro, no qual trabalha numa tensão bipolar de 12V e corrente de 1,3A. Sua alimentação foi através de uma bateria (Figura 3.2) de 12V, comumente utilizada em portões de garagens residenciais. Figura 3.2: Bateria de 12V LED/Fotodiodo Os sensores utilizados no projeto são fotodiodos, apresentado na Figura 3.1. Normalmente o LED ilumina o fotodiodo, causando uma recombinação dos portadores na base do transistor, o que o faz saturar e força a tensão de saída igual a zero lógico. Quando algum objeto opaco obstruir o caminho da luz, a recombinação dos portadores cessará e o transistor cortará, elevando a tensão de saída a 1 lógico. Este sistema tanto pode ser montado a partir do LED e do fotodiodo como pode será adquirido já na configuração. Geralmente utiliza-se um LED emissor de infravermelho e o fotodiodo sensível a essas freqüências para evitar a interferência da luz ambiente. V in V cc Figura 3.3: Sistema LED/Fotodiodo 16

26 3.1.3 Balança Junto com a esteira, foi conectada uma balança com sistema de mola (Figura 3.4) para o controle do peso do produto. Figura 3.4: Balança Nessa balança foi incluída uma chave fim de curso com alavanca (Figura 3.5) que dependendo da massa da peça atingir o peso ideal, a alavanca é pressionada fechando circuito e com isso envia-se um sinal para o computador local, informando que a peça está OK, caso esse sinal não seja enviado automaticamente o sistema entenderá que é uma peça NOK. Figura 3.5: Chave fim de curso com alavanca 17

27 3.1.4 Wireless LAN USB O Adaptador de Rádio de USB capaz de transferir arquivo em 54Mbps, compatível com b e g. Será utilizado um cada terminal (cliente e servidor), criando uma comunicação Ad Hoc. Figura 3.6: Potenciômetro Deslizante Para funcionar corretamente esse dispositivo é necessário fazer a instalação do seu driver e software em cada computador que for utilizar, estes arquivos se encontram no CD de instalação Testes Preliminares Foram realizados alguns testes de conexão Ad Hoc, em dois computadores normais, distantes um do outro, por volta de 30 metros e verificou-se que a qualidade de trafegação é muito boa. Foi selecionado um arquivo de tamanho 5 Mbytes e foi enviado para o outro terminal. O tempo de envio levou aproximadamente 40 segundos. Com essa informação pode-se concluir que a cada 0,8 segundos é possível trafegar 1Mbyte, isto é 8Mbps. 18

28 3.1.5 Relé Nesse sistema a comunicação entre os sensores e o motor é fundamental, porém os fotodiodos trabalham numa tensão de 5V e o motor a 12V. Para resolver esse problema foi utilizado um relé ATR1C-5V (Figura 3.7), no qual possui 2 contatos reversíveis bifurcados e com fácil montagem no circuito integrado. Esse relé quando recebe um sinal de 5V, que nesse caso vem do fotodiodo quando identifica uma passagem de peça, libera a tensão de 12V que vem da bateria e conecta com o motor. Figura 3.6: Relé AT1RC-5V Microcontrolador 8051 O microcontrolador 8051 é composto de um microprocessador de 8 bits, utiliza arquitetura CISC, baseado em acumulador e memórias de programa e de dados separadas. Basicamente o 8051 contém internamente: RAM interna de uso geral de 128 bytes e 128 bytes correpondente aos registradores especiais; ROM interna de 4Kbytes; 4 Portas de I/O; 2 Timers de 16 bits; 1 interface serial; Capacidade de 64 Kbytes de endereçamento externo de ROM; Capacidade de 64 Kbytes de endereçamento externo de RAM; Processador Booleano (opera com bits); Ciclos típicos de instrução de 1 e 2µs a 12 Mhz; 19

29 Instrução direta de divisão e multiplicação; Entradas de interrupção externa. Na Figura 3.7 ilustra a Organização do Microcontrolador Figura 3.7: Organização do processador Descrição Formal da Pinagem do Mc8051 Figura 3.8: Chip

30 Port P0: Utilizada para endereçamento para oito vias (menos significativos). Port P1: Para utilização de I/O, são oitos vias de comunicação de propósito geral. Via software pode-se ler e escrever. Port P2: Utilizada para endereçamento para oito vias (mais significativos). Port P3: Abaixo a tabela citando a função de cada pino. Numero do Nome Função Especial Descriçao da Função Pino P RXD, Receive Data Usado como recptor de dados serial Usado como transmissor de dados P TXD, Transmit Data serial INT0, External Interrupt Usado para algum evento externo P interromper o Mc INT1, External Interrupt Usado para algum evento externo P interromper o Mc P P P P T0, Timer/counter 0: External Input T1, Timer/counter 1: External Input WR, External data: Memory write strobe RD, External data: Memory read strobe Usado quando se quer que o timer 0 se torne um contador de eventos externos Usado quando se quer que o timer 1 se torne um contador de eventos externos Usado quando se conecta RAM externa no chip. Sinaliza que o Mp vai "escrever" na RAM Usado quando se conecta RAM externa no chip. Sinaliza que o Mp vai "ler" na RAM Tabela 3.1: Descrição da Porta P3 PSEN (Program Store Enable): Um dos quatro pinos de controle do chip. Responsável por acionar a ROM/EPROM externa quando o Mc vai fazer uma busca de instrução na ROM, para, em seguida, executá-la. ALE(Address Latch Enable): Comanda a demultiplexação das informações de dados e endereços (menos significativos) do port P0. EA (Extenal Access): Pino de comando externo, que determina se vai usar a ROM/EPROM intena do chip ou se vai ler somente uma ROM/EPROM externa ao chip. RST (Reset): É o disparador do chip quando se quer iniciar adequadamente sua função. XTAL1 e XTAL 2 (Cristal/Oscilador): Esse chip tem um sistema de oscilação que só exige do exterior o cristal e dois capacitores para gerar a oscilação, que se tornará o clock. 21

31 Kit 8051 A comunicação entre os sensores da esteira e computador que irá receber os sinais será feita através de um Kit Nesse Kit é possível endereçar 32K posições de memória, isto que são utilizadas memórias RAM (62256) e EPROM (27C256) que possuem organização de 32K endereços X 8 bits. É possível também endereçar um hardware externo utilizando a expansão de 16 bits, neste caso, pode-se desabilitar a memória RAM da placa utilizando endereços acima de 7FFFh. O barramento de dados de expansão de 8 bits para troca de informações com hardwares externos, utilizado por endereçamento. Também há uma porta de E/S disponível (porta P1) que pode ser acessada a qualquer momento sem necessitar de endereçamento. Contudo, a placa ainda dispõe de entradas externas para os timers (Timer 0 e Timer 1), entradas externas de interrupção (/INT0 e /INT1), pinos de RX e TX para comunicação serial e pinos de /RD e /WR informando que operação está sendo executada pelo microcontrolador (se escrita ou leitura na memória externa). Um cristal oscilador de 11,059MHz deve ser utilizado para que, quando for utilizar o 8051 para comunicação serial, seja possível utilizar taxas de baud rate entre 1200 e bits/s. Se for utilizado um cristal de 12MHz, a taxa de transmissão possível será de 1200 ou, no máximo, 2400 bits/s (http://engcomp.unicenp.edu.br, 30/10/06). Os testes realizados com essa placa mostraram resultados favoráveis, foram feitos testes com fotodiodos e com a comunicação serial. Ele demonstrou estabilidade, mesmo não utilizando todo o recurso do Kit. 22

COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS

COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS COMUNICAÇÃO SERIAL ENTRE EQUIPAMENTOS 1 Introdução Para transmitir ou receber informações de outros dispositivos é necessário que os sistemas automáticos sejam capazes de comunicarem-se com estes dispositivos.

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Arquitetura Padrão 802.11 Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 Arquitetura Wireless Wi-Fi

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores é um conjunto de equipamentos que são capazes de trocar informações e compartilhar recursos entre si, utilizando protocolos para se comunicarem e

Leia mais

MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware. Professor: Renato B. dos Santos

MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware. Professor: Renato B. dos Santos MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware Professor: Renato B. dos Santos 1 O computador é composto, basicamente, por duas partes:» Hardware» Parte física do computador» Elementos concretos» Ex.: memória, teclado,

Leia mais

1. CAPÍTULO COMPUTADORES

1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1.1. Computadores Denomina-se computador uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Os primeiros eram capazes

Leia mais

ENTRADA E SAÍDA (I/O)

ENTRADA E SAÍDA (I/O) MICROPROCESSADORES II (EMA864315) ENTRADA E SAÍDA (I/O) 1 O SEMESTRE / 2015 Alexandro Baldassin MATERIAL DIDÁTICO Patterson & Hennessy (4a edição) Capítulo 6 (Tópicos I/O) 6.1 Introduction 6.5 Connecting

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

S i s t e m a s d e E n e r g i a

S i s t e m a s d e E n e r g i a S i s t e m a s d e E n e r g i a c a t á l o g o d e p r o d u t o s 2 0 1 0 A Analo oferece soluções completas, software e equipamentos para: Supervisão Telemedição Comunicação de dados Supervisão A

Leia mais

4. Controlador Lógico Programável

4. Controlador Lógico Programável 4. Controlador Lógico Programável INTRODUÇÃO O Controlador Lógico Programável, ou simplesmente PLC (Programmiable Logic Controller), pode ser definido como um dispositivo de estado sólido - um Computador

Leia mais

Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas. CANespecial 1 SCA06. Manual do Usuário

Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas. CANespecial 1 SCA06. Manual do Usuário Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas CANespecial 1 SCA06 Manual do Usuário Manual do Usuário CANespecial 1 Série: SCA06 Idioma: Português N º do Documento: 10002922105 /

Leia mais

Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Fundamentos de Arquitetura de Computadores Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Hardware de um Sistema Computacional Hardware: são os componentes

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

Unidade 1. Bibliografia da disciplina 15/11/2008. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Redes de Computadores

Unidade 1. Bibliografia da disciplina 15/11/2008. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Redes de Computadores Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Redes de Computadores Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 1 Conceitos básicos de Redes de Computadores 2

Leia mais

Fundamentos de Automação. Controladores

Fundamentos de Automação. Controladores Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Controladores

Leia mais

Unidade 1. Bibliografia da disciplina. Introdução. O que compartilhar? Exemplo 12/10/2009. Conceitos básicos de Redes de Computadores

Unidade 1. Bibliografia da disciplina. Introdução. O que compartilhar? Exemplo 12/10/2009. Conceitos básicos de Redes de Computadores Faculdade INED Unidade 1 Conceitos básicos de Redes de Computadores Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados, Sistemas para Internet e Redes de Computadores Disciplina: Fundamentos de Redes Prof.:

Leia mais

CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA

CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA 8 CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DE E/S E PORTA PARALELA A porta paralela, também conhecida por printer port ou Centronics e a porta serial (RS-232) são interfaces bastante comuns que, apesar de estarem praticamente

Leia mais

Arquitetura e Organização de Computadores

Arquitetura e Organização de Computadores Arquitetura e Organização de Computadores Entrada/Saída Material adaptado, atualizado e traduzido de: STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5ª edição Problemas Entrada/Saída Grande

Leia mais

Estrutura interna de um microcontrolador

Estrutura interna de um microcontrolador Estrutura interna de um microcontrolador Um microcontrolador é composto por um conjunto de periféricos interligados a uma unidade de processamento e todo este conjunto confere a este componente uma versatilidade

Leia mais

CAPÍTULO 5. INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO

CAPÍTULO 5. INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO 28 CAPÍTULO 5 INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO Interfaces para periféricos de armazenamento: Periféricos de armazenamento,

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Arquitetura de Computadores 1

Arquitetura de Computadores. Arquitetura de Computadores 1 Computadores Computadores 1 Introdução Componentes: Processador; UC; Registradores; ALU s, FPU s, etc. Memória (Sistema de armazenamento de informações; Dispositivo de entrada e saída. Computadores 2 Introdução

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

Guia de Cabeamento para Portas de Console e AUX

Guia de Cabeamento para Portas de Console e AUX Guia de Cabeamento para Portas de Console e AUX Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Tabela de Roteadores com Portas de Console e AUX Configurações da Porta de

Leia mais

Introdução. Arquitetura de Rede de Computadores. Prof. Pedro Neto

Introdução. Arquitetura de Rede de Computadores. Prof. Pedro Neto Introdução Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 1. Introdução i. Conceitos e Definições ii. Tipos de Rede a. Peer To Peer b. Client/Server iii. Topologias

Leia mais

Processadores. Prof. Alexandre Beletti Ferreira

Processadores. Prof. Alexandre Beletti Ferreira Processadores Prof. Alexandre Beletti Ferreira Introdução O processador é um circuito integrado de controle das funções de cálculos e tomadas de decisão de um computador. Também é chamado de cérebro do

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1 CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO O computador não é uma máquina interessante se não pudermos interagir com ela. Fazemos isso através de suas interfaces e seus periféricos. Como periféricos serão considerados os

Leia mais

Comunicação sem fio (somente para determinados modelos)

Comunicação sem fio (somente para determinados modelos) Comunicação sem fio (somente para determinados modelos) Guia do Usuário Copyright 2006 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft e Windows são marcas registradas da Microsoft Corporation nos

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Por que redes de computadores? Tipos de redes Componentes de uma rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 Quando o assunto é informática, é impossível não pensar em

Leia mais

Visão geral das redes sem fio

Visão geral das redes sem fio Visão geral das redes sem fio 1 - Introdução O termo redes de dados sem fio pode ser utilizado para referenciar desde dispositivos de curto alcance como o Bluetooth à sistemas de altas taxas de transmissão

Leia mais

Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela

Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela Pedro H. M. Araújo 1, Renan P. Figueiredo 1, Douglas L. Dias 1, Sandro C. S. Jucá 1 1 Área da Telemática Instituto Federal

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados Estrutura de um Rede de Comunicações Profa.. Cristina Moreira Nunes Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação Utilização do sistema de transmissão Geração de sinal Sincronização Formatação das mensagens

Leia mais

CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes. Capítulo1 - Introdução à Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - Agosto de 2007 - Página

CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes. Capítulo1 - Introdução à Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - Agosto de 2007 - Página CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Capítulo1 - Introdução à Redes 1 Requisitos para Conexão à Internet Para disponibilizar o acesso de um computador à rede, devem ser levados em consideração 03 parâmetros:

Leia mais

TopPendrive Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 1 -

TopPendrive Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 1 - TopPendrive Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 1 - Índice Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 2 - ÍNDICE 1 APRESENTAÇÃO... 3 1.1 ACESSÓRIOS

Leia mais

Especificações Técnicas e Funcionais

Especificações Técnicas e Funcionais Introdução Especificações Técnicas e Funcionais A presente Especificação, elaborada pela São Paulo Transporte S.A. SPTrans, tem como objetivo estabelecer os requisitos técnicos, operacionais e funcionais

Leia mais

Introdução sobre à porta USB

Introdução sobre à porta USB Introdução sobre à porta USB O USB (Universal Serial Bus) surgiu em 1995 com uma parceria entre várias companhias de alta tecnologia (Compaq, Hewlett-Packard, Intel, Lucent, Microsoft, NEC e Philips).

Leia mais

Wireless Red e e d s e s s e s m e m fi f o

Wireless Red e e d s e s s e s m e m fi f o Wireless Redes sem fio A tecnologia Wireless (sem fio) permite a conexão entre diferentes pontos sem a necessidade do uso de cabos (nem de telefonia, nem de TV a cabo, nem de fibra óptica), através da

Leia mais

Microcontroladores e Microprocessadores

Microcontroladores e Microprocessadores Microcontroladores e Microprocessadores Arquitetura Von Neumann e Arquitetura Harvard Prof. Samuel Cavalcante Conteúdo Componentes básicos de um computador Processamento Unidades de Entrada/Saída (I/O)

Leia mais

sobre Hardware Conceitos básicos b Hardware = é o equipamento.

sobre Hardware Conceitos básicos b Hardware = é o equipamento. Conceitos básicos b sobre Hardware O primeiro componente de um sistema de computação é o HARDWARE(Ferragem), que corresponde à parte material, aos componentes físicos do sistema; é o computador propriamente

Leia mais

Microterminais 16 e 44 Teclas RS 485

Microterminais 16 e 44 Teclas RS 485 Microterminais 16 e 44 Teclas RS 485 Gradual Tecnologia Ltda. Manual do Usuário Fev./2003 Índice Apresentação 3 Especificação Técnica 3 Características Elétricas: 3 Características Mecânicas: 4 Instalação

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais

Arquitetura Genérica

Arquitetura Genérica Arquitetura Genérica Antes de tudo, vamos revisar o Modelo Simplificado do Funcionamento de um Computador. Modelo Simplificado do Funcionamento de um Computador O funcionamento de um computador pode ser

Leia mais

MEMÓRIA. A memória do computador pode ser dividida em duas categorias:

MEMÓRIA. A memória do computador pode ser dividida em duas categorias: Aula 11 Arquitetura de Computadores - 20/10/2008 Universidade do Contestado UnC/Mafra Sistemas de Informação Prof. Carlos Guerber MEMÓRIA Memória é um termo genérico usado para designar as partes do computador

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Introdução Fabricio Breve Onde estão as redes? Caixa Eletrônico Terminais conectados a um computador central Supermercados, farmácias, etc... Vendas Caixa Estoque Etc... Por que Redes?

Leia mais

15/02/2015. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais

15/02/2015. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais Curso de Preparatório para Concursos Públicos Tecnologia da Informação REDES Conceitos Iniciais; Classificações das Redes; Topologias de Redes; Meios de Transmissão; Arquitetura de Redes; Conteúdo deste

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Rede É um conjunto de computadores chamados de estações de trabalho que compartilham recursos de hardware (HD,

Leia mais

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...9

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...9 1 ÍNDICE Apresentação...3 Vantagens...3 Instalação...4 Informações Técnicas...5 Especificações Técnicas...9 2 APRESENTAÇÃO: O SS100 Moto é um rastreador exclusivo para Motos desenvolvido com os mais rígidos

Leia mais

Conexão Sem Fio Guia do Usuário

Conexão Sem Fio Guia do Usuário Conexão Sem Fio Guia do Usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Windows é uma marca registrada da Microsoft Corporation nos Estados Unidos. Bluetooth é marca comercial dos respectivos

Leia mais

HARDWARE COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO. Wagner de Oliveira

HARDWARE COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO. Wagner de Oliveira HARDWARE COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO Wagner de Oliveira SUMÁRIO Hardware Definição de Computador Computador Digital Componentes Básicos CPU Processador Memória Barramento Unidades de Entrada e

Leia mais

09/06/2011. Profª: Luciana Balieiro Cosme

09/06/2011. Profª: Luciana Balieiro Cosme Profª: Luciana Balieiro Cosme Revisão dos conceitos gerais Classificação de redes de computadores Visão geral sobre topologias Topologias Barramento Anel Estrela Hibridas Árvore Introdução aos protocolos

Leia mais

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Entrada e Saída Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Dispositivos Externos; E/S Programada; E/S Dirigida por Interrupção; Acesso Direto à Memória; Bibliografia. Prof. Leonardo Barreto Campos

Leia mais

Unidade Central de Processamento (CPU) Processador. Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01

Unidade Central de Processamento (CPU) Processador. Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01 Unidade Central de Processamento (CPU) Processador Renan Manola Introdução ao Computador 2010/01 Componentes de um Computador (1) Computador Eletrônico Digital É um sistema composto por: Memória Principal

Leia mais

Fundamentos em Informática

Fundamentos em Informática Fundamentos em Informática 04 Organização de Computadores nov/2011 Componentes básicos de um computador Memória Processador Periféricos Barramento Processador (ou microprocessador) responsável pelo tratamento

Leia mais

Comunicação Serial. Comunicação Serial RS232

Comunicação Serial. Comunicação Serial RS232 Comunicação Serial Motivação Diversos dispositivos eletrônicos usam portas seriais para se comunicar com outros dispositivos eletrônicos. Para muitos é a única forma de comunicação. A integração de equipamentos

Leia mais

ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS

ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS Fabiana da Silva Podeleski Faculdade de Engenharia Elétrica CEATEC podeleski@yahoo.com.br Prof. Dr. Omar Carvalho Branquinho Grupo de Pesquisa

Leia mais

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis 2.1. Histórico e Evolução dos Sistemas Sem Fio A comunicação rádio móvel teve início no final do século XIX [2], quando o cientista alemão H. G. Hertz demonstrou que as

Leia mais

Estrutura de um Computador

Estrutura de um Computador SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Estrutura de um Computador Aula 7 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira MODELO DE VON NEUMANN PRINCÍPIOS A arquitetura de um computador consiste de

Leia mais

Comunicação Sem Fio REDES WIRELES. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio 06/05/2014

Comunicação Sem Fio REDES WIRELES. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio 06/05/2014 REDES WIRELES Prof. Marcel Santos Silva Comunicação Sem Fio Usada desde o início do século passado Telégrafo Avanço da tecnologia sem fio Rádio e televisão Mais recentemente aparece em Telefones celulares

Leia mais

Arquitetura de Computadores Arquitetura de entrada e saída

Arquitetura de Computadores Arquitetura de entrada e saída Arquitetura de Entrada e Saída Arquitetura de Computadores Arquitetura de entrada e saída Barramento Meio de transmissão de dados entre a CPU, a memória principal e os dispositivos de entrada e saída.

Leia mais

NETALARM GATEWAY. Manual do Usuário

NETALARM GATEWAY. Manual do Usuário Índice 1. Introdução...3 2. Requisitos Mínimos de Instalação...3 3. Instalação...3 4. Inicialização do Programa...5 5. Abas de Configuração...6 5.1 Aba Serial...6 5.2 Aba TCP...7 5.2.1 Opções Cliente /

Leia mais

Descrição do Produto. Dados para Compra. Itens Integrantes

Descrição do Produto. Dados para Compra. Itens Integrantes Descrição do Produto As UCPs PO3x47 são destinadas a supervisão e controle de processos. Devido a sua arquitetura, é possível obter-se um alto desempenho em relação a série anterior de UCPs PO3x42. Com

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

Comunicação Sem Fio (Somente em Determinados Modelos)

Comunicação Sem Fio (Somente em Determinados Modelos) Comunicação Sem Fio (Somente em Determinados Modelos) Guia do Usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft é uma marca registrada da Microsoft Corporation nos Estados Unidos.

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. João Inácio

ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. João Inácio ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. João Inácio Memórias Memória: é o componente de um sistema de computação cuja função é armazenar informações que são, foram ou serão manipuladas pelo sistema. Em outras

Leia mais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais

02/03/2014. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais Curso de Preparatório para Concursos Públicos Tecnologia da Informação REDES Conceitos Iniciais; Classificações das Redes; Conteúdo deste módulo Equipamentos usados nas Redes; Modelos de Camadas; Protocolos

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: ICO Aula N : 09 Tema: Unidade Central de

Leia mais

CARREIRA POLICIAL. desvantagem de operar em uma frequência mais elevada é que sofre maior atenuação dos sinais emitidos e recebidos.

CARREIRA POLICIAL. desvantagem de operar em uma frequência mais elevada é que sofre maior atenuação dos sinais emitidos e recebidos. REDES WI-FI As tecnologias das redes sem-fio nasceram da necessidade cada vez maior de criar redes locais que garantissem conectividade e mobilidade entre as máquinas integrantes com equivalência em facilidade,

Leia mais

Módulo 1 Introdução às Redes

Módulo 1 Introdução às Redes CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Módulo 1 Introdução às Redes Ligação à Internet Ligação à Internet Uma ligação à Internet pode ser dividida em: ligação física; ligação lógica; aplicação. Ligação física

Leia mais

Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394)

Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394) Serial Paralela USB FireWire(IEEE1394) histórico Tudo começou em 1980 quando a IBM estava desenvolvendo seu primeiro micro PC. Já haviam definido que o barramento ISA seria usado para permitir que o IBM

Leia mais

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas MÓDULO 5 Tipos de Redes 5.1 LAN s (Local Area Network) Redes Locais As LAN s são pequenas redes, a maioria de uso privado, que interligam nós dentro de pequenas distâncias, variando entre 1 a 30 km. São

Leia mais

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Quim. Nova, Vol. 38, No. 3, S1-S6, 2015 O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Fernando Arruda Mendes de Oliveira a,b, Eduardo Ribeiro

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão

O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento. Padrões. Padrões. Meios físicos de transmissão O que é uma rede industrial? Redes Industriais: Princípios de Funcionamento Romeu Reginato Julho de 2007 Rede. Estrutura de comunicação digital que permite a troca de informações entre diferentes componentes/equipamentos

Leia mais

Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master)

Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master) Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master) Este documento é propriedade da ALTUS Sistemas de Informática S.A., não podendo ser reproduzido sem seu prévio consentimento. Altus

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes Tecnologia e Infraestrutura Conceitos de Redes Agenda Introdução às Tecnologias de Redes: a) Conceitos de redes (LAN, MAN e WAN); b) Dispositivos (Hub, Switch e Roteador). Conceitos e tipos de Mídias de

Leia mais

Tecnologia da Informação Apostila 02

Tecnologia da Informação Apostila 02 Parte 6 - Telecomunicações e Redes 1. Visão Geral dos Sistemas de Comunicações Comunicação => é a transmissão de um sinal, por um caminho, de um remetente para um destinatário. A mensagem (dados e informação)

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS

TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE TECNOLOGIA

Leia mais

Componentes de um Sistema de Computador

Componentes de um Sistema de Computador Componentes de um Sistema de Computador HARDWARE: unidade responsável pelo processamento dos dados, ou seja, o equipamento (parte física) SOFTWARE: Instruções que dizem o que o computador deve fazer (parte

Leia mais

Manual do Usuário -TED1000 versão TC100 Ethernet

Manual do Usuário -TED1000 versão TC100 Ethernet Manual do Usuário -TED1000 versão TC100 Ethernet Indice: Apresentação...2 Ligando o terminal...3 Configurações iniciais...3 Configuração de IP...3 Teclas especiais...4 Cabo de rede...4 Leitor externo...4

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO PROFIBUS BOX MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO Manual PROFIBUS BOX E.P.M. Tecnologia e Equipamentos Ltda. Avenida Comendador Gumercindo Barranqueiros, 285. Jardim Samambaia Jundiaí SP CEP - 13211-410 Telefone:

Leia mais

Redes de Comunicações/Computadores I Secção de Redes de Comunicação de Dados

Redes de Comunicações/Computadores I Secção de Redes de Comunicação de Dados 3. Interfaces Físicas Interfaces Não Balanceadas e Balanceadas; Interfaces de Alto Débito Redes de Comunicações/Computadores I Secção de Redes de Comunicação de Dados Interfaces Físicas Interfaces para

Leia mais

Relé Inteligente SRW 01 V1.3X

Relé Inteligente SRW 01 V1.3X Motores Energia Automação Tintas Relé Inteligente SRW 01 V1.3X Manual da Comunicação Modbus-RTU Manual da Comunicação Modbus-RTU Série: SRW 01 Versão do Firmware: V1.3X Idioma: Português Nº do Documento:

Leia mais

SSC0748 - Redes Móveis

SSC0748 - Redes Móveis - Redes Móveis Introdução Redes sem fio e redes móveis Prof. Jó Ueyama Agosto/2012 1 Capítulo 6 - Resumo 6.1 Introdução Redes Sem fo 6.2 Enlaces sem fo, características 6.3 IEEE 802.11 LANs sem fo ( wi-f

Leia mais

Fundamentos da Informática

Fundamentos da Informática 1 PROCESSAMENTO DE DADOS I - FUNDAMENTOS A) CONCEITO DE INFORMÁTICA - é a ciência que estuda o tratamento automático e racional da informação. B) PROCESSAMENTO DE DADOS 1) Conceito Processamento de dados

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE V: Telecomunicações, Internet e Tecnologia Sem Fio. Tendências em Redes e Comunicações No passado, haviam dois tipos de redes: telefônicas e redes

Leia mais

Manual da Comunicação Modbus-RTU

Manual da Comunicação Modbus-RTU Manual da Comunicação Modbus-RTU Relé Inteligente Série: SRW 01 Idioma: Português Documento: 10000013033 / 00 12/2007 Sobre o manual Sumário SOBRE O MANUAL...5 ABREVIAÇÕES E DEFINIÇÕES... 5 REPRESENTAÇÃO

Leia mais

Na primeira aula, conhecemos um pouco sobre o projeto Arduino, sua família de placas, os Shields e diversos exemplos de aplicações.

Na primeira aula, conhecemos um pouco sobre o projeto Arduino, sua família de placas, os Shields e diversos exemplos de aplicações. Na primeira aula, conhecemos um pouco sobre o projeto Arduino, sua família de placas, os Shields e diversos exemplos de aplicações. A partir de agora, iremos conhecer o hardware do Arduino e suas caracteristicas

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 03 Conceitos de Hardware e Software parte 02. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 03 Conceitos de Hardware e Software parte 02. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 03 Conceitos de Hardware e Software parte 02 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed.

Leia mais

Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para

Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para Magistério Superior Especialista em Docência para Educação

Leia mais

IEEE 1394 PORQUE OUTRO BARRAMENTO? Grande crescimento do número de conectores no PC. Equipamentos analógicos migrando para digital

IEEE 1394 PORQUE OUTRO BARRAMENTO? Grande crescimento do número de conectores no PC. Equipamentos analógicos migrando para digital Histórico IEEE 1394 1986 - primeiras idéias concretas trazidas pela Apple Computers que adotou a denominação FireWire. 1987 - primeira especificação do padrão. 1995 adoção pelo IEEE do padrão IEEE 394.

Leia mais

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais:

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais: Entrada e Saída Além do processador e da memória, um terceiro elemento fundamental de um sistema de computação é o conjunto de módulos de E/S. Cada módulo se conecta com o barramento do sistema ou com

Leia mais

Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês.

Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês. - Introdução Até meados da década de 60, todo o controle dos processos fabris, nas indústrias e fabricações em geral, era feito através de lógica de relês. Os relês são elementos versáteis que possuem

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 SISTEMA DE INTERCONEXÃO (BARRAMENTOS) Prof. Luiz Gustavo A. Martins Arquitetura de von Newmann Componentes estruturais: Memória Principal Unidade de Processamento Central

Leia mais

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO)

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) Par Trançado UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) O cabo UTP é composto por pares de fios, sendo que cada par é isolado um do outro e todos são trançados juntos dentro de uma cobertura externa, que não possui

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

MINI DICIONÁRIO TÉCNICO DE INFORMÁTICA. São apresentados aqui alguns conceitos básicos relativos à Informática.

MINI DICIONÁRIO TÉCNICO DE INFORMÁTICA. São apresentados aqui alguns conceitos básicos relativos à Informática. Tecnologias da Informação e Comunicação MINI DICIONÁRIO TÉCNICO DE INFORMÁTICA São apresentados aqui alguns conceitos básicos relativos à Informática. Informática: Tratamento da informação por meios automáticos.

Leia mais

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes Noções de Redes: Estrutura básica; Tipos de transmissão; Meios de transmissão; Topologia de redes;

Leia mais

MANUAL CONVERSOR ETHERNET SERIAL

MANUAL CONVERSOR ETHERNET SERIAL MANUAL CONVERSOR ETHERNET SERIAL Versão 1.0 Dezembro 2011 Infinium Automação Industrial Ltda Telefone: (45) 3038-3239 Site: email: contato@infiniumautomacao.com.br 1. APRESENTAÇÃO O equipamento foi projetado

Leia mais