Parceria Público-Privada em Portugal O caso das estradas sem portagem (SCUTs) Rio de Janeiro. 13/Novembro/2003 1

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1 Parceria Público-Privada em Portugal O caso das estradas sem portagem (SCUTs) Rio de Janeiro 13/Novembro/2003 1

2 A Conjuntura Crescimento económico do país Construção de estradas Aceleração do ritmo de construção Impossibilidade do O.E. de acompanhar o crescimento Conclusão: Falta de capacidade de investimento público para acompanhar o crescimento económico necessário.

3 O contexto Europeu Extensão da rede de auto-estradas em km Variação da extensão da rede de auto-estradas Densidade de rede (km por 1000 km 2 ) Variação da densidade da rede Densidade da rede País / Densidades rede da UE km % km/km 2 % Austria ,6 17,2 19,2 2,0 11,6 1,366 1,215 Bélgica ,1 53,4 55,1 1,7 3,1 4,242 3,487 Dinamarca ,3 14,0 20,0 6,0 43,3 1,109 1,266 Finlândia ,6 0,7 1,4 0,7 107,6 0,054 0,089 França ,3 12,5 17,1 4,6 36,3 0,996 1,082 Alemanha ,7 30,3 32,0 1,7 5,7 2,403 2,025 Grécia ,2 1,4 3,8 2,4 163,2 0,115 0,241 Irlanda ,5 0,4 1,4 1,0 261,5 0,031 0,089 Itália ,2 20,5 21,4 0,9 4,2 1,631 1,354 Luxemburgo ,4 30,2 44,5 14,3 47,4 2,397 2,816 Holanda ,8 51,0 57,5 6,5 12,8 4,047 3,639 Portugal ,2 3,4 13,6 10,2 296,2 0,273 0,861 Espanha ,9 9,3 16,4 7,1 75,9 0,740 1,038 Suécia ,1 2,3 3,5 1,2 52,1 0,183 0,222 Reino Unido ,5 13,2 14,2 1,0 7,5 1,048 0,899 UE ,5 12,6 15,8 3,2 25,5

4 Administração Pública do Sector Rodoviário Cronologia 1927 Criação da JAE (Junta Autónoma de Estrada); primeiro organismo público para a gestão, construção e projecto de estradas; 1945 PRN 45 (Plano Rodoviário Nacional de 1945); primeiro plano de gestão do desenvolvimento da infra-estrutura rodoviária nacional PRN 85 PRN 2000 Reestruturação da JAE, desagregando a em 3 organismos: IEP (Instituto de Estadas de Portugal); ICOR (Instituto de COnstrução Rodoviária); ICERR (Instituto para a Conservação e Exploração da Rede Rodoviária). Agregação do IEP, ICOR e ICERR no IEP

5 PPP em Portugal Tipo Promotor Situação Data de Adjudicação Concessão Brisa Concessão Brisa Adjudicado 1972 Concessão Oeste Concessão AE Atlântico Adjudicado 1998 Concessão Norte Concessão AENOR Adjudicado 1999 Concessão SCUT Beira Interior Concessão (DBFO) SCUTVIAS Adjudicado 1999 Concessão SCUT Interior Norte Concessão (DBFO) NORTSCUT Adjudicado 2000 Concessão SCUT Algarve Concessão (DBFO) EUROSCUT Adjudicado 2000 Concessão SCUT Costa da Prata Concessão (DBFO) LUSOSCUT Adjudicado 2000 Concessão SCUT Grande Porto Concessão (DBFO) LUSOSCUT Adjudicado 2002 Concessão SCUT Beiras Litoral e Alta Concessão (DBFO) LUSOSCUT Adjudicado 2001 Concessão SCUT Norte Litoral Concessão (DBFO) EUROSCUT Adjudicado 2001 Concessão Litoral Centro Concessão - Negociação Concessão IC16/IC30 Concessão - Negociação Concessão Lisboa Norte Concessão - Negociação Concessão IC36 Circular Leiria Concessão - Concurso Concessão IC24 Concessão - Lançamento Concessão Baixo Tejo Concessão - Lançamento

6 PPP em Portugal Concessionário Concessão Extensão (km) Custo (10 6 ) Custo/km (10 6 ) Investidores AE Atlântic o Oe s te AENOR SCUTVIAS NORSCUT EUROSCUT LUSOSCUT LUSOSCUT EUROSCUT No rte Beira Inte rio r Inte rio r Norte Algarve Cos ta da Prata Beiras Lito ra l e Alta Norte Lito ral 107,2 141,4 176,5 154,9 127,1 101,3 166,8 112,9 1088, , ,2 293,2 693,4 305,9 3797,1 3,5 5,8 3,3 3,2 1,7 2,9 4,2 2,7 3, (a) Construtores (N) (b) (%) 82% 79% 83% 100% 80% 77% 77% 80% 81% (c ) Construtores (%) 80% 80% 80% 100% 25% 83% 83% 25% 69% Ent. Financ. (N) (%) 9% 21% 0% 0% 0% 15% 23% 0% 11% Ent. Finan. (%) 10% 20% 0% 0% 0% 18% 18% 0% 8% Operadores (N) (%) 9% 0% 17% 0% 20% 0% 8% 20% 8% Operadores (%) 10% 0% 20% 0% 75% 0% 0% 75% 23% Ent. Financ eiras Ent. Financ./Investid ores To tal (a) Tipo de investidores em número (b) Percentagem de tipo de investidores em número (c) Percentagem da concessionária pertencente a cada tipo de investidor

7 Custo por Km 7,0 Custo/km (10^6 ) 6,0 5,0 4,0 3,5 3,0 2,0 1,0 0,0 AE Atlântico AENOR SCUTVIAS NORSCUT EUROSCUT LUSOSCUT LUSOSCUT EUROSCUT Total

8 Principais falhas dos PPP s Lançamento independente dos projectos; Composicao contratual dos concessionários; Restruturação do sector público rodoviário JAE; Menosprezo das possíveis desvantagens e riscos (p. ex. ambientais): Falta de capacidade do sector público para gerir o processo

9 Lançamento independente dos projectos Mudança de Governo Aparece em público a noção de que o Orçamento de Estado não aguenta com a totalidade das despesas dos projectos rodoviários a partir de houve uma estimativa do custo individual dos projectos; -houve uma estimativa do custo total; -não houve uma estimativa do custo anual com todos os projectos -Na falta de noção de capital limitado lançaram-se todos os projectos independentemente da sua importância nacional Resultado: -9 projectos já adjudicados: estuda-se a possibilidade de renegociação de contratos; passagem de SCUT a A.E. -Restantes projectos: adiados

10 Composicao Contratual 16 Inv e s tido re s (núme ro ) AE Atlântico AENOR SCUTVIAS NORSCUT EUROSCUT LUSOSCUT LUSOSCUT EUROSCUT Construtores Ent. Financeiras Operadores Todos os concessionários tem construtores mas: somente 2 concessionários tem em simultâneo Ent. Financeiras e Operadores 5 concessionários só tem um dos dois; 1 não tem nenhum.

11 Composicao Contratual Estrutura Contratual da Concessão 11% 8% 23% 8% Construtores Ent. Financeiras Operadores 69% 81% Os CONSTRUTORES representam mais de 75% do número de investidores em infra-estrutura rodoviária. Os OPERADORES estão mais claramente em desvantagem. Os CONSTRUTORES representam mais do que os operadores e Ent. Financeiras em conjunto, na contagem em número

12 Restruturação do sector público Restruturação do sector público rodoviário (JAE) Atrasos nos processos das concessões inicialmente A data de início de exploração para todos os troços era Concessões com lançamento adiado indefinidamente Põe em causa uma das vantagens previstas: ANTECIPAÇÃO DE ABERTURA AO TRÁFEGO

13 Principais Riscos Ambientais Principais Riscos Expropriações Modificações unilaterais pelo concedente Património histórico

14 O que podemos aprender com o caso Português O investimento em projectos rodoviários sobre a forma de PPP s envolve prazos de amortização que ultrapassam o tempo normal de uma legislatura e chegam a passar de geração. É de exigir um CONSENSO POLÍTICO alargado para: AVALIAÇÃO TÉCNICA Garantir a execução dos projectos. Incentivar o investimento privado Só possível quando se faz um estudo rigoroso das desvantagens e riscos

15 Principais problemas no caso Português Risco Político Principais Problemas Deficiências Técnicas Deficiências Institucionais

16 O caso Português

17 Problemas da renegociação dos contratos Opinião pública discordante (nas regiões abrangidas pela discriminação positiva); Dificuldades técnicas e económicas; Construção de portagens em áreas densamente ocupadas Alteração das estimativas de tráfego devido à cobrança de portagens Estrutura Contratual das Concessionárias. Estrutura de financiamento das concessionárias. Custos de construção (quando necessário) e de manutenção das alternativas > 5 a 40% custos

18 (41 anos), Eng. Civil, Mestre em Transportes (IST-Lisboa); Doutorado pelo Departamento de Economia da Loughborough University of Technology (UK), Professor Associado da Universidade do Porto (25 anos), Eng.ª Civil, Aluna do Mestrado de Planeamento e Projecto do Ambiente Urbano (Universidade do Porto), Assistente Estagiária da Universidade do Porto 13/Novembro/

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