ALFABETIZAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: LIMITES E POSSIBILIDADES

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1 ALFABETIZAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: LIMITES E POSSIBILIDADES Simone Pieretti da Silva 1 Thuinie Medeiros Villela Daros 2 RESUMO O presente texto tem como finalidade tecer considerações em relação aos limites e possibilidades do ensino da leitura e da escrita no contexto da educação infantil. Neste sentido, por meio de uma pesquisa de abordagem qualitativa de cunho bibliográfico realizar-se-á uma breve noção dos conceitos de alfabetização e letramento, bem como, expor-se-á encaminhamentos pedagógicos para que possam ser ampliadas as possibilidades de atuação dos professores na educação infantil. Considera-se que as práticas pedagógicas dentro das salas de aula precisam estar organizadas de forma que possibilite o aprendizado da criança inserida no processo de alfabetização, de forma que elas possam compreender e se apropriar da escrita como função social, e não como um ato mecânicanizado de ler e escrever. O estudo está ancorado no referencial teórico de Mello e Miller (2008), Saviani (2008), Frago (1993), Daros (2011), Brotto (2008), Soares (2005), Vigotski (2002) e Fiel (1987). PALAVRAS- CHAVE: alfabetização, letramento, crianças, ensino fundamental de nove anos. Introdução O trabalho pedagógico que envolve o aprendizado da leitura e da escrita, na educação infantil, tem sido constantemente abordado entre professores e pesquisadores da área em diferentes momentos históricos da educação brasileira. É importante destacar que o processo de alfabetização durante o processo histórico foi compreendido apenas como ato de apropriar o código da escrita fundado na relação entre fonemas e grafemas e então articulados entre si, formam palavras, frases e textos. 1 Acadêmica de Pedagogia da faculdade União da Américas. 2 Mestranda em Educação pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná/UNIOESTE. Especialista em Fundamentos Filosóficos e Políticos da Educação e Graduada em Pedagogia pela mesma instituição. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Práticas Educativas - Mediar/UNIOESTE. Discente Pesquisadora do Grupo de Pesquisas em Educação e Formação de professores- GPEFOR. Docente do curso de Pedagogia da Faculdade União das Américas - UNIAMÉRICA. 1

2 Por este motivo, para muitos adultos, a aquisição do sistema de notação alfabético parece ser uma tarefa simples. Uma vez dominada a seqüência de letras estáveis, seu traçado e nomeação, bastaria para que, combinando-as, o sujeito fosse considerado alfabetizado. Atualmente o processo da escrita é considerado um instrumento onde permite a participação da pessoa na cultura letrada, e assim proporciona-lhe o acesso não somente as informações que facilitem o seu dia-dia, mas ao conjunto de conhecimentos que foi escrito na sua história. Destacando que todo o atendimento infantil deve acontecer de maneira lúdica e dinâmica para que a criança possa alcançar em seu processo de ensino e aprendizagem o desenvolvimento a integração e a socialização, o presente trabalho de abordagem qualitativa, a partir de uma revisão bibliográfica tem com objetivo de responder a seguinte questão: Quais sãos os limites e as possibilidades de se alfabetizar as crianças na Educação Infantil? Para responder a seguinte questão o texto tratar- se á a importância de ensinar a linguagem escrita na cultura letrada, a apropriação da língua como função social, considerando que o processo de alfabetização como prática sociocultural que se desenvolve mediante a uma abordagem interativa. A investigação abordará o papel da educação infantil na inserção da criança na cultura letrada, repensando nas práticas pedagógicas no processo de alfabetização, onde possam articular os conhecimentos da língua escrita, compreendendo e respeitando as interfaces que a criança apresenta. Ensino da Escrita X Cultura Letrada O aprendizado da língua escrita representa um grande desenvolvimento do individuo. A aquisição do sistema complexo de signo fornece novos meios de pensamentos, na medida em que alarga a capacidade de memória e registros de informações. Na escola a criança necessita se apropriar dos códigos da escrita para que possa se apropriar dos conhecimentos ofertados pela instituição. Para Saviani (2008, p. 15) (...) a escola existe, pois, para propiciar a aquisição dos instrumentos 2

3 que possibilitem o acesso ao saber elaborado (ciência), bem como os próprios acessos aos rudimentos desses saberes (...). A língua escrita de acordo com Kramer (2008) representa um de estes saberes, onde sua apropriação se dá mediante o processo cultural em um caráter histórico, ou seja, a criança é considera como um (...) sujeito de cultura e história, sujeito social (KRAMER, 2008, p. 83). A partir do referencial de Vigotski as autoras Mello e Miller (2008) expõem que, (...) desde o inicio, a escrita precisa ser apresentada á criança como um instrumento que tem uma função social: a função de expressar ou comunicar informações idéias, sentimento. Ou seja, é um equívoco pensar que o ensino dos aspectos técnicos da escrita para a criança permite-lhe aprender a escrever a ler conforme requer o uso da escrita nas diversas situações sociais em que é utilizada (MELLO e MILLER, 2008, p. 12) A prática de alfabetizar não pose ser apresentada como uma abordagem mecânica no desenvolvimento da linguagem escrita baseada na racionalidade técnica, onde a preocupação está focada em como fazer, quais procedimentos e técnicas utilizar, sendo no que no final deste processo, o alfabetizado é o sujeito que se apropria do código da escrita. Nesse sentido, compreende- se a alfabetização como um processo histórico social, onde envolve a natureza da língua escrita, suas práticas culturais e seus usos. Com isso, Frago (1993) afirma que (...) alfabetização não é só ler, escrever, falar sem uma prática cultural e comunicativa, uma política cultural determinada (1993, p. 27). Nessa concepção entende-se que o processo de alfabetização se alargou no contexto educacional, pois de acordo com Daros (2011) (...) a organização das práticas escolares diferenciadas que vão além do ensino da leitura e da escrita (...) são também denominadas por processo de letramento (Daros, 2011, p. 87). Para Brotto (2008, p. 01) o termo letramento tem sido utilizado de maneira ampla para instituir a participação dos sujeitos alfabetizados, mas não letrados. Alfabetizado, por saberem ler e escrever, contar. No entanto, esses conhecimentos básicos de letras e números não são suficientes para introduzir os indivíduos em práticas sociais que exigem a aquisição da leitura e da escrita - isso é o letramento. 3

4 Assim, compreende-se que o processo de alfabetização e letramento possui diferentes finalidades, mais são fundamentais para a compreensão da linguagem escrita, uma vez que consolidar os dois processos, garantindo a apropriação do sistema alfabético-ortigráfico e a verdadeira função da língua nas diferentes práticas sociais de escrita e leitura.com relação à alfabetização e letramento, Soares (2005) expõe que: Dissociar alfabetização e letramento é um equívoco por que, no quadro das atuais concepções psicológicas, lingüísticas e psicolingüísticas de leitura e escrita, a entrada da criança (e também do adulto analfabeto) no mundo da escrita se dá simultaneamente por esses dois processos: pelas aquisições do sistema convencional da escrita a alfabetização, e pelo desenvolvimento de habilidades de uso desses sistemas em atividades de leitura e escrita, nas práticas sociais que envolvem a língua escrita o letramento. Não são processos independentes, mas interdependentes, e indissociáveis: a alfabetização se desenvolve no contexto de e por meio de práticas sociais de leitura e de escrita, isto é, através de atividades de letramento, e este, por sua vez, só pode desenvolver-se no contexto da e por meio da aprendizagem das relações fonemas grafemas, isto é em dependência da alfabetização. (SOARES, 2005, p. 32). Em outras palavras, Soares (2005) afirma que alfabetizar a criança distanciando á do mundo letrado, ou seja, dando sentido na língua escrita como um método sistematizado, e não a língua como meio cultural e social, é negar conhecimentos importantes e fundamentais para a inserção das crianças no mundo letrado. Nesse sentido, compreende-se que as práticas pedagógicas dentro do contexto escolar mediante ao processo de ensino aprendizagem da língua escrita, precisa assumir um compromisso político de relacionar escola, linguagem escrita e sociedade, ampliando assim o acesso dos educandos para as práticas sociais da linguagem escrita. Diante disso é de suma importância a identificação das representações sociais sobre a língua escrita, contribuindo assim, para uma reflexão sobre o uso da língua e neste sentido, o próximo tópico tratará a importância do papel da Educação Infantil na inserção da criança na cultura letrada. O papel da educação infantil na inserção da criança na cultura escrita 4

5 Com a publicação da Lei de Diretrizes de Bases (1996), no artigo 29, destaca a Educação Infantil como sendo a primeira etapa da educação básica, tendo com finalidade o desenvolvimento integral da criança de 0 a 5 anos de idade nos seus aspectos físicos, psicológicos, sociais e intelectuais, complementando a ação da família e da comunidade no processo de ensino aprendizagem, diante disso, as práticas pedagógicas que eram fornecidas nos centros de atendimentos a criança pequena precisaram ser revistas. A Constituição Federal de 1988, já garantia o direito da criança á educação de qualidade em creches e pré-escolas, sendo reafirmado no Estatuto da Criança e do Adolescente de É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligencia, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão (BRASIL, 1988, p.96). Por tanto, educar na educação é propiciar condições em que a criança se desenvolva inteiramente, participando assim criticamente da cultura escrita. O processo de aquisição da linguagem escrita exerce uma importância fundamental para a inclusão das crianças no meio social, pois a sociedade atual é constituída por uma sociedade grafocêntrica, ou seja, tudo gira em torno da escrita, como cita o Referencial Curricular da Educação Infantil (RCNEI 1998) A Aprendizagem da linguagem oral e escrita é um dos elementos importantes para as crianças ampliarem suas possibilidades de inserção e de participação nas diversas práticas sociais. [...] A educação Infantil, ao promover experiências significativas de aprendizagem da língua, por meio de um trabalho com a linguagem oral e escrita, se constitui em um dos espaços de ampliação das capacidades de comunicação e expressão e de acesso ao mundo letrado pelas crianças. Essa ampliação esta relacionada ao desenvolvimento gradativo das capacidades associadas as quatros competências lingüísticas básica: falar, escutar.(rcnei, 1998, p.117) Com isso, entende que o ato de ler e escrever não devem ser levados em conta como um simples processo de aprendizado mecânico concebido nas salas de aula, mais sim como um instrumento socializador, pertencente á cultura escrita (SCALZITI e CARDOSO, 2011, p 32). 5

6 Desta forma, o professor na Educação Infantil precisa promover uma aprendizagem eficaz na vida da criança, diante disso o profissional da educação necessita conhecer os interesses e as necessidades de cada criança, para que possa desenvolver práticas significativas no processo de apropriação da língua escrita, não deixando de lado as relações entre educação e infância. Diante do aumento de escolaridade, professores da Educação Infantil e das series iniciais submetem as crianças à antecipação da escrita pensando na preparação das mesmas para as series seguintes, sem se preocupar com o processo de aprendizagem do educando. Embora não seja o nosso objeto pesquisa, ressaltar-se que quanto mais cedo a crianças estiver em contato com a escrita e a leitura, maiores serão as possibilidades das mesmas em obterem sucessos profissionais. No entanto, Mello e Miller (2008), afirmam que o treino da escrita em momentos inapropriados onde a criança não está preparada para a aquisição da aprendizagem, acaba se tornando um processo lento e demorado, exigindo assim um empenho maior por parte da criança, levando - ás muitas vezes o sentimento de incapacidade, por não conseguir alcançar expectativas almejadas pelo do professor (Mello e Miller, 2008, p.25). O ensino da escrita ainda se baseia nos treinos e nas repetições das letras e palavras, desvinculado totalmente do contexto social em que a crianças está inserida tornando assim uma mera codificação gráfica como ressalta Vigotski (2002): Até agora, a escrita ocupou um espaço muito estreito na prática escolar, em relação ao papel fundamental que desempenha no desenvolvimento cultural da criança. Ensina- se as crianças a desenhar letras e a construir palavras com elas, mas não se ensina a linguagem escrita. Enfatiza- se de tal forma a mecânica de ler o que está escrito que a acaba-se obscurecendo a linguagem como tal. (VIGOTSKI, 2002, p.138) As práticas de alfabetizar precisam proporcionar a criança o contato direto com as diferentes formas de leitura e escrita, ampliando seus conhecimentos a partir do uso reflexivo da língua em diferentes situações e funcionamento da linguagem. Desta forma entende-se que a criança se apropria da linguagem escrita através de materiais escritos e interação com o meio social a qual pertence. Entretanto é importante considerar que a apropriação da leitura e da escrita aconteça à criança necessita estar inserida em um ambiente onde favoreça o 6

7 aprendizado, de forma lúdica e prazerosa, principalmente respeitando as interfases em que elas se encontram. As práticas pedagógicas precisam possibilitar um espaço lúdico para que o processo de ensino aprendizagem da língua escrita ocorra de maneira satisfatória para a criança, pois as brincadeiras infantis propicia a organização do pensamento da criança e favorece o desenvolvimento de outras formas de expressão, como o faz de conta, mímica, a representação teatral e a linguagem escrita (MELLO, 2008, p.49). Desta forma, o brincar na educação infantil é fundamental tanto para o processo de aquisição do código da escrita, como para a interação social da criança, assim, Vigotski (2002, p. 147) afirma que brincar a importância do brincar sobre a aquisição da língua escrita está relacionada diretamente com a função simbólica, quando sendo desenvolvida através da aquisição e uso de signos pelas crianças. Corroborando com a afirmação Leal e Silva (2011) expõe que: (...) acreditamos desse modo, que ao brincarem, elas vivenciam situações em que imitam o mundo adulto, e, consequentemente, aprendem sobre a sociedade, sobre as relações sociais e sobre o papel da linguagem nas varias situações. Vivenciam experiências em que exercitam as produções de textos diversos, realizando variações decorrentes dos tipos de interação social (LEAL, SILVA, 2011, p. 53). Deste modo a escrita não se inicia somente quando a criança é inserida no contexto escolar, mais sim desde seu nascimento, sendo assim, a escrita está presente na vida das crianças desde o momento em que começa a sentir vontade se comunicar e de expressar seu sentimento. É importante salientar também que a linguagem oral, assim como outras linguagens como a pintura, a modelagem, o desenho a dança, os sons, contribui para a aprendizagem da escrita. A oralidade apresenta uma função muito importante no desenvolvimento da criança, pois é o primeiro meio de comunicação que a criança possui para se expressar no meio social como conceitua Feil (1987): (...) a linguagem é uma característica inata no ser humano e está presente desde muito cedo na criança. Sua aquisição inicia-se no memento em que a criança começa a usar sons diferenciados. Estes sons vão progredindo na 7

8 medida em que surge a necessidade de se comunicar através da fala. (FIEL, 1987, p. 19) Segundo o Referencial Curricular Nacional Educação Infantil (1998): A aprendizagem oral possibilita comunicar idéias, pensamentos e intenções de diversas naturezas influenciar o outro e estabelecer relações interpessoais. Seu aprendizado acontece dentro de um contexto. Quando mais as crianças puderem falar em situações diferentes, mais poderão desenvolver suas capacidades comunicativas de maneira significativa (RCNEI, 1998, vol. 3, p. 120) Assim, as práticas na educação infantil precisam proporcionar espaços onde favoreça o desenvolvimento da linguagem oral, onde as crianças possam dialogar com as outras crianças vivenciando assim situações de comunicação exercendo desta forma a oralidade. Nesse sentido, cabe ao processo de escolarização, inserir os alunos na cultura escrita, pois as práticas pedagógicas precisam estar ligadas a construção de novas compreensões, onde respeite o desenvolvimento infantil a partir do aprendizado, não exclusivamente da escrita, que é uma das muitas linguagens existente na nossa cultura, mas, especialmente utilizar práticas que possam atender outras necessidades infantis desenvolvendo assim integralmente. Conclusão A aquisição da linguagem escrita é de suma importância na educação infantil, pois, possibilita a participação da criança na cultura letrada, tornado um sujeito ativo no meio social, considerando assim o ensino da língua escrita como um objeto cultural, construído e transformado pelos sujeitos que faz uso na sua interação social. Compreende-se o letramento como um elemento fundamental para o desenvolvimento do trabalho pedagógico no processo de alfabetização, pois significa ultrapassa a concepção da língua escrita como uma representação fiel da língua oral. Considera-se que as práticas pedagógicas dentro das salas de aula precisam estar organizadas de forma que possibilite o aprendizado da criança inserida no 8

9 processo de alfabetização, de forma que elas possam compreender e se apropriar da escrita como função social, e não como um ato mecânicanizado de ler e escrever. Portanto, procurou-se chamar a atenção sobre as práticas dos professores na elaboração do trabalho pedagógico na educação infantil, visando numa metodologia lúdica e significativa, onde o processo de alfabetização e letramento possa desenvolver as múltiplas linguagens, leitura e escrita como objeto de reflexão, suprindo desta forma as necessidades do meio social. REFERÊNCIAS BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, BRASIL. Ministério da Educação. LDB Leis de Diretrizes de Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394, 20 de dezembro de BROTTO, I. J.O. Alfabetização: um tema, muito, sentidos. 223p. Tese (Doutorado em Educação). Universidade Federal do Paraná, Curitiba, DAROS, T. M. V. Processo de aquisição da linguagem escrita e a idade das crianças do primeiro ano do ensino fundamental de nove anos no município de Foz do Iguaçu. Revista Pleiade, vol 9, FEIL, I. T. S. Alfabetização: um desafio novo para um novo tempo. 13 ed. Rio de Janeiro: Vozes, FRAGO, A. Alfabetização na sociedade e na história: vozes, palavras e textos. Porto Alegre: Arte Médicas, GIL, A. C. Como elaborar projeto de pesquisa. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2009 KRAMER, S. BASILIO, L. C. Infância, educação e direitos humanos. 2. ed. São Paulo: Cortez, LEAL, T. F; SILVA, A. Brincando as crianças aprendem a falar e a pensar sobre a língua; in: BRANDÃO, A. C. P; ROSA; E. C. S. (orgs.) Ler e escrever na educação infantil: discutindo práticas pedagógicas. Belo Horizonte: Autêntica,

10 MELLO, S. A. O processo de aquisição da escrita na educação infantil: Curitiba: Pró-Infantil Editora, Contribuições de Vigotski. In: Faria, A.L.G.; Linguagens Infantis: outra forma de leitura. 2 ed. Campinas: Autores Associados, MILLER, S; MELLO S. A. de. O desenvolvimento da linguagem oral e escrita em crianças de 0 a 5 anos. Curitiba: Pró-Infantil Editora, SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. 34. ed. Campinas, Autores associados, SCALZITTI, C. M; CARDOSO, C. J. Cultura escrita e infância recontros e encontros. In: SALGADO, Raquel Gonçalves; ROCHA, Simone Albuquerque (Org.). Educação Infantil: a criança e as linguagens na/da infância. Cuiabá: Ed UFMT, p SOARES, M. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, VIGOTSKI, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 6 ed. São Paulo: Martins Fontes,

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