Exercícios da Parte II: Segurança da Informação Walter Cunha PSI

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1 Exercícios da Parte II: Segurança da Informação Walter Cunha PSI 1. (CESGRANRIO/Analista BNDES 2008) NÃO é uma boa prática de uma política de segurança: (a). difundir o cuidado com a segurança. (b). definir responsabilidades claras de usuários e administradores. (c). ser de fácil leitura e compreensão. (d). incluir os detalhes técnicos de implementação dos mecanismos de segurança. (e). explicitar conseqüências das violações da própria política. 2. (ESAF/AFC CGU INFRA 2008) A respeito do documento da Política de Segurança da Informação de uma dada Organização, é incorreto afirmar que a) deve ser aprovado pela direção antes de ser publicado e divulgado. b) deve ser analisado regularmente ou na ocorrência de mudanças significativas. c) gestores devem garantir que os procedimentos de segurança são executados em conformidade com tal documento. d) deve incluir informações quanto à tecnologia a ser empregada para a segurança da informação. e) no caso de mudanças, deve-se assegurar a sua contínua pertinência e adequação. 3. (CESPE/ACE TCU 2007) A fim de possuir eficácia, a política de gerenciamento de riscos de segurança da informação de uma organização tem de ser necessariamente subordinada a uma política de segurança da informação de mais amplo escopo. 4. (CESPE/Analista TST 2008) Uma política de segurança da informação corporativa só é legítima se estiver amparada explicitamente na legislação específica em vigor no país. 5. (CESPE/Analista TST 2008) A política de segurança da informação define as regras de acesso remoto à informação, mas a garantia de cumprimento da política deve envolver o uso de recursos tecnológicos. 6. (CESPE/Pref Vitória 2008) Realizar cópias de segurança (backup) pode ser parte de uma política de segurança. Por exemplo, pode-se exigir uma cópia de segurança integral no primeiro dia de cada mês e cópias incrementais nos outros dias. 7. (CESPE/Pref Vitória 2008) Uma política de segurança para uma rede visa, tipicamente, identificar os recursos que precisam ser protegidos, os riscos aos recursos, a importância destes, as medidas para protegê-los, quem pode usá-los e conceder acesso a eles, quais usos dos recursos são considerados apropriados, quais os direitos e as responsabilidades dos usuários.

2 Segurança de Redes 8. (FCC/Técnico TRF 5 a 2008) NÃO se aplica às redes privadas virtuais (VPN) a seguinte afirmativa: a) O sistema VPN examina o destino, cifra o pacote e envia o resultado pela rede pública. b) Um simples host em trânsito, que conecta em um provedor Internet e, por meio dessa conexão, estabelece um túnel com a rede remota. c) Duas redes se interligam através de hosts com link dedicado ou discado via Internet, formando assim um túnel entre as duas redes. d) Um pacote VPN, depois do cabeçalho IP, pode conter um cabeçalho Ipsec. e) Um pacote VPN, para um roteador da Internet, é um pacote especial. 9. (CESPE/ACE TCU 2007) Algumas providências que um processo de hardening deve incluir são: limitar o software instalado àquele que se destina à função desejada do sistema; aplicar e manter os patches atualizados, tanto de sistema operacional quanto de aplicações; revisar e modificar as permissões dos sistemas de arquivos, em especial no que diz respeito a escrita e execução; reforçar a segurança do login, impondo uma política de senhas fortes; habilitar apenas os serviços necessários. 10. (CESPE/ACE TCU 2007) O emprego de mecanismos de controle de acesso obrigatório ou mandatório possibilita o alcance de segurança multinível em bancos de dados, algo que é bem mais difícil de ser alcançado com mecanismos de controle de acesso flexíveis ou discricionários. No primeiro caso, são empregados esquemas de classificação da informação. No último, em geral, empregam-se listas de controle de acesso. 11. (ESAF/AFC CGU 2006 ADAPTADA) uma estratégia aplicável ao serviço FTP (File Transfer Protocol) é bloquear portas específicas, por default, ao invés de bloquear todas as portas e então liberar portas específicas, considerando uma arquitetura de firewall screened subnet. 12. (ESAF/APO MPOG 2005) O princípio do menor privilégio em Segurança da Informação significa que: a) todos os usuários do sistema serão considerados convidados. b) será especificado o que é proibido, todo o restante será permitido. c) qualquer objeto só pode ter permissões básicas para executar as suas tarefas, e nenhuma outra. d) haverá uma segurança mínima no sistema, mas que não será possível garantir a segurança contra a exposição e os danos causados por ataques específicos. e) haverá um ponto de estrangulamento onde tudo será proibido, dependendo apenas da profundidade de defesa do sistema.

3 Firewall e IDS 13. (CESPE/ACE TCU 2007) Uma técnica comumente usada na segurança de redes é o estabelecimento de um perímetro de segurança cuja finalidade é controlar o tráfego ingresso na rede e o egresso da rede. 14. (CESPE/BASA 2007) Firewall e sistemas de detecção de intrusão (IDS) são ferramentas automatizadas para realizar, respectivamente, controle de acesso e monitoração do ambiente de tecnologia da informação (ESAF/AFC CGU 2004) As tecnologias de detecção de intrusos são divididas em classes. Na classe do tipo Host Based a) os IDSs são instalados em várias máquinas que são responsáveis por identificar ataques direcionados ao roteador. b) os IDSs são instalados em várias máquinas que são responsáveis por identificar ataques direcionados ao firewall. c) IDSs são instalados em várias máquinas que são responsáveis por identificar ataques direcionados a toda a rede. d) o IDS é basicamente um sniffer que captura pacotes de toda a rede e compara com uma base de assinaturas de ataques. e) o IDS é instalado em um servidor para alertar e identificar ataques e tentativas de acessos indevidos à própria máquina. 16. (CESPE/Pref Vitória 2008) Há roteadores que, por meio de uma configuração de filtros, podem operar como firewalls. Em uma rede TCP/IP, um roteador pode bloquear os datagramas destinados a uma máquina, analisando os números de portas presentes no cabeçalho do protocolo IP. 17. (FCC/TCE-AM 2008) Um dos tipos de IDS, capaz de reconhecer ataques por meio de técnicas avançadas como inteligência artificial, é denominado a) Rule-based Systems. b) Log Analyzer. c) Adaptive Systems. d) Timezone. e) Port Scanning. 18. (FCC/TCE-AL 2008) No âmbito das possibilidades de invasão de redes de computadores, SNORT é a) um agente de comunicação de invasão adotado pelo SMTP. b) um protocolo de defesa situado na camada de enlace OSI. c) uma ferramenta NIDS open-source. d) um modelo de criptografia antiinvasão. e) um padrão IDS de configuração de portas de segurança.

4 19. (ESAF/AFC STN INFRA 2008) Considere o seguinte cenário: Em certa empresa, há máquinas que podem acessar exclusivamente o serviço Web, outras que acessam a Web e o serviço de transferência de arquivos (FTP), enquanto outras podem apenas acessar recursos locais à rede. A solução de segurança mais adequada para o controle de acesso nesta rede deve utilizar a) Firewall de gateway de aplicação. b) Filtragem de pacotes. c) Rede privada virtual. d) Sistema de detecção de intrusos. e) IPSec. 20. (FCC/TCE-AL 2008) Considere as seguintes características: I. Velocidade de funcionamento. II. Exame das camadas superiores do modelo OSI. III. Escalabilidade quanto ao uso de recurso de CPU. IV. Atendimento a esquemas avançados de autenticação. São, respectivamente, duas vantagens e duas desvantagens dos Packet Filtering Firewalls em relação aos Application Proxy Firewalls: Vantagens Desvantagens a) I e II III e IV b) II e III I e IV c) I e III II e IV d) II e IV I e III e) I e IV II e III 21. (FCC/TCE-AL 2008) Caso uma instalação particular de rede apresente um sistema com as seguintes características: I. Alto e crítico tráfego na internet. II. Oferta de serviços a usuários na internet. III. Rede protegida contendo dados de alto valor. O uso da arquitetura de firewall Dual-Homed Host é menos apropriada em a) I, apenas. b) II, apenas. c) I e II, apenas. d) II e III, apenas. e) I, II e III.

5 Autenticação e Backup 22. (CESGRANRIO/Analista BNDES 2008) No âmbito de segurança, é INCORRETO armar que o single sign-on: (a). permite que um usuário se autentique uma única vez para acessar múltiplos sistemas e aplicações. (b). é aplicável em sistemas WEB, mesmo que não se utilize certicação digital. (c). é implantado mais facilmente em ambientes de Infra-estrutura homogênea do que heterogênea. (d). reduz a complexidade da Infra-estrutura e diculta ataques de força bruta em senhas. (e). facilita a gerência e a administração centralizada de identidades. 23. (CESGRANRIO/Analista BNDES 2008) Uma determinada empresa implantou um sistema WEB para relacionamento com seus clientes e fornecedores pela Internet. O diretor dessa empresa determinou que o nível de segurança desse sistema fosse alto, e as seguintes medidas foram tomadas: utilização do protocolo HTTPS em qualquer tipo de acesso; antes de serem armazenadas no banco de dados, as senhas dos usuários passam por um algoritmo forte de hash; autenticação do usuário é realizada por login, senha e 2 perguntas aleatórias de uma base de dados composta por dados pessoais do usuário, tais como data de nascimento, nome do pai, número de telefone celular, local de nascimento etc. Baseado nessa situação, tem-se que: (a). a autenticação implementada por esse sistema é caracterizada como forte, uma vez que existem 4 fatores questionados ao usuário. (b). um atacante pode obter as senhas originais dos usuários, uma vez que possua os hashes das senhas, o algoritmo e a chave simétrica utilizada no hashing. (c). para maior segurança, esse sistema pode ser evoluído para permitir, adicionalmente, o uso de certicados digitais ICP-Brasil na autenticação de cliente via HTTPS. (d). embora a autenticidade e integridade das conexões HTTPS sejam garantidas, não existe condencialidade nesse tipo de tráfego. (e). RIJNDAEL e DSA são exemplos de algoritmos de hash que poderiam ser utilizados na geração do hash das senhas. 24. (ESAF/AFC CGU 2008) Analise as seguintes afirmações a respeito de cópias de segurança (backups) e assinale a opção correta. I. Em uma política de backup, deve-se declarar a abordagem empregada (completa ou incremental) e periodicidade das cópias, assim como os recursos, infra-estrutura e demais procedimentos necessários. II. Registrar o conteúdo e data de atualização, cuidar do local de armazenamento de cópias e manter cópias remotas como medida preventiva são recomendados para a continuidade dos negócios.

6 III. Políticas de backup devem ser testadas regularmente para garantir respostas adequadas a incidentes. a) Apenas I e II são verdadeiras. b) Apenas II e III são verdadeiras. c) Apenas I e III são verdadeiras. d) I, II e III são verdadeiras. e) I, II e III são falsas. 25. (FCC/ TCE-CE 2004) A informação que indica se um arquivo está no modo de somente leitura, oculto, pronto para arquivamento, compactado ou criptografado é denominada a) backup. b) atributo. c) scandisk. d) volume de disco. e) diretório. 26. (FCC/METRO-SP 2008) A realização do backup de todos os arquivos selecionados e a marcação dos mesmos como copiados, por meio de um controle interno do Windows 2003 Server, consiste no backup do tipo a) diário. b) normal. c) cópia. d) diferencial. e) incremental. 27. (CESPE/Pref Vitória 2008) Realizar Realizar cópias de segurança (backup) pode ser parte de uma política de segurança. Por exemplo, pode-se exigir uma cópia de segurança integral no primeiro dia de cada mês e cópias incrementais nos outros dias. GABARITO 01.D 02. D 03. C 04. E 05. C* 06. C 07. C 08. E 09. C 10. C 11. C 12. C 13. C 14. C 15. E 16. E 17. C 18. C 19. A 20. C 21. E 22. D 23. C 24. D 25. B 26. B 27. C

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