FONTES DE FINANCIAMENTO DE CURTO PRAZO

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1 FONTES DE FINANCIAMENTO DE CURTO PRAZO

2 Introdução Mercado de crédito Objetiva suprir a demanda por recursos de curto e médio prazo da economia, sendo constituído por todas as instituições financeiras bancárias ou monetárias Mercado monetário Fornece condições para as empresas aplicar seus eventuais excessos de liquidez com vista em auferir determinada remuneração financeira Factoring Suporte financeiro para as pequenas e médias empresas

3 Operações de Desconto Reciprocidade bancária Forma indireta de encargo adotada em períodos de prevalência de políticas monetárias restritivas Esses valores não produzem rendimento para o financiado e permanecem indisponíveis nas instituições normalmente pelo prazo de vigência da operação Exemplo: retenção em conta corrente de determinado percentual do crédito concedido, sob a forma de saldo médio Finanças Corporativas e Valor ASSAF NETO

4 Operações de Desconto Influência do prazo sobre o custo do crédito Quanto maior for o prazo de desconto, menor também será seu custo Empréstimos de menor duração correm o risco de não renovação com maior freqüência e à mesma taxa de desconto inicialmente contratada Renovando com maior freqüência seus empréstimos, a empresa estará mais sujeita a absorver maiores juros, os quais poderão elevar seus custos financeiros Finanças Corporativas e Valor ASSAF NETO

5 Mercado Aberto Funcionam como instrumento de política monetária no sentido de melhorar o fluxo monetário de uma economia e influenciar os níveis das taxas de juros a curto prazo As operações são fundamentadas pela compra e venda de títulos de dívida pública no mercado, processadas pelo Banco Central na qualidade de agente monetário do governo A grande contribuição das operações de mercado aberto centra-se em seu dinamismo e flexibilidade, produzindo de forma mais eficiente e rápida os resultados almejados Finanças Corporativas e Valor ASSAF NETO

6 Mercado Aberto Objetivo das operações de mercado aberto Controle diário do volume da oferta de moeda Manipulação das taxas de juros a curto prazo Aplicações de disponibilidades monetárias ociosas às instituições financeiras Criação de liquidez para os títulos públicos

7 Mercado Interfinanceiro e Operações Hot Money O mercado interfinanceiro é privativo de instituições financeiras que atuam como intermediadoras de compradores e vendedores de dinheiro As operações realizadas nesse mercado são lastreadas em títulos de emissão privada As taxas negociadas no interfinanceiro não sofrem intervenções oficiais diretas, refletindo de forma mais isenta as expectativas do mercado com relação a economia

8 Mercado Interfinanceiro e Operações Hot Money As operações do interfinanceiro são lastreadas pelo Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI) emitido pelas instituições que atuam nesse segmento de mercado Essas operações são realizadas por dia, e é estabelecida a taxa over como padrão de juros do CDI São essas taxas de CDI over, ainda, que determinam a taxa de juros-base para operações de empréstimos de curtíssimo prazo, conhecidas por hot money

9 Floating em Operações Bancárias Floating Tempo em que o dinheiro fica no banco antes de ser creditado na conta corrente da empresa É muitas vezes utilizado como forma de reciprocidade exigida pelas instituições financeiras para a concessão de créditos Para cada dia de floating, a empresa assume um custo pelo menos igual à taxa de oportunidade do mercado Finanças Corporativas e Valor ASSAF NETO

10 Floating em Operações Bancárias Floating Exemplo ilustrativo Uma carteira de duplicatas de $ colocada em cobrança num banco, tendo sido creditado o dinheiro na conta do cliente somente dois dias úteis após o respectivo recebimento, produz para uma taxa líquida de aplicação de 0,10% ao dia um custo de $ 400,20, ou seja: $ ,00 x [(1,001) 1] = $ 400,20, 2 Totalizando um percentual de 0,2001% para os dois dias

11 Operações de Factorig Factoring Atividade de fomento comercial destinada a negociar créditos de curto prazo de empresas produtoras Benefícios concentrados potencialmente nas micro, pequenas e médias empresas Reequilibra o fluxo monetário da empresa carente de liquidez imediata, por meio da canalização dos valores aplicados em contas a receber

12 Operações de Factorig Factoring Além de reforçar a liquidez imediata, a casa de factoring absorve o risco pelo recebimento dos valores realizáveis A atividade de fomento comercial não constitui uma operação de crédito e sim uma cessão plena dos créditos do cliente para o factor Provê economia de gastos inerentes à instalação e ao funcionamento de um departamento de crédito e cobrança

13 Operações de Factorig Agentes envolvidos numa operação de crédito: A empresa de fomento comercial a casa Factoring O cliente da empresa de fomento comercial vendedora do bem ou serviço A empresa compradora do bem ou serviço vendido por este cliente

14 Operações de Factorig Formas operacionais de factoring: Operações liquidadas no vencimento Operações de adiantamentos sobre títulos comprados pelo agente (factor) Operações de adiantamentos sobre títulos a serem emitidos Factoring contra a entrega de mercadorias

15 Operações de Factorig Principais despesas que envolvem uma operação de factoring: Comissão de Factoring Juros por Antecipações Reserva e Caução

16 Operações de Factorig Vantagens de uma operação de factoring: Produz maior flexibilidade de financiamento Dispensa a manutenção de saldos médios e outras formas de reciprocidade Possibilita a redução de despesas de manutenção de um departamento de crédito e cobrança Garante o recebimento e conseqüente eliminação do risco

17 Crédito Rotativo Refere-se a uma conta tipo empréstimo aberta pelos bancos comerciais, visando ao financiamento de necessidades de capital de giro das empresas O crédito é garantido através da entrega de duplicatas da empresa às instituições financeiras À medida que as duplicatas vão sendo resgatadas pelos clientes, a empresa deverá ir substituindo-as por outras, a fim de manter o limite e a rotatividade do crédito

18 Crédito Rotativo Os principais encargos dessa operação são: Juros calculados sobre o saldo a descoberto e devidos periodicamente Valor dos juros i 360 Somatório saldo devedor corrigido Outras despesas incluídas nessa operação referem-se à Comissão de Abertura de Crédito, IOF e Tarifas de Serviços Bancários

19 Crédito Rotativo Exemplo ilustrativo: Admita que tenham sido realizadas as seguintes movimentações numa conta garantida com limite de $ , contratada por dois anos e coberta em 15-1 Mês 1 Dia 15: saque de $ (data de abertura da conta); Dia 20: saque de $

20 Crédito Rotativo Mês 2 Dia 1º: saque de $ ; Dia 10: depósito de $ ; Dia 18: saque de $ ; Dia 22: saque de $ Os encargos financeiros cobrados na operação atingem 4% a.m., debitados ao final de cada mês, e uma comissão de abertura de crédito de 2% cobrada no ato.

21 Crédito Rotativo Os resultados das movimentações na conta são: DATA HISTÓRICO DÉBITO/ CRÉDITO SALDO DEVEDOR ($) NÚMERO DE DIAS Nº DE DIAS X SALDO DEVEDOR ($) Comissão (D) Saque (D) Saque (D) Juros (D) º-02 Saque (D) Depósito (C) Saque (D) Saque (D) Juros (D) Total do Bimestre:

22 FONTES DE FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO

23 Introdução As operações financeiras de captação e aplicação de recursos são desenvolvidas por instituições e instrumentos financeiros que compõem o Sistema Financeiro Nacional Instituições financeiras bancárias ou monetárias Não bancárias ou não monetárias Investimentos financeiros Monetários Não monetários

24 Introdução As operações do Sistema Financeiro Nacional podem ser realizadas por meio de quatro grandes segmentos: Mercado monetário Mercado de crédito Mercado cambial Mercado de capitais Mercado acionário Mercado de empréstimos e financiamentos

25 Financiamento por meio de Recursos Próprios Etapas do processo de subscrição de novas ações Empresa Emitente de Novas Ações Instituição Financeira não Bancária Intermediadora da Operação Colocação Inicial: Mercado Primário Renegociação das Ações: Mercado Secundário

26 Financiamento por meio de Recursos Próprios Instituição Financeira intermediadora Constitui-se no elo entre a empresa carente de recursos e os agentes econômicos superavitários do mercado primário Mercado primário Onde as empresas buscam mais efetivamente os recursos próprios necessários para a consecução de seu crescimento Mercado secundário Onde são estabelecidas as renegociações entre os poupadores das ações adquiridas no mercado primário Finanças Corporativas e Valor ASSAF NETO

27 Financiamento por meio de Recursos Próprios Tipos de subscrição Puro ou Firme A instituição financeira assume amplamente o risco da colocação no mercado Stand-by (Residual) Há um comprometimento, entre a instituição financeira e a empresa emitente, de negociar as novas ações no mercado durante certo tempo Melhor Esforço Promessa de dedicação do melhor esforço para colocação do maior número de ações dentro de certo período de tempo Finanças Corporativas e Valor ASSAF NETO

28 Principais Critérios de Análise de Ações Análise Técnica Desenvolvida por meio do estudo do comportamento da ação no mercado, sendo considerados a oferta e procura desses papéis e a evolução de suas cotações Técnica fundamentalista Utilização de modelos quantitativos em um conjunto de informações com o objetivo de relacionar as decisões de compra ou venda de ações com o seu preço de mercado

29 Valor das Ações Critério do fluxo de caixa descontado P 0 D n P n 1 k 1 k n n P 0 D n P n valor de aquisição de ação dividendo recebido ao final do período preço de venda previsto da ação k taxa de desconto que representa o retorno requerido na aplicação

30 Valor das Ações Exemplo ilustrativo Uma ação foi adquirida, no início de um ano, por $ 2,20, sendo vendida ao final desse mesmo período por $ 2,50, após ter o investidor recebido $ 0,15 sob a forma de dividendos. O retorno (k) produzido por essa aplicação atinge: 2,20 2,50 0,15 1 k 1 k k 20,5% a.a.

31 Valor das Ações Quando ocorrer várias distribuições de dividendos ao longo do período de aplicação, temos: P 0 t n t t 1 1 k 1 k n D P n P 0 D t P n valor de aquisição de ação dividendos recebidos ao longo do período preço de venda previsto da ação k taxa de desconto que representa o retorno requerido na aplicação

32 Valor das Ações Exemplo ilustrativo Um investidor estimou em $ 0,30 e $ 0,50 os dividendos por ação a serem distribuídos ao final de cada um dos próximos dois anos. Admitindo-se que o valor previsto de venda ao final do segundo ano seja de $ 6,90 por ação, o preço máximo a ser pago por essa ação hoje, ao fixar-se em 20% a.a. a rentabilidade mínima desejada, será: P $ 0,30 1,20 $ 0,50 2 1,20 $ 6,90 2 1,20 0 $5,40 / Ação

33 Valor das Ações Investimento em ações com duração indeterminada: P 0 Dt 1 k t 1 t P 0 D k P 0 D t valor de aquisição de ação dividendos recebidos ao longo do período k taxa de desconto que representa o retorno requerido na aplicação

34 Valor das Ações Exemplo ilustrativo Serão distribuídos, ao final de cada um dos próximos cinco anos, dividendos fixos de $ 2,00/ação; a partir do sexto ano, os dividendos anuais elevam-se para $ 6,00/ação indefinidamente. Admitindo-se que os acionistas dessa empresa desejam obter uma rentabilidade mínima de 20% a.a., temos: P 0 P 0 P 0 1 1,20 $ 2,00 0,20 $ 6,00 $12,00 $18,00 / Ação 5 $ 6,00 0,20 1,20 5 Finanças Corporativas e Valor ASSAF NETO

35 Valor das Ações Investimento em ações com duração indeterminada e crescimento constante periódico (modelo de Gordon): P 0 D k g 1 k D P 1 0 g P 0 D1 valor de aquisição de ação Distribuição anual de dividendos k g taxa de desconto Taxa de crescimento

36 Valor das Ações Exemplo ilustrativo Uma empresa adota uma política de dividendos que prevê uma distribuição anual de $ 2,00, a qual crescerá indefinidamente à taxa de 5% a.a. O valor de aquisição da ação será: P 0 $ 2,00 0,20-0,05 P 0 $13,33 / ação

37 Custo do Capital Próprio (Ke) É definido pelo retorno requerido por seus acionistas ao investirem seus recursos no empreendimento Um critério de cálculo do Ke é desenvolvido por meio do modelo de precificação de ativos (CAPM) Se a aplicação dos recursos não produzir um retorno pelo menos igual ao mínimo exigido, a baixa remuneração determinará desvalorização do preço de mercado da ação

38 Financiamento por Recursos de Terceiros Modalidades de empréstimos a longo prazo no mercado de capitais a) Empréstimos e financiamentos diretos b) Repasses de recursos internos c) Repasses de recursos externos d) Subscrição de debêntures e) Arrendamento mercantil

39 Financiamento por Recursos de Terceiros a) Empréstimos e financiamentos diretos Referem-se às operações de captação de recursos processadas diretamente por uma empresa nas instituições financeiras componentes do mercado de capitais b) Repasses de recursos internos São os recursos oficiais alocados para o financiamento de atividades consideradas como de interesse econômico nacional

40 19.5 Financiamento por Recursos de Terceiros c) Repasses de recursos externos São poupanças captadas no exterior, por instituições financeiras nacionais e, a seguir, repassadas no mercado interno d) Subscrição de debêntures Emissão de títulos privados de crédito por companhias de capital aberto, colocadas no mercado à disposição de investidores interessados

41 Financiamento por Recursos de Terceiros e) Arrendamento mercantil Permite que uma empresa se utilize de determinado ativo mediante o estabelecimento de um contrato de aluguel (arrendamento) com uma instituição arrendadora. Financiamento de Capital de Giro É praticada por bancos de investimentos e bancos comerciais/múltiplos, sendo lastreada por recursos próprios ou mediante captações no mercado

42 Financiamento de Capital de Giro Exemplo ilustrativo Valor do financiamento: $ ,00 Prazo de amortização: 2 anos Encargos: Correção monetária + Juros de 14% a.a. pagos ao final de cada semestre IOF da operação: 6,9% pagos na liberação Indexador adotado UMC Valor da UMC no início do 1º semestre: $ 125,00

43 Financiamento de Capital de Giro Valor Líquido Liberado Pelo Banco: Valor do Financiamento em UMC: = 4.000,00 UMCs IOF descontado no ato (6,9%) = (276,00) Valor dos Desembolsos $ ,00 $125, ,00 UMCs Pagamentos Semestrais de Juros: 4.000,00 UMCs [(1,14) 1/2 1] = 270,83 UMCs No último semestre, com os juros deve ser amortizado o principal, totalizando o desembolso 4.270,83 UMCs

44 Financiamento de Capital de Giro Custo Efetivo da Operação: É apurado pelo cálculo da taxa interna de retorno do fluxo de caixa formado pelo financiamento: 3.724,00 270,83 270,83 270, ,83 1 k 1 k 2 1 k 3 1 k 4 Resolvendo-se a expressão, chega-se à taxa de 8,9% ao semestre, que equivale, em termos efetivos, ao custo anual de 18,6%. Essa taxa representa o custo real do financiamento, obtida a partir dos fluxos de caixa expressos em moeda de mesma capacidade aquisitiva.

45 Repasse de Recursos Internos - Finame Valor do financiamento: $ ,00 Participação da Finame: 80% sobre o valor do bem Prazo de amortização: 12 parcelas mensais pelo sistema SAC Encargos de responsabilidade do mutuário: a) taxa de juros: 10% a.a. (8% da Finame e 2% do agente financeiro) b) correção monetária mensal com base na TJLP (UMC = $ 4, na data da liberação) c) comissão de reserva de capital: 0,10%/30 dias x 42 dias x $ ,00 = $ 504,00 d) IOC: 30% a.a.

46 Repasse de Recursos Internos - Finame Valor do Financiamento Comissão de Reserva de Capital IOC 30% x $ ,00 = VALOR NOMINAL ($) $ ,00 $ 504,00 + $ ,00 UNIDADE DE REFERÊNCIA (UMC) ,00/4, = ,50 504,00/4, = 121, ,00/4, = 2.601,30 Valor Líquido Liberado $ , ,80

47 Repasse de Recursos Externos Exemplo ilustrativo Valor do financiamento: US$ ; Forma de pagamento: principal em 4 pagamentos trimestrais de US$ junto com encargos Encargos financeiros envolvidos na operação: a) taxa de juros: 12% a.a. b) comissão de repasse: 5% de US$ = US$ cobrados na liberação c) comissão de abertura de crédito: 1% sobre o repasse cobrado no ato da liberação d) outras despesas: US$ 1.500; e) Imposto de Renda: 20% sobre o valor dos juros calculados

48 Repasse de Recursos Externos Planilha financeira da operação de repasse de recursos externos (a) PERÍODO (TRIMES- TRE) (b) SALDO DEVEDOR (c) AMORTI- ZAÇÃO (d) JUROS (e) IMPOSTO DE RENDA (f) DESEM- BOLSO TOTAL Total:

49 Repasse de Recursos Externos Calculando o custo real efetivo da operação, temos: Valor Bruto do Repasse US$ Comissão de Repasse: 5% x US$ US$ Comissão Abertura Crédito: 1% x US$ US$ Outras Despesas US$ Valor Líquido Disponível da Operação: US$ k 1 k 2 1 k 3 1 k 4 Custo real efetivo do financiamento (k) = 6,5% a.t., ou 28,6% a.a.

50 Subscrição de Debêntures Exemplo ilustrativo Data da emissão: 01/04/01 Quantidade debêntures: Prazo de colocação: Juros: Correção Monetária: 2 anos 14% a.a. (pagos trimestralmente) Variável Deságio: 8%

51 Subscrição de Debêntures Valor bruto da captação: debêntures x 10 UMCs = UMCs ( ) Deságio: 8% x UMCs = UMCs Valor líquido recebido = UMCs O valor de resgate da operação é de UMCs Juros Trimestrais: UMCs x [(1,14)1/4 1] = 1.665,00 UMCs k 1 k 2 1 k 3 1 k 8 Custo real efetivo do financiamento (k) = 4,5% a.t., ou 19,5% a.a.

52 FIM!!!

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