conceito de análise de investimento

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1 1. coceio de aálise de ivesimeo Aálise de Ivesimeos Prof. Uério Cruz O coceio de aálise de ivesimeo pode hoje ser um cojuo de écicas que permiem a comparação ere resulados de omada de decisões referees a aleraivas diferees de uma maeira cieífica. (Kuhe e Bauer, 2001, p. 389). coceio de aálise de ivesimeo a aálise de ivesimeo cosise em uma ferramea fudameal e idispesável ao ivesidor com o propósio de demosrar se pode ou ão realizar o ivesimeo em quesão. Isso se faz imporae uma vez que pode miimizar os riscos da operação. coceio de aálise de ivesimeo De acordo com Gima (2004, p. 184) fudamealmee, risco é a possibilidade de perda fiaceira. Os aivos cosiderados mais arriscados são os que oferecem maiores possibilidades de perda fiaceira. coceio de aálise de ivesimeo Sedo assim, coclui-se que o risco é ieree ao ivesimeo, ou seja, ão exise operação de ivesimeo sem risco. Por ouro lado, ambém é correo afirmar que quao maior a possibilidade de gaho/reoro, maior é o risco associado ao ivesimeo. coceio de aálise de ivesimeo Gima (2004, p. 184) afirma que reoro é o gaho ou perda oal sofrido por um ivesimeo em cero período. Seie 1

2 As formas de aálise mais difudidas e mais uilizadas são: Aálise do Valor Presee Líquido VPL Aálise da Taxa Iera de Reoro TIR Aálise do Pay-Back Aálise dos Ídices Fiaceiros Ecoomic Value Added (EVA ) Valor Ecoômico Adicioado (VEA) 2. Decisões de Ivesimeo As decisões de ivesimeo são voladas a promover alerações o volume de capial desiado a produção de bes e serviços; 2. Decisões de Ivesimeo 2. Decisões de Ivesimeo Todo o processo de decisões fiaceiras requer uma compreesão dos pricípios de formação e uilização das axas de juros do mercado; Um ivesimeo é araee quado seu reoro for superior às axas de remueração do capial. 2. Decisões de Ivesimeo O processo de avaliação e seleção de aleraivas de ivesimeo evolve: a) Dimesioameo dos fluxos de caixa b)avaliação dos fluxos de caixa c) Defiição das axas de reoro exigidas d)irodução do risco 3. Proposas de Ivesimeo AMPLIAÇÃO DO VOLUME DE ATIVIDADE Quado a capacidade máxima de produção e veda da empresa for isuficiee para aeder a demada de seus produos Seie 2

3 3. Proposas de Ivesimeo REPOSIÇÃO E MODERNIZAÇÃO DE ATIVOS Subsiuição de aivos fixos obsoleos ou desgasados pelo uso por ouro mais modero, cujas despesas de maueção sejam mais araees FIXOS Processo comparaivo ode são cofroados os desembolsos e os beefícios proveiees desse processos de decisão 3. Proposas de Ivesimeo ARRENDAMENTO OU AQUISIÇÃO 3. Proposas de Ivesimeo 4. Formação da Taxa de Juros OUTRAS ORIGENS Demais modalidades de proposas de ivesimeos, pricipalmee as oriudas de serviços exeros de assessoria, P&D, publicidade, ec. A axa de juros reflee a remueração exigida por um agee ecoômico ao decidir posergar o cosumo, rasferido seus recursos a ouro agee 4. Formação da Taxa de Juros 4. Formação da Taxa de Juros O valor das axas de juros é basicamee defiido pelas operações livremee praicadas o mercado A axa de juros exprime a cofiabilidade dos agees ecoômicos com relação ao desempeho esperado da ecoomia. Seie 3

4 4. Formação da Taxa de Juros Para uma empresa, a axa de juros reflee o cuso de oporuidade de seu capial A aceiação do ivesimeo somee é decidida quado seu reoro for superior a axa de juro do capial alocado 5. Méodos de Aálise de Ivesimeo Os méodos quaiaivos de aálise ecoômica de ivesimeos podem ser classificados em dois grades grupos: Os que ão levam em coa o valor do diheiro o empo e; Os que cosideram essa variação por meio do criério do fluxo de caixa descoado. 5. Méodos de Aálise de Ivesimeo A avaliação de um aivo é esabelecida pelos beefícios fuuros esperados de caixa razidos a valor presee mediae uma axa de descoo que reflee o risco de decisão 6. O VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO O papel do valor do diheiro o empo em fiaças A maioria das decisões fiaceiras evolve cusos e beefícios disribuídos o empo. O valor do diheiro o empo permie comparar fluxos de caixa que ocorrem em períodos diferees. O papel do valor do diheiro o empo em fiaças Quesão: Seria melhor para uma empresa aplicar $ em um produo que desse reoro de $ o prazo de um ao, ou em um produo que desse reoro de $ em dois aos? Seie 4

5 Coceios básicos Valor fuuro: composição ou crescimeo com o passar do empo. Valor presee: descoo ao valor de hoje. Coceios básicos Fluxos de caixa idividuaise sériesde fluxos de caixa podem ser cosiderados. Lihas de emposão usadas para ilusrar essas relações. Ferrameas de Cálculo Ferrameas de cálculo DIAGRAMA DE FLUXO DE CAIXA Fórmula do Valor Fuuro Exemplo de valor fuuro Algebricamee FV = PV ( 1 + i) Se você deposiar $ hoje a 6% a.a. de juros, quao erá daqui a cico aos? $ x (1,06) 5 = $ x 1,3382= $ 2.676,40 Seie 5

6 Valor presee Valor presee é o valor moeário corree de uma quaia fuura. Baseia-se a ideia de que um Real hoje valemaisdoqueumrealamahã. Valor presee Represea a quaia que deve ser aplicada hoje, a cera axa de juros, para gerar uma quaia fuura. O cálculo de valor presee ambém é chamado de descoo. Valor presee Fórmula do Valor Presee A axa de descoo ambém é comumee cohecida como cuso de oporuidade, axa de descoo, reoro exigido ou cuso de capial. PV = FV ( 1 + i) EXEMPLO Se uma pessoa espera er R$ daqui a um ao, a uma axa de juros de 1% a.m, quao ela erá que aplicar hoje? VPL (NPV) O NPV é obido pela difereça ere o valor presee dos beefícios líquidos de caixa, previsos para cada período do horizoe de duração do projeo, e o valor presee do ivesimeo (desembolso de caixa): Seie 6

7 FC NPV = ode: VPL (NPV) I + 0 ( + ) ( + ) = 1 1 K = 1 1 K FC = fluxo (beefício) de caixa de cada período K = axa de descoo do projeo, represeada pela reabilidade míima requerida I 0 = ivesimeo processado o momeo zero I = valor do ivesimeo previso em cada período subseqüee I VPL (NPV) Exemplo ilusraivo: Supodo que uma empresa eseja avaliado um ivesimeo o valor de $ ,00, do qual se esperam beefícios auais de caixa de $ , $ ,00, $ ,00 e $ os próximos quaro aos e eha defiido uma axa de reoro de 20%, emos: , , , ,00 NPV= ,20 ( 1,20 ) ( 1,20 ) ( 1,20 ) NPV= ,00 [ 8.333, , , ,53 ] , 00 NPV=$5.146,60 VPL (NPV) Um NPV posiivo demosra uma reabilidade superior à míima aceiável; Um NPV egaivo idica um reoro iferior à axa míima requerida para o ivesimeo ; VPL (NPV) VPL (NPV) O NPV expressa, em úlima aálise, o resulado ecoômico (riqueza) aualizado do projeo de ivesimeo; O NPV pressupõe, impliciamee, que seus fluxos iermediários de caixa devem ser reivesidos à axa de descoo uilizada a avaliação do ivesimeo. TIR (IRR) É a axa de descoo que iguala, em deermiado momeo de empo, as eradas com as saídas previsas de caixa; O cálculo da IRR requer o cohecimeo dos moaes de dispêdio de capial e dos fluxos de caixa líquidos icremeais gerados pela decisão; Seie 7

8 TIR (IRR) Represea a reabilidade do projeo expressa em ermos de axa de juros composa equivalee periódica. TIR (IRR) A formulação da axa iera de reoro é represeada, supodo-se a aualização de odos os movimeos de caixa para o momeo zero, da seguie forma : I O + TIR (IRR) I = ( 1 + K ) ( K ) = 1 = FC Ode: I 0 = moae do ivesimeo o momeo zero (iício do projeo); I = moaes previsos de ivesimeo em cada momeo subseqüee; K = axa de reabilidade equivalee periódica (IRR); FC = fluxos previsos de eradas de caixa em cada período de vida do projeo (beefícios de caixa). Exemplo ilusraivo Ivesimeo de $ 300 com beefícios de caixa de $ 100, $ 150, $ 180 e $ 120, respecivamee, os próximos quaro aos 300 = ( 1 + K ) ( 1 + K ) 2 ( 1+ K ) 3 ( 1 + K ) 4 Resolvedo-se com o auxílio de uma calculadora fiaceira, emos K = 28,04% TIR (IRR) + Calculado TIR a HP12C TIR (IRR) Ao FC [f] [Reg] 300 [CHS] [g] [CF 0 ] 100 [g] [CF j ] 150 [g] [CF j ] 180 [g] [CF j ] 120 [g] [CF j ] [f] [IRR] 28,04% Se a axa iera de reoro exceder (ou igualar) o perceual míimo desejado pela empresa, cosidera-se o ivesimeo como ecoomicamee araee, devedo ser aceio; Seie 8

9 TIR (IRR) 7. Aálise de Ivesimeos O projeo pode aé ser lucraivo, mas, se produzir uma axa de reoro iferior à desejada pela empresa, será iviável. 4Permie avaliar aleraivas diferees de decisões de alocação de recursos. Preice Hall 49 Pricipal caracerísica: é o fluxo de caixa (eradas meos saídas de recursos) que impora e ão só o lucro Exemplos: - Subsiuição de equipameos - comprar uma máquia ova ou coiuar com a aiga? - Laçameo de um ovo produo - laçar o produo "A" ou o "B? - Moderização - auomaizar ou ão deparameos admiisraivos? - Aquisição - comprar ou ão uma empresa cocorree? Tipos de Projeos - Idepedees - projeos sem ehuma relação ere si. - Depedees - para se ivesir o projeo "B" há a ecessidade de se ivesir primeiro o projeo "A. - Muuamee Excludees - a opção pelo projeo "B" implica a rejeição auomáica do projeo "A. Eapas a Aálise de Ivesimeos 1. Projeção dos Fluxos de Caixa 2. Avaliação dos Fluxos de Caixa 3. Cálculo da Taxa de Descoo 4. Escolha da melhor aleraiva de ivesimeo aravés do uso de écicas ( PAYBACK, VPL e TIR). Técicas para Avaliação de Ivesimeo de Capial PAYBACK Simples PAYBACK Descoado Valor Presee Líquido (VPL) Taxa Iera de Reoro (TIR) 5. Aálise de Sesibilidade Seie 9

10 Aalisado um Projeo a sua Empresa Você esá examiado a possibilidade de adquirir um ovo equipameo o valor de R$ ,00. Ese equipameo propiciará uma ecoomia de R$ ,00 por ao com gasos de mão-de-obra e maueção. Você, doo da empresa, quer saber se esse projeo do poo de visa fiaceiro deve ser aprovado ou ão. O cuso de capial de sua empresa é de 18% ao ao. Compra de Nova Máquia Preço de aquisição $ Ecoomias auais com mão-de-obra $ Depreciação da ova máquia 10 aos Cuso de Capial 18% a a Com eses dados em mãos devemos calcular o Fluxo de Caixa Livre do projeo. Vedas Líquidas (-) CMV (=) Lucro Bruo (-) Despesas Operacioais. Vedas. Admiisraivas. Ouras (=) EBITDA (-) Depreciação e Amorização (=) EBIT (-) I.Reda/ C.Social (=) Lucro Líquido (+) Depreciação (=) Fluxo de Caixa Operacioal (-) Ivesimeos. Aivo Fixo. Capial de Giro (=)Fluxo de Caixa Livre Fluxo de Caixa Livre Fluxo de Caixa Livre Ao 1 Ao 2 Ao 3... Ao CMPC VPL, TIR PAYBACK O Fluxo de Caixa Livre é Obido: EBITDA ( - ) Imposo de Reda (1) = Fluxo de Caixa Operacioal (FCO) ( - ) Ivesimeos (2) = Fluxo de Caixa Livre (1) A base de cálculo do Imposo de Reda deve cosiderar as despesas de depreciação e amorização. (2) Cosidera os ivesimeos feios ao em aivo permaee como capial de giro EBITDA EBITDA = Earigs Before Ieres, Taxes, Depreciaio ad Amorizaio ( Lucro Aes dos Juros, Imposos sobre o Lucro, Depreciação e Amorização ) Permii ao ivesidor medir a performace da empresa em ermos de fluxo de caixa explorado basicamee a capacidade de geração de recursos dos aivos da empresa. EBITDA 4O O EBITDA é apurado da seguie forma: VENDAS LÍQUIDAS ( - ) CUSTO DO PRODUTO VENDIDO* ( - ) DESPESAS OPERACIONAIS* = EBITDA * Não iclui depreciação e amorização Seie 10

11 FLUXO DE CAIXA LIVRE ( FCL ) - FEGUS - Compra de Nova Máquia - R$ Ao 0 Ao 1 Ao 2 Ao 3 Ao 4 Ao 5 Ecoomias de Caixa Depreciação Lucro Aes dos Imposos I.R e C.S ( 34%) Lucro Líquido Depreciação Ivesimeo Preço da Máquia: Cuso de Isalação: Fluxo de Caixa Livre ( FCL ) ( ) I.R = Imposo de Reda; C.S = Coribuição Social PAYBACK Simples 4Calcula o úmero de períodos que a empresa leva para recuperar o seu Ivesimeo. ANO 1) Exemplo de Fluxos de Caixa iguais: Ivesimeo = Fluxo de Caixa = Auais FL CX FL CX ACUM O PAYBACK esá ere os aos 2 e 3 como podemos observar pelo fluxo de caixa acumulado. Ivesimeo PAYBACK = = = 2,59 aos Fluxo de Caixa PAYBACK Simples Calcula o úmero de períodos que a empresa leva para recuperar o seu Ivesimeo. É fácil e rápido o seu cálculo, embora ão cosidere os Fluxos de Caixa após o período de Payback e o valor do diheiro o empo. PAYBACK Simples O seu criério de aceiação esá ligado ao úmero máximo de períodos defiido o próprio projeo de Ivesimeo. Quao meor, melhor. Os valores de Fluxos de Caixa poderão ser iguais ou diferees a sucessão de períodos. Seie 11

12 PAYBACK Descoado O méodo do PAYBACK pode, ambém, ser aprimorado quado icluímos o coceio do valor do diheiro o empo. Isso é feio o méodo do PAYBACK DESCONTADO que calcula o empo de PAYBACK ajusado os fluxos de caixa por uma axa de descoo. Exemplo PAYBACK Descoado Ivesimeo = Fluxos de Caixa = iguais para 5 aos Taxa de Descoo = 18% ao ao PAYBACK Descoado ANO FL CX ANUAL FL CAIXA AJUSTADO FL CX ACUM AJUST * *Calculo fluxo caixa ajusado = /(1+0,18)¹ = PAYBACK Descoado io O PAYBACK esá ere ao 3 e o ao 4, como podemos observar pelo fluxo de caixa acumulado ajusado. iassim, emos: PAYBACK = / = 3,81 aos. Valor Presee Líquido (VPL) É o resulado da difereça ere o valor dos Fluxos de Caixa razidos ao período iicial e o valor do Ivesimeo. VPL = = 0 FL CX.. - Io ( 1 + i ) Valor Presee Líquido (VPL) VPL > 0 A empresa esaria obedo um reoro maior que o reoro míimo exigido; aprovaria o projeo; VPL = 0 A empresa esaria obedo um reoro exaamee igual ao reoro míimo exigido; seria idiferee em relação ao projeo; VPL < 0 A empresa esaria obedo um reoro meor que o reoro míimo exigido; reprovaria o projeo. Seie 12

13 Teclas da HP 12C Teclas da HP 12C PV PMT i CHS g END BEG Se a série for de pagameos posergados o visor da calculadora ão aparece qualquer mesagem. Se a série for aecipada devemos iformar à calculadora digiado g <BEG> e o visor aparecerá, a pare iferior, a palavra BEGIN. Caso a calculadora eseja programada para a série aecipada (BEGIN o visor) e se eha uma série posergada, basa digiar g <END> e o BEGIN desaparecerá. Teclas a serem uilizadas: PV = Valor do fiaciameo i = Número de pagameos = Taxa de descoo composo para o fiaciameo PMT = Valor de cada pagameo/recebimeo CÁLCULO DO VPL Maualmee VPL = (1+0,18) 1 (1+0,18) 2 (1+0,18) 3 (1+0,18) (1+0,18)5 VPL = VPL = CÁLCULO DO VPL Usado a Calculadora Fiaceira HP 12 C CHS g CF0 (valor de I) g CFj (valor FLC 1) g CFj (valor FLC 2) g CFj (valor FLC 3) g CFj (valor FLC 4) g CFj (valor FLC 5) 18,0 i (axa de descoo) f NPV Como VPL > 0, o projeo deve ser aceio Solução Aleraiva pela HP 12C O diagrama do Fluxo de Caixa é o seguie: Solução Aleraiva pela HP 12C CHS g g CFj 5 g Nj CF0 (valor de I) (valor FL CX) (úmero de FL CX) 18 i (axa de descoo) f NPV = Como VPL > 0, o projeo será aceio Preice Hall 76 Seie 13

14 Taxa Iera de Reoro (TIR ) É a axa de descoo que ora o VPL dos Fluxos de Caixa igual a zero VPL FL CX = 0 FL. CX = 0 ( 1 + TIR ) = 0 É a axa de reoro do Ivesimeo a ser realizado em fução dos Fluxos de Caixa projeados para o fuuro. TIR > Taxa Míima: TIR = Taxa Míima: Criério de Aceiação do Projeo i A empresa esaria obedo uma axa de reoro maior que a axa de reoro míima exigida; aprovaria o projeo; i A empresa esaria obedo uma axa de reoro exaamee igual à axa de reoro míima exigida; seria idiferee em relação ao projeo; Criério de Aceiação do Projeo TIR < Taxa Míima: i A empresa esaria obedo uma axa de reoro meor que a axa de reoro míima exigida; reprovaria o projeo. Observação: A uilização da TIR produz resulados equivalees à do VPL a grade maioria dos casos. No eao, o cálculo da TIR pode apresear problemas algébricos e depede de hipóeses que em sempre são verdadeiras. Por essa razão, a eoria cosidera o VPL como méodo superior à TIR. Exemplo I = FL CX = para os períodos de 1 a 5 aos i = 18% por período ( cuso de capial) Solução pela HP-12-C: o diagrama do Fluxo de Caixa é o seguie: empo Preice Hall 81 Exemplo a) PV (valor de I) CHS PMT (valor de FL CX) 5 (úmero de FL CX) i = 26,8% (TIR) Como TIR > 18%, o projeo será aceio. Oura forma de se calcular a TIR: a) CHS g g CFj 5 g Nj f CF0 (valor de I) (valor de FL CX) (úmero de FL CX) IRR = 26,8% (= TIR) Como TIR > 18%, o projeo será aceio Seie 14

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