Avaliação do Ensino nos Cursos de Pós-Graduação em Engenharia: Um Enfoque Quantitativo de Avaliação em Conjunto

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação do Ensino nos Cursos de Pós-Graduação em Engenharia: Um Enfoque Quantitativo de Avaliação em Conjunto"

Transcrição

1 Avalação do Ensno nos Crsos de Pós-Gradação em Engenhara: Um Enfoqe Qanttatvo de Avalação em Connto Lda Anglo Meza Insttto de Cênca e Tecnologa Unversdade Vega de Almeda Ra Ibtrna, 108, 4º andar, Maracanã, , Ro de Janero, RJ Elane Gonçalves Gomes Programa de Engenhara de Prodção COPPE Unversdade Federal do Ro de Janero Embrapa Montoramento por Satélte Av. Dr. Júlo Soares de Arrda, 803, Parqe São Qrno, , Campnas, SP Lz Bond Neto Departamento de Engenhara Eletrônca e Telecomncações Unversdade do Estado do Ro de Janero Ra São Francsco Xaver, 524, Bl. E, Sala 5025, Maracanã, , Ro de Janero, RJ Pedro Henrqe Govêa Coelho Departamento de Engenhara Eletrônca e Telecomncações Unversdade do Estado do Ro de Janero Ra São Francsco Xaver, 524, Bl. E, Sala 5025, Maracanã, , Ro de Janero, RJ Resmo Os crsos naconas de pós-gradação são avalados perodcamente por dferentes entdades, segndo crtéros nem sempre claros. Esses crtéros tentam consderar ma grande qantdade de varáves, o qe acarreta ma alta sbetvdade nas avalações de prodtvdade. Para qantfcar e agregar estas varáves em únco índce há a necessdade de mpor pesos, ca sbetvdade pode ser casa de desconforto e não acetação dos resltados. Uma das formas de avalar consderando-se váras varáves é tlzar a Análse Envoltóra de Dados (Data Envelopment Analyss DEA), ma abordagem qanttatva e comparada, sem mposção de pesos. Por otro lado, para evtar algns problemas decorrentes da ato-avalação característca dessa análse, pode-se empregar ma técnca adconal, chamada de Avalação Crzada, qe, em palavras smples, não é mas do qe a avalação feta pelo connto de ndades em avalação. Este artgo pretende mostrar ma forma de medr a efcênca de ndades de ensno, especfcamente, dos Programas de Pós-Gradação em Engenhara da Unversdade Federal do Ro de Janero, em relação à prodção de ses recrsos hmanos. Para tal, é tlzada a abordagem por DEA, cos resltados são refnados pela Avalação Crzada, de modo a permtr ma avalação em connto. Palavras-chave: Pós-gradação - Análse Envoltóra de Dados - Avalação em connto.

2 1. Introdção Os crsos de pós-gradação a nível naconal são avalados perodcamente por dferentes entdades, segndo crtéros qe nem sempre são claros. Esses crtéros bscam medr, dentre otros, a prodtvdade acadêmca (nclndo-se qaldade e qantdade da prodção centífca), a dedcação do corpo docente, o tempo para conclsão do crso etc. A qantfcação da excelênca acadêmca não é geralmente realzada; é feta de forma qaltatva. Desta forma, as avalações de prodtvdade em edcação são normalmente sbetvas, em especal devdo à grande qantdade de varáves a serem consderadas. Para qantfcar e agregar estas varáves em únco índce há a necessdade da mposção de pesos, ca sbetvdade pode ser casa de desconforto e não acetação dos resltados. Por otro lado, a avalação edcaconal deve ser qanttatva e comparada (Bocln, 1999). A abordagem por Análse Envoltóra de Dados (Data Envelopment Analyss DEA) (Charnes et al., 1978) apresenta estas das característcas em consonânca, sem mpor pesos, e ala a sbetvdade da avalação qaltatva com a obetvdade da avalação qanttatva de DEA (Soares de Mello et al., 2001b). No entanto, os pesos atrbídos pelos modelos DEA clásscos são calclados através de m problema de programação lnear, de forma qe cada ndade em avalação (Decson Makng Unt DMU) se benefce com a melhor combnação de pesos, maxmzando sa efcênca. Assm, para evtar qe cada ndade em avalação escolha se melhor índce sem otras consderações, pode-se ntrodzr ma técnca adconal, chamada de Avalação Crzada, qe, em palavras smples, pode ser vsta como ma avalação feta pelas otras ndades, sto é, ma avalação de connto. Por otro lado, a Análse de Envoltóra de Dados tem sdo tlzada para avalar a efcênca de ndades edcaconas. O trabalho de Soares de Mello et al. (2001a) apresenta DEA como ma ferramenta mltcrtéro com aplcação em edcação. Trmas de cálclo foram avaladas tlzando DEA em Soares de Mello et al. (2002b). Gomes et al. (2002) tlzam a abordagem DEA para calclar a prodtvdade centífca dos programas de pós-gradação em Engenhara tlzando ma técnca adconal, chamada restrções aos pesos, para refnar os resltados. Em Soares de Mello et al. (2002a) é feta ma análse DEA para analsar a qaldade e prodtvdade dos mesmos programas de pósgradação. No presente artgo apresenta-se ma forma de avalação de efcênca dos Programas de Pós-Gradação em Engenhara da Unversdade Federal do Ro de Janero, em relação à prodção de ses recrsos hmanos (professores e fnconáros), tradzda em teses defenddas, proetos, crédtos mnstrados e pblcações. Esta avalação é feta segndo das ótcas: como a ndade se avala e como as otras ndades a avalam. 2. Análse Envoltóra de Dados DEA A Análse Envoltóra de Dados (Data Envelopment Analyss DEA), desenvolvda orgnalmente por Charnes et al. (1978) no contexto da avalação de escolas, é m método qe sa programação lnear para determnar efcêncas comparatvas de Undades de Tomada de Decsão (Decson Makng Unts DMUs), em stações em qe não sea preponderante o não se desea consderar somente o aspecto fnancero (Gomes et al., 2001). A efcênca relatva de ma DMU é defnda como a razão da soma ponderada de ses prodtos (otpts) pela soma ponderada dos nsmos necessáros para gerá-los (npts). Ao contráro dos modelos tradconas de apoo à decsão com város crtéros, não há a fgra de m

3 decsor arbtráro qe escolhe os pesos para cada fator de ponderação; eles são obtdos pelo própro modelo matemátco. Para sso, é resolvdo m problema de programação fraconára qe atrb a cada DMU os pesos qe maxmzam a sa efcênca. Assm, os pesos são dferentes e o mas benevolentes possíves para cada ndade em estdo. Portanto, a abordagem por DEA mpede qe os responsáves por ma ndade ca avalação não tenha sdo boa argmentem qe tal stação se deve a ma escolha casístca de pesos. Os modelos DEA estão baseados em problemas de programação lnear para determnar os pesos de cada varável para determnar m índce de efcênca mltdmensonal ponderado. O modelo ncalmente desenvolvdo, chamado de modelo DEA CCR (Charnes et al., 1978), o qal consdera retornos constantes de escala. A formlação desse modelo é apresentada em (1), prevamente lnearzada. Otros modelos qe consderam dferentes escalas de operação, além de aplcações a stações reas podem ser encontrados em Lns e Anglo-Meza (2000) e em Cooper et al. (2000). max h o seto a = s = 1 y o m = 1 s v x,v o y = 1 m k = 1 = 1 v x 0, k 0, k = 1,...,n (1) Para o modelo (1), com n DMUs, m npts e s otpts, h o é a efcênca da DMU o em análse; x k representa o npt da DMU k, y k representa o otpt da DMU k; v é o peso atrbído ao npt, é o peso atrbído ao otpt. Esse modelo deve ser resolvdo para cada DMU. Neste artgo, em ma prmera etapa fo tlzado o modelo DEA CCR apresentado. A escolha desse modelo é stfcada pelo fato de não se presmr a exstênca de efetos de escala entre a defesa de teses, a pblcação centífca dos ses resltados, proetos e crédtos mnstrados. A estrtra matemátca dos modelos DEA faz com qe, freqüentemente, ma DMU sea consderada efcente por serem atrbídos pesos nlos a algmas varáves. Isso sgnfca qe essas varáves são desconsderadas na avalação da efcênca daqela ndade, o qe pode acarretar ma avalação ncompleta. No caso em estdo, a qantdade de varáves a serem tlzadas em relação à qantdade de DMUs são ndícos de qe a stação anterormente menconada acontecerá, assm como ma poca dscrmnação entre ndades efcentes, á qe há ma recomendação empírca de qe o número de DMUs sea o trplo o o qádrplo do número de varáves. González-Arraya (2003) aconselha qe o número de varáves sea cnco vezes maor qe o número de DMUs. Logo, para obter resltados mas consstentes, é necessáro sar técncas adconas (Anglo-Meza e Lns, 2002), tal como fo feto no trabalho de Soares de Mello et al. (2002a). Neste artgo, opto-se pelo so da Avalação Crzada. A Avalação Crzada é ma técnca qe permte solconar os dos problemas anterormente menconados, a saber, excesso de pesos zero arbtrados a algmas varáves (desconsderando-as da análse) e a baxa dscrmnação entre

4 ndades efcentes (devdo à relação qantdade de varáves número de DMUs). Por otro lado, essa técnca permte ma avalação de connto: todas as ndades avalam e são avaladas pelas otras ndades, o qe gera ma melhor acetação dos resltados do modelo. Matematcamente, a avalação crzada tlza os pesos atrbídos a cada DMU k, v k e k, segndo o modelo escolhdo, e os tlza para avalar as otras ndades, conforme mostrado em (2), onde E ks é a efcênca da DMU s avalada segndo os pesos da DMU k. k ys E ks = (2) v x k s Cabe destacar qe para as DMUs efcentes os pesos apresentados não são úncos, á qe os PPLs qe determnam a efcênca de cada DMU apresentam múltplas solções ótmas nestes pontos. Para tas DMUs softwares de DEA dferentes podem encontrar conntos de pesos dferentes e qe mantenham a DMU com efcênca 100%. Para escolher entre os város possíves valores para os pesos ótmos de cada DMU, arbtra-se qe estes, qando aplcados às otras DMUs, devem mnmzar a sa efcênca (formlação agressva) o, ao contráro, maxmzá-la (formlação benevolente). Doyle e Green (1994) estabeleceram o PPL apresentado em (3) para o cálclo dos pesos na formlação agressva, no qal a efcênca da DMU s sando os pesos da DMU k é dada em (2). Mn seto a k v,v 0 = 1 E v k ys k k k k k s k s k x y y k k s kk v k x v s k x k = 0 0, s k x s (3) Assm, o processo de avalação é feto em das etapas: prmero, determna-se a efcênca segndo o modelo escolhdo, neste caso o CCR, e, segndo, determnam-se os pesos segndo o modelo (3). Com as efcêncas calcladas constró-se ma matrz de efcêncas crzadas, na qal a méda de cada colna é a avalação crzada, e s, o sea, a avalação do connto da ndade s (tabela 1).

5 Tabela 1. Matrz de Efcêncas Crzadas n 1 E 11 E 12 E 13 E 14 E E 1n 2 E 21 E 22 E 23 E 24 E E 2n 3 E 31 E 32 E 33 E 34 E E 3n 4 E 41 E 42 E 43 E 44 E E 4n 5 E 51 E 52 E 53 E 54 E E 5n n E n1 E n2 E n3 E n4 E n5... E nn e 1 e 2 e 3 e 4 e 5... e n Maores detalhes sobre Avalação Crzada podem ser encontrados em Anglo-Meza (1998) e Lns e Anglo- Meza (2000). 3. Avalação de Undades de Ensno: Programas de Pós- Gradação em Engenhara da Unversdade Federal do Ro de Janero 3.1. Undades de avalação DMUs Para esta análse foram seleconados os doze Programas de Pós- Gradação em Engenhara, sob coordenação do Insttto Alberto Lz Combra de Pós-Gradação e Pesqsa de Engenhara (COPPE), com sede na Unversdade Federal do Ro de Janero. São eles: Programa de Engenhara Bomédca (PEB), Programa de Engenhara Cvl (PEC), Programa de Engenhara Elétrca (PEE), Programa de Engenhara Mecânca (PEM), Programa de Engenhara de Materas e Metalúrgca (PEMM), Programa de Engenhara Nclear (PEN), Programa de Engenhara Naval e Oceânca (PENO), Programa de Engenhara de Prodção (PEP), Programa de Engenhara Qímca (PEQ), Programa de Engenhara de Sstemas e Comptação (PESC), Programa de Engenhara de Transportes (PET) e Programa de Planeamento Energétco (PPE). Esses programas representam as DMUs do modelo DEA Varáves da análse Dado qe o obetvo da análse é a avalação da efcênca dos recrsos hmanos, têm-se como recrsos (npts) a qantdade de professores e fnconáros de cada programa e, como prodtos (otpts) os crédtos mnstrados, os proetos (em mlhares de reas), as teses defenddas (mestrado e dotorado) e as pblcações. Neste caso é tlzada a pontação dada pela CAD (Comssão de Avalação de Docentes) para cada tpo de pblcação dos professores. Os dados tlzados referem-se ao somatóro das varáves para o período compreenddo entre 1995 e 1997 (nclsve) apresentados na Tabela 2. O so de dados atalzados não fo possível devdo à falta de acesso aos mesmos. No entanto, este fato não descaracterza a mportânca deste artgo, co obetvo prncpal é mostrar a tldade de DEA, refnada com a técnca de Avalação Crzada, para avalação de ndades de ensno, especalmente por ser ma abordagem qe consdera ma avalação de connto. Assm, o modelo DEA CCR é consttído de 12 DMUs, 2 npts e 4 otpts.

6 Tabela 2. Dados para os programas. DMU Proetos Pblcações Teses Crédtos Professores Fnconáros PEB ,86 68,27 11,67 90,33 13,00 14,00 PEC ,06 234,43 36,00 300,33 53,33 64,00 PEE ,43 120,70 21,67 152,67 26,00 14,33 PEM ,86 49,77 16,33 97,00 26,33 13,33 PEMM ,54 117,43 20,67 141,33 33,00 34,33 PEN ,24 37,97 9,33 96,50 15,33 36,33 PEO ,18 24,47 13,67 149,00 24,33 17,33 PEP ,17 65,97 59,33 223,33 47,33 12,67 PEQ ,70 222,67 27,67 121,00 29,67 36,67 PESC ,15 116,63 36,33 167,00 28,33 24,00 PET ,46 60,23 14,33 95,67 11,33 5,33 PPE ,21 36,57 11,67 50,83 12,00 10, Aplcação do enfoqe DEA Modelo DEA CCR Os resltados tlzando o modelo DEA CCR (efcêncas e pesos das varáves) e o software What s Best ( são apresentados na Tabela 3. Observa-se qe o número de ndades 100% efcentes é grande (devdo à á comentada relação entre o número de varáves e o número de DMUs), o qe dfclta a ordenação das ndades. Ressalta-se anda o grande número de varáves com peso zero (de três a cnco varáves), o qe sgnfca qe estas varáves (crtéros) são desconsderadas na determnação do índce de efcênca. Desta forma, tornase relevante m refnamento do modelo sado. Tabela 3. Efcênca dos programas e pesos das varáves. Programa Efcênca Pesos das varáves CCR Proetos Pblcações Teses Crédtos Professores Fnconáros PEB 0,915 0, , , , , ,00000 PEC 0,756 0, , , , , ,00000 PEE 0,837 0, , , , , ,02369 PEM 0,490 0, , , , , ,00286 PEMM 0,652 0, , , , , ,00000 PEN 0,745 0, , , , , ,00000 PENO 0,725 0, , , , , ,00000 PEP 1,000 0, , , , , ,07893 PEQ 1,000 0, , , , , ,00000 PESC 1,000 0, , , , , ,00129 PET 1,000 0, , , , , ,18762 PPE 1,000 0, , , , , , Avalação Crzada Na lteratra de DEA há algmas formas para contornar o problema do excesso de pesos nlos. Uma delas é ntrodzr restrções aos pesos no modelo (Anglo-Meza e Lns, 2002), o qe mplca em ter m consenso sobre a mportânca relatva de cada varável na análse. No estdo de caso deste artgo, sso não fo possível: cada programa consderava como mportantes varáves dferentes, especalmente qando a performance em ma determnada varável era mto favorável. Esses pareceres confltantes levaram à adoção da Avalação Crzada como estratéga alternatva, á qe se, por m lado, não precsa de nformação adconal por parte dos especalstas, o

7 qe evta a falta de consenso, por otro é ma forma de avalar em connto, o sea, consdera os dferentes pareceres ao sar os pesos das varáves encontrados pelos PPLs de DEA. Além dessas vantagens, a Avalação Crzada permte ncrementar a dscrmnação entre os programas de pós-gradação efcentes. Na Tabela 4, apresenta-se a matrz de efcêncas crzadas, calcladas tlzando-se a formlação agressva apresentada em (3). Nessa tabela, observa-se ma melhor ordenação das DMUs e ma avalação mas completa por desconsderar m menor número de varáves. Na últma lnha, e k é a méda da colna, por exemplo, e PPE é a méda de todas as avalações do programa de pósgradação PPE feta por todos os programas, nclndo a própra avalação de PPE. Note-se, anda, qe a dagonal da matrz representa a efcênca obtda com o modelo DEA CCR (resltados da Tabela 3). Tabela 4. Matrz de Efcêncas Crzadas. PEB PEC PEE PEM PEMM PEN PENO PEP PEQ PESC PET PPE PEB 0,915 0,756 0,794 0,391 0,598 0,590 0,427 0,394 1,000 0,741 1,000 0,542 PEC 0,915 0,756 0,794 0,391 0,598 0,590 0,427 0,394 1,000 0,741 1,000 0,542 PEE 0,745 0,594 0,837 0,349 0,512 0,230 0,167 0,294 1,000 0,644 1,000 0,474 PEM 0,694 0,520 0,657 0,490 0,485 0,450 0,440 0,999 0,717 1,000 1,000 0,758 PEMM 0,616 0,655 0,706 0,273 0,652 0,459 0,272 0,264 0,995 0,762 1,000 0,955 PEN 0,822 0,666 0,695 0,436 0,507 0,745 0,725 0,558 0,483 0,698 0,999 0,501 PENO 0,822 0,666 0,695 0,436 0,507 0,743 0,725 0,559 0,482 0,698 1,000 0,501 PEP 0,178 0,120 0,323 0,262 0,129 0,055 0,168 1,000 0,161 0,323 0,574 0,241 PEQ 0,700 0,586 0,619 0,252 0,474 0,330 0,134 0,186 1,000 0,549 0,708 0,406 PESC 0,679 0,528 0,65 0,474 0,502 0,480 0,441 0,954 0,722 1,000 1,000 0,804 PET 0,621 0,657 0,708 0,274 0,652 0,459 0,271 0,264 1,000 0,762 1,000 0,951 PPE 0,088 0,295 0,334 0,113 0,432 0,309 0,261 0,182 0,307 0,511 0,686 1,000 e k 0,650 0,567 0,651 0,345 0,504 0,453 0,371 0,504 0,739 0,702 0,914 0,640 Na Tabela 5 apresenta-se a ordenação segndo a efcênca crzada. Verfca-se qe o programa PET obteve o prmero lgar, sendo qe a efcênca crzada fo mto parecda com a efcênca padrão obtda na prmera etapa do estdo. Isso condz a ma melhor observação das dferenças entre a efcênca padrão e a efcênca crzada de cada m dos programas. Nota-se qe exstem grandes dferenças entre essas das efcêncas, sendo a maor delas a do programa PEP, qe pode ser explcada pelas avalações dos dferentes programas na Tabela 4 (ver a colna de PEP). Pode-se anda observar qe o programa PEP fo avalado com m índce baxo por qase todos os programas, sendo qe a por avalação fo a do programa PPE (0,182), o qe sgnfca qe o programa PPE dá mportânca a varáves qe o programa PEP gnora. A mesma análse pode ser feta para todos os programas qe tveram baxa avalação por parte de otros programas. O programa PET é o de melhor efcênca fnal, sendo qe a avalação por parte de otros programas é mto favorável e constante. É mportante notar qe a matrz de avalação crzada (Tabela 4) pode ser mto útl para dentfcar parceros o programas com perfs semelhantes, no sentdo em qe a avalação por parte desse programa sea ma efcênca consstente com a efcênca encontrada na prmera avalação. Assm, o programa PEP pode dentfcar como parceros, o programas de perfl semelhante, os programa PESC e PEM. Por otro lado, podem-se galmente dentfcar programas antagonstas. No caso de PEP são, entre otros, os programa PPE e PEQ (na verdade, qase todos os programas estão fornecendo baxa avalação ao programa PEP).

8 Tabela 5. Herarqzação dos programas de pós-gradação segndo a avalação crzada. Ordem DMU Efcênca crzada Efcênca DEA CCR 1 PET 0,914 1,000 2 PEQ 0,739 1,000 3 PESC 0,702 1,000 4 PEE 0,651 0,837 5 PEB 0,650 0,915 6 PPE 0,640 1,000 7 PEC 0,567 0,756 8 PEMM 0,504 0,652 9 PEP 0,504 1, PEN 0,453 0, PENO 0,371 0, PEM 0,345 0, Conclsões A Análse Envoltóra de Dados mostro-se ma ferramenta mportante para a avalação de programas de pósgradação, ao serem consderadas múltplas varáves qe apresentam relação casal, sem ntrodzr pesos arbtráros. Assm, os resltados obtdos ndependem de opnões sbetvas, e qase sempre polêmcas, dos avaladores, seam nternos o externos. Além dsso, o so da Avalação Crzada permt ncrementar a dscrmnação da avalação entre os programas, e, mas mportante, consderar ma avalação de connto na qal cada m programa avala todos os otros, sem qalqer nformação a pror. Essa técnca adconal também permt dentfcar ndades parceras e antagonstas, a partr da análse da matrz de efcêncas crzadas. Os resltados deste artgo podem contrbr para o so de ma nova estratéga para a avalação no ensno, tlzando a Análse Envoltóra de Dados (DEA) e a Avalação Crzada, em stações em qe o consenso não sea possível. Não obstante, é aconselhável qe a técnca da avalação crzada sea restrta a m connto fxo de ndades em análse, pos, por tratar-se de ma méda, a retrada o nclsão de ma ndade em análse pode afetar o resltado fnal da avalação crzada. 5. Referêncas Bblográfcas ANGULO-MEZA, L. Data Envelopment Analyss na determnação da efcênca dos Programas de Pós-Gradação da COPPE/UFRJ Tese (Mestrado em Eng. de Prodção) - COPPE, Unversdade Federal do Ro de Janero, Ro de Janero. ANGULO-MEZA, L.; LINS, M.P.E. Revew of Methods for Increasng Dscrmnaton n Data Envelopment Analyss. Annals of Operatons Research, v. 116, p , BOCLIN, R. Indcadores de Desempenho: Novas Estratégas da Edcação Speror. Ensao - Avalação e Polítcas Públcas em Edcação, n. 7, p , BANKER, R.D.; CHARNES, A.; COOPER, W.W. Some models for estmatng techncal scale neffcences n Data Envelopment Analyss. Management Scence, v. 30, p , CHARNES, A.; COOPER, W.W.; RHODES, E. Measrng the effcency of decson-makng nts. Eropean Jornal of Operatonal Research, v. 2, p , COOPER, W.W.; SEIFORD, L.M.; TONE, K. Data Envelopment Analyss: A Comprehensve Text wth Models, Applcatons, References and DEA-Solver Software. Boston: Klwer Academc Pblshers, 2000.

9 DOYLE, J. R.; GREEN, R. H. Effcency and Cross-effcency n DEA: Dervatons, Meanngs and Uses. Jornal of the Operatonal Research Socety, v. 45 n. 5, p , GONZALEZ-ARAYA, M.C. Proeções não radas em regões fortemente efcentes da frontera DEA - Algortmos e Aplcações, Tese (Dotorado em Engenhara de Prodção) - COPPE, Unversdade Federal do Ro de Janero, Ro de Janero. GOMES, E.G.; SOARES DE MELLO, J.C.C.B.; SERAPIÃO, B.P.; LINS, M.P.E.; BIONDI, L.N. Avalação de Efcênca de Companhas Aéreas Brasleras: Uma Abordagem por Análse de Envoltóra de Dados. In: SETTI, J.R.A.; LIMA JÚNIOR, O.F. (Eds.). Panorama Naconal da Pesqsa em Transportes Campnas: SP, v. 2, p , GOMES, E.G.; SOARES DE MELLO, J.C.C.B.; ANGULO-MEZA,L.; LINS, M.P.E. Qaldade e Prodtvdade de Programas de Pós- Gradação em Engenhara. Anas do VIII Encontro de Edcação em Engenhara, LINS, M.P.E.; ANGULO-MEZA, L. Análse Envoltóra de Dados e perspectvas de ntegração no ambente de Apoo à Decsão. Ro de Janero: Edtora da COPPE, SOARES DE MELLO, J.C.C.B.; GOMES, E.G.; SOARES DE MELLO, M.H.C.; LINS, M.P.E., Seleção de Varáves para tlzação de Análse Envoltóra de Dados como ferramenta Mltcrtéro: ma aplcação em Edcação. Anas do XXI ENEGEP - Encontro Naconal de Engenhara de Prodção e VII Internatonal Conference on Indstral Engneerng and Operatons Management, Salvador, 2001a. SOARES DE MELLO, J.C.C.B.; LETA, F.R.; FERNANDES, A.J.S.; VAZ, M.R.; SOARES DE MELLO, M.H.C.; BARBEJAT, M.E.R.P. Avalação Qaltatva e Qanttatva: ma Metodologa de Integração. Ensao Avalação e Polítcas Públcas em Edcação, v. 9, n. 31, p , 2001b. SOARES DE MELO, J.C.C.B., GOMES, E.G., ANGULO-MEZA, L., SOARES DE MELLO, M.H.C., Análse Envoltóra de Dados na Avalação da Prodtvdade Centífca de Programas de Pós-Gradação em Engenhara. Anas do XXII Encontro Naconal de Engenhara de Prodção, 2002a. SOARES DE MELO, J.C.C.B., LINS, M.P.E., SOARES DE MELLO, M.H.C., GOMES, E.G., Evalatng the Performance of Calcls Classes Usng Operatonal Research Tools. Eropean Jornal of Engneerng Edcaton, v. 27, n. 2, 2002b.

EFICIÊNCIA NO CONSUMO DE ENERGIA EM MUNICIPIOS FLUMINENSES CONSIDERANDO TEMPERATURAS

EFICIÊNCIA NO CONSUMO DE ENERGIA EM MUNICIPIOS FLUMINENSES CONSIDERANDO TEMPERATURAS EFICIÊNCIA NO CONSUMO DE ENERGIA EM MUNICIPIOS FLUMINENSES CONSIDERANDO TEMPERATURAS João Carlos Correa Baptsta Soares de Mello Unversdade Federal Flmnense Lda Anglo Meza Unversdade Federal Flmnense Elane

Leia mais

EFICIÊNCIAS AEROPORTUÁRIAS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA COM ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS

EFICIÊNCIAS AEROPORTUÁRIAS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA COM ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS EFICIÊNCIAS AEROPORTUÁRIAS: UMA ABORDAGEM COMPARATIVA COM ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS AIRPORT EFFICIENCIES: A COMPARATIVE APPROACH BASED ON DATA ENVELOPMENT ANALYSIS João Carlos C. B. Soares de Mello

Leia mais

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica.

Análise do Retorno da Educação na Região Norte em 2007: Um Estudo à Luz da Regressão Quantílica. Análse do Retorno da Edcação na Regão Norte em 2007: Um Estdo à Lz da Regressão Qantílca. 1 Introdcão Almr Rogéro A. de Soza 1 Jâno Macel da Slva 2 Marnalva Cardoso Macel 3 O debate sobre o relaconamento

Leia mais

Texto 03: Campos Escalares e Vetoriais. Gradiente. Rotacional. Divergência. Campos Conservativos.

Texto 03: Campos Escalares e Vetoriais. Gradiente. Rotacional. Divergência. Campos Conservativos. 1 Unversdade Salvador UNIFACS Crsos de Engenhara Cálclo IV Profa: Ila Reboças Frere Cálclo Vetoral Teto 03: Campos Escalares e Vetoras. Gradente. Rotaconal. Dvergênca. Campos Conservatvos. Campos Escalares

Leia mais

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma.

TEORIA DE ERROS * ERRO é a diferença entre um valor obtido ao se medir uma grandeza e o valor real ou correto da mesma. UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA AV. FERNANDO FERRARI, 514 - GOIABEIRAS 29075-910 VITÓRIA - ES PROF. ANDERSON COSER GAUDIO FONE: 4009.7820 FAX: 4009.2823

Leia mais

Selecção de variáveis em DEA aplicada a uma análise do mercado de energia eléctrica

Selecção de variáveis em DEA aplicada a uma análise do mercado de energia eléctrica L. Angulo-Meza et al. / Investgação Operaconal, 27 (2007) 21-36 21 Selecção de varáves em DEA aplcada a uma análse do mercado de energa eléctrca Lda Angulo Meza João Carlos Correa Baptsta Soares de Mello

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CCSA - Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Curso de Economia CCSA - Centro de Cêncas Socas e Aplcadas Curso de Economa ECONOMIA REGIONAL E URBANA Prof. ladmr Fernandes Macel LISTA DE ESTUDO. Explque a lógca da teora da base econômca. A déa que sustenta a teora da

Leia mais

PESQUISA OPERACIONAL E ANÁLISE ENVOLTÓRIA DOS DADOS: APLICAÇÕES EM PROBLEMAS AMBIENTAIS

PESQUISA OPERACIONAL E ANÁLISE ENVOLTÓRIA DOS DADOS: APLICAÇÕES EM PROBLEMAS AMBIENTAIS Anas do XX Encontro de Incação Centífca ISSN 98-78 Anas do V Encontro de Incação e Desenvolvento Tecnológco e Inovação ISSN 37- e 3 de setebro de 5 PESQUISA OPERACIONAL E ANÁLISE ENVOLTÓRIA DOS DADOS:

Leia mais

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS

NOTA II TABELAS E GRÁFICOS Depto de Físca/UFMG Laboratóro de Fundamentos de Físca NOTA II TABELAS E GRÁFICOS II.1 - TABELAS A manera mas adequada na apresentação de uma sére de meddas de um certo epermento é através de tabelas.

Leia mais

Avaliação de máquinas-ferramenta com DEA

Avaliação de máquinas-ferramenta com DEA XXIII Encontro Nac. de Eng. de Prodção - Oro Preto, MG, Brasl, 2 a 24 de ot de 2003 Avalação de máqnas-ferramenta com DEA Fabana Rodrges Leta (UFF) fabana@c.ff.br João Carlos Correa Baptsta Soares de Mello

Leia mais

PROPOSIÇÃO DE UMA MEDIDA DE SUSTENTABILIDADE EM AGRICULTURA COM MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS

PROPOSIÇÃO DE UMA MEDIDA DE SUSTENTABILIDADE EM AGRICULTURA COM MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS PROPOSIÇÃO DE UMA MEDIDA DE SUSTENTABILIDADE EM AGRICULTURA COM MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS Elane Gonçalves Gomes Empresa Braslera de Pesqusa Agropecuára (Embrapa) Parque Estação Bológca,

Leia mais

SELEÇÃO DE ROTA MARÍTIMA DE CONTÊINERES UTILIZANDO ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS: UM ESTUDO DE CASO

SELEÇÃO DE ROTA MARÍTIMA DE CONTÊINERES UTILIZANDO ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS: UM ESTUDO DE CASO SELEÇÃO DE ROTA MARÍTIMA DE CONTÊINERES UTILIZANDO ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS: UM ESTUDO DE CASO Marco Arzua Callaux Unversdade Federal Flumnense Annbal Parracho Sant anna Unversdade Federal Flumnense

Leia mais

087/2009 - UMA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA COM UM MODELO DA ANÁLISE ENVOLÓTORIA DE DADOS

087/2009 - UMA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA COM UM MODELO DA ANÁLISE ENVOLÓTORIA DE DADOS ISSN 275-6295 Ro de Janero- Brasl, 05 e 06 de agosto de 2009. SPOLM 2009 087/2009 - UMA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA COM UM MODELO DA ANÁLISE ENVOLÓTORIA DE DADOS

Leia mais

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF)

CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Finitos (MEF) PMR 40 - Mecânca Computaconal CAPÍTULO VI Introdução ao Método de Elementos Fntos (MEF). Formulação Teórca - MEF em uma dmensão Consderemos a equação abao que representa a dstrbução de temperatura na barra

Leia mais

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado)

5.1 Seleção dos melhores regressores univariados (modelo de Índice de Difusão univariado) 5 Aplcação Neste capítulo será apresentada a parte empírca do estudo no qual serão avalados os prncpas regressores, um Modelo de Índce de Dfusão com o resultado dos melhores regressores (aqu chamado de

Leia mais

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar?

Sistemas Robóticos. Sumário. Introdução. Introdução. Navegação. Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Sumáro Sstemas Robótcos Navegação Introdução Onde estou? Para onde vou? Como vou lá chegar? Carlos Carreto Curso de Engenhara Informátca Ano lectvo 2003/2004 Escola Superor de Tecnologa e Gestão da Guarda

Leia mais

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos CAPÍTULO 1 Exercícos Propostos Atenção: Na resolução dos exercícos consderar, salvo menção em contráro, ano comercal de das. 1. Qual é a taxa anual de juros smples obtda em uma aplcação de $1.0 que produz,

Leia mais

Influência dos Procedimentos de Ensaios e Tratamento de Dados em Análise Probabilística de Estrutura de Contenção

Influência dos Procedimentos de Ensaios e Tratamento de Dados em Análise Probabilística de Estrutura de Contenção Influênca dos Procedmentos de Ensaos e Tratamento de Dados em Análse Probablístca de Estrutura de Contenção Mara Fatma Mranda UENF, Campos dos Goytacazes, RJ, Brasl. Paulo César de Almeda Maa UENF, Campos

Leia mais

SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS

SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS Lda Angulo Meza Insttuto de Cêncas e Tecnologa Unversdade Vega de Almeda lda@lab.uva.br

Leia mais

SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS

SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS SIAD - SISTEMA INTEGRADO DE APOIO À DECISÃO: UMA IMPLEMENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE MODELOS DE ANÁLISE DE ENVOLTÓRIA DE DADOS Lda Angulo Meza Insttuto de Cêncas e Tecnologa Unversdade Vega de Almeda lda@lab.uva.br

Leia mais

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação

Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Cálculo do Conceito Preliminar de Cursos de Graduação Mnstéro da Educação Insttuto Naconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera Cálculo do Conceto Prelmnar de Cursos de Graduação Nota Técnca Nesta nota técnca são descrtos os procedmentos utlzados

Leia mais

162 EFICIÊNCIA TÉCNICA EM PROPRIEDADES SANTOS, J. A. dos et LEITEIRAS al. DA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA-MG: UMA ANÁLISE NÃO-PARAMÉTRICA

162 EFICIÊNCIA TÉCNICA EM PROPRIEDADES SANTOS, J. A. dos et LEITEIRAS al. DA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA-MG: UMA ANÁLISE NÃO-PARAMÉTRICA 162 EFICIÊNCIA TÉCNICA EM PROPRIEDADES SANTOS J. A. dos et LEITEIRAS al. DA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA-MG: UMA ANÁLISE NÃO-PARAMÉTRICA Techncal effcency n mlk producton n the regon of VIÇOSA-MG: a non-parametrc

Leia mais

Análise Envoltória de Dados. João Carlos Soares de Mello - UFF Lidia Angulo Meza - UFF Eliane Gonçalves Gomes - Embrapa Luiz Biondi Neto - UERJ

Análise Envoltória de Dados. João Carlos Soares de Mello - UFF Lidia Angulo Meza - UFF Eliane Gonçalves Gomes - Embrapa Luiz Biondi Neto - UERJ nálse Enoltóra de Dados João Carlos Soares de Mello - UFF Lda nglo Meza - UFF Elane Gonçales Gomes - Embrapa Lz Bond Neto - UERJ XXXVII Smpóso Braslero de Pesqsa Operaconal Gramado - 7 a 3 de setembro

Leia mais

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola

Nota Técnica Médias do ENEM 2009 por Escola Nota Técnca Médas do ENEM 2009 por Escola Crado em 1998, o Exame Naconal do Ensno Médo (ENEM) tem o objetvo de avalar o desempenho do estudante ao fm da escolardade básca. O Exame destna-se aos alunos

Leia mais

Exemplos. representado a seguir, temos que: são positivas. são negativas. i

Exemplos. representado a seguir, temos que: são positivas. são negativas. i 6 Prodto Vetoral Para defnrmos o prodto etoral entre dos etores é ndspensáel dstngrmos o qe são bases postas e bases negatas Para sso consderemos ma base do espaço { } e m obserador Este obserador dee

Leia mais

Tecnologia de Grupo. 1. Justificativa e Importância da Tecnologia de Grupo. 2. Algoritmo de Ordenação Binária. = 1 se a máquina i

Tecnologia de Grupo. 1. Justificativa e Importância da Tecnologia de Grupo. 2. Algoritmo de Ordenação Binária. = 1 se a máquina i Tecnologa de Grpo 1. Jstfcatva e Iportânca da Tecnologa de Grpo Tecnologa de grpos é conceto portante aplcado na foração de céllas de anfatra. A organzação do sstea de prodção e céllas de anfatra poss

Leia mais

MODELO DEA APLICADO AOS RESULTADOS DAS OLIMPÍADAS DE ATENAS 2004

MODELO DEA APLICADO AOS RESULTADOS DAS OLIMPÍADAS DE ATENAS 2004 MODELO DEA APLICADO AOS RESULTADOS DAS OLIMPÍADAS DE ATENAS 2004 Brenda Perera Branco da Slva Graduação de Engenhara de Produção Unversdade Federal Flumnense Rua Passo da Pátra, 56, São Domngos, CEP: 2420-240,

Leia mais

Introdução e Organização de Dados Estatísticos

Introdução e Organização de Dados Estatísticos II INTRODUÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS ESTATÍSTICOS 2.1 Defnção de Estatístca Uma coleção de métodos para planejar expermentos, obter dados e organzá-los, resum-los, analsá-los, nterpretá-los e deles extrar

Leia mais

PREVISÃO DO ÍNDICE MERVAL: UMA APLICAÇÃO DE REDES NEURIAS POLINOMIAIS GMDH

PREVISÃO DO ÍNDICE MERVAL: UMA APLICAÇÃO DE REDES NEURIAS POLINOMIAIS GMDH PREVISÃO DO ÍNDICE MERVAL: UMA APLICAÇÃO DE REDES NEURIAS POLINOMIAIS GMDH CAPORAL, Bbana 1 ; CAVALHEIRO, Everton ; CORRÊA, José Carlos 3 ; CUNHA, Carlos 4 Palavras-chave: Econometra; Séres temporas; Co-ntegração;

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM ALGORITMO PARA RECONS- TRUÇÃO DE IMAGENS UTILIZANDO A TÉCNICA DE TOMO- GRAFIA POR IMPEDÂNCIA ELÉTRICA

DESENVOLVIMENTO DE UM ALGORITMO PARA RECONS- TRUÇÃO DE IMAGENS UTILIZANDO A TÉCNICA DE TOMO- GRAFIA POR IMPEDÂNCIA ELÉTRICA PUCRS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E TECNO- LOGIA DE MATERIAIS Facldade de Engenhara Facldade de

Leia mais

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA

Análise de Regressão. Profa Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Análse de Regressão Profa Alcone Mranda dos Santos Departamento de Saúde Públca UFMA Introdução Uma das preocupações estatístcas ao analsar dados, é a de crar modelos que explctem estruturas do fenômeno

Leia mais

Conversor de grafemas para fones baseado em regras para português. Sara Candeias e Fernando Perdigão

Conversor de grafemas para fones baseado em regras para português. Sara Candeias e Fernando Perdigão Capítlo 14 Conversor de grafemas para fones baseado em regras para portgês Sara Candeas e Fernando Perdgão Lís Costa, Dana Santos e Nno Cardoso, edtores, Perspectvas sobre a Lngateca / Actas do encontro

Leia mais

Regressão e Correlação Linear

Regressão e Correlação Linear Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,

Leia mais

TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIAS EM LINHAS DE PRODUÇÃO: MODELOS, RESULTADOS E DISCUSSÕES 1

TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIAS EM LINHAS DE PRODUÇÃO: MODELOS, RESULTADOS E DISCUSSÕES 1 XIV ELAVIO El Fuerte Snaloa Méxco 9-14 de agosto de 2009 TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIAS EM LINHAS DE PRODUÇÃO: MODELOS RESULTADOS E DISCUSSÕES 1 Mayron César de O. Morera Lana Mara R. Santos Alysson M.

Leia mais

Cálculo do Conceito ENADE

Cálculo do Conceito ENADE Insttuto aconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera IEP Mnstéro da Educação ME álculo do onceto EADE Para descrever o cálculo do onceto Enade, prmeramente é mportante defnr a undade de observação

Leia mais

Fast Multiresolution Image Querying

Fast Multiresolution Image Querying Fast Multresoluton Image Queryng Baseado no artgo proposto por: Charles E. Jacobs Adan Fnkelsten Davd H. Salesn Propõe um método para busca em um banco de dados de magem utlzando uma magem de consulta

Leia mais

2 Máquinas de Vetor Suporte 2.1. Introdução

2 Máquinas de Vetor Suporte 2.1. Introdução Máqunas de Vetor Suporte.. Introdução Os fundamentos das Máqunas de Vetor Suporte (SVM) foram desenvolvdos por Vapnk e colaboradores [], [3], [4]. A formulação por ele apresentada se basea no prncípo de

Leia mais

Universidade Salvador UNIFACS Cursos de Engenharia Cálculo IV Profa: Ilka Rebouças Freire. Integrais Múltiplas

Universidade Salvador UNIFACS Cursos de Engenharia Cálculo IV Profa: Ilka Rebouças Freire. Integrais Múltiplas Unversdade Salvador UNIFACS Cursos de Engenhara Cálculo IV Profa: Ilka ebouças Frere Integras Múltplas Texto 3: A Integral Dupla em Coordenadas Polares Coordenadas Polares Introduzremos agora um novo sstema

Leia mais

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção

O Uso do Software Matlab Aplicado à Previsão de Índices da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenharia de Produção O Uso do Software Matlab Aplcado à Prevsão de Índces da Bolsa de Valores: Um Estudo de Caso no Curso de Engenhara de Produção VICENTE, S. A. S. Unversdade Presbterana Mackenze Rua da Consolação, 930 prédo

Leia mais

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado

Variabilidade Espacial do Teor de Água de um Argissolo sob Plantio Convencional de Feijão Irrigado Varabldade Espacal do Teor de Água de um Argssolo sob Planto Convenconal de Fejão Irrgado Elder Sânzo Aguar Cerquera 1 Nerlson Terra Santos 2 Cásso Pnho dos Res 3 1 Introdução O uso da água na rrgação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnilesteMG 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS - UnlesteMG Dscplna: Introdução à Intelgênca Artfcal Professor: Luz Carlos Fgueredo GUIA DE LABORATÓRIO LF. 01 Assunto: Lógca Fuzzy Objetvo: Apresentar o

Leia mais

Sistemas de Filas: Aula 5. Amedeo R. Odoni 22 de outubro de 2001

Sistemas de Filas: Aula 5. Amedeo R. Odoni 22 de outubro de 2001 Sstemas de Flas: Aula 5 Amedeo R. Odon 22 de outubro de 2001 Teste 1: 29 de outubro Com consulta, 85 mnutos (níco 10:30) Tópcos abordados: capítulo 4, tens 4.1 a 4.7; tem 4.9 (uma olhada rápda no tem 4.9.4)

Leia mais

Elaboração: Fevereiro/2008

Elaboração: Fevereiro/2008 Elaboração: Feverero/2008 Últma atualzação: 19/02/2008 E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo esclarecer aos usuáros a metodologa de cálculo e os crtéros de precsão utlzados na atualzação das Letras

Leia mais

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que

I. Introdução. inatividade. 1 Dividiremos a categoria dos jovens em dois segmentos: os jovens que estão em busca do primeiro emprego, e os jovens que DESEMPREGO DE JOVENS NO BRASIL I. Introdução O desemprego é vsto por mutos como um grave problema socal que vem afetando tanto economas desenvolvdas como em desenvolvmento. Podemos dzer que os índces de

Leia mais

Universidade Estadual de Ponta Grossa/Departamento de Economia/Ponta Grossa, PR. Palavras-chave: CAPM, Otimização de carteiras, ações.

Universidade Estadual de Ponta Grossa/Departamento de Economia/Ponta Grossa, PR. Palavras-chave: CAPM, Otimização de carteiras, ações. A CONSTRUÇÃO DE CARTEIRAS EFICIENTES POR INTERMÉDIO DO CAPM NO MERCADO ACIONÁRIO BRASILEIRO: UM ESTUDO DE CASO PARA O PERÍODO 006-010 Rodrgo Augusto Vera (PROVIC/UEPG), Emerson Martns Hlgemberg (Orentador),

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS MODELOS LES E DES PARA SIMULAÇÃO DE ESCOAMENTO COMPRESSÍVEL TURBULENTO

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS MODELOS LES E DES PARA SIMULAÇÃO DE ESCOAMENTO COMPRESSÍVEL TURBULENTO NELSON PEDRÃO ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS MODELOS LES E DES PARA SIMULAÇÃO DE ESCOAMENTO COMPRESSÍVEL TURBULENTO Dssertação apresentada à Escola Poltécnca da Unversdade de São Palo para obtenção do títlo

Leia mais

Controlo Metrológico de Contadores de Gás

Controlo Metrológico de Contadores de Gás Controlo Metrológco de Contadores de Gás José Mendonça Das (jad@fct.unl.pt), Zulema Lopes Perera (zlp@fct.unl.pt) Departamento de Engenhara Mecânca e Industral, Faculdade de Cêncas e Tecnologa da Unversdade

Leia mais

Custos operacionais eficientes das distribuidoras de energia elétrica: um estudo comparativo dos modelos DEA e SFA

Custos operacionais eficientes das distribuidoras de energia elétrica: um estudo comparativo dos modelos DEA e SFA Gest. Prod., São Carlos, v. 7, n. 4, p. 653-667, 200 Cstos operaconas efcentes das dstrbdoras de energa elétrca: m estdo comparatvo dos modelos DEA e SFA The cost effcency of the Brazlan electrcty dstrbton

Leia mais

Otimização de Custos de Transporte e Tributários em um Problema de Distribuição Nacional de Gás

Otimização de Custos de Transporte e Tributários em um Problema de Distribuição Nacional de Gás A pesqusa Operaconal e os Recursos Renováves 4 a 7 de novembro de 2003, Natal-RN Otmzação de ustos de Transporte e Trbutáros em um Problema de Dstrbução Naconal de Gás Fernanda Hamacher 1, Fernanda Menezes

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é:

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI NA REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS. Uma equação simplificada para se determinar o lucro de uma empresa é: UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE TAGUCHI A REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PROJETOS Ademr José Petenate Departamento de Estatístca - Mestrado em Qualdade Unversdade Estadual de Campnas Brasl 1. Introdução Qualdade é hoje

Leia mais

TRANSPORTE E ESTOCAGEM DE FUMO UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR USADO NA TOMADA DE DECISÃO

TRANSPORTE E ESTOCAGEM DE FUMO UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR USADO NA TOMADA DE DECISÃO TRANSPORTE E ESTOCAGEM DE FUMO UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR USADO NA TOMADA DE DECISÃO Janaína Poffo Possama janapoffo@gmal.com Unversdade Regonal de Blumenau Rua Antôno da Vega, 0 8902-900 - Blumenau

Leia mais

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento

Análise Econômica da Aplicação de Motores de Alto Rendimento Análse Econômca da Aplcação de Motores de Alto Rendmento 1. Introdução Nesta apostla são abordados os prncpas aspectos relaconados com a análse econômca da aplcação de motores de alto rendmento. Incalmente

Leia mais

NORMAS DE SELEÇÃO AO DOUTORADO

NORMAS DE SELEÇÃO AO DOUTORADO 1. INSCRIÇÕES PARA SELEÇÃO 1.1. Para a Área de Irrgação e Drenagem Poderão nscrever-se canddatos formados em Engenhara Agrícola, Agronoma, Meteorologa e demas Engenharas, ou em outras áreas afns a crtéro

Leia mais

LOCALIZAÇÃO ESPACIAL DA MÃO DO USUÁRIO UTILIZANDO WII REMOTE. Ricardo Silva Tavares 1 ; Roberto Scalco 2

LOCALIZAÇÃO ESPACIAL DA MÃO DO USUÁRIO UTILIZANDO WII REMOTE. Ricardo Silva Tavares 1 ; Roberto Scalco 2 LOCALIZAÇÃO ESPACIAL DA MÃO DO USUÁRIO UTILIZANDO WII REMOTE Rcardo Slva Tavares 1 ; Roberto Scalco 1 Aluno de Incação Centífca da Escola de Engenhara Mauá (EEM/CEUN-IMT); Professor da Escola de Engenhara

Leia mais

MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL

MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL IT 90 Prncípos em Agrcultura de Precsão IT Departamento de Engenhara ÁREA DE MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA MAPEAMENTO DA VARIABILIDADE ESPACIAL Carlos Alberto Alves Varella Para o mapeamento da varabldade espacal

Leia mais

1 Princípios da entropia e da energia

1 Princípios da entropia e da energia 1 Prncípos da entropa e da energa Das dscussões anterores vmos como o conceto de entropa fo dervado do conceto de temperatura. E esta últma uma conseqüênca da le zero da termodnâmca. Dentro da nossa descrção

Leia mais

GENETIC FUZZY SISTEM PARA SELEÇÃO DE POÇOS DE PETRÓLEO PARA FRATURAMENTO HIDRÁULICO

GENETIC FUZZY SISTEM PARA SELEÇÃO DE POÇOS DE PETRÓLEO PARA FRATURAMENTO HIDRÁULICO A pesqusa Operaconal e os Recursos Renováves 4 a 7 de novembro de 2003, Natal-RN GENETIC FUZZY SISTEM PARA SELEÇÃO DE POÇOS DE PETRÓLEO PARA FRATURAMENTO HIDRÁULICO Antôno Orestes de Salvo Castro Petrobras

Leia mais

Análise da Correlação entre a Taxa de Performance e o Desempenho de Fundos de Investimentos Multimercados

Análise da Correlação entre a Taxa de Performance e o Desempenho de Fundos de Investimentos Multimercados Análse da Correlação entre a Taxa de Performance e o Desempenho de Fundos de Investmentos Multmercados Wanderle Lma de Paulo, FEA/USP Professor de Atuára da FEA/USP Doutor em Engenhara pela Pol/USP wldepaulo@gmal.com

Leia mais

ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS NA AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE CIENTÍFICA DE PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA

ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS NA AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE CIENTÍFICA DE PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS NA AVALIAÇÃO DA PRODUTIVIDADE CIENTÍFICA DE PROGRAMAS DE PÓS- GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA Eliane Gonçalves Gomes Programa de Engenharia de Produção Universidade Federal do Rio de

Leia mais

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis.

PARTE 1. 1. Apresente as equações que descrevem o comportamento do preço de venda dos imóveis. EXERCICIOS AVALIATIVOS Dscplna: ECONOMETRIA Data lmte para entrega: da da 3ª prova Valor: 7 pontos INSTRUÇÕES: O trabalho é ndvdual. A dscussão das questões pode ser feta em grupo, mas cada aluno deve

Leia mais

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos

Despacho Econômico de. Sistemas Termoelétricos e. Hidrotérmicos Despacho Econômco de Sstemas Termoelétrcos e Hdrotérmcos Apresentação Introdução Despacho econômco de sstemas termoelétrcos Despacho econômco de sstemas hdrotérmcos Despacho do sstema braslero Conclusões

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROCESSO DE EVAPORAÇÃO MULTI-EFEITO NA INDÚSTRIA DE PAPEL E CELULOSE

MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROCESSO DE EVAPORAÇÃO MULTI-EFEITO NA INDÚSTRIA DE PAPEL E CELULOSE MODELAGEM MATEMÁTICA DO PROCESSO DE EVAPORAÇÃO MULTI-EFEITO NA INDÚSTRIA DE PAPEL E CELULOSE R. L. S. CANEVESI 1, C. L. DIEL 2, K. A. SANTOS 1, C. E. BORBA 1, F. PALÚ 1, E. A. DA SILVA 1 1 Unversdade Estadual

Leia mais

CQ110 : Princípios de FQ

CQ110 : Princípios de FQ CQ110 : Prncípos de FQ CQ 110 Prncípos de Físco Químca Curso: Farmáca Prof. Dr. Marco Vdott mvdott@ufpr.br Potencal químco, m potencal químco CQ110 : Prncípos de FQ Propredades termodnâmcas das soluções

Leia mais

PLANILHAS EXCEL/VBA PARA PROBLEMAS ENVOLVENDO EQUILÍBRIO LÍQUIDO-VAPOR EM SISTEMAS BINÁRIOS

PLANILHAS EXCEL/VBA PARA PROBLEMAS ENVOLVENDO EQUILÍBRIO LÍQUIDO-VAPOR EM SISTEMAS BINÁRIOS PLANILHAS EXCEL/VBA PARA PROBLEMAS ENVOLVENDO EQUILÍBRIO LÍQUIDO-VAPOR EM SISTEMAS BINÁRIOS L. G. Olvera, J. K. S. Negreros, S. P. Nascmento, J. A. Cavalcante, N. A. Costa Unversdade Federal da Paraíba,

Leia mais

Visando dar continuidade ao trabalho de simulação, encaminho o MODELO DE ALOCAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO PESSOAL DOCENTE DE TERCEIRO GRAU

Visando dar continuidade ao trabalho de simulação, encaminho o MODELO DE ALOCAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO PESSOAL DOCENTE DE TERCEIRO GRAU Ofíco Brasíla, 24 de anero de 2005. Senhora Presdente ANDIFES, Vsando dar contnudade ao trabalho de smulação, encamnho o MODELO DE ALOCAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO PESSOAL DOCENTE DE TERCEIRO GRAU revsado

Leia mais

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ

PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS DO CEARÁ GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO - SEPLAG INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ - IPECE NOTA TÉCNICA Nº 29 PROJEÇÕES POPULACIONAIS PARA OS MUNICÍPIOS E DISTRITOS

Leia mais

Software. Guia do professor. Como comprar sua moto. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

Software. Guia do professor. Como comprar sua moto. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação números e funções Gua do professor Software Como comprar sua moto Objetvos da undade 1. Aplcar o conceto de juros compostos; 2. Introduzr o conceto de empréstmo sob juros; 3. Mostrar aplcações de progressão

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL,

ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, ANÁLISE COMPARATIVA DA PRODUTIVIDADE SETORIAL DO TRABALHO ENTRE OS ESTADOS BRASILEIROS: DECOMPOSIÇÕES USANDO O MÉTODO ESTRUTURAL- DIFERENCIAL, 1980/2000 2 1. INTRODUÇÃO 2 2. METODOLOGIA 3 3. ANÁLISE COMPARATIVA

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização

Organização da Aula. Gestão de Obras Públicas. Aula 2. Projeto de Gestão de Obras Públicas Municipais. Contextualização Gestão de Obras Públcas Aula 2 Profa. Elsamara Godoy Montalvão Organzação da Aula Tópcos que serão abordados na aula Admnstração e Gestão Muncpal Problemas Admnstração e Gestão Muncpal Gestão do Conhecmento

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE DOUTORADO TEMÁTICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE DOUTORADO TEMÁTICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE DOUTORADO TEMÁTICO UNIVERSIDADE DOUTORADO FEDERAL EM RECURSOS DE CAMPINA NATURAIS GRANDE MODELO DE SIMULAÇÃO

Leia mais

3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Medidas Numéricas

3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Medidas Numéricas PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EGEHARIA DE TRASPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMETO DE EGEHARIA CIVIL ECV DISCIPLIA: TGT41006 FUDAMETOS DE ESTATÍSTICA 3ª AULA: ESTATÍSTICA DESCRITIVA Meddas umércas

Leia mais

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para Objetvos da aula Essa aula objetva fornecer algumas ferramentas descrtvas útes para escolha de uma forma funconal adequada. Por exemplo, qual sera a forma funconal adequada para estudar a relação entre

Leia mais

Goal Programming como Ferramenta de Gestão

Goal Programming como Ferramenta de Gestão Resumo Goal Programmng como Ferramenta de Gestão Dmtr Pnhero SANTANNA Fláva Zóbol DALMÁCIO Lucene Laurett RANGEL Valcemro NOSSA O objetvo deste artgo é demonstrar como o gestor pode aplcar a técnca do

Leia mais

Equipas Educativas Para uma nova organização da escola. João Formosinho Joaquim Machado

Equipas Educativas Para uma nova organização da escola. João Formosinho Joaquim Machado Equpas Educatvas Para uma nova organzação da escola João Formosnho Joaqum Machado TRANSFORMAÇÕES NA ESCOLA BÁSICA TRANSFORMAÇÕES NA ESCOLA BÁSICA A expansão escolar e a mplementação das polítcas de nclusão

Leia mais

MODELOS DEA PARA AVALIAR A ATRATIVIDADE DOS CURSOS DE ENGENHARIA DA UFF

MODELOS DEA PARA AVALIAR A ATRATIVIDADE DOS CURSOS DE ENGENHARIA DA UFF MODELOS DEA PARA AVALIAR A ATRATIVIDADE DOS CURSOS DE ENGENHARIA DA UFF Maria Helena Campos Soares de Mello (UFF) helena_mello@yahoo.com.br João Carlos Correia Baptista Soares de Mello (UFF) jcsmello@pesquisador.cnpq.br

Leia mais

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial

O migrante de retorno na Região Norte do Brasil: Uma aplicação de Regressão Logística Multinomial O mgrante de retorno na Regão Norte do Brasl: Uma aplcação de Regressão Logístca Multnomal 1. Introdução Olavo da Gama Santos 1 Marnalva Cardoso Macel 2 Obede Rodrgues Cardoso 3 Por mgrante de retorno,

Leia mais

Rastreando Algoritmos

Rastreando Algoritmos Rastreando lgortmos José ugusto aranauskas epartamento de Físca e Matemátca FFCLRP-USP Sala loco P Fone () - Uma vez desenvolvdo um algortmo, como saber se ele faz o que se supõe que faça? esta aula veremos

Leia mais

Oportunidades e desafios no mundo do aquecimento o setor tem crescido a cada ano, é verdade, mas continuar nesse ritmo

Oportunidades e desafios no mundo do aquecimento o setor tem crescido a cada ano, é verdade, mas continuar nesse ritmo -. -. - - - -- - -. ~- -- MERCADO -- -=-- - - -=-=-= - ---=- =-= - ~ Oportundades e desafos no mundo do aquecmento o setor tem crescdo a cada ano, é verdade, mas contnuar nesse rtmo requer a superação

Leia mais

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO

Professor Mauricio Lutz CORRELAÇÃO Professor Maurco Lutz 1 CORRELAÇÃO Em mutas stuações, torna-se nteressante e útl estabelecer uma relação entre duas ou mas varáves. A matemátca estabelece város tpos de relações entre varáves, por eemplo,

Leia mais

Escolha do Consumidor sob condições de Risco e de Incerteza

Escolha do Consumidor sob condições de Risco e de Incerteza 9/04/06 Escolha do Consumdor sob condções de Rsco e de Incerteza (Capítulo 7 Snyder/Ncholson e Capítulo Varan) Turma do Prof. Déco Kadota Dstnção entre Rsco e Incerteza Na lteratura econômca, a prmera

Leia mais

Análise Dinâmica de uma Viga de Euler-Bernoulli Submetida a Impacto no Centro após Queda Livre Através do Método de Diferenças Finitas

Análise Dinâmica de uma Viga de Euler-Bernoulli Submetida a Impacto no Centro após Queda Livre Através do Método de Diferenças Finitas Proceedng Seres of the Brazlan Socety of Appled and Computatonal Mathematcs, Vol. 4, N., 06. Trabalho apresentado no DINCON, Natal - RN, 05. Proceedng Seres of the Brazlan Socety of Computatonal and Appled

Leia mais

MODELOS DE LOCALIZAÇÃO NA SELEÇÃO DE RESERVAS PARA CONSERVAÇÃO DE ESPÉCIES

MODELOS DE LOCALIZAÇÃO NA SELEÇÃO DE RESERVAS PARA CONSERVAÇÃO DE ESPÉCIES MODELOS DE LOCALIZAÇÃO NA SELEÇÃO DE RESERVAS PARA CONSERVAÇÃO DE ESPÉCIES Marcelo Gonçalves Narcso CNPTIA EMBRAPA narcso@cnpta.embrapa.br Luz Antono Noguera Lorena lorena@lac.npe.br LAC - Laboratóro Assocado

Leia mais

E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL

E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL E FICIÊNCIA EM S AÚDE E C OBERTURA DE P LANOS DE S AÚDE NO B RASIL Clarssa Côrtes Pres Ernesto Cordero Marujo José Cechn Superntendente Executvo 1 Apresentação Este artgo examna se o rankng das Undades

Leia mais

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO

ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO ISEP - ÍNDICE DE SHARPE ESCOLAR A PARTIR DA PROVA BRASIL: CRIAÇÃO E ESTUDO Roberta Montello Amaral (UNIFESO) amaralroberta@yahoo.com.br Crado em 1990, o Saeb é um sstema de avalação do MEC que, junto à

Leia mais

REGRESSÃO LOGÍSTICA. Seja Y uma variável aleatória dummy definida como:

REGRESSÃO LOGÍSTICA. Seja Y uma variável aleatória dummy definida como: REGRESSÃO LOGÍSTCA. ntrodução Defnmos varáves categórcas como aquelas varáves que podem ser mensurados usando apenas um número lmtado de valores ou categoras. Esta defnção dstngue varáves categórcas de

Leia mais

Física. Setor A. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 25 (pág. 86) AD TM TC. Aula 26 (pág. 86) AD TM TC. Aula 27 (pág.

Física. Setor A. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 25 (pág. 86) AD TM TC. Aula 26 (pág. 86) AD TM TC. Aula 27 (pág. Físca Setor Prof.: Índce-controle de studo ula 25 (pág. 86) D TM TC ula 26 (pág. 86) D TM TC ula 27 (pág. 87) D TM TC ula 28 (pág. 87) D TM TC ula 29 (pág. 90) D TM TC ula 30 (pág. 90) D TM TC ula 31 (pág.

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DO FLUXO REVERSO DE PNEUS INSERVÍVEIS ATRAVÉS DE UM MODELO DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES: UM ESTUDO DE CASO

OTIMIZAÇÃO DO FLUXO REVERSO DE PNEUS INSERVÍVEIS ATRAVÉS DE UM MODELO DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES: UM ESTUDO DE CASO OTIMIZAÇÃO DO FLUXO REVERSO DE PNEUS INSERVÍVEIS ATRAVÉS DE UM MODELO DE LOCALIZAÇÃO DE FACILIDADES: UM ESTUDO DE CASO Felpe Mendonca Gurgel Bandera (UFERSA) felpembandera@hotmal.com Breno Barros Telles

Leia mais

7. Resolução Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias

7. Resolução Numérica de Equações Diferenciais Ordinárias 7. Resolução Numérca de Equações Dferencas Ordnáras Fenômenos físcos em dversas áreas, tas como: mecânca dos fludos, fluo de calor, vbrações, crcutos elétrcos, reações químcas, dentre váras outras, podem

Leia mais

FUNÇÃO NO R PARA OBTENÇÃO DO DESENHO D-ÓTIMO EM MODELOS DE MISTURAS COM RESTRIÇÕES

FUNÇÃO NO R PARA OBTENÇÃO DO DESENHO D-ÓTIMO EM MODELOS DE MISTURAS COM RESTRIÇÕES FUNÇÃO NO R PARA OBTENÇÃO DO DESENHO D-ÓTIMO EM MODELOS DE MISTURAS COM RESTRIÇÕES Edmlson Rodrgues Pnto Leandro Alves Perera Faculdade de Matemátca Faculdade de Matemátca Unversdade Federal de Uberlânda

Leia mais

Métodos de Monitoramento de Modelo Logit de Credit Scoring

Métodos de Monitoramento de Modelo Logit de Credit Scoring Métodos de Montoramento de Modelo Logt de Credt Scorng Autora: Armando Chnelatto Neto, Roberto Santos Felíco, Douglas Campos Resumo Este artgo dscute algumas técncas de montoramento de modelos de Credt

Leia mais

Energia de deformação na flexão

Energia de deformação na flexão - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE VOLTA REDONDA PROFESSORA: SALETE SOUZA DE OLIVEIRA BUFFONI DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS Energa de deformação na

Leia mais

UMA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS TIMES NA CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 2008 ATRAVÉS DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA

UMA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS TIMES NA CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 2008 ATRAVÉS DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA UMA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS TIMES NA CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 2008 ATRAVÉS DE ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS - DEA Alessandro Martns Alves Unversdade Federal Flmnense Ra Passo da Pátra

Leia mais

RAE-eletrônica ISSN: 1676-5648 rae@fgv.br. Escola de Administração de Empresas de São Paulo. Brasil

RAE-eletrônica ISSN: 1676-5648 rae@fgv.br. Escola de Administração de Empresas de São Paulo. Brasil RAE-eletrônca ISSN: 676-5648 rae@fgv.br Escola de Admnstração de Empresas de São Paulo Brasl Gumarães, Ináco Andrusk; Chaves Neto, Anselmo RECONHECIMENTO DE PADRÕES: METODOLOGIAS ESTATÍSTICAS EM CRÉDITO

Leia mais

GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA

GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA Concetos Báscos e Smbologa HP-12C Prof. Antono Sérgo A. do Nascmento asergo@lve.estaco.br GST0045 Matemátca Fnancera 2 Valor do dnhero no tempo q O dnhero cresce no tempo

Leia mais

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado

7.4 Precificação dos Serviços de Transmissão em Ambiente Desregulamentado 64 Capítulo 7: Introdução ao Estudo de Mercados de Energa Elétrca 7.4 Precfcação dos Servços de Transmssão em Ambente Desregulamentado A re-estruturação da ndústra de energa elétrca que ocorreu nos últmos

Leia mais

UMA APLICAÇÃO DA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS A PARTIR DO ÍNDICE DE CRIMINALIDADE PARA AS MESORREGIÕES CATARINENSES,

UMA APLICAÇÃO DA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS A PARTIR DO ÍNDICE DE CRIMINALIDADE PARA AS MESORREGIÕES CATARINENSES, UMA APLICAÇÃO DA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS A PARTIR DO ÍNDICE DE CRIMINALIDADE PARA AS MESORREGIÕES CATARINENSES, RESUMO: 2003 1 Thago Costa Soares 2 Unversdade Federal de Vçosa thago_sofa@hotmal.com

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3259 RESOLVEU:

RESOLUÇÃO Nº 3259 RESOLVEU: Resolução nº 3259, de 28 de janero de 2005. RESOLUÇÃO Nº 3259 Altera o dreconamento de recursos captados em depóstos de poupança pelas entdades ntegrantes do Sstema Braslero de Poupança e Empréstmo (SBPE).

Leia mais

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica

Expressão da Incerteza de Medição para a Grandeza Energia Elétrica 1 a 5 de Agosto de 006 Belo Horzonte - MG Expressão da ncerteza de Medção para a Grandeza Energa Elétrca Eng. Carlos Alberto Montero Letão CEMG Dstrbução S.A caletao@cemg.com.br Eng. Sérgo Antôno dos Santos

Leia mais

2 Principio do Trabalho Virtual (PTV)

2 Principio do Trabalho Virtual (PTV) Prncpo do Trabalho rtual (PT)..Contnuo com mcroestrutura Na teora que leva em consderação a mcroestrutura do materal, cada partícula anda é representada por um ponto P, conforme Fgura. Porém suas propredades

Leia mais

MONITORAMENTO DE CONDIÇÃO DE ROLAMENTOS ATRAVÉS DA ANÁLISE CONJUNTA TEMPO-FREQUÊNCIA DE SINAIS DE VIBRAÇÃO

MONITORAMENTO DE CONDIÇÃO DE ROLAMENTOS ATRAVÉS DA ANÁLISE CONJUNTA TEMPO-FREQUÊNCIA DE SINAIS DE VIBRAÇÃO MONITORAMENTO DE CONDIÇÃO DE ROLAMENTOS ATRAVÉS DA ANÁLISE CONJUNTA TEMPO-FREQUÊNCIA DE SINAIS DE VIBRAÇÃO Antono Almeda Slva Unversdade Federal da Paraíba, Centro de Cêncas e Tecnologa, Departamento de

Leia mais