UNISALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Tecnologia em Sistemas para Internet

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNISALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Tecnologia em Sistemas para Internet"

Transcrição

1 UNISALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Tecnologia em Sistemas para Internet Bruno Allan Prado Regattieri Leandro Pavoni Alexandre de Oliveira Shopping Virtual Cooperativa Digital para Pequenas e Médias Empresas LINS SP 2010

2 BRUNO ALLAN PRADO REGATTIERI LEANDRO PAVONI ALEXANDRE DE OLIVEIRA SHOPPING VIRTUAL COOPERATIVA DIGITAL PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Banca Examinadora do Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium, curso de Tecnologia em Sistemas para Internet, sob a orientação do(a) Prof. (ª) M.Sc Anderson Pazin LINS SP 2010

3 Regattieri, Bruno Allan Prado; Oliveira, Leandro Pavoni Alexandre de R258s Shopping Virtual Cooperativa digital para pequenas e médias empresas / Bruno Allan Prado Regattieri; Leandro Pavoni Alexandre de Oliveira. Lins, p. il. 31cm. Monografia apresentada ao Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium UNISALESIANO, Lins-SP, para graduação em Tecnologia em Sistemas para Internet, Orientador: Anderson Pazin 1. Comércio eletrônico. 2. Java. 3. Vendas. 4. Internet. I Título. CDU 004

4 BRUNO ALLAN PRADO REGATTIERI LEANDRO PAVONI ALEXANDRE DE OLIVEIRA SHOPPING VIRTUAL COOPERATIVA DIGITAL PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Monografia apresentada ao Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium, para obtenção do título de Tecnólogo em Sistemas para Internet. Aprovada em: / / Banca Examinadora: Prof(a) Orientador(a): Titulação: Assinatura: 1º Prof(a): Titulação: Assinatura: 2º Prof(a): Titulação: Assinatura:

5 I have a dream... (Eu tenho um sonho) Martin Luther King

6 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho primeiramente a Deus. A minha família, em especial a minha mãe, Eliane, que em nenhum momento deixou de estar ao meu lado. Ao meu irmão, André, pelo companheirismo e amizade. Aos amigos de classe, em especial, Murillo, Maria e Pedro por cada palavra de incentivo, cada ajuda e cada minuto ao meu lado. Ao meu companheiro neste trabalho, Leandro, pela confiança em mim depositada. Finalmente, aos meus professores que não mediram esforços para nos passar todo o seu conhecimento. Bruno Regattieri Dedico este trabalho a Deus que me deu forças para conseguir finalizá-lo. Aos meus pais, João Paulo e Irene, pelo apoio, dedicação, esforço e ensinamentos dedicados a mim desde a minha infância. A minha família, em especial a minha esposa Vanessa e meu enteado Igor, pela paciência e apoio imprescindíveis nesta fase de minha vida. A meus tios Edenei e Sandra, que me deram a oportunidade de trabalho, dando-me a possibilidade de cursar uma faculdade. Aos meus colegas de curso, Murillo, Pedro e Maria Eliza, pela ajuda e companheirismo, no decorrer do curso. Ao meu parceiro Bruno, pela sua colaboração para a realização deste trabalho. A todos os professores, em especial ao orientador deste trabalho Prof. M. Sc Anderson Pazin, pela ajuda e esforço em nos transmitir o conhecimento necessário para a realização deste trabalho. Leandro Pavoni

7 AGRADECIMENTOS Agradecemos a todos que de alguma maneira colaboraram para o desenvolvimento deste trabalho. Bruno e Leandro

8 RESUMO O presente trabalho tem como objetivo desenvolver um sistema de comércio eletrônico voltado a empresas de pequeno e médio porte que desejam, por meio da internet, ampliar seu campo de atuação no mercado. Cresce a cada dia o número de pessoas que têm acesso à rede mundial de computadores, e com isso, a possibilidade de se efetuar compras por este tipo de software. O tema voltado ao comércio eletrônico tem por razão a atual ascendência no mercado de transações de produtos feitas a partir de sites. O sistema proposto neste trabalho simula um shopping ou uma cooperativa de lojas virtuais, oferecendo um conjunto de recursos administrativos aos lojistas e diversas ferramentas aos clientes. Com este sistema, os usuários podem utilizar-se das ferramentas de busca para localizar produtos ou mercadorias desejadas; fazer uma análise das descrições e ou especificações; optarem pela forma de pagamento que lhes convier; e assim, efetivar sua compra apenas por meio da internet. Essas compras que só serão finalizadas após cadastro do cliente no site. Para os lojistas, a utilização deste sistema propiciará diminuição de seus custos, uma vez que poderá beneficiar-se de não dispor de um estabelecimento para exposição física das mercadorias. Em suma, o processo de compra e venda por meio da internet é muito benéfico, pois produz economia a ambas as partes o que eleva consideravelmente o poder de compra por parte do cliente e investimento por parte dos fornecedores. Palavras-chave: Comércio Eletrônico, Java, Vendas, Internet.

9 ABSTRACT The present work aims to develop an e-commerce system aimed at small and medium-sized businesses that desire, through the Internet, open your business or expand its field of activity in the market. Grows every day the number of people who have access to the worldwide computer network, and thereby the ability to make purchases by such software. The topic turned to electronic commerce is why the current ascendancy of the market transactions of products made from sites. Hereby, we present a system capable of performing sales from a list of registered tenants and thus generate these reports in order to provide greater control and credibility. With this system, users can use up the search engines to locate desired products or goods, may make an analysis of the descriptions and specifications or, opt for a payment method that suits them, and thus effecting their purchase only through the Internet. Purchases that can only be finalized after registration of a client site. And yet, for suppliers, the use of this system will facilitate reduction of its costs, since it may benefit from not having a physical facility to display the good. In short, the process of buying and selling through the Internet is very beneficial because it produces savings to both parties which will increase considerably the purchasing power of the client and investment by suppliers. Keywords: E-Commerce. Java. Sales. Internet.

10 LISTA DE FIGURAS Figura 1. Exemplo de diagrama de pacotes Figura 2. Representação gráfica de uma classe Figura 3. Exemplo de relacionamento de associação Figura 4. Exemplo de diagrama de classes Figura 5. Diagrama de classes para acordos de vendas de assentos Figura 6. Diagrama de objetos para confirmação do diagrama da Figura 7. Representação de uma classe no diagrama de estrutura de composição Figura 8. Diagrama de componentes Figura 9. Exemplo de diagrama de implantação Figura 10. Diagrama combinado de Componentes/Implantação Figura 11. Exemplo de diagrama de casos de uso Figura 12. Diagrama de atividade Figura 13. Exemplo de diagrama de seqüencia Figura 14. Diagrama de máquina de estados Figura 15. Diagrama de máquina de estados do protocolo Figura 16. Tela inicial do site Mercado Livre Figura 17. Tela de cadastro do site Mercado Livre Figura 18. Página inicial do site Submarino Figura 19. Diagrama de Use Case 1 Cadastrar Usuário Figura 20. Diagrama de Use Case 2 Efetuar Login Figura 21. Diagrama de Use Case 3 Cadastrar Produto Figura 22. Diagrama de Use Case 4 Relatório de Produtos por Loja Figura 23. Diagrama de Use Case 5 Relatório de entrega Figura 24. Diagrama Use Case 6 Cliente Realiza Pedido Figura 25. Diagrama de Use Case 7 Relatório de Pedidos Figura 26. Diagrama de Use Case 8 Relatório de Produtos Vendidos por Loja Figura 27. Diagrama de Use Case 9 Relatório de Produtos por subcategoria... 52

11 Figura 28. Diagrama de Use Case 10 - Relatório de Produtos por nome Figura 29. Diagrama de Seqüência 1 Cadastrar Usuário Figura 30. Diagrama de Sequência 2 Efetuar Login Figura 31. Diagrama de Sequência 3 Cadastrar Produto Figura 32. Diagrama de Sequência 4 Relatório de Produtos por Loja Figura 33. Diagrama de Sequência 5 Relatório de Entrega Figura 34. Diagrama de Sequência 6 Realizar Pedido Figura 35. Diagrama de Sequência 7 Relatório de Pedidos Figura 36. Diagrama de Sequência 8 Relatório de Produtos Vendidos por Loja Figura 37. Diagrama de Sequência 9 Relatório de Produtos por Subcategoria Figura 38. Diagrama de Seqüência 10 Relatório de Produtos por Nome Figura 39. Diagrama de Classes Figura 40. Tela inicial do sistema Figura 41. Tela de cadastro de pessoa física Figura 42. Tela de cadastro de pessoa jurídica Figura 43. Tela de busca por produtos pelo nome Figura 44. Tela de carrinho de compras Figura 45. Tela de cadastro de produtos Figura 46. Tela de inserção de imagem do produto Figura 47. Tela inicial do perfil dos lojistas Figura 48. Apresenta a tela de cadastro de produtos Figura 49. Tela de alteração de cadastro de pessoa jurídica Figura 50. Tela de cliente logado Figura 51. Tela de carrinho de compras vazio Figura 52. Tela de pesquisa de produtos realizada Figura 53. Tela de alteração de cadastro de cliente... 76

12 LISTA DE QUADROS Quadro 1. Lista de Casos de Uso Quadro 2. Tabela Categoria de Produtos Quadro 3. Tabela Sub Categoria de Produtos Quadro 4. Tabela Produtos Quadro 5. Tabela Lojas Quadro 6. Regras de validação de campo da tabela Lojas Quadro 7. Tabela Usuários Quadro 8. Tabela Clientes Quadro 9. Tabela Pedido Quadro 10. Tabela Forma de Pagamento Quadro 11. Tabela Itens Pedidos Quadro 12. Tabela Entrega LISTA DE TABELAS Tabela 1. Previsão de crescimento na internet no Brasil LISTA DE SIGLAS OU ABREVIATURAS AJAX: Asynchronous JavaScript and XML (JavaScript e XML Assíncronos) API: Application Programming Interfaces (Interfaces de Programação de Aplicativos) B2C: Business to Consumer (Negócios para Consumidores)

13 CSS: Cascading Style Sheets (Folhas de Estilo em Cascata) DOM: Document Object Model (Documento de Modelo de Objeto) EL: Expression Language (Expressões de Linguagem) HTML: HiperText Markup Language (Linguagem de Marcação de Hipertexto) JSP: Java Server Pages (Servidor de Páginas Java) JSTL: Java Standard Tag Library (Biblioteca de Tags Padrão Java) JVM: Java Virtual Machine (Máquina Virtual Java) PDA: Personal Digital Assistant (Assistente Pessoal Digital) POO: Programação Orientada a Objetos SGBD: Sistema Gerenciador de Banco de Dados SQL: Structed Query Language (Linguagem de Consulta Estruturada) UML: Unified Modeling Language (Linguagem de Modelagem Unificada) XHTML: Extensible Hipertext Markup Language (Linguagem Extensível de Marcação de Hipertexto) XML: Extensible Markup Language (Linguagem de Marcação Extensível) XSLT: Extensible Style Sheet Language Transformation (Linguagem de Transformação de Folha de Estilos Extensiva)

14 SUMÁRIO INTRODUÇÃO FUNDAMENTOS CONCEITUAIS UML UNIFIED MODELING LANGUAGE PLATAFORMAS TECNOLÓGICAS JAVA SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS AJAX (ASYNCHRONOUS JAVASCRIPT AND XML) LEVANTAMENTO DE REQUISITOS ANÁLISE DE MERCADO DOCUMENTOS DE REQUISITOS A VISÃO GERAL DO SISTEMA REQUISITOS FUNCIONAIS REQUISITOS NÃO FUNCIONAIS ANÁLISE ORIENTADA A OBJETOS LISTA DE CASOS DE USO DIAGRAMA DE CASOS DE USO CADASTRAR USUÁRIO EFETUAR LOGIN CADASTRAR PRODUTO RELATÓRIO DE PRODUTOS POR LOJA RELATÓRIO DE ENTREGA REALIZAR PEDIDO RELATÓRIO DE PEDIDOS RELATÓRIO DE PRODUTOS VENDIDOS POR LOJA RELATÓRIO DE PRODUTOS POR SUBCATEGORIA RELATÓRIO DE PRODUTOS POR NOME DIAGRAMAS DE SEQUÊNCIA CADASTRAR USUÁRIO EFETUAR LOGIN... 55

15 3.3.3 CADASTRAR PRODUTO RELATÓRIO DE PRODUTOS POR LOJA RELATÓRIO DE ENTREGA REALIZAR PEDIDO RELATÓRIO DE PEDIDOS RELATÓRIO DE PRODUTOS VENDIDOS POR LOJA RELATÓRIO DE PRODUTOS POR SUBCATEGORIA RELATÓRIO DE PRODUTOS POR NOME DIAGRAMA DE CLASSES PROJETO DE BANCO DE DADOS TABELAS IMPLEMENTAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS LAYOUT DE TELAS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 78

16 14 INTRODUÇÃO Comércio eletrônico, e-commerce ou comércio virtual, define-se como qualquer tipo de transação comercial, feita por meios eletrônicos. Estes meios eletrônicos podem ser: computador, telefone fixo, celular, ou qualquer outro aparelho que possibilite transferências de dados em uma rede (COMÉRCIO ELETRÔNICO, 2009). Existem várias formas de aplicação do comércio eletrônico, não sendo este restrito as vendas via internet, embora esta seja a maneira mais popular deste tipo de comércio, e tema deste trabalho. O comércio eletrônico facilita e baixa os custos das vendas, deve-se a isso a cada vez maior popularização e aceitação desta nova maneira de se comercializar produtos e serviços (COMÉRCIO ELETRÔNICO, 2009). O uso de páginas da internet para comercializar produtos e serviços está ganhando cada vez mais espaço no cenário econômico mundial e nacional. No Brasil, as vendas no varejo pela internet movimentaram em 2008 cerca de R$ 8,2 bilhões, um aumento de 28% em referência ao volume de vendas do ano anterior, a tendência é que este volume aumente a cada ano. O aumento do número de usuários de sites de vendas pela internet é notório, no Brasil são cerca de 13,2 milhões de consumidores. Número este que só vem aumentando nos últimos anos, se levarmos em consideração que em 2001 havia cerca de 1,1 milhões de usuários, um número 12 vezes menor do que o apresentado acima (E-COMMERCE, 2009). Com todas estas afirmações acima, este trabalho tem por objetivo desenvolver um sistema de comércio eletrônico, denominado Shopping virtual cooperativa digital para pequenas e médias empresas. Neste sistema, somente as lojas cadastradas poderão disponibilizar produtos. Também através deste, é possível disponibilizar a venda de produtos pela internet para estas empresas, onde os usuários em geral visualizam os produtos das lojas, realizam buscas e escolhem os produtos de sua preferência. Desta forma, facilitando e aumentando as transações comerciais entre empresa e consumidor. A elaboração deste trabalho tem por justificativa a atual ascendência do

17 15 comércio eletrônico no país, além da necessidade de diversas empresas em estender seu campo de atuação perante seus clientes. O comércio eletrônico é hoje muito mais que uma aposta. (WEBARTIGOS, 2009). O sucesso do comércio eletrônico se dá por três fortes motivos: o primeiro, pela redução de custos com funcionários que as empresas têm; o segundo dá-se pelo fato de que tal modalidade de comércio incentiva a lei da oferta e procura o que acaba tornando os produtos mais acessíveis aos clientes; e o terceiro é a comodidade e facilidade por parte dos clientes na busca dos produtos. Enfim, tanto as empresas quanto os consumidores se beneficiam com a prática do comércio eletrônico, este último, fruto do desenvolvimento dos programadores e arquitetos de tecnologia da informação. (WEBARTIGOS, 2009) O sistema foi criado com base no perfil B2C (Business-to-Consumer), onde o vendedor atua entre fabricantes e clientes, estabelecendo uma relação individual. Durante o ano de 2001, cerca de 75 milhões de usuários individuais da Internet participaram de algum tipo de compra on-line. As receitas mundiais do B2C chegaram a cerca de 240 bilhões de dólares. (TURBAN; EFRAIN, KING; DAVID, 2004)

18 16 1 FUNDAMENTOS CONCEITUAIS 1.1 UML Unified Modeling Language A UML Unified Modeling Language, ou linguagem de modelagem unificada, é uma linguagem gráfica que possibilita ao desenvolvedor visualizar e analisar, de uma maneira geral, o desenho do software e a comunicação entre os objetos do mesmo. Esta forma de padronização de projetos foi elaborada a fim de auxiliar no processo de desenvolvimento de software, e mais ainda, para que algum outro analista/programador futuramente possa administrar e modificar o sistema desenvolvido anteriormente. A UML é um passo indispensável no processo de criação de sistemas computacionais. (DEITEL; DEITEL, 2005) As linguagens gráficas existem há muito tempo na indústria do software. O propulsor fundamental por trás de todas elas é que as linguagens de programação não estão em um nível de abstração suficientemente alto para facilitar as discussões sobre projeto. (FOWLER, 2005, p.25) As pesquisas nesta área começaram no final da década de 1960, com o pesquisador Ivar Jacobson, sendo este e sua equipe os responsáveis pelo desenvolvimento do primeiro projeto para desenvolvimento de sistemas computacionais. Este projeto foi feito para modelar um sistema de telecomunicações para a empresa Ericsson, empresa para qual Jacobson trabalhava, este utilizava o conceito de camadas de blocos - estes se aproximam do que conhecemos hoje como componentes, onde as camadas inferiores serviam de base para as camadas superiores. A equipe construiu os blocos de baixo nível com o que chamou de casos de tráfego chamados de casos de uso na UML. Assim surgiram os primeiros conceitos de modelagem. (SCOTT, 2003) A ascensão das linguagens de modelagem se deu em meados da década de 1980, quando várias empresas começaram a utilizar programação orientada a objetos (POO) (DEITEL; DEITEL, 2005). Havia problemas em relação ao desenvolvimento de uma ferramenta para modelagem de sistemas, pois cada empresa foi criando sua própria ferramenta de modelagem, a partir deste ponto surgiu à necessidade de se criar uma ferramenta padrão. Esta foi

19 17 desenvolvida pela equipe da empresa Rational Software Corporation, e liderada pelos pesquisadores Ivar Jacobson, Grady Booch e Jim Rumbaugh. Estes lançaram em junho de 1996 a versão 0.9 da UML, no mesmo ano no mês de outubro foi lançada a versão (MARCORATTI, 2009) Um grupo de empresas denominado UML Partners, formado pela Rational, HP, Oracle, IBM, Microsoft, entre outras, produziu a versão 1.0 da UML, em setembro de Lançaram a versão 1.1 e a ofereceram como padrão para o OMG (Object Management Group Grupo de gestão de objetos), que a aceitou, e a partir desta assumiu a responsabilidade de manutenção e revisão constante da UML. Em março de 2003, foi lançada a versão 1.5. Atualmente a versão usa pelos desenvolvedores de sistemas orientados a objetos é UML 2.0, que marca a primeira revisão importante desde a versão 1.1. (DEITEL; DEITEL, 2005) A UML faz uso de notação de diagramas, podendo estes, representarem partes do sistema, ou funcionalidades do mesmo. Estes diagramas são agrupados, segundo suas funcionalidades, sendo assim representados: diagramas de gerenciamento de modelos, diagramas estruturais e diagramas comportamentais. (PENDER, 2004) Fonte: Elaborado pelos autores, 2009 Figura 1. Exemplo de diagrama de pacotes Os diagramas de gerenciamento de modelos usam os diagramas de pacotes, que são utilizados para exemplificar graficamente diferentes partes de um sistema, podendo identificar as relações entre as partes do sistema, estas partes podem ser subsistemas de um sistema mais complexo. Os pacotes,

20 18 neste diagrama são representados graficamente, com um ícone de pasta. (PENDER, 2004). A Figura 1 apresenta esse diagrama, podendo-se observar a interação entre os pacotes do sistema. No segundo grupo de diagramas, denominado diagramas estruturais, encontram-se os seguintes diagramas: de classes, de objetos, de estrutura e composição, de componentes, de implantação e combinado de componentes/implantação (PENDER, 2004) Fonte: Elaborado pelos autores, 2009 Figura 2. Representação gráfica de uma classe Os diagramas de classes são usados para modelar as classes do sistema e seus relacionamentos. Entende-se por classe como um molde para o objeto, estando à classe dividida, graficamente, em três partes, vide exemplo de classe na Figura 2, na parte superior é onde se encontra o nome da mesma, na parte mediana estão todas as características, atributos, do objeto e, por fim, na parte inferior desta estão as ações, métodos, do objeto. (PENDER, 2004) Fonte: PENDER, 2004, p.135 Figura 3. Exemplo de relacionamento de associação No diagrama de classes, representado na Figura 3 pode se perceber os relacionamentos entre as classes do sistema, podendo ser estes, relacionamentos de associação, agregação, composição e de herança. Todos estes elementos, classes e relacionamentos, compõem um diagrama de classes completo. (PENDER, 2004).

21 19 Fonte: NETO, 2009b Figura 4. Exemplo de diagrama de classes Na Figura 4 se tem a visualização de um diagrama de classes, onde as figuras retangulares representam as classes, as linhas retas as associações e as setas representam os relacionamentos de herança. (NETO, 2009) Fonte: PENDER, 2004, p Figura 5. Diagrama de classes para acordos de vendas de assentos Os diagramas de objeto são parecidos com os diagramas de classes, mas diferenciam-se da seguinte maneira, os diagramas de classes representam as classes genericamente, sem atribuir valores a seus atributos, já no diagrama de objetos acontece o contrário. Este diagrama visa exemplificar

22 20 as regras de negócio do sistema, inserindo valores aos atributos, pois através dele consegue-se enxergar alguns requisitos a mais para integrar o sistema. (PENDER, 2004) Na Figura 5 está exemplificado um diagrama de Classes simples para gerenciar as vendas de assentos e os respectivos acordos destas vendas. A classe AcordoVendas, tem como atributos a data inicial do acordo e também para registrar a data final. Na classe Assento, estão os atributos id e proximaid, e a operação obterproximaid, que retorna o valor do atributo proximaid, sendo que este retorno é guardado no atributo id. (PENDER, 2004) Fonte: PENDER, 2004, p. 177 Figura 6. Diagrama de objetos para confirmação do diagrama da A Figura 6 mostra o diagrama de objetos, onde foi criado um acordo de vendas e foi dado a este o número 6475, tendo a data inicial em 01/03/2003 e a data final em 31/03/2003. Este acordo de vendas atribui dois assentos, respectivamente, 2875 e Este tipo de diagrama é utilizado para testar diagramas de classes, como acima citado. (PENDER, 2004) O diagrama de estrutura de composição é novo na UML 2.0, pois este utiliza conceitos do antigo diagrama contexto de composição das versões anteriores. Este diagrama visa modelar as partes de uma classe, componente ou colaboração, ou como estes são compostos. Existem também neste diagrama os pontos de interação chamados portas e conectores, utilizados para acessar recursos da estrutura. (PENDER, 2004) A Figura 7 representa uma classe Carro (retângulo maior, com seu respectivo nome na parte superior deste), e algumas de suas peças e como estas se relacionam para fazer o carro andar. As peças apresentadas, motor, transmissão e bomba de combustível, são modeladas por retângulos internos, chamados partes, da classe carro. Os relacionamentos estão descritos através

23 21 das linhas entre as partes, e pelos pequenos quadrados nas extremidades destas, que são as portas. (PENDER, 2004) Fonte: PENDER, 2004, p. 182 Figura 7. Representação de uma classe no diagrama de estrutura de composição Para uma melhor implementação do sistema, foi criado o diagrama de componentes, onde o sistema se divide em partes (componentes), mas não como no diagrama de pacotes, que modela a parte lógica do sistema, neste diagrama é modelada a implementação do sistema. Por exemplo, uma classe pedido pode ser gerada como um componente JavaBean, ao passo que uma classe entrada de pedido pode ser gerada como uma página HTML. (PENDER, 2004) Fonte: PENDER, 2004, p. 45 Figura 8. Diagrama de componentes Na figura 8 é representado um diagrama de componentes que modela alguma aplicação para internet. Os componentes do sistema são representados pelos retângulos, e as linhas tracejadas representam as

24 22 dependências. O sistema modelado na Figura 8 mostra que alguma máquina cliente possui um navegador web tradicional, ou um navegador web sem fio, ambas para visualizarem o conteúdo disponibilizado pelo sistema, dependem de páginas JSP com conteúdo HTML, para o navegador tradicional, e WML, para o navegador sem fios, e estas dependem de classes JavaBeans, que podem conter as regras de negócios. (PENDER, 2004). O diagrama de implantação modela a parte física onde o sistema será implementado, visando uma melhor adaptação do software ao hardware. Esse tipo de diagrama é importante para se identificar a plataforma na qual será instalado o software e os recursos físicos, auxiliando na configuração do mesmo. (PENDER, 2004) A Figura 9 modela a parte física de um sistema desenvolvido para internet. Neste diagrama os retângulos representam os nós de implantação, partes físicas, do sistema e as linhas entre estes, representam as associações. (PENDER, 2004) Fonte: PENDER, 2004, p.47 Figura 9. Exemplo de diagrama de implantação É mais comum de ser utilizado o diagrama combinado de componentes/implantação. Este diagrama mostra os componentes, partes do sistema, inseridos dentro dos nós da parte de implantação, parte física. Esta conotação auxilia no entendimento de como estão armazenados fisicamente os componentes do sistema. (PENDER, 2004)

25 23 Conforme descrito acima, a Figura 10 representa os diagramas de componentes e de implantação combinados em um único diagrama. Os elementos em alto relevo nós representam a parte física do sistema, os elementos retangulares, ligados por setas tracejadas, representam os componentes dentro dos nós. (PENDER, 2004) Fonte: PENDER, 2004, p. 46 Figura 10. Diagrama combinado de Componentes/Implantação Outro conjunto de diagramas são os diagramas comportamentais, que se subdividem em diagrama de: casos de uso, atividades, interação, máquina de estados e o maquina de estados do protocolo. Esses diagramas visam descrever como os recursos modelados nos diagramas estruturais interagem e como são executadas suas atividades. O primeiro diagrama abordado é o de casos de uso (use case) que modela a interação dos usuários com o sistema, estes são chamados de atores. Em um diagrama de casos de uso, admitem-se relacionamentos entre casos de uso, não somente entre atores e casos de uso, este relacionamento é indicado por meio de setas de dependência. Este diagrama tem por objetivo identificar as expectativas do cliente para o sistema e os recursos oferecidos por este aos clientes. A seguir um exemplo de diagrama de casos de uso. (PENDER, 2004) Este diagrama representado na Figura 11 mostra o caso de uso de um sistema de uma clínica. Neste tipo de diagrama existem os atores, representados pela figura dos bonecos, os casos de uso, que são as ações que

26 24 os atores podem realizar no sistema, representados pelos círculos com suas respectivas ações descritas no seu interior, e as ligações entre os elementos do diagrama. (NETO, 2009) Fonte: NETO, 2009a Figura 11. Exemplo de diagrama de casos de uso No diagrama de atividades é modelada a lógica de qualquer parte do sistema. Este diagrama usa a notação de fluxograma para definir as ações que podem ser feitas no sistema através do fluxo de setas que passam por decisões e loops até chegar ao final do fluxo, identificando cada passo e cada etapa lógica do processo, como demonstrado na Figura 12. (PENDER, 2004) O próximo tipo de diagrama é um conjunto de diagramas, denominado diagrama de interação, que visa descrever a comunicação entre os objetos para realização de uma tarefa. Os diagramas inclusos nesta forma de diagramas são diagrama de seqüência, comunicação, visão geral de interação

27 25 e diagrama de tempo, esta lista de diagramas foi inserida nos diagramas de interação na atualização da UML 1.4 para UML 2.0, uma vez que, anteriormente só constavam desta os diagramas de seqüencia e colaboração. Segue abaixo um exemplo de diagrama de seqüencia. (PENDER, 2004) Fonte: PENDER, 2004 Figura 12. Diagrama de atividade Neste diagrama, exemplificado na Figura 13, são identificadas interações entre os objetos com o tempo, podendo visualizar as mensagens trocadas entre os objetos no decorrer de uma ação. A troca de mensagens é mostrada no diagrama através das setas, que seguem uma linha temporal. (PENDER, 2004) O diagrama de máquina de estados visa representar os possíveis

28 26 estados de algum determinado objeto, durante seu tempo de vida. No diagrama de máquina de estados de protocolo é como o diagrama acima citado e possui notação gráfica parecida. A diferença entre estes é que no primeiro caso é mostrado um evento que causa uma alteração no estado do objeto, já no segundo caso é mostrado quando tal evento tem permissão para fazê-lo, a máquina de estados define o que é possível, a máquina de estados do protocolo define o que é válido, respectivamente representado na Figura 14, e Figura 15. (PENDER, 2004) Fonte: Elaborada pelos autores, 2009 Figura 13. Exemplo de diagrama de seqüencia Fonte: PENDER, 2004, p.53 Figura 14. Diagrama de máquina de estados

29 27 Fonte: PENDER, 2004, p. 54 Figura 15. Diagrama de máquina de estados do protocolo Para um melhor e mais rápido desenvolvimento de um sistema, é indispensável que sejam estudados todos os itens acima descritos, desde a identificação de requisitos, até a modelagem total do sistema, pois uma análise bem feita de um sistema pode eliminar possíveis falhas, reduzir o retrabalho, ganho de tempo. Por fim assume-se que a UML é essencial para o desenvolvimento de sistemas orientados a objetos. 1.2 Plataformas Tecnológicas Java Java é uma linguagem de programação orientada a objetos, que conta atualmente com mais de 6,5 milhões de desenvolvedores, em todo o mundo. É uma das principais linguagens utilizadas em todos os segmentos do mercado, desde a indústria, até, e principalmente, na internet. (JAVA (LINGUAGEM), 2009b) A linguagem Java foi criada em 1991, por uma equipe de pesquisadores da empresa Sun Microsystems, chefiados por James Gosling. A pesquisa, de codinome Green, que resultou na criação do Java, não tinha por objetivo desenvolver uma linguagem de programação, mas sim de prever o que seria tendência no mercado digital mundial, os pesquisadores acreditavam que, em um futuro próximo, qualquer tipo de dispositivo poderia ser controlado digitalmente. (JAVA (LINGUAGEM), 2009b) Para chegar a esse resultado foi preciso criar uma linguagem que

Proposta Loja Virtual. Schmitt Tricot

Proposta Loja Virtual. Schmitt Tricot Proposta Loja Virtual Schmitt Tricot Apresentação: Atualmente atuo no mercado de sites e lojas virtuais desde 2010, desenvolvendo novas ideias, trabalhando com agilidade, para sempre atender a todas as

Leia mais

M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r

M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r i t i l advanced Todos os direitos reservados à Constat. Uso autorizado mediante licenciamento Qualitor Porto Alegre RS Av. Ceará, 1652 São João 90240-512

Leia mais

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca Desenvolvimento de Aplicações Web Lista de Exercícios Métodos HTTP 1. No tocante ao protocolo de transferência de hipertexto (HTTP), esse protocolo da categoria "solicitação e resposta" possui três métodos

Leia mais

Conheça Melhor a Loja Virtual ASP

Conheça Melhor a Loja Virtual ASP Proposta para Instalação da Loja Virtual Grátis no mês de junho 2011 O comércio eletrônico não é um bicho de 7 cabeças Ter sua loja virtual, agora ficou mais fácil ainda! Sem necessidade de saber programação

Leia mais

Loja Virtual. O que a loja oferece? Características Disponíveis na Loja Virtual 1. SEO 2. FORMAS DE PAGAMENTO 3. FORMAS DE ENTREGA

Loja Virtual. O que a loja oferece? Características Disponíveis na Loja Virtual 1. SEO 2. FORMAS DE PAGAMENTO 3. FORMAS DE ENTREGA Loja Virtual Agora ficou fácil ter sua própria loja virtual na Internet. Com a Loja Virtual da Global Soft Union, você mesmo monta seu próprio site de comércio eletrônico, totalmente configurável, sem

Leia mais

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Juarez Bachmann Orientador: Alexander Roberto Valdameri Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente 1. Quais os componentes de um sistema cliente-servidor? Clientes e servidores 2. Na visão do hardware, defina o que é cliente e o que é servidor: Clientes. Qualquer computador conectado ao sistema via

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS

FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS PAULO ALBERTO BUGMANN ORIENTADOR: ALEXANDER ROBERTO VALDAMERI Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA)

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) Alessandra Lubbe 1 Alexandre Evangelista 2 Jeandro Perceval 3 José Ramiro Pereira 4 Luiz Gustavo Mahlmann 5 RESUMO

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

Programando em PHP. Conceitos Básicos

Programando em PHP. Conceitos Básicos Programando em PHP www.guilhermepontes.eti.br lgapontes@gmail.com Conceitos Básicos Todo o escopo deste estudo estará voltado para a criação de sites com o uso dos diversos recursos de programação web

Leia mais

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha!

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha! 1 ÍNDICE 1. IMPLEMENTAÇÃO 4 1.1 PAINEL DE CONTROLE 4 1.1.1 SENHA 4 1.1.2 CRIAÇÃO DE USUÁRIOS DO LYNC 5 1.1.3 REDEFINIR SENHA 7 1.1.4 COMPRAR COMPLEMENTOS 9 1.1.5 UPGRADE E DOWNGRADE 10 1.1.5.1 UPGRADE

Leia mais

Micro Mídia Informática Fevereiro/2009

Micro Mídia Informática Fevereiro/2009 Micro Mídia Informática Fevereiro/2009 1 UML Introdução Fases de Desenvolvimento Notação Visões Análise de Requisitos Casos de Uso StarUML Criando Casos de Uso Orientação a Objetos Diagrama de Classes

Leia mais

Ferramentas desenvolvidas internamente não atendem às necessidades de crescimento, pois precisam estar sendo permanentemente aperfeiçoadas;

Ferramentas desenvolvidas internamente não atendem às necessidades de crescimento, pois precisam estar sendo permanentemente aperfeiçoadas; APRESENTAÇÃO O Myself é um sistema de gerenciamento de conteúdo para websites desenvolvido pela Genial Box Propaganda. Seu grande diferencial é permitir que o conteúdo de seu website possa ser modificado

Leia mais

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Banco de Dados de Músicas Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Definição Aplicação Web que oferece ao usuário um serviço de busca de músicas e informações relacionadas, como compositor, interprete,

Leia mais

Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric

Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric Versão 1.0 Autores Bruna Cirqueira Mariane Dantas Milton Alves Robson Prioli Nova Odessa, 10 de Setembro de 2013 Sumário Apoio 1. Licença deste

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS. por

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS. por UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS por Daniel Teixeira Braga Trabalho de Conclusão de curso II Prof. Marcos Echevarria

Leia mais

Está apto a utilizar o sistema, o usuário que tenha conhecimentos básicos de informática e navegação na internet.

Está apto a utilizar o sistema, o usuário que tenha conhecimentos básicos de informática e navegação na internet. Conteúdo 1. Descrição geral 2 2. Resumo das funcionalidades 3 3. Efetuar cadastro no sistema 4 4. Acessar o sistema 6 5. Funcionalidades do menu 7 5.1 Dados cadastrais 7 5.2 Grupos de usuários 7 5.3 Funcionários

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Geração e execução de scripts de teste em aplicações web a partir de casos de uso direcionados por comportamento 64

Geração e execução de scripts de teste em aplicações web a partir de casos de uso direcionados por comportamento 64 direcionados por comportamento 64 5 Estudo de caso Neste capítulo serão apresentadas as aplicações web utilizadas na aplicação da abordagem proposta, bem como a tecnologia em que foram desenvolvidas, o

Leia mais

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel Software de gerenciamento do sistema Intel do servidor modular Intel Declarações de Caráter Legal AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE DOCUMENTO SÃO RELACIONADAS AOS PRODUTOS INTEL, PARA FINS DE SUPORTE ÀS PLACAS

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ACESSO ÀS FERRAMENTAS 9 FUNÇÕES 12 MENSAGENS 14 CAMPOS OBRIGATÓRIOS

Leia mais

Cursos de Magento. 2013 Gugliotti Consulting

Cursos de Magento. 2013 Gugliotti Consulting Cursos de Magento F U N D A M E N T O S D E M A G E N T O C O M M E R C E C U R S O E M V Í D E O - A U L A S M Ó D U L O 2 F T O 2 Fundamentos de Magento Commerce Módulo 2 Aula 1 Configuração da plataforma

Leia mais

Manual de Navegação Básica. Siga Relacionamento Sou Abrasel - Site

Manual de Navegação Básica. Siga Relacionamento Sou Abrasel - Site Manual de Navegação Básica Siga Relacionamento Sou Abrasel - Site 1 Conteúdo Iniciando a implantação:... 3 para o treinamento no encontro de executivos... 3 Siga Relacionamento... 4 O que é Unidade de

Leia mais

UML 2. Guia Prático. Gilleanes T.A. Guedes. Novatec. Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2

UML 2. Guia Prático. Gilleanes T.A. Guedes. Novatec. Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2 UML 2 Guia Prático Gilleanes T.A. Guedes Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2 Novatec capítulo 1 Introdução à UML A UML (Unified Modeling Language ou Linguagem de Modelagem

Leia mais

CAPÍTULO 35 Como utilizar os componentes ColdFusion

CAPÍTULO 35 Como utilizar os componentes ColdFusion CAPÍTULO 35 Como utilizar os componentes ColdFusion Os componentes ColdFusion (CFC) permitem ao usuário encapsular lógicas de aplicação e de negócios (business logic) em unidades auto-controladas reutilizáveis.

Leia mais

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel Programação de Computadores - I Profª Beatriz Profº Israel A linguagem JAVA A linguagem Java O inicio: A Sun Microsystems, em 1991, deu inicio ao Green Project chefiado por James Gosling. Projeto que apostava

Leia mais

Codificar Sistemas Tecnológicos

Codificar Sistemas Tecnológicos Codificar Sistemas Tecnológicos Especificação dos Requisitos do Software Sistema de gestão para a Empresa Cliente SlimSys Autor: Equipe Codificar Belo Horizonte MG Especificação dos Requisitos do Software

Leia mais

Modelagem de Processos. Prof.: Fernando Ascani

Modelagem de Processos. Prof.: Fernando Ascani Modelagem de Processos Prof.: Fernando Ascani Bibliografia UML Guia de consulta rápida Douglas Marcos da Silva Editora: Novatec UML Guia do usuário Grady Booch James Rumbaugh Ivair Jacobson Editora: Campus

Leia mais

MANUAL PARA USO DO SISTEMA

MANUAL PARA USO DO SISTEMA Clínicas Odontológicas MANUAL PARA USO DO SISTEMA (GCO) GERENCIADOR CLÍNICO ODONTOLÓGICO SmilePrev Versão 2.0 SmilePrev Clínicas Odontológicas www.smilepev.com 2008 REQUISITOS BÁSICOS DO SISTEMA HARDWARE

Leia mais

Manual do Usuário Android Neocontrol

Manual do Usuário Android Neocontrol Manual do Usuário Android Neocontrol Sumário 1.Licença e Direitos Autorais...3 2.Sobre o produto...4 3. Instalando, Atualizando e executando o Android Neocontrol em seu aparelho...5 3.1. Instalando o aplicativo...5

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

Minicurso introdutório de desenvolvimento para dispositivos Android. Cristiano Costa

Minicurso introdutório de desenvolvimento para dispositivos Android. Cristiano Costa Minicurso introdutório de desenvolvimento para dispositivos Android Cristiano Costa Desenvolvimento da interface estática Sobre mim Graduando em Engenharia Eletrônica - UNIFEI Trabalhou em desenvolvimento

Leia mais

Aula 1: Noção Básica e Criação de Tabelas.

Aula 1: Noção Básica e Criação de Tabelas. Aula 1: Noção Básica e Criação de Tabelas. Introdução Olá! Seja bem-vindo a apostila de Microsoft Access 2010. Access 2010 é um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados da Microsoft, distribuído no pacote

Leia mais

O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto Metodista Granbery: uma ferramenta de acompanhamento e relacionamento

O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto Metodista Granbery: uma ferramenta de acompanhamento e relacionamento Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Sistemas de Informação - N. 7, JUL/DEZ 2009 O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto

Leia mais

EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE

EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE por Miguel Aguiar Barbosa Trabalho de curso II submetido como

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Manual TDMax Web Commerce VERSÃO: 0.1

Manual TDMax Web Commerce VERSÃO: 0.1 Manual TDMax Web Commerce VERSÃO: 0.1 Sumário Visão geral Bilhetagem Eletrônica... 3 1 TDMax Web Commerce... 4 1.1 Requisitos e orientações gerais... 4 2 Acesso... 5 2.1 Como realizar um cadastro usuário

Leia mais

Afinal o que é HTML?

Afinal o que é HTML? Aluno : Jakson Nunes Tavares Gestão e tecnologia da informacão Afinal o que é HTML? HTML é a sigla de HyperText Markup Language, expressão inglesa que significa "Linguagem de Marcação de Hipertexto". Consiste

Leia mais

1) Existem diferenças entre os painéis da loja virtual? 2) Quais são os tipos de Produtos da loja? 3) Como cadastrar um Produto Simples?

1) Existem diferenças entre os painéis da loja virtual? 2) Quais são os tipos de Produtos da loja? 3) Como cadastrar um Produto Simples? FAQ Loja Virtual 1) Existem diferenças entre os painéis da loja virtual? Sim, há diferenças entre os painéis da loja virtual. Abaixo segue uma imagem exemplificando as diferenças entre os painéis. 2) Quais

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com. IntroduçãoàTecnologiaWeb FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb

Leia mais

DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP. VitorFariasCoreia

DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP. VitorFariasCoreia DESENVOLVIMENTODE APLICAÇÕESPARAINTERNET:PHP VitorFariasCoreia INFORMAÇÃOECOMUNICAÇÃO Autor Vitor Farias Correia Graduado em Sistemas de Informação pela FACITEC e especialista em desenvolvimento de jogos

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO

MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO SUMÁRIO 1. Home -------------------------------------------------------------------------------------------------------- 7 2. Cadastros -------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Está apto a utilizar o sistema, o usuário que tenha conhecimentos básicos de informática e navegação na internet.

Está apto a utilizar o sistema, o usuário que tenha conhecimentos básicos de informática e navegação na internet. 1. Descrição Geral Este manual descreve as operações disponíveis no módulo VTWEB Client, cuja finalidade é gerenciar cadastros de funcionários, realização de pedidos e controle financeiro dos pedidos.

Leia mais

DOCUMENTO DE REQUISITOS

DOCUMENTO DE REQUISITOS 1/38 DOCUMENTO DE REQUISITOS GED Gerenciamento Eletrônico de Documentos Versão 1.1 Identificação do Projeto CLIENTE: NOME DO CLIENTE TIPO DO SISTEMA OU PROJETO Participantes Função Email Abilio Patrocinador

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

WWW - World Wide Web

WWW - World Wide Web WWW World Wide Web WWW Cap. 9.1 WWW - World Wide Web Idéia básica do WWW: Estratégia de acesso a uma teia (WEB) de documentos referenciados (linked) em computadores na Internet (ou Rede TCP/IP privada)

Leia mais

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; 1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,

Leia mais

Documentação. Programa de Evolução Contínua Versão 1.80

Documentação. Programa de Evolução Contínua Versão 1.80 Documentação Programa de Evolução Contínua Versão 1.80 Sumário Resumo das Novidades... 3 Configuração das Novidades... 5 Sistema de Compra Recorrente... 5 Novo sistema de importação de Tabelas de Frete...

Leia mais

Infracontrol versão 1.0

Infracontrol versão 1.0 Infracontrol versão 1.0 ¹Rafael Victória Chevarria ¹Tecnologia em Redes de Computadores - Faculdade de Tecnologia SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) Rua Gonçalves Chaves 602-A Centro 96015-560

Leia mais

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo Prefeitura de Belo Horizonte Sistema de Controle de Protocolo Relatório apresentado para concorrer ao 2º Prêmio Inovar BH conforme Edital SMARH nº 001/2014 Belo Horizonte Julho de 2014 Resumo Sendo grande

Leia mais

FBV - Linguagem de Programação II. Um pouco sobre Java

FBV - Linguagem de Programação II. Um pouco sobre Java FBV - Linguagem de Programação II Um pouco sobre Java História 1992: um grupo de engenheiros da Sun Microsystems desenvolve uma linguagem para pequenos dispositivos, batizada de Oak Desenvolvida com base

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL ALUNO Versão 1.0 2014 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE

Leia mais

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6 Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos Add-on responsável pela integração do SAP Business One com o setor comercial através da internet.

Leia mais

Manual Laboratório. ICS Sistemas de Gestão em Saúde ICS 01/01/2014

Manual Laboratório. ICS Sistemas de Gestão em Saúde ICS 01/01/2014 2014 Manual Laboratório ICS Sistemas de Gestão em Saúde ICS 01/01/2014 Sumário Acesso ao Sistema... 2 Menu Cadastros... 4 Cadastro de usuários... 4 Inclusão de Novo Usuário... 5 Alteração de usuários...

Leia mais

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS Leandro Guilherme Gouvea 1, João Paulo Rodrigues 1, Wyllian Fressatti 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil leandrog.gouvea@gmail.com,

Leia mais

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web João Alexandre Oliveira Ferreira Dissertação realizada sob a orientação do Professor Doutor Mário de Sousa do Departamento de Engenharia

Leia mais

Introdução a Servlets

Introdução a Servlets Linguagem de Programação para Web Introdução a Servlets Prof. Mauro Lopes 1-31 21 Objetivos Iniciaremos aqui o estudo sobre o desenvolvimento de sistemas web usando o Java. Apresentaremos nesta aula os

Leia mais

4 Desenvolvimento da ferramenta

4 Desenvolvimento da ferramenta direcionados por comportamento 38 4 Desenvolvimento da ferramenta Visando facilitar a tarefa de documentar requisitos funcionais e de gerar testes automáticos em uma única ferramenta para proporcionar

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

FACULDADE DO LITORAL SUL PAULISTA FALS JEAN CARLOS RAMOS LOPES SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE VENDA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO

FACULDADE DO LITORAL SUL PAULISTA FALS JEAN CARLOS RAMOS LOPES SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE VENDA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO FACULDADE DO LITORAL SUL PAULISTA FALS JEAN CARLOS RAMOS LOPES SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE VENDA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO PRAIA GRANDE 2010 1 JEAN CARLOS RAMOS LOPES SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE VENDA LINGUAGEM

Leia mais

INTERNET HOST CONNECTOR

INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR IHC: INTEGRAÇÃO TOTAL COM PRESERVAÇÃO DE INVESTIMENTOS Ao longo das últimas décadas, as organizações investiram milhões de reais em sistemas e aplicativos

Leia mais

Assim que o usuário entrar nesta ferramenta do sistema a seguinte tela será exibida:

Assim que o usuário entrar nesta ferramenta do sistema a seguinte tela será exibida: O que é o TDMax Web Commerce? O TDMax Web Commerce é uma ferramenta complementar no sistemas de Bilhetagem Eletrônica, tem como principal objetivo proporcionar maior conforto as empresas compradoras de

Leia mais

AFRE. a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento, como o LILO ou o GRUB. a. ( ) Data Werehouse ; Internet ; Linux

AFRE. a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento, como o LILO ou o GRUB. a. ( ) Data Werehouse ; Internet ; Linux 1. De que forma é possível alterar a ordem dos dispositivos nos quais o computador procura, ao ser ligado, pelo sistema operacional para ser carregado? a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento,

Leia mais

Use a Cabeça! FREEMAN, Eric e Elisabeth. HTML com CSS e XHTML BASHMAN, Brian / SIERRA Kathy / BATES, Bert. Servlets & JSP

Use a Cabeça! FREEMAN, Eric e Elisabeth. HTML com CSS e XHTML BASHMAN, Brian / SIERRA Kathy / BATES, Bert. Servlets & JSP Use a Cabeça! FREEMAN, Eric e Elisabeth. HTML com CSS e XHTML BASHMAN, Brian / SIERRA Kathy / BATES, Bert. Servlets & JSP Software cliente: browser e outros Protocolo HTTP Infraestrutura de transporte

Leia mais

DIFERENCIAIS SERVIÇOS. 1. Desenvolvimento De Sites Personalizados

DIFERENCIAIS SERVIÇOS. 1. Desenvolvimento De Sites Personalizados DIFERENCIAIS Acredito que o desenvolvimento de soluções para Internet não é um trabalho qualquer, deve-se ter certa experiência e conhecimento na área para projetar sistemas que diferenciem você de seu

Leia mais

ÍNDICE 1 CADASTRO DO PRODUTO... 4 2 INCLUIR E CONFIGURAR VITRINE... 5 3 CONFIGURANDO A VITRINE DE PRODUTOS... 7

ÍNDICE 1 CADASTRO DO PRODUTO... 4 2 INCLUIR E CONFIGURAR VITRINE... 5 3 CONFIGURANDO A VITRINE DE PRODUTOS... 7 1 ÍNDICE 1 CADASTRO DO PRODUTO... 4 2 INCLUIR E CONFIGURAR VITRINE.... 5 3 CONFIGURANDO A VITRINE DE PRODUTOS... 7 4 - INFORMANDO UMA CLASSIFICAÇÃO NA VITRINE DE PRODUTOS... 8 5 INCLUINDO PRODUTOS EM UMA

Leia mais

Programação para a Internet. Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala

Programação para a Internet. Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala Programação para a Internet Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala A plataforma WEB Baseada em HTTP (RFC 2068) Protocolo simples de transferência de arquivos Sem estado

Leia mais

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino Eduardo Kokubo kokubo@inf.univali.br Fabiane Barreto Vavassori, MSc fabiane@inf.univali.br Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI Centro de Ensino Superior

Leia mais

Módulo e-rede VirtueMart v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados

Módulo e-rede VirtueMart v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados Módulo e-rede VirtueMart v1.0 Manual de Instalação do Módulo estamos todos ligados 01 02 03 04 Introdução 3 Versão 3 Requerimentos 3 Manual de instalação 4 05 06 4.1 Permissões 4 4.2 Instalação e ativação

Leia mais

J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Ana Paula Carrion 1, Késsia Rita da Costa Marchi 1, Jaime Willian Dias 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil anapaulacarrion@hotmail.com,

Leia mais

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 Pela grande necessidade de controlar a internet de diversos clientes, a NSC Soluções em Informática desenvolveu um novo produto capaz de gerenciar todos os recursos

Leia mais

Guia Prático do Usuário Sistema e-commerce e Portal

Guia Prático do Usuário Sistema e-commerce e Portal Guia Prático do Usuário Sistema e-commerce e Portal 29/11/2012 Índice ÍNDICE... 2 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. O QUE É E-COMMERCE?... 4 3. LOJA FOCCO... 4 4. COMPRA... 13 5. E-MAILS DE CONFIRMAÇÃO... 14 6.

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 05 Material preparado por Fernanda Madeiral Delfim Tópicos Aula 5 Contextualização UML Astah

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

1 ACESSO AO PORTAL UNIVERSITÁRIO 3 3 PLANO DE ENSINO 6 4 AULAS 7 5 AVALIAÇÃO E EXERCÍCIO 9 6 ENQUETES 12 7 QUADRO DE AVISOS 14

1 ACESSO AO PORTAL UNIVERSITÁRIO 3 3 PLANO DE ENSINO 6 4 AULAS 7 5 AVALIAÇÃO E EXERCÍCIO 9 6 ENQUETES 12 7 QUADRO DE AVISOS 14 portal@up.com.br Apresentação Este manual contém informações básicas, e tem como objetivo mostrar a você, aluno, como utilizar as ferramentas do Portal Universitário e, portanto, não trata de todos os

Leia mais

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 Rational Quality Manager Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 1 Informações Gerais Informações Gerais sobre o RQM http://www-01.ibm.com/software/awdtools/rqm/ Link para o RQM https://rqmtreina.mvrec.local:9443/jazz/web/console

Leia mais

Cadastrar Categorias e Produtos

Cadastrar Categorias e Produtos Cadastrar Categorias e Produtos 1- Introdução Bom, agora que você conseguiu configurar a sua loja com sucesso, incluindo as informações do PagSeguro, precisamos cadastrar o principal: Os Produtos, afinal,

Leia mais

Uma Abordagem usando PU

Uma Abordagem usando PU Uma Abordagem usando PU Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior Referências: Baseada em: Rational Software Corpotation G. Booch, Ivar Jacobson,

Leia mais

O conjunto é composto por duas seções: o App Inventor Designer e o App Inventor Blocks Editor, cada uma com uma função específica.

O conjunto é composto por duas seções: o App Inventor Designer e o App Inventor Blocks Editor, cada uma com uma função específica. Google App Inventor: o criador de apps para Android para quem não sabe programar Por Alexandre Guiss Fonte: www.tecmundo.com.br/11458-google-app-inventor-o-criador-de-apps-para-android-para-quem-naosabe-programar.htm

Leia mais

Sistema de Chamados Protega

Sistema de Chamados Protega SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. REALIZANDO ACESSO AO SISTEMA DE CHAMADOS... 4 2.1 DETALHES DA PÁGINA INICIAL... 5 3. ABERTURA DE CHAMADO... 6 3.1 DESTACANDO CAMPOS DO FORMULÁRIO... 6 3.2 CAMPOS OBRIGATÓRIOS:...

Leia mais

Módulo e-rede VirtueMart v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados

Módulo e-rede VirtueMart v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados Módulo e-rede VirtueMart v1.0 Manual de Instalação do Módulo estamos todos ligados ÍNDICE 01 02 03 04 Introdução 3 Versão 3 Requerimentos 3 Manual de instalação 4 05 06 4.1 Permissões 4 4.2 Instalação

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web

Introdução à Tecnologia Web Introdução à Tecnologia Web JavaScript Histórico e Características Índice 1 JAVASCRIPT... 2 1.1 Histórico... 2 1.2 Aplicações de JavaScript... 2 a) Interatividade... 2 b) Validação de formulários... 2

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN José Agostinho Petry Filho 1 ; Rodrigo de Moraes 2 ; Silvio Regis da Silva Junior 3 ; Yuri Jean Fabris 4 ; Fernando Augusto

Leia mais

Tutorial do Usuário para utilização do Magento e commerce

Tutorial do Usuário para utilização do Magento e commerce Tutorial do Usuário para utilização do Magento e commerce Sumário Introdução...3 Página inicial (Home Page)...3 Criar uma conta ou Entrar (Login)...4 Criar uma Conta...5 Entrar (Login)...6 Minha Conta...7

Leia mais

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos Plano de Testes Versão DeltaInfo Soluções para web Soluções para o mundo DeltaInfo 2 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autores

Leia mais

Documentação. Programa de Evolução Contínua Versão 1.74

Documentação. Programa de Evolução Contínua Versão 1.74 Documentação Programa de Evolução Contínua Versão 1.74 Sumário Resumo das Novidades... 3 Configuração das Novidades... 5 PagSeguro Transparente... 5 Integração PayU Latam... 6 Integração Marketplaces B2W...

Leia mais

GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA

GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA GANHE DINHEIRO FACIL GASTANDO APENAS ALGUMAS HORAS POR DIA Você deve ter em mente que este tutorial não vai te gerar dinheiro apenas por você estar lendo, o que você deve fazer e seguir todos os passos

Leia mais

NOVIDADES DA VERSÃO 2.10 DO SANKHYA-W. Atividade Descrição Versão Abrangência

NOVIDADES DA VERSÃO 2.10 DO SANKHYA-W. Atividade Descrição Versão Abrangência NOVIDADES DA VERSÃO 2.10 DO SANKHYA-W Atividade Descrição Versão Abrangência Nota de complemento Geração de nota de complemento através do Sankhya-W. Informações da Sankhya/Jiva no Os e-mails de NF-e enviados

Leia mais

Cadastramento de Computadores. Manual do Usuário

Cadastramento de Computadores. Manual do Usuário Cadastramento de Computadores Manual do Usuário Agosto 2006 ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO 1.1 Conhecendo a solução...03 Segurança pela identificação da máquina...03 2. ADERINDO À SOLUÇÃO e CADASTRANDO COMPUTADORES

Leia mais

Sumário. Apresentação O que é o Centro de Gerenciamento de Serviços (CGS) NTI? Terminologia Status do seu chamado Utilização do Portal Web

Sumário. Apresentação O que é o Centro de Gerenciamento de Serviços (CGS) NTI? Terminologia Status do seu chamado Utilização do Portal Web Sumário Apresentação O que é o Centro de Gerenciamento de Serviços (CGS) NTI? Terminologia Status do seu chamado Utilização do Portal Web Fazendo Login no Sistema Tela inicial do Portal WEB Criando um

Leia mais

inux Sistemas Ltda. MANUAL DO USUÁRIO www.inux.com.br

inux Sistemas Ltda. MANUAL DO USUÁRIO www.inux.com.br 2013 inux Sistemas Ltda. s MANUAL DO USUÁRIO www.inux.com.br Sumário 1 Introdução... 2 2 Visão Geral do Sistema... 2 3 Tela de Configuração... 3 4 Tela de Mensagens... 5 5 Tela de Importação... 8 6 Tela

Leia mais