Aspectos técnicos da Pulverização aérea

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aspectos técnicos da Pulverização aérea"

Transcrição

1 Aspectos técnicos da Pulverização aérea a Semana da Citricultura 06 a 10 de junho de Eng. Agr. Yasuzo Ozeki Celular > (11) Telef.Fixo > (11) >

2 Princípios básicos Da Pulverização Aérea

3 Principio Básico da Pulverização

4 Cobertura X Diâmetro da Gota Garoa Neblina Vapor Dividindo o diâmetro da gota por dois multiplica o número da gotas por oito Eng. o Agr. o Yasuzo Ozeki

5 Comparação das gotas Garoa Chuva fina Pulv. Aérea 20 L/ha Neblina Nebulização

6 Aplicação com Termonebulizador Qual será o ALVO????

7 Cobertura Volume X Diâmetro da Gota

8 Cobertura

9

10 Hughes/McDonnell Douglas 69/500

11 Bell 206 Long ranger Plataforma móvel de operação

12 Helicóptero HUGHES 500 D

13 Distribuição de bicos

14

15 Distribuição dos Atomizadores

16 MICRONAIR AU 5000

17 Atomizador de Disco Rotativo

18 Equipamentos para abastecimento Tanque de pré-mistura e Lavagem de embalagens Moto bomba

19 Preparo de calda

20

21

22

23 Problemas na Pulverização aérea em Citrus 1. Arquitetura da planta (forma circular) 2. Tamanho das plantas (altura e diâmetro). Velocidade do vento Vento Área de Baixa Cobertura

24 Vento Área de menor cobertura

25 Cobertura média por planta Teste 01 Calda = 5,0 L/há (Naturoil,0 L + Água -1,7 L+ Engeo pleno 0, L) Largura da faixa = 20,0 m Condições meteorológicas: Horário do teste = 08:00 horas Temperatura = 25 0 C Umidade relaava = 75 % Sul 7,6 Leste 8,0 Cobertura Média Em 9 Plantas Gotas/cm 2 15, Oeste Fazenda Marquezan Matão SP. 12,8 Norte Vento 0 a,0 km/h

26 Cobertura média por planta Teste 02 Volume de calda = 15,0 L/ha (Naturoil,0 L + água 14,7 l + Engeo Pleno 0, L) Largura da faixa = 15,0 m Horário do teste = 08:0 horas Temperatura = 27 0 C Umidade relativa = 68 % Sul 21,0 Leste 21,4 Cobertura Média de 9 Plantas - Gotas/cm 2 21,5 Oeste Fazenda Marquezan Matão SP. 29,6 Norte Vento,0 a 10,0 km/h

27 Cobertura média por planta Teste 0 Volume de calda = 5,0 L/ha (Naturoil,0 L + água 1,7 L + Engeo Pleno 0, L) Largura da faixa = 15,0 m Horário do teste = 09:0 horas Temperatura = 28 0 C Umidade rela;va = 65 % Sul 1 Leste 10 Cobertura Média Em 6 Plantas Gotas/cm 2 0 Oeste Vento 6,0 a 15,0 km/h Fazenda Marquezan Matão SP. 20 Norte

28 Condições Meteorológicas Temperatura a 28 º C Umidade relativa do ar % a 85% Velocidade do vento fraco a 9,0 km/h Estabilidade atmosférica saindo da Inversão térmica Horário da Pulverização = 7:00 as 10:00 horas

29 Pulverização com Micronair

30 Distribuição das gotas na planta Teste 1 Micronair AU5000 Disco Restritor D 10 Volume = 10,0 L/ha Faixa = 20 m 24 Vento = 2 a 4 km/h Temperatura = 2,8 º C Umidade relativa + 85,7 % Setor Sul Setor norte Sem Adjuvante

31 Distribuição das gotas na planta Teste 2 Micronair Disco restritor = D 10 Volume = 10,0 L/ha Faixa = 20 m 26 2 Vento a 2,0 km/h Temperatura = 24,0 o C Umidade relativa = 8,4 % Setor Sul Setor norte Com Adjuvante

32 Distribuição das gotas na planta Teste Micronair AU5000 Disco restritor = D 8 Volume = 10,0 L/ha Faixa = 15 m 29 Vento 6 Vento---2,0 a 4,0 km/h Temperatura = 28,0 o C Umidade relativa = 72 % Setor Sul Setor norte 26 2

33 Face Sul 22 Sem Adjuvante 24 Uso de Adjuvante Teste 1 Cobertura Teste 2 26 gotas/cm 2 Com Adjuvante ? Face Norte Como podemos observar o adjuvante não acrescentou nenhum benefício ficando a sua utilização ou não a critério de cada um.

34 Pulverização baixa altura Aeronave Air Tractor 401 Equipamento:- Barra e Bicos Faixa de = 15 m Volume de calda = 0 L/ha Altura de vôo = 2,0 m

35 Pulverização com Barra

36 Distribuição das gotas na planta Teste 4 Volume = 0,0 L/ha Faixa = 15 m Bico D 8 DC Vento 71 Condições Met.: Temp o C UR ,7 % Vento ,6 Km/h Setor Sul Setor norte 5 28

37 Comentários Ø Ø Ø Ø Ø Não houve diferença de cobertura entre água pura e com a adição de adjuvante: A pulverização com a faixa de 20 m teve menor cobertura na face sul do que a face norte. Quando a faixa foi reduzida para 15 m a cobertura da face norte e sul foram semelhantes. Houve um aumento significativo de cobertura no alvo quando aumentamos o volume de calda para 0 L/ha. As condições meteorológicas no momento da pulverização estavam muito boas com exceção do vento: Temperatura média variando entre a 28 º C Umidade relativa alta variando entre % a 67% Velocidade do vento fraco variando entre a 9,0 km/h Obs. Na parte da manhã houve Inversão Térmica

38 Meteorologia Umidade relaava do ar Velocidade do vento Temperatura do ar Inversão térmica Corrente ascendente Turbulência Chuva Garoa Neblina

39 Evaporação das Gotas

40 Fórmula - Amsden t = D 2 t = Tempo de vida da gota em segundos D = Diâmetro das gotas (µm) 80ΔT ΔT = Diferença de temperatura entre (bulbo seco/úmido) ºC Eng. o Agr. o Yasuzo Ozeki

41 Inversão Térmica

42 Teste de Pulverização Volume de pulverização = 50 L/ha Altura de vôo = 0 m Temperatura = 25 0 C Umidade Relativa = 90% Velocidade do Vento = 5,0 Km/h Cobertura média = 5 gotas/cm 2 Horario da pulverização = 7:0h Cobertura média = 05 gotas/cm 2 Volume de pulverização = 50 L/há Altura de vôo = 0 m Temperatura = 0 0 C Umidade Relativa = 6% Velocidade do Vento = 5,0 Km/h Horário da pulverização= 18:0h

43 DERIVA PROVOCADA PELA INVERSÃO TÉRMICA Área dessecada Área afetada por deriva

44 Recomendações gerais 1. Estreitar a largura da faixa de pulverização, no máximo 15 m para IPANEMA e similares 2. Evitar ventos fortes acima de 12 km/h. Diminuir a altura de vôo para 2,0 m 4. Aumentar o volume de calda para >0 L/ha. 5. Aumentar o tamanho das gotas DMV 200/400 µm

DERIVA EM APLICAÇÕES AÉREAS DE PRODUTOS LÍQUIDOS Perguntas mais freqüentes

DERIVA EM APLICAÇÕES AÉREAS DE PRODUTOS LÍQUIDOS Perguntas mais freqüentes DERIVA EM APLICAÇÕES AÉREAS DE PRODUTOS LÍQUIDOS Perguntas mais freqüentes 1. O que é DERIVA? DERIVA é o deslocamento horizontal que sofrem as gotas desde o seu ponto de lançamento até atingirem o seu

Leia mais

QUALIDADE EM TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS

QUALIDADE EM TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS 1 QUALIDADE EM TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS Prof. Dr. Ulisses Rocha Antuniassi FCA/UNESP Caixa Postal 237-18603-970 - Botucatu/SP - Fone: (14) 96711604 ulisses@fca.unesp.br 1. Conceitos básicos

Leia mais

Energia para pulverização

Energia para pulverização BICOS DE PULVERIZAÇÃO ALTO VOLUME GOTAS PEQUENAS Energia para pulverização Diferentes Tipos de Bicos Classificação em função da energia gerada para pulverização a) Centrífuga b) Pneumática c) Eletrostática

Leia mais

FCA/UNESP - Botucatu/SP ulisses@fca.unesp.br

FCA/UNESP - Botucatu/SP ulisses@fca.unesp.br Tecnologia de aplicação de defensivos Ulisses Rocha Antuniassi FCA/UNESP - Botucatu/SP ulisses@fca.unesp.br Qualidade e manutenção de pulverizadores PROJETO IPP: resultados no MT Projeto IPP/Cerrado 37

Leia mais

Eng.º Agr.º José Maria Fernandes dos Santos

Eng.º Agr.º José Maria Fernandes dos Santos PONTOS CRÍTICOS NA APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS Eng.º Agr.º José Maria Fernandes dos Santos Pesquisador Científico Laboratório de Proteção e Clínica Vegetal E-mail: santosjmf@biologico.sp.gov.br Fone/Fax: (11)

Leia mais

AVIAÇÃO AGRÍCOLA E O MEIO AMBIENTE

AVIAÇÃO AGRÍCOLA E O MEIO AMBIENTE AVIAÇÃO AGRÍCOLA E O MEIO AMBIENTE. INTRODUÇÃO Eng. Agr. Eduardo C. de Araújo As discussões relacionadas à proteção ao meio ambiente, em que pese sua inquestionável importância, são, infelizmente, frequentemente

Leia mais

Treinamento. Arbus 400 Golden

Treinamento. Arbus 400 Golden Arbus 400 Golden Treinamento Arbus 400 Golden Prof. Brandão - Operação - Manutenção - Regulagem da pulverização Arbus 400 Golden Arbus 400 Maçã 33 Apresentação da máquina Tanque de Defensivos Aplicação

Leia mais

UM PULVERIZADOR BEM REGULADO E CALIBRADO É A CERTEZA DE UMA APLICAÇÃO EFICIENTE E SEGURA!!

UM PULVERIZADOR BEM REGULADO E CALIBRADO É A CERTEZA DE UMA APLICAÇÃO EFICIENTE E SEGURA!! DE PULVERIZADORES AGRÍCOLAS Este material faz parte da apostila do Curso de Tecnologia de Aplicação da Comam Ltda Carlos Alberto Magalhães Cordeiro Paulo Otavio Coutinho Fabiano de Matino Motta Engs Agrônomos

Leia mais

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS Eng Agr MS.c. Henrique B N Campos Consultor Sabri em Tecnologia de Aplicação ADVERTÊNCIA Todas as opiniões e recomendações presentes neste material são

Leia mais

Herbicida 1. Acanthospermum hispidum Acanthospermum australe. Carrapicho-de-carneiro

Herbicida 1. Acanthospermum hispidum Acanthospermum australe. Carrapicho-de-carneiro COMPOSIÇÃO: Diurom 800 g/kg CLASSE: Herbicida GRUPO QUÍMICO: Ureia TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulado Dispersível (WG) CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA III - MEDIANAMENTE TÓXICO INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: CULTURAS:

Leia mais

Tecnologia de aplicação de Agrotóxicos

Tecnologia de aplicação de Agrotóxicos Tecnologia de aplicação de Agrotóxicos Engº. Agrº. M. Sc. Aldemir Chaim Laboratório de Tecnologia de Aplicação de Agrotóxicos Embrapa Meio Ambiente História da aplicação de defensivos Equipamento de aplicação

Leia mais

300 a 500 Cana-deaçúcar Diatraea saccharalis Broca-da-cana 100 a 150-300. - 50 Maçã. da-folha

300 a 500 Cana-deaçúcar Diatraea saccharalis Broca-da-cana 100 a 150-300. - 50 Maçã. da-folha COMPOSIÇÃO: Novalurom 100 g/l CLASSE: Inseticida GRUPO QUÍMICO: Benzoilureia TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA I - EXTREMAMENTE TÓXICO INSTRUÇÕES DE USO: O RIMON

Leia mais

Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais

Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais Fone (14) 3811-7127 - Tel/Fax: (14) 3882-6300 e-mail: fepaf@fca.unesp.br 1 PROTOCOLO DE PESQUISA APLICAÇÃO AÉREA PARA CONTROLE DE FERRUGEM DA SOJA NO MATO GROSSO FCA/UNESP - BOTUCATU/SP FUNDAÇÃO MATO GROSSO

Leia mais

PROTEÇÃO DE CULTIVOS. Manejo de plantas daninhas IMPORTÂNCIA DA CORRETA APLICAÇÃO DO GLIFOSATO PARA O DESENVOLVIMENTO E A PRODUTIVIDADE DAS CULTURAS

PROTEÇÃO DE CULTIVOS. Manejo de plantas daninhas IMPORTÂNCIA DA CORRETA APLICAÇÃO DO GLIFOSATO PARA O DESENVOLVIMENTO E A PRODUTIVIDADE DAS CULTURAS Observar os corretos parâmetros para uma boa pulverização (utilizar pontas, filtros e volumes de calda e DMV de gota adequados para cada situação). A utilização do glifosato, desde a implantação das culturas

Leia mais

Inseticida 1. Doses. Modalidade de aplicação. Culturas. Pragas controladas

Inseticida 1. Doses. Modalidade de aplicação. Culturas. Pragas controladas COMPOSIÇÃO: Imidacloprido 200 g/l CLASSE: Inseticida GRUPO QUÍMICO: Neonicotinoide TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA III - MEDIANAMENTE TÓXICO INSTRUÇÕES DE USO:

Leia mais

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO 1. Um agricultor relata que não está tendo controle satisfatório na aplicação de um herbicida. Afirma estar aplicando conforme recomendação do fabricante do produto (x litros p.c./ha

Leia mais

NO TRATAMENTO FITOSSANITÁRIO DO ALGODOEIRO.

NO TRATAMENTO FITOSSANITÁRIO DO ALGODOEIRO. TECNOLOGIA BVO NO TRATAMENTO FITOSSANITÁRIO DO ALGODOEIRO. Marcos Vilela de Magalhães Monteiro 1 Palestra proferida no V Congresso Brasileiro de Algodão - Salvador BA, 29/Ago/2005. Para abordar este tema

Leia mais

AGROTEC TECNOLOGIA AGRÍCOLA E INDUSTRIAL LTDA

AGROTEC TECNOLOGIA AGRÍCOLA E INDUSTRIAL LTDA Aplicação aérea no controle de doenças em Soja Eduardo Cordeiro de Araújo 1 As doenças que afetam a cultura da Soja sempre estiveram presentes mas quase sempre foram subestimadas em sua importância. O

Leia mais

Calibração de deposição de agrotóxicos e bioinseticidas

Calibração de deposição de agrotóxicos e bioinseticidas Calibração de deposição de agrotóxicos e bioinseticidas A aplicação de produtos químicos ou biológicos para controle de pragas pode ser feita com tratores equipados com pulverizadores de barra com bicos

Leia mais

Herbicida 1. CULTURAS PLANTAS DANINHAS ESTÁDIO DOSE (L/ha)

Herbicida 1. CULTURAS PLANTAS DANINHAS ESTÁDIO DOSE (L/ha) COMPOSIÇÃO: PROPAQUIZAFOPE 100 g/l CLASSE: Herbicida GRUPO QUÍMICO: Ácido Ariloxifenoxipropiônico TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA III - MEDIANAMENTE TÓXICO INSTRUÇÕES

Leia mais

Comparação da câmara de secagem spray de 3 estágios com a câmara tradicional de 2 estágios.

Comparação da câmara de secagem spray de 3 estágios com a câmara tradicional de 2 estágios. Relatórios Técnicos TECNOLOGIA DE SECAGEM DE LEITE Av. Pueyrredón 524-6to PISO (C1032ABS) Buenos Aires, Argentina Tel/Fax: (54-11) 4963 8282 / 9577 1 TECNOLOGIA DE SECAGEM DE LEITE. CÂMARA DE SECAGEM SPRAY

Leia mais

N-(1-ethypropyl)-2,6-dinitro-3,4-xylidine (PENDIMETALINA)...500 g/l (50% m/v) Ingredientes inertes...500 g/l (50% m/v)

N-(1-ethypropyl)-2,6-dinitro-3,4-xylidine (PENDIMETALINA)...500 g/l (50% m/v) Ingredientes inertes...500 g/l (50% m/v) Composição N-(1-ethypropyl)-2,6-dinitro-3,4-xylidine (PENDIMETALINA)...500 g/l (50% m/v) Ingredientes inertes...500 g/l (50% m/v) Classe Herbicida seletivo, de ação não sistêmica do grupo químico das dinitroanilinas.

Leia mais

MANUAL DE TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO

MANUAL DE TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO MANUAL DE TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO MANUAL DE TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO COGAP COMITÊ DE BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DEFESA VEGETAL ANDEF Rua Capitão Antônio Rosa, 376, 13º andar 01443-010

Leia mais

Evidence 700WG Proteção eficáz para seu eucalipto.

Evidence 700WG Proteção eficáz para seu eucalipto. Evidence 700WG Proteção eficáz para seu eucalipto. TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO APLICADA A SILVICULTURA Eng. Agr. Paulo Coutinho INTRODUÇÃO APLICAÇOES NA SILVICULTURA: DESSECAÇAO DE PREPARO DE ÁREA E DE MANUTENÇÃO

Leia mais

Calibração Pulverizador Pomares

Calibração Pulverizador Pomares INÍCIO ANALISAR pulverizador e corrigir Medir a VELOCIDADE do tractor Medir DÉBITO dos BICOS Usar apenas água na calibração do pulverizador PULVERIZAR Preparar a CALDA Ajustar pulverizador à CULTURA Calcular

Leia mais

PROGRAMA CAS CERTIFICAÇÃO AEROAGRÍCOLA SUSTENTÁVEL

PROGRAMA CAS CERTIFICAÇÃO AEROAGRÍCOLA SUSTENTÁVEL PROGRAMA CAS CERTIFICAÇÃO AEROAGRÍCOLA SUSTENTÁVEL Ulisses Rocha Antuniassi FCA/UNESP - Botucatu/SP ulisses@fca.unesp.br www.cas-online.org.br Equipe: Prof. Dr. Ulisses R. Antuniassi FCA/UNESP - Botucatu/SP

Leia mais

PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL INFORMATIVO Nº 113. Este informativo não representa o endosso da AMPASUL para nenhum produto ou marca.

PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL INFORMATIVO Nº 113. Este informativo não representa o endosso da AMPASUL para nenhum produto ou marca. PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL RELATÓRIO DE 18 A 31 DE MAIO DE 2015 INFORMATIVO Nº 113 1 A utilização de tecnologias de aplicação como gotas oleosas, como UBV (Ultra Baixo Volume) e BVO

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Módulo IV Aula 01 1. Introdução Vamos estudar as torres de refrigeração que são muito utilizadas nas instalações de ar condicionado nos edifícios, na

Leia mais

Tecnologia de Aplicação

Tecnologia de Aplicação Tecnologia de Aplicação Rodolfo G. Chechetto Engenheiro Agrônomo O que é Tecnologia de Aplicação? Conjunto de conhecimentos que integram informações sobre os produtos fitossanitários, suas formulações

Leia mais

PRODUÇÃO DIÁRIA DOS PULVERIZADORES DE BARRAS

PRODUÇÃO DIÁRIA DOS PULVERIZADORES DE BARRAS PRODUÇÃO DIÁRIA DOS PULVERIZADORES DE BARRAS Versão em Português - MP-00 MÁQUINAS AGRÍCOLAS JACTO S.A. Rua Dr. Luiz Miranda, 170-000 - Pompéia - SP - Brasil Tel.: (0XX1) -111 - Fax: (0XX1) -191 E-mail:

Leia mais

APLICAÇÃO AÉREA E TERRESTRE: VANTAGENS E LIMITAÇÕES COMPARATIVAS.

APLICAÇÃO AÉREA E TERRESTRE: VANTAGENS E LIMITAÇÕES COMPARATIVAS. 1 APLICAÇÃO AÉREA E TERRESTRE: VANTAGENS E LIMITAÇÕES COMPARATIVAS. Introdução: José Maria F. dos Santos Eng.º Agr.º Pesq. Científico, Instituto Biológico, São Paulo-SP santosjmf@biologico.sp.gov.br O

Leia mais

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO O produto OXY-PRIMER é um tipo de tinta de cobertura cimentosa que não é composto de resinas normais, mas que adere como cimento. O cimento adere

Leia mais

Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais

Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais 1 PROGRAMA CAS: CERTIFICAÇÃO AEROAGRÍCOLA SUSTENTÁVEL CIRCULAR CAS 01/2015 INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA OBTENÇÃO DO CAS Nível III O CAS Nível III (Certificação da conformidade de equipamentos,

Leia mais

O QUE É UMA PULVERIZAÇÃO?

O QUE É UMA PULVERIZAÇÃO? TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS Emprego de todos os conhecimentos científicos que proporcionem a correta colocação do produto biologicamente ativo no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica,

Leia mais

Cemtec - MS Centro de Monitoramento de Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos

Cemtec - MS Centro de Monitoramento de Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos (Cemtec MS) Previsão do tempo PARA OS DIAS: 27 de maio (quarta-feira) a 29 de maio (sexta-feira) Chuva em Campo Grande para o mês de MAIO (até dia 26 às 13 h): 77,6 mm (estação do Inmet) A Normal Climatológica

Leia mais

DESSECAÇÃO DE BRAQUIÁRIA COM GLYPHOSATE SOB DIFERENTES VOLUMES DE CALDA RESUMO

DESSECAÇÃO DE BRAQUIÁRIA COM GLYPHOSATE SOB DIFERENTES VOLUMES DE CALDA RESUMO DESSECAÇÃO DE BRAQUIÁRIA COM GLYPHOSATE SOB DIFERENTES VOLUMES DE CALDA Valter de Oliveira Neves Júnior 1 ; Zélio de Lima Vieira 1 ; Tiago Trevizam de Freitas 1 ; Edgar Rodrigues Marques 1 ; Paulo César

Leia mais

27/11/2015. Boas práticas: os desafios da tecnologia de aplicação. Tecnologia de aplicação x ambiente. Ulisses Rocha Antuniassi

27/11/2015. Boas práticas: os desafios da tecnologia de aplicação. Tecnologia de aplicação x ambiente. Ulisses Rocha Antuniassi Boas práticas: os desafios da tecnologia de aplicação Ulisses Rocha Antuniassi FCA/UNESP - Botucatu/SP ulisses@fca.unesp.br Apresentação UNESP: FCA: DEnR: NTA: NEMPA: Universidade Estadual Paulista Faculdade

Leia mais

Alex Soares Ignoti. Alex Soares Ignoti Maracaju/MS

Alex Soares Ignoti. Alex Soares Ignoti Maracaju/MS RTV RTV Maracaju Inquima MS Alex Soares Ignoti Alex Soares Ignoti Maracaju/MS Uma Parceria Proprietário: Lucio Basso Sidrolândia - MS Execução e Acompanhamento Aplicador Radames ATV Inquima em Treinamento

Leia mais

CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA

CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA O comportamento climático é determinado por processos de troca de energia e umidade que podem afetar o clima local, regional

Leia mais

Como Aplicar. 1. Armazenagem. 2. Compatibilidade. 3. Veritas é complementar. 4. Tipos de solo

Como Aplicar. 1. Armazenagem. 2. Compatibilidade. 3. Veritas é complementar. 4. Tipos de solo 1. Armazenagem Após adquirir o produto, armazene as embalagens de 20L em local fresco e protegido do sol. Não temos nenhum reporte desde o lançamento do produto de problemas relacionados a perda de qualidade,

Leia mais

CAPÍTULO 11 O FENÔMENO EL NINO

CAPÍTULO 11 O FENÔMENO EL NINO CAPÍTULO 11 O FENÔMENO EL NINO 1.0. O que é o El Nino? É o aquecimento anômalo das águas superficiais na porção leste e central do oceano Pacífico equatorial, ou seja, desde a costa da América do Sul até

Leia mais

Formulações de Adjuvantes Agrícolas

Formulações de Adjuvantes Agrícolas ADJUVANTES Formulações de Adjuvantes Agrícolas ADJUVANTES: - Substância inerte adicionados à formulação ou à calda para melhorar a eficiência da aplicação. Podem ser divididos em 2 grupos: a) Surfatantes:

Leia mais

10. ESTABILIDADE E INSTABILIDADE ATMOSFÉRICA

10. ESTABILIDADE E INSTABILIDADE ATMOSFÉRICA 57 10. ESTABILIDADE E INSTABILIDADE ATMOSFÉRICA ESTABILIDADE ATMOSFÉRICA Ocorre quando há ausência de movimentos convectivos ascendentes. Pode produzir nuvens do tipo estratiformes e também gerar névoas

Leia mais

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE HERBICIDAS Emprego de todos os conhecimentos científicos que proporcionem a correta colocação do produto biologicamente ativo no alvo, em quantidade necessária, de forma econômica,

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE SEMENTES DE SOJA EM DISCOS PERFURADOS

DISTRIBUIÇÃO DE SEMENTES DE SOJA EM DISCOS PERFURADOS DISTRIBUIÇÃO DE SEMENTES DE SOJA EM DISCOS PERFURADOS Eng. Agrônomo José Roberto Assy A Apollo recomenda apenas 02 discos RampFlow de soja para se plantar todos os lotes de sementes de soja normalmente

Leia mais

Ar Condicionado e Refrigeração Ciclos de Refrigeração

Ar Condicionado e Refrigeração Ciclos de Refrigeração CICLOS DE REFRIGERAÇÃO Os ciclos mais usados, na seqüência, são: Ciclo de refrigeração por compressão de vapor Ciclo de refrigeração por absorção O ciclo é constituído dos seguintes processos sucessivos:

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia

Colégio Santa Dorotéia Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências Humanas Disciplina: Geografia Série: 6ª Ensino Fundamental Professor: Rogério Duarte Geografia Atividades para Estudos Autônomos Data: 28 / 09 / 2015 Aluno(a): Nº:

Leia mais

Boletim de Pesquisa39 e Desenvolvimento

Boletim de Pesquisa39 e Desenvolvimento Boletim de Pesquisa39 e Desenvolvimento ISSN 1516-4675 Junho, 2006 Uso do Programa Computacional GOTAS para Avaliação da Deposição de Pulverização Aérea sob Diferentes Condições Climáticas República Federativa

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO DE PRATICABILIDADE E EFICIÊNCIA AGRONÔMICA

RELATÓRIO TÉCNICO DE PRATICABILIDADE E EFICIÊNCIA AGRONÔMICA EMPRESA: RELATÓRIO TÉCNICO DE PRATICABILIDADE E EFICIÊNCIA AGRONÔMICA Assist Consultoria e Experimentação Agronômica LTDA ME Endereço: Avenida Brasília, 2711 Campo Real. Campo Verde - MT. CEP 78840-000.

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E EFICÁCIA DE PULVERIZAÇÃO

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E EFICÁCIA DE PULVERIZAÇÃO AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E EFICÁCIA DE PULVERIZAÇÃO DE UM HERBICIDA SISTÊMICO COM USO DE SOFTWARE PARA ANÁLISE DE CARTÕES HIDROSSENSÍVEIS Luiz Cláudio Garcia Email: lgarcia@uepg.br Vínculo: Acadêmico de

Leia mais

ADVANCE VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ

ADVANCE VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ ADVANCE VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ Registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento / MAPA sob nº 001595 COMPOSIÇÃO: 3-(3,4-diclorofenil)-1,1-dimetiluréia(DIURON)...533

Leia mais

APLICAÇÃO CORRETA: EFICIÊNCIA, PRODUTIVIDADE E BAIXO CUSTO EM CULTURAS AGRÍCOLAS. José Maria Fernandes dos Santos

APLICAÇÃO CORRETA: EFICIÊNCIA, PRODUTIVIDADE E BAIXO CUSTO EM CULTURAS AGRÍCOLAS. José Maria Fernandes dos Santos APLICAÇÃO CORRETA: EFICIÊNCIA, PRODUTIVIDADE E BAIXO CUSTO EM CULTURAS AGRÍCOLAS. José Maria Fernandes dos Santos Instituto Biológico, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Sanidade Vegetal. Av. Cons.

Leia mais

Linha turbo atomizadores. Prof.: Brandão

Linha turbo atomizadores. Prof.: Brandão Linha turbo atomizadores Prof.: Brandão Arbus - 200 Arbus 200 - Rotação da TDP: 540/1100 rpm - Peso vazia/com direcionador: 186 kg - Tanque de defensivos: 200 L - Tanque de água limpa: 15 L - Filtro: FVS

Leia mais

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO EM UBV e BVO. Marcelo Caires

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO EM UBV e BVO. Marcelo Caires TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO EM UBV e BVO Uso de micro gotas oleosas para o controle do bicudo Marcelo Caires Técnico em Agropecuária INSERÇÃO DE EQUIPAMENTOS TECNOLÓGICOS Instrumentos para o auxílio nas aplicações

Leia mais

ATIVIDADE : TESTES DE DEPOSIÇÃO

ATIVIDADE : TESTES DE DEPOSIÇÃO SINDAG CONGRESSO REGIONAL DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA / SUL CACHOEIRA DO SUL, RS 7 a 9 DE JUNHO DE 2007 ATIVIDADE : TESTES DE DEPOSIÇÃO RELATÓRIO www.agrotec.etc.br www.sindag.org.br www.congressosindag.com.br

Leia mais

pulsfog - Linha K-10

pulsfog - Linha K-10 VETORIAL Defensivos Agrícolas e Domissanitários Ltda Rua Leila Diniz, 246 A Novo México Vila Velha ES CEP:29104-070 Tel.:(27) 3219 1133 Fax: (27) 3299 8737 www.vetorialbrasil.com.br pulsfog - Linha K-10

Leia mais

PLASTEEL CERÂMICO PINTÁVEL BRANCO

PLASTEEL CERÂMICO PINTÁVEL BRANCO PLASTEEL CERÂMICO PINTÁVEL BRANCO PLASTEEL CERÂMICO PINTÁVEL BRANCO é um revestimento cerâmico bicomponente, na cor branca, ideal para promover proteção pintável às superfícies contra corrosão, abrasão

Leia mais

Atmosfera terrestre: Descrição física e química; emissões atmosféricas naturais e antropogênicas; suas transformações. Transporte atmosférico.

Atmosfera terrestre: Descrição física e química; emissões atmosféricas naturais e antropogênicas; suas transformações. Transporte atmosférico. Atmosfera terrestre: Descrição física e química; emissões atmosféricas naturais e antropogênicas; suas transformações. Transporte atmosférico. Por: Vânia Palmeira Campos UFBA IQ -Dpto Química Analítica

Leia mais

EQUILÍBRIO DA ATMOSFERA

EQUILÍBRIO DA ATMOSFERA EQUILÍBRIO DA ATMOSFERA AS CONDIÇÕES DE EQUILÍBRIO DO AR ATMOSFÉRICO. ESTÃO SEMPRE RELACIONADAS COM AS VARIAÇÕES DE TEMPERATURA DO AR AMBIENTE EM CONFRONTO COM A TEMPERATURA DE UMA PARCELA DE AR. VARIAÇÃO

Leia mais

Interacção Oceano-Atmosfera. O transporte de calor pelos oceanos. Os oceanos como reguladores do clima.

Interacção Oceano-Atmosfera. O transporte de calor pelos oceanos. Os oceanos como reguladores do clima. Interacção Oceano-Atmosfera. O transporte de calor pelos oceanos. Os oceanos como reguladores do clima. Vimos como o oceano, através da influência que exerce no conteúdo de humidade da atmosfera afecta

Leia mais

TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO

TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO 4.1 O Processo da Evaporação Para se entender como se processa a evaporação é interessante fazer um exercício mental, imaginando o processo

Leia mais

AVALIAÇÃO TÉCNICA DO SISTEMA ELETROSTÁTICO SPE SCHRODER CONSULTORIA

AVALIAÇÃO TÉCNICA DO SISTEMA ELETROSTÁTICO SPE SCHRODER CONSULTORIA AVALIAÇÃO TÉCNICA DO SISTEMA ELETROSTÁTICO SPE SCHRODER CONSULTORIA EMPRESAS PARCEIRAS NO PROJETO: FERSOL AVIAÇÃO AGRÍCOLA MOSTARDAS AVIAÇÃO AGRÍCOLA ABRIL/MAIO/2016 Antecedentes Schroder & Eletrostático

Leia mais

PARÂMETROS TÍPICOS PARA A OCORRÊNCIA DE NEVOEIRO DE RADIAÇÃO. Parte II: CARACTERÍSTICAS DO PERFIL VERTICAL. DURAÇÃO DO NEVOEIRO

PARÂMETROS TÍPICOS PARA A OCORRÊNCIA DE NEVOEIRO DE RADIAÇÃO. Parte II: CARACTERÍSTICAS DO PERFIL VERTICAL. DURAÇÃO DO NEVOEIRO PARÂMETROS TÍPICOS PARA A OCORRÊNCIA DE NEVOEIRO DE RADIAÇÃO. Parte II: CARACTERÍSTICAS DO PERFIL VERTICAL. DURAÇÃO DO NEVOEIRO Abstract Everson Dal Piva* everson@cpmet.ufpel.tche.br Natalia Fedorova natalia@cpmet.ufpel.tche.br

Leia mais

Conceitos e aplicações dos adjuvantes

Conceitos e aplicações dos adjuvantes ISSN 1518-6512 Agosto, 2006 56 Conceitos e aplicações dos adjuvantes Leandro Vargas 1, Erivelton Scherer Roman 1 Introdução Os herbicidas, até mesmo aqueles com ação de contato como paraquat, necessitam

Leia mais

Aperfeiçoando o desempenho da pulverização com Dinâmica de fluidos computacional. Bicos Automação Análise Técnica. Sistemas

Aperfeiçoando o desempenho da pulverização com Dinâmica de fluidos computacional. Bicos Automação Análise Técnica. Sistemas Aperfeiçoando o desempenho da pulverização com Dinâmica de fluidos computacional Bicos Automação Análise Técnica Sistemas Dinâmica de fluidos computacional (DFC) DCF é uma ciência da previsão: Vazão do

Leia mais

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO TEFIGRAMA

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO TEFIGRAMA Ê Destina-se a todos níveis de piloto LEITURA E INTERPRETAÇÃO DO TEFIGRAMA O voo livre, depende literalmente das condições meteorológicas. Saber avaliar correctamente as mesmas, é fundamental para voar

Leia mais

Acerte o Alvo! Elimine a Deriva nas Pulverizações de Agrotóxicos DEFIS DDSV N. R. LONDRINA FORÇA-TAREFA:

Acerte o Alvo! Elimine a Deriva nas Pulverizações de Agrotóxicos DEFIS DDSV N. R. LONDRINA FORÇA-TAREFA: DEFIS DDSV Acerte o Alvo! N. R. LONDRINA Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Paraná. FORÇA-TAREFA: Elimine a Deriva nas Pulverizações de Agrotóxicos Promoção: Governo

Leia mais

Ao descolarmos de uma grande altitude a densidade diminui, o que acontece à sustentação?

Ao descolarmos de uma grande altitude a densidade diminui, o que acontece à sustentação? O que é a aerodinâmica? Aerodinâmica é o estudo do ar em movimento e das forças que actuam em superfícies sólidas, chamadas asas, que se movem no ar. Aerodinâmica deriva do grego "aer", ar, e "dynamis",

Leia mais

caruru-de-mancha caruru-verde (Amaranthus viridis) falsa-serralha bela-emilia (Emilia sonchifolia) caruru-de-mancha caruru-verde (Amaranthus viridis)

caruru-de-mancha caruru-verde (Amaranthus viridis) falsa-serralha bela-emilia (Emilia sonchifolia) caruru-de-mancha caruru-verde (Amaranthus viridis) METRIMEX 500 SC Ficha Técnica Nome Comum: Ametrina Nome Comercial: Metrimex 500 SC Grupo Químico: Triazina Concentração: 500 g/l Formulação: SC - Suspensão Concentrada Classe tóxicológica: III - Medianamente

Leia mais

ESTUDO DE CASO. Monitoramento ambiental remoto no Ártico Canadense (Peregrine Diamonds, Projeto Chidliak)

ESTUDO DE CASO. Monitoramento ambiental remoto no Ártico Canadense (Peregrine Diamonds, Projeto Chidliak) ESTUDO DE CASO Monitoramento ambiental remoto no Ártico Canadense (Peregrine Diamonds, Projeto Chidliak) Symboticware Incorporated www.symboticware.com Telefone: 1-800-519-5496 Monitoramento ambiental

Leia mais

CICLONE EXTRATROPICAL MAIS INTENSO DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS PROVOCA ESTRAGOS NO RIO GRANDE DO SUL E NO URUGUAI

CICLONE EXTRATROPICAL MAIS INTENSO DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS PROVOCA ESTRAGOS NO RIO GRANDE DO SUL E NO URUGUAI CICLONE EXTRATROPICAL MAIS INTENSO DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS PROVOCA ESTRAGOS NO RIO GRANDE DO SUL E NO URUGUAI Entre os dias 22 e 23 de outubro de 2012 o processo de formação de um ciclone extratropical

Leia mais

RIO + 20. Instituto de Educação infantil e juvenil Outono, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: Edição VIII MMXII fase 2 parte 2

RIO + 20. Instituto de Educação infantil e juvenil Outono, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: Edição VIII MMXII fase 2 parte 2 Instituto de Educação infantil e juvenil Outono, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: TEMPO Início: Término: Total: Edição VIII MMXII fase 2 parte 2 grupo D RIO + 20 Um dia, voando sobre a Floresta Amazônica,

Leia mais

Energia Hidráulica. Líquido é pressionado contra pequeno orifício (ponta) e é pulverizado e transportado. Concorrentes em termos de energia

Energia Hidráulica. Líquido é pressionado contra pequeno orifício (ponta) e é pulverizado e transportado. Concorrentes em termos de energia PONTAS HIDRÁULICAS Energia Hidráulica Líquido é pressionado contra pequeno orifício (ponta) e é pulverizado e transportado Pulverização e transporte Concorrentes em termos de energia Maior energia = menor

Leia mais

CLASSIC VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO ESTADO DO PARANÁ

CLASSIC VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO ESTADO DO PARANÁ CLASSIC VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO ESTADO DO PARANÁ Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob nº 00938801 COMPOSIÇÃO: Ingrediente ativo: Ethyl2-(4-chloro-6-methoxypyrimidin-2-ylcarbamoylsulfamoyl)benzoate

Leia mais

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL JULHO/AGOSTO/SETEMBRO - 2015 Cooperativa de Energia Elétrica e Desenvolvimento Rural JUNHO/2015 Previsão trimestral Os modelos de previsão climática indicam que o inverno

Leia mais

NÍVEIS DE DEPOSIÇÃO DE PRODUTOS LÍQUIDOS COM APLICAÇÃO AÉREA UTILIZANDO ADJUVANTES ROBERTO DE OLIVEIRA SANTOS

NÍVEIS DE DEPOSIÇÃO DE PRODUTOS LÍQUIDOS COM APLICAÇÃO AÉREA UTILIZANDO ADJUVANTES ROBERTO DE OLIVEIRA SANTOS NÍVEIS DE DEPOSIÇÃO DE PRODUTOS LÍQUIDOS COM APLICAÇÃO AÉREA UTILIZANDO ADJUVANTES ROBERTO DE OLIVEIRA SANTOS 2007 ROBERTO DE OLIVEIRA SANTOS NÍVEIS DE DEPOSIÇÃO DE PRODUTOS LÍQUIDOS COM APLICAÇÃO AÉREA

Leia mais

COMO TRABALHAR COM BVO DR. MARCOS VILELA DE M. MONTEIRO¹, E-mail: bioaeronautica@terra.com.br

COMO TRABALHAR COM BVO DR. MARCOS VILELA DE M. MONTEIRO¹, E-mail: bioaeronautica@terra.com.br COMO TRABALHAR COM BVO DR. MARCOS VILELA DE M. MONTEIRO¹, 1 Eng o. Agrônomo, Centro Brasileiro de Bioaeronáutica (CBB) Sorocaba, SP E-mail: bioaeronautica@terra.com.br Formulações para Aplicações em BVO

Leia mais

- Métodos de avaliação das aplicações de fitossanitários - Avanços tecnológicos para a agricultura e florestas

- Métodos de avaliação das aplicações de fitossanitários - Avanços tecnológicos para a agricultura e florestas JORNADAS DE ACTUALIZACIÓN EN TECNOLOGÍAS DE APLICACIÓN EN CULTIVOS EXTENSIVOS - Métodos de avaliação das aplicações de fitossanitários - Avanços tecnológicos para a agricultura e florestas Otavio J. G.

Leia mais

Introdução. Importância. Operações. Principais culturas: 25/06/2015. Outras operações: Controle e combate de incêndios florestais em áreas de cultivo

Introdução. Importância. Operações. Principais culturas: 25/06/2015. Outras operações: Controle e combate de incêndios florestais em áreas de cultivo Introdução A Aviação Agrícola é um serviço especializado, regulamentado pelo Ministério da Agricultura e pelo Ministério da Aeronáutica; Registro de produtos; Atividade que deve obedecer as normas dos

Leia mais

Eng.Agr. Eduardo Cordeiro de Araújo Eng.Comp. Ricardo Matsumura de Araújo www.agronautas.com APRESENTAÇÃO

Eng.Agr. Eduardo Cordeiro de Araújo Eng.Comp. Ricardo Matsumura de Araújo www.agronautas.com APRESENTAÇÃO Análise de deposição de gotas por digitalização de Imagens Eng.Agr. Eduardo Cordeiro de Araújo Eng.Comp. Ricardo Matsumura de Araújo APRESENTAÇÃO 1 O processo de análise de gotas por digitalização de imagens

Leia mais

Influências das Pontas de Pulverização, Pressão de Trabalho e Condições Climáticas nas Aplicações de Defensivos

Influências das Pontas de Pulverização, Pressão de Trabalho e Condições Climáticas nas Aplicações de Defensivos Tecnologia e Produção: Soja e Milho / Influências das Pontas de Pulverização, Pressão de Trabalho e Condições Climáticas nas Aplicações de Defensivos Paulo O. Coutinho Ricardo Barros.. Introdução A Fundação

Leia mais

Mecanização da Pulverização. Eng. Agr.Jairo da Costa Moro Máquinas Agrícolas Jacto S.A

Mecanização da Pulverização. Eng. Agr.Jairo da Costa Moro Máquinas Agrícolas Jacto S.A Eng. Agr.Jairo da Costa Moro Máquinas Agrícolas Jacto S.A Mercado de defensivos Agrícolas 2014 - Brasil - O mercado brasileiro comercializou o valor total de US$12,25 bilhões em defensivos agrícolas. Fonte:

Leia mais

Princípios básicos da aplicação de agrotóxicos

Princípios básicos da aplicação de agrotóxicos Defensivos Princípios básicos da aplicação de agrotóxicos José Maria Fernandes dos Santos* Luiz Henrique carvalho/iac Controle de pragas com o uso de aeronaves agrícolas exige cuidados, pois efeitos aerodinâmicos

Leia mais

PARA COMEÇO DE CONVERSA

PARA COMEÇO DE CONVERSA PARA COMEÇO DE CONVERSA Agrotóxicos são muito importantes para proteger as culturas de pragas, doenças e plantas daninhas, mas podem ser perigosos se usados incorretamente. Fornecer informações desde sua

Leia mais

Balanço de Massa e Energia Aula 4

Balanço de Massa e Energia Aula 4 Gases e Vapores Na maioria das pressões e temperaturas, uma substância pura no equilíbrio existe inteiramente como um sólido, um líquido ou um gás. Contudo, em certas temperaturas e pressões, duas ou mesmo

Leia mais

Funcionamento de uma Torre de Resfriamento de Água

Funcionamento de uma Torre de Resfriamento de Água Funcionamento de uma Torre de Resfriamento de Água Giorgia Francine Cortinovis (EPUSP) Tah Wun Song (EPUSP) 1) Introdução Em muitos processos, há necessidade de remover carga térmica de um dado sistema

Leia mais

vegetação massas líquidas latitude altitude maritimidade

vegetação massas líquidas latitude altitude maritimidade Fatores Climáticos: vegetação massas líquidas latitude altitude maritimidade correntes marítimas disposição do relevo. CORRENTES MARÍTIMAS Radiação Solar TIPOS DE CHUVAS 1- Massa de Ar Equatorial Amazônica:

Leia mais

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS Prof. Dr. Ulisses Rocha Antuniassi FCA/UNESP - Botucatu/SP R. José Barbosa de Barros, 1780 - Botucatu/SP CEP 18610-307 - Fone: (14) 3811-7165 ulisses@fca.unesp.br

Leia mais

EM-028 VENTILAÇÃO INDUSTRIAL & AR COMPRIMIDO

EM-028 VENTILAÇÃO INDUSTRIAL & AR COMPRIMIDO EM-028 VENTILAÇÃO INDUSTRIAL & AR COMPRIMIDO RESUMO AULA 6 - VENTILAÇÃO DE TANQUES 1 CLASSIFICAÇÃO DOS PROCESSOS A ventilação por exaustão encontra muita aplicação nos tanques de processamento, por exemplo:

Leia mais

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS NA CITRICULTURA

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS NA CITRICULTURA TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS NA CITRICULTURA HAMILTON HUMBERTO RAMOS Diretor Geral do Instituto Agronômico TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS Emprego de todos os conhecimentos

Leia mais

NO SISTEMA LAGO-CANAIS-CISTERNA DA RESIDÊNCIA DE

NO SISTEMA LAGO-CANAIS-CISTERNA DA RESIDÊNCIA DE MOACYR MOLINARI perito engenheiro L A U D O D E P E R Í C I A T É C N I C A NO SISTEMA LAGO-CANAIS-CISTERNA DA RESIDÊNCIA DE BLANK Que faz MOACYR MOLINARI, brasileiro, casado, residente à rua, professor

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA I - EXTREMAMENTE TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA I - EXTREMAMENTE TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Truper 1501 VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 06706 COMPOSIÇÃO: 1-methylheptylester

Leia mais

SCHRODER CONSULTORIA

SCHRODER CONSULTORIA RELATÓRIO TÉCNICO EFEITO DO ÓLEO VEGETAL AGR ÓLEO NA EFICIÊNCIA DO HERBICIDA 2,4-D APLICADO POR VIA AÉREA EM ARROZ IRRIGADO INTRODUÇÃO O herbicida 2,4-D é utilizado há muitos anos para controle de diversas

Leia mais

ESTRUTURAS PARA O CULTIVO PROTEGIDO DE HORTALIÇAS

ESTRUTURAS PARA O CULTIVO PROTEGIDO DE HORTALIÇAS ESTRUTURAS PARA O CULTIVO PROTEGIDO DE HORTALIÇAS ESTUFAS OU CASA-DE- VEGETAÇÃO Definição: construções constituídas por uma estrutura de suporte para cobertura transparente e por uma fundação, quando necessário,

Leia mais

Física 2ª série Ensino Médio v. 2

Física 2ª série Ensino Médio v. 2 ísica 2ª série Ensino Médio v. 2 Exercícios 01) Caloria é a quantidade de calor necessária para que um grama de água possa aumentar sua temperatura de 1,5 o C para 15,5 o C. 02) É o calor necessário para

Leia mais

ART-01/12. COMO CALCULAMOS A EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERÊNCIA (ETo)

ART-01/12. COMO CALCULAMOS A EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERÊNCIA (ETo) Os métodos de estimativa da evapotranspiração estão divididos em métodos diretos, por meio do balanço de água no solo e pelos métodos indiretos, por meio do uso de dados meteorológicos. Os métodos diretos

Leia mais

Weber G. Valério 16º Herbishow A EVOLUÇÃO DOS HERBICIDAS. Ribeirão Preto / Maio-2017

Weber G. Valério 16º Herbishow A EVOLUÇÃO DOS HERBICIDAS. Ribeirão Preto / Maio-2017 Weber G. Valério 16º Herbishow A EVOLUÇÃO DOS HERBICIDAS Ribeirão Preto / Maio-2017 Fatores que interferem na eficiência das aplicações e consequentemente na eficácia dos resultados (controle e seletividade)

Leia mais

Alex Soares Igno6. Alex Soares Igno5 Maracaju/MS

Alex Soares Igno6. Alex Soares Igno5 Maracaju/MS RTV RTV Maracaju Inquima MS Alex Soares Igno6 Alex Soares Igno5 Maracaju/MS Uma Parceria Faz. Rego D Água Proprietário: Flavio Viecili Cidade: Jardim - MS Execução e Acompanhamento Aplicador Adilson Eng.

Leia mais

METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I UMIDADE DO AR. Ar úmido CONCEITO DE AR SECO, AR ÚMIDO E AR SATURADO

METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I UMIDADE DO AR. Ar úmido CONCEITO DE AR SECO, AR ÚMIDO E AR SATURADO METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I UMIDADE DO AR COMET Professor: Ar úmido A água está presente em certo grau em toda atmosfera em três estados: sólido, líquido e gasoso. O estado gasoso, ou vapor de água atmosférico

Leia mais