SUZET DE ARAÚJO TINÔCO CABRAL

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1 SUZET DE ARAÚJO TINÔCO CABRAL PERFIL DERMATOGLÍFICO, SOMATOTÍPICO E DAS QUALIDADES FÍSICAS DAS ATLETAS DE VOLEIBOL DA SELEÇÃO INFANTO-JUVENIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Ciências da Saúde, do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde. ORIENTADOR: PROF. DR. JOSÉ FERNANDES FILHO NATAL-RN 2004

2 SUZET DE ARAÚJO TINÔCO CABRAL PERFIL DERMATOGLÍFICO, SOMATOTÍPICO E DAS QUALIDADES FÍSICAS DAS ATLETAS DE VOLEIBOL DA SELEÇÃO INFANTO-JUVENIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE NATAL - RN 2004

3 SUZET DE ARAÚJO TINÔCO CABRAL PERFIL DERMATOGLÍFICO, SOMATOTÍPICO E DAS QUALIDADES FÍSICAS DAS ATLETAS DE VOLEIBOL DA SELEÇÃO INFANTO-JUVENIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Ciências da Saúde, do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde. Orientador: Profº Dr. José Fernandes Filho Co-Orientador: Profº Dr. Horácio Accioly Junior Natal 2004

4 Cabral, Suzet de Araújo Tinôco Perfil dermatoglífico, somatotípico e das qualidades físicas das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do estado do Rio Grande do Norte. / Suzet de Araújo Tinôco Cabral.--Natal, xi, 46f. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde. Título em inglês: Dermatoglyphics, somatotypic and profiles of the physical qualities of under-17 players from the Rio Grande do Norte State volleyball team. 1. Voleibol. 2. Dermatoglifia. 3. Somatotipo. 4. Qualidades físicas

5 Cabral, Suzet de Araújo Tinôco Perfil dermatoglífico, somatotípico e das qualidades físicas das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do estado do Rio Grande do Norte. / Suzet de Araújo Tinôco Cabral.--Natal, xi, 46f. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pósgraduação em Ciências da Saúde. Título em inglês: Dermatoglyphics, somatotypic and profiles of the physical qualities of under-17 players from the Rio Grande do Norte State volleyball team. 1. Voleibol. 2. Dermatoglifia. 3. Somatotipo. 4. Qualidades físicas

6 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde: Profº Dr. José Brandão Neto

7 SUZET DE ARAÚJO TINÔCO CABRAL PERFIL DERMATOGLÍFICO, SOMATOTÍPICO E DAS QUALIDADES FÍSICAS DAS ATLETAS DE VOLEIBOL DA SELEÇÃO INFANTO-JUVENIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Presidente da banca: Prof. Dr. José Fernandes Filho BANCA EXAMINADORA Profº. Dr. Manoel José Gomes Tubino Profº. Dr. Horácio Accioly Junior Profª. Dra. Vera Maria da Rocha Aprovada em: / /

8 Dedicatória Aos profissionais do voleibol, que dedicam a vida à arte de ensinar procurando estar sempre atualizados, quebrando paradigmas e acompanhando a modernidade; ao meu esposo e companheiro, incentivador de minha caminhada e espelho de técnico; e aos meus filhos, verdadeiro incentivo na aquisição de novos conhecimentos.

9 Agradecimentos A Deus, por ter-me dado coragem, força e saúde para realizar e concluir este mestrado, o qual representa um momento de muito esforço e dedicação na minha vida; Ao meu orientador, Profº Dr. José Fernandes Filho, pela paciência, atenção, dedicação e orientação prestadas, sem as quais não seria possível a realização deste trabalho; Ao meu esposo Breno, pelo grande incentivo nos momentos mais difíceis dessa qualificação profissional, não medindo esforços na compreensão dos meus momentos de ausência; Aos meus filhos Breninho e Carlinhos, pela certeza da continuação das nossas vidas; Aos meus pais, Carlos e Odete, pelo exemplo de vida e dedicação aos filhos; A Profª Ms. Maria Irany pela transmissão de informações técnicas; Às atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do Rio Grande do Norte, pela disponibilidade e colaboração imprescindíveis na realização deste trabalho.

10 Sumário Dedicatória... Agradecimentos... Listas... Resumo... v vi viii xi 1 INTRODUÇÃO Objetivos REVISÃO DE LITERATURA ANEXAÇÃO DO ARTIGO PUBLICADO COMENTÁRIOS, CRÍTICAS E CONCLUSÕES ANEXOS REFERÊNCIAS Abstract

11 Lista de tabelas Tabela 1. Valores médios e seus derivados para idade, peso e estatura das atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do Estado do Rio Grande do Norte Tabela 2. Valores médios e seus derivados para tipos de desenhos, D10 e SQTL das atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do Estado do Rio Grande do Norte Tabela 3. Valores médios e seus derivados para quantidade de linhas de cada dedo das mãos das atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do Estado do Rio Grande do Norte Tabela 4. Valores médios e seus derivados para o tipo de desenho de cada dedo das mãos das atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do Estado do Rio Grande do Norte Tabela 5. Valores médios e seus derivados para os componentes do somatotíipo das atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do Estado do Rio Grande do Norte Tabela 6. Valores médios e seus derivados para as qualidades físicas das atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do Estado do Rio Grande do Norte... 30

12 Lista de figuras Figura 1. Gráfico demonstrativo do perfil dermatoglífico das atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do Estado do Rio Grande do Norte Figura 2. Gráfico demonstrativo do perfil somatotípico das atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do Estado do Rio Grande do Norte Figura 3. Gráfico demonstrativo do perfil de qualidades físicas das atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do Estado do Rio Grande do Norte Figura 4. Gráfico demonstrativo, Radar Fernandes Filho, perfil total normalizado das atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do Estado do Rio Grande do Norte Figura 5. Coletor de impressões digitais 34 Figura 6. Tipos de desnhos das impressões digitais 34 Figura 7. Adipômetro 35

13 Lista de abreviaturas e símbolos ID A L W Impressão Digital Arco Presilha Verticilo D10 Delta 10 SQTL RML F.E.M.I. F.E.M.S. TR SE SB PM DU DF PcB PcP Somatório da Quantidade Total de Linhas Resistência Muscular Localizada Força Explosiva dos Membros Inferiores Força Explosiva dos Membros Superiores Tricipital Supra-espinhal Subescapular Panturrilha medial Diâmetro bi epicôndilo do úmero Diâmetro bi epicôndilo do fêmur Perímetro corrigido do braço Perímetro corrigido da perna

14 Resumo O presente estudo teve como objetivo identificar as características dermatoglíficas, somatotípicas e das qualidades físicas das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do estado do Rio Grande do Norte. A amostra foi composta de atletas, n=14 com idade 15,0±0,88, peso (Kg) 58,3±5,90 e estatura (cm) 169,4±7,97, convocadas para a referida seleção. Para a coleta de dados utilizou-se o método dermatoglífico de Cummins & Midlo (1942), o método somatotípico de Heath & Carter (1967) e para avaliar as qualidades físicas os testes de 2400m, 50m, Shuttle Run, abdominal, Sargent test e arremesso de medicine-ball. As impressões digitais demonstram que o grupo apresenta uma predisposição genética para as qualidades físicas: força explosiva e velocidade. Quanto a somatotipia o grupo caracterizou-se como endo-ectomórfico. Na avaliação física o grupo apresentou baixos valores para Vo2máx e valores razoáveis para força explosiva, RML, agilidade e velocidade. Concluímos que: de acordo com o modelo dermatoglífico encontrado, o grupo necessita de estratégias de treinamento para melhorar as atividades coordenativas e agilidade; o somatotipo revela necessidade de diminuir o percentual de gordura e aumentar a massa muscular; a avaliação das qualidades físicas demonstra necessidade de uma melhor preparação física. A partir desse estudo ficou caracterizado o perfil da atleta infanto-juvenil de voleibol do Rio Grande do Norte, nos aspectos genéticos, somatotípicos e de qualidades físicas que servirá de parâmetro para futuras seleções. Palavras chaves: Voleibol, Dermatoglifia, Somatotipo, Qualidades físicas.

15 1 INTRODUÇÃO O voleibol, esporte criado inicialmente apenas como forma de lazer e hoje considerado profissional, foi a modalidade que mais modificou suas regras nos últimos anos. Essas mudanças têm exigido atletas mais talentosos e com maior estatura, conseqüentemente profissionais mais atualizados, buscando estratégias de treinamento para melhorar as qualidades físicas, técnicas e táticas da equipe. A possibilidade do conhecimento das características individuais de cada indivíduo favorece o uso de estratégias e planejamento adequado, para que, respeitando a individualidade biológica, se possam obter melhores resultados. Esta é a grande motivação deste trabalho: poder usar a pesquisa em benefício da prática com bases científicas, favorecendo um progresso no voleibol de nosso estado, e dar continuidade a futuros estudos na tese de doutorado. Para se obter um trabalho de alto nível, é preciso conhecer também o potencial genético de cada indivíduo. Sabemos que algumas variáveis como altura, peso, adiposidade, força muscular, velocidade e potência parecem ser altamente dependentes da constituição genética; e como o sucesso esportivo não depende de uma única variável, é necessário, para avaliar um grupo, incluir bateria de testes que não contenham materiais

16 sofisticados, apresentem altos coeficientes de validade, reprodutividade e objetividade, e, sempre que possível, tenham tabelas normativas disponíveis (1). Neste sentido, no Brasil, já existem estudos quanto à aplicação de métodos de avaliação esportiva que permitam identificar qualidades físicas básicas e auxiliar na orientação esportiva, utilizando as impressões digitais. Tomando-se como ferramenta a dermatoglifia aplicada em outros países, é possível qualificá-la como imprescindível no campo da investigação científica, principalmente, da forma aplicada onde o êxito no desenvolvimento do esporte é reconhecido internacionalmente (2). A relação entre a somatotipologia, o esporte e a performance física é utilizada atualmente, alcançando-se resultados comprovados no desenvolvimento esportivo (3). O somatotipo vem sendo utilizado em diversos estudos para conhecer-se o tipo físico ideal para cada modalidade esportiva (4). A importância de um estudo mais aprofundado sobre o assunto em questão fica patente, tanto pela escassez, no Brasil, de material suficiente a respeito dessa atividade, quanto pela projeção que o voleibol vem adquirindo, há algumas décadas. A escolha do tema se justifica ainda por poucos estudos com o voleibol do Rio Grande do Norte; carência de informações, relacionadas à genética, somatotipo e qualidades físicas com atletas iniciantes e do sexo feminino; necessidade de confirmação da dermatoglifia como método eficaz, prático e econômico. 1.1 Objetivos

17 O objetivo geral do estudo centra-se em identificar o perfil dermatoglífico, somatotípico e das qualidades físicas das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do estado do Rio Grande do Norte. Os objetivos específicos do referido estudo foram: 1. Identificar, por meio do método dermatoglífico de Cummins & Midlo (1942), as características das impressões digitais das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte; 2. Determinar, por meio do método antropométrico de Heath & Carter (1967), o somatotipo das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte; 3. Avaliar as qualidades físicas de resistência aeróbica, velocidade, agilidade, resistência muscular localizada e força explosiva dos membros inferiores e superiores das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte.

18 2 REVISÃO DE LITERATURA A cada dia aumenta a necessidade de treinadores e preparadores físicos conhecerem as exigências físicas de seus esportes. Nos últimos anos, o voleibol sofreu várias modificações nas regras, sendo a principal o ponto por rally, que causou preocupação no que mudaria na condição física do atleta de acordo com a duração de rally, set e jogo. Segundo Cordeiro (1999), estudos anteriores mostram que, de acordo com o tempo de rally (tempo de bola em jogo) e o intervalo entre eles, o voleibol tinha predominância aeróbica, mas, de acordo com estudos realizados após a mudança da regra, concluíram que os jogadores precisam ter uma predominância da potência, com um sistema anaeróbico alático bem desenvolvido, uma melhor capacidade de recuperação não esquecendo a importância do sistema aeróbico embora agora menos exigido (5). A dermatoglifia, ciência que estuda os relevos papilares e desenhos da ponta dos dedos, da palma da mão e da planta dos pés, utilizada há décadas na medicina e na criminalística, surge como grande aliada na área desportiva. Os índices dermatoglíficos têm sido sugeridos para representar características morfológicas individuais, podendo contribuir no processo de orientação e seleção esportiva (6). A importância do conhecimento do potencial genético é a orientação inicial que nos permite conhecer os componentes físicos fracos e fortes, procurando aperfeiçoar os fortes e utilizar métodos para desenvolver os fracos pouco assegurados pelo potencial genético (7).

19 É possível observar predisposições genéticas quanto ao tipo de fibra dominante, através da investigação dos marcadores genéticos. A dermatoglifia caracteriza-se por ser um marcador genético, por ter um caráter ontogenético e imutável, a não ser por variações de crescimento ou por destruição, em caso de hanseníase, siringomielia ou lesões neurotróficas (8). Estudos de Nikitiuk e de seus alunos nos anos 70-80, dedicados aos problemas das impressões digitais, demonstraram que a complexidade dos desenhos dos dedos pode servir de marcas de prognóstico da compleição definitiva, que o aumento da quantidade de linhas é contrário ao desenvolvimento das qualidades de velocidade e de força, a existência da correlação de componentes da memória motora com alguns tipos de desenhos e a ligação entre a quantidade de linhas e a resistência aeróbica em grupos femininos (2). Um esquema da dermatoglifia com as qualidades físicas foi formado partindo do princípio que a presença de L>7, diminuição de W<3, presença e aumento dos arcos e redução do SQTL indica uma predisposição para velocidade e força explosiva e uma diminuição de arcos (até 0) e presilhas L<6, aumento de W>4 e do SQTL indicam uma predisposição

20 para as capacidades aeróbicas, resistência e de atividades de combinações motoras complexas (9). Nesse sentido, estudos realizados com 101 remadores acadêmicos, de alta qualificação esportiva, mostraram a correlação entre a baixa intensidade de desenhos (D10) e o baixo somatório da quantidade total de linhas (SQTL) com um alto nível de manifestações de força e de potência. Quando se trata de altos índices de D10 e SQTL foi observada uma correlação com as qualidades coordenativas e resistência (10). No Brasil, já é possível encontrar pesquisas a respeito de características dermatoglíficas com atletas de futsal (11), futebol de campo (10), triatlo (12), corrida de orientação (13) ginástica olímpica (14), voleibol (15), entre outros. Dantas (2000) enfoca a necessidade de estudos das particularidades das Impressões Digitais, de esportistas brasileiros, nas modalidades de jogos e de lutas mais cultivados, no Brasil (11). Fernandes Filho (1997) apresentou dados sobre as particularidades das ID de jogadores de voleibol do sexo masculino, em equipes com diferentes níveis de qualificação esportiva e de acordo com os resultados, concluiu que os índices quantitativos e qualitativos dos desenhos das Impressões Digitais são marcas informativas e objetivas da orientação e da seleção esportiva (2). As impressões digitais sofrem alterações e mudanças, nos índices dermatoglíficos, em diferentes etapas da qualificação esportiva (9).

21 Estudos com atletas de alto rendimento adulto masculino concluíram que os índices das Impressões Digitais constituem as marcas genéticas, informativas da modalidade voleibol (15). Referindo-se ao somatotipo, a literatura descreve a importância da utilização desse instrumento no sentido de classificar, descrever ou comparar pessoas e atletas. No esporte caracteriza as mudanças do físico durante o processo de crescimento, envelhecimento e treinamento em desportistas de diferentes níveis de qualificação (16). Cada modalidade esportiva aponta para diferentes somatótipos próprios de suas exigências específicas e a constituição física obedece a certos parâmetros genéticos hereditários (17). Há muito tempo tenta-se através da somatotipologia apresentar o tipo físico ideal para o atleta de voleibol. Em estudo acerca de somatotipo com equipes de voleibol feminino da seleção do Brasil e do Japão, concluiu-se que o estudo não apresentou diferenças significativas entre as duas seleções (18). Em estudos realizados com atletas de voleibol feminino nas diferentes categorias competitivas, foi observado que a categoria profissional apresenta diferença significativa para o componente endomorfia em relação às categorias mirim, infantil e infanto-juvenil, o que parece indicar que nas categorias maiores, devido ao aumento das exigências de treinamento, se favorece a diminuição do tecido adiposo e ganho de massa muscular (4).

22 O somatotipo de atletas da seleção brasileira adulta masculina do ano de 1999 caracterizou-se como meso-ectomórfico, atendendo os padrões da modalidade, a nível mundial (19). A seleção brasileira infanto-juvenil feminina de 2004 foi classificada como ectoendomórfica (20), enquanto que a seleção brasileira juvenil feminina de 2003 caracterizouse como ectomorfo balanceada (21). Podemos observar através da literatura a importância do primeiro e segundo componente para o bom desempenho na modalidade voleibol. Quanto às qualidades físicas, podemos citar a importância que elas exercem sobre o esporte atual onde as exigências físicas estão bem maiores. O bom desempenho de um atleta depende do desenvolvimento dessas qualidades, que favorecerão uma eficiência máxima com um dispêndio mínimo de energia e uma recuperação rápida (22). Há necessidade de identificá-las de acordo com o desporto em questão, realizar testes e direcionar os treinamentos de acordo com as necessidades demonstradas nos resultados. O treinamento de endurance cardiorrespiratória tem como objetivo a melhoria da capacidade funcional do sistema cardiopulmonar. Quanto mais forte e eficaz um coração, maior a capacidade de ejetar maiores quantidades de sangue, tanto no ciclo sistêmico quanto no ciclo pulmonar, em benefício do metabolismo energético e das trocas gasosas (23). A aptidão cardiorrespiratória de um indivíduo está relacionada à capacidade de receber, transportar, entregar e utilizar o oxigênio durante a atividade física (24). O consumo máximo de oxigênio (VO 2 máx) é o índice mais aceito para a mensuração da capacidade aeróbica do indivíduo, sendo considerado um fator muito importante na prescrição da intensidade do treinamento (25). O treinamento da potência aeróbica no voleibol é de extrema importância para que haja uma boa recuperação entre os pontos, sets e séries de jogos e deve ser treinada

23 através de trabalhos específicos (como corridas, circuitos, etc.) e com trabalhos específicos da modalidade (26). O mesmo autor apresenta os resultados de seus estudos realizados com atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil da Argentina para verificação de VO 2 máx através do teste Navette Legier no qual observou um valor mínimo 43,1 ml/kg/min e máximo de 51,9 ml/kg/min. Avaliação cardiorrespiratória realizada com 21 atletas convocadas para a seleção brasileira infanto-juvenil feminina de voleibol, através da ergoespirometria, apresentou resultados médios de 39,97 ml/kg/min (20). Autores afirmam que até mesmo com o melhor programa de treinamento, o aprimoramento nas capacidades funcionais será limitado pelo potencial genético, fato demonstrado cientificamente através de experiências em que um gêmeo monozigoto bem treinado foi comparado com um sedentário. Os resultados mostraram que o V0 2 máx era 37% maior no treinado do que no não treinado; entretanto, após o treinamento a magnitude do V0 2 máx ainda ficava dentro da variação normal de valores, sugerindo assim uma limitação genética (27). Quanto à velocidade, a literatura descreve que tem um reduzido potencial de treinabilidade e seu desenvolvimento é fortemente determinado pela faceta genética. É comum dizer-se que o velocista já nasce velocista, mas, para os jogos desportivos é possível ser rápido sem que se tenha as características de um corredor de velocidade, embora no desporto atual é preciso ser cada vez mais rápido e não só em termos de deslocamento, mas, em realizar uma ação, em pensar, em encontrar soluções, etc. (28). Por ser o voleibol um esporte que exige uma série de movimentos rápidos e complexos, autores afirmam a necessidade de aperfeiçoar as varias capacidades físicas,

24 sendo a velocidade uma valência física muito importante para o jogador de voleibol, constituindo-se em um aspecto para o desenvolvimento das outras capacidades (29). No voleibol, a velocidade é a capacidade do jogador de avaliar a situação rapidamente, tomar as devidas decisões, deslocar-se para a zona onde acontece a jogada e, finalmente, agir tecnicamente ou taticamente o mais rápido possível quer na defesa ou quer no ataque (30). A agilidade, outra qualidade física importante para o desenvolvimento do voleibol, é definido por Clássico da literatura nacional como sendo... a qualidade física que permite mudar a posição do corpo no menor tempo possível devendo ser desenvolvida durante o período de preparação geral da maioria dos desportos e que, além da velocidade, a flexibilidade é considerada como um pré-requisito para o seu desenvolvimento (31). Autores relataram a predominância de corridas curtas com passadas rápidas e mudança de direção na prática do voleibol, observando que essas corridas acontecem várias vezes durante o jogo e em distâncias que variam de 1m a 9m, requerendo do atleta uma boa capacidade de recuperação (32). Foi observada uma correlação do somatotipo com o teste de agilidade, em atletas de voleibol de alto nível, onde se constatou que quanto maior o valor de endomorfia, menor o desempenho nos testes de agilidade, e que a mesomorfia mostrou uma relação inversa, apresentando uma correlação significante (33). A resistência muscular localizada é definida como sendo a qualidade física que permite a um determinado músculo a capacidade de realizar uma enorme quantidade de contrações, resistindo à fadiga muscular localizada, não deixando diminuir a amplitude do movimento, a velocidade, a freqüência e nem a força de execução (34). No voleibol, o bom

25 desenvolvimento dessa qualidade física, permite que o atleta mantenha a eficiência do salto durante todo o período de jogo. A força explosiva, também conhecida como potência muscular, é a capacidade de exercer o máximo de energia o mais rápido possível. Esta força atua junto com a velocidade tida como de grande importância para os desportos coletivos (31). A literatura atual cita que o sucesso no voleibol depende da potência de membros inferiores, tanto para atacar quanto para bloquear, observando que juntamente com a estatura passa a ser fundamental para a prática de alto nível (35). Pesquisas realizadas com gêmeos monozigotos e dizigotos, observou-se que a distribuição de fibras musculares de contração lenta e de contração rápida em homens e mulheres é de um componente genético muito alto e que, em termos de percentuais, a distribuição de tipos de fibras é calculada como sendo 99,5%, geneticamente determinada nos homens e 92,2% nas mulheres (27). Após toda a revisão bibliográfica levantada, podemos acrescentar na literatura, o artigo anexado no capítulo seguinte que foi fruto desse estudo, enriquecendo as pesquisas com a modalidade voleibol nos aspectos genéticos, somatotípicos e de qualidades físicas, o qual foi apresentado no IX Congresso Internacional de Educação Física, em Foz de Iguaçu, janeiro-2004, e, publicado na revista FIEP BULLETIN Special Edition. 3 ANEXAÇÃO DO ARTIGO PUBLICADO

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31 4- COMENTÁRIOS, CRÍTICAS E CONCLUSÕES O projeto proposto para defesa da dissertação de mestrado, intitulado Perfil dermatoglífico, somatotípic e de qualidades físicas das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte, teve como objetivos: Identificar, por meio do método dermatoglífico de Cummins & Midlo (1942) (36), as características das impressões digitais; determinar, por meio do método antropométrico de Heath & Carter (1967) (37), o respectivo somatotipo e avaliar através de testes específicos as qualidades físicas de resistência aeróbica, velocidade, agilidade, resistência muscular localizada e força explosiva dos membros inferiores e superiores das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisas envolvendo Seres Humanos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, atendendo ás normas de realização de pesquisas de seres humanos, Resolução N 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, 10/10/96 (Brasil,1996). Tal projeto nos proporcionou a publicação do artigo citado no capítulo anterior, o qual é uma parte deste grande projeto que tem como meta, o seu aprimoramento para ser proposto como tese de doutorado. A metodologia utilizada correspondeu ao proposto. De início reunimos as atletas e explicamos todos o procedimentos a serem utilizados, enfatizamos a importância do empenho máximo nos testes para avaliação das qualidades físicas para que os resultados fossem o mais real possível, no que serviriam para futuras reavaliações e prescrição de treinamento para uma melhoria de seu desempenho esportivo através de estratégias de

32 treinamento para superar os componentes considerados fracos. Diante do exposto as atletas corresponderam ao proposto e não tivemos nenhuma dificuldade na aplicação dos testes. Todas as atletas preencheram a ficha de caracterização individual (anexo 1) e assinaram o termo de concentimento (anexo 2). A análise estatística utilizada atendeu as nossas necessidades e nos proporcionou a elaboração de seis tabelas (anexo 6) e quatro gráficos ilustrativos onde melhor se visualiza os resultados, onde ficou caracterizado o perfil genético, somatotípico e de qualidades físicas da atleta infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte. Após a análise dos dados todos os resultados foram divulgados para as atletas e repassados para a comissão técnica tomar as devidas providências. A literatura não reporta nenhum estudo dessa natureza com equipe de voleibol feminino na faixa etária proposta, portanto nosso trabalho é de extrema importância para o desenvolvimento desse estudo no Brasil, onde existe uma lacuna na literatura nacional. No futuro próximo teremos um perfil nacional da atleta de voleibol da categoria infantojuvenil, nas variáveis propostas no grande projeto, nos diferentes níveis de qualificação esportiva. Queremos registrar a aplicabilidade imediata e a importância desse estudo para a seleção de voleibol feminino do Estado do Rio Grande do Norte, que após a coleta dos dados, elaboraram-se estratégias de treinamento para superar os componentes fracos observados. Foi realizada uma melhor seleção, com relação à estatura, sendo os resultados

33 considerados excelentes, passando a referida seleção da IIª divisão do campeonato brasileiro em 2002, para a divisão especial em Tivemos uma atleta defendendo o Brasil no campeonato Sul-Americano, estando todos os resultados de seus testes físicos, acima da média do grupo. Já estamos preparando um artigo que mostrará a evolução da referida equipe, comparando os dados atuais com os apresentados no presente trabalho. A partir da conclusão desse estudo, poderemos divulgar uma tabela com os resultados, a qual servirá de parâmetro para os profissionais da referida modalidade esportiva situarem suas atletas em relação à seleção estadual. Esse estudo foi de um grande enriquecimento cultural, onde quebramos paradigmas, unimos a vida prática à científica, até então desconhecida, e, em um tempo tão curto, já colhemos frutos tão significativos. Não obstante o cumprimento das metas acreditamos na continuidade desta investigação, uma vez que pretendemos preencher lacunas na literatura. Estamos com um excelente grupo de estudo orientado pelo Profº Dr. José Fernandes Filho, que tem como proposta a criação de uma base de pesquisa na área da dermatoglifia, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Esse estudo nos proporcionou o convite para trabalhar no Laboratório de Estudos e Pesquisas da Atividade Física e Saúde LAFIS UFRN, no qual já estamos realizando pesquisas e introduzindo a nossa área de estudo. A partir da conclusão deste trabalho, expandiremos nosso objeto de estudo nas orientações de graduação.

34 4 ANEXOS ANEXO 1: FICHA DE CARACTERIZAÇÃO INDIVIDUAL NOME: DATA DE NASCIMENTO: IDADE: ENDEREÇO: FONE: FREQUÊNCIA DE TREINOS: VEZES POR SEMANA HORAS DIA/TREINO HÁ QUANTO TEMPO VOCÊ TREINA VOLEIBOL: JÁ PARTICIPOU DE CAMPEONATO BRASILEIRO: ( ) SIM ( ) NÃO HÁ QUANTO TEMPO TREINA VOLEIBOL: POSIÇÃO: CLUBE/ESCOLA: POSIÇÃO: ALT: PESO: %G: ALCANCE MÁXIMO: QUANTOS CAMPEONATOS VOCÊ PARTICIPOU ESTE ANO? ( ) Metropolitano ( ) Estadual ( ) Regional ( ) Nacional DOBRAS CUTÂNEAS PARA VERIFICAR % GORDURA TRÍCIPITAL: 1 a Med. 2 a Med 3 a Med SUPRA-ILÍACA: 1 a Med 2 a Med 3 a Med FEMURAL MÉDIO: 1 a Med 2 a Med 3 a Med PANTURRILHA MÉDIA: 1 a Méd 2 a Med 3 a Med SUBESCAPULAR: 1 a Méd 2 a Med 3 a Med ABDOMINAL: 1 a Méd 2 a Med 3 a Med

35 ANEXO 2 TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO Venho através deste convidar-lhes para ser voluntário de minha pesquisa que será apresentada na minha dissertação de mestrado da UFRN. O título de minha pesquisa é Perfil dermatoglífico, somatotípico e das qualidades físicas das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte. Esse é um estudo novo em nosso País, mas antigo em países como a Rússia que sempre foi uma potência no esporte mundial. Através deste estudo nós poderemos observar suas impressões digitais, seu somatotipo e suas qualidades físicas, ou seja, poderemos verificar se você tem um potencial genético para ser um atleta veloz ou mais lento, se sua melhor posição na quadra será meio, ponta ou levantador, se você tem potencial para desenvolver sua impulsão vertical ou mesmo para saber se você tem potencial para ser um jogador de alto nível, de acordo com as características apresentadas em estudos com o alto rendimento. O principal objetivo de nossa pesquisa será o de estabelecer o perfil da atleta da seleção infanto-juvenil de nosso estado avaliando suas impressões digitais, o tipo físico e o nível de aptidão física.

36 No Rio Grande do Norte não existe nenhum estudo relacionado a somatotipo, qualidades físicas e características genéticas de atletas de voleibol, portanto não temos nenhuma referência de tabela adequada a nossa realidade que nos ajude a situar a condição do atleta. A elaboração de um processo avaliativo que vise não somente detectar pontos negativos e positivos identificando possíveis talentos, mas que possibilite ao jovem desenvolver suas potencialidades proporcionando a todos a mesma oportunidade da prática do esporte condizentes com suas características. Os estudos realizados sobre as impressões digitais e sua relação com a descoberta das potencialidades individuais para a prática de determinada atividade serão levantados para que se possa orientar tanto os mais aptos quanto a todos os envolvidos no processo, de acordo com seu potencial genético, somatotipo e nível de aptidão física apresentado nos testes. Este estudo é de grande relevância para o voleibol do Estado, uma vez que ao seu final teremos parâmetros para avaliar os atletas de acordo com a nossa realidade. As informações colhidas nesta pesquisa deverão ser um ponto de partida para novos estudos sobre características genéticas e avaliação física dando cada vez mais suporte para os treinadores reavaliarem seus atletas e programarem seus treinamentos de acordo com as potencialidades individuais e coletivas. Durante os testes você será acompanhado pelo pesquisador e estagiários do curso de educação física. Os testes físicos são testes simples que com certeza fazem parte do seu dia a dia de atleta, não provocam nenhum desconforto, mas, caso ocorra você poderá desistir a qualquer hora sem nenhum constrangimento.

37 Todos os dados colhidos serão confidenciais e seus nomes não serão divulgados, pois serão tratados na pesquisa com números ou letras. Caso você tenha que se deslocar para um local somente para realização da pesquisa e necessitar de vale transporte, você será ressarcido pelo pesquisador responsável. TERMO DE CONSENTIMENTO Eu,,RG concordo em ser voluntário, na pesquisa intitulada Perfil dermatoglífico, somatotípico e das qualidades físicas das atletas da seleção infanto-juvenil de voleibol do estado do Rio Grande do Norte e que para sua realização as despesas monetárias não serão de minha responsabilidade. Estou ciente de que serei submetido a uma avaliação diagnóstica, que constará de: Exame de anamnese (ficha com dados para responder individualmente), avaliação das medidas antropométricas (peso, altura, diâmetros e circunferências), coleta das impressões digitais dos dez dedos das mãos, avaliação das medidas de dobras cutâneas, teste de resistência aeróbica, teste de velocidade, teste de agilidade, teste de resistência muscular localizada (abdominal), teste de força explosiva de membros inferiores (salto vertical), teste de força explosiva de membros superiores

38 (arremesso de medicine-ball) e que para a realização de todos os procedimentos citados anteriormente, despenderei uma certa quantia de horas. Os benefícios que obterei participando como voluntário do projeto mencionado são importantes para o meu conhecimento sobre minhas condições físicas e meu potencial genético. Estou ciente de que a qualquer momento, eu experimentar desconforto não usual, será permitido a descontinuidade da atividade, como também, poderei desistir do estudo a qualquer momento, durante o curso dos testes, sem qualquer obrigação de explicação. Li e entendi as informações precedentes, bem como, eu e os responsáveis pelo projeto já discutimos os benefícios e eventuais riscos decorrentes deste, sendo que as dúvidas futuras, que possam vir a ocorrer, poderão ser prontamente esclarecidas, bem como o acompanhamento dos resultados obtidos durante a coleta de dados. Natal, de de 200 Voluntário Responsável legal pelo voluntário Prof. Suzet de Araújo Tinôco Cabral Prof. Dr. José Fernandes Filho

39 ANEXO 3 FICHA PARA REGISTRO DAS IMPRESSÕES DIGITAIS

40 ANEXO 4 FICHA PARA REGISTRO DAS MEDIDAS SOMATOTÍPICAS NOME Altura Peso D.TR D.SB D.SE D.PM PcP PcB DU DF

41 ANEXO 5 FICHA PARA REGISTRO DOS TESTES DE QUALIDADES FÍSICAS NOME Teste de 2400m Vo2Max Teste de 50m Shuttle rum (agilidade) Abdominal Alcance máx parado Sargent test Impulsão vertical Arremesso de medicine ball

42 ANEXO 6 TABELAS Tabela 1 - VALORES MÉDIOS E SEUS DERIVADOS PARA IDADE, PESO E ESTATURA DAS ATLETAS DE VOLEIBOL DA SELEÇÃO INFANTO-JUVENIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Idade Peso Estatura n Média 15,00 58,3 169,4 S 0,88 5,90 7,97 Mínimo 14 47,0 1,53 Máximo 16 68,0 1,79 Legenda: S= Desvio padrão Tabela 2 - VALORES MÉDIOS E SEUS DERIVADOS PARA TIPOS DE DESENHOS DAS ATLETAS DE VOLEIBOL DA SELEÇÃO INFANTO-JUVENIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE A L W D10 SQTL n Média 1,4 6,4 2,2 10,9 81,71 S 1,7 2,2 2,5 3,66 46,50 Mínimo Máximo Legenda: A=Arco L=Presilha W=Verticilo D10=Índice de delta SQTL=Somatório da quantidade total de linhas dos dez dedos das mãos. S= Desvio padrão Continuação

43 Tabela 3 VALORES MÉDIOS E SEUS DERIVADOS PARA A QUANTIDADE DE LINHAS DE CADA DEDO DAS MÃOS DAS ATLETAS DE VOLEIBOL DA SELEÇÃO INFANTO- JUVENIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE MESQL1 MESQL2 MESQL3 MESQL4 MESQL5 MDSQL1 MDSQL2 MDSQL3 MDSQL4 MDSQL5 n X 7,71 6,57 5,29 9,21 10,07 9,79 7,93 7,14 9,07 9,00 s 6,89 5,88 5,12 5,87 6,23 7,16 5,27 5,05 5,50 5,56 Legenda: x = média s = desvio padrão Tabela 4 VALORES MÉDIOS E SEUS DERIVADOS PARA O TIPO DE DESENHO EM CADA DEDO DAS MÃOS DAS ATLETAS DE VOLEIBOL DA SELEÇÃO INFANTO- JUVENIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE MET1 MET2 MET3 MET4 MET5 MDT1 MDT2 MDT3 MDT4 MDT5 n X 0,93 1,14 0,86 1,14 1,07 1,21 1,29 1,00 1,21 1,00 s 0,83 0,77 0,66 0,53 0,27 0,70 0,73 0,39 0,58 0,00 Legenda: x = média s = desvio padrão Tabela 5 - VALORES MÉDIOS E SEUS DERIVADOS PARA OS COMPONENTES DO SOMATOTIPO DAS ATLETAS DE VOLEIBOL DA SELEÇÃO INFANTO-JUVENIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Endomorfia Mesomorfia Ectomorfia n Média 3,9 1,9 3,2 S 1,12 1,19 1,48 Mínimo 1,8 0,1 0,1 Máximo 5,7 4,3 6,1 Legenda: S= Desvio padrão Continuação

44 Tabela 6 - VALORES MÉDIOS E SEUS DERIVADOS PARA QUALIDADES FÍSICAS DAS ATLETAS DE VOLEIBOL DA SELEÇÃO INFANTO-JUVENIL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE R.AERÓB. VELOCID AGILID. RML F.E.M.I. F.E.M.S. Vo2 (segundos) (segundos) (cent.) (metros) n Média 37,7 8,0 10,8 44,5 43,8 4,50 S 4,8 0,23 0,52 6,73 3,77 0,65 Mínimo 28,26 7, ,0 36,0 3,70 Máximo 43,4 8,4 11,6 61,0 50,0 5,80 Legenda: RML=Resistência muscular localizada F.E.M.I.=Força explosiva de membros inferiores F.E.M.S.=Força explosiva de membros superiores S= Desvio padrão

45 ANEXO 7 GRÁFICOS Figura 1 Gráfico demonstrativo do perfil dermatoglífico das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte 200,0 150,0 100,0 50,0 0, A 0,0 1,0 0,0 0,0 1,0 2,0 0,0 3,0 5,0 0,0 0,0 0,0 4,0 3,0 L 10,0 9,0 7,0 4,0 7,0 6,0 3,0 7,0 5,0 10,0 5,0 6,0 4,0 7,0 W 0,0 0,0 3,0 6,0 2,0 2,0 7,0 0,0 0,0 0,0 5,0 4,0 2,0 0,0 D10 10,0 9,0 13,0 16,0 11,0 10,0 17,0 7,0 5,0 10,0 15,0 14,0 8,0 7,0 SQTL 94,0 53,0 79,0 124,0 77,0 96,0 162,0 33,0 12,0 59,0 130,0 149,0 49,0 27,0 Figura 2 Gráfico demonstrativo do perfil somatotípico das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte 7,0 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0, ENDO 2,7 5,1 5,7 3,9 3,5 1,8 3,0 4,8 5,1 5,0 4,4 3,3 3,1 3,5 MESO 1,0 2,2 3,4 1,7 2,4 0,1 0,7 4,3 1,1 0,9 1,2 2,7 2,8 2,5 ECTO 4,3 2,5 2,4 0,1 3,0 6,1 5,3 1,6 3,8 3,2 3,9 3,2 2,6 3,0

46 Continuação Figura 3 Gráfico demonstrativo do perfil de qualidades físicas das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0, Vo2máx 36,74 42,77 36,52 42,88 28,48 40,20 43,44 35,18 28,26 41,65 38,97 36,29 39,86 36,74 F.E.M.I. (cent.) 48,00 45,00 40,00 36,00 44,00 46,00 43,00 48,00 43,00 41,00 43,00 50,00 40,00 46,00 Agilidade (seg.) 9,98 10,17 10,90 11,12 11,13 11,34 10,59 10,26 11,61 10,85 9,98 11,17 11,09 10,59 RML 41,00 48,00 46,00 36,00 47,00 46,00 43,00 49,00 35,00 61,00 47,00 35,00 44,00 45,00 F.E.M.S. (metros) 3,90 3,80 4,40 3,70 4,20 3,95 4,45 5,80 5,20 4,40 4,60 5,60 4,20 4,90 Velocidade (seg.) 9,98 10,17 10,90 11,12 11,13 11,34 10,59 10,26 11,61 10,85 9,98 11,17 11,09 10,59

47 Figura 4 Gráfico demonstrativo, Radar Fernandes Filho, perfil total normalizado das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte Gráfico de radar Fernandes Filho, perfil total normalizado das atletas de voleibol da seleção infanto-juvenil do Estado do Rio Grande do Norte MESQL1 1,00 MESO ECTO ENDO 0,90 0,80 Velocidade 0,70 F.E.M.S. 0,60 0,50 RML 0,40 Agilidade 0,30 0,20 F.E.M.I. 0,10 0,00 VO2ml Mín_Med MESQL2 MESQL3 Média MESQL4 Máx_Méd MESQL5 MDSQL1 MDSQL2 MDSQL3 MDSQL4 MDSQL5 SQTL MET1 D10 MET2 W L MET4 MET3 A MDT5 MDT4 MDT3 MDT1 MDT2 MET5

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51 25. Stanganelli LCR. Aeróbico ou anaeróbico? As características fisiológicas do voleibol. Vôlei Técnico. Rio de Janeiro: CBV. 1995; Vol.II(05): Esper A. El entrenamento de la potencia aeróbica en el voleibol. Efdeportes Revista digital. Buenos Aires-Año 7-nº43. [on line] Disponível em: Acessado em: 06 de setembro de Fox EL, Bowers RW, Foss ML. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos. 4 ed. Rio de Janeiro:. Guanabara Koogan. 1989; p Garganta J. O desenvolvimento da velocidade nos jogos desportivos coletivos.disponível em: Acessado em: 17 de setembro de Nascimento KA, Feira JGM, Freris VM, Paula AH. Do lúdico à especialização: análise da importância de um programa de estimulação motora como meio da valência física velocidade utilizada no voleibol. Efdeportes revista digital [on line]. Buenos Aires-Año 8- nº56. [7 telas]. Disponível em: Acessado em 21/02/ Nikitiuk VG. Sistema de preparação desportiva de reserva. Moscou: Fisiculture e Sport, Tubino MJG. Metodologia Científica do Treinamento Desportivo. 3ª ed. São Paulo: Ibrasa Heimer S, Misigoj M, Medved V. Some anthropological characteristics of top volleyball players in SFR Yuguslavia. The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness. 1988; Vol.28(2): Caldeira S. Relação entre somatotipo e agilidade em atletas de alto nível. In: Simpósio de Ciencias do Esporte. Anais. São Caetano do Sul. CELAFISCS. 1982; 10: p.38.

52 34. Dantas HME. A prática da preparação física. 4ª ed. Rio de Janeiro: Shape Smith DJ, Roberts D, Watson B. Physical, physiological and performance differences between Canadian national team and universiade volleyball players. Journal of Sports Sciences. 1992; 10: Cummins H, Midlo CH. Palmar and plantar dermatoglyphics in primates. Philadelphia Heath BH, Carter JEL. A modified. Somatotype method. American Journal of Physical Antthropology Carter JEL, Heath BH. Somatotyping development and applications. New York-USA: Cambridge University Press, Johson BL, Nelson JK. Practical Measurement for Evaluation in Physical Education. 2en ed. Minneapolis: Burger Publishing Co Pollock ML, Wilmore JH. Exercícios na saúde e na doença. 2ª ed., Rio de Janeiro: Medsi Matsudo VKR. Testes em ciências do esporte. 4ª ed., S.C. do Sul: Gráficos Burti, 1987.

53 ABSTRACT The purpose of the present study is to identify the dermatoglyphic and somatotypic characteristics and the physical qualities of athletes from the under-17 State volleyball team, in Rio Grande do Norte, Brazil. The sample was composed of athletes, n = 14, aged 15.0 ± 0.88 years, weight (Kg) 58.3 ± 5.90 and height (cm) ± 7.97, members of the referred team. For data collection Cummins & Midlo s (1942), o dermatoglyphic method and Heath & Carter s (1967) somatotypic method were used and to evaluate physical qualities, 2400m, 50m, Shuttle Run, abdominal, Sargent test and medicine-ball toss were performed. Fingerprints show that the group presents genetic predisposition for the following physical qualities: explosive force and velocity. As to somatotype, the group was endo-ectomorphic. At physical evaluation the group presented low Vo2 max values and reasonable levels of explosive force, local muscular endurance, agility and velocity. We conclude that: according to the dermatoglyphic model observed, the group needs training strategies to improve coordination and agility; somatotype reveals the necessity for reducing fat levels and increasing muscular mass; the evaluation of physical qualities demonstrates the need for better physical preparation. This study traces the profile of the under-17 volleyball player from Rio Grande do Norte, with respect to genetic and somatotypic aspects and physical qualities, which will serve as a parameter for future state teams. Key Words: Volleyball, Dermatoglyphic, Somatotype, Physical qualities.

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