OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO."

Transcrição

1 OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO. THE EFFECTS OF STRENGTH TRAINING ON THE POWER AND THE SPEED IN ATHLETES OF FUTSAL OF MALE ADULT CATEGORY. LÁSARO CAIANA DE OLIVEIRA (1) ORIENTADOR: 1 Programa de Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Gama Filho Futebol e Futsal: As Ciências do Esporte e a Metodologia do Treinamento. 2 Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercício. Av. 85, nº1025 Edifício Camburiu - apto 503, Q. 49ª L. 1E Condomínio Praias do Sol. Setor Marista Goiânia Goiás Goiânia, Turma 3162, Entrega no dia 30/11/2013

2 Resumo Este estudo teve como objetivo avaliar se os efeitos do treinamento de força, ou treinamento com pesos, sobre a velocidade e a potência em atletas da categoria adulto masculino de futsal. Os programa de treinamento de força foi de 1 a 2 vezes por semana, variando as series entre 2 a 4 e s repetições de 6 a 12, sempre se adequando a realidade e cronograma de competições a equipe. Os testes realizados foram velocidade 10m e para avaliar a potência o salto horizontal. Utilizou-se 17 atletas do Grupo Principal, que realizou o programa de treinamento de força, e o Grupo Controle, 16 atletas, que não realizou o programa de treinamento de força. Conclui- se que o um Os resultados do programa de treinamento de força de no mínimo uma vez por semana demonstrou ser positivo, quanto ao ganho de velocidade e potência. Palavras chave: Futsal, Potência e Velocidade.

3 Abstract This study aimed to evaluate the effects of strength training or weight training on speed and power athletes in the adult division male soccer players. The program was strength training 1-2 times a week, varying between 2-4 series es 6-12 repetitions, always adapting to reality and schedule the team competitions. The tests were carried out to evaluate speed and 10m horizontal jumping power. We used 17 athletes of the Core Group, which conducted the program of strength training, and the control group, 16 athletes who did not perform strength training program. We conclude that one of the results of strength training program at least once a week proved positive for gain of speed and power. Key words: Futsal, power and speed.

4 Elementos Textuais Introdução (Objetivo) O futsal é o esporte mais praticado no Brasil, com mais de de adeptos, englobando atletas federados, não federados e praticantes do lazer desta modalidade, segundo (Bello e Alves, 2008). Partindo desta demanda de milhões de praticantes, temos poucos estudos realizados na área do treinamento e preparação física voltados para o futsal. O treinamento de força é um grande aliado do treinamento de alto rendimento de atletas, existindo vários métodos e exercícios para o aumento da massa muscular. O método utilizado neste estudo foi de treinamento com pesos utilizando pesos livres e alguns equipamentos de musculação. Sendo assim, o treinamento resistido potencializa a força e potência e eleva a um melhor desempenho nos esportes, mas tudo dependendo da especificidade ou transferência entre o programa de treinamento e a atividade, segundo Fleck e Kraemer (2006). O objetivo do presente estudo foi verificar se um programa de treinamento de força com pesos livres e exercícios de musculação com a frequência de uma a duas vezes por semana, poderia interferir no desempenho motor de atletas de futsal, em específico nas capacidades físicas velocidade e potência. Materiais e Métodos

5 Este artigo se caracteriza pelo método de procedimento experimental quantitativo, segundo (Mattos, Júnior e Blecher, 2008), onde foi utilizado dois grupos para avaliação da velocidade e da potência. Sujeitos Os grupos submetidos para a avaliação foram a equipe Adulto Masculino de Futsal UNIVERSO/JAÓ (Grupo Principal), com 17 atletas e a equipe Sub 20 de Futsal UNIVERSO/JAÓ (Grupo Controle), com 16 atletas, ambas as equipes são da cidade de Goiânia, Goiás. As duas equipes são não profissionais, tendo frequência de treinamento de 5 a 6 vezes por semana dependendo do calendário de competições. Procedimentos e Instrumentos Tratamento Os grupos foram divididos em Grupo Principal, que realizou o programa de treinamento com pesos, e Grupo Controle, que não realizou treinamento com pesos. O grupo controle realizou seis meses de treinamento, com o programa de treinamento com pesos de no mínimo de 1 vez por semana e no máximo de 2 vezes por semana alternando os métodos de treinamento de acordo com a realidade e o com o cronograma de competição da equipe. Os dois grupos, controle e principal realizaram os teste sempre na mesma data.

6 Foram utilizados métodos de treinamento de força máxima, potência e hipertrofia, dentro dos mesociclos de treinamento, pois as equipes tinham competições importantes em seus cronogramas mensais. A carga era selecionada subjetivamente e os exercícios que sempre compunham as atividades de força eram o agachamento, avanço, adução, abdução, panturrilha em pé, leg-vertical e stiff, sempre entre 2 a 4 series de 6 a 12 repetições, alternando a carga, series e repetições de acordo com o mesociclo de treinamento e com o cronograma de competições, segundo Fleck e Kraemer (2006). Aspectos Éticos Mediante a autorização da Universidade Salgado de Oliveira e do Clube Jaó, realizou-se testes com os atletas que se dispuseram voluntariamente para realização dos testes e do cronograma de treinamento e força. Mesmo assim todos os atletas após serem informados sobre os propósitos do estudo e procedimentos aos quais seriam submetidos assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido. Testes Motores Os testes motores realizados, seguiu-se do principio e da realidade das quadras de jogo em que os grupos avaliados mais jogavam, pois os mesmos participavam de competições em quadras com no máximo 36 metros de comprimento e 18 metros de largura.

7 Para a realização dos testes motores todos os atletas realizaram alongamentos dos membros superiores, inferiores e aquecimento antes dos testes nos períodos pré e pós-teste. A primeira coleta de dados de velocidade e potência foi realizada antes do inicio dos treinamentos, ou seja com os atletas retornando de férias. Os outros dados foram coletados mês a mês, até o sexto mês, onde finalizamos a coleta. Como indicador de velocidade, utilizou-se o teste de corrida de 10m. Cada sujeito realizou três tentativas, com intervalo de cinco minutos entre elas, sendo registrado o menor tempo gasto para percorrer a distância pré-determinada, segundo Silveira, Marques e Alves, (2008). Como indicador de força/potência muscular, utilizou-se o teste de salto em distância parado. Cada sujeito realizou três tentativas em cada um dos testes, com intervalo de cinco minutos entre eles, sendo registrado o maior valor obtido segundo Guedes e Guedes, (2006). Tratamento Estatístico A análise descritiva de todos os dados foi feita através de média. Resultados Os resultados obtidos nas avaliações realizadas nos períodos pré, durante e pós-experimento para ambos os grupos, são apresentados nos gráficos 1, e 2. As modificações ocorridas no período de avaliação são expressas em medias.

8 A capacidade física avaliada de velocidade vem descrita no gráfico 1, sendo subclassificado em grupo controle na cor vermelha e grupo principal na cor azul, onde foram colhidos valores mês a mês, iniciando no mês de fevereiro e se encerrando no mês de julho. Os resultados revelaram uma diminuição significativa no tempo gasto em segundos do grupo principal para o grupo controle. Onde a média de velocidade dos dois grupos pré-treino com pesos, era acima 2 segundos, o grupo principal demonstrou melhora significante na media de velocidade baixando seu tempo 1,98 segundos no primeiro mês, e ao decorrer dos meses o grupo principal conseguiu diminuir o tempo, chegando ao final de seis meses de treinamento com o tempo de 1,72 segundos de média, e o grupo controle acabou não conseguindo diminuir o tempo médio abaixo de 2 segundos. Vale ressaltar que houve uma significante diferença nos resultados do grupo controle e do grupo principal, onde o grupo principal demonstrou um maior ganho de velocidade que o grupo controle, em um período de trinta dias, e demonstrou uma evolução e manutenção de velocidade em um período de seis meses. Gráfico 1. Teste de Velocidade 10 metros.

9 O gráfico 2 apresenta os resultados do teste de impulsão horizotal, demonstrando o grupo controle na cor vermelha e grupo principal na cor azul, onde também foram colhidos valores mês a mês, iniciando no mês de fevereiro e se encerrando no mês de julho. Os resultados deste teste revelaram que o grupo principal obteve melhora inicialmente após seu primeiro mês de treinamento nos niveis de potencia, inicialmente no pré-treino com a média de 2,07 cm, evoluindo em um mês para 2,17 cm, ganhando 10 cm, conseguindo manter sua media nos próximos dois meses, e ainda consegui uma grande evolução nos dois últimos meses. Nota-se que no mês de abril para maio, houve uma estaguinação na curva do teste de impulsao horizontal, mas sem uma queda, pois neste mês a equipe principal, estava envolvida em duas competições no mesmo período, o que desgastou muito a equipe, mas mesmo assim neste teste consguiu-se manter os niveis de potência. Nota se também, que o grupo controle conseguiu pouca evolução na sua média, onde no pré-teste apresentou 1,97 cm, e depois de um mês apresentou evolucão de 1 cm, na média, tendo um salto na sua média somente após o terceiro mês. Gráfico 2. Teste de Impulsão Horizontal.

10 Discussão Os resultados encontrados no presente estudo indicam que o treinamento com pesos proporciona aumento de velocidade e potência, capacidades físicas essenciais para prática de rendimento do futsal em alto nível, segundo Arruda e Hespanhol, (2009). Esses resultados, contudo são semelhantes a alguns estudos na literatura que estudaram os efeitos do treinamento de força isoladamente, como no estudo de Dias, Cyrino e Salvador, et. al, (2005), onde realizaram treinamento de força no período de 8 semanas com 23 homens e 15 mulheres, e conseguiram resultados expressivos no aumento de força no exercício agachamento, com valores para masculinos de 7,6 pontos na média de aumento de força. Em outro estudo realizado sobre treinamento de força rápida e força máxima, Lamas, Urgrinowitsch, Eduardo, et. al (2007), obtiveram resultados relevantes em ambos os protocolos de treinamento de força, onde produziram em 8 semanas de treinamento de força rápida e máxima, aumento similar na área de secção transversa das fibras musculares, em ambos tipos de treinamento, constatando segundo Fleck e Kraemer (2006), um aumento na força e consequentemente ganhos de velocidade e potência, devido o aumento da secção transversa das fibras. Os resultados demonstram uma constante evolução nos níveis de velocidade e de potência no grupo que realizou o programa de treinamento de força, mas precisamente uma evolução maior nos primeiros meses de treinamento. Nesse

11 sentido, Trancoso e Farinatti, (2002), constataram em um período de 12 semanas uma tendência no aumento de força de 58% para idosos com mais de 60 anos, apesar do menor período de investigação. Segundo Bompa, 2002 a potência é o produto de duas capacidades, força e velocidade, representando a capacidade de executar a força máxima no tempo mais curto, neste estudo se obteve um ganho acentuado de potência, esta hipótese é reforçada pelos achados de Gomes, (2011), que realizou um estudo com dois goleiros sub 17 masculino, onde realizaram treinamento de força duas vezes por semana e se obteve resultados excelentes no testes referentes a potência. Vale ressaltar e frisa que o programa de treinamento com pesos realizado neste estudo foi adaptado sempre ao cronograma de treinamento da equipe e do cronograma de competições da equipe, o que pode ter interferido nos ganhos de velocidade e potência do grupo principal. Conclusão Os resultados do programa de treinamento de força de no mínimo uma vez por semana demonstrou ser positivo, quanto ao ganho de velocidade e potência e que apesar das informações sobre a preparação física para o futsal serem ainda escassas na literatura, as formas e métodos de treinamento de força voltados para o futsal, merecem ser estudadas mais criteriosamente.

12 Elementos pós-textuais Referências ARRUDA, M.; HESPANHOL, J. E.; Treinamento de Força em Futebolistas. 1 ed. São Paulo: Phorte, p. BELLO, N.; ALVES, U. S. Futsal Conceitos Modernos. 1ed. São Paulo: Phorte, p. DIAS, R. M. R.; CYRINO, E. S.; SALVADOR, E. P.; NAKAMURA, F. Y.; PINA, F. L. C.; OLIVEIRA, A. R. Impacto de 8 semanas de treinamento com pesos sobre a força muscular de homens e mulheres. Rev. Bras. Med. Esporte. Londrina, v.11, n.4, p , Julho/Agosto. (2005). FLECK, S. J.; KRAEMER, W. J. Fundamentos do Treinamento de Força Muscular. 3ed. Porto Alegre: Artmed, p. GUEDES, D. P.; GUEDES, J. E. R. P. Manual Prático para Avaliação em Educação Física. 1ª Ed. Barueri. SP: Manole, p. LAMAS, L. URGRINOWITSCH, C. EDUARDO, G. R. C., et. al. Treinamento de força máxima x treinamento de potência: alterações no desempenho e adaptações

13 morfológicas. Rev. Bras. Educ. Fís. Esp. São Paulo, v.21, n.4, p , Dezembro. (2007). MATTOS, M. G.; JÚNIOR, A. J. R.; BLECHER, S. Metodologia da Pesquisa em Educação Física: Construindo sua monografia, artigos e projetos. 3 ed. São Paulo: Phorte, p. SILVEIRA, A. F.; MARQUES, C. F.; ALVES, E. A. Guia prático de avaliação física. 1 ed. São Paulo: Phorte, p. TRANCOSO, E. S. F.; FARINATTI, P. T. V. Efeitos de 12 semanas de treinamento com pesos pobre a força muscular de mulheres com mais de 60 anos de idade. Rev. paul. Educ. Fís., São Paulo, 16(2): , jul./dez

14 DECLARAÇÃO DE FÉ PÚBLICA Eu, Lásaro Caiana de Oliveira autor do Artigo Científico produzido como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) no Programa de Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Gama Filho, Futebol e Futsal: As Ciências do Esporte e a Metodologia do Treinamento, declaro por FÉ PÚBLICA, assinado e datado, que este documento deste estudo que entrego como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) foi redigido em termos de originalidade, conforme instruções acadêmicas e científicas e respondo dessa forma sob as penas da lei. GOIÂNIA, 30 de novembro de 2013.

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a realização de dois treinamentos

Leia mais

ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO

ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 259 ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO Rogers Figueiredo Claro 1, Aguinaldo

Leia mais

PREPARAÇÃO FÍSICA ARBITRAGEM FPF Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

PREPARAÇÃO FÍSICA ARBITRAGEM FPF Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte PREPARAÇÃO FÍSICA ARBITRAGEM FPF Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Antonio Carlos Fedato Filho Guilherme Augusto de Melo Rodrigues O Futebol está em uma constante evolução. Quando falamos

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE A FLEXIBILIDADE E A FORÇA DE MEMBROS INFERIORES EM ATLETAS DE FUTSAL MASCULINO

RELAÇÃO ENTRE A FLEXIBILIDADE E A FORÇA DE MEMBROS INFERIORES EM ATLETAS DE FUTSAL MASCULINO RELAÇÃO ENTRE A FLEXIBILIDADE E A FORÇA DE MEMBROS INFERIORES EM ATLETAS DE FUTSAL MASCULINO (RELATIONSHIP BETWEEN FLEXIBILITY AND STRENGTH OF LOWER LIMB IN MALE ATHLETES OF FUTSAL) Fauler Fernandes Pereira

Leia mais

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Object 1 Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Curso de Educação Física. Centro Universitário Toledo de Araçatuba - UNITOLEDO. (Brasil) Prof. Mário Henrique

Leia mais

TÍTULO: MAGNITUDES DE FORÇA PRODUZIDA POR SURFISTAS AMADORES CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA

TÍTULO: MAGNITUDES DE FORÇA PRODUZIDA POR SURFISTAS AMADORES CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA TÍTULO: MAGNITUDES DE FORÇA PRODUZIDA POR SURFISTAS AMADORES CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS AUTOR(ES):

Leia mais

DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL.

DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL. Revista Hórus, volume 7, número 1 (Jan-Mar), 2013. 24 DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL. Murilo José de Oliveira Bueno¹ e Felipe Arruda Moura

Leia mais

PLANO DE TRABALHO FUTEBOL

PLANO DE TRABALHO FUTEBOL PLANO DE TRABALHO FUTEBOL Telefone: (44) 3220-5750 E-mail: centrosesportivos@maringa.pr.gov.br EQUIPE ORGANIZADORA SECRETARIO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER Francisco Favoto DIRETOR DE ESPORTES E LAZER

Leia mais

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Prof. Antonio Carlos Fedato Filho Prof. Guilherme Augusto de Melo Rodrigues Monitorando e conhecendo melhor os trabalhos

Leia mais

UKLÉBERTTON DA SILVA BARROS ANÁLISE E COMPARAÇÃO DO NÍVEL DE FLEXIBILIDADE DE PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO DA ACADEMIA NOVAFORMA - DF

UKLÉBERTTON DA SILVA BARROS ANÁLISE E COMPARAÇÃO DO NÍVEL DE FLEXIBILIDADE DE PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO DA ACADEMIA NOVAFORMA - DF UKLÉBERTTON DA SILVA BARROS ANÁLISE E COMPARAÇÃO DO NÍVEL DE FLEXIBILIDADE DE PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO DA ACADEMIA NOVAFORMA - DF Artigo apresentado ao Curso de graduação em Educação Física da Universidade

Leia mais

EFEITOS DO TREINAMENTO DE FORÇA RÁPIDA E FORÇA MÁXIMA SOBRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL E O DESEMPENHO MOTOR EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA SUB-17

EFEITOS DO TREINAMENTO DE FORÇA RÁPIDA E FORÇA MÁXIMA SOBRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL E O DESEMPENHO MOTOR EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA SUB-17 1 Trabalho de Conclusão do Curso de Educação Física Bacharelado EFEITOS DO TREINAMENTO DE FORÇA RÁPIDA E FORÇA MÁXIMA SOBRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL E O DESEMPENHO MOTOR EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA

Leia mais

Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm

Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm Comportamento Da Pressão Arterial De Jovens Normotensos Após Realização Dos Testes De 1rm E 10rm Siomara F. M. de Araújo; Dyego F. Facundes; Erika M. Costa; Lauane L. Inês; Raphael Cunha. siomarafma@hotmail.com

Leia mais

EFEITO DO TREINAMENTO DE FORÇA NO DESEMPENHO DA FORÇA MÁXIMA DE PRATICANTES DA MODALIDADE DE MUSCULAÇÃO

EFEITO DO TREINAMENTO DE FORÇA NO DESEMPENHO DA FORÇA MÁXIMA DE PRATICANTES DA MODALIDADE DE MUSCULAÇÃO EFEITO DO TREINAMENTO DE FORÇA NO DESEMPENHO DA FORÇA MÁXIMA DE PRATICANTES DA MODALIDADE DE MUSCULAÇÃO Andrey Portela 1, Arnaldo Guilherme Borgo 2 1 UNIGUAÇU; 2 Licenciado em Educação Física e Esportes.

Leia mais

ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR

ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR Os textos são de responsabilidade de seus autores. ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR RESUMO Daiane Grando 1 2 O propósito

Leia mais

FATORES RELACIONADOS COM O NÍVEL DE ANSIEDADE EM ATLETAS DE FUTEBOL FEMININO

FATORES RELACIONADOS COM O NÍVEL DE ANSIEDADE EM ATLETAS DE FUTEBOL FEMININO FATORES RELACIONADOS COM O NÍVEL DE ANSIEDADE EM ATLETAS DE FUTEBOL FEMININO (FACTORS RELATED TO THE ANXIETY LEVEL IN FOOTBALL FEMALE ATHLETES) Marcos Vinicius Dias Munhóz 1 ; Claudia Teixeira-Arroyo 1,2

Leia mais

MEDIDAS DA FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR

MEDIDAS DA FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR MEDIDAS DA FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR Revisando conceitos... Músculo-esquelética Força Resistência Flexibilidade Motora Agilidade Equilíbrio Potência Velocidade Revisando conceitos... Isométricas (estática)

Leia mais

Por que devemos avaliar a força muscular?

Por que devemos avaliar a força muscular? Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Docência Personal Trainer Por que devemos avaliar a força muscular? Desequilíbrio Muscular;

Leia mais

ANÁLISE DAS CARGAS E MÉTODOS DE TREINAMENTO UTILIZADOS NA PREPARAÇÃO FÍSICA DO FUTSAL FEMININO AMAZONENSE

ANÁLISE DAS CARGAS E MÉTODOS DE TREINAMENTO UTILIZADOS NA PREPARAÇÃO FÍSICA DO FUTSAL FEMININO AMAZONENSE ANÁLISE DAS CARGAS E MÉTODOS DE TREINAMENTO UTILIZADOS NA PREPARAÇÃO FÍSICA DO FUTSAL FEMININO AMAZONENSE INTRODUÇÃO AGNELO WEBER DE OLIVEIRA ROCHA RONÉLIA DE OLIVEIRA MELO VIANA UFAM UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE ATLETAS DA SELEÇÃO GOIANA DE JUDÔ: ATIVIDADE DO ATENDIMENTO NUTRICIONAL 1 LEITE, Raíssa Moraes 1 ; FRANCO, Lana Pacheco 2 ; SOUZA, Isabela Mesquita 3 ; ALVES, Ana Gabriella Pereira

Leia mais

Confederação Brasileira de Voleibol PREPARAÇÃO FÍSICA Prof. Rommel Milagres SAQUAREMA Dezembro 2013

Confederação Brasileira de Voleibol PREPARAÇÃO FÍSICA Prof. Rommel Milagres SAQUAREMA Dezembro 2013 Confederação Brasileira de Voleibol PREPARAÇÃO FÍSICA Prof. Rommel Milagres SAQUAREMA Dezembro 2013 CURRICULUM VITAE Chefe do Departamento e Preparação Física do Minas Tênis Clube desde 1978 Preparador

Leia mais

EFEITOS DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM-TREINAMENTO NO DESEMPENHO DE HABILIDADES TÉCNICAS DE JOGADORES DE FUTEBOL DA CATEGORIA SUB-13

EFEITOS DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM-TREINAMENTO NO DESEMPENHO DE HABILIDADES TÉCNICAS DE JOGADORES DE FUTEBOL DA CATEGORIA SUB-13 EFEITOS DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM-TREINAMENTO NO DESEMPENHO DE HABILIDADES TÉCNICAS DE JOGADORES DE FUTEBOL DA CATEGORIA SUB-13 Pablo Vecchi Moreira/ NUPEF UFV Mariana Calábria Lopes/ NUPEF UFV

Leia mais

ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO

ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO Recebido em: 12/3/2010 Emitido parece em: 9/4/2010 Artigo original ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO Emerson Luiz

Leia mais

TÍTULO: COMPARAÇÃO DA PERIODIZAÇÃO LINEAR E ONDULATÓRIA NO DESENVOLVIMENTO DA FORÇA MUSCULAR MÁXIMA

TÍTULO: COMPARAÇÃO DA PERIODIZAÇÃO LINEAR E ONDULATÓRIA NO DESENVOLVIMENTO DA FORÇA MUSCULAR MÁXIMA TÍTULO: COMPARAÇÃO DA PERIODIZAÇÃO LINEAR E ONDULATÓRIA NO DESENVOLVIMENTO DA FORÇA MUSCULAR MÁXIMA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: EDUCAÇÃO FÍSICA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE

Leia mais

GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE

GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE RESUMO Esterfania Silva Lucena; Manoel Freire de Oliveira Neto Universidade Estadual da Paraíba, Email:

Leia mais

REPETIÇÃO MÁXIMA E PRESCRIÇÃO NA MUSCULAÇÃO

REPETIÇÃO MÁXIMA E PRESCRIÇÃO NA MUSCULAÇÃO Universidade Gama Filho REPETIÇÃO MÁXIMA E PRESCRIÇÃO NA MUSCULAÇÃO Ricardo Franklin de Freitas Mussi Marcos Aurélio Ferreira Dias Salvador Ba 2005 Ricardo Franklin de Freitas Mussi Marcos Aurélio Ferreira

Leia mais

1 Aluno Curso de Educação Física,UFPB 2 Professor Departamento de Educação Física, UFPB 3 Professor Departamento de Biofísica e Fisiologia, UFPI

1 Aluno Curso de Educação Física,UFPB 2 Professor Departamento de Educação Física, UFPB 3 Professor Departamento de Biofísica e Fisiologia, UFPI ATUALIZAÇÃO DE CARGAS EM TREINAMENTO DE HIPERTROFIA DE MULHERES PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO Pablo Rebouças Marcelino 1 Filipe Antonio de Barros Sousa 1 Anielle Chaves de Araujo 1 Alexandre Sérgio Silva 2

Leia mais

A classificação do exame corresponde à média aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações das duas provas (escrita e prática).

A classificação do exame corresponde à média aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações das duas provas (escrita e prática). INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Nº 2/2015 EDUCAÇÃO FÍSICA Abril de 2015 Prova 28 2015 2.º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) O presente documento divulga as

Leia mais

CALENDÁRIO ACADÊMICO PÓS-GRADUAÇÃO DOCÊNCIA EM ENSINO SUPERIOR

CALENDÁRIO ACADÊMICO PÓS-GRADUAÇÃO DOCÊNCIA EM ENSINO SUPERIOR CALENDÁRIO ACADÊMICO DOCÊNCIA EM ENSINO SUPERIOR DIREITOS RESERVADOS Proibida a reprodução total ou parcial desta publicação sem o prévio consentimento. Docência em Ensino Superior Cursos de Pós-Graduação

Leia mais

texto I partes I e II Língua Portuguesa e Matemática Futebol de rua De preferência os novos, do colégio.

texto I partes I e II Língua Portuguesa e Matemática Futebol de rua De preferência os novos, do colégio. partes I e II Língua Portuguesa e Matemática texto I Futebol de rua Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio. Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar do que a pelada. É o futebol de

Leia mais

Treinamento Concorrente

Treinamento Concorrente Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Educação Física Fisioterapia e Terapia Ocupacional Especialização em Treinamento de Força e Musculação Treinamento Concorrente Aluno: Marcelo Vidigal Coscarelli

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 104-GR/UNICENTRO, DE 28 DE MAIO DE 2014. Especifica a estrutura curricular do Curso de Especialização em Atividade Física e Saúde, modalidade de educação a distância, aprovado pela Resolução

Leia mais

SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL PARA ATLETAS: CONHECIMENTO DE ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO

SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL PARA ATLETAS: CONHECIMENTO DE ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL PARA ATLETAS: CONHECIMENTO DE ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO CARLOS VINÍCIUS DA SILVA BARBOSA, CAIO VICTOR COUTINHO DE OLIVEIRA, ALEXANDRE SÉRGIO SILVA, JANAINA CÂNDIDA RODRIGUES

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL ANEXO III DO EDITAL N o 075/2011 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA A PROVA DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE AGENTE DE DEFESA CIVIL 1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 - Os testes de aptidão física, de caráter

Leia mais

TREINAMENTO DE FORÇA APLICADO À CATEGORIA DE BASE DO SUB-13 AO SUB-20 Profº - Douglas Saretti Cref nº 056144-G/SP

TREINAMENTO DE FORÇA APLICADO À CATEGORIA DE BASE DO SUB-13 AO SUB-20 Profº - Douglas Saretti Cref nº 056144-G/SP TREINAMENTO DE FORÇA APLICADO À CATEGORIA DE BASE DO SUB-13 AO SUB-20 Profº - Douglas Saretti Cref nº 056144-G/SP RESUMO: Abordar o assunto treinamento de força no futebol, requer muito estudo e um olhar

Leia mais

Velocidade no Futebol - Capacidade é complexa e precisa ser analisada de forma global

Velocidade no Futebol - Capacidade é complexa e precisa ser analisada de forma global Velocidade no Futebol - Capacidade é complexa e precisa ser analisada de forma global Marcio Faria CORREA Quando falamos em velocidade, uma capacidade neuro-motora tão importante para a maioria dos esportes,

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO JOGO E DO MODELO DE JOGO NA PERFORMANCE DOS ATLETAS

A INFLUÊNCIA DO JOGO E DO MODELO DE JOGO NA PERFORMANCE DOS ATLETAS A INFLUÊNCIA DO JOGO E DO MODELO DE JOGO NA PERFORMANCE DOS ATLETAS A preparação física como norte do processo ou subordinada às variáveis da partida? Uma análise sob a ótica sistêmica. Por Cyro Bueno*

Leia mais

Palavras-chave: Suplementos Alimentares, Musculação, Academia de Ginástica.

Palavras-chave: Suplementos Alimentares, Musculação, Academia de Ginástica. PERFIL DOS CONSUMIDORES DE SUPLEMENTOS ALIMENTARES PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO EM ACADEMIAS DE TERESINA. Conceição de Maria Aguiar Carvalho Francisco Evaldo Orsano RESUMO: O aumento da oferta de suplementos

Leia mais

EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola

EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola Professora Mestre em Ciências Escola de Educação Física e Esporte Universidade de São Paulo CONTEÚDO Conceitos básicos. Princípios biológicos do treinamento.

Leia mais

ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL.

ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL. 1 ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL. Bernardino Sogabe Priante Aluno concluinte do CEDF/UEPA bernardinosogabepriante@yahoo.com.br Carlos Dorneles Professor Mestre orientador

Leia mais

TÍTULO: CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO DE BEBIDAS ISOTÔNICAS POR PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA

TÍTULO: CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO DE BEBIDAS ISOTÔNICAS POR PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA TÍTULO: CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO DE BEBIDAS ISOTÔNICAS POR PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS CORAÇÃO

Leia mais

A GINÁSTICA NO CONTEXTO DOS PLAYGROUNDS

A GINÁSTICA NO CONTEXTO DOS PLAYGROUNDS 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 A GINÁSTICA NO CONTEXTO DOS PLAYGROUNDS Marcela Garcia de Santana 1 ; Eduardo Rafael Llanos Parra 1 ; Vânia de Fátima Matias de Souza 2 RESUMO: O presente

Leia mais

CORRELAÇÃO ENTRE FORÇA, VELOCIDADE EM CATEGORIAS DE BASE NO FUTEBOL

CORRELAÇÃO ENTRE FORÇA, VELOCIDADE EM CATEGORIAS DE BASE NO FUTEBOL UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE-UNESC UNIDADE ACADÊMICA DE HUMANIDADES CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA CRICIÚMA, SANTA CATARINA CORRELAÇÃO ENTRE FORÇA, VELOCIDADE EM CATEGORIAS

Leia mais

Musculação, treinamento funcional, crossfit e pilates: como escolher o seu exercício ideal?

Musculação, treinamento funcional, crossfit e pilates: como escolher o seu exercício ideal? Polícia Militar do Estado de Goiás CPMG Nader Alves dos Santos Ano Letivo - 2015 4º BIMESTRE Colégio da Polícia Militar de Goiás -NAS Aluno (a): Nº Faça o que se pede. MODALIDADES EM ALTA CONTEÚDO SIMULADO

Leia mais

XVII CLINIC Análise de Indicadores de Força Explosiva de Potência e de Resistência de Força Explosiva em Judocas Juniores vs.

XVII CLINIC Análise de Indicadores de Força Explosiva de Potência e de Resistência de Força Explosiva em Judocas Juniores vs. XVII CLINIC Análise de Indicadores de Força Explosiva de Potência e de Resistência de Força Explosiva em Judocas Juniores vs. Judocas Seniores Coimbra, 6 de Outubro de 2012 Luís Monteiro INTRODUÇÃO OBJETIVOS

Leia mais

LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS NO FUTEBOL JUVENIL

LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS NO FUTEBOL JUVENIL LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS NO FUTEBOL JUVENIL Janair Honorato Alves (jhalves1@bol.com.br) UNIFAN Mosiah Araújo Silva (mosiaharaujo@hotmail.com) CAMBURY PALAVRAS-CHAVE: Lesões musculoesqueléticas; Futebol

Leia mais

EFEITOS ANTROPOMÉTRICOS DECORRENTES DA VARIAÇÃO DE INTENSIDADE DE TREINAMENTO EM CIRCUITO DURANTE O CICLO MENSTRUAL

EFEITOS ANTROPOMÉTRICOS DECORRENTES DA VARIAÇÃO DE INTENSIDADE DE TREINAMENTO EM CIRCUITO DURANTE O CICLO MENSTRUAL EFEITOS ANTROPOMÉTRICOS DECORRENTES DA VARIAÇÃO DE INTENSIDADE DE TREINAMENTO EM CIRCUITO DURANTE O CICLO MENSTRUAL FRANKLIN GONÇALVES PEREIRA Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande,

Leia mais

RESPOSTA CRÔNICA DA PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA EM DIFERENTES MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FORÇA: DELORME VERSUS OXFORD

RESPOSTA CRÔNICA DA PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA EM DIFERENTES MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FORÇA: DELORME VERSUS OXFORD RESPOSTA CRÔNICA DA PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA EM DIFERENTES MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FORÇA: DELORME VERSUS OXFORD Dailson Paulucio da Silva Graduando em Educação Física dailson_educacaofisica@yahoo.com.br

Leia mais

RESPOSTA AO EXERCICIO COM PESOS PARA GRUPOS DE DIFERENTES FAIXAS ETARIAS EM HUMANOS

RESPOSTA AO EXERCICIO COM PESOS PARA GRUPOS DE DIFERENTES FAIXAS ETARIAS EM HUMANOS 27 CIÊNCIAS AGRÁRIAS TRABALHO ORIGINAL RESPOSTA AO EXERCICIO COM PESOS PARA GRUPOS DE DIFERENTES FAIXAS ETARIAS EM HUMANOS ANSWER TO THE EXERCISE WITH WEIGHTS FOR GROUPS OF DIFFERENT AGE RANGE IN HUMANS

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS

CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS Beatriz de Vilas Boas de Oliveira 1, Keyleytonn Sthil Ribeiro 2 1 Faculdade de Pindamonhangaba, Curso de Fisioterapia, biavilasboas@yahoo.com.br

Leia mais

Calendário Esportivo 2015

Calendário Esportivo 2015 www.mottafilho.com.br mottafilho.103@uol.com.br contato@mottafilho.com.br Calendário Esportivo 2015 REALIZAÇÃO: PREFEITURA MUNICIPAL DE URUAÇU ORGANIZAÇÃO: SUPERINTENDÊNCIA MUNICIPAL DE ESPORTES GESTÃO:

Leia mais

Foram estabelecidos critérios de inclusão, exclusão e eliminação. Critérios de inclusão: todos os dançarinos com síndrome da dor femoropatelar.

Foram estabelecidos critérios de inclusão, exclusão e eliminação. Critérios de inclusão: todos os dançarinos com síndrome da dor femoropatelar. Figura 11a - Posição inicial: 1ª posição paralela. Figura 11b - demi-plié: 1ª posição paralela. Figura 12a - Posição inicial: 2ª posição paralela. Figura 12b- Demi-plié: 2ª posição paralela. 35 Figura

Leia mais

REPETIÇÕES MÁXIMAS COM 90% DA 1RM NOS EXERCÍCIOS SUPINO RETO E LEG PRESS APÓS AQUECIMENTO ESPECÍFICO E ALONGAMENTO ESTÁTICO

REPETIÇÕES MÁXIMAS COM 90% DA 1RM NOS EXERCÍCIOS SUPINO RETO E LEG PRESS APÓS AQUECIMENTO ESPECÍFICO E ALONGAMENTO ESTÁTICO 50 REPETIÇÕES MÁXIMAS COM 90% DA 1RM NOS EXERCÍCIOS SUPINO RETO E LEG PRESS APÓS AQUECIMENTO ESPECÍFICO E ALONGAMENTO ESTÁTICO MAXIMUM REPETITIONS WITH 90% OF 1MR IN BENCH PRESS AND LEG PRESS EXERCISES

Leia mais

DESCRIÇÃO DO PROJETO

DESCRIÇÃO DO PROJETO DESCRIÇÃO DO PROJETO I. NÚMERO DE CADASTRO DO PROPONENTE (login) 02SP016702007 Proponente: Secretaria de Esportes de São Sebastião CNPJ: 46.482.832/0001-92 E-mail: segov@saosebastiao.sp.gov.br Endereço:

Leia mais

CRISTOVÃO PEDRO MAIA

CRISTOVÃO PEDRO MAIA CRISTOVÃO PEDRO MAIA COMPARAÇÃO A MOTIVAÇÃO PARA A PRÁTICA ESPORTIVA ETRE DUAS EQUIPES PROFISSIOAIS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso em Especialização

Leia mais

Fundamentos Teórico-Práticos do Aquecimento no Futsal

Fundamentos Teórico-Práticos do Aquecimento no Futsal futsalcoach.com la web para el técnico de fútbol sala C Copyright 2005, F U T S A L C O A C H, Spain Todos los derechos reservados Autor: Prof. João Carlos Romano Preparador Físico de la Selección Brasileña

Leia mais

PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM TREINAMENTO DE FORÇA NO CRESCIMENTO LONGITUDINAL DE ADOLESCENTES

PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM TREINAMENTO DE FORÇA NO CRESCIMENTO LONGITUDINAL DE ADOLESCENTES PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM TREINAMENTO DE FORÇA NO CRESCIMENTO LONGITUDINAL DE ADOLESCENTES Bianca Fernandes Di Toro¹; Josiane Lopes Pires 1 ; João Pedro Arantes 2 ; Eduardo Günther Montero 2 Estudante do

Leia mais

Período de Preparação Período de Competição Período de Transição

Período de Preparação Período de Competição Período de Transição PERIODIZAÇÃO Desde que a chamada "Ciência do Esporte" passou a sistematizar e metodizar o Treinamento Desportivo, a periodização passou a ser a única forma de se organizar todo o trabalho realizado durante

Leia mais

Diminua seu tempo total de treino e queime mais gordura

Diminua seu tempo total de treino e queime mais gordura Diminua seu tempo total de treino e queime mais gordura Neste artigo vou mostrar o principal tipo de exercício para acelerar a queima de gordura sem se matar durante horas na academia. Vou mostrar e explicar

Leia mais

Acta Ortopédica Brasileira ISSN 1413-7852 versão impressa

Acta Ortopédica Brasileira ISSN 1413-7852 versão impressa Acta Ortopédica Brasileira ISSN 1413-7852 versão impressa ARTIGO ORIGINAL Ocorrência de entorse e lesões do joelho em jogadores de futebol da cidade de Manaus, Amazonas Eduardo Telles de Menezes Stewien

Leia mais

ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO 25/08/2008

ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO 25/08/2008 ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO Anos 30: PIHKALA (Finlândia) Variações no trabalho - recuperação: dias, semanas, meses e anos de treinamento; Diminuição progressiva do volume de treinamento,

Leia mais

INTRODUÇÃO. Bem-vindo ao programa Base Atlética!

INTRODUÇÃO. Bem-vindo ao programa Base Atlética! INTRODUÇÃO Bem-vindo ao programa Base Atlética! Nossa missão é promover o bem-estar, através de atividade física que gere saúde e te proporcione curtir os bons momentos da vida na sua integridade. Afinal,

Leia mais

Palavras-chave: potência muscular, Judô, teste de Sterkowicz.

Palavras-chave: potência muscular, Judô, teste de Sterkowicz. ARTIGO ORIGINAL MENSURAÇÃO DA POTÊNCIA MUSCULAR EM JUDOCAS JUVENIS ATRAVÉS DO TESTE DE STERKOWICZ André Maia dos Santos André Ricardo N. Nascimento Carolina Groszewicz Brito Kelly Cristina Serafim Pós

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE O MOMENTO DE INCIDÊNCIA DE GOLS E A COMPARAÇÃO ENTRE A EQUIPE MANDANTE E A VISITANTE NO CAMPEONATO PAULISTA DE 2009

UM ESTUDO SOBRE O MOMENTO DE INCIDÊNCIA DE GOLS E A COMPARAÇÃO ENTRE A EQUIPE MANDANTE E A VISITANTE NO CAMPEONATO PAULISTA DE 2009 Recebido em: 1/3/211 Emitido parece em: 23/3/211 Artigo inédito UM ESTUDO SOBRE O MOMENTO DE INCIDÊNCIA DE GOLS E A COMPARAÇÃO ENTRE A EQUIPE MANDANTE E A VISITANTE NO CAMPEONATO PAULISTA DE 29 Leandro

Leia mais

DESEMPENHO MOTOR DE IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADES FÍSICAS EM ACADEMIAS DA TERCEIRA IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ, PARANÁ

DESEMPENHO MOTOR DE IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADES FÍSICAS EM ACADEMIAS DA TERCEIRA IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ, PARANÁ DESEMPENHO MOTOR DE IDOSOS PRATICANTES DE ATIVIDADES FÍSICAS EM ACADEMIAS DA TERCEIRA IDADE DA CIDADE DE MARINGÁ, PARANÁ Francieli Furlan de Souza 1, Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 2 RESUMO: As Academias

Leia mais

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 1 CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2012.2 BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA... 4 02 BIOLOGIA HUMANA... 4 03 NATAÇÃO... 4 04 ESPORTE

Leia mais

TRIPLO SALTO VELOCIDADE FORÇA OUTRAS VELOCIDADE EXECUÇAO (MOV. ACÍCLICO) FORÇA RESISTÊNCIA HIPERTROFIA CAPACIDADE DE ACELERAÇÃO EQUILÍBRIO

TRIPLO SALTO VELOCIDADE FORÇA OUTRAS VELOCIDADE EXECUÇAO (MOV. ACÍCLICO) FORÇA RESISTÊNCIA HIPERTROFIA CAPACIDADE DE ACELERAÇÃO EQUILÍBRIO TRIPLO SALTO O TRIPLO SALTO É UMA DISCIPLINA TÉCNICA MUITO COMPLEXA QUE OBRIGA A UM GRANDE APERFEIÇOAMENTO EM VÁRIAS VERTENTES, VISTO O SEU DESENVOLVIMENTO DEPENDER DE UMA COMBINAÇÃO DE VÁRIAS HABILIDADES

Leia mais

INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA).

INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA). INGESTÃO DIETÉTICA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE DANÇARINAS DA UFPA (BELÉM PA). GLEICIANE MARTINS GOMES ADRIANA MOURA DOS SANTOS JOSEANA MOREIRA ASSIS RIBEIRO FERNANDO VINÍCIUS FARO REIS JÚLIO ALVES PIRES FILHO

Leia mais

EXEMPLO: QUANTIFICAÇÃO DAS AÇÕES OFENSIVAS DO GOALBALL NOS JOGOS PARALÍMPICOS DE LONDRES

EXEMPLO: QUANTIFICAÇÃO DAS AÇÕES OFENSIVAS DO GOALBALL NOS JOGOS PARALÍMPICOS DE LONDRES EXEMPLO: QUANTIFICAÇÃO DAS AÇÕES OFENSIVAS DO GOALBALL NOS JOGOS PARALÍMPICOS DE LONDRES 2012 Thiago Magalhães / UNICAMP Otávio Luis Piva da Cunha Furtado / UNICAMP Márcio Pereira Morato / USP Diego Henrique

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS JOGOS MULTIVIX

REGULAMENTO GERAL DOS JOGOS MULTIVIX ART. 1º - DA FINALIDADE REGULAMENTO GERAL DOS JOGOS MULTIVIX Os JOGOS MULTIVIX modalidade Beach Soccer fazem parte do CIRCUITO VIDA SAUDÁVEL MULTIVIX, torneio universitário que tem por finalidade integrar

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL EDITAL DE SELEÇÃO DE TUTORES CHAMADA PÚBLICA N 001/2015.

SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL EDITAL DE SELEÇÃO DE TUTORES CHAMADA PÚBLICA N 001/2015. SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL EDITAL DE SELEÇÃO DE TUTORES CHAMADA PÚBLICA N 001/2015. 1. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Estabelece as normas do processo

Leia mais

O USO DO FÓRUM DE DISCUSSÃO E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO AVA MOODLE: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA PARA ALUNAS SURDAS

O USO DO FÓRUM DE DISCUSSÃO E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO AVA MOODLE: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA PARA ALUNAS SURDAS O USO DO FÓRUM DE DISCUSSÃO E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO AVA MOODLE: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA PARA ALUNAS SURDAS Carlos Eduardo Rocha dos Santos, UNIBAN, carlao_santos@yahoo.com.br Oswaldo

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL DO PERSONAL TRAINER: CONSIDERAÇÕES ÉTICAS E DE MARKETING

PERFIL PROFISSIONAL DO PERSONAL TRAINER: CONSIDERAÇÕES ÉTICAS E DE MARKETING PERFIL PROFISSIONAL DO PERSONAL TRAINER: CONSIDERAÇÕES ÉTICAS E DE MARKETING RESUMO: A prática regular da atividade Física e seus efeitos entram no imaginário da população como componentes essenciais do

Leia mais

Ensino Fundamental - EFI

Ensino Fundamental - EFI CRONOGRAMA DE AVALIAÇÕES DAS ETAPAS / 2015 4º e 5º anos Ensino Fundamental - EFI Coordenadora responsável: Maria da Conceição Santana de Castro Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.

Leia mais

EFEITO DE UM PROGRAMA PERSONALIZADO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NA COMPOSIÇÃO CORPORAL: UM ESTUDO DE CASO

EFEITO DE UM PROGRAMA PERSONALIZADO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NA COMPOSIÇÃO CORPORAL: UM ESTUDO DE CASO EFEITO DE UM PROGRAMA PERSONALIZADO DE EXERCÍCIOS FÍSICOS NA COMPOSIÇÃO CORPORAL: UM ESTUDO DE CASO CELI, Jonathan Antônio 1 ; PANDA, Maria Denise Justo 2 Resumo: Esta pesquisa teve como objetivo analisar

Leia mais

ARTES CIRCENSES E EDUCAÇÃO FÍSICA: APROXIMAÇÕES POSSÍVEIS

ARTES CIRCENSES E EDUCAÇÃO FÍSICA: APROXIMAÇÕES POSSÍVEIS 1 ARTES CIRCENSES E EDUCAÇÃO FÍSICA: APROXIMAÇÕES POSSÍVEIS Kárita Cabral Machado FEF/UFG RESUMO O objetivo do presente estudo foi identificar a relação entre a educação física e as artes circenses, do

Leia mais

INFLUENCIA DA FLEXIBILIDADE NO SALTO VERTICAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL MASCULINO

INFLUENCIA DA FLEXIBILIDADE NO SALTO VERTICAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL MASCULINO ROGER MARCHESE INFLUENCIA DA FLEXIBILIDADE NO SALTO VERTICAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL MASCULINO Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso em Especialização em Ciência do Treinamento Desportivo

Leia mais

Revista CPAQV - Centro de Pesquisas Avançadas em Qualidade de Vida - ISSN: 2178-7514 v.1, n. 2, 2009

Revista CPAQV - Centro de Pesquisas Avançadas em Qualidade de Vida - ISSN: 2178-7514 v.1, n. 2, 2009 Revista CPAQV - Centro de Pesquisas Avançadas em Qualidade de Vida - ISSN: 2178-7514 v.1, n. 2, 2009 QUALIDADE DE VIDA DE COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO SUPERMERCADISTA DA CIDADE DE PONTA GROSSA

Leia mais

Por que devemos avaliar a força muscular?

Por que devemos avaliar a força muscular? Prof. Me. Alexandre Correia Rocha www.professoralexandrerocha.com.br alexandre.personal@hotmail.com Docência Docência Personal Trainer Por que devemos avaliar a força muscular? Desequilíbrio Muscular;

Leia mais

CONSUMO DE SUPLEMENTO ALIMENTAR POR HOMENS PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO, NAS ACADEMIAS CENTRAIS DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA/PR

CONSUMO DE SUPLEMENTO ALIMENTAR POR HOMENS PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO, NAS ACADEMIAS CENTRAIS DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA/PR Os textos são de responsabilidade de seus autores. CONSUMO DE SUPLEMENTO ALIMENTAR POR HOMENS PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO, NAS ACADEMIAS CENTRAIS DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA/PR Edson Luis Quintiliano 1 Orientador:

Leia mais

AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL

AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL AUMENTO DRAMÁTICO DO INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NO ESPORTE DE ALTO NÍVEL NECESSIDADE DO MELHOR CONHECIMENTO EM ÁREAS COMO: CRESCIMENTO NORMAL, DESENVOLVIMENTO, EFEITOS DO EXERCÍCIO EM CRIANÇAS

Leia mais

Transplantes de órgãos crescem 24,3% Qui, 24 de Setembro de 2009 00:00

Transplantes de órgãos crescem 24,3% Qui, 24 de Setembro de 2009 00:00 Qui, 24 de Setembro de 29 : Aumento é relativo ao número de procedimentos realizados com órgãos de doadores falecidos no primeiro semestre de 29 em relação ao primeiro semestre de 28. Ministério da Saúde

Leia mais

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO APLICADA À SAÚDE E AO CONDICIONAMENTO FÍSICO

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO APLICADA À SAÚDE E AO CONDICIONAMENTO FÍSICO FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO APLICADA À SAÚDE E AO CONDICIONAMENTO FÍSICO DISCIPLINA: Fisiologia neural: estrutura, funcionamento e adaptações ao treinamento EMENTA: Arranjo funcional das unidades motoras e

Leia mais

PLANO DE TRABALHO. Avenida José Fuedd Sebba, nº 1.170, Jardim Goiás, Estádio Serra Dourada, Ala Norte GERÊNCIA DE CONTRATOS E CONVÊNIO

PLANO DE TRABALHO. Avenida José Fuedd Sebba, nº 1.170, Jardim Goiás, Estádio Serra Dourada, Ala Norte GERÊNCIA DE CONTRATOS E CONVÊNIO 1- IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO TÍTULO: MODALIDADES 1.1 IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE - PESSOA JURÍDICA Entidade: CNPJ: Endereço: Município/UF: CEP: Telefone: E-mail: 1.2 REPRESENTANTE LEGAL DO PROPONENTE Dirigente:

Leia mais

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA 1 CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) Atualizado em 15 de janeiro de 2015 pela 2014 Assessoria de Desenvolvimento, conforme Parecer 2 SUMÁRIO 1ª FASE...

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DO PERFIL FÍSICO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

PLANEJAMENTO ANUAL DO PERFIL FÍSICO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PLANEJAMENTO ANUAL DO PERFIL FÍSICO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PROFESSOR PAULO BARROSO CREF 06081 G/RJ PREPARADOR FÍSICO DOS ÁRBITROS FFERJ PROFESSOR DA SECRETARIA MUNICIPAL DE

Leia mais

LISTA DE MATEMÁTICA. Aluno(a): Nº. 1. Determinada editora pesquisou o número de páginas das revistas mais vendidas em uma cidade.

LISTA DE MATEMÁTICA. Aluno(a): Nº. 1. Determinada editora pesquisou o número de páginas das revistas mais vendidas em uma cidade. LISTA DE MATEMÁTICA Aluno(a): Nº. Professor: Rosivane Série: 2 ano Disciplina: Matematica Data da prova: Pré Universitário Uni-Anhanguera MEDIDAS DE DISPERSÃO 1. Determinada editora pesquisou o número

Leia mais

BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA 1º SEMESTRE MATUTINO

BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA 1º SEMESTRE MATUTINO BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA 1º SEMESTRE MATUTINO ANTROPOLOGIA E SOCIEDADE C B E A D A A D C C FILOSOFIA E ÉTICA D E E A C B D D B C HISTÓRIA DA CULTURA INDIGENA AFRO BRASILEIRA A B E A A D D E B D LEITURA

Leia mais

Fórmula 47 - Treino Em Casa

Fórmula 47 - Treino Em Casa Fórmula 47 - Treino Em Casa 1 Fórmula 47 Fórmula 47 - Treino Em Casa Uso Do E- Book FÓRMULA 47 divulga informações via publicação digital, textos ou vídeos, sobre musculação, treino, dieta, uso de suplementos,

Leia mais

Proposta de projetos para o desenvolvimento do remo nacional Autor: Gustavo Maia Atualizado em: 27/03/2015

Proposta de projetos para o desenvolvimento do remo nacional Autor: Gustavo Maia Atualizado em: 27/03/2015 P1. Implantação e manutenção de unidades gerenciais na CBR Aumentar o nível de maturidade gerencial da CBR A melhoria do gerenciamento da CBR causará impacto positivo em todas as partes interessadas Captação

Leia mais

RESOLUÇÃO. Bragança Paulista, 30 de maio de 2005. Prof. Milton Mayer Presidente

RESOLUÇÃO. Bragança Paulista, 30 de maio de 2005. Prof. Milton Mayer Presidente RESOLUÇÃO CONSEAcc-BP 9/2005 ALTERA AS EMENTAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho Acadêmico por Câmpus, do câmpus de Bragança

Leia mais

PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL

PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL Gabriel Weiss Maciel Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil Henrique Cabral Faraco Universidade do Estado de Santa Catarina,

Leia mais

6 Análise de necessidades

6 Análise de necessidades 55 6 Análise de necessidades Este capítulo apresenta os dados obtidos através do questionário mencionado no capítulo 5. Discuto o propósito de utilizá-lo para identificar as necessidades dos alunos. Em

Leia mais

PROJETO ALÉM DAS RODAS: a prática do handebol em cadeira de rodas em Maceió - Alagoas

PROJETO ALÉM DAS RODAS: a prática do handebol em cadeira de rodas em Maceió - Alagoas PROJETO ALÉM DAS RODAS: a prática do handebol em cadeira de rodas em Maceió - Alagoas Lucas Roberto dos Santos 1 ; Maria Natálha Gomes da Silva 2 ; Renato Vitor da Silva Tavares 3 ; Flávio Anderson Pedrosa

Leia mais

Meia Maratona Estrada Real 2014 e prova de 10Km

Meia Maratona Estrada Real 2014 e prova de 10Km Meia Maratona Estrada Real 2014 e prova de 10Km *O presente regulamento está sujeito a possíveis modificações conforme o procedimento previsto no mesmo. Artigo 1 - O Evento A Meia Maratona Estrada Real

Leia mais

MUSCULAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS

MUSCULAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS 1 MUSCULAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS Prof. Dr. Valdir J. Barbanti Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo A musculação refere-se à forma de exercícios que envolvem

Leia mais

FACULDADE CAMPO REAL CURSO DE NUTRIÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

FACULDADE CAMPO REAL CURSO DE NUTRIÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO FACULDADE CAMPO REAL CURSO DE NUTRIÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Caracterização A elaboração do Trabalho de Curso fundamenta-se nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição,

Leia mais

Testes Físicos Documento Orientador

Testes Físicos Documento Orientador Testes Físicos Documento Orientador Época 2015-2016 Página 2 INTRODUÇÃO A realização de provas físicas na arbitragem acontece em todos os Países e, em particular, no âmbito da UEFA e da FIFA. Estas Organizações

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS. CAMPUS MUZAMBINHO Bacharelado em Educação Física

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS. CAMPUS MUZAMBINHO Bacharelado em Educação Física INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS. CAMPUS MUZAMBINHO Bacharelado em Educação Física BRUNA COSTA MARTINS EFICIÊNCIA DA PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS ATRAVÉS

Leia mais

MANUAL DE NORMALIZAÇÃO PARA PROJETO DE PESQUISA DA FACULDADE DE IMPERATRIZ

MANUAL DE NORMALIZAÇÃO PARA PROJETO DE PESQUISA DA FACULDADE DE IMPERATRIZ MANUAL DE NORMALIZAÇÃO PARA PROJETO DE PESQUISA DA FACULDADE DE IMPERATRIZ IMPERATRIZ 2010 MANUAL DE NORMALIZAÇÃO PARA MONOGRAFIAS DA FACULDADE DE IMPERATRIZ Curso de Odontologia Faculdade de Imperatriz

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais