CAROLINE SELZLER SEnEGA SERGIO AUGUSTO MORMITO

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1 CAROLINE SELZLER SEnEGA SERGIO AUGUSTO MORMITO Sistemas de Emissao de Notas Fiscais Baseados em Palmtop CONSULTA INTERNA CURITIBA 2001 ISETORIAL BARIGUII

2 CAROLINE SELZLER BETTEGA SERGIO AUGUSTO MORMITO Sistemas de Emissao de Notas Fiscais Baseados em Palmtop Monografia apresentada como requisito parcial ;!I cooc\usao do Curse de Processamento de Dados da Universidade Tuiuti do Pi'Jran:ct Orientador: Prof. Ricardo Oliveira Pereira CURITIBA 2001

3 Agradecemos a Deus por ter nos dado fonya nos momentos mais dificeis, e ao nos so orien tador pela sua dedica9a.o e compreensao.

4 SISTEMA DE EMISsiio DE NOTAS FISCAIS BASEADOS EM PALMTOP 1. INTRODUCiio Em ulll mercado competitivd, as empresas estao cada vez mais necessitando de instrumentos que possibilitem Lim atendirnento mais eficaz ao cliente, este projeto tern como objetivo propor L1lTla solu930 para melhoria do atendimento a clientes cia ramo de bebidas, au Qutros setores que necessitem de entre gas na area central. Em virtude da proibi9~1o municipal da circulac;:to de caminhoes de carga no centro da cidade em horario comercial, as empresas viram a necessidade de criar depositos temporarios na regia.o, ista fez com que os vendedores passassem a trabalhar de forma precaria fazendo pedidos de forma manual, emitindo notas fiscais nos depositos sem a consulta previa do banco de dados da empresa. Esta condiyao impede 0 oferecimento de pre<;:os melhores, consl/lta a estoques, fazer promo~oes, brindes e principalmente perdendo vendas devido a precariedade do sistema atual. o prot6tipo a ser desenvolvido pretende facilitar os procedill1entos diarios destes dep6sitos, agilizando os processos de: Digita~ao dos pedidos no estabeleciltlento do cliente utilizando 0 palmtop com sistema atual ja utilizado na empresa; Transferencia dos pedidos do palmtop para 0 sistema; Transmissao dos pedidos para empresa e consulta ao Banco de Dados:

5 Recepc:1O dos pedidos no deposito e emissa.o das notas fiscais para entrega; Para a elaboracao do prototipo deveremos pesquisar a solucao do problema de comunicacao entre Dep6sito e ElTlpresa utilizando 0 palmtop. Oesta maneira os vendedores poder~o efetuar as vendas corn urn equipamento completo que possibilitara urn atendimento de qualidade e uma emissao de nota fiscal muito mais rapida e segura contribuindo para agilizar a entrega, com isto a empresa tera uma melhora significativa no atendimento aos clientes inclusive com diminui~ao de custos OBJETIVO GERAL Desenvolver urn prot6tipo para acesso on-line entre 0 mini-deposito e 0 banco de dados da empresa, tornando viavel a emissao de notas fiscais com rapidez e seguranc;a OBJETIVOS ESPECiFICOS Estudar processos de comunicayao de dados e seus protocolos; Propor lima solw;ao de transfer~ncia de dados, com rapidez e baixo custo; Propor a integral'ao do prot6tipo ao banco de dados da empresa; Desenvolver 0 prot6tipo de um sistema de emissao de notas fiscais a partir de dados colhidos em um palmtop.

6 1.2. PROBLEMAS ATUAIS DOS MINI DEPOSITOS Para atingir as objetivos no desenvolvimento do prot6tipo necessitaremos solucionar as problemas que 0 sistema atua! posslii con forme descritos abaixo: Impossibilidade de emissao de notas fiscais, com consulta ad banco de dados da empresa; Utilizac;ao de formulario de nota fiscal diferente do padrao adotado pela empresa e de dificil entendirnento por parte do cliente; Utilizal'ao de equipamento antigo (coletor de dados). para digita,ao das notas fiscais; Impossibilidade de negociayao de pre90s, brindes e promoyoes, devido as limita,oes do sistema de venda litilizado; Maior custo de entrega par caixa, ja que a Mini Dep6sito quase nao efetua entregas pela manha. necessitando de urn maior volume de pessoal e equiparnentos para efetuar as entregas no periodo da tarde; Maior deslocarnento do vendedor entre os clientes e 0 Mini Deposito, devido a impossibilidade de levar consigo 0 coletor de dados para digita~a.o dos pedidos: Os problemas relacionados ad sistema atual de vendas acarretam um grande CLlsto de manutenyao des Mini Dep6sitos, impessibilitando que a empresa pratique UI11 pre<;o melhor na regi~o central da cidade.

7 1.3. RESULTADOS E SOLUC;:OES PROPOSTAS: Com 0 desenvolvirnento do prot6tipo as resultados devem bastante positiv~s, principalmente nos pontcs citados abaixo: Aumento do volume de vendas. devido a maior potencialidade da fenamenta que 0 vended or ira utilizar (palmtop - HP); Dirninui~~o de custos do Mini Dep6sito. devido a emiss:lo de notas fiscais de pre-venda, permitindo a entrega pel a Illanha; Melhoria do atendimento aos clientes. ja que 0 palmtop permitira ao vendedor negociar prec;os, brindes e prornoyoes; Emissao de l1ota5 fiscais de forma on-line no Mini Dep6sito, permitindo a cansulta ao banco de dados da empresa; Emissao de notas fiscais no padr~o da empresa, melhorando 0 entendimento para a cliente; Possibilidade de efetuar. reemiss:lo de notas fiscais, cancela menta de notas fiscais, cansulta de relat6rios de estoque, faturamento do dia e totais de caixas vendidas; Comunica~ao do prot6tipo com 0 palmtop. de forma simples e rapida. para efetuar a descarga do pedido;

8 2. REVISAo DE LlTERATURA o avanc;o das telecomunicac;oes a partir dos anos 70 promoveu urn aumento consideravel na velocidade de transmissao de dados que foi incrementada pelo aparecimento dos rnicrocomputadores. A necessidade de comunicaf):~o entre as pessoas em diversos locais do mundo tornall-se imprescindivel para 0 funcionamento das empresas multinacionais. o progresso na comunicay8o de dados levou a atingir lima velocidade compativel com 0 volume de dados que se produz e consome atualmente. Novamente aqui e necessaria que a informayao transite automaticamente, Lima vez que a presenc;8 do ser humane no meio do processo implica nllma perda radical de efici~ncia. De acordo com SIMON (1997). sobre a velocidade da comunica~~o e importante notar dais aspectos diferentes, a banda de passagem (volume de informa~ao que pode ser passado simultaneamente), e a lat~ncia (tempo que cada bit de informa~ao leva de fato para ir de lim lugar ao outre). Ouase sempre, ao se descrever urn canal de comljnica~~o,sua capacidade e descrita pela banda, 0 que pode dar uma ideia errada. Um exemplo interessante da diferenc;a desses conceitos e resumido por TANENBAUM (1997), com a pitoresca frase "Never underestimate the bandwidth of a station wagon full of tapes hurtling down the highway." De fato, com a gigantesca capacidade de arrnazenamento de pequenas fitas hoje em dia, e possivel, par exemplo, transferir em uma viagem sao Paulo-Rio varios terabytes, 0 que facilmente implementa uma banda da ordem de gigabytes par segundo, impassivel na presente tecnologia de telecomunicac(oes. Entretanto,

9 a lat~nciaenvolvida e grande, envolvendo tempo de estrada, de tratego urbano e de grava9ao e leitura das fitas. Com a uso de telecornunicayoes, obtern-se baixissirna lab~ncia,desde que a banda dispanivel nao esteja sobrecarregada. E por isso que se pade estabelecer comunica9ao que, para todas as efeitos, parece instant~nea. 0 tratego de dad os se faz, na maiar parte, par cabos de cobre e fibras opticas, com algunl LIsa de radio e microondas. As fibras sao de uso relativamente recente, e. par permitirem velocidades muito altas, v~m se transformando no meio preferido PROTOCOLOS DE COMUNICA<;iio PROTOCOLO TCPIIP Conforrne TANENBAUM (1997) 0 modelo de referencia do tcplip foi definido pela primeira vez par Celf e Kanh, '1974. Uma nova perspectiva foi oferecida em Leiner et ai., A filosofia de projeto na qual se baseia 0 modelo tcp/ip e discutida em Clark, Segundo ARTOLA (2001) 0 tcp/ip e 0 nome que se da a toda a familia de protacolos utilizados pela Internet. Esta familia de protacolos foi desenvolvida pela cla,pa (defense advanced research project agency) no Departamento de Delesa dos Estados Unidos em o tcplip (transmission control protocov internet pmtocol) possibilita a comunica98o entre computadares conectados a redes distintas, sem a necessidade do conhecimento especifico das tecnologias envolvidas no processo.

10 De acordo com COMER (1998). 0 protocolo tcp especlfica 0 formato dos dados e das confirma90es que as dais cornputadores trocam para oferecer Ulna transferencia confiavel e, tambem, as procedirnentos de que valem os computadores para assegurar que os dados cheguem corretamente. Ele especifica como 0 software tep confirrna as m(jltiplos destin os ern deterrninada maquina e como as maquinas recuperam-se de erros como pacotes duplicados au perdidos. Caracteristicas do tep e ip: Tep - e urn protocolo da camada de transporte. Este e urn protocolo orientado a conexao, 0 que indica que neste nivel v:io ser solucionados todas os problemas de erros que na.o forem solucionados no nivel ip. dado que este ultimo e urn protocolo sem conexao. AlgllI'lS dos problemas com que 0 tep deve tratar sao: Pacotes perdidos ou destru'fdos par erras de 1ransmissao. Expedi<;ao de pacotes fora de ordem ou duplicados. /p - 0 pratocolo ip define mecanismos de expediya.o de pacotes sem conexao, ele define tr~s pontos importantes: 1. A Llnidade basica de dados a ser transferida na Internet software de ip executa a funyao de roteamento, escalhendo urn carninho sabre a qual os dadas serao enviados. 3. lncluir Lim conjunto de regras que envolvem a ideia da expedic;:~o de pacotes nao confiaveis. Estas regras indicam como as hosts ou gateways poderiam pracessar os pacotes; como e quando as rnensagens de erras poderiam ser geradas; e as condiyoes em que os pacotes podern ser descartados. Como a serviyo fornecido pelo protocolo ip e sem conexao, a sua comunicac;:ao nao e confitwel, pois nao sao utilizados reconhecimentos fim-a-fim OLl

11 entre n6s intermediarios. Nao sao empregados mecanismos de controle de fluxo e de controle de erros. De acordo corn os autores SOARES, LEMOS e COLCHER (1997), 0 Icp interage de urn lado com processos de aplica~oes e do outro corn 0 protocolo da camada inter-rede da arquitetura Internet. A interface entre os process os de aplica~ao e tcp consiste em urn conjunto de charnadas sernelhantes as que os sistemas operacionais fornecell1 aos processos de apliea9.30 para manipula9~o de arquivos. Por exemplo, existem eharnadas para abrir e feehar eonexoes e para enviar e reeeber dados ern conexoes previamente estabeleeidas. A interface entre o tep e a camada inferior define urn mecanismo atraves do qual as duas camadas trocam informac;oes assineronamente. Ver figura em anexo. o protocolo Icplip e baseado em um modelo que pressupoe a existencia de urn grande numero de redes independentes conectadas atraves de gateways. Um usljario pode ter acesso a computadares OU outros reeursos em qualquer uma destas redes. As mensagens, muitas vezes, pass am par uma grande qllantidade de redes para atingirern sells destinos. 0 roteamento destas mensagens deve ser eompletarnente invisivel para 0 usuario. Atualmente, devido ao esgotamento dos endereryos ip, 0 internic ( Org~o do Departamento de Comereio do Governo dos Estados Unidos, responsavel pelo registro de dominios com terminac;ao.com,.org e.net) at raves do ietf (internet engineering task force) estuda a extensao desse protoeolo, visando aumentar sua capaeidade de enderet;amento. (atraves de uma nova versa.o do ip conhecida como ipng ou ipv6).

12 PROTOCOLO RS-232 o padrao fs-232 funciona de forma simples e pode ser definido como um conjunto de normas e protocolos de voltagem eh~trica para comunica9~o serial assincrona emitida pelo eia (eletronic industries association) em Sua transmissao se da de forma simples, quando urn byte e enviado de urn lugar para Dutro primeiro e quebrada nos seus cite bits, os quais st\o enviados urn atn3s do Dutro em forma serial, na comunica<;a.o paralela par exemplo os aite bits sa.o enviados simultaneamente. Conforme MORAES (2000), este padrao de interface fisica define a conexao mecanica, fundonal e eletrica para transmissao serial de dadas. E utilizado para transmissoes em velocidades de ate 20 kbps entre equipamentos separados par uma distancia de ate 15 m. Os sinais eletricos nao sao balanceados, sendo -12V e +12V os valores padrl!o. 0 conector padrl!o e 0 DB-25, cuja pinagem esta descrita em anexo. De acordo com os autores SOARES, LEMOS e COLCHER (1997), este padrflo define uma interface utilizada para ligar urn computador a urn modern que por sua vez pode ser usado para permitir a acesso a redes publicas de transmissao de dad os. A interface rs-232 e usada tambem para ligar dais computadores au um computador a um dispositivo periferico (mouse, impressora, etc.). As caracteristicas funcionais definem as funyoes que s~o executadas pela interface, atribuindo significado aos sinais transmitidos e recebidos atraves dos seus pinos. Por exemplo, um dos pinos, denominado rqs (request to send), e usado

13 pelo computador para enviar urn sinal ao modem indicando que ele tern dados a enviar e que uma portadora deve ser estabelecida para conex~o. As caracteristicas procedurais definem a seqoencia de eventos que deve ocorrer para que os dados sejam transmitidos corretamente no meio fisico. Par exemplo, no padr~o rs-232, quando 0 computador deseja transmitir, ele envia urn sinal para 0 modem atraves do pino rqs (request to send). Se 0 modem estiver pronto para transmitir, ele responde enviando para 0 computador urn sinal atraves do pino cts (clear to send). 0 computador ao receber esse sinal, passa a transmitir os dados para 0 modem atraves do pino transmitted data. Este protocolo e recomendado para pequenas transmissoes onde hi! necessidade de baixo ClJstO de opera9ao e implementa980, ja que a transmiss~o serial e lenta e dependendo do meio utilizado, como por exemplo via linha discada, podem haver 'picos' como: Queda da comunicay~o durante a transmissao; Aumento e diminuiyao da velocidade de transmissao; Possivel falta de comunica98a, au problemas na linha telef6nica. 10

14 PROTOCOLO WAP De acordo com os autores CABRAL e LEITE (2001). em 1995, quando a Ericsson iniciou UITl esfon;o para deserwolver urn protocolo geral que poderia oferecer urna variedade de servic;os para redes sem fio. Outras companhias estariam logo nos calcanhares da Ericsson, desenvolvendo outras tecnologias para competir com este l1lercado prestes a explodir. incluindo dais grandes competidores, Nokia e Phone.com, formalmente conhecida como Unwired Planet. Como 0 nljmero de cornpetidores come~ou a crescer cada vez mais tornau-5e 6bvio que a cooperayao entre as varias organizac;oes era 0 unico caminho para que qualquer companhia conseguisse abter lucros com este projeto. Ap6s um tempo de intense desenvolvimento e negocia90es, esta iniciativa em conjunto culminou na forma98o do wap F6rum (www.wapforurn.org). 0 \ vap Forum juntou as melhores ideias, resultando na publica9ao do wap 1.0 ern resultado foi um protocolo contendo as tecnologias Ildml (hbndheld device markup language) da Phone.com, 0 ittp (intelligent te/111inal transfer protocol) da Ericsson e 0 IIml (tagged text markup language) da Nokia. Wap e uma nova tecnologia que permite acessar contelldo da internet pelo celular. Os rnodelos de telefones celulares wap contem urn browser, e com a teclado do proprio telefone vooo pode acessar a informa9ao que quiser, na hara que quiser. Em resumo wap prov~ urn metoda para comllnicary~o atraves de redes sem fio rapidamente, com seguran9a e eficiencia. A comunicaryao pode tamar lugar utilizando-se telefones celulares, pagers. radios, pda's e handsf1eld em gera!. Estas II

15 comunicac;oes nao estao limitadas a paginas estaticas como a internet fora antes, mas 0 wap oferece a oportunidade de integrar bancos de dados, conteudo din~mico, comarcio eletronico trafegando via um dispositivo wap. Embora 0 nome por si s6 refira-se a urn simples protocolo, 0 wap pode realmente ser encarado como uma compilac;ao de protocolos reunidos para cobrir muitos aspectos das comunica<;oes sem fio (dispositivos m6veis). OtimizaC;ao de Transferencia de Dados: ~ importante lembrar que a comunicac;ao entre dispositivos sem fio a lenta (por volta de 1440 Kbps), Por esta razao os desenvolvedores do wap concentraram-se em otimizar os protocolos existentes tais como 0 http (hyper text transfer protocol) e 0 tcp (transfer control protocol) para maximizar a transferemcia de dados e tomar pouca banda de transmissao em conta. Independllncia de Sistema Operacional: o wap pode ser usado em qualquer sistema operacional, incluindo plataformas populares de handsheld como palm-os, windows-ce e java-os. Ele tarn bam e cornpativel com windows 95198/nt, linux, solaris, etc. Isto e devido ao fato do protocolo ser de pendente de pad roes de comunica<;ao ao inves de estarem baseados nas plataformas. Qualquer plataforma capaz de implementar os pad roes de cornunicac;ao e compativel com wap. Conforme a revista INFO EXAME (2000), apesar de toda tecnologia utilizada no modele wap os servic;os realmente uteis e que funcionam ainda sao raros, a area de telefonia descobriu no wap um grande mercado, mas a pressa em ganhar mercado e de aumentar lucros transformou as vantagens fornecidas pelo wap num grande numero de mensagens de erro, e enormes contas telefonicas aguc;:adas 12

16 pel a curiosidade dos consurnidores. Para 0 sucesso ainda e necessaria urn grande investill1ento na area. como por exemplo Ullla padroniza~ao dos aparelhos (celular. browsers e protocolos). Os usuarios tall100m enfrentam problemas de seguran9a, qualquer urn que perder seu celular, pode ter seu extrato bancaria ou suas informa90es pessoais acessadas. na corrida das telef6nicas a seguran9a ficoll para tras. De acordo com a revista INFO EXAME (2000). a inser,ao no mercado de aparelhos que cornbinam cellllar com palmtop devem virar a realidade no Brasil, com canexaa de 144 kbps estes aparelhinhos chamadas telefones inteligentes ou celular esperto devem tarnar a internet sem fio realmente pratica FRAME RELAY o frame relay e uma tecnologia de comuta9tlo de pacotes simples, rapida e eficiente que realiza uma comunica~ao de alta velocidade e e utilizada para interconectar redes de diversos tamanhos. o frame relay transporta informa90es at raves de uma rede de grande area (wan) que divide a informa9a.o em frames OLI pacotes. Cada frame tern urn endere90 que a rede LIsa para determinar a destine do frame. Os frames passam por uma serie de switches na rede frame relay e alcanyam 0 seu destino. 0 frame relayemprega lima forma simples de troea de pacotes que e bem adequada para computadores pessoais, esta~es de trabalho e servidores que operam com protocolos inteligentes como 0 tcplip, provendo uma alta visao e confiabilidade.

17 De acordo com TANENBAUM (1997), 0 frame relay oferece urn servil'o minima, mostra uma forma de definir 0 inicia e 0 fim de cada quadrat e detecr;ao de erros de transmisst'io. Se um quadro defeituoso for recebido 0 servi90 de frame relay 0 descartara. Cabera ao usuario descobrir que asia faltando um quadro e tomar as providencias necessarias para recupera-io. Segundo RACITI (2001), uma rede frame relay realiza a comunical'ao entre pontcs da rede utilizando para issa eqllipamentos de interconex~o apropriados. Esta rede nao constitui uma conexao fisica entre as pontes. Illas sim caminhos ]6gieos definidos dentro da rede. Este caminho logied e chamado circuito virtual. Com 0 estabelecimento de circuitos virtuais, a possibilidade de recuperar;ao de liga90e5 falhas e facilitada, aumentando assim a disponihilidade deste tipo de comunica~ao. TANEMBAUM (1997), disse que a diferen<;a entre uma linha privada real e uma linha privada virtual e que, com a prirneira, 0 usuario pode encarninhar as rnensagens a toda velocidade durante urn dia inteiro. Com urn circuito virtual, as rajadas de dados podem ser enviadas a toda a velocidade, mas a usa media a longo prazo deve ser abaixo de um nivel predeterminado. Por sua vez, a pre~o da linha virtual e muito menor do qlje a da linha fisica. As redes frame relay sao ernpregadas em diversas aplicaj;oes, geralmente relacionadas ao trbfego de dad as. Dentre as aplicac;oes mais comuns destacamos: Interconexao de redes locais para suporte de traca de dados em ambiente multi-redes. 14

18 Interconexao de inteliaces fep (front end processor) - em computadores de grande porte (mainframes). Aplicaltoes de dados com trafego em rajadas. Estas aplicaltoes pod em ser encontradas em sistemas interativos orientadas a blacos de dados, que se caracterizam pela alta vazc3o, bem como atrasos pequenos. Conlorme FERREIRA (1999). podemos delinir as lun,des basicas do pratocelo frame relay na seguinte ordem : 1. Identifica,ao da origem e destino. 2. Insen;:ao de checagem de erras em todes os frames. 3. Analise dos frames recebidos quanto a integridade dos mesmos. 4. "Descarte" de frames recebidos com erros. 5. Estabelecimento de uma camunicaltc30 entre rede e usuario para contrale de Iluxo. 6. Viabilizaltc30 de circuitos virtuais permanentes entre origem e destino. o frame relay constitui uma solultc3o de custo mais efetivo frente a outras tecnologias de comunicaltao pelo fato dessa otimizar a alocay80 de largura de banda e minimizar 0 overhead ocorrido a partir dos mecanismos de detecltc30 e COrrelt80 de erros existentes em outras tecnologias afins como 0 pratocolo X.25. Esta tecnologia emprega uma forma simples de troca de pacotes que e bern adequada para computadores pessoais, estayoes de trabalhe e servidores que operam com protocolos inteligentes como 0 tcp/ip, pravendo uma alta visao e conliabilidade. 15

19 RENPAC Acornpanhando a evolw;ao da cornunica9ao de dados, um grande nl/mera de fedes privadas come<;ou a surgir no!nunda inteiro, e geralmente estas redes tinharn uma configuragao do tipo estrela corn custo extremamente alto, impossihilitando as empresas de pequeno porte de uma evolugao neste sentido, ja que 0 custo da implementag80 de multiplexadores e concentradores era viavel somente as grandes empresas. Para atender as pequenas companhias era irnprescindivel a irnpiantag30 de uma rede PLlblica que permitisse uma interligag30 entre as empresas para comunica98o de dados 0 que dirninuiria 0 custo para 0 tratego de inforrnagoes de todas as empresas ern conjunto. Para solucionar este problema de acordo com SILVEIRA (1991), loi criada a Rede Nacional de COll1unica,M de Dados por COll1uta,ao de Pacotes composta por n6s de colnuta<;:8o (responsavel pelo encaminhamento dos pacotes) nas principais cidades brasileiras, que, alem dos usuarios locais, atendem fambam usuarios distantes (em outras cidades) via circuito de dados interurbano. Existem dais tipos de acessos que permitern ao usuiuio atingir a renpac: as acessos comutados e as dedicados. Acessos Cotnutados: Utilizarn como suporte as redes pljblicas de telefonia e telex, envolvendo as respectivos procedilllentos l10rmais de liga~a.o sempre que Lima conexao com a renpac e desejada. Acessos Dedicados: Os equipamentos de transmissao de dados estao diretamente conectados a renpac atraves de circuitos de usa exctusivd, urbanos au interurbanas. 16

20 Vantagens em relac;;aoa renpac: Tarifas proporcionais ao usa: 0 custo final para 0 usuario e, principalmente, func;;aodo volume de dad os efetivamente transmitidos.; Interligac;;ao corn rede telefonica e telex - maior disponibilidade geografica dos servic;;os; Conversao de velocidade: viabilliza a interconexao de diferentes equiparnentos; Acesso internacional: possibilita a comunic8c;;ao com redes de dados de outros paises; Facilidades opcionais: permitem ajllstar as caracteristicas basicas dos servic;;osas necessidades especificas do usuario. Para comunicac;;ao via servi90 renpac devem ser utilizados equipamentos que possljam internamente 0 protocolo X.25. au converter 0 protocolo original do usuaria com 0 usa de adaptadores externas, mesma assim e necessaria que a hardware e software do L1suaria do servic;;o seja previa mente aprovada pela Embratel PALMTOP Os equipamentos chamadas palmtops sao na realidade mini computadores de bolso que nasceram completamente independentes da Microsoft. Segundo a FOLHA DE sao PAULO (2001). 0 primeiro modelo estrelou em 1994 pelas m~os da Psion. quando a empresa de Bill Gates engatinhava com seu 17

21 sistema operacional -ms-dos'" nos computadores pessoais. Mas foi a Pilot responsavel pela decolagem dos palmtops. Inventado por Jeff Hawkins, 0 micrinho saiu da fabrica, em 1996, com capacidade de reconhecimento de escrita e virou fen6meno de vendas. Quiros lantyamentos surgiram da Palm, ap6s este a Microsoft criou em 1997 o '\vindows-ce" e estreou seu sistema na Mobilon, da Casio. Este sistema aliado a urn servic;o de comunicac;~o de dados e a urn software proprio, torna 0 palmtop importante ferramenta de trabalho, com acesso remoto via modem ou via internet, urn usuario podera acessar qualquer aplicativo corporativ~ em plataforma windows- 32 bits e exibi-io em seu palmtop com maxima facilidade e flexibilidade. Q palmtop espalhou-se na mao do consumidor com mais rapidez que 0 videocassete, TV ern cores e celular. Baseado ern pesquisas constatarnos que em 18 meses mais de 1 milhao de palmtops foram vendidos. Q sucesso do palmtop reside nao so no tamanho, mas na independencia do sistema em relaty80 a poderosa Microsoft, pais ele tern sistema operacional pr6prio, simples de usar e corn [cones que dao acesso as func;oes. Estes equipamentos sa.o fornecidos par diverses fabricantes como HP, COMPAQ, PHILIPS, SHARP e CASIO, eles permitem aos usuarios mobilidade e portabilidade BANCO DE DADOS Antes de definirmos um banco de dados precisamos saber qual a diferen~a entre dados e informac;oes. Dades sa.o valores que podemes arrnazenar de alguma 18

22 forma, seja este armazenamento eletronico ou nao. Informa90es referem-se ao significado destes dados para urn usuiuio especifico. Urn banco de dados e urn conjunto de dados relacionados a urn ass unto ou prop6sito especffico. Segundo SANTOS (2001) a principal objetivo de um banco de dados e armazenar e recuperar informa90es rapidamente. Entre as fun90es de urn banco de dados destacam-se: Adic;ao de novas arquivos (vazios) ao sistema de banco de dados; A inser9ao de novos dad os; A recupera9ao de dados existentes; A atualizac;ao destes dad as; A exclusao de dados que nao sao mais necessarios. Conforme DATE (1991), urn banco de dados geralmente e "integrado" ou "compartilhado". "Inlegrado" quer dizer que 0 banco de dados pode ser imaginado como sendo a unifica98.0 de diversos arquivos que de outra forma, seriam distintos, eliminando parcial ou totalmente qualquer redundancia entre aqueles arquivos. "Compartilhado" quer dizer que partes individuais de dados pod em ser compartilhadas entre diversos usuarios diferentes, significando que cada um daqueles usuarios pode ter acesso a mesma parte do dado (e pode usa-ia para finalidades diferentes). Qualquer usuario especifico estara normalmente interessado so mente em um subconjunto do banco de dados total, au seja urn deterrninado banco de dados sera percebido por usuarios sob uma variedade de forrnas diferentes. 19

23 As vantagens de se ter um sistema de banco de dad os seriam as seguintes: E compacto: nao existe mais necessidade de se ter arquivos com papeis volumosos; E rapido: no caso de lima consulta, 0 sistema lhe traz a resposta em questao de segundos; Diminui 0 trabalho bra~al: a maquina faz melhor 0 arquivarnento do que nos; Tem fluxo corrente: assim que solicitada uma informa~~o, teremos a resposta certa e atualizada. o prot6tipo a ser implantado poderil usar qualquer banco de dad OS, nos citamos 0 sql selver 7.0 e 0 oracle 7.0 pelo fato deles apresentarern um grande potencial no mercado SOL SERVER 7.0 De acordo com RAMALHO (1999), a sq/ server e urn banco de dados relacional destinado a aceitar aplica~oes com arquitetura cliente/servidor, em que 0 banco de dados fica residente em um computador central chamado servidor e cujas infarma~oes sao compartilhadas par diversos usuarios que executam as aplica~oes em seus computadores locais, ou clientes. Essa arquitetura propicia uma maior integridade dos dad os, pois todos os usuarios est:lo trabalhando com a mesma informa~ao. as principais componentes do sq/ setver sao: Banco de dados (databases) - Contem as objetos usados para representar, armazenar e acessar os dados. 20

24 Tabelas - E urn conjunto de dados sobre urn assunto especifico. Os dados em uma tabela sao exibidos em colunas ( campos) e linhas ( registros ). Os dados de uma tabela descrevem 0 assunto da tabela. P6r exemplo. tabela de clientes. tabela de fornecedores, tabela de produtos. Diagramas de banco de dados (database diagrams) - Representarn graficamente os objetos do banco de dados. permitindo sua manipula9~0 S8m 0 usa da linguagem transact - sq/. indices - Arquivos auxiliares que melhoram a velocidade de acesso as linhas da tabela. Visoes (views) - Proporcionam um modele alternativo de olhar os dados de urn ou mais tabelas. Stored procedures - Sao programas transact - sq/ armazenados no servidor e que executarn tarefas predeterminadas. Tliggers - S~o urn tipo especial de storeel pmceelures que sao automaticamente executadas quando uma determinada opera.;:ao e executada na tabela. Full-text indexes - Sao indices especiais que facilitar'l1 a pesquisa em colunas com tipo de dado varchar e text. A empresa MR3 (2001), indica 0 sq/ server como sendo a melhor banco de dados para a plataforma microsoft windows e a melhor op9flo em sistemas de gerenciamento de banco de dad os escolhido por uma grande variedade de clientes empresariais e fornecedores de softwares independentes. 0 sq/ server oferece uma plataforma eficiente e flexivel suportando banco de dados de terabytes de

25 informay6es: ele se adapta perieitamente a aplicativos existentes e fornece um ambiente de baixo custo para personalizar e desenvolver novos aplicativos criados exclusivamente para atender as necessidades de uma corpora9ao. o sql server 7.0 foi desenvolvido para reduzir 0 custo total da empresa, facilitando a cria9~o, 0 gerenciamento e a distribui9ao de aplicativos baseados no processamento de transa96es on-line. 0 sql server fornece ajuste e administra930 automatizados ao banco de dados com excelente desempenho, bem como ferramentas sofisticadas para opera96es complexas. lnova96es na facilidade de usc, escalonabilidade, confiabilidade e desempenho, um modelo de programa((ao rapido e simples para desenvolvedores, 0 novo bloqueio dinamico no nivel de linha, backup ativo e gerenciamento multi local fazem do sql server 7.0 a escolha ideal para opera96es da empresa. o sql server 7.0 desktop foi desenvolvido para windows 95, windows 98 ou windows nt workstation permitindo ao usuario acessar dados e aplicativos a partir de qualquer lugar. o sql server 7.0 ofereee prel'o/desempenho, fileil distribui,ao, exeelente capacidade de gerenciamento, consulta de texto inovadora, consulta em Ingles e faeil publiea,iio na web, alem da eonfiabilidade, esealonabilidade e seguran,a necessarias para manter urn site de comercio dinamico ORACLE 7.0 Segundo MORAIS (1995), em 1982, os fundadores da oracle reeonheeeram os sistemas abertos e reescreveram os programas para que estes pudessem ser 22

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