Porto Alegre, RS - Brasil 2, 3, 4 e 5 de junho de Anais

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1 5 o Workshop sobre Software Livre - WSL o Fórum Internacional Software Livre - FISL 2004 Porto Alegre, RS - Brasil 2, 3, 4 e 5 de junho de 2004 Anais Editores Alexandre Moretto Ribeiro Celso Maciel da Costa Edgar Meneguetti Lisandro Zambenedetti Granville Organização ASL-PSL/RS PUC-RS UCS UFRGS UNISINOS Apoio Sociedade Brasileira de Computação - SBC

2 Capa Bankorp - Estratégia e Tecnologia. Impressão Editora Evangraf Ltda. Tiragem exemplares 5 o Workshop sobre Software Livre - WSL o Fórum Internacional Software Livre - FISL 2004 (5. : 2004 junho: Porto Alegre, RS) Anais / 5 o Workshop sobre Software Livre - WSL 2004 / 5 o Fórum Internacional Software Livre - FISL 2004; editores Alexandre Moretto Ribeiro, Celso Maciel da Costa, Edgar Meneguetti e Lisandro Zambenedetti Granville. - Porto Alegre. Apoio: Sociedade Brasileira de Computação, p.; 23cm 1. Software 2. Software Livre 3. Programa I. Título II. Ribeiro, Alexandre Moretto. III. Costa, Celso Maciel da. IV. Meneguetti, Edgar. V. Granville, Lisandro Zambenedetti. Endereço: Editora Evangraf Ltda Rua Waldomiro Schapke, 77 - Porto Alegre, RS - Brasil Telefone (51)

3 5 WSL / 5 FISL 3 Prefácio 5º WSL O Workshop sobre Software Livre (WSL) é um evento que ocorre junto ao Fórum Internacional de Software Livre (FISL) e tem como principal objetivo criar um espaço para apresentação de trabalhos de pesquisa e desenvolvimento envolvendo software livre. Neste contexto, o WSL desempenha um papel fundamental pois permite o encontro de professores, pesquisadores, estudantes e a comunidade de software livre, possibilitando a troca de experiências entre aqueles que contribuem para o efetivo desenvolvimento e amadurecimento desta área. Em sua 5ª edição o número de artigos submetidos ao WSL superou em mais de 50% o evento anterior, o que atesta a importância e o crescimento do evento. Foram recebidos para avaliação 93 artigos, dos quais 43 foram selecionados para apresentação. Os processos de submissão, avaliação e seleção foram realizados de forma eletrônica, com o uso de um sistema de gerência de eventos totalmente desenvolvido com software livre. Cada artigo submetido foi avaliado por pelo menos dois membros do comitê de programa, composto por professores e pesquisadores de diversas universidades. O espectro dos artigos selecionados cobre desde o uso de software livre na educação, passando por experiências acadêmicas com o uso de software livre, chegando até a pesquisa em software livre propriamente dita. Gostaríamos de agradecer aos membros do comitê de programa e do comitê de organização do WSL pela dedicação e pelas muitas horas de trabalho voluntário, e aos membros do comitê de organização do FISL, sempre prontos a atender as nossas necessidades. Estas pessoas são as responsáveis pelo sucesso do evento. Estes anais contêm os 43 artigos selecionados e que serão apresentados nas sessões técnicas do WSL Acreditamos que estes trabalhos representam um panorama fiel do desenvolvimento da área, e contribui de forma significativa para a disseminação do conhecimento de software livre na sociedade. Porto Alegre, junho de 2004 Celso Maciel da Costa, PUC-RS Coordenador do Comitê de Organização Alexandre Moretto Ribeiro, UCS Coordenador do Comitê de Programa

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5 5 WSL / 5 FISL 5 Prefácio 5º FISL O Projeto O Projeto Software Livre, no âmbito nacional, é uma iniciativa não governamental, que reúne instituições públicas e privadas do Brasil: poder público, universidades, empresas, grupos de usuários, hackers e outras organizações do Terceiro Setor. Nosso principal objetivo, é a promoção do uso e do desenvolvimento de software livre como uma alternativa econômica e tecnológica. Estimulando o uso de software livre, o projeto investe na produção e qualificação do conhecimento local, a partir de um novo paradigma de desenvolvimento sustentado e de uma nova postura, que insere a questão tecnológica no contexto da construção de mundo com inclusão social e igualdade de acesso aos avanços tecnológicos. Estamos articulados em vários estados do país, através dos PSL's Estaduais, que são partes integrantes do PSL-Brasil. Temos também, uma articulação horizontal nacional de gênero chamada de PSL-Mulheres, PSL-Jurídico, PSL-Militares e Policiais. O Projeto Software Livre RS, em conjunto com PSL-BR, é promotor do Fórum Internacional de Software Livre, desde o ano 2000, que acontece anualmente em Porto Alegre. No ano passado realizamos o 4º FISL com a presença de mais de pessoas. Uma história de sucesso O Fórum Internacional Software Livre é um evento internacional, organizado pelo Projeto Software Livre RS, membro do Projeto Software Livre Brasil, que propicia discutir os aspectos técnicos, éticos, sociais, econômicos, filosóficos, políticos e educacionais através da reunião da comunidade de informática e uma aproximação da mesma com a sociedade, visando discutir e apresentar aos mais diversos segmentos do mercado alternativas de soluções tecnologicamente modernas e seguras. O Fórum Internacional Software Livre, em sua 5ª edição, será um sucesso. Realizado desde o ano 2000 em Porto Alegre, caracteriza-se pelo aumento progressivo do número de participantes atingindo a marca de participantes em 2003, 42,5% a mais que em Além disso, a página do evento na Internet foi visitada mais de trinta mil vezes, o que demonstra a sua aceitação e popularidade, capazes de impulsionar negócios e definir tendências. Devido a sua grande capacidade de adequação, empresas de todos os portes, governos e universidades estão se beneficiando das vantagens de seu uso, desenvolvimento e comercialização, conhecidos os conceitos do Software Livre.

6 6 5 WSL / 5 FISL No 5º Fórum Internacional Software Livre - 5º FISL - serão apresentadas palestras técnicas, painéis e casos nas áreas corporativa, governos, pesquisas acadêmicas e os últimos avanços da comunidade internacional de Software Livre, bem como, uma análise das tendências. Para o 5º Fórum Internacional Software Livre, a estimativa de público é superior a pessoas, que compõem o seguinte perfil: diretores e executivos do ramo da informática, gerentes de tecnologia, desenvolvedores de sistemas, analistas, professores, pesquisadores, estudantes de Tecnologia da Informação, gestores públicos, empresários e empreendedores. Porto Alegre, junho de 2004 Coordenação ASL-PSL/RS

7 5 WSL / 5 FISL 7 Comitê de Organização Alex Fábio Pellin, UCS Alexandre Moretto Ribeiro, UCS Celso Maciel da Costa, PUC-RS - coordenador Denise Bandeira da Silva, UNISINOS Edgar Meneghetti, UCS Filipi Vianna, PUC-RS Heitor Strogulski, UCS Comitê de Programa Alex Fábio Pellin, UCS Alexandre Moretto Ribeiro, UCS - coordenador Andrea Schwertner Charão, UFSM Antônio Marinho Pilla Barcelos, UNISINOS Benhur Stein, UFSM Celso Maciel da Costa, PUC-RS César De Rose, PUC-RS Cirano Iochpe, UFRGS Cláudio Fernando Resin Geyer, UFRGS Cristina Moreira Nunes, La Salle Daniel Nehme Muller, ULBRA Daniel Notari, UCS Denise Bandeira da Silva, UNISINOS Edgar Meneghetti, UCS Fernando Santos Osório, UNISINOS Francisco Assis Moreira do Nascimento, ULBRA Gerson Geraldo Homrich Cavalheiro, UNISINOS Heitor Strogulski, UCS João Cesar Netto, UFRGS João Ricardo Bittencourt, UNIFRA/RS Julio Bertolin, UPF Leonardo Rodriguez Heredia, UFRGS Lisandro Zambenedetti Granville, UFRGS Luciana Porcher Nedel, UFRGS Luciano Paschoal Gaspary, UNISINOS Luciano Porto Barreto, UFBA Marcelo Pasin, UFSM Roland Teodorowitsch, ULBRA Simone André da Costa, UNISINOS

8 8 5 WSL / 5 FISL Sociedade Brasileira de Computação Diretoria Presidente: Cláudia Maria B. Medeiros, UNICAMP Vice-Presidente: José Carlos Maldonado, ICMC - USP Administrativa e Finanças: Carla Maria Dal Sasso Freitas, UFRGS Eventos e Comissões Especiais: Karin Breitmann, PUC-Rio Educação: Marcos José Santana, USP - São Carlos Publicações: Ana Carolina Salgado, UFPE Planejamento e Programas Especiais: Robert Carlisle Burnett, PUC-PR Secretarias Regionais: Edson Norberto Cáceres Divulgação e Marketing: Sérgio Cavalcante, UFPE Regulamentação da Profissão: Roberto da Silva Bigonha, UFMG Eventos Especiais: Ricardo de Oliveira Anido, UNICAMP Conselho Mandato Paulo Cesar Masiero, USP/São Carlos Rosa Maria Vicari, UFRGS Sergio de Mello Schneider, UFU Tomasz Kowaltowski, UNICAMP Ricardo Augusto da Luz Reis, UFRGS Mandato Flávio Rech Wagner, UFRGS Luiz Fernando Gomes Soares, PUC-Rio Siang Wun Song, USP Ariadne Carvalho, UNICAMP Taisy Silva Weber, UFRGS Suplentes - Mandato Daniel Schwabe, PUC-Rio Marcelo Walter, UNISINOS André Carvalho, ICMC - USP Raul Sidnei Wazlawicki, UFSC Secretaria Regional Rio Grande do Sul Secretário: Álvaro F. Moreira, UFRGS

9 5 WSL / 5 FISL 9 Associação Software Livre.Org A Associação Software Livre.Org foi fundada no dia 11/09/2003, na Av. Ipiranga, Porto Alegre, RS, em reunião/assembléia, com representantes de empresário, profissionais liberais, estudantes, servidores públicos e outros presentes, com a finalidade de fundar uma Associação para representá-los, bem como, tratar de seus interesses junto aos órgãos públicos e privados, conforme Ata da Assembléia Geral de nº 001, arquivada e registrada no dia 30/09/2003, no Serviço de Registro de Títulos e Documentos e Registro Civil das Pessoas Jurídicas de Porto Alegre. Conselho Geral Coordenador Geral: Marcelo D Elia Branco Coordenador Adjunto: Ronaldo Cardozo Lages Coordenador Financeiro: Lourdes Tassinari Suplentes 1º Suplente: Denise Bandeira da Silva 2º Suplente: Deivi Lopes Kuhn 3º Suplente: José Eduardo Bueno de Oliveira Conselho Fiscal Titulares 1º Conselheiro: Raquel Soares Wiesel 2º Conselheiro: Deobrandino Ninrod Borges 3º Conselheiro: Ricardo de Moura Rivaldo Suplentes 1º Suplente: Hilton Dias 2º Suplente: Luciana Porcher Nedel 3º Suplente: Eugenio Carlos Gallicchio Hansen Associação Software Livre.Org Endereço: Rua Cunha Neto, Nonoai Porto Alegre, RS Caixa Postal nº Porto Alegre, RS Escritório Contábil L & C Auditoria e Assessoria Contábil Ltda. Porto Alegre, RS Fones: 55(51) / / Contato: Jane Eunice Fragozo dos Santos

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11 5 WSL / 5 FISL 11 Sumário Sessão Técnica 1: SÓCIO POLÍTICO ECONÔMICO Software livre numa perspectiva sociotécnica: um estudo preliminar das controvérsias para a resolução de disputas políticas Adalto Guesser, Tamara Benakouche (UFSC), Ricardo Moraes (Universidade do Porto) Software Livre na Universidade: Aprendizado, Economia, Segurança e Desempenho Adilson Bonifácio (Universidade Estadual de Londrina) Rybená: a Free Source Project for Digital Inclusion of Persons with Special Needs, Through Mobile Communication Daniel de Oliveira (Instituto Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologia de Software), José Carlos Waeny (Brasilia Java Users Group), Elcio Queiroz (IBM do Brasil), Edilson Ferneda (Universidade Católica de Brasília), Evandro Costa (UFAL), Hyggo Almeida (UFCG), Thiago Figueiredo (Universidade Católica de Brasília) Sessão Técnica 2: WEB Tecnologias de SW livre para análise de mensagens em chats e recomendações online de documentos eletrônicos Rodrigo Kickhofel, Stanley Loh, Daniel Lichtnow, Ramiro Saldaña, Thyago Borges, Tiago Primo, Gabriel Simões, Gustavo Piltcher (Universidade Católica de Pelotas) Implementando Web Services com Software Livre Claudimir Zavalik, Guilherme Lacerda, José Palazzo Moreira de Oliveira (UFRGS) VRaptor - Simple And Quick Web Framework Alexandre Freire da Silva, Paulo Silveira (USP) Sessão Técnica 3: SOFTWARE EDUCACIONAL Vale4 - Software Livre para Ensino Simão Toscani (PUCRS e UNILASALLE) AdaptWeb:Ambiente de Ensino-Aprendizagem Adaptativo na Web Daniela Musa, Mariusa Warpechowski, José Palazzo Moreira de Oliveira (UFRGS) AVALWEB Sistema interativo para gerência de questões Carlos Morais, José Valdeni de Lima, Sérgio Franco (UFRGS) Sessão Técnica 4: SEGURANÇA Detectando Intrusões na Máquina Virtual User-Mode Linux Marcos Aurelio Laureano, Carlos Maziero, Edgard Jamhour (PUCPR) TuxGuardian: Um firewall de host livre voltado para o usuário final Bruno Silva (UFRGS)... 63

12 12 5 WSL / 5 FISL Uma Solução de IPS Baseada na Integração SNORT e IPTABLES Rivalino Jr. (Universidade do Vale do Itajaí - São José), Jaime Miranda Jr. (Grupo Stela) Sessão Técnica 5: REDES Desenvolvimento de um Sistema Livre para Simulação de Tráfego Baseada em Modelos Microscópicos Bruno Silva, Ana Bazzan, Denise de Oliveira, Paulo Roberto Ferreira Jr., Filipe Lopes, Gustavo Andriotti, Thiago M. Papageorgiou (UFRGS) Um framework baseado em Software Livre para diminuir a probabilidade de falhas e para balanceamento de carga nas conexões à Internet Marcelo Kwecko, Rafael Moita, Jorge Guedes, Ricardo Balbinot (PUCRS) Terminais Inteligentes: alternativa estratégica para otimização de recursos computacionais Reinaldo Moreira (FIC), Hebert Costa (Doctum Tecnologia), Jailton Caldeira Jr. (FIC), Gicele de Souza, Ulisses Leitão (Doctum Tecnologia) Sessão Técnica 6: GERENCIAMENTO DE REDES & B2B Um Sistema Simples de Gerenciamento Integrado de Diretórios Online - OpenLDAP, NIS, Samba Diego Kreutz (UFSM) Uma Ferramenta para a Administração de Serviços de Diretório Distribuído Baseado no OpenLDAP Fernando Cruz, Giovanni Santos, Raissa Medeiros, Lucas Pereira, Márcio Braga, Roberto Diener (Universidade Católica de Brasília) Projeto e-market: Implementando comércio eletrônico de empresa para empresa usando software livre Francisco Assis Moreira do Nascimento (ULBRA), Diogo Santinon, Gabriel David, Lucas Parlatto (Faculdades de Taquara) Sessão Técnica 7: TOLERÂNCIA A FALHAS & EDUCAÇÃO Validação experimental de sistemas de arquivos baseados em journaling para o sistema operacional Linux Leonardo Mello (Ministério Público Federal) GroupPac: Um Suporte Livre Para Tolerância a Faltas Alysson Bessani, Eduardo Alchieri, Joni da Silva Fraga (UFSC), Lau Lung (PUCPR), Luciana Souza, Ricardo Padilha (UFSC) International Master Program in Free Software: a higher education experience David Megias, Rafael Macau, Jordi Mas (Universitat Oberta de Catalunya) Sessão Técnica 8: DESENVOLVIMENTO I AbsTK: uma biblioteca para desenvolvimento unificado de aplicações em modo texto e gráfico Hisham Muhammad, André Detsch (UNISINOS)

13 5 WSL / 5 FISL 13 Desenvolvendo Jogos Computadorizados Multiplataforma com Amphibian João Bittencourt, Lúcia Giraffa (PUC-RS) ArchGenXML - Uma ferramenta CASE para Desenvolvimento de Aplicações de Gerenciamento de Conteúdo para o Plone Fabiano Weimar dos Santos (UCS) Sessão Técnica 9: DESENVOLVIMENTO II Considerações sobre controle de grupos em repositórios CVS durante a evolução de uma ferramenta web Daniel Junqueira, Renata Fortes (USP) Lições Aprendidas na criação de uma Fábrica de Software Open-Source Alexandre Alvaro, Thiago Santos, João Marcos Vasconcelos, Paulo Andrade, Jones Albuquerque, Silvio Meira (UFPE) OConGra: Ferramenta para Geração de Grafos de Controle de Fluxo de Objetos Paulo Nunes (USP) Sessão Técnica 10: DESENVOLVIMENTO III Plataforma Mono: Visão geral da estrutura.net para LINUX Queli Giaretta, Jacques Brancher (URI) Mico - University Schedule Planner Alexandre Freire da Silva, Christian Asmussen, Fabio Kon, Alfredo Goldman, Carlos Eduardo Ferreira (USP) TerraLib: The Architecture of an Open Source GIS Gilberto Câmara (INPE) Sessão Técnica 11: APLICAÇÕES Software Livre na Informatização de Acervos Históricos Elisa Nakagawa (USP) WebMaterioteca Sistema de Informação de Cadastro e Recuperação de Materiais Juliano Carvalho (FEEVALE) Tecnologia Adaptativa e Síntese de Voz: Primeiros Experimentos Felipe Zuffo, Hemerson Pistori (Universidade Católica Dom Bosco) Sessão Técnica 12: ELÉTRICA Desenvolvimento de Simulador de Ondas eletromagnéticas usando ferramentas livres João Santanna Filho (Instituto de Estudos Superiores da Amazônia) FCA: Uma Ferramenta Livre para Análise de Circuitos Elétricos Pablo Grigoletti, Graçaliz Pereira Dimuro, Luciano Barboza, Renata Reiser, José Ubirajara de Nunes (UCPel) Utilização do GNU/Linux e outros Softwares Livres na Instrumentação Eletrônica e de Aquisição de Dados por computador Daniel Gomes (UFPE)

14 14 5 WSL / 5 FISL Sessão Técnica 13: BIOLÓGICAS & BD Um Sistema Baseado em Software Livre para Anotação Automática de Genomas e Proteínas Ana Bazzan, Bruno Savegnago Fajardo, Leonardo Vianna do Nascimento, Cassia Trojahn dos Santos, Vitorio Sassi (UFRGS) Ferramenta de Telemedicina em Software Livre para Monitoração de Sinais Vitais Heloisa Hertzog, Jorge Guedes, Rafael Rehm, Fernando Thiesen, Francisco Souza, Luciano Azevedo (PUC-RS) MOTV: Uma Extensão ao Modelo de Dados Orientado a Objetos com Suporte a Tempo e Versão Eduardo Bastos, Antônio Costa (UCPel) Sessão Técnica 14: ENGENHARIA DE SOFTWARE Utilizando o Paradigma de Software Livre para Definir Melhores Práticas em Engenharia de Software Eduardo Filgueiras, Mateus Mota (ULBRA) SAFE - Software Engineering Available for Everyone Renata Fortes, Marco Silva, Andre Freire, Daniel Junqueira (USP) Levantamento sobre Processo de Software Livre Renata Fortes, Marco Silva (USP), Christian Reis (Async Open Source) Integração dos Ambientes Livres WEKA e ImageJ na Construção de Interfaces Guiadas por Sinais Visuais Hemerson Pistori, Mauro Pereira (Universidade Católica Dom Bosco) o FISL - Mostra de Soluções em Software Livre (resumos) o FISL - Palestras (resumos)

15 5 WSL / 5 FISL 15 Sessão Técnica 1 SÓCIO POLÍTICO ECONÔNICO

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17 5 WSL / 5 FISL 17 Software livre numa perspectiva sociotécnica: um estudo preliminar das controvérsias para a resolução de disputas políticas Adalto Herculano Guesser 1, Tamara Benakouche 1, Ricardo Alexandre Reinaldo de Moraes 2 1 NETEC Núcleo de Estudos em Tecnologia, Educação e Cultura Programa de Pós- Graduação em Sociologia Política Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Caixa Postal Florianópolis SC Brasil 2 Programa de Doutoramento em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores Universidade do Porto (UP) Rua Dr. Roberto Frias Porto - Portugal Abstract.. This paper describes a sociotechnique analysis about the controversies of the free software, presenting them as political disputes. We relate theoretical contemporaries references in the study of technoscientific controversies and try to identify, from the actor network-theory, the sociotechnique network that if formed, as well as the motivations of the disputes among the actors (human and non-human), the causes that generate the conflicts and their possible resolutions. Resumo. Este artigo realiza uma análise sociotécnica das controvérsias acerca do software livre, apresentando-as como disputas políticas. Relaciona referências teóricas contemporâneas no estudo de controvérsias tecnocientíficas e busca identificar, a partir da teoria do ator-rede [actor network-theory], a rede sociotécnica que se forma, bem como as motivações das disputas entre os atores (humanos e não humanos), as causas geradoras dos conflitos e suas possibilidades de resoluções. 1. Ciência e sociedade: uma relação ambivalente A crescente utilização de projetos tecnocientíficos nas mais diferentes áreas sociais em nossa atualidade tem demonstrado uma forte associação entre técnica, ciência e sociedade. Esta interconexão tem levado muitos teóricos a procurar os elementos constitutivos desta relação. Esta interrogação não é nova; ao contrário, é fundadora do pensamento filosófico acerca da técnica e da ciência. Mas, à medida que os recursos técnicos e científicos vão, cada vez mais, ocupando um lugar inseparável no dia-a-dia das pessoas, uma re-elaboração da sociabilidade passa a ser perceptível, originando novas formas de interação, de cooperação e de conflitos (Callon, 1997). A partir da modernidade e com o avanço da ciência e da tecnologia tais questões foram incorporadas definitivamente na agenda das pesquisas sociais. Hoje, é difícil pensar qualquer realidade social, qualquer instituição presente na sociedade, prescindindo do uso da tecnologia ou ignorando o conhecimento científico. Para estudar o mundo em que vivemos é necessário, inevitavelmente, defrontar-se com este binômio complexo que, de tão íntimos, chegam a fundirem-se num só; ciência e tecnologia podem ser designados pelo termo de tecnociência (Latour, 2000), pois suas relações e interconexões não permitem uma dissociação possível. Pensar o desenvolvimento da ciência é pensar concomitantemente o desenvolvimento da técnica em nossas sociedades, e vice e versa.

18 18 5 WSL / 5 FISL As controvérsias em torno de temas tecnocientíficos e suas conseqüências para a sociedade, sejam positivas ou negativas, têm mobilizado um crescente número de estudos. Elas refletem o relacionamento ambivalente entre ciência e outras instituições sociais como os meios de comunicação, o sistema regulatório, o corpo legislativo e a justiça. Elas destacam divergências políticas sobre o papel dos governos, preocupam-se com o aumento da importância da opinião dos peritos para a sociedade e causam desconforto com o instrumental valorativo fundamental para o desenvolvimento científico (Nelkin, 1984). 2. Controvérsias tecnocientíficas: uma perspectiva analítica Desde a antigüidade os homens vêm se deparando com grandes temas polêmicos, envolvendo conflitos entre ciência e sociedade. A ciência sempre enfrentou atitudes públicas ambivalentes. A aceitação da autoridade do parecer científico sempre coexistiu com a desconfiança e o medo, revelados, por exemplo, na resposta às inovações tais como métodos de vacinação ou de pesquisa com uso de animais. A visão romântica do cientista retratado pela literatura e pelo cinema também contribuiu para esta percepção. A personagem do cientista é freqüentemente apresentada como "o mágico moderno ou um homem maravilhoso capaz de fazer coisas inacreditáveis (Nelkin, 1984, 1995). Recentemente, algumas controvérsias que extrapolaram o campo técnico-científico e dividem opiniões tantos de especialistas quanto de leigos e ativistas são o uso e a produção de alimentos geneticamente modificados, o uso de antenas de microondas para celulares, as recentes descobertas da biogenética e a manipulação de material genético humano, como o caso dos clones e novas formas de fertilização in vitro com novas possibilidades de contracepção. Os estudos das controvérsias desenvolvidos até o presente momento sugerem que as disputas que se travam entre temas tecnocientíficos e suas implicações sociais possuem sua origem numa escala de interesses políticos, econômicos e éticos. Os temas que movem controvérsias estão ligadas a questões que contradizem princípios e interesses pessoais ou coletivos. A controvérsia será maior ou menor, dependendo do tamanho do público que afetar e da influência que este público exerce sobre o restante do corpo social (Bijker, 1997). No entanto, a grande motivadora de controvérsias acerca da ciência e da tecnologia são questões morais e políticas (Nelkin, 1984). Os avanços científicos e tecnológicos produzem uma série de problemas éticos, sociais e políticos, cada qual com seus valores e interesses. Tais conflitos tendem a ser discutidos fora do âmbito restrito da ciência, uma vez que acarretam riscos para as demais estruturas do corpo social (Wynne, 1995). A noção de risco (Giddens, 1995) faz com que ocorra uma maior participação em torno de questões controversas, açambarcando os principais espaços de tomada de decisão. Embora o peso do discurso técnico científico ainda seja muito grande em nossa sociedade, em geral as decisões tomadas acabam sendo fruto de uma negociação envolvendo diferentes setores sociais (Touraine, 1998). As controvérsias sobre ciência e tecnologia estão freqüentemente focalizadas em questões de controle político sobre o desenvolvimento e aplicação da ciência (Nelkin, 1995). Portanto, pode-se dizer que as controvérsias tecnocientíficas são sempre controvérsias políticas e que tendem a ser resolvidas no âmbito das negociações do fórum político. A presença de grupos sociais relevantes (Bijker, 1997) é essencial para este processo. Ou seja, aquele conjunto de atores que contribuem para o desenvolvimento de um artefato e agem segundo padrões específicos. Estes grupos sociais são responsáveis pela geração de conflitos e negociações no decorrer do processo. As posições destes grupos são motivadas por suas crenças, seus valores e pela sua capacidade de argumentação. Neste caso a retórica é um recurso poderoso (Callon, 1997). Dependendo do grupo, pode haver uma ou outra interpretação do processo, de seu desenvolvimento e progresso, de sua utilidade e riscos. Estes diferentes tipos de interpretações

19 5 WSL / 5 FISL 19 são caracterizados pela flexibilidade interpretativa (Bijker1997), que deve ser sempre considerada como elemento fundamental da construção social dos artefatos. Outro fator a ser considerado é que uma mesma controvérsia poderá atingir públicos diferentes, com interesses e valores distintos, aumentando desta forma sua abrangência e importância (Latour, 2000). 3. Uma controvérsia tecnocientífica atual: o caso do software livre A construção de softwares livres apresenta-se como um excelente exemplo de uma controvérsia tecnocientífica contemporânea, pois seu processo constitui-se atualmente de um amplo e conflituoso debate que extrapola o domínio dos peritos técnicos, envolvendo todas as esferas da sociedade, do simples consumidor ao produtor, da iniciativa privada aos governos, do diletante ao especialista. Possui ainda a especificidade de ser um processo em curso, ou seja, que se encontra ainda no estágio de desenvolvimento, sem tornar-se ainda uma caixa preta (Latour, 2000). 4. As motivações de disputas sobre o software livre: um caso político As motivações das disputas que animam as controvérsias acerca do software livre giram em torno das questões polêmicas de propriedade intelectual, de direito de produção, comercialização e de posse. Liberdade é a palavra chave que designa a maioria das disputas empreendidas pelos seus defensores, propriedade é a palavra chave de seus opositores (Castells, 2003). No entanto, estas questões se multiplicam numa variedade de outras questões que derivam desta causa central. As disputas presentes nas controvérsias do software livre refletem os interesses dos atores envolvidos nos conflitos e nas negociações. Parte das controvérsias são motivadas por ideologias políticas que pregam o fim de monopólios hegemônicos, maior autonomia nacional na produção e difusão de inovações tecnológicas, otimização e prestação de contas do serviço público, etc. Outras controvérsias privilegiam argumentos econômicos, como as possíveis economias que se podem realizar pelo não pagamento de royalties, baixo custo de implementação, etc. Existem aqueles que se preocupam em defender a possível superioridade técnica do software livre ou mesmo aquelas controvérsias que privilegiam valores éticos, derivados da lógica meritocrática (Castells, 2003) desenvolvida pelas academias universitárias de todo o mundo, etc. Os atores envolvidos nas disputas são os mais variados. Desde aqueles ligados diretamente ao mundo político formal funcionários públicos, políticos, assessores, etc e também partidos políticos e ativistas de movimentos sociais empenhados em fiscalizar atos dos governos e contribuir para uma maior participação cidadã nos processos decisórios. Tais grupos estão articulados em rede de relações, de acordo com as atividades que exercem na sociedade, e de acordo com seus interesses específicos (Touraine, 1998). A mobilização destes atores nem sempre é coordenada por uma autoridade central, podendo os indivíduos agirem independentemente de grupos os associações formais. 5. Considerações finais: a resolução dos conflitos O caráter ambivalente das controvérsias tecnocientíficas sobre o software livre permite perceber a grande movimentação de atores que se agrupam de acordo com interesses específicos. Em função disso, formam-se complexas redes de relações, ligando participantes diversos, que envolvem, basicamente, o que Latour (2000) chama de tradução de interesses, ou seja, trata-se de relações em que interesses distintos de diferentes participantes são reciprocamente reforçados num certo contexto de construção e circulação de um produto "tecnocientífico". A tradução diz respeito à capacidade de um ator decodificar os anseios do outro autor. Nessa perspectiva, os atores tanto humanos como não-humanos; individuais ou coletivos estão permanentemente traduzindo suas ações, linguagens, identidades e desejos tendo em vista as mesmas

20 20 5 WSL / 5 FISL manifestações em outros atores. A tradução não é fixa, ou seja, muda de acordo com as ligações estabelecidas dentro da rede sociotécnica. Os estudos sobre controvérsias nunca podem ser conclusivos, podem apenas apontar os limites provisórios a que chegam tais disputas no momento em que algumas posições passam a ser aceitas como verdadeiras (Latour, 2000). Diante desta perspectiva, percebe-se que as controvérsias que envolvem a temática do software livre somente serão resolvidas quando um determinado grupo vier a dominar a retórica argumentativa em detrimento dos demais, tornando a questão uma caixa-preta. Neste momento, ainda é impossível estabelecer um discurso dominante, capaz de vencer as disputas. Ainda são muitas as questões que se impõem e a solução dos conflitos ainda estão longe de serem alcanças. Os interesses dos diferentes lados, dos defensores e opositores do uso de software livre ainda são bastante contraditórios e irredutíveis. Cabe aos estudos sobre esta temática identificar os atores constituinte desta rede complexa e os discursos empreendidos na defesa ou na recusa deste tipo de tecnologia. Somente desta maneira será possível realizar uma análise sociotécnica, identificando o processo que irá determinar a hegemonia de um ou de outro lado da controvérsia. Nota: Este trabalho é parte integrante da pesquisa intitulada Software livre e controvérsias tecnocientíficas: uma análise sociotécnica no Brasil e em Portugal, desenvolvida numa cooperação entre o Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política (PPGSP) da Universidade Federal de Santa Catarina, o Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações (SOCIUS), do Instituto Superior de Economia e Gestão, da Universidade Técnica de Lisboa e o Programa de Doutoramento em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores, da Universidade do Porto. A pesquisa conta com recursos financeiros da CAPES/MEC, a quem agradecemos pelo apoio. 6. Referencias BIJKER, W., (1997) The social construction of facts and artifacts: or how the sociology of technology might benefit each other, in BIJKER, W. E.; HUGHES, T. P.; PINCH, T.J. The social construction of technological systems, 6 ed., Mit Press, Cambridge (Massachusetts), 1997, p CALLON, M. (1986) Some elements of a sociology of translation: domestication of the scallops and fishermen of St. Brieuc Bay, in LAW, J. Power, action and belief: a new sociology of knowledge?, (Sociological review monograph n 32), Rontledge & Kejan Paul, London. CASTELLS, M. (2003), A galáxia da Internet, tradução de Maria Luiza X. de A. Borges, Jorge Zahar, Rio de Janeiro. GIDDENS, A. (1991) As conseqüências da modernidade, 2. Ed., UNESP, São Paulo. LATOUR, B. (2000) Ciência em ação, Tradução de Ivone C. Benedetti, UNESP, São Paulo. NELKIN, D. (1984) Science, technology, and political conflict: analyzing the issue, in Controversy, 2 ed., SAGE, London/Beverly Hills/New Delhi,p (1995), Science Controversies: the dynamics of public disputes in te United States, in JASANOFF, S.; MARKLE, G.; PETERSEN, J.; PINCH, T., Handbook of science and technology studies, SAGE, London/Beverly Hills/New Delhi, p TOURAINE, A. (1998), Critica da modernidade, 5. ed., Vozes, Petrópolis. WYNNE, B. (1995), Public understanding of science, in JASANOFF, S.; MARKLE, G.; PETERSEN, J.; PINCH, T., Handbook of science and technology studies, SAGE,. Londres, p

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