PRTG Network Monitor - Solução para Monitoração de Redes e Serviços. Resumo

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1 PRTG Network Monitor - Solução para Monitoração de Redes e Serviços Rafael Brianezi da Silva Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, novembro de 2012 Resumo A proposta deste artigo é apresentar de maneira objetiva a ferramenta de Gerência de Redes PRTG Network Monitor, como uma plataforma completa e unificada para monitoração de redes, incluindo seus ativos e serviços. Assume-se aqui que o leitor já conheça alguns conceitos básicos de Gerência de Redes, como por exemplo, os principais protocolos utilizados para monitoração de redes (SNMP, WMI, etc.) 1. Introdução O artigo apresenta a ferramenta PRTG Network Monitor, descrevendo as características que a torna capaz de auxiliar administradores de redes e de sistemas a obterem dados importantes para disponibilidade, análise de performance e plano de capacidade. A Seção 2 deste artigo descreve algumas das características fundamentais de um bom sistema de monitoração, assim como a importância destes sistemas. A seguir, a Seção 3 foca em apresentar o PRTG Network Monitor, suas características, seus requisitos, componentes estruturais e licenças de uso. A Seção 4 demonstra como obter o instalador da ferramenta, apresenta o processo completo de instalação, e demonstra como criar a configuração básica inicial. A Seção 5 mostra rapidamente alguns exemplos de gráficos gerados pelo PRTG, e como estes gráficos foram configurados. Por fim a Seção 6 demonstra como configurar um Servidor de Contingência - "Failover Clustering" para o PRTG. 2. Sistemas de Monitoração O crescente aumento da complexidade das redes de computadores nas empresas de modo geral, torna indispensável aos administradores de redes e de sistemas a utilização de softwares de monitoração cada vez mais completos e eficientes, que permitam prevenir e solucionar problemas de maneira proativa, garantindo que os dados de negócio fluam sem problemas entre funcionários, escritórios e clientes. Atualmente o mercado disponibiliza inúmeras soluções como: PRTG, Zabbix, Nagios, Cacti, Cricket, MRTG, e muitas outras. Todas com o propósito comum de auxiliar os administradores a garantirem o bom funcionamento das redes e serviços. Por esse motivo, antes de escolher qual ou quais destas ferramentas utilizar, é necessário um longo período de estudos e testes, para só assim poder identificar quais destas incorporam funcionalidades fundamentais para um gerenciamento confiável, seguro e eficiente. Como orientações seguem dez características que podem ser levadas em consideração na hora de decidir-se sobre um bom software de monitoração:

2 Interface amigável com gerenciamento centralizado via web, suporte a multiusuário e níveis de acessos; Facilidade de instalação, configuração e customização; Sistema eficiente de auto busca (Auto Discovery) de dispositivos a serem monitorados; Alertas customizáveis via , sms, scripts, alertas audíveis ou através do próprio monitor; Relatórios gráficos gerados em tempo real ou por período; Logfiles detalhados de todas as atividades e resultados; Suporte a múltiplos protocolos de gerenciamento de redes: Ex: Ping, WMI, SNMP, NetFlow, sflow, jflow, Packet Sniffing etc; Sistema de backup e facilidade de restauração em caso de desastre; Facilidade para configuração do software em Cluster de Failover; Viabilidade sobre o valor da licença de uso. (quando necessário); Nota: Quando estiver avaliando a relação custo-benefício de uma ferramenta de monitoração, atente para o fato de que algumas ferramentas só conseguem se equiparar a outras com a instalação de add-ons ou plugins, e estes na maioria das vezes são cobrados à parte. Dentre as inúmeras soluções de monitoração existentes no mercado, o PRTG Network Monitor criado pela Paessler (http://www.paessler.com), apresentou-se como uma ferramenta completa, eficiente, acessível e fácil de usar. Sendo assim, esta foi escolhida para ser apresentada neste presente artigo. 3. PRTG Network Monitor PRTG Network Monitor (sucessor do PRTG Traffic Grapher) é uma poderosa ferramenta de monitoração, baseada na plataforma operacional Windows, adequado para redes de pequeno, médio e grande porte, capaz de monitorar LANs, WANs, WLANs e VPNs no que diz respeito à disponibilidade da rede e uso de banda, bem como vários outros parâmetros, tais como qualidade de serviço, carga de memória, uso de CPU, sistemas Linux, sistemas Windows, roteadores, switches, servidores de s, servidores de arquivos, e muito mais. Permite aos Administradores de Sistemas e Redes obterem informações como: leituras de relatórios e gráficos de dados gerados em tempo real e periódicos, previsão das tendências de uso com o objetivo de otimizar a eficiência do sistema de rede e evitar possíveis problemas, entre outras. Para coletar os dados e fazer a monitoração, o PRTG utiliza-se de muitos protocolos de Gerência de Rede conhecidos, dentre eles destacam-se: Simple Network Management Protocol (SNMP), Windows Management Instrumentation (WMI), packet sniffer, Cisco NetFlow (bem como sflow e jflow) e muitos outros. Todos os dados coletados por estes protocolos são armazenados em um banco de dados interno proporcionando uma visão de longo prazo sobre o estado geral e sobre a utilização da rede. Sempre que uma possível ameaça ao desempenho é detectada, o PRTG emite um alerta que pode chegar ao administrador por , sms, mensagem sonora ou relatório de dados na tela de um computador ou celular.

3 3.1 Requisitos de Hardware e Software Requisitos de Hardware para o PRTG Core Server e PRTG Probe O dimensionamento da estrutura de hardware que será utilizada para a instalação do Core Server assim como da Probe, dependerá diretamente dos tipos de sensores e intervalos de varredura que serão definidos. Os parâmetros informados a seguir são fornecidos pela Paessler, apenas como uma referência para um cenário de uso comum do PRTG (com base em um intervalo padrão de varredura executada pelos sensores a cada 60 segundos). CPU: Um processador de média capacidade construído em 2007 pode facilmente monitorar sensores. Memória RAM: Requisito mínimo: 1024 MB. Será necessário cerca de 150 Kilobyte de RAM por sensor. Disco rígido: É necessário cerca de 200 Kilobyte de espaço em disco por sensor por dia. Exemplo de cenário: O PRTG Network Monitor foi testado com sucesso pela Paessler monitorando sensores SNMP em um sistema com duas CPUs Quad-Core (Dell 2900 III, 16 GB de RAM, Windows Bit). Este cenário requer cerca de 3,5 GB de RAM para os processos do PRTG, e consome cerca de 800 GB de espaço em disco por ano. O Core Server, assim como a Probe, podem ser executados em plataforma virtualizada. Abaixo seguem as plataformas de virtualização onde os testes foram realizados com sucesso: Virtual Host Technology Client OS VMware ESX/ESXi versions 3.5, 4.0, or 5.0 Windows XP, Windows 2003 SP1 or later (32/64 bit), Windows Vista (32/64 bit), Windows 2008 (32/64 bit), Windows 7 (32/64 bit) VMware Server 2.0 Windows XP, Windows 2003 SP1 or later (32/64 bit), Windows 2008 XEN Server 5.0 Windows XP, Windows 2003 SP1 or later (32/64 bit), Windows 2008 ParallelsVirtuozzo Containers Windows 2003 Server SP1 or later (32/64 bit), Windows 2008 Server Cloud Hosting: Amazon EC2, Windows Server 2003 SP1 or later, Windows RackspaceCloud, and others Server 2008 Tabela 1: Plataformas de Virtualização compatíveis com o PRTG Nota: Ao monitorar mais de sensores, recomenda-se o uso de hardware real dedicado em vez de máquina virtual, isso tende a melhorar o desempenho do sistema. Para auxiliar no planejamento da implantação do PRTG, existe uma planilha do Excel desenvolvida com base nos dados obtidos com a experiência de milhares de usuários, a qual você informa o tipo e o número de dispositivos que você gostaria de monitorar, e a planilha fará uma estimativa sobre os recursos de Hadware que serão necessários.

4 A planilha pode ser obtida na seguinte URL: Sistema Operacional para o PRTG Core Server e PRTG Probe Oficialmente o PRTG Core Server e PRTG Probe suportam as versões de 32-bit e 64-bit dos seguintes sistemas operacionais (arquiteturas x86/x64 Intel apenas): Microsoft Windows XP SP2 ou posterior Microsoft Windows Vista * Microsoft Windows Server 2003 SP1 ou posterior Microsoft Windows Server 2008 * Microsoft Windows Server 2008 R2 Microsoft Windows 7 Microsoft Windows 8 Microsoft Windows Server 2012 * Por questões de desempenho, não se recomenda utilizar o Windows Vista ou Windows Server 2008 R1, especialmente no monitoramento através do Windows Management Instrumentation (WMI). 3.2 Estrutura do PRTG Estruturalmente o PRTG Network Monitor é composto de partes diferentes, que podem ser divididas em três principais categorias: partes do sistema, interfaces de controle e interfaces de administração básicas. Partes do Sistema Core Server: Este é o coração ou a parte central de uma instalação do PRTG, responsável por executar os seguintes processos: Gerenciamento das configurações para monitoramento de objetos; Gestão e configuração das probes conectadas; Gestão do Cluster; Banco de Dados para monitorar os resultados; Gestão de notificações, incluindo um servidor de correio para entrega de s; Gerador de Relatórios; Gerador de Contas de Usuários; Gestão e eliminação de dados antigos (mais velhos que 365 dias, por exemplo); Servidor Web e APIs. O servidor web embutido na instalação, é rápido e seguro (não sendo necessária a instalação do IIS ou Apache) suporta HTTP e HTTPS (via SSL). Ele é responsável por disponibilizar a interface web quando acessado de um navegador, e também é responsável por responder às requisições (calls), feitas por meio de API (Application Programming Interface). Nota: Tanto o Core Server quanto as Probes são configurados como serviços do Windows, sendo permanentemente executados sem a necessidade de um usuário estar logado.

5 Probe(s): Através de sensores configurados pelo administrador, a Probe é responsável por monitorar todos os dispositivos do sistema, e enviar os dados coletados ao Core Server. Após a instalação, o PRTG cria a primeira Probe automaticamente, chamada de Probe Local, e esta é executada na mesma máquina que o Core Server. No entanto, existem várias situações que tornam necessário trabalhar com a chamada Probe Remota na mesma LAN ou em locais remotos. Exemplos: Você tem mais de um local e você precisa ter certeza de que os serviços estão disponíveis em todos os locais. Sua rede é separada em várias LANs por firewalls e a Probe Local não pode monitorar serviços específicos por de trás destes firewalls. Quando o PRTG é configurado em um ambiente em cluster, existe uma adicional Probe Cluster em todos os nós, e os dispositivos pertencentes a esta Probe, passam a ser monitorados por cada nó do cluster, permitindo uma monitoração em diferentes perspectivas, e garantindo contingência se um dos nós falhar, ou em caso de atualizações do PRTG. Com o intuito de monitorar a vitalidade do próprio Core Server, a instalação do PRTG cria automaticamente alguns sensores como Core/Probe Health, Cluster Probe Health, Bandwidth Sensor e Disk Free. Embora seja possível remover estes sensores, é recomendado mantê-los, a fim de descobrir sobrecargas e situações que podem distorcer os resultados do monitoramento. Interfaces de Controle Ajax Web Interface: A interface web baseada em Ajax é usada para configuração de dispositivos e sensores, bem como para a análise dos resultados da monitoração. Também é utilizada para administração do sistema de modo geral, e o gerenciamento de usuários e grupos. Enterprise Console: Um aplicativo nativo da plataforma Windows, utilizado como uma alternativa para a interface web. Com o Enterprise Console, é possível conectar-se de forma independente em diferentes instalações do PRTG Core Server, e gerenciá-los em apenas uma visualização. Também mostra informações agregadas para todos os servidores PRTG em um único programa, mesmo em grandes configurações, sendo ideal para empresas que empregam um grande número de sensores. Mobile Web GUI: Uma interface somente de leitura, otimizada para acesso móvel ao PRTG. Usando jquery Mobile, esta interface é compatível com quase todos os dispositivos móveis disponível no mercado. Interfaces de Administração Básicas PRTG Server Administrator: Usado para definir as configurações básicas do Core Server, como o login de administrador, Endereços IPs do servidor web e a porta, as configurações de conexão com a Probe, o modo de cluster, idioma do sistema, e outras. PRTG Probe Administrador: Usado para configurar as definições básicas, tais como o nome da Probe, IP e as configurações de conexão com o servidor.

6 3.3 Hierarquia de Objetos Em uma configuração de monitoramento do PRTG, os objetos estão todos dispostos em uma hierarquia de árvore (Figura 1), permitindo uma navegação facilitada e organizada, dando ao administrador a possibilidade de separar os objetos em grupos e monitorar dispositivos e serviços semelhantes. Figura 1: Representação da Hierarquia de Objetos Root Group: Esta é a instância superior na hierarquia de objetos do PRTG contendo todos os outros objetos em sua configuração. Usando o mecanismo de herança, recomenda-se ajustar as configurações padrão no Root Group, para que todos os outros objetos possam herdar-los. Isto facilita configurações posteriores. Probe: Cada grupo na hierarquia, com exceção do Root Group, faz parte de uma Probe, e todos os objetos configurados abaixo dela serão monitorados por ela. Group: Em cada Probe podem existir um ou mais grupos, cuja finalidade principal é organizar de forma lógica objetos semelhantes.

7 Device: Para o PRTG, cada Device representa um dispositivo real da rede, passível de ser monitorado. Em cada Probe ou Group, você deverá adicionar os Devices (dispositivos) que desejar monitorar. Sensor: Para cada Device (dispositivo a ser monitorado), é possível configurar uma série de sensores. Cada sensor ficará responsável por monitorar um único aspecto do dispositivo. Ex: consumo de CPU, consumo de memória, tráfego de uma placa de rede etc. Na versão (Nov 20th, 2012), o PRTG disponibiliza mais de 150 tipos de sensores (Ping, HTTP, WMI, SMTP, POP3, DNS e muitos outros) Channel: Cada sensor tem uma série de canais através dos quais ele recebe diferentes fluxos de dados. Os canais disponíveis dependem do tipo de sensor utilizado. Um canal de sensor pode conter, por exemplo: tempo de inatividade de um dispositivo, tempo de carregamento de uma página web, o tempo de resposta de um serviço Remote Desktop, etc 3.4 Sistema de Notificações O sistema de notificações pode ser considerado como uma das partes essenciais do PRTG, pois é o responsável por enviar alertas ao Administrador ou executar ações, sempre que descobre um estado como, por exemplo: Sensor lento ou falhando, ou quando valores limiares são violados. Exemplos de Triggers (gatilhos) que podem configurados nos sensores para desencadear alerta(s) ou ação(ões): Alterações de status do sensor (Sensor status changes): Ocorre por exemplo, quando um sensor muda de estado para UP ou para Down, se as respostas são lentas ou se o sensor mostra o status Unusual. Violação do limiar de valor do sensor (Sensor value threshold breaches): Ocorre por exemplo, quando um sensor de tempo obtem respostas superiores a ms, durante mais de 30 minutos. Violação do limiar de velocidade (Speed threshold breaches): Ocorre por exemplo, quando um sensor de tráfego mostra que mais de 1 Mbit/s durante mais de 5 minutos. Violação do limiar de volume (Volume threshold breaches): Ocorre por exemplo, quando um sensor de tráfego mostra mais do que 1 Gbyte transferido em 24 horas. Alterações de valor do sensor (Sensor value changes): Ocorre por exemplo, quando são monitorados os arquivos de um HD. Exemplos de ações que podem ser desencadeadas: Enviar Adicionar Entrada no Registro de Eventos (EventLog) Enviar Mensagem Syslog Enviar SNMP Trap Enviar Mensagem SMS Executar uma ações HTTP Executar um Programa/Script 3.5 Licenças do PRTG e termos de manutenção

8 Freeware Edition: Indicada para uma rede básica, esta licença do PRTG tem as seguintes características: Pode ser utilizada gratuitamente para uso pessoal ou comercial. Pode monitorar até 10 sensores. Suporta todos os tipos de sensores disponíveis. O menor intervalo de monitoramento disponível é de um minuto. Nota: Para usar a licença Freeware Edition, instale primeiramente a versão Trial Edition para obter a chave de avaliação gratuita. Quando o período de teste da versão Trial Edition acabar, está será revertida automaticamente para Freeware Edition. Trial Edition: Destinada a clientes que desejam avaliar o PRTG, interessados na aquisição de licenças comerciais. Esta licença tem as seguintes características: Pode monitorar um número ilimitado de sensores. Suporta todos os tipos de sensores disponíveis. O menor intervalo de monitoramento disponível é de um segundo (embora um intervalo mínimo de 10 segundos seja o recomendado). Período de teste limitado a 30 dias (revertendo automaticamente para licença Freeware Edition depois deste período). Permite a instalação de um cluster de failover, composto por dois nós. Special Edition: Com esta licença, é possível ampliar o número de sensores gratuitos da licença Freeware Edition, de 10 para 30. Para isso, basta colocar um link para em qualquer lugar em seu site, utilizando um dos banners disponibilizados pela Paessler em: Em seguida, basta enviar um para mencionando a URL de sua página, e eles lhe fornecerão uma nova chave que disponibilizará mais 20 sensores gratuitos. Commercial Editions: Existem algumas variações nas licenças do tipo Comercial, isso se faz necessário para atender a demanda de clientes menores, bem como de clientes maiores. Características desta Licença: Pode monitorar o número máximo de sensores (de 100 ao ilimitado). Suporta todos os tipos de sensores disponíveis. O menor intervalo de monitoramento disponível é de um segundo (embora um intervalo mínimo de 10 segundos seja o recomendado). Permite a instalação de um cluster de failover, composto por dois nós. E para cada nó adicional será necessário uma nova licença de mesmo tipo. Termos de Manutenção Ao comprar uma licença, você terá direito a receber 12 meses de Manutenção do Software, e durante este período, você pode: Fazer download gratuitamente da última versão do PRTG, incluindo todas as correções de bug. Receber apoio prioritário da equipe suporte, através so sistema de suporte ticket.

9 Nota: O período de Manutenção de Software pode ser renovado após um ano. E o preço será de 25% do preço atual da licença. Após expirar o período de Manutenção do Software, não será mais possível fazer download das novas versões do PRTG. E no caso de problemas de suporte, a prioridade é sempre dada aos clientes com contratos de manutenção. Valores das licenças do PRTG Figura 2: Valores das Licenças do PRTG. Valores do Período de Manutenção do Software Figura 3: Valores do Período de Manutenção do Software. Nota: Os dados da Figura 2 e Figura 3 foram coletados em 25/11/2012 da seguinte fonte: https://shop.paessler.com/en/prtg#maint 4. Download, Instalação e Configuração Básica do PRTG 4.1 Download No website da Paessler encontramos dois diferentes instaladores para o PRTG: Instalador público: para as edições Freeware, Special e Trial Instalador para edições comerciais: restrito apenas aos clientes que adquiriram a licença. Neste caso é necessário efetuar login para download.

10 Para demonstração, foi instalada a versão (atual em 08/12/2012) da Edição Trial, a qual já mencionada neste artigo, permite a utilização de um número ilimitado de sensores por um período de 30 dias, revertendo automaticamente para licença Freeware Edition depois deste período.. A chave de ativação desta licença é enviada para o endereço de informado no processo de download. 4.2 Instalação Conforme pode ser observado na Figura 4, a instalação padrão do PRTG Network Monitor foi realizada no Sistema Operacional Microsoft Windows Server 2008 R2, em um ambiente virtualizado pelo Oracle VM Virtual Box versão r Figura 4: Máquina virtual Windows Server 2008 R2 utilizada para demonstração Para dar inicio ao processo de instalação, basta executar o arquivo de Setup indicado na Figura 5. Figura 5: Arquivo de Setup do PRTG Network Monitor Ao executar o arquivo de Setup, passaremos pelos seguintes passos do instalador: Seleção de Idioma: Permite definir qual será idioma utilizado pelo Assistente de Instalação. As opções disponíveis dependerão da versão do pacote de instalação.

11 Assistente de Instalação: É o software responsável por instalar o PRTG Network Monitor. Em sua tela inicial clique em Avançar. Contrato de Licença de Uso: Marca-se a opção "Eu aceito os termos do Contrato", e clique em Avançar. Seu endereço de Insira um endereço de o qual receberá os alerta de sistema, importantes e urgentes. Em seguida, clique em Avançar. Sua Chave de Licença: Insira o Nome e a Chave de Licença,os quais foram enviados para o endereço de informado no processo de Download. Após preencher os campos com estas informações, clique em Avançar. Selecione o Local de Destino: Embora seja possível redefinir um local para a instalação do PRTG, a Paessler não recomenda esta ação. Portanto, mantenha a configuração default e clique em Avançar. Após concluir todas as etapas do Assistente de Instalação, os atalhos para as Interfaces de Controle (Explicadas na Seção 3.2), estarão disponíveis conforme a Figura 6. Figura 6: Atalhos para as interfaces de controle do PRTG 4.3 Configuração Básica Após concluir as etapas iniciais do processo de instalação, o sistema abrirá automaticamente o Assistente de Configuração Guru (Figura 7), cujo principal objetivo, é proporcionar aos iniciantes um ambiente de configuração mais amigável possível.

12 Figura 7: Assistente de Configuração Guru Todas as etapas do Assistente de Configuração Guru são auto-explicativas e de simples compreensão, sendo assim vou apenas citar e resumir cada uma delas. Bem Vindo: Tela de boas vindas, a qual permite que você inicie o Guru ou simplesmente ignore o auxilio deste assistente. Ativar Criptografia SSL: Permite que você ative ou não a Criptografia SSL para a interface Web do PRTG. Para aumentar a segurança, recomenda-se esta ativação. Configurar conta do Administrador: Permite configurar os dados da conta de Administrador do PRTG. Neste passo, recomenda-se que o Login padrão prtgadmin, assim como a Senha padrão prtgadmin sejam trocados. Inserir Credenciais de Windows/WMI: Informe ao PRTG as credenciais de administrador de sua rede, isso permitirá que ele monitore hosts Windows através da tecnologia WMI (Windows Management Instrumentation) Inserir Credenciais de SNMP: É comum que os dispositivos que possuem o recurso SNMP ativo, utilizem a mesma configuração default: SNMP version 1, Community puplic, Port 161. Se você não editou estas configurações, o PRTG poderá se comunicar com estes dispositivos sem nenhuma configuração adicional. Se você editou, este é o momento de informar as novas configurações ao Guru. Inserir credenciais para VMware/XenServer: Se você desejar monitorar VMware ou XenServer, informe as credenciais de root destes sistemas. Inserir credenciais de Linux/Solaris/Mac OS: Usando SSH/WBEM o PRTG pode monitorar várias versões de Linux, Solaris e MAC OS. Para tanto, informe as credenciais de login de administrador. Monitorar sua conexão de Internet: Neste passo o PRTG tenta detectar automaticamente seu Gateway default e servidores de DNS. Se assim desejar, ele criará automaticamente um device para cada um destes itens, e iniciará o monitoramento.

13 Monitorar servidores da rede local: Caso deseje que o PRTG tente configurar automaticamente sensores em dispositivos específicos, basta informar os endenreços de rede (endereços IP) destes dispositivos. Monitoramento para sites e lojas on-line: : Se desejar monitorar a disponibilidade de um site ou mais sites, basta informar as URLs ao Guru. Um novo Sensor HTTP será automaticamente criados para cada URL informada. Monitorar serviços na nuvem: : Se você utiliza serviços como: Google Search, Google Mail, Google Drive, Microsoft Office 365, Salesforce, Dropbox, icloud, Facebook, Twitter, Skype, e desejar monitorar a disponibilidade de algum destes serviços basta selecioná-lo. Detecção automática tica de um segmento de sua rede: A detecção automática de rede do PRTG pode verificar um segmento da sua rede em busca de dispositivos. Cada dispositivo será analisado e sensores serão criados de acordo com o tipo de dispositivos. Este processo é conhecido como auto-discovery. Com base nos dados informados através do Guru, o PRTG criará uma configuração básica para sua rede, permitindo que posteriormente você possa editar esta configuração e inserir sensores adicionais. Nota: As credenciais (Login/Senha) informadas ao Assistente de Configuração serão utilizadas por default para seus respectivos serviços (ssh,snmp,wmi, etc.), e terão escopo global no chamado grupo Raiz. Portanto, todos os dispositivos que necessitarem destes dados poderão utilizá-los, pois estes serão herdados automaticamente. É possível configurar posteriormente ente outras credenciais usando subgrupos do grupo Raiz. Após finalizar todas as etapas do Assistente de Configuração, você será direcionado para a página onde serão exibidos os dispositivos (devices) configurados (Figura 8). Figura 8: Dispositivos configurados via Assistente Guru

14 5. Monitoração com o PRTG Ao adicionar um Sensor (Explicado na Seção 3.3) em um dispositivo, este irá monitorar um único aspecto deste dispositivo. Ex: consumo de CPU, consumo de memória, tráfego de uma placa de rede etc.os dados coletados nesta monitoração serão armazenados em disco, e com estes o PRTG poderá gerar Gráficos em tempo real ou por período, sem qualquer configuração adicional.ao contrário de algumas ferramentas de monitoração, no PRTG o Administrador não necessita gastar longos períodos de tempo criando e customizando templates de gráficos, pois estes já estão prontos e atendem a grande maioria dos casos. Porém se for necessário fazer alguma customização, isto também é possível. Para adicionar ar manualmente um sensor em dispositivo execute os seguintes passos: 1- No Menu Principal clique sobre a opção Sensors, e selecione o item Add Sensor; 2- O assistente de configuração exibirá uma lista, a qual permite selecionar em qual dispositivo o novo sensor deverá ser adicionado. Clique sobre o nome do dispositivo, e em seguida, clique sobre o botão Continue; 3- Na tela seguinte (Figura 9) ), adicione o sensor desejado clicando sobre o botão Add This. Feito isso, o sensor será adicionado ao dispositivo e dará inicio ao processo de monitoramento. Figura 9: Assistente para adição de Sensor

15 5.1 Geração de gráficos Gráfico de consumo de CPU em um Host Linux: O gráfico da Figura 10 exibe a plotagem da média dos valores (loadaverage) de uso de CPU, obtidos no(s) último(s) 1, 5 e 15 minuto(s).os dados deste gráfico foram obtidos pelo sensor SNMP Linux Load Average, através protocolo do SNMP. Figura 10: Gráfico de consumo de CPU em um Host Linux Gráfico de consumo de CPU em um Host Windows: Conforme observamos na Figura 11, o gráfico de CPU de hosts windows é plotado com a porcentagem de uso de CPU. Os dados deste gráfico foram obtidos pelo sensor Windows CPU Load,, através protocolo do WMI. Figura 11: Gráfico de consumo de CPU em um Host Windows Gráfico de consumo de Memória: O gráfico de consumo de memória é exibido de forma idêntica tanto para hosts linux, quanto em hosts windows. Neste gráfico (Figura 12) podemos observar a Quantidade de Memória Disponível (AvailableMemory) em MByte, e a Porcentagem de Memória Disponível (PercentAvailableMemory). Para hosts linux o sensor utilizado para gerar este tipo de gráfico chama-se SNMP Memory,, para o hosts windows chama-se WMI Memory.

16 Figura 12: Gráfico de consumo de Memória Gráfico do tráfego de uma interface de rede: Observamos pela Figura 13, que os elementos que o compõe este gráfico são: Tráfego de Entrada (Traffic In) Kbit/s, Tráfego de Saída (Traffic Out) Kbit/s e Tráfego Total (Tráffic Total) ) Kbit/s. Com estes elementos, podemos facilmente saber a quantidade de dados que um dado servidor esta recebendo ou transferindo para uma rede. Os dados deste gráfico foram obtidos pelo sensor SNMP Traffic, através protocolo do SNMP. Figura 13: Gráfico de tráfego de uma inteface de rede Comparação entre dois gráficos: Através do recurso Compare Sensors é possível fazer a comparação de dois gráficos quaisquer gerados pelo PRTG. Na Figura 14 estão sendo comparados dois gráficos de CPU de servidores diferentes, com dados obtidos em um período de 2 dias. Figura 14: Comparação entre dois gráficos

17 5.2 Configurações de Alertas e Notificações O estado ou os dados de um sensor pode disparar notificações. Usando este mecanismo, você pode configurar alertas de acordo com suas necessidades. Por exemplo: Quando um sensor de Ping passa do estado UP para o estado Down, o PRTG poderá alertar por a equipe responsável, informando que um dado dispositivo de rede não esta respondendo ao Ping. Para configurar este tipo de alerta, clique sobre o sensor de Ping em questão, e em seguida sobre o botão Notifications. Edite as configurações conforme a Figura 15,, e clique sobre o botão Save. Figura 15: Configuração de Alerta Para melhor compreensão, a Figura 15 diz que: Quando o sensor (Ping) ficar em estado Down por pelo menos 60 segundos, enviar um para todos os membros do grupo CS_Suporte. Quando a condição continuar por mais 300 segundos enviar um para todos os membros do grupo CS_Suporte.. Quando a condição estiver normalizada (estado UP), não notificar. Como cada sensor possui seus parâmetros específicos, considere este apenas como um exemplo hipotético entre muitas outras possibilidades de configuração. 6. Configuração do PRTG em Cluster de Failover Um cluster de failover é um conjunto de computadores independentes que trabalham em conjunto para aumentar a disponibilidade de aplicativos e serviços. Os servidores em cluster (chamados de nós) são conectados por cabos físicos e por software. Se um dos nós do cluster falhar, o outro nó começará a fornecer o serviço (um processo conhecido como failover). Os usuários vivenciam um mínimo de interrupções no serviço.[12] Para demonstrar como configurar o PRTG em Cluster de Failover, serão utilizadas Duas Máquinas Virtuais (Master Node e Failover Node),, em um ambiente virtualizado pelo Oracle VM Virtual Box versão r Nestas VMs com Sistema Operacional Microsoft Windows Server 2008 R2, foi instalada versão (atual em 08/12/2012)da Edição Trial do PRTG Network Monitor utilizando-se a mesma chave de ativação nos dois servidores (isso é importante). Resumo das configurações das VMs: VM - Master Node Versão do PRTG: Endereço IP: Máscara de Sub-Rede: VM - Failover Node Versão do PRTG: Endereço IP: Máscara de Sub-Rede:

18 6.1 Configurando o Master Node No servidor que será o Master Node, abra o PRTG Server Administrator conforme a Figura 14 Figura 14: Atalho para execução do PRTG Server Administrator Na aba Cluster, clique sobre o botão Criar um Cluster do PRTG. Ao clicar sobre o botão Criar um Cluster do PRTG, o sistema fará a seguinte pergunta: Você converterá essa instalação do PRTG para o nó mestre de um cluster do PRTG. Deseja continuar? Clique sobre o botão Yes Na tela Criar um cluster mestre do PRTG (Figura 15), devemos definir a Porta de cluster que será utilizada para a comunicações internas entre seus Nodes, e a Chave de acesso do Cluster. A chave de acesso será utilizada para autenticação entre os Nodes que fizerem parte do cluster. Portanto vamos copiá-la em um arquivo txt, para utilizá-la la posteriormente no Failover Node. Não se recomenda alterar os valores default. Figura 15: Definindo-se a porta e a chave cluster Após clicar sobre o botão OK, o sistema informará:

19 É preciso reiniciar o PRTG Core Server Service para que as mudanças entrem em vigor. Se você não reiniciar, todas as alterações serão perdidas. Reiniciar agora? Clique sobre o botão Yes Após aplicar as mudanças, observa-se pela Figura 16, que a aba Cluster agora contém todas as informações referentes às Configurações de Cluster.. Neste momento a configuração inicial do Master Node foi concluída. Figura 16: Aba Cluster após as configurações do Master Node entrarem em vigor. 6.2 Configurando o Failover Node No servidor Failover Node, abra o PRTG Server Administrator conforme a Figura 14, e na aba Cluster clique sobre o botão Entrar para um cluster do PRTG. Na tela seguinte (Figura 17), informe o IP do Master Node, a Porta de cluster e Chave de acesso do cluster. Lembrando que tanto porta com a chave de acesso foram definidos na etapa exibida pela Figura 15. Figura 17: Dados para acesso ao cluster

20 Ao clicar em Inscrever-se, a seguinte mensagem é exibida: "O PRTG agora esta configurado para execução como Failover Node", porém, alerta: Não se esqueça de ativar esse nó na interface Web do Master Node,, e é isso que vamos fazer nos passos seguintes. Na interface web do Master Node acesse o menu Configuração,, e em seguida clique sobre Cluster. Na aba Cluster conforme a Figura 18 identifique o Node que você deseja ativar e marque-o como Ativo. Neste caso foi ativado o Node Lembre-se de clicar sobre o botão Salvar mudanças. Figura 18: Ativando o Failover Node na inteface web do Master Node Para checar o status do cluster, acesse o menu Configuração,, e em seguida clique sobre Status do Cluster. Se as configurações realizadas até este momento estiverem OK, você deverá ver uma tela semelhante a da Figura 19,, onde ambos os Nodes do cluster estão conectados. Figura 19: Status do Cluter OK

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