BUSCANDO DIRETRIZES DE PROJETO PARA ENTORNO DE HIS ATRAVÉS DE APO DE DOIS RESIDENCIAIS UNIFAMILIARES

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1 Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Campo Grande, MS 29/out a 02/nov 2012 BUSCANDO DIRETRIZES DE PROJETO PARA ENTORNO DE HIS ATRAVÉS DE APO DE DOIS RESIDENCIAIS UNIFAMILIARES SALES, Virginia Guelber (1); CASER, Karla do Carmo (2) (1) Universidade Federal do Espírito Santo, Graduação Dep. de Arquitetura e Urbanismo, Brasil, (2) Universidade Federal do Espírito Santo,Dep. de Arquitetura e Urbanismo, Brasil, RESUMO Uma das principais funções dos entornos habitacionais é prover espaços onde se possam desenvolver relações de vizinhança e de trocas entre os habitantes de uma mesma comunidade, o que gera qualidade de vida social e urbana. O objetivo geral deste artigo é apresentar diretrizes de projeto para entorno de HIS a partir de Avaliação Pós-ocupação (APOs) do entorno de dois residenciais de HIS na cidade de Vitória. A APO, realizada nos Residenciais Mar Azul e Solar das Águas, do projeto Terra Mais Igual da Prefeitura Municipal de Vitória, ES. Utilizou-se entrevistas semi-estruturadas, observação dos espaços e respectivos usos, e pesquisa de preferência visual. O artigo descreve as percepções dos moradores, os usos dos espaços, e suas preferências. Ao final são apresentados exemplos de diretrizes de projeto sumarizadas em tabela. Espera-se que este estudo possa fornecer subsídios para projetos futuros de HIS da cidade de Vitória, contribuindo assim para a melhoria da vivência das cidades. Palavras-chave: Avaliação Pós-ocupação; Diretrizes de projeto; Entorno de HIS. ABSTRACT One of the principal functions of open spaces is to provide room for interactions between members of a community, generating urban and social quality of life. The objective of this paper is to present design guidelines based on Post-occupancy evaluations of open spaces of two social housing projects in Vitória, Residencial Mar Azul and Residencial Solar das Águas. It involved semi-structured interviews, observations and visual preference survey. This papers describes the interviewees` preferences and uses of open spaces. At last examples of guidelines are sumarized in a table. Pos occupancy evaluations can generate and confirm projects guidelines that can be used to inform new social housing projects, thus contributing to the overall urban quality of life. Keywords: Pos occupancy evaluation; Project guidelines; open spaces in Social Housing.

2 INTRODUÇÃO Nos dias atuais há um consenso de que a qualidade dos espaços públicos está estreitamente ligada à sua capacidade de somente atender às necessidades sociais, físicas e psicológicas dos usuários (interação social, acessibilidade, presença de equipamentos urbanos e vegetação), mas também de contribuir para a qualidade ambiental do ecossistema urbano (Bins Ely et al 2006). Uma das principais funções dos entornos habitacionais é prover espaços onde se possam desenvolver relações de vizinhança e de trocas entre os habitantes de uma mesma comunidade, o que gera qualidade de vida social e urbana. Entretanto, de maneira geral, as intervenções urbanas na área habitacional têm gerado espaços públicos que ficam aquém do desenvolvimento de seu potencial (Kowaltowski et al 2004). O artigo utiliza como ferramenta base a Avaliação Pós-Ocupação APO, uma ferramenta eficaz e importante para gerar diretrizes projetuais adequadas ao contexto local. No Brasil, estudos de APO para espaços públicos são raros (Alex 2008). A maioria das referencias bibliográficas sobre o tema são internacionais. As experiências brasileiras se restringem às pesquisas de Kowaltowski et al (2004), Roméro e Orsntein (2003). Em Vitória, destaca-se a análise de entorno do Conjunto habitacional Barreiros, iniciativa da PMV (Bissoli, Calmon e Caser 2007). Entretanto, ainda foram geradas discussões e diretrizes suficientes para estruturar completamente projetos adaptados à realidade brasileira e tampouco à realidade capixaba. Com esse artigo se busca dar continuidade a esta reflexão e lapidar diretrizes para o entorno. A Prefeitura Municipal de Vitória PMV - lançou em 1998 o Programa Terra Mais Igual (Programa Integrado de Desenvolvimento Social, Urbano e de Preservação Ambiental em Áreas Ocupadas por População de Baixa Renda). As áreas atendidas são ambientalmente frágeis, com ocupação desordenada, população de baixa renda e carência de equipamentos e serviços públicos. 1. OBJETIVO Esse artigo foi produzido a partir de um sub-projeto de pesquisa vinculado ao projeto de Diretrizes de Espaços Livres Urbanos de Vitória. O sub-projeto visa sistematizar diretrizes de projeto para um tipo específico de espaço público, o entorno de habitação de interesse social (HIS) com tipologia unifamiliar. O objetivo geral deste artigo é apresentar exemplos de diretrizes projetuais para entorno de HIS, baseadas nas Avaliações Pós-ocupação realizadas em dois residenciais de HIS na cidade de Vitória, os Residenciais Mar Azul e Solar das Águas. 2

3 2. METODOLOGIA Os procedimentos metodológicos adotados foram realizados em três etapas: levantamento bibliográfico analítico, preparação de materiais e seleção de casos para estudo, APO e análise de resultados. A primeira etapa incluiu a análise de bibliografia para inventariar diretrizes e definir as técnicas a usar na APO e auxiliar na elaboração do material para pesquisa de campo (roteiro de entrevistas e imagens da pesquisa de preferência visual). Os autores de referência nessa parte do trabalho foram Roméro e Ornstein (2003), Kowaltowski et al (2004), Monteiro (2007) e Rheingantz et al (2009). Esta etapa foi de extrema importância para direcionar o olhar durante a APO. Foram encontradas diretrizes de projeto, tanto em fontes nacionais e internacionais, para: diretrizes gerais; espaço livre público; espaço livre privado; sistema viário; arborização; edificação e sua relação com o entorno; mobiliário e equipamentos; e segurança e territorialidade. Na etapa intermediária foram selecionados o Residencial Mar Azul no bairro Jesus de Nazareth, com 41 unidades geminadas e dois pavimentos; e com 15 unidades térreas soltas no lote o Solar das Águas em Santa Martha. Nesta etapa também foi realizado o pré-teste do roteiro de entrevistas semi-estruturadas e a seleção de imagens a serem utilizadas em levantamento de preferência visual. Também se buscou uma maneira de inserção pouco agressiva dentro das comunidades. Foi feita uma reunião com as lideranças comunitárias e uma apresentação geral para o residencial. Na terceira etapa se realizou a APO. Esta fez uso de entrevistas, pesquisa de preferência visual e observações registradas em mapas comportamentais. Foram realizadas 11 entrevistas semiestruturadas focalizadas e 7 entrevistas estruturadas/ dirigidas, enquanto que a pesquisa de preferência visual foi feita com 14 pessoas. A intenção desta pesquisa foi a de ter uma amostra representativa de toda a população, mas sim a de permitir ao pesquisador coletar informações detalhadas, levando em consideração a estrutura complexa de relações entre pessoas e seu ambiente. As entrevistas foram realizadas de duas formas: entrevista semi-estruturada focalizada (Rheingantz et al, 2009), acompanhada da pesquisa de preferência visual; e entrevistas estruturadas ou dirigidas (Rheingantz et al, 2009), onde os pontos relevantes são anotados durante a conversa e o corpo do relato é construído logo depois a partir desses pontos. O roteiro das entrevistas semiestruturadas abordava questões sobre: percepção da qualidade geral do residencial (comparação com local anterior), qualidade áreas comuns (infra-estrutura e arborização), segurança e territorialidade, convívio com vizinhos e privacidade, hábitos/usos do espaço livre comum. 3

4 Os moradores abordados foram escolhidos dentre os que estavam usando os espaços públicos, nos diversos horários do dia. Buscou-se registrar as informações de homens, mulheres, crianças, adultos, idosos e residentes. O contato continuado próximo à casa dos moradores durante as observações aportou confiança em relação ao trabalho. A Pesquisa de Preferência Visual (PPV) consistiu de imagens selecionadas de forma a representar diferentes tipologias dos seguintes espaços/setores: playground e rua, em ambos os residenciais; pátio no Residencial Solar das Águas e alameda no Mar Azul. O entrevistado foi convidado a ordenar as imagens por preferência, explicando as razões de fazê-lo. Pretendeu-se com esta técnica encontrar novos elementos mencionados em entrevistas, e fazer uma triangulação de dados. Os registros nos mapas comportamentais seguiram a metodologia de Rheingantz et al (2009) e Golicnik e Thompson (2010). Foram eleitas subáreas e se permaneceu em cada uma por dez minutos tomando nota das atividades que ocorriam. Cada subárea foi observada durante cada um dos seis períodos de observação predeterminados (7:00/9:00h, 9:00/11:00h, 11:00/13:00h, 13:00/17:00h e 17:00/19:00h), todos os dias da semana. A análise de dados buscou comparar diretrizes da literatura com resultados da APO e assim refutar, complementar, ou incorporar novas diretrizes de projeto para entorno de HIS. 3. RESIDENCIAL SOLAR DAS ÁGUAS E RESIDENCIAL MAR AZUL CONTEXTO O estudo foi executado na cidade de Vitória, capital do estado do Espírito Santo, localizado na região sudeste do Brasil. Nas figuras 1, 2 e 3 se observa, marcado em amarelo, a localização dos bairros abordados por este estudo no contexto da cidade. Residencial Solar das Águas acima e Residencial Mar Azul abaixo. FIGURAS 1, 2 e 3 Localização Brasil, Espírito Santo, município de Vitória, Bairros Santa Martha (ponto superior) e Jesus de Nazareth. Fonte:Wikipédia, Google Earth 4

5 Na Fig. 4 o Residencial Solar das Águas em amarelo e à direita, na área sem construções, se vê o Parque Mangue Seco. É possível visualizar também a proximidade do residencial com o canal da Passagem, braço de rio que atravessa o manguezal e desemboca na praia de Camburi. FIGURA 4 Bairro Santa Martha, e Residencial Solar das Águas (amarelo). Fonte: Google Earth. FIGURAS 5 e 6 Bairro Jesus de Nazareth com o Residencial Mar Azul (amarelo), e Contraste entre a cidade formal e o bairro situado em encostas íngremes. Fonte: Google Earth e Oliveira (2011). Na figura 5 o Residencial Mar Azul, destacado em amarelo, está em um dos limites do bairro, na parte baixa. Isso o torna mais acessível à via coletora destacada em vermelho na fig. 6, mas acaba por excluir os moradores. Ainda na imagem se vê imediatamente abaixo do residencial o estaleiro Zelmax marcado em rosa, e abaixo dele a Baía de Vitória OBSERVAÇÕES, ENTREVISTAS, PESQUISA DE PREFERÊNCIA VISUAL E DIRETRIZES Em geral, ambos os residenciais apresentaram-se em desconformidade com maioria das diretrizes encontradas na literatura. Convém destacar que, quando constatado atendimento a alguma diretriz, por diversas vezes elas ocorreram em modificações feitas a posteriori pelos próprios moradores (marcadas na tabela 01 com SIM*). Isto reforça a pertinência destas diretrizes para o contexto local, bem como a importância de incorporá-las a projetos novos. As diretrizes apresentadas na tabela são citadas no corpo do texto (Dn o ) de acordo com sua relevância para o tema discutido. Cuidados com orientação das ruas e manutenção de visuais - Diretrizes Gerais/implantação - foram ignorados em ambos os residências:...apesar que nos estamos praticamente dentro do mar mas a gente vê o mar aqui né?! Estamos escondidos. Aí a gente vai lá naquele portão grande da firma pra olhar o mar.. O mesmo ocorre com o visual do Mestre Álvaro, marco da paisagem na cidade de Vitória e visto somente dos quintais de metade das casas (Fig. 7 e D1). Outro ponto é o tamanho do residencial. O Mar Azul com 41 unidades parece ter uma maior dinâmica no espaço público, o que acontece no outro com apenas 15 unidades (D4): 5

6 ...maravilhoso o convívio aqui[...] ninguém vê ninguém...lá em baixo era bem mais divertido [...]Era tudo vizinho mesmo, beco grande onde todo mundo conversava, assava uma lingüiça, tomava uma cerveja. Esse espaço para a cerveja e churrasco foi construído por um morador (Fig. 8) no residencial com 41 unidades e acaba funcionando como ponto de encontro e local de socialização dos moradores (D7). Figura 7, 8, 9 e 10 Visual do Maciço do Mestre Álvaro.a partir da área de serviço; Espaço de socialização; Horta; Varal Existe um anseio por desenvolver experiências de agricultura urbana, corroborando diretriz da literatura de que os residenciais deveriam prever espaço para hortas urbanas (D8). Inclusive em um deles foi improvisada uma horta pelos próprios moradores (Fig. 9). A minha maior paixão, eu gostaria de ter como plantar as hortalicias [...] você cuidar duma couve, um alface... tudo que eu puder plantar, que eu produzir, que contenha agrotóxicos, num tem?! bacana. que eu já fui do interior, eu vivi essa vida. hoje eu revirei ela, eu mudei de ambiente, mas mudei o hábito. Na PPV sobre o espaço livre público, as imagens do residencial, com vegetação insipiente ou inexistente, foram elencadas como últimas preferências. Há uso de varais para roupa em áreas públicas, em consonância com D9 ( Fig. 10). Ambos possuem playground e as brincadeiras ocorrem nas calçadas estreitas com conflito entre faixas etárias diferentes (Fig. 11 e 12). Esse conflito e a proximidade da rua causa insegurança, ponto relevante nas entrevistas. Foi mencionado que um parque infantil seria mais bem utilizado que a quadra; a área da quadra, que possui 30m² a mais que o máximo recomendado, poderia conter subespaços e assim atender a diversos grupos (D5): aqui pra criança pequena tem nada. [...] Tem pros maiores (quadra) [...] às vezes você bota as crianças num velotrol pra brincar aqui, ai vem logo as bicicletas grandona, vem os meninos grandes chutando bola, que tá no horário de outro que tá jogando, cabe eles lá, eles vem jogar praqui [...] Então as crianças pequininim mesmo eles tem um lazer. Tem que brincar na rua, disputar a rua com os grandes. 6

7 Figura 11 e 12 Brincadeiras na calçada. Figuras 13 e 14 Brincadeiras no pátio e amarelinha na alameda No residencial com pátio, observou-se também uso do mesmo pelas crianças (Fig. 13 e 15). As crianças que tem sua unidade virada para o pátio vão até lá para brincar; ali ficam mais protegidos e esse ponto foi mencionado nas entrevistas. Todos os locais de brincar estão a uma distância razoável da casa e essa prática foi observada (D6). Na PPV, dentre duas imagens de playground (um sombreado e outro ) o sombreado foi preferido, sendo que nas eventuais preferências pelo play sem sombra os entrevistados mencionam outros elementos da foto (tipologia de casa, aparência e manutenção do equipamento). Figura 15 mapa comportamental do residencial Solar das Águas representando o uso no fim de semana à tarde 7

8 A personalização do espaço ocorreu pela cor da pintura externa e também pelo uso de vasos nas entradas/portões (Fig. 16 e D11). Como houve previsão para este elemento de marcação da entrada, os vasos podem comprometer a acessibilidade, por estarem em faixa específica/serviço na calçada, nem terem sido incorporados ao muro. Com relação à territorialidade percebe-se que os moradores hesitam em se responsabilizar por ele e esperam algum tipo de compensação financeira: "A responsabilidade é de quem? Da prefeitura de mexer em tudo isso aqui. se a prefeitura nos isenta de alguns impostos, nós fazemos isso aqui... e fazemos muito melhor. Para aumentar a sensação de pertencimento, os jardins deveriam estar adjacentes aos limites das unidades (D13), em situação oposta à encontrada no residencial Mar Azul (Fig. 17). No Mar Azul essa apropriação ocorreu em canteiros projetados na faixa de serviço das calçadas (Fig. 18). Com relação à segurança, a simples consolidação de acessos mostra-se eficiente para aumentar a sensação de segurança (D14); no mar Azul aumentou o fluxo de pedestres (Fig. 19 e 20). Figura 16, 17, 18 unidade personalizada com pintura e vaso; pátio com canteiro central; canteiro na faixa de serviço Figura 19 e 20 melhoria da pavimentação do acesso à baia de Vitória Observou-se que faltam assentos formais e mesmo informais em ambos os residenciais (Fig. 21). O projeto poderia ter atenuado essa carência considerando as bordas dos canteiros para acomodar pessoas sentadas (Fig.22 e D17). Cabe destacar que os moradores foram contra, na fase de projeto, à instalação de uma praça com bancos no cul de sac no Residencial Solar das Águas: A gente quis pracinhas. Pracinhas pra que?! Pra acumular gente que num trabalha, num faz nada? Pra ficar sentado à toa o dia todo inventando moda? A gente quis. [...] Porque a gente quer, quis botar banquinhos. Entretanto, na PPV as duas imagens de pátios com bancos foram as duas opções mais preferidas. Essa escolha indica que necessariamente os bancos são o problema, mas seu uso por - moradores. Caberia nesse caso, uma delimitação (D12). 8

9 Cabe destacar a transformação de mobiliário fixo em móvel, hora funcionando como parte de arranjo em U para conversas (Fig. 23 e D15), ora isolado voltado para ver o movimento da rua (D10). Encontrou-se mobiliário móvel dos próprios moradores nos espaços públicos (Fig.24 ). Figura 21 e 22 assentos informais em parte sombreada da escada e em borda de canteiro; Figura 23 e 24 - assentos fixos convertidos em móveis e mobiliário de moradores no espaço público Ausência de sombreamento ocorre em ambos, evidenciando o atendimento às diretrizes (D 18, 19 e 20). Reclamações com relação à falta de sombra são constantes:... você tem uma área assim: que é uma sombra, que você chega, aquele cansaço, suado - ah vô sentar aqui um pouquinho - pra depois entrar dentro de casa. Inclusive, na PPV a imagem que ficou como última na escolha dentre as tipologias de rua foi a sem sombra ou vegetação.boa parte dos entrevistados avaliou como importantes as árvores principalmente pela sombra e a sombra ao hábito de conversar do lado de fora da casa (D16): A gente nem tem espaço pra tomar uma fresca aqui né! Porque quando chega o verão mêmo você tem que atravessar a rua, ficar do lado de lá, porque isso aqui, até horário de verão, até seis e meia quase sete horas bate sol em tudo [...] aí a gente tem que ficar do lado de lá da rua... (onde o muro e as edificações fazem sombra na parte da tarde). Nos dois residenciais a instalação de sinalização foi mencionada como elemento para a melhoria do residencial (D23): Logo que eu mudei pra cá eu queria colocar um símbolo de segurança. São observados carros estacionados e motos circulando em vias de pedestres (Fig. 25), mostrando necessidade de melhor separação entre os fluxos (D21). Inclusive foi observado que quando os carros estão estacionados este espaço é apropriado pelas crianças para brincadeiras (Fig. 25, 26 e 15). Foi mencionado também que o fluxo de veículos é problemático - segurança, ruído e poeira e sugerido instalação de redutores de velocidade corroborando a D22. Figura 25 e 26 carros estacionados no acesso principal e acesso lateral 9

10 A proximidade entre as casas geminadas causa problemas de privacidade e conflitos. O espaço precário de transição da rua para a edificação e a falta de filtros geraram reclamações (D2, D24 e D25): Ah incomoda você... viver num lugar assim: você abre sua porta cê tá dentro da rua. Né?! Se você, cê quer ficar com a porta aberta, tá muito calor; cê quer sentar no seu sofá assistir uma televisão, você fica tranqüilo [...]Você sempre praticamente tá dentro da rua... Entretanto, a possibilidade de vigilância do espaço público contíguo à unidade é valorizado, corroborando (D6):... quero que os vizinhos do prédio me vejam [...] mas consigo subir num banquinho e olhar da báscula se ouço barulho lá fora. A tabela 01 abaixo mostra exemplos de diretrizes consideradas relevantes para o contexto local, baseado na APO destes dois residências, Solar das Águas (SA) e Mar Azul (MA). Tabela 1 Diretrizes de projeto DIRETRIZES DE PROJETO SA MA Diretrizes gerais/implantação D1 Explorar potencial visual (Espaço Livre Focado) e canalização de ventos dominantes. D2 Distanciar edificações que ficam umas frente às outras em no mínimo 9 m D3 Fluxo externo deve evitar cortar áreas comuns/ Onde houver rota de pedestres fortemente estabelecida certificar-se que ela passe por uma porção relativamente neutra do conjunto ou que tenha anteparos visuais para os setores semi-privados. D4 O numero de edificações agrupadas ao redor de um espaço comum paisagisticamente tratado deve ser de 20 a 100 unidades. Deve ser considerado 1 playground para essas unidades habitacionais. D5 Espaços medianos e variados são preferíveis a grandes espaços sim Espaço livre público D6 D7 D8 D9 D10 Prover contato visual da casa para o espaço livre público para supervisão das crianças brincando e controle de pessoas que passam por ali. Espaços comuns devem incluir áreas onde as famílias possam organizar churrascos ou festas locais típicas. Destinar uma área para jardins comunitários e hortas em local ensolarado junto às áreas comuns paisagisticamente tratadas. Oferecer áreas para varais ao sol, longe do movimento dos pedestres e das áreas de recreação das crianças. Prover locais confortáveis e seguros para sentar e socializar próximos a uma rota central muito utilizada. sim 10

11 Segurança Territorialidade Equipamentos e mobiliário Arborização D11 D12 D13 Prover floreiras nas janelas ou prateleiras para vasos nas janelas frontais para que os moradores tenham mais um elemento de personalização da unidade. Assegurar que as entradas de pedestre do residencial claramente indiquem a transição do público para o semi-privado. Em esquemas de clusters/pátios assegurar que o paisagismo deve ser executado preferencialmente na parte semi-privada que na pública, para favorecer a manutenção por parte dos moradores. Melhorar as condições das superfícies de caminhos de pedestres para que se D14 melhore o sentimento de segurança e para prover oportunidade das pessoas se sentarem e eventualmente vigiarem os caminhos. D15 Utilizar mobiliários móveis sempre que possível (50 % ideal) D16 50% dos assentos devem estar sombreados D17 Definir bordas de canteiros como assentos informais (h máx: 70cm e prof. mín. 30 cm) D18 Conservar as árvores maduras existentes no terreno a todo custo sim D19 Plantio deve usar vegetação de rápido crescimento e ser executado antes do desenvolvimento do empreendimento D20 Utilizar espécies de plantas nativas e resistentes, fáceis de aguar e manter sim Sistema viário D21 D22 D23 Separar o tráfego veicular e de pedestres e quando estes se misturarem fazer a organização de veículos e pedestres em uma base estritamente controlada (uso misto, woonerfs) Adotar maneiras de diminuir a velocidade do tráfego como estreitar as vias, redutores de velocidade em intervalos nas vias, barreiras para tráfego pesado, redirecionar tráfego ao redor da periferia do bairro vizinhança Colocar na entrada dos locais placas especificando o limite de velocidade e que pode haver crianças brincando sim Edificação e sua relação com o entorno D24 D25 Criar pontos de transição da rua para a edificação: portão frontal, jardim frontal privativo, pórtico, etc. Se houver dimensões espaciais limitadas usar desníveis vencidos por degraus ou preferencialmente rampas pequenas. As edificações devem estar afastadas a pelo menos 3,6m dos caminhos de pedestres ou ruas. Onde for possível o afastamento garantir a privacidade nas edificações através de: anteparos visuais, como jardins privativos ou pátios entre edificações e espaços de uso livre ou públicos. / 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALEX, S. Projeto da Praça: Convívio e exclusão no espaço público. São Paulo: Editora Senac SP BINS ELY, Vera Helena Moro; DORNELES, Vanessa Goulart; KOELSER, Mirelle Papaleo, Desenho Universal Aplicado ao Paisagismo. Florianópolis:PETARQ/UFSC CDROM BISSOLI, M; CALMON, J.; CASER, K. Recomendações de sustentabilidade para o entorno de habitação de interesse social: estudo realizado no residencial Barreiros, Vitória (ES,Brasil). Encontro Latino Americano de Comunidades Sustentáveis - ELECS. Anais...Campo Grande, MS, BOOTH Norman K., Basic Elements of Landscape Architectural Design, Waveland Press,

12 COOPER MARCUS, C.; FRANCIS, C. People places: design guidelines for urban open space. New York: Van Nostrand Reinhold, COOPER M. C; SARKISSIAN, W. Housing As If People Mattered: Site Design Guidelines for Medium- Density Family Housing. LA: University of California Press FRANCIS, Mark. Urban Open Space: Designing For User Needs. Washington, DC: Island Press, GOLICNIK, B.; THOMPSON C.W. Emerging relationships between design and use of urban parks spaces. Landscape and Urban Planning 94, 38-53, KAPLAN, R.; KAPLAN, S.; RYAN, R. With people in mind: Design and management of everyday nature. Island Press, KOWALTOWSKI, Doris C. C. K. et al, Análise de parâmetros de implantação de conjuntos habitacionais de interesse social:ênfase nos aspectos de sustentabilidade ambiental e da qualidade de vida. Porto Alegre: ANTAC, 2006 (Coleção Habitare). MONTEIRO, Evandro Ziggiatti, Verdes-dentro e verdes-fora : visões prospectivas para espaços abertos urbanos - privados e públicos - em área habitacional de interesse social. Campinas, SP: [s.n.], PMV - Prefeitura de Vitória. Disponível em: Acesso em: 04/2012 RHEINGANTZ, P. et al. Observando a Qualidade do Lugar: procedimentos para a avaliação pósocupação. Rio de Janeiro: Proarq/FAU/UFRJ, 2009 ROMÉRO, Marcelo e ORNSTEIN, Sheila. W. (eds. e coords.). Avaliação Pós-Ocupação: métodos e técnicas aplicados à habitação social. Porto Alegre: ANTAC, (Coleção Habitare). Acesso: 04/2011. Disponível em: 12

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