Uma crônica de uma profissional da área Contábil/Tributária por Terezinha Massambani - Consultora Tributária do Cenofisco

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Uma crônica de uma profissional da área Contábil/Tributária por Terezinha Massambani - Consultora Tributária do Cenofisco"

Transcrição

1 Medida Provisória 627 e o fim do RTT: R-Evolução? Uma crônica de uma profissional da área Contábil/Tributária por Terezinha Massambani - Consultora Tributária do Cenofisco Atualmente, nós, profissionais da contabilidade estamos atravessando uma fase de muita turbulência, como nunca se viu antes na história desse país. Poderíamos até chamar de uma REVOLUÇÃO na profissão contábil (área Contábil/Tributária/Tecnológica). Há exatos 30 anos comecei minha vida profissional, inicialmente como contadora e posteriormente como consultora tributária. Acompanhando de perto a legislação tributária federal já passei por muitas situações inusitadas e complexas. Terezinha Massambani, autora. No passado tivemos muitas situações complicadas, que demandaram horas e horas de estudos e análises. Vamos fazer uma breve retrospectiva dos eventos mais relevantes: Em 1991, com a publicação da Lei 8.200/91, que tratava da correção monetária das demonstrações financeiras para efeitos fiscais e societários, tivemos que complementar a Correção Monetária de Balanço com um ajuste tomando-se por base o IPC-90. Esta complementação do ajuste IPC/BTNF gerou na época muito trabalho para ser implementado corretamente na contabilidade das empresas, e gerou consequências fiscais com reflexos em diversos anos subsequentes. Posteriormente, com a publicação da Lei 9.249/95 foi revogada a correção monetária de balanço a partir de Janeiro de 1.996, inclusive ficou expressamente vedada a utilização de qualquer sistema de correção monetária de demonstrações financeiras, inclusive para fins societários. A partir de janeiro de 1992, com a publicação da Lei 8.383/91, passamos a calcular e recolher o IRPJ e a CSLL no lucro real em bases correntes, ou seja, com recolhimentos mensais antecipados (estimativa mensal) e posterior ajuste anual. Com a publicação da Lei 9.430/96, as sociedades civis de prestação de serviços profissionais relativos ao exercício de profissão legalmente regulamentada (Decreto-lei 2.397/87), passaram, em relação aos resultados auferidos a partir de 1º de janeiro de 1997, a serem tributadas pelo imposto de renda de conformidade com as normas aplicáveis às demais pessoas jurídicas. Assim, a partir de tivemos que nos adaptar ao fim do regime tributário das Sociedades Civis de Profissão Regulamentada, o que obrigou a adoção do regime de lucro presumido ou real para estas sociedades, com aumento de carga tributária, pois a partir desta data todas essas sociedades civis passaram a contribuir para a Cofins. Em 2002, com a publicação da Lei /02 tivemos que nos adaptar a mais uma profunda alteração na apuração da Contribuição Pis/Pasep, com a implementação do regime não-cumulativo, e, em 2004, com a publicação da Lei /03 veio a alteração também para a Contribuição Cofins.

2 Com a publicação da Lei Complementar 123/06, as Microempresas e as Empresas de Pequeno Porte foram surpreendidas no meio do ano de 2007 com a criação do regime Simples Nacional, que diferentemente do antigo Simples Federal, abrangia obrigatoriamente o ICMS e o ISS. Porém a legislação veio Super Complexa (e ainda chamaram de Super Simples ), o que demandou novamente muitas horas de estudos para a tomada de decisão de optar ou não por esse regime de tributação. Mas, como diz o ditado popular, nada é tão ruim que não possa piorar, estava ainda por vir o maior pesadelo dos profissionais da contabilidade, o tal do RTT. Com a publicação da Lei /07 e /09 foi alterada a Lei 6.404/76, e a nossa antiga contabilidade brasileira foi transformada na Nova Contabilidade, adaptada aos padrões internacionais. E com isso foi necessário a reformulação de todas as Normas Brasileiras de Contabilidade, e para esse fim foi criado o CPC (Comitê de Procedimentos Contábeis), que tem por objetivo o estudo, o preparo e a emissão de Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de contabilidade, levando sempre em conta a convergência da Contabilidade Brasileira aos padrões internacionais. Inicialmente a alteração na Lei 6.404/76 tratava puramente da contabilidade propriamente dita, levando-se em conta a primazia da essência sobre a forma, ou seja, para que a informação represente adequadamente as transações e outros eventos, é necessário que sejam contabilizados e apresentados de acordo com a sua substância e realidade econômica, e não meramente sua forma legal. Porém estas alterações na área contábil resultaram em reflexos na área tributária, que foram anulados pela criação do RTT Regime Tributário de Transição. Aí começou a miscelânea. Solução? Evolução? Revolução? Inicialmente o RTT era facultativo (no biênio 2008/2009) e se tornou obrigatório a partir de 2010, inclusive para a apuração do IRPJ/CSLL com base no lucro presumido ou arbitrado, e PIS/Pasep e COFINS, e deveria vigorar até a entrada em vigor de lei que disciplinasse os efeitos tributários dos novos métodos e critérios contábeis. Com a implantação do RTT, os procedimentos fiscais aplicáveis antes da alteração contábil foram preservados, o que demandaria ajustes extra-contábeis (Adições e Exclusões) no Livro de Apuração do Lucro Real Lalur. Vamos citar a seguir algumas alterações contábeis que refletiram na área tributária, e tiveram que ser anuladas via ajuste RTT. Pela nova normatização contábil as empresas tiveram que contabilizar as despesas de depreciação considerando a vida útil econômica. Assim, por exemplo, se uma máquina da produção fosse pouco utilizada e muito bem conservada pela empresa, ela teria uma vida útil econômica superior a dez anos, que seria o prazo de vida útil fiscal previsto na IN SRF 162/98. Desta forma, como a contabilidade deveria espelhar a realidade, deveríamos contabilizar a depreciação utilizando uma taxa menor (por exemplo, se a máquina tivesse vida útil econômica de vinte anos, deveríamos utilizar uma taxa anual de 5%). Procedendo desta forma, na Demonstração de Resultado do Exercício a empresa teria um lucro maior, pois o valor despesa de depreciação seria inferior ao aceito fiscalmente. Neste caso, deveríamos fazer no Lalur um ajuste RTT de exclusão da diferença, para que fosse considerado o prazo de vida útil fiscal.

3 Exemplo: Aquisição da máquina: D Máquina (Ativo Imobilizado) ,00 C Fornecedores (Passivo Circulante) ,00 Depreciação Econômica D Despesa com Depreciação (Resultado)...500,00 C- Depreciação Acumulada (Ativo Imobilizado)...500,00 DRE Receitas ,00 CMV ,00 Depreciação...500,00 Lucro Contábil ,00 Lalur Lucro Contábil ,00 RTT-Adição...0,00 RTT-Exclusão...500,00 Lucro Real ,00 E se fosse o contrário, se a vida útil econômica da maquina fosse inferior a dez anos, deveríamos contabilizar uma taxa maior, porém, neste caso, teríamos que proceder a um ajuste de Adição RTT da diferença no Lalur. Exemplo: Aquisição da máquina: D Máquina (Ativo Imobilizado) ,00 C Fornecedores (Passivo Circulante) ,00

4 Depreciação Econômica D Despesa com depreciação (Resultado) ,00 C- Depreciação Acumulada (Ativo Imobilizado) ,00 DRE Receitas ,00 CMV ,00 Depreciação ,00 Lucro Contábil ,00 Lalur Lucro Contábil ,00 RTT-Adição ,00 RTT-Exclusão...0,00 Lucro Real ,00 Uma outra alteração muito significativa foi a modificação do conceito de imobilizado, que foi ampliado com a seguinte redação inclusive os que transfiram a companhia benefícios, riscos e controles desses bens. Desta forma teríamos que imobilizar os bens adquiridos na modalidade de arrendamento mercantil financeiro (leasing financeiro). Porém, para efeito fiscal era aceito o lançamento das contraprestacões pagas mensalmente como despesa. Assim a empresa poderia utilizar a despesa no prazo do contrato (por exemplo, em 24 meses). Com a exigência do lançamento contábil em ativo imobilizado, a empresa deveria proceder ao lançamento contábil da depreciação, porém esta despesa de depreciação deveria ser anulada como ajuste RTT de adição e as contraprestações pagas mensalmente seriam considerados como ajuste RTT de exclusão no Lalur. Estes são apenas alguns exemplos de ajustes RTT a que as empresas estavam sujeitas, tornando extremamente complexo o preenchimento da DIPJ. Em 02 de maio de 2013 foi publicada a Instrução Normativa 1.353/13 criando a Escrituração Fiscal Digital do Imposto sobre a Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido da Pessoa Jurídica (EFD-IRPJ), e extinguindo a DIPJ a partir de Porém a IN 1.353/13 foi revogada pela IN 1.422/13, publicada em 20 de dezembro de 2013.

5 Em 17 de setembro de 2013 foi publicada a IN 1.397/13, que dispõe sobre o RTT e cria a Escrituração Contábil Fiscal-ECF. Esta Instrução Normativa trouxe algumas exigências inusitadas, como a abertura de duas contabilidades distintas, uma pelas normas atuais e outra considerando as regras antigas, inclusive exigindo a tributação dos lucros distribuídos aos sócios apurado com base nas novas regras contábeis de 2008 a A Instrução Normativa também exigia o recálculo dos juros sobre o capital próprio utilizados como despesa de 2008 a 2013, que teriam sido calculados aplicando-se a taxa de juros TJLP sobre um patrimônio liquido apurado de acordo com as novas regras. A Instrução Normativa 1.422, publicada em 20 de dezembro de 2013 revoga alguns artigos da IN 1.397/13 e determina que a partir do ano-calendário de 2014, todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, deverão apresentar a Escrituração Contábil Fiscal (ECF). Nesta altura dos acontecimentos, a paciência dos profissionais de contabilidade estava chegando ao limite, pois estas exigências trazidas pela Instrução Normativa 1.397/13 não tinham cabimento, gerando uma insegurança jurídica generalizada no país. As Entidades de Classe dos Contadores solicitaram uma reunião com a Receita Federal para tratar dos assuntos da referida instrução. E, dessa reunião saiu a promessa de simplificação dos procedimentos contábeis e tributários por parte da Secretaria da Receita Federal do Brasil. Pois bem, em 12 de novembro de 2013 foi publicada a Medida Provisória 627/13 extinguindo o RTT e introduzindo um conjunto de regras que visam alinhar e adaptar as regras fiscais às novas normas contábeis vigentes no Brasil, disciplinando os ajustes necessários. Nos seus 100 artigos de leitura nada agradável (pois se trata de alterações de diversas normas antigas), a Medida Provisória altera a legislação tributária federal relativa ao IRPJ, à CSLL, à Contribuição para o PIS/PASEP e à COFINS e revoga o Regime Tributário de Transição RTT. A Medida Provisória seria aplicada a partir de 2015, porém a empresa poderá opcionalmente antecipar seus efeitos para Esta opção foi inserida no artigo 71: Art. 71. A pessoa jurídica poderá optar pela aplicação das disposições contidas nos arts. 1º a 66 desta MP para o ano-calendário de º A opção será irretratável e acarretará a observância de todas as alterações trazidas pelos arts. 1º a 66 e os efeitos dos incisos I a VI, VIII e X do caput do art. 99 a partir de 1º de janeiro de º A Secretaria da RFB definirá a forma, o prazo e as condições da opção de que trata o caput. A MP tem eficácia de lei por 60 dias a partir da data da sua publicação, podendo ser prorrogada por um período adicional de 60 dias. Em 12 de fevereiro de 2014 a Medida Provisória teve sua vigência prorrogada pelo período de sessenta dias. Portanto, até abril, ela deverá ser convertida em lei, ou perderá sua eficácia. Também é possível que alguns dos tópicos abordados pela MP sejam alterados se e quando a Medida Provisória for convertida em lei, quando da sua aprovação pelo Congresso. Vale ressaltar que já existem mais de 500 propostas de alteração na Medida Provisória.

6 De acordo com o artigo 247 do RIR/99, o lucro real é o lucro liquido do período-base ajustado pelas adições, exclusões ou compensações prescritas ou autorizadas pela legislação. Desta forma, para proceder a algum ajuste no Livro Lalur, temos que ter autorização legal. Com o fim dos ajustes RTT, a Medida Provisória traz para dentro da norma fiscal alguns ajustes que antes eram considerados ajustes RTT. Como por exemplo, o arrendamento mercantil financeiro (leasing financeiro), que agora recebeu tratamento fiscal específico, em razão da alteração significativa na forma de contabilização. Foi tratado na Medida Provisória também a questão do ágio interno nas operações de incorporação, deixando claro, que não será aceito a despesa de amortização de ágio gerado entre empresas do mesmo grupo. Foi alterada também a forma do registro nas aquisições e reorganizações societárias, a MP determina que devam ser feitos três registros destacados, o custo de aquisição, a mais valia e o ágio apurado com base em rentabilidade futura. Este novo procedimento reduz consideravelmente o valor do ágio a ser amortizado como despesa nas operações entre empresas independentes. Foi aperfeiçoado o conceito de receita bruta, com implicações na apuração do IRPJ/CSLL no lucro real anual (estimativa mensal) e presumido, e ainda Pis/Pasep e Cofins, porém o novo conceito não é claro, traz termos genéricos e, desta forma, está passível de diferentes interpretações. A Medida Provisória também altera a forma de cálculo dos juros sobre o capital próprio, listando as contas do patrimônio líquido a serem consideradas. Enfim, foi ampliado o limite dos bens de pequeno valor que poderiam ser considerados diretamente no resultado, como despesas, e não imobilizados. O limite que era R$326,61 passou a R$1.200,00 a partir de 2015 ou a partir de 2014, se a empresa optar por antecipar a aplicação da MP, conforme previsto no artigo 71. Uma questão sem resposta: Se a empresa comprar no dia 18 de fevereiro 2014 um bem no valor de R$1.000,00, como deveria proceder ao lançamento contábil? Se a empresa não for utilizar a MP para 2014, deveria imobilizar. Contudo, se optar por antecipar os efeitos da MP para 2014, deveria contabilizar diretamente em despesa, como bem de pequeno valor. Mas e se a Medida Provisória não for convertida em lei? E se a Medida Provisória for convertida em lei, mas e se a lei não trouxer mais essa disposição? Tudo é possível... Com o fim do ativo diferido, a contabilização das despesas pré-operacionais deve ser feita no resultado, antes era ajuste RTT, a empresa deveria adicionar inicialmente e excluir em cinco anos, agora, pelo artigo 10 da MP o tratamento fiscal é o mesmo, adição no período de apuração em que incorridas as despesas pré-operacionais e exclusão em cinco anos. Uma questão muito polêmica é a contabilização da depreciação com base na vida útil econômica. Pela MP, se a empresa utilizar uma taxa menor, poderia excluir a diferença pela taxa fiscal. Mas e se a taxa a ser utilizada for maior? Estaria a Receita Federal aceitando uma vida útil inferior à fiscal? (Isso reduziria o lucro tributável e consequentemente o tributo...)

7 Talvez fosse exigido um laudo de um Instituto Oficial (IPT ou INT)? Ou poderia ser com laudo interno ou externo? Mais uma questão sem resposta... Em resumo, a MP trouxe mais perguntas do que respostas. Muitas questões tratam de temas muito sensíveis e que certamente será objeto de grande discussão. Muito ainda vai se discutir, muitas teses vão surgir e muitas dúvidas vão permanecer. É esperado que a Receita Federal do Brasil se manifeste em breve sobre o tema. Constituição Federal/88 - art o processo legislativo compreende a elaboração de: Emendas à Constituição, Leis Complementares, Leis Ordinárias, Leis Delegadas, Medidas Provisórias, Decretos Legislativos, Resoluções. Único - Lei Complementar disporá sobre a elaboração, redação, alteração e consolidação das leis. Lei Complementar 95/98 dispõe sobre a elaboração, a redação, a alteração e a consolidação das leis. Decreto 4.176/02 - art as disposições normativas serão redigidas com clareza, precisão e ordem lógica... Analisando estas legislações, que tratam da elaboração das disposições normativas, chegamos à conclusão de que a legislação tributária brasileira poderia ser considerada inconstitucional... Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças. Charles Darwin

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09) Regulamenta o Regime Tributário de Transição (RTT), institui o Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) e dá outras providências.

Leia mais

Parecer Normativo nº 1 de 29 de julho de 2011. DOU de 9.8.2011

Parecer Normativo nº 1 de 29 de julho de 2011. DOU de 9.8.2011 Parecer Normativo nº 1 de 29 de julho de 2011 DOU de 9.8.2011 As diferenças no cálculo da depreciação de bens do ativo imobilizado decorrentes do disposto no 3º do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, com

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos MP627 Alterações Fiscais sobre o Ajuste a Valor Presente

Parecer Consultoria Tributária Segmentos MP627 Alterações Fiscais sobre o Ajuste a Valor Presente 11/03/2014 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Cliente... 4 3. Análise da Legislação... 5 a. Ajuste a Valor Presente no Contas a Receber... 5 b. Ajuste

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 DOU de 17.9.2013 Dispõe sobre o Regime Tributário de Transição (RTT) instituído pelo art. 15 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. O SECRETÁRIO

Leia mais

Fiscal - ECF. Me. Fábio Luiz de Carvalho. Varginha-MG, 31.julho.2015

Fiscal - ECF. Me. Fábio Luiz de Carvalho. Varginha-MG, 31.julho.2015 Escrituração Contábil Fiscal - ECF Me. Fábio Luiz de Carvalho Varginha-MG, 31.julho.2015 Causa & Efeito A Lei n. 11.638/07 combinada com os Pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis

Leia mais

E-LALUR e a extinção do Regime Tributário de Transição (RTT)

E-LALUR e a extinção do Regime Tributário de Transição (RTT) E-LALUR e a extinção do Regime Tributário de Transição (RTT) Setembro de 2012 Celso Pompeu Alcantara 1 Regime Tributário de Transição (RTT) Durante 2011/2012, ouvimos discussões sobre 4 diferentes cenários:

Leia mais

CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA

CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA ATIVIDADE IMOBILIÁRIA Compra e Venda, Incorporação, Loteamento e Construção para Venda de Imóveis Aspectos Contábeis e Tributários Sergio Renato

Leia mais

Mesa de Debates CRC/RJ Lei 12.973/2014 e o novo regime tributário pós RTT. Claudio Yano 20 de maio de 2014

Mesa de Debates CRC/RJ Lei 12.973/2014 e o novo regime tributário pós RTT. Claudio Yano 20 de maio de 2014 Mesa de Debates CRC/RJ Lei 12.973/2014 e o novo regime tributário pós RTT Claudio Yano 20 de maio de 2014 DIPJ 2014 Prazo de entrega Programa Gerador aprovado pela IN RFB 1.463/14; Prazo para entrega:

Leia mais

Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14

Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14 Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14 pela IN 1.515/14 Julio Chamarelli Sócio de Consultoria Tributária da KPMG jcepeda@kpmg.com.br Sergio André Rocha Professor Adjunto de Direito Financeiro

Leia mais

TributAção. Novembro de 2013 Edição Extraordinária. MP 627/13 Regime tributário com o fim do RTT

TributAção. Novembro de 2013 Edição Extraordinária. MP 627/13 Regime tributário com o fim do RTT TributAção Novembro de 2013 Edição Extraordinária MP 627/13 Regime tributário com o fim do RTT Passados quase cinco anos da convergência das regras contábeis brasileiras ao padrão internacional contábil

Leia mais

www.pwc.com Lei 12.973/2014 Junho, 2014 São Paulo Maio de 2014

www.pwc.com Lei 12.973/2014 Junho, 2014 São Paulo Maio de 2014 www.pwc.com Lei 12.973/2014 Junho, 2014 São Paulo Maio de 2014 Contexto Atual Contexto atual Fiscal X societário 1 2 3 4 Institui o balanço fiscal Tributa dividendos distribuídos em excesso em relação

Leia mais

Medida Provisória 627/13 Giancarlo Matarazzo

Medida Provisória 627/13 Giancarlo Matarazzo Medida Provisória 627/13 Giancarlo Matarazzo 2 de Dezembro de 2013 1 Evolução Histórica Introdução no Brasil de regras contábeis compatíveis com os padrões internacionais de contabilidade IFRS Essência

Leia mais

LEI N 12.973/14 (IRPJ/CSLL/PIS-PASEP E COFINS)

LEI N 12.973/14 (IRPJ/CSLL/PIS-PASEP E COFINS) LEI N 12.973/14 (IRPJ/CSLL/PIS-PASEP E COFINS) Miguel Silva RTD REGIME TRIBUTÁRIO DEFINITIVO (Vigência e Opção pela Antecipação de seus Efeitos) 1 Para efeito de determinação do IRPJ, CSLL, PIS-PASEP e

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas 24/09/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1

Leia mais

Tributos sobre o Lucro Seção 29

Tributos sobre o Lucro Seção 29 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Resolução CFC nº 1.159, de 13/02/2009 DOU 1 de 04/03/2009 Aprova o Comunicado Técnico CT 01 que aborda como os ajustes das novas práticas contábeis adotadas no Brasil trazidas pela Lei nº 11.638/07 e MP

Leia mais

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL (ECF)

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL (ECF) ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL (ECF) Grant Thornton - Brasil Junho de 2015 Agenda Considerações Iniciais; Obrigatoriedade de Transmissão; Penalidades (Multas); Informações a serem Transmitidas; Recuperação

Leia mais

Lei 12.973/2014 Receita Bruta

Lei 12.973/2014 Receita Bruta Lei 12.973/2014 Lei 12.973/2014 Receita Bruta Receita Bruta Produto da venda de bens Receita Bruta (art. 12, DL nº 1.598/1977) Preço da prestação de serviços Resultado auferido nas operações de conta alheia

Leia mais

ABDE Associação Brasileira de Desenvolvimento

ABDE Associação Brasileira de Desenvolvimento TAX ABDE Associação Brasileira de Desenvolvimento Ativo diferido de imposto de renda da pessoa jurídica e de contribuição social sobre o lucro líquido aspectos fiscais e contábeis Outubro de 2014 1. Noções

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014

Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014 1 Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014 Alterações na Legislação do IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e Extinção do RTT Junho/2015 2 1. Introdução à IN RFB nº 1.515/2014 Dispõe sobre a determinação e o pagamento

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO TRIBUTÁRIO ATUAL IBDT/AJUFE/FDUSP-DEF LEI 12.973/14. O que foi alterado na apuração do IRPJ?

III CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO TRIBUTÁRIO ATUAL IBDT/AJUFE/FDUSP-DEF LEI 12.973/14. O que foi alterado na apuração do IRPJ? III CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO TRIBUTÁRIO ATUAL IBDT/AJUFE/FDUSP-DEF LEI 12.973/14 O que foi alterado na apuração do IRPJ? Alberto Pinto DL 1598/77 LEI 12.973/14 Alterações Art 6º - Lucro real é o

Leia mais

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento Conheça o tratamento fiscal aplicável ao ágio e ao deságio apurados na aquisição dos investimentos avaliados pelo Método de Equivalência Patrimonial - MEP AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS - Ágio ou Deságio na

Leia mais

LEI N 12.973/14 (CONVERSÃO DA MP N 627/13) ALTERAÇÕES RELEVANTES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL

LEI N 12.973/14 (CONVERSÃO DA MP N 627/13) ALTERAÇÕES RELEVANTES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL LEI N 12.973/14 (CONVERSÃO DA MP N 627/13) ALTERAÇÕES RELEVANTES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL A Lei n 12.973/14, conversão da Medida Provisória n 627/13, traz importantes alterações à legislação tributária

Leia mais

LEI 12.973/2014 PRINCIPAIS IMPACTOS PRÁTICOS. Palestrante Luciano Perrone

LEI 12.973/2014 PRINCIPAIS IMPACTOS PRÁTICOS. Palestrante Luciano Perrone LEI 12.973/2014 PRINCIPAIS IMPACTOS PRÁTICOS Palestrante Luciano Perrone Você bem preparado para o futuro da profissão. SINDCONT-SP Lei 12.973/14 - CEPAEC; Planejamento 'SINDCONT-SP - Comunicação - Fernanda

Leia mais

MARAFON & FRAGOSO ADVOGADOS. pmarafon@marafonadvogados.com.br Fone 11 3889 22 84

MARAFON & FRAGOSO ADVOGADOS. pmarafon@marafonadvogados.com.br Fone 11 3889 22 84 MARAFON & FRAGOSO ADVOGADOS pmarafon@marafonadvogados.com.br Fone 11 3889 22 84 NOVO TRATAMENTO DO ÁGIO/DESÁGIO ARTIGO 20 O CONTRIBUINTE QUE AVALIAR INVESTIMENTO PELO VALOR DE PATRIMÔNIO LÍQUIDO DEVERÁ,

Leia mais

1. FCONT CONTROLE FISCAL CONTÁBIL DE TRANSIÇÃO

1. FCONT CONTROLE FISCAL CONTÁBIL DE TRANSIÇÃO 1. FCONT CONTROLE FISCAL CONTÁBIL DE TRANSIÇÃO Conforme disciplina a Instrução Normativa RFB nº 949/09, O FCONT é uma escrituração, das contas patrimoniais e de resultado, em partidas dobradas, que considera

Leia mais

Operações de Combinações de Negócios e Ágio

Operações de Combinações de Negócios e Ágio Operações de Combinações de Negócios e Ágio Tema: Operações de Combinações de Negócios e Ágio (Participações em Coligadas e Controladas ) Fonte: IN RFB Nº 1.515/14 Desdobramento do Custo de Aquisição com

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz Demonstrativo de Preço de transferência - Transfer Pricing consolidado na matriz 18/12/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

A LEI 12973 E OS NOVOS AJUSTES NA APURAÇÃO DO LUCRO REAL 16/08/2015 17:57 BLUMENAU/SC

A LEI 12973 E OS NOVOS AJUSTES NA APURAÇÃO DO LUCRO REAL 16/08/2015 17:57 BLUMENAU/SC CURRÍCULO DO PALESTRANTE Me. Marcos B. Rebello Mestre em Contabilidade/UFSC, Pós Graduado em Finanças, Auditoria e Controladoria/FGV, Graduado em Ciências Contábeis. Atua como consultor na adequação às

Leia mais

Adoção Inicial dos arts. 1º a 70 da Lei 12.973/2014. Lei 12.973/14 e IN RFB 1.515/14

Adoção Inicial dos arts. 1º a 70 da Lei 12.973/2014. Lei 12.973/14 e IN RFB 1.515/14 Adoção Inicial dos arts. 1º a 70 da Lei 12.973/2014 Adoção Inicial dos arts. 1º a 70 da Lei 12.973/2014 Lei 12.973/14 e IN RFB 1.515/14 Lei nº 12.973/2014 arts. 64 a 70 Adoção Inicial => procedimentos

Leia mais

Pedro@ananadvogados.com.br

Pedro@ananadvogados.com.br Pedro@ananadvogados.com.br Sócio de Anan Advogados Especialista em Direito Empresarial pela PUC-SP MBA Controller pela FEA-USP Membro da Diretoria Jurídica da ANEFAC Diretor do Conselho Consultivo da APET

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013 001 O que se entende por receitas e despesas não operacionais? Receitas e despesas não operacionais são aquelas decorrentes

Leia mais

Contmatic - Escrita Fiscal

Contmatic - Escrita Fiscal Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

Ajuste a Valor Presente e Ajuste a Valor Justo

Ajuste a Valor Presente e Ajuste a Valor Justo Ajuste a Valor Presente e Ajuste a Valor Justo Roberto Haddad Ajuste a Valor Presente (AVP) Ativo decorrente de operações de longo prazo (Art. 3º) Os valores decorrentes do ajuste a valor presente, do

Leia mais

A RELEVÂNCIA DA EVIDENCIAÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO DECORRENTE DE ADIÇÕES INTERTEMPORAIS E DE PREJUÍZO FISCAL NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

A RELEVÂNCIA DA EVIDENCIAÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO DECORRENTE DE ADIÇÕES INTERTEMPORAIS E DE PREJUÍZO FISCAL NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS IDENTIFICAÇÃO DO TRABALHO TÍTULO: A RELEVÂNCIA DA EVIDENCIAÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO DECORRENTE DE ADIÇÕES INTERTEMPORAIS E DE PREJUÍZO FISCAL NAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS AUTOR: JOSÉ ANTONIO DE FRANÇA

Leia mais

LEI 12.973/2014 E SPED: ADAPTAÇÃO ÀS NOVAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS

LEI 12.973/2014 E SPED: ADAPTAÇÃO ÀS NOVAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS LEI 12.973/2014 E SPED: ADAPTAÇÃO ÀS NOVAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS Visão geral dos impactos das novas evidenciações e diferenças de práticas contábeis advindas da IN 1.515. Subcontas. ECF e suas implicações.

Leia mais

empresas constantes de seus anexos, de acordo com o Estado da Federação em que estava localizado o contribuinte.

empresas constantes de seus anexos, de acordo com o Estado da Federação em que estava localizado o contribuinte. SPED O Sistema Público de Escrituração Digital, mais conhecido como Sped, trata de um projeto/obrigação acessória instituído no ano de 2007, através do Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007. É um

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Comparativo leiaute DIPJ 2014 x ECF

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Comparativo leiaute DIPJ 2014 x ECF Comparativo leiaute DIPJ 2014 x ECF 05/05/2014 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Time da Eficiência Comercial... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Comparativo

Leia mais

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008

O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 O Impacto da Lei 11.638/07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008 Pronunciamento CPC 013 Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07 e da Medida Provisória no 449/08 Antônio Carlos Palácios Vice-Presidente

Leia mais

Elaborado e apresentado por:

Elaborado e apresentado por: A CONSTRUÇÃO CIVIL E AS REGRAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE - ALTERAÇÕES CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIAS: LEIS 11.638/2007, 11.941/2009 e 12.973/2014 UMA VISÃO CONTÁBIL E TRIBUTÁRIA Elaborado e apresentado

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Crédito PIS - Cofins - Baixa do ativo

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Crédito PIS - Cofins - Baixa do ativo Crédito PIS - Cofins - Baixa do ativo 09/12/2013 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 5 5. Informações

Leia mais

Extinçã. ção o do RTT

Extinçã. ção o do RTT Extinçã ção o do RTT Origem do Regime de Transição Em 2007, a Lei 6.404/1976 (Lei das S/A) foi objeto de alterações visando harmonizar a LEI SOCIETÁRIAbrasileira aos novos critérios contábeis, após a convergência

Leia mais

FCONT. Regras para Apresentação

FCONT. Regras para Apresentação FCONT Regras para Apresentação 2 Conteúdo 1. FCONT - CONTROLE FISCAL CONTÁBIL DE TRANSIÇÃO... 3 1.1. INTRODUÇÃO... 3 1.2. OBJETIVO... 3 1.3. NOVAS PRÁTICAS CONTÁBEIS NO BRASIL... 5 1.4. Balanço De Abertura...

Leia mais

Impacto fiscal. Depois de quase dois anos de longos debates entre empresas,

Impacto fiscal. Depois de quase dois anos de longos debates entre empresas, KPMG Business Magazine 30 TRIBUTOS Jupiterimages Stock photo/w101 Moeda funcional O artigo 58 da MP estabelece que as empresas que usam alguma moeda estrangeira para fins contábeis e demonstrações financeiras

Leia mais

Ágio Contábil e Fiscal Aspectos Relevantes e Polêmicos

Ágio Contábil e Fiscal Aspectos Relevantes e Polêmicos Ágio Contábil e Fiscal Aspectos Relevantes e Polêmicos Ricardo Antonio Carvalho Barbosa DRJ/Fortaleza/CE Receita Federal do Brasil 13/11/12 1 Ágio: Decreto-Lei nº 1.598/77 CPC 15 e 18 a) Ágio ou deságio

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E GERENCIAIS CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5º período

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E GERENCIAIS CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5º período PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS E GERENCIAIS CIÊNCIAS CONTÁBEIS 5º período OS IMPACTOS DO REGIME DE TRIBUTAÇÃO TRANSITÓRIA NA APURAÇÃO DO LUCRO REAL E

Leia mais

Lei 12.973/14 Valmir Oliveira 18/03//2015

Lei 12.973/14 Valmir Oliveira 18/03//2015 Lei 12.973/14 Valmir Oliveira 18/03//2015 Page 1 Da base de tributação Page 2 Alteração do art. 3º da Lei nº 9.718/98 Art. 52 A Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, passa a vigorar com as seguintes

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrações Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa e Reflexos na Escrituração Contábil Digital (ECD)

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrações Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa e Reflexos na Escrituração Contábil Digital (ECD) 1 Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrações Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa e Reflexos na Escrituração Contábil Digital (ECD) 04/06/2014. Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa 1

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.638, DE 28 DEZEMBRO DE 2007. Mensagem de veto Altera e revoga dispositivos da Lei n o 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e

Leia mais

www.audicgroup.com.br DR SPED

www.audicgroup.com.br DR SPED www.audicgroup.com.br DR SPED a EMPRESA A Audic Group no Brasil tem o compromisso com os seus clientes de buscar a satisfação por eles desejada, para tanto dedica-se na identificação dos problemas, na

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

Alterações na legislação tributária brasileira Lei 12.973 Maio de 2014

Alterações na legislação tributária brasileira Lei 12.973 Maio de 2014 Alterações na legislação tributária brasileira Lei 12.973 Maio de 2014 Agenda 1 Agenda 2 Histórico 3 Lei 12.973/14 Regras transitórias 4 Lei 12.973/14 Alguns temas selecionados 1 2. Histórico 2. Histórico

Leia mais

13/05/2015. Lei n 12.973/2014 e seus impactos na ECF

13/05/2015. Lei n 12.973/2014 e seus impactos na ECF Lei n 12.973/2014 e seus impactos na ECF PROFESSOR: FELLIPE GUERRA PALESTRANTE: FELLIPE GUERRA Contador, Consultor Empresarial e Especialista em SPED. Coordenador da Comissão Técnica SPED do CRC/CE. Professor

Leia mais

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL SPED ECF. PROFESSOR: FELLIPE GUERRA Sergipe, 24 de Agosto de 2015.

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL SPED ECF. PROFESSOR: FELLIPE GUERRA Sergipe, 24 de Agosto de 2015. ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL SPED ECF PROFESSOR: FELLIPE GUERRA Sergipe, 24 de Agosto de 2015. PROFESSOR: FELLIPE GUERRA Contador, Consultor Empresarial e Especialista em SPED. Coordenador da Comissão

Leia mais

Cape contabilidade LUCRO REAL

Cape contabilidade LUCRO REAL 1. CONCEITO LUCRO REAL No regime do lucro real o Imposto de Renda devido pela pessoa jurídica é calculado sobre o valor do lucro líquido contábil ajustado pelas adições, exclusões e compensações prescritas

Leia mais

Elaborado e apresentado por:

Elaborado e apresentado por: A CONSTRUÇÃO CIVIL E AS REGRAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE - ALTERAÇÕES CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIAS: LEIS 11.638/2007, 11.941/2009 e 12.973/2014 UMA VISÃO CONTÁBIL E TRIBUTÁRIA Elaborado e apresentado

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral 1. Em relação ao princípio contábil da Competência, é correto afirmar que (A) o reconhecimento de despesas deve ser efetuado quando houver o efetivo desembolso financeiro

Leia mais

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL DO PIS/PASEP E DA COFINS - EFD-PIS/COFINS - NORMAS GERAIS Introdução - Pessoas Jurídicas

Leia mais

O Ágio na Subscrição. O Caso do Art. 36 da Lei n 10.637/02

O Ágio na Subscrição. O Caso do Art. 36 da Lei n 10.637/02 Iniciar Conceitos Iniciais O Ágio na Aquisição O Ágio na Subscrição O Caso do Art. 36 da Lei n 10.637/02 Fim Conceitos iniciais Fontes para intituir tributos Lei Princípio da Reserva Legal Art. 5º Todos

Leia mais

Osvaldo Angelim Consultoria & Treinamento Rio de Janeiro RJ www.osvaldoangelim.com angelim@osvaldoangelim.com osvaldo.angelim@gmail.

Osvaldo Angelim Consultoria & Treinamento Rio de Janeiro RJ www.osvaldoangelim.com angelim@osvaldoangelim.com osvaldo.angelim@gmail. Osvaldo Angelim Consultoria & Treinamento Rio de Janeiro RJ angelim@osvaldoangelim.com osvaldo.angelim@gmail.com Este material foi elaborado e cedido pelo Professor Osvaldo Nunes Angelim. Todos os direitos

Leia mais

ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA

ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA ALTERAÇÕES DA LEI DAS SOCIEDADES POR AÇÕES MARCELO CAVALCANTI ALMEIDA Sócio da Deloitte e autor de livros da Editora Atlas 1 EVOLUÇÃO Instrução CVM n 457/07 Demonstrações financeiras consolidadas a partir

Leia mais

Marcos Vinicius Neder

Marcos Vinicius Neder Marcos Vinicius Neder Nova regramento para o ágio Apuração do Lucro Real com base no lucro societário após ajustes definidos em lei Enumeração dos ajustes baseada na neutralização dos efeitos de alguns

Leia mais

Instrução Normativa RFB n 1.353/13 MAIO DE 2.013

Instrução Normativa RFB n 1.353/13 MAIO DE 2.013 Instrução Normativa RFB n 1.353/13 MAIO DE 2.013 PRINCIPAIS CONSIDERAÇÕES O Art. 1 da IN RFB n 1353/13 instituiu a Escrituração Fiscal Digital do Imposto sobre a Renda e da Contribuição Social sobre o

Leia mais

CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL

CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL Criada pela Lei Complementar nº 70/91, esta contribuição sofreu importantes alterações a partir da competência fevereiro de 1999,

Leia mais

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 No dia 3 de dezembro de 2008, foi editada a Medida Provisória nº 449,

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Retenções na fonte IRRF e CSRF geradas na DIRF

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Retenções na fonte IRRF e CSRF geradas na DIRF Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Retenções na fonte IRRF e CSRF geradas na DIRF 27/11/2014 Título do documento Sumário 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da

Leia mais

Lei 12.973/14. Painel : Adoção Inicial, Transição e Distribuição de Resultados. Giancarlo Chamma Matarazzo

Lei 12.973/14. Painel : Adoção Inicial, Transição e Distribuição de Resultados. Giancarlo Chamma Matarazzo Lei 12.973/14 Painel : Adoção Inicial, Transição e Distribuição de Resultados Giancarlo Chamma Matarazzo 1 JCP e Dividendos 2 I. JCP e Dividendos Histórico - Convergência contábil para IFRS + neutralidade

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DO RTT IN RFB Nº 1.397/13 Data 24/09/2013

REGULAMENTAÇÃO DO RTT IN RFB Nº 1.397/13 Data 24/09/2013 M E M O R A N D O A O S C L I E N T E S REGULAMENTAÇÃO DO RTT IN RFB Nº 1.397/13 Data 24/09/2013 Em 17 de setembro de 2013, a Secretaria da Receita Federal do Brasil ( RFB ) publicou a Instrução Normativa

Leia mais

ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE MAIO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 21/2013

ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE MAIO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 21/2013 ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE MAIO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 21/2013 ASSUNTOS CONTÁBEIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS OBRIGATÓRIAS APÓS AS LEIS NºS 11.638/2007 E 11.941/2009... Pág. 341 IMPOSTO DE RENDA PESSOA

Leia mais

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA TRIBUTOS CARGA TRIBUTÁRIA FLS. Nº 1 O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 1. - INTRODUÇÃO A fixação do preço de venda das mercadorias ou produtos é uma tarefa complexa, onde diversos fatores

Leia mais

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 www.pwc.com Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 PIS e COFINS sobre receitas financeiras Maio, 2015 Avaliação de Investimento & Incorporação, fusão, cisão Breve histórico da tributação pelo PIS

Leia mais

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa outubro/2010 1 SIMPLIFICAÇÃO DOS PRONUNCIAMENTOS: Pronunciamento CPC PME - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (225 páginas)

Leia mais

IPEC-RJ Apresenta. MANUAL DE CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 8ª Edição ATUALIZAÇÃO Lei 12973/14 39 PERGUNTAS RESPONDIDAS

IPEC-RJ Apresenta. MANUAL DE CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 8ª Edição ATUALIZAÇÃO Lei 12973/14 39 PERGUNTAS RESPONDIDAS IPEC-RJ Apresenta MANUAL DE CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 8ª Edição ATUALIZAÇÃO Lei 12973/14 39 PERGUNTAS RESPONDIDAS Olá, aqui escreve o Prof. Paulo Henrique Pêgas. Ano retrasado, divulgamos um material comentando

Leia mais

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS

PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS PIS/ COFINS EM NOTÍCIAS I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS. A) BONIFICAÇÕES CONDICIONADAS AO VOLUME DE COMPRAS ESTÃO SUJEITAS AO PIS/COFINS.... 2 B) CORRETORAS DE SEGUROS ESTÃO SUJEITAS À APURAÇÃO DE PIS/COFINS

Leia mais

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014. c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos.

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014. c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos. Até dia Obrigação AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014 Histórico ocorridos no período de 21 a 31.07.2014, incidente sobre rendimentos de (art. 70, I, letra "b", da Lei nº 11.196/2005 ): 5

Leia mais

Bens materiais para o Ativo Imobilizado

Bens materiais para o Ativo Imobilizado Bens materiais para o Ativo Imobilizado BENS MATERIAIS PARA O ATIVO IMOBILIZADO 1.Considerações Iniciais A aquisição de bens materiais para o ativo imobilizado envolve uma série de aspectos a serem analisados

Leia mais

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13

Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13 Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 13 Adoção Inicial da Lei n o 11.638/07 e da Medida Provisória n o 449/08 Observação: Este sumário, que não faz parte do Pronunciamento, está sendo apresentado apenas

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 001 O que se entende por lucro real e lucro tributável? Para fins da legislação do imposto de renda, a expressão lucro real significa o próprio lucro tributável, e distingue

Leia mais

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, LEI Nº 9.718, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1998. Altera a Legislação Tributária Federal. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Esta Lei aplica-se

Leia mais

LEGISLAÇÃO CITADA ANEXADA PELA COORDENAÇÃO DE ESTUDOS LEGISLATIVOS - CEDI

LEGISLAÇÃO CITADA ANEXADA PELA COORDENAÇÃO DE ESTUDOS LEGISLATIVOS - CEDI MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.179, DE 3 DE NOVEMBRO DE 1995 Reeditada pela Medida Provisória nº 1.604-37, de 24 de setembro de 199, convertida na lei Lei nº 9.710, de 19 de Novembro de 1998. Dispõe sobre medidas

Leia mais

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008 Alterações da Lei 6404/76 Lei 11638 de 28 de dezembro de 2007 Lei 11638/07 que altera a Lei 6404/76 Art. 1o Os arts. 176 a 179, 181 a 184, 187, 188, 197, 199, 226 e 248 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 Índice 1. Lucro presumido...3 2. Lucro real...4 2 Dentre os regimes tributários, os mais adotados são os seguintes: 1. LUCRO PRESUMIDO Regime de tributação colocado

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas custo atribuído.

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas custo atribuído. Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas custo atribuído. 02/04/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação...

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2013 Capitulo VI IRPJ - Lucro Real 2014

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2013 Capitulo VI IRPJ - Lucro Real 2014 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2013 Capitulo VI IRPJ - Lucro Real 2014 001 O que se entende por lucro real e lucro tributável? Para fins da legislação do imposto de renda, a expressão lucro real significa

Leia mais

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL A equivalência patrimonial é o método que consiste em atualizar o valor contábil do investimento ao valor equivalente à participação societária da sociedade investidora no patrimônio

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008

INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007. Altera as Instruções CVM n 247, de 27 de março de 1996 e 331, de 4 de abril de 2000. A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

Mapeamento ECF. w w w. b r l c o n s u l t o r e s. c o m. b r

Mapeamento ECF. w w w. b r l c o n s u l t o r e s. c o m. b r Mapeamento ECF Projeto SPED ECF Introdução A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) substitui a Declaração de Informações Econômico- Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ), a partir do ano-calendário 2014. São

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2013 INFORMAÇÕES GERAIS Pessoa Jurídica Lucro Real Tributação com base no lucro efetivo demonstrado através do livro diário de contabilidade (obrigatório) 1. Empresas obrigadas à apuração

Leia mais

Entidades de Incorporação Imobiliária. ria- Tratamento contábil e fiscal das transações com unidades imobiliárias.

Entidades de Incorporação Imobiliária. ria- Tratamento contábil e fiscal das transações com unidades imobiliárias. Entidades de Incorporação Imobiliária ria- Tratamento contábil e fiscal das transações com unidades imobiliárias Agenda Atividades de compra e venda, loteamento, incorporação e construção de imóveis 1.Formação

Leia mais

IMPOSTOS SOBRE O LUCRO! Imposto de Renda e Contribuição Social! As alterações mais recentes da legislação da Contribuição Social

IMPOSTOS SOBRE O LUCRO! Imposto de Renda e Contribuição Social! As alterações mais recentes da legislação da Contribuição Social UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 43 IMPOSTOS SOBRE O LUCRO! Imposto de Renda e Contribuição Social! As alterações mais recentes da legislação da Contribuição Social João Inácio Correia (advcor@mandic.com.br)

Leia mais

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26 Prefácio 1 Exercício Social, 1 Exercícios, 2 2 Disposições Gerais, 3 2.1 Demonstrações financeiras exigidas, 3 2.2 Demonstrações financeiras comparativas, 4 2.3 Contas semelhantes e contas de pequenos,

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 214 - Data 21 de julho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS. REGIME

Leia mais

ECF - escrituração contábil fiscal

ECF - escrituração contábil fiscal ECF - escrituração contábil fiscal O que é a ECF? Escrituração Contábil Fiscal é uma nova obrigação do SPED Sistema Público de Escrituração Digital, que entrará em vigor em 2015 e nessa deverão ser informados

Leia mais

Baker Tilly Internacional

Baker Tilly Internacional Baker Tilly Internacional Baker Tilly Brasil A Baker Tilly Brasil é uma empresa de auditoria e consultoria, com atuação em todo o território nacional e membro independente da Baker Tilly Internacional,

Leia mais

Bloco Contábil e Fiscal

Bloco Contábil e Fiscal Bloco Contábil e Fiscal EFD Contribuições Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo EFD Contribuições, que faz parte do Bloco Contábil e Fiscal. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I).

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I). Comentários à nova legislação do P IS/ Cofins Ricardo J. Ferreira w w w.editoraferreira.com.br O PIS e a Cofins talvez tenham sido os tributos que mais sofreram modificações legislativas nos últimos 5

Leia mais

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A

CEMEPE INVESTIMENTOS S/A CEMEPE INVESTIMENTOS S/A RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas, Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. as demonstrações contábeis do exercício encerrado

Leia mais

IR: Fato Gerador CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA

IR: Fato Gerador CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA IR: Fato Gerador CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA TÓPICO: LEGISLAÇÃO FISCAL CONCEITOS GERAIS LUCRO REAL CTN [art. 43]: Aquisição da Disponibilidade Econômica ou Jurídica de Renda* ou Proventos de qualquer natureza**.

Leia mais