DESINFECÇÃO SOLAR DA ÁGUA: A INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DA ÁGUA PARA A SEGURANÇA NO TRATAMENTO DOMICILIAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DESINFECÇÃO SOLAR DA ÁGUA: A INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DA ÁGUA PARA A SEGURANÇA NO TRATAMENTO DOMICILIAR"

Transcrição

1 DESINFECÇÃO SOLAR DA ÁGUA: A INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DA ÁGUA PARA A SEGURANÇA NO TRATAMENTO DOMICILIAR Jorge Gomes dos Santos 1 ; Garrido Márcia Maria 1 & Corrêa Ronaldo Antônio 1 RESUMO A coleta de água de chuva para consumo humano e outros objetivos domésticos é praticada por indivíduos em quase todos os países do mundo. Estudos reportados na literatura revelam a prevalência de contaminantes microbiológicos na água de chuva coletada. Sistemas descentralizados de tratamento da água no ponto de uso são opções viáveis para melhorar a qualidade da água a nível doméstico. Neste sentido, a desinfecção solar (SODIS) da água torna-se atraente para tratar água de chuva coletada em cisternas dentro do programa P1MC. Neste trabalho foi feita avaliação detalhada do perfil da temperatura da água alcançada durante o processo SODIS nas estações verão e outono na cidade do Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo testes relativos ao efeito exclusivo da temperatura na resistência de bactérias indicadoras de poluição fecal foram realizados em água inoculada previamente contendo estes contaminantes. Os resultados mostraram que o efeito da temperatura é o principal responsável pela inativação das bactérias nas intensas condições de insolação na cidade do Rio de Janeiro. Palavras chaves: Água de chuva, desinfecção solar, água segura. 1 IEN Instituto de Engenharia Nuclear, Caixa Postal 685, CEP: , Rio de Janeiro -RJ, Brasil,

2 INTRODUÇÃO A qualidade da água de chuva em cisterna, era quase totalmente ignorada, mas, isto passa a ter outra conotação a partir do momento em que milhares de famílias resolvem o problema de água de beber usando água de cisternas dentro do Programa P1MC. A escassez de água segura para o consumo humano ainda continua sendo um drama social para as populações que habitam o semi-árido brasileiro, principalmente durante as secas. Além disso, a falta de condições adequadas de disposição de resíduos domésticos, de captação, transporte, armazenamento de água, aliados as precárias informações sobre hábitos de higiene e da qualidade da água consumida aumentam ainda mais os riscos de enfermidades por veiculação hídrica em áreas rurais. O desenvolvimento de pesquisa para potabilização de águas de chuva armazenada em cisternas tem extrema importância no contexto atual, face ao Programa Um Milhão de Cisternas Rurais P1MC concebido pela Articulação do Semi-Árido (ASA) e hoje incorporado pelo Ministério de Desenvolvimento Social (MDS). A EMBRAPA semi-árido realizou uma avaliação sobre o funcionamento destas cisternas em 100 comunidades de diferentes municípios e constatou que quase metade das cisternas havia algum tipo de contaminação microbiológica. Brito et. al analisaram a qualidade sanitária de água armazenadas em cisternas na comunidade de Atalhos, Petrolina-PE constataram que 73% das amostras apresentavam-se contaminadas por coliformes fecais. Resultados semelhantes foram verificados por Amorim e Porto. Estes resultados evidenciam riscos a saúde das famílias que consomem esta água. Como estas comunidades nem sempre dispõem de suprimento ou são refratárias ao uso de cloro, passa a ser vital para a sua segurança, dispor de técnica alternativa simples e de baixo custo, para a potabilização desta água. Existem diversas tecnologias disponíveis que melhoram a qualidade da água. Algumas destas tecnologias são, contudo, caras e sofisticadas, o que torna inviável a sua aplicação para pequenas comunidades. Além disto, a capacidade dos governos e das organizações privadas para prover água encanada para populações dispersas em comunidade rural é pobre devido ao alto capital exigido para construir e manter tal infra-estrutura. Nestes casos as pessoas deveriam ser estimuladas a usar o tratamento da água em casa como uma alternativa sustentável e imediata para obtenção de água segura.

3 Uma alternativa para o tratamento da água para este tipo de comunidade é a desinfeção solar (SODIS). A SODIS tem demonstrado ser uma técnica eficiente na inativação e destruição de bactérias patogênicas e vírus na água. Este método tem sido provado por diferentes instituições e países ao redor do mundo. Estudos prévios realizados por Conroy et al. mostraram resultados positivos no controle de doença diarréica em crianças menores que 6 anos de idade, com o uso da energia solar na desinfecção da água de beber. O método serve como forma de conter os riscos de epidemia em comunidades que vivem em regiões com más condições sócio-econômicas e higiênico-sanitárias. O presente trabalho teve por objetivo prover informações relevantes sobre o efeito da temperatura no mecanismo de inativação de microorganismos que acontecem durante o processo de desinfecção solar e com isto auxiliar a definir metodologias para tratamento a nível doméstico de águas de chuvas armazenadas em cisternas de forma a adequá-las ao padrão de potabilidade estabelecido pela portaria 518/04 do Ministério da Saúde. MATERIAL E MÉTODOS O trabalho foi realizado nas instalações do Instituto de Engenharia Nuclear na cidade universitária Ilha do Fundão Município do Rio de Janeiro, Brasil, com coordenadas geográficas Latitude S, Longitude S. A metodologia para o desenvolvimento nesta fase da pesquisa consistiu no monitoramento da intensidade de radiação solar natural UV-A, UV-B, UV-VIS alcançando a superfície terrestre de acordo com as variações estacionais e de nebulosidade para a latitude do Rio de Janeiro, assim como, a determinação do perfil de temperatura que a água contida na garrafa PET alcança com a sua exposição ao longo do dia. Como estratégia para melhor aproveitamento dos efeitos da radiação solar as garrafas PETs são dispostas na condição natural e com metade da face pintadas de preto para absorver e reter mais o calor e uso de concentrador solar. Os testes de termo-resitência foram realizados com cepas de E. coli ATCC 11229, indicadora de contaminação fecal e Serratia como representante do grupo de coliformes totais. A quantificação das bactérias foram realizadas usando o método do substrato cromogênico definido ONPG-MUG (Kit colilert). Estes ensaios foram realizados em um banho termostático

4 microprocessado da marca Nova ética. As amostras eram inoculadas após água atingir a temperatura de ensaio. Não foi considerado nesta fase o eventual stress sofrido pelas bactérias. RESULTADOS E DISCUSÃO Efeito dos fatores ambientais no crescimento O crescimento dos microrganismos é grandemente afetado pelas condições físicas e químicas do ambiente onde se encontram, sendo que estas podem influir positivamente ou negativamente de acordo com o microrganismo em questão. A temperatura corresponde a um dos principais fatores ambientais que influenciam o desenvolvimento bacteriano. A medida que há um aumento da temperatura, as reações químicas e enzimáticas na célula tendem a tornar-se mais rápidas, acelerando a taxa de crescimento. Entretanto, em determinadas temperaturas inicia-se o processo de desnaturação de proteínas e ácidos nucléicos, inviabilizando a sobrevivência celular. Assim, todos os microrganismos apresentam uma faixa de temperatura onde desenvolvem-se plenamente. Nesta faixa de temperatura podemos determinar as temperaturas mínima, ótima e máxima (temperaturas cardeais), para cada microrganismo. A figura 1 mostra as temperaturas cardeais dos microorganismos.

5 Figura 1 - s cardeais dos microrganismos Dentre os diferentes microrganismos observa-se uma ampla variedade de faixas de temperatura, onde para alguns o ótimo encontra-se entre 5 e 10 C, enquanto para outros é de 90 a 100 C. Assim, os microrganismos podem ser classificados em grupos, de acordo com os ótimos de temperatura. Microorganismos mesófilos crescem numa faixa de a C, com um ótimo em torno de 37 C, sendo os principais microrganismos encontrados em animais de sangue quente. Figura 2 - Tipos de bactérias em relação à temperatura

6 As figuras 3, 4 e 5 mostram os valores médios da intensidade de radiação solar natural UV-A, UV-VIS disponível para as estações de verão e outono de 08 e variações de nebulosidade para a latitude do Rio de Janeiro. A radiação solar se distribui de maneira irregular e sua intensidade depende além da latitude geográfica, da estação e da hora do dia. Figura 4. Média da radiação UV-A para verão e outono ao longo do dia.

7 Figura 4. Média da radiação UV-Vis para verão e outono ao longo do dia. Verão Ensolarado Verão P arcialmente E ns olardo Verão Nublado no no no Figura 5. Distribuição da temperatura nas estações verão. Outono E ns olarado no 70 Outono Parcialmente Ensolarado no Outono Nublado 70 no Figura 6. Distribuição da temperatura nas estações outono. Os gráficos das figuras 3, 4, 5 e 6 revelam que as variações estacionais da radiação solar são importantes para a aplicabilidade do método de desinfecção solar da água. Antes da implementação do SODIS em um lugar específico, seria interessante determinar as intensidades estacionais da radiação com a determinação do perfil da temperatura.

8 Termoresistênca de Coliformes Totais em Função de Tempo e o C o C NPM o C 0 o C 0 55 o C Tempo (h) Figura 7 termo-resistência de coliformes totais em função do tempo e temperatura. 10 Termoresistênca de Coliformes Fecais (E. coli) com o Tempo e o C 45 o C NMP o C 0 o C 0 55 o C Tempo (h) Figura 8 termo-resistência de coliformes fecais em função do tempo e temperatura. Os resultados dos testes de termo-resistência de coliformes fecais e totais foram exatamente iguais quando analisados usando kit colilert. Os resultados também revelam que a partir de 47 C é possível inativar a E. coli ATCC e Serratia para um período de exposição superior a 1 minutos. Já a partir de C com período de exposição de 1 hora alcança-se a completa inativação destas bactérias indicadoras de contaminação. Essa temperatura é facilmente atingida com exposição ao sol em um dia de céu aberto, conforme verificado pela equipe. Vários estudos sustentam que o SODIS possui uma grande parte da sua energia de desinfecção pela ação fotoquímica. Tem sido reivindicado que o segmento UV acompanhando a

9 porção visível é responsável pela ação germicida quando a água é exposta a luz solar. Nossos resultados mostram que o SODIS não opera sobre a base fotoquímica, mas num processo térmico de pasteurização. Estudos de termo-resistencia de microorganismos em um tempo de exposição maior em temperaturas levemente acima da temperatura de incubação pode ser a garantia para entender plenamente como a temperatura da água afeta o ambiente SODIS. CONCLUSÕES Este trabalho mostrou que a temperatura alcançada pela água durante o processo SODIS é preponderante na eficácia do processo e que a partir de 1 hora de exposição a C, é possível inativar pelo efeito térmico microorganismos termotolerantes indicadores de contaminação fecal. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MADIGAN, et al., Prentice Hall,. in Brock: Biology of Microorganisms, 12th Edition. 03. BRITO, L.T. de L.; PORTO, E.R.; SILVA, A. de S.; MONTEIRO, M.A.R. Avaliação das características físico-químicas e bacteriológicas das águas das cisternas da comunidade de atalho, Petrolina PE. IN: 5 Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, de julho: ABCMAC. 05. AMORIM, M. C. C.; PORTO, E. R. Avaliação da qualidade bacteriológica das águas de cisternas: estudo de caso no município de Petrolina-PE. IN: Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva,. 01, Campina Grande. Anais. Campina Grande: ABCMAC. 01. CD-room. WEGELIN, M., S. CANONICA, K. MECHSNER, T. FLEISCHMANN, F. PESARO, AND A. METZLER. Solar water disinfection: scope of the process and analysis of radiation experiments. J. Water Supply Res. Technol. Aqua 43: CONROY, R. M. et al. Solar desinfection of drinkable water protects against cholera in children under 6 year of age Arch Dis Child, 85, (01).

10 SANTOS, J. G.; Desinfecção solar simples e catalisada com TiO 2 suportado de esgoto secundário e de água de consumo humano em comunidades rurais ou regiões sem oferta de água tratada. Relatório FAPERJ, Processo N o E-26/ / RJ.

ASSESSMENT SIMPLIFIED TREATMENT OF WATER TANK: SOLAR DISINFECTION (SODIS) FOR HUMAN CONSUMPTION

ASSESSMENT SIMPLIFIED TREATMENT OF WATER TANK: SOLAR DISINFECTION (SODIS) FOR HUMAN CONSUMPTION AVALIAÇÃO DE TRATAMENTO SIMPLIFICADO DA ÁGUA DE CISTERNA: DESINFECÇÃO SOLAR (SODIS) PARA CONSUMO HUMANO Lucio Alberto Pereira 1, Poliana Ferreira Vieira 2, Luiza Teixeira de Lima Brito 1, Carlos A.Tuão

Leia mais

II-014 - AVALIAÇÃO DA DESINFECÇÃO SOLAR NA REGIÃO CENTRO - OESTE DO BRASIL USANDO DIFERENTES ORGANISMOS INDICADORES DE CONTAMINAÇÃO

II-014 - AVALIAÇÃO DA DESINFECÇÃO SOLAR NA REGIÃO CENTRO - OESTE DO BRASIL USANDO DIFERENTES ORGANISMOS INDICADORES DE CONTAMINAÇÃO II-14 - AVALIAÇÃO DA DESINFECÇÃO SOLAR NA REGIÃO CENTRO - OESTE DO BRASIL USANDO DIFERENTES ORGANISMOS INDICADORES DE CONTAMINAÇÃO Cristina Celia Silveira Brandão (1) Ph.D. em Engenharia Ambiental pelo

Leia mais

Eixo Temático ET-04-001 - Gestão Ambiental em Saneamento QUALIDADE DA ÁGUA ENTRE CISTERNAS DE PLACA NO SEMIÁRIDO NORDESTINO

Eixo Temático ET-04-001 - Gestão Ambiental em Saneamento QUALIDADE DA ÁGUA ENTRE CISTERNAS DE PLACA NO SEMIÁRIDO NORDESTINO 250 Eixo Temático ET-04-001 - Gestão Ambiental em Saneamento QUALIDADE DA ÁGUA ENTRE CISTERNAS DE PLACA NO SEMIÁRIDO NORDESTINO Adriana Karla Tavares Batista Nunes Leal¹; Ronaldo Faustino da Silva²; Eduardo

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO TRATAMENTO DA ÁGUA NA ETA JOSÉ LOUREIRO DA SILVA ATRAVÉS DE PARÂMETROS BACTERIOLÓGICOS.

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO TRATAMENTO DA ÁGUA NA ETA JOSÉ LOUREIRO DA SILVA ATRAVÉS DE PARÂMETROS BACTERIOLÓGICOS. AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO TRATAMENTO DA ÁGUA NA ETA JOSÉ LOUREIRO DA SILVA ATRAVÉS DE PARÂMETROS BACTERIOLÓGICOS. Cristina C. Andriotti, Luciane Balestrin Reda, Ana Rita Moriconi, Ilo César Garcia e Marcelo

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE CONTROLE E VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DE ÁGUA DE CISTERNAS E SEUS TRATAMENTOS

CONSIDERAÇÕES SOBRE CONTROLE E VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DE ÁGUA DE CISTERNAS E SEUS TRATAMENTOS CONSIDERAÇÕES SOBRE CONTROLE E VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DE ÁGUA DE CISTERNAS E SEUS TRATAMENTOS Miriam Cleide Cavalcante de Amorim 1 ; Everaldo Rocha Porto 2 1 Av. do Sol, n o 100, apt o 302, Caminho do

Leia mais

Experiência Brasileira sobre Captação, Armazenamento, Gestão e Qualidade da Água de Chuva para Consumo Humano em Comunidades Rurais do Haiti

Experiência Brasileira sobre Captação, Armazenamento, Gestão e Qualidade da Água de Chuva para Consumo Humano em Comunidades Rurais do Haiti Experiência Brasileira sobre Captação, Armazenamento, Gestão e Qualidade da Água de Chuva para Consumo Humano em Comunidades Rurais do Haiti Elisabete de Oliveira Costa Santos 1 Dário Nunes dos Santos²

Leia mais

Questão da água em comunidades rurais da ilha de Santiago-Cabo Verde. Iara Jassira Costa Barros

Questão da água em comunidades rurais da ilha de Santiago-Cabo Verde. Iara Jassira Costa Barros Questão da água em comunidades rurais da ilha de Santiago-Cabo Verde Iara Jassira Costa Barros Introdução Localização geográfica: 500km da costa ocidental da África Clima: Tropical seco, 2 estações seca

Leia mais

NASCIMENTO, Karla Alvarenga 1 ; FERREIRA, Marcos Roberto Alves 2 ; BORGES, Guilherme Assis 3 ; MOREIRA, Cecília Nunes 4

NASCIMENTO, Karla Alvarenga 1 ; FERREIRA, Marcos Roberto Alves 2 ; BORGES, Guilherme Assis 3 ; MOREIRA, Cecília Nunes 4 Análise e orientações sobre a qualidade microbiológica da água não tratada utilizada para o consumo humano em propriedades na zona rural e periurbana e em escolas rurais de Jataí e entorno. NASCIMENTO,

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA UTILIZADA PARA CONSUMO DOMÉSTICO EM ALGUNS POÇOS ARTESIANOS LOCALIZADOS NA ZONA LESTE DE TERESINA-PI

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA UTILIZADA PARA CONSUMO DOMÉSTICO EM ALGUNS POÇOS ARTESIANOS LOCALIZADOS NA ZONA LESTE DE TERESINA-PI AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA UTILIZADA PARA CONSUMO DOMÉSTICO EM ALGUNS POÇOS ARTESIANOS LOCALIZADOS NA ZONA LESTE DE TERESINA-PI Agnos Lopes do Nascimento (Bolsista PIBIC/CNPQ), Carlos Ernado da Silva

Leia mais

A água destinada ao consumo humano deve ser isenta de agentes biológicos como vírus, bactérias, protozoários e helmintos (BRANCO,

A água destinada ao consumo humano deve ser isenta de agentes biológicos como vírus, bactérias, protozoários e helmintos (BRANCO, DESCONTAMINAÇÃO BACTERIOLÓGICA DA ÁGUA ATRAVÉS DE UM PASTEURIZADOR SOLAR Silva, T.C.D. (1) ; Calazans, G. M. T. (1) : Carielo, G. (1) ; Tiba, C. (1) teresa.tecatk@gmail.com (1) Universidade Federal de

Leia mais

J2CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM CISTERNAS RURAIS

J2CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM CISTERNAS RURAIS J2CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA EM CISTERNAS RURAIS Nilton de Brito Cavalcanti 1 ; Luiza Teixeira de Lima Brito 2 RESUMO - No semi-árido do Nordeste brasileiro, a cisterna tem sido uma das principais formas

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE BACTERIOLÓGICA DAS ÁGUAS DE CISTERNAS: ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE PETROLINA-PE.

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE BACTERIOLÓGICA DAS ÁGUAS DE CISTERNAS: ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE PETROLINA-PE. . AVALIAÇÃO DA QUALIDADE BACTERIOLÓGICA DAS ÁGUAS DE CISTERNAS: ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE PETROLINA-PE. Miriam Cleide Cavalcante de Amorim, Eng. Química. Mestre em Eng. Química pela Universidade Federal

Leia mais

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DA ÁGUA DO POÇO ARTESIANO DO DISTRITO DE SÃO JOSÉ, PR

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DA ÁGUA DO POÇO ARTESIANO DO DISTRITO DE SÃO JOSÉ, PR 5 a 8 de Outubro de 11 ISBN 97885884551 ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DA ÁGUA DO POÇO ARTESIANO DO DISTRITO DE SÃO JOSÉ, PR Jackeline Mondini 1 ; Jéssica Cristina Da Silva 1 ; Leia Carolina Lúcio RESUMO: A água

Leia mais

TÍTULO: AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA POTÁVEL NA ZONA RURAL DE PASSOS - MG

TÍTULO: AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA POTÁVEL NA ZONA RURAL DE PASSOS - MG TÍTULO: AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA POTÁVEL NA ZONA RURAL DE PASSOS - MG CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO AUTOR(ES):

Leia mais

QUALIDADE DA ÁGUA DE CISTERNAS RURAIS NO VALE DO SÃO FRANCISCO: CARACTERÍSTICAS FÍSICAS, QUÍMICAS E MICROBIOLÓGICAS

QUALIDADE DA ÁGUA DE CISTERNAS RURAIS NO VALE DO SÃO FRANCISCO: CARACTERÍSTICAS FÍSICAS, QUÍMICAS E MICROBIOLÓGICAS QUALIDADE DA ÁGUA DE CISTERNAS RURAIS NO VALE DO SÃO FRANCISCO: CARACTERÍSTICAS FÍSICAS, QUÍMICAS E MICROBIOLÓGICAS Miriam Cleide Cavalcante de Amorim 1, José Antunes da Silva Neto 2, Wêydjane de Moura

Leia mais

PADRÃO DE POTABILIDADE DA ÁGUA FORNECIDA PELO ABASTECIMENTO ALTERNATIVO NA CIDADE DE QUIXADÁ: ASPECTOS FÍSICO-QUÍMICOS E MICROBIOLÓGICOS

PADRÃO DE POTABILIDADE DA ÁGUA FORNECIDA PELO ABASTECIMENTO ALTERNATIVO NA CIDADE DE QUIXADÁ: ASPECTOS FÍSICO-QUÍMICOS E MICROBIOLÓGICOS 61 PADRÃO DE POTABILIDADE DA ÁGUA FORNECIDA PELO ABASTECIMENTO ALTERNATIVO NA CIDADE DE QUIXADÁ: ASPECTOS FÍSICO-QUÍMICOS E MICROBIOLÓGICOS RESUMO Francisco Cleber Silva Ferreira Maria Raquel Pinto Moreira

Leia mais

Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre superfícies inertes

Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre superfícies inertes Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre

Leia mais

QUALIDADE DA ÁGUA UTILIZADA PARA CONSUMO HUMANO DE COMUNIDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE BANDEIRANTES PR

QUALIDADE DA ÁGUA UTILIZADA PARA CONSUMO HUMANO DE COMUNIDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE BANDEIRANTES PR QUALIDADE DA ÁGUA UTILIZADA PARA CONSUMO HUMANO DE COMUNIDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE BANDEIRANTES PR 1 Farmacêutico Bioquímico - Pesquisador A - Embrapa Gado e Leite de Juiz de Fora, MG, Gestão Ambinetal

Leia mais

Painel 2 - Um desafio histórico no Nordeste: escassez de água ou de soluções? Água de Chuva: alternativa para conviver com a seca

Painel 2 - Um desafio histórico no Nordeste: escassez de água ou de soluções? Água de Chuva: alternativa para conviver com a seca Painel 2 - Um desafio histórico no Nordeste: escassez de água ou de soluções? Água de Chuva: alternativa para conviver com a seca Cícero Onofre de Andrade Neto O acesso a água potável é apenas um dos problemas

Leia mais

MONITORAMENTO E SIMULAÇÃO DO BALANÇO HÍDRICO EM CISTERNAS RURAIS NO SEMIÁRIDO PARAIBANO

MONITORAMENTO E SIMULAÇÃO DO BALANÇO HÍDRICO EM CISTERNAS RURAIS NO SEMIÁRIDO PARAIBANO MONITORAMENTO E SIMULAÇÃO DO BALANÇO HÍDRICO EM CISTERNAS RURAIS NO SEMIÁRIDO PARAIBANO Dennyele Alves Gama¹; Marília Silva Dantas¹; Rodolfo Luiz Bezerra Nóbrega¹ & Carlos de Oliveira Galvão¹ RESUMO Os

Leia mais

DESINFECÇÃO DE ÁGUA DOCE POR RADIAÇÃO SOLAR

DESINFECÇÃO DE ÁGUA DOCE POR RADIAÇÃO SOLAR DESINFECÇÃO DE ÁGUA DOCE POR RADIAÇÃO SOLAR Victor Hugo G. COSTA (1); José Henrique S. FERREIRA (2); Alexsandro A. RODRIGUES (3) (1) Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte. Rua Arenópolis,

Leia mais

PERCEPÇÃO DA IMPORTANCIA DA SEGURANÇA SANITÁRIA NA QUALIDADE DE ÁGUA DE CISTERNAS NO PERIODO DE ESTIAGEM EM UM ASSENTAMENTO RURAL NO SERTÃO PARAIBANO.

PERCEPÇÃO DA IMPORTANCIA DA SEGURANÇA SANITÁRIA NA QUALIDADE DE ÁGUA DE CISTERNAS NO PERIODO DE ESTIAGEM EM UM ASSENTAMENTO RURAL NO SERTÃO PARAIBANO. PERCEPÇÃO DA IMPORTANCIA DA SEGURANÇA SANITÁRIA NA QUALIDADE DE ÁGUA DE CISTERNAS NO PERIODO DE ESTIAGEM EM UM ASSENTAMENTO RURAL NO SERTÃO PARAIBANO. Erica Bento SARMENTO¹ Luiz Fernando de Oliveira COELHO²

Leia mais

USO DE GARRAFAS PET E ENERGIA SOLAR NA DESINFECÇÃO DE ÁGUAS EM COMUNIDADES RURAIS

USO DE GARRAFAS PET E ENERGIA SOLAR NA DESINFECÇÃO DE ÁGUAS EM COMUNIDADES RURAIS USO DE GARRAFAS PET E ENERGIA SOLAR NA DESINFECÇÃO DE ÁGUAS EM COMUNIDADES RURAIS Marcelo Jacomini Moreira 1 ; José Euclides Stipp Paterniani 2 RESUMO A energia solar além de ser uma fonte natural disponível

Leia mais

IV-029 QUALIDADE BACTERIOLÓGICA DAS ÁGUAS DE POÇOS ARTESIANOS DO CARIRI PARAIBANO

IV-029 QUALIDADE BACTERIOLÓGICA DAS ÁGUAS DE POÇOS ARTESIANOS DO CARIRI PARAIBANO IV-029 QUALIDADE BACTERIOLÓGICA DAS ÁGUAS DE POÇOS ARTESIANOS DO CARIRI PARAIBANO Wanda Izabel Monteiro de Lima Marsiglia (1) Engenheira química pela UFPB (1980). Mestre em Engenharia civil- pela UFPB

Leia mais

20 amostras de água. Figura 1- Resultados das amostras sobre a presença de coliformes fecais E.coli no bairro nova Canãa. sem contaminação 15%

20 amostras de água. Figura 1- Resultados das amostras sobre a presença de coliformes fecais E.coli no bairro nova Canãa. sem contaminação 15% OS IMPACTOS DAS FOSSAS SÉPTICAS NO AMBIENTE E NO DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL DOS ALUNOS DA ESCOLA MARIA IRANY RODRIGUES DA SILVA NO BAIRRO NOVA CANAÃ, NOVA IPIXUNA-PARÁ. Jordana Neta Vicente (1); Douglas

Leia mais

UMA NOVA ABORDAGEM NO TRATAMENTO DE ÁGUA PARA USO DOMÉSTICO: PROCESSO DE DESINFECÇÃO SOLAR (SODIS) COM FOTOCATÁLISE

UMA NOVA ABORDAGEM NO TRATAMENTO DE ÁGUA PARA USO DOMÉSTICO: PROCESSO DE DESINFECÇÃO SOLAR (SODIS) COM FOTOCATÁLISE UMA NOVA ABORDAGEM NO TRATAMENTO DE ÁGUA PARA USO DOMÉSTICO: PROCESSO DE DESINFECÇÃO SOLAR (SODIS) COM FOTOCATÁLISE Patrícia do Nascimento Vieira (*), Tanise Nascimento Oliveira, Paulo Roberto da Silva

Leia mais

ESTUDO DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE ALIMENTOS COMERCIALIZADOS NA PRAIA DO PRATA PALMAS/TO

ESTUDO DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE ALIMENTOS COMERCIALIZADOS NA PRAIA DO PRATA PALMAS/TO 11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE ALIMENTOS COMERCIALIZADOS NA PRAIA DO PRATA PALMAS/TO OLIVEIRA, T.S.¹; COELHO, A.F.S.² ¹ Aluna bolsista do grupo PET (Programa

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA USADA PARA CONSUMO HUMANO DE DUAS NASCENTES LOCALIZADAS DO MUNICÍPIO DE TUCURUÍ UMA QUESTÃO AMBIENTAL

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA USADA PARA CONSUMO HUMANO DE DUAS NASCENTES LOCALIZADAS DO MUNICÍPIO DE TUCURUÍ UMA QUESTÃO AMBIENTAL AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA USADA PARA CONSUMO HUMANO DE DUAS NASCENTES LOCALIZADAS DO MUNICÍPIO DE TUCURUÍ UMA QUESTÃO AMBIENTAL Grazielle T. de Souza grazielle_tigre@hotmail.com Universidade Federal

Leia mais

Desafio para universalizar saúde e melhorar a vida no campo

Desafio para universalizar saúde e melhorar a vida no campo SANEAMENTO RURAL Desafio para universalizar saúde e melhorar a vida no campo FOTO: Edmar Chaperman/Funasa O campo brasileiro é marcado por profundas desigualdades sociais e econômicas, que incidem diretamente

Leia mais

SEGURANÇA SANITÁRIA DAS ÁGUAS DE CISTERNAS RURAIS

SEGURANÇA SANITÁRIA DAS ÁGUAS DE CISTERNAS RURAIS SEGURANÇA SANITÁRIA DAS ÁGUAS DE CISTERNAS RURAIS Cícero Onofre de Andrade Neto Rua Miguel Alcides Araújo, 1893. 59078-270 Natal - RN. E-mail: cicero@ct.ufrn.br Tel: (84) 215-3775, ramal 23. RESUMO Cisternas

Leia mais

PALESTRA Tecnologias e processos inovadores no abastecimento de água em comunidades isoladas SEMINÁRIO

PALESTRA Tecnologias e processos inovadores no abastecimento de água em comunidades isoladas SEMINÁRIO PALESTRA Tecnologias e processos inovadores no abastecimento de água em comunidades isoladas Daniel Kuchida SEMINÁRIO Segurança da Água para Consumo Humano. Como moldar o futuro da água para as partes

Leia mais

Nome : E-mail : RG : CPF : 10428009603 RNE : Sexo :

Nome : E-mail : RG : CPF : 10428009603 RNE : Sexo : Nome : Júlia Soares Parreiras E-mail : julia.jsp@gmail.com RG : MG-14.206 CPF : 10428009603 RNE : Sexo : F Data de Nascimento : 21/11/1989 Logradouro Residencial : Rua Campanha Número : 35 Complemento

Leia mais

MELHORIAS SANITÁRIAS E SEUS USOS EM COMUNIDADES NO ESTADO DA BAHIA

MELHORIAS SANITÁRIAS E SEUS USOS EM COMUNIDADES NO ESTADO DA BAHIA MELHORIAS SANITÁRIAS E SEUS USOS EM COMUNIDADES NO ESTADO DA BAHIA Silvio Roberto Magalhães Orrico Jennifer Conceição Carvalho Teixeira de Matos Ricardo Silveira Bernardes Patrícia Campos Borja Cristiane

Leia mais

Apoio PROJETO TRATA BRASIL NA COMUNIDADE. Saneamento é saúde!

Apoio PROJETO TRATA BRASIL NA COMUNIDADE. Saneamento é saúde! Apoio PROJETO TRATA BRASIL NA COMUNIDADE Saneamento é saúde! Ordem na casa! Proteger o meio ambiente é dever de todos. E começar pelo saneamento pode ser uma boa alternativa Você já deve ter ouvido falar

Leia mais

04/06/2009. 1. Introdução. Esterilização: É a destruição de todas as formas de vida microbiana, incluindo endosporos.

04/06/2009. 1. Introdução. Esterilização: É a destruição de todas as formas de vida microbiana, incluindo endosporos. CONTROLE DO CRESCIMENTO MICROBIANO Verônica Ortiz Alvarenga 1. Introdução Esterilização: É a destruição de todas as formas de vida microbiana, incluindo endosporos. Esterilização comercial: É o tratamento

Leia mais

Rogério Pereira Xavier. Orientadora: Drª. Glícia Maria Torres Calazans. Co-orientadora: Drª. Francisca Janaína Soares Rocha

Rogério Pereira Xavier. Orientadora: Drª. Glícia Maria Torres Calazans. Co-orientadora: Drª. Francisca Janaína Soares Rocha Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências Biológicas Curso de Biomedicina Co-orientadora: Drª. Francisca Janaína Soares Rocha Ocorrência de contaminação por bactérias e por protozoários patogênicos

Leia mais

DESINFECÇÃO DE LODO DE TANQUE SÉPTICO EM REATOR COM AQUECIMENTO SOLAR

DESINFECÇÃO DE LODO DE TANQUE SÉPTICO EM REATOR COM AQUECIMENTO SOLAR UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL GRUPO DE ESTUDOS EM SANEAMENTO DESCENTRALIZADO DESINFECÇÃO DE LODO DE TANQUE SÉPTICO EM REATOR COM AQUECIMENTO SOLAR

Leia mais

II-155 - ESTUDO DA VIABILIDADE DO REUSO DE EFLUENTES SANITÁRIOS TRATADOS PARA FINS NÃO POTÁVEIS

II-155 - ESTUDO DA VIABILIDADE DO REUSO DE EFLUENTES SANITÁRIOS TRATADOS PARA FINS NÃO POTÁVEIS II-155 - ESTUDO DA VIABILIDADE DO REUSO DE EFLUENTES SANITÁRIOS TRATADOS PARA FINS NÃO POTÁVEIS Reginaldo Ramos (1) Químico pelo Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IQ/UFRJ).

Leia mais

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DA ÁGUA DE CISTERNAS DESTINADAS PARA CONSUMO HUMANO. (kellynha.cs@hotmail.com; paulo.ricardo@ifgoiano.edu.br) Ceres (GO) Brasil

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DA ÁGUA DE CISTERNAS DESTINADAS PARA CONSUMO HUMANO. (kellynha.cs@hotmail.com; paulo.ricardo@ifgoiano.edu.br) Ceres (GO) Brasil ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DA ÁGUA DE CISTERNAS DESTINADAS PARA CONSUMO HUMANO Kelly Cardoso da Silva 1, Paulo Ricardo de Sá da Costa Leite 2, Jorge Freitas Cieslak 3, Emiliane dos Santos Belo 3, Valéria Bonifácia

Leia mais

Qualidade da água para consumo humano

Qualidade da água para consumo humano Qualidade da água para consumo humano Segurança microbiológica O tratamento da água deve garantir a inativação dos organismos causadores de doenças. Para verificar a eficiência do tratamento, são utilizados:

Leia mais

ÁGUA DA CHUVA PARA CONSUMO HUMANO: MELHORIAS E DESAFIOS. Gilberto Ferreira da Silva Neto 1 & Maura Maria Pezzato 2

ÁGUA DA CHUVA PARA CONSUMO HUMANO: MELHORIAS E DESAFIOS. Gilberto Ferreira da Silva Neto 1 & Maura Maria Pezzato 2 ÁGUA DA CHUVA PARA CONSUMO HUMANO: MELHORIAS E DESAFIOS Gilberto Ferreira da Silva Neto 1 & Maura Maria Pezzato 2 Resumo: Ao longo dos anos o semiárido brasileiro vem convivendo com dificuldades no âmbito

Leia mais

AÇÕES DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA EM TERESINA - PI

AÇÕES DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA EM TERESINA - PI AÇÕES DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA EM TERESINA - PI Ferreira, L.C.R.P. (1) ; Lima, N.A. (2) ; Muratori, M.C.S. (3) ; Júnior, M.H.K. (3) ; Aragão, L.V.O. (4) ligia_calina@hotmail.com (1) Programa

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA NO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO

A IMPORTÂNCIA DA VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA NO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO A IMPORTÂNCIA DA VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA NO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO Lia Mônica de Oliveira Aluna do Curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental/UNIPLI e funcionária da FUNASA. E-mail: sandramarins7@yahoo.com.br

Leia mais

Como o cuidado coma água pode contribuir para atender o padrão de qualidade exigido no leite pela Instrução Normativa 62?

Como o cuidado coma água pode contribuir para atender o padrão de qualidade exigido no leite pela Instrução Normativa 62? A QUALIDADE DA ÁGUA E OS IMPACTOS NA QUALIDADE DO LEITE Como o cuidado coma água pode contribuir para atender o padrão de qualidade exigido no leite pela Instrução Normativa 62? Clique para editar o estilo

Leia mais

ÍNDICE DE QUALIDADE DE ÁGUA IQA DE BACIAS HIDROGRÁFICAS DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO SUL - SC

ÍNDICE DE QUALIDADE DE ÁGUA IQA DE BACIAS HIDROGRÁFICAS DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO SUL - SC ÍNDICE DE QUALIDADE DE ÁGUA IQA DE BACIAS HIDROGRÁFICAS DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO SUL - SC Brayam Luiz Batista Perini (1) Engenheiro Químico (PUC-PR), Mestrando em Engenharia de Processos (UNIVILLE),

Leia mais

Título: Avaliação da qualidade bacteriológica da água utilizada em hospitais do Estado de Pernambuco. Resumo

Título: Avaliação da qualidade bacteriológica da água utilizada em hospitais do Estado de Pernambuco. Resumo Título: Avaliação da qualidade bacteriológica da água utilizada em hospitais do Estado de Pernambuco. Área temática: Saúde Autoria: Fernando Antônio Chaves Vital Estudante de Biomedicina, vital_se@yahoo.com.br;

Leia mais

Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido

Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido CISA Cooperação Internacional do Semi-Árido Curso Aproveitamento de água de chuva em cisternas para o semi-árido 5 a 7 de Maio de 2009 Aspetos sanitários da qualidade da água Qual é a diferença dessas

Leia mais

Valongo- 24 de abril de 2014. Ana Heitor ana.heitor@arsnorte.min-saude.pt

Valongo- 24 de abril de 2014. Ana Heitor ana.heitor@arsnorte.min-saude.pt Ana Heitor ana.heitor@arsnorte.min-saude.pt Água, o princípio de todas as coisas Tales de Mileto, 625 a.c. Ideias são sementes Há 2.000 anos, a população mundial correspondia a 3% da população actual,

Leia mais

Características do Leite

Características do Leite Características do Leite Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

DELTA DO JACUÍ ILHAS DA PINTADA, GRANDE DOS MARINHEIROS, FLORES E PAVÃO: Estudo Preliminar de Viabilidade para Tratamento de Esgoto

DELTA DO JACUÍ ILHAS DA PINTADA, GRANDE DOS MARINHEIROS, FLORES E PAVÃO: Estudo Preliminar de Viabilidade para Tratamento de Esgoto DELTA DO JACUÍ ILHAS DA PINTADA, GRANDE DOS MARINHEIROS, FLORES E PAVÃO: Estudo Preliminar de Viabilidade para Tratamento de Esgoto Área temática: Saúde Pública/Vigilância Sanitária e Ambiental Trabalho

Leia mais

TECNOLOGIA SOCIAL E RURAL

TECNOLOGIA SOCIAL E RURAL IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte; 18 a 22 de Março de 2013 Mesa redonda TECNOLOGIA SOCIAL E RURAL Cícero Onofre de Andrade Neto Tecnologia adequada à realidade (social,

Leia mais

Palavras-chave: água, cisternas, coliformes. Resumo

Palavras-chave: água, cisternas, coliformes. Resumo Título: Avaliação da qualidade bacteriológica da água de cisternas de comunidades rurais da cidade de Tuparetama - Pernambuco. Área temática: Saúde Autoria: Rogério Pereira Xavier Estudante de Biomedicina,

Leia mais

Eixo Temático ET-08-011 - Recursos Hídricos NOVAS TECNOLOGIAS PARA MELHOR APROVEITAMENTO DA CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA

Eixo Temático ET-08-011 - Recursos Hídricos NOVAS TECNOLOGIAS PARA MELHOR APROVEITAMENTO DA CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA 413 Eixo Temático ET-08-011 - Recursos Hídricos NOVAS TECNOLOGIAS PARA MELHOR APROVEITAMENTO DA CAPTAÇÃO DA ÁGUA DE CHUVA Maria Isabel Cacimiro Xavier Estudante de Graduação em Gestão Ambiental, IFPB,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 10.462

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 10.462 Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 10.462 Regulamenta critérios para operação e manutenção de reservatórios de água potável superiores e inferiores (cisternas), de estabelecimentos

Leia mais

RESÍDUOS SÓLIDOS E ANÁLISE DA ÁGUA DE POÇOS DO ASSENTAMENTO GUARANY/ SANDOVALINA (SP).

RESÍDUOS SÓLIDOS E ANÁLISE DA ÁGUA DE POÇOS DO ASSENTAMENTO GUARANY/ SANDOVALINA (SP). Jean Farhat de Araújo da Silva João Furtado Barreto Gomyde, Matheus Guimarães Lima Graduandos em Geografia- FCT/UNESP Campus de Presidente Prudente - SP Jeanshark87@hotmail.com gomydex@hotmail.com mgl.geopp@gmail.com

Leia mais

LINEAMENTOS PARA MELHORAR A GESTÃO DAS ÁGUAS RESIDUAIS DOMÉSTICAS E FAZER MAIS SUSTENTÁVEL A PROTEÇÃO DA SAÚDE

LINEAMENTOS PARA MELHORAR A GESTÃO DAS ÁGUAS RESIDUAIS DOMÉSTICAS E FAZER MAIS SUSTENTÁVEL A PROTEÇÃO DA SAÚDE Primeiro lineamento geral: O TRATAMENTO E USO ADEQUADOS DAS ÁGUAS RESIDUAIS DOMÉSTICAS CONTRIBUEM A PROTEGER A QUALIDADE DOS CORPOS DE ÁGUA E DEVERIAM SER PARTE DE UMA GESTÃO MAIS EFICIENTE DOS RECURSOS

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE DE ÁGUA NO ENTORNO DE UM CEMITÉRIO EM JACI-PARANÁ (RO), AMAZÔNIA OCIDENTAL.

DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE DE ÁGUA NO ENTORNO DE UM CEMITÉRIO EM JACI-PARANÁ (RO), AMAZÔNIA OCIDENTAL. DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE DE ÁGUA NO ENTORNO DE UM CEMITÉRIO EM JACI-PARANÁ (RO), AMAZÔNIA OCIDENTAL. MAYAME MARTINS COSTA Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia Campus Colorado

Leia mais

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM DIFERENTES ÁREAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA 1

COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM DIFERENTES ÁREAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA 1 COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM DIFERENTES ÁREAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA 1 Luiza Teixeira de Lima Brito 2 Aderaldo de Souza Silva 3 RESUMO Técnicas de captação e armazenamento de água de

Leia mais

A construção da saúde pelo saneamento dos municípios. Eng Civil Henrique Pires

A construção da saúde pelo saneamento dos municípios. Eng Civil Henrique Pires A construção da saúde pelo saneamento dos municípios Eng Civil Henrique Pires 2011 O Homem e a água uma longa história Os primeiros poços, chafarizes, barragens e aquedutos foram construídos no Egito,

Leia mais

!"!"!! #$ % $ % & ' ()# * * '* + "!! (, -./. (!!0"!"!!!% (0 "!0"!!12

!!!! #$ % $ % & ' ()# * * '* + !! (, -./. (!!0!!!!% (0 !0!!12 !"!"!! #$ % $ % & ' ()# * * '* + "!! (, -./. (!!0"!"!!!% (0 "!0"!!12 !"+RDC Nº 274, de 22/09/2005, estabelece o regulamento técnico para águas envasadas e gelo #$%!RDC Nº 275, de 22/09/2005, estabelece

Leia mais

VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO EM SITUAÇÕES DE DESASTRES

VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO EM SITUAÇÕES DE DESASTRES Secretaria de Vigilância em Saúde Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO EM SITUAÇÕES DE DESASTRES Curso de Líderes 2008 A importância da

Leia mais

Palavras chaves: Bacteriologia, Monitoramento, Qualidade de água e Águas superficiais.

Palavras chaves: Bacteriologia, Monitoramento, Qualidade de água e Águas superficiais. ESTUDO BACTERIOLÓGICO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO TOCANTINS, NO TRECHO COMPREENDIDO ENTE OS MUNÍCIPIOS DE CORONEL VALENTE E RETIRO (TO), A JUSANTE DA UHE SERRA DA MESA-GO. Ricardo H. P. B. Peixoto* Mestre

Leia mais

QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO EM SOLUÇÃO ALTERNATIVA DE ABASTECIMENTO NO MUNICÍPIO DO CABO DE SANTO AGOSTINHO, PERNAMBUCO

QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO EM SOLUÇÃO ALTERNATIVA DE ABASTECIMENTO NO MUNICÍPIO DO CABO DE SANTO AGOSTINHO, PERNAMBUCO FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ CENTRO DE PESQUISAS AGGEU MAGALHÃES ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA KILDREY AQUINO DE OLIVEIRA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO EM SOLUÇÃO ALTERNATIVA DE ABASTECIMENTO NO MUNICÍPIO

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB

ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB Jackson Silva Nóbrega 1 ; Francisco de Assis da Silva 1 ; Marcio Santos da Silva 2 ; Maria Tatiane Leonardo Chaves

Leia mais

Sumário Executivo. Avaliação da Sustentabilidade do Programa Cisternas do MDS em Parceria com a ASA (Água-Vida)

Sumário Executivo. Avaliação da Sustentabilidade do Programa Cisternas do MDS em Parceria com a ASA (Água-Vida) Sumário Executivo Avaliação da Sustentabilidade do Programa Cisternas do MDS em Parceria com a ASA (Água-Vida) Funder-Embrapa Semiárido Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação Ministério do Desenvolvimento

Leia mais

TRATAMENTO ÁGUA PEQUENAS COMUNIDADES CÂMARA TÉCNICA DE SANEAMENTO-CBHLN ABRIL-2OO9

TRATAMENTO ÁGUA PEQUENAS COMUNIDADES CÂMARA TÉCNICA DE SANEAMENTO-CBHLN ABRIL-2OO9 TRATAMENTO ÁGUA PEQUENAS COMUNIDADES CÂMARA TÉCNICA DE SANEAMENTO-CBHLN ABRIL-2OO9 CICLO HIDROLOGICO » POLUIÇÃO NATURAL » MANANCIAIS LITORAL NORTE » POLUIÇÃO NATURAL ( CONT ) » REALIDADE DE ABASTIMENTO

Leia mais

ANÁLISE DO PROGRAMA 1 MILHÃO DE CISTERNAS IMPLANTADO EM UMA COMUNIDADE RURAL NO MUNICÍPIO DE FRANCISCO SÁ-MG 1

ANÁLISE DO PROGRAMA 1 MILHÃO DE CISTERNAS IMPLANTADO EM UMA COMUNIDADE RURAL NO MUNICÍPIO DE FRANCISCO SÁ-MG 1 ANÁLISE DO PROGRAMA 1 MILHÃO DE CISTERNAS IMPLANTADO EM UMA COMUNIDADE RURAL NO MUNICÍPIO DE FRANCISCO SÁ-MG 1 Maria Ribeiro dos Santos 2 mary.moc2007@hotmail.com Nayana Mesquita Mota 3 nayana-mota@hotmail.com

Leia mais

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras MEIOS DE CULTURA Associação equilibrada de agentes químicos (nutrientes, ph, etc.) e físicos (temperatura, viscosidade, atmosfera, etc) que permitem o cultivo de microorganismos fora de seu habitat natural.

Leia mais

Ação dos Raios UV em bactérias contaminantes do Queijo Minas Frescal

Ação dos Raios UV em bactérias contaminantes do Queijo Minas Frescal Ação dos Raios UV em bactérias contaminantes do Queijo Minas Frescal Polyanne Alencar de Paula 1,6 ; Sarah Borges Feitosa 2,6 ; Maurício Pereira Borges 3,6 ; Evellyn Cardoso Mendes Costa 4,6 ; Lilian Carla

Leia mais

MN-353.R-0 - MANUAL DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA

MN-353.R-0 - MANUAL DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA MN-353.R-0 - MANUAL DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 2.918, de 06 de julho de 1993 Publicada no DOERJ de 05 de outubro de 1993 1. OBJETIVO Orientar

Leia mais

CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA

CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA Paulo Sergio Scalize (1) Biomédico formado pela Faculdade Barão de Mauá. Graduando em Engenharia Civil

Leia mais

POP 01 (Potabilidade da Água) RESTAURANTE...

POP 01 (Potabilidade da Água) RESTAURANTE... POP 01 (Potabilidade da Água) RESTAURANTE... Modelo sugerido por Márcia M M Paranaguá,, em conformidade com as leis da ANVISA. Código: POP - 01 Página: 2 de 6 1 OBJETIVO Estabelecer procedimentos a serem

Leia mais

MONITORAMENTO PARTICIPATIVO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE FONTES HÍDRICAS EM COMUNIDADES RURAIS: O CASO DE SANTA BÁRBARA, JAGUARETAMA-CE.

MONITORAMENTO PARTICIPATIVO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE FONTES HÍDRICAS EM COMUNIDADES RURAIS: O CASO DE SANTA BÁRBARA, JAGUARETAMA-CE. MONITORAMENTO PARTICIPATIVO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE FONTES HÍDRICAS EM COMUNIDADES RURAIS: O CASO DE SANTA BÁRBARA, JAGUARETAMA-CE. ARAÚJO, T.M.S. de¹, GIRÃO, E.G. ², ROSA, M. de F³, ARAÚJO, L de F. P.

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS LAGOAS DO PARQUE NATURAL MUNICIPAL TANCREDO NEVES (PASSA CINCO). MUNICÍPIO DE PONTE NOVA - MG

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS LAGOAS DO PARQUE NATURAL MUNICIPAL TANCREDO NEVES (PASSA CINCO). MUNICÍPIO DE PONTE NOVA - MG Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/2014 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS LAGOAS DO PARQUE NATURAL MUNICIPAL TANCREDO NEVES (PASSA CINCO). MUNICÍPIO DE PONTE NOVA - MG Lucas Mattos Martins (*), Guilherme Resende Tavares,

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO E TRATAMENTO DE ÁGUAS CINZA COM FINS NÃO POTÁVEIS 1

CARACTERIZAÇÃO E TRATAMENTO DE ÁGUAS CINZA COM FINS NÃO POTÁVEIS 1 CARACTERIZAÇÃO E TRATAMENTO DE ÁGUAS CINZA COM FINS NÃO POTÁVEIS 1 Ellen Carla Francisca Alexandre 2 ; Alisson Vinicius Pereira 3 ; Mara Lucia Lemke-de-Castro 4 ellencarlabiologa@gmail.com; alisson_viny@hotmail.com;

Leia mais

Degradação de Polímeros

Degradação de Polímeros Degradação de Polímeros Degradação de Polímeros e Corrosão Prof. Hamilton Viana Prof. Renato Altobelli Antunes 1. Introdução Degradação é qualquer reação química destrutiva dos polímeros. Pode ser causada

Leia mais

Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Social de uma Estação Compacta de Tratamento de Efluentes de Baixo Custo para Pequenas Comunidades 1

Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Social de uma Estação Compacta de Tratamento de Efluentes de Baixo Custo para Pequenas Comunidades 1 Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Social de uma Estação Compacta de Tratamento de Efluentes de Baixo Custo para Pequenas Comunidades 1 Vicente de Paulo Santos de Oliveira - Pesquisador UPEA/IFF

Leia mais

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS Iug Lopes¹; Miguel Júlio Machado Guimarães²; Juliana Maria Medrado de Melo³. ¹Mestrando

Leia mais

Tratamento de Água. Numa estação de tratamento de água, o processo ocorre em etapas:

Tratamento de Água. Numa estação de tratamento de água, o processo ocorre em etapas: Tratamento de Água Definição Tratamento de Água é um conjunto de procedimentos físicos e químicos que são aplicados na água para que esta fique em condições adequadas para o consumo, ou seja, para que

Leia mais

APOIO PARCEIROS ESTRATÉGICOS

APOIO PARCEIROS ESTRATÉGICOS Soluções Tecnoecológicas com ozônio APOIO PARCEIROS ESTRATÉGICOS A BrasilOzônio Localizada no CIETEC/USP Mais de 5 anos de pesquisa; Parcerias com especialistas e grandes centros tecnológicos do país como

Leia mais

Análises Bacteriológicas de Águas Provenientes de Creches, Asilos e Poços Artesianos Situados Próximos ao Campus da UFPE

Análises Bacteriológicas de Águas Provenientes de Creches, Asilos e Poços Artesianos Situados Próximos ao Campus da UFPE Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Análises Bacteriológicas de Águas Provenientes de Creches, Asilos e Poços Artesianos Situados Próximos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO BÁRBARA SILVA VELOSO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO BÁRBARA SILVA VELOSO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO BÁRBARA SILVA VELOSO INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA E DA TURBIDEZ NA INATIVAÇÃO DE COLIFORMES E COLIFAGOS NO PROCESSO DE DESINFECÇÃO SOLAR RIO DE JANEIRO 2010 BÁRBARA

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA ARMAZENADA EM CISTERNAS UTILIZANDO RADIAÇÃO SOLAR

TRATAMENTO DA ÁGUA ARMAZENADA EM CISTERNAS UTILIZANDO RADIAÇÃO SOLAR TRATAMENTO DA ÁGUA ARMAZENADA EM CISTERNAS UTILIZANDO RADIAÇÃO SOLAR Marcos Brito Silva¹, Delfran Batista dos Santos², Gervásio Paulo da Silva³, Rafael Oliveira Batista 4, Samuel de Carvalho Silva 5 1.

Leia mais

ANÁLISE DA QUALIDADE AMBIENTAL DAS ÁGUAS ARMAZENADAS EM CISTERNAS NO SEMIÁRIDO CEARENSE: UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR

ANÁLISE DA QUALIDADE AMBIENTAL DAS ÁGUAS ARMAZENADAS EM CISTERNAS NO SEMIÁRIDO CEARENSE: UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR ANÁLISE DA QUALIDADE AMBIENTAL DAS ÁGUAS ARMAZENADAS EM CISTERNAS NO SEMIÁRIDO CEARENSE: UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR FRANCISCO BRUNO MONTE GOMES 1 JUREMA DE SOUZA COSTA 2 ANNA KELLY MOREIRA DA SILVA

Leia mais

A ÁGUA EM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE CASTANHAL Divino, E. P. A. (1) ; Silva, M. N. S. (1) Caldeira, R. D. (1) mairanathiele@gmail.

A ÁGUA EM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE CASTANHAL Divino, E. P. A. (1) ; Silva, M. N. S. (1) Caldeira, R. D. (1) mairanathiele@gmail. A ÁGUA EM CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE CASTANHAL Divino, E. P. A. (1) ; Silva, M. N. S. (1) Caldeira, R. D. (1) mairanathiele@gmail.com (1) Faculdade de Castanhal FCAT, Castanhal PA, Brasil. RESUMO A

Leia mais

CONVIVÊNCIA COM A SECA: CONTRIBUIÇÕES PARA POLITICAS PÚBLICAS DE COLETA E DISTRIBUIÇAO DE ÁGUA NO SEMIÁRIDO

CONVIVÊNCIA COM A SECA: CONTRIBUIÇÕES PARA POLITICAS PÚBLICAS DE COLETA E DISTRIBUIÇAO DE ÁGUA NO SEMIÁRIDO CONVIVÊNCIA COM A SECA: CONTRIBUIÇÕES PARA POLITICAS PÚBLICAS DE COLETA E DISTRIBUIÇAO DE ÁGUA NO SEMIÁRIDO SILVA, T.J ¹;FERNANDES, F.L., GOMES,I., DINIZ, C.R.; CEBALLOS, B.S.O ²; (Tércio José da Silva

Leia mais

CISTERNA DE PLACAS CALÇADÃO : UMA ALTERNATIVA PARA A CAPTAÇÃO E ARMAZENAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA DE ESCOAMENTO NO NÍVEL DO SOLO

CISTERNA DE PLACAS CALÇADÃO : UMA ALTERNATIVA PARA A CAPTAÇÃO E ARMAZENAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA DE ESCOAMENTO NO NÍVEL DO SOLO CISTERNA DE PLACAS CALÇADÃO : UMA ALTERNATIVA PARA A CAPTAÇÃO E ARMAZENAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA DE ESCOAMENTO NO NÍVEL DO SOLO Felipe Tenório Jalfim 1 ; Mário Farias Júnior 1 ; Yazna Retamal Bustamante

Leia mais

EFICÁCIA DOS DESINFETANTES QUANTO AO CONTROLE MICROBIOLÓGICO

EFICÁCIA DOS DESINFETANTES QUANTO AO CONTROLE MICROBIOLÓGICO EFICÁCIA DOS DESINFETANTES QUANTO AO CONTROLE MICROBIOLÓGICO Desiree Augusta M. B. NOVATO Giovania Pereira D. SILVA Karina Peres FERRASSOLI Luana Pizoni SIQUEIRA Paolla Moraes MURONI Paulo Francisco R.

Leia mais

Encanador. 4) Número de Aulas: O trabalho será realizado em cinco etapas, divididas em aulas a critério do professor.

Encanador. 4) Número de Aulas: O trabalho será realizado em cinco etapas, divididas em aulas a critério do professor. Encanador 1) Objetivos Gerais Aprofundar os conhecimentos sobre o profissional que tem como um dos focos de trabalho a água e o saneamento básico, assim como problemas que podem ocorrer quando houver sinistros

Leia mais

SISTEMAS ALTERNATIVOS DE DESCONTAMINAÇÃO DE ÁGUA: UMA REFLEXÃO SOBRE A QUESTÃO HÍDRICA NO BRASIL. Identificação

SISTEMAS ALTERNATIVOS DE DESCONTAMINAÇÃO DE ÁGUA: UMA REFLEXÃO SOBRE A QUESTÃO HÍDRICA NO BRASIL. Identificação SISTEMAS ALTERNATIVOS DE DESCONTAMINAÇÃO DE ÁGUA: UMA REFLEXÃO SOBRE A QUESTÃO HÍDRICA NO BRASIL Identificação Paulo Bernardi Junior, Dr. em Energias Renováveis IPEN-USP, gestor ambiental FSP-USP e biólogo;

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Saneamento Básico, Diagnóstico Ambiental, Infraestrutura.

PALAVRAS-CHAVE: Saneamento Básico, Diagnóstico Ambiental, Infraestrutura. VI-039 - SANEAMENTO BÁSICO: UMA ANÁLISE ESTRUTURAL DO BAIRRO PEDRA DO LORDE EM JUAZEIRO-BA, COMO AÇÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL PET CONEXÕES DE SABERES - SANEAMENTO AMBIENTAL. Roberta Daniela da

Leia mais

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA 225 Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA Marcos Antônio Lopes do Nascimento¹; Maria Verônica

Leia mais

EQUIPE TÉCNICA. Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade - IABS. Luis Tadeu Assad Diretor Presidente

EQUIPE TÉCNICA. Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade - IABS. Luis Tadeu Assad Diretor Presidente EQUIPE TÉCNICA Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade - IABS Luis Tadeu Assad Diretor Presidente Carla Gualdani Coordenadora Técnica Filipe Robatini Consultor Técnico Imagens e conteúdo:

Leia mais

TÍTULO: Avaliação da Qualidade da Água de Poços Artesianos na Sede do Município de Itapipoca

TÍTULO: Avaliação da Qualidade da Água de Poços Artesianos na Sede do Município de Itapipoca TÍTULO: Avaliação da Qualidade da Água de Poços Artesianos na Sede do Município de Itapipoca Autores: OLIVEIRA, Bruno Peixoto de ; MESQUITA, Charles Jefferson Ferreira; SOUZA, Petronio Augusto Simão. Curso

Leia mais

XXVII Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental

XXVII Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e Ambiental III-093 - TRATAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE VIA ESTERILIZAÇÃO POR VAPOR ÚMIDO E ALTO VÁCUO ASSOCIADO A MICROONDAS - ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DO PROCESSO EM UM ESTABELECIMENTO HOSPITALAR Vania Elisabete

Leia mais

ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA RMSP. Col. Santa Clara - 2014 Prof. Marcos N. Giusti

ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA RMSP. Col. Santa Clara - 2014 Prof. Marcos N. Giusti ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA RMSP Col. Santa Clara - 2014 Prof. Marcos N. Giusti Região Metropolitana de São Paulo Col. Santa Clara Você sabe de onde vem a água que nós bebemos e utilizamos? Col. Santa Clara

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO SUS BINGO DA ÁGUA

EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO SUS BINGO DA ÁGUA EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO SUS Desenvolver ações educativas e de mobilização social é disseminar informações visando o controle de doenças e agravos à saúde e fomentar nas pessoas o senso de responsabilidade

Leia mais

COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011

COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011 COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011 O Sol e a dinâmica da natureza. O Sol e a dinâmica da natureza. Cap. II - Os climas do planeta Tempo e Clima são a mesma coisa ou não? O que

Leia mais

MÉTODOS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA NO DISTRITO DE MORORÓ, BARRA DE SANTANA, PARAÍBA: UMA ANÁLISE DO REGISTRO ICONOGRÁFICO.

MÉTODOS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA NO DISTRITO DE MORORÓ, BARRA DE SANTANA, PARAÍBA: UMA ANÁLISE DO REGISTRO ICONOGRÁFICO. MÉTODOS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA NO DISTRITO DE MORORÓ, BARRA DE SANTANA, PARAÍBA: UMA ANÁLISE DO REGISTRO ICONOGRÁFICO. Larissa Barreto Barbosa 1, Antônio José dos Santos Martins ², Edílson Ramos de Oliveira

Leia mais