EnergyLive Expo RECURSOS, ENERGIA E ECONOMIA. Painel: Valorização do Potencial Energético Recursos Endógenos. A Energia e a Floresta

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1 EnergyLive Expo RECURSOS, ENERGIA E ECONOMIA Painel: Valorização do Potencial Energético Recursos Endógenos A Energia e a Floresta 1102JS0001P Centro Congressos de Lisboa, 23/Mar/2012 J. Ricardo Rodrigues

2 Temas 1. Importância da Fileira Florestal nas exportações nacionais 2. Breve caracterização do gps enquanto player do sector 3. Evolução da Floresta portuguesa e sua sustentabilidade 4. Energia e Biomassa Florestal 5. Breve discussão sobre o potencial energético da floresta 6. Tendências futuras

3 A Energia e a Floresta: importância do sector florestal nas exportações As indústrias florestais são responsáveis por 10% das exportações nacionais ( Milhões EUR) Dezembro 2011, ytd (Portugal: M ) Percentagem das exportações totais Madeira Cortiça Pasta e papel Mobiliário (Flor.) Total 1,4% 1,9% 5,2% 1,1% 9,6% Fonte: INE, dados de Dezembro 2011

4 A Energia e a Floresta: importância do sector florestal nas exportações

5 Recursos, Energia e Economia - A Energia e a Floresta O Grupo representa 3% das exportações nacionais Exportações YTD Dez-11 (M ) Portugal Portucel América 5% África 2% Europa 3% Médio Oriente 11% Ásia 2% Fonte: gps INE, dados de Dezembro 2011

6 Recursos, Energia e Economia - A Energia e a Floresta Portucel representa cerca de 50 % das exportações europeias de UWF Fonte:Cepifine, December 2011

7 A Energia e a Floresta: importância do sector florestal nas exportações A Portucel exporta 95% da sua produção para 119 países, maioritariamente na Europa e nos EUA (4 355 pontos de entrega, mais de 185 milhões de kms percorridos voltas ao Mundo) Fonte: grupo PortucelSoporcel, Cepifine

8 Empresa líder no mercado internacional Pasta&Papel (Produtos core: UWF = papéis de escritório e offset; BEKP = Pasta Branqueada de Eucalipto) 1º produtor europeu de papel UWF: 1.6 M t/ano (6º mundial) 1º produtor europeu de pasta BEKP : 1.4 M t/ano (4º mundial ) Figueira da Foz (Pasta = t / Papel = t) 3º maior exportador nacional em 2011: 1.2 mil milhões (3% do total de exportações) 1º exportador de Valor Acrescentado Nacional Volume de negócios em 2011: 1.5 mil milhões (7% de crescimento anual) Setúbal (Pasta = t / Papel= t) 51% da produção doméstica de energia a partir de biomassa Responsável pela gestão de 120,000 ha de área florestada, com certificação FSC and PEFC Cacia (Pasta = t )

9 Recursos, Energia e Economia - A Energia e a Floresta Produzimos cerca de 51% da energia proveniente de biomassa, em Portugal Produção de energia eléctrica a partir de energias renováveis GWh/ano, 2011-E (Total gps) gps-biomassa todas as fontes 2009 = 898 GWh (Total 1148) 2010 = 1099 GWh (Total 1696) 2011 = 1224 GWh (Total 1886) Outros 49% Grupo 51% Fonte: DGEG, REN, GPS Estimativa aumento de produção a partir de Biomassa 2011 / 2010 : 8%

10 Sustentabilidade do Modelo de Negócio Actividades : - Geradoras de emprego directo e muito mais indirecto; - Geradores de valor acrescentado nacional; - Geradoras de distribuição de riqueza - Sustentabilidade a longo prazo - Actividades dificilmente deslocalizáveis Floresta Energia Pasta R&D Papel Distribuição

11 Promove Valor Acrescentado Nacional: Interfaces económicos da Portucel 400,000 produtores florestais nacionais são fornecedores de madeira 5,561 fornecedores directos e prestadores de serviços nacionais (total: 6,639) 84 % dos inputs são produzidos e adquiridos em Portugal Logística inbound: 4.8 M tons principalmente madeira Logística outbound: 2.4 M tons pasta e papel (1.8 M tons em transporte primário e cerca de 600 K tons de transporte secundário através das nossas plataformas logísticas na Europa e nos EUA) Representa 9 % da carga contentorizada e convencional exportada através dos portos portugueses

12 Actividade Logística : Movimentos Portuários Em 2011 o gps representou 9% do total da carga contentorizada e convencional exportada pelos portos Portugueses, com destaque para Figueira da Foz, Aveiro e Setúbal. Portos k ton gps k ton 34% 20% 6% 2% 22% 6% Notas: Carga contentorizada inclui peso dos contentores

13 Um longo caminho a percorrer para reduzir défice de competitividade Custos médios de madeira Hardwood ( /m 3 ) Europa Ásia Am.Sul Fonte: Jaakko Pöyry

14 Recursos, Energia e Economia - A Energia e a Floresta Floresta: - contemplativa - Quem paga para outros contemplarem!!!!? - de produção / comercial produtores florestais - suporte económico de populações rurais em situação económica deprimida (florestação, tratamento ao longo do ciclo, corte e rechega, transportes,...) - regiões do interior em que se pode consideram um cluster - para ser sustentável a longo prazo tem de gerar riqueza para os proprietários - Visão Rei D. Dinis com Pinhal de Leiria: mais tarde foi um dos suportes das necessidades de madeira para construção de embarcações para a ambição expansionista de Portugal (descobrimentos); no século XXI seria considerado...

15 Evolução da Área Florestada em Portugal Durante um período de cerca de um século ( ), a totalidade da área florestal portuguesa aumentou ha, ou seja, uma taxa de crescimento da área superior a campos de futebol, por ano Total da área florestal portuguesa ( ) 3000 (milhares de hectares) = ha Fonte: Diário da República I Série-B nº 101 de DGRF, IFN 2005/2006 ; Publicação A disponibilidade de BIOMASSA está intimamente ligada à actividade das indústrias da Fileira Florestal, sendo estas o garante da SUSTENTABILIDADE da exploração florestal. A fonte Biomassa será renovável enquanto se mantiver o balanço do recurso a longo prazo.

16 Distribuição do Uso da Terra e da Área Florestada em Portugal

17 Importância de algumas espécies florestais e competitividade

18 Energia e Biomassa Biomassa Florestal: - Biomassa florestal residual - aproveitamento complementar de outras actividade de maior valor acrescentado e de maior geração de emprego - biomassa de madeira (vulgo lenha) - utilização doméstica e pequenos consumidores de serviços (escolas, hospitais, piscinas, edifícios de serviços e alguma pequena indústria). Se bem utilizada na produção de calor poderá atingir rendimentos superiores a 80%. - se utilizada para energia com subsidiação (mesmo cruzada) estará a introduzir graves distorções no mercado da madeira podendo levar ao encerramento de alguns sectores (ex: serrações e fábricas de aglomerados no UK) Exemplo: se a actividade de produção de electricidade que utilize madeira tem um incentivo com uma feed-in tariff então poderia também ser legitimo que um produtor de mobílias também recebesse x Euros por cada mesa ou armário que fabricasse (ambos estão a competir pela utilização da mesma matéria prima neste caso a madeira.

19 Evolução da Energia Eléctrica entregue à rede a partir de biomassa 1808,6 GWh (72%) Cogeração a Biomassa (2,5x mais rendimento) 687,8 GWh (28%) Centrais Termoelectr. a biomassa dedicadas Cogeração Renovável (Biomassa)- Rendimentos superiores a 70% Biomassa dedicada (Rendimentos líq. Inferiores a 30%)

20 Utilização racional da biomassa florestal residual Sendo a Biomassa Florestal Residual um recurso limitado e eventualmente escasso deverá ser contemplada: - Utilização hierárquica em termos de eficiência energética: - produção eficiente de calor com rendimentos entre 70-85% - cogeração (produção combinada de calor e electricidade) com rendimentos globais entre 70 80% - centrais termoeléctricas a biomassa (dedicadas) em casos adequados de sustentabilidade e complementaridade de utilização de sobrantes de operações florestais (que incluiu a prevenção de incêndios numa óptica de gestão sustentada de actividades da fileira florestal). Neste caso os rendimentos líq. são inferiores a 30%. (a título comparativo uma central de carvão tem um rendimento médio de 35-37%) Não se pode desperdiçar 40 a 50% da energia contida na biomassa de uma forma massiva (através de uma aposta centrada em centrais dedicadas à produção de electricidade) - A sustentabilidade da biomassa florestal residual é suportada por industrias da fileira florestal que produzem bens transaccionáveis exportáveis e de elevado valor acrescentado nacional. Só com uma fileira competitiva é possível manter a floresta de exploração comercial (bons ex: Suécia e Finlândia)

21 Fontes de Biomassa e Gestão Florestal (muitos estudos...) Sustentabilidade e disponibilidade de biomassa florestal residual Table 2 New Potential Woody biomass production from forestry Evaluation Studies ISA, 2005 ADENE, 2001 EnerForest/PSA, 2005 Quantity* [million ton/year] 2,5 2,2 1,5 * Not included the bark already consumed by the industry Potencial acréscimo nacional de biomassa florestal residual deve situarse entre 1,5 a 2,5 M ton /ano ( 0,38 MTep 0,63 MTep) - parcialmente já utilizado O consumo de biomassa florestal em Portugal pode atingir 3 a 4 vezes o potencial de abastecimento sustentado se várias utilizações projectadas fossem concretizadas (incluindo utilização em Cimenteiras, cofiring,...)

22 Utilização de Biomassa várias iniciativas políticas (algumas desgarradas) Combustíveis Fósseis F v.s. Biomassa Florestal Principais acções politicas e legislativas (muitas vezes não interligados no que diz respeito À mobilização e reais disponibilidades de biomassa) Protocolo de Kyoto (1997) Reforma da PAC reg. (CE) 1782/03 e 1701/05 (culturas energéticas),etc Directiva Quadro Resíduos Livro Branco Energia UE ( 12% FER em 2010 ) Directivas Biocombustíveis 2003/96/CE Plano de Acção Biomassa UE ( 2005 ) PNALE ENE Estratégia Nacional para a Energia PNAC Concurso Centrais Termoeléctricas a Biomassa UE aprova Directivas para Renovavéis, Eficiência Energética e redução CO2 (objectivos em 2020) PNAER (alguns países declaram que irão importar biomassa mas não existe cruzamento de fontes de fornecimento (poderão estar a julgar que importam todos dos mesmos países!!!!)

23 Fontes de Biomassa e Gestão Florestal (custos das operações...) A biomassa residual mesmo que seja gratuita na floresta (serviço o de limpeza,...) as várias operações de transformação e transporte são muito onerosas. Cada vez que se coloca no chão e se torna a carregar biomassa é um custo adicional. A gestão do risco de incêndios e possíveis armazenamentos intermédios é algo muito sério de gerir. Ramadas e bicadas terrenos com muito declive dificultam e oneram as operações Atados de biomassa residual Destroçamento Arranque de raízes

24 - Utilização de biomassa para produção de electricidade: outros aspectos - A regularidade ou despachabilidade (não-intermitência) de uma central termoeléctrica a biomassa dedicada é uma vantagem para a segurança a de abastecimento da rede, MAS: - para que seja criticamente rentável uma central deste tipo deverá operar mais de 8000 h /ano para as tarifas reguladas actuais; - se fosse necessário modular e operar sós em horas de ponta e alguma horas de cheia iria operar muito menos horas /ano e teria que ser remunerada com uma tarifa bastante superior (como ficaria a sustentabilidade dos d custos do sistema eléctrico caso existissem mais 1000 MW de centrais deste tipo (e a modular)???????.

25 - Utilização de biomassa para produção de electricidade: outros aspectos Exemplo de alguns impactos 2 Centrais Termoeléctricas a Biomassa 12,5 MW cada (Total 25 MW) Total de a ton /ano de biomassa florestal residual (função da humidade) Venda de 195 GWh /ano de energia para a Rede (após deduzidos autoconsumos) Geração de cerca de 260 postos de trabalho na sua maioria na exploração, transformação e transporte de biomassa (em zonas do interior deprimidas). Para além da própria exploração florestal da madeira para fins industriais. Injecção de valor de cerca de 10 Milhões Euros /ano em mercados regionais nacionais Redução equivalente de emissões de CO 2 : aprox ton /ano (mix de produção electr.), ton/ano (comparando com central a carvão) SUSTENTABILIDADE da exploração florestal: floresta certificada, biodiversidade, produção de plantas melhoradas, investimentos plurianuais em prevenção e combate a incêndios, estudos e manutenção do equilíbrio dos solos florestais, madeira para exportação de produtos de valor acrescentado, recicláveis e com base em matéria prima renovável nacional, e produção de energia (electricidade e calor) a partir de BIOMASSA residual.

26 - Potencial de utilização de biomassa : alguns nºs e factos simples - Potência instalada em Cogeração a biomassa (em funcionamento): 460 MW - Potência instalada em Centrais Termoeléctricas a biomassa dedicadas: 106 MW - Hipoteticamente se fosse pretendido instalar até 1500 MW com base em biomassa seria necessário instalar mais 934 MW (!!!!). - Factos: em 2011 duas centrais a biomassa com 12,5 MW instalados (total 25 MW) utilizaram 306 mil ton tal qual de biomassa florestal residual. Ou seja um consumo cerca de ton/ano por MW instalado. - Para instalar 934 MW adicionais seriam necessários cerca de mil ton (11,4 Milhões ton) de biomassa. - De acordo com estatísticas da FAO e da AFN, nos últimos anos são exploradas em Portugal menos de mil m3 (10 Milhões de m3) de madeira sem casca de todas as espécies. Com casca podermos admitir grosseiramente e por excesso 12 Milhões de m3 que convertidos para toneladas poderá arredondar-se para cerca de 11 Milhões de ton. -Admitindo que a exploração destes 11 Mton origina sobrantes como biomassa florestal residual de entre 25% e 30% (muito exagerado) teríamos disponíveis entre 2,8 e 3,3 Milhões de ton de biomassa florestal residual. Actualmente já são utilizadas próximo de 2 Milhões de ton de biomassa nas instalações existentes. Sobrariam cerca pouco mais de 1 Milhão de ton para novas centrais (cerca de 100 MW adicionais de forma faseada). - Como seriam necessários 11,4 Milhões de ton para os hipotéticos 934 MW não existe nem madeira para tal ( queimaria toda a madeira explorada anualmente em Portugal!!!!!!!!!?). Isto se fosse suportável em termos de custos (o que não é, considerando a feed-in tariff actual para a Biomassa). - Culturas /plantações energéticas seria uma possível solução? NÃO (ver slide seguinte). O País e as políticas nacionais não tem sequer dado resposta à importação de cerca de 200 Milhões de Euros /ano de madeiras para fins industriais que poderiam ser produzidos em Portugal (reduzindo as importações).

27 Exemplo Espanhol para utilização de biomassa de plantações energéticas Adicional de 32 Euros/MWh para a plantações energéticas face à biomassa florestal residual (biomassa mais onerosa) SUSTENBILIDADE do sistema Eléctrico!!!! 162,68 Euros/ MWh- Centrais a biomassa proveniente de plantações energéticas

28 - NOVAS TENDÊNCIAS: Biorefinarias, Biofuels, Biomateriais Da mesma forma existem vários programas Europeus

29 Principais conclusões: Industria da fileira florestal sustentável implica: - Geração de riqueza para o país através da produção e exportação de bens transaccionáveis de elevado valor acrescentado nacional - Mais elevada geração de emprego qualificado no sectores fabris e em zonas rurais economicamente deprimidas; - Garante de gestão sustentável e duradoura da Floresta com libertação de forma complementar de biomassa florestal residual para fins energéticos -A gestão de equilíbrios deverá ser acautelada para não introduzir distorções irreversíveis (indesejável para todos os operadores /players independentemente dos sectores sejam industrias ou energéticos)

30 Obrigado pela vossa atenção

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