ALDIR GUIMARÃES PASSARINHO

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2 SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL ALDIR GUIMARÃES PASSARINHO Discursos proferidos no STF, a 20 de novembro de 1991, por motivo de sua aposentadoria BRASÍLIA 1993

3 Palavras do Senhor Ministro SYDNEY SANCHES, Presidente

4 A primeira parte da sessão de hoje destina-se à homenagem que a Corte prestará ao eminente Ministro Aldir Passarinho, por motivo de sua aposentadoria. Para falar em nome da Corte, concedo a palavra ao eminente Ministro Carlos V elloso.

5 Discurso do Senhor Ministro CARLOS VELLOS0

6 Excelentíssimo Senhor Ministro Sydney Sanches, Presidente do Supremo Tribunal Federal; Senhores Ministros do Supremo Tribunal Federal; Senhor Procurador-Geral da República; Senhores Ministros aposentados do Supremo Tribunal Federal; Senhores Ministros dos Tribunais Superiores; Senhores Juízes de Tribunais Regionais Federais; Eminente Presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal; Senhores Ministros aposentados dos Tribunais Superiores; Senhores Membros do Ministério Público; Senhor Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Distrito Federal, advogado Esdras Dantas de Souza; Senhores Advogados; Senhor Doutor Antônio Carlos Osório, Secretário-Geral do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que falará em nome deste; Meus Senhores e minhas Senhoras; Professora Yésis Passarinho; Senhor Juiz Aldir Passarinho Júnior; demais familiares do Ministro AIdir Passarinho. O Supremo Tribunal Federal homenageia o Ministro Aldir Guimarães Passarinho, que se aposentou, recentemente, por implemento de idade, quando ocupava a presidência da Corte. Nascido na cidade de Floriano, no Piauí, no dia 21 de abril de 1921, à beira do Parnaíba, rio de que não se esquece o nosso homenageado, tanto que, num momento de festa, ao se empossar como membro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral, em agosto de 1979, na representação do extinto e sempre festejado Tribunal Federal de Recursos registrou ter nascido «à beira das águas tranqüilas do Parnaíba». Esses amores pelas coisas do berço natal, as in fluências telúricas que carregamos, marcam a nossa vida. O verso de Fernando Pessoa é bastante significativo: «O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia. «Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia. «Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia». Filho de Almir Nóbrega Passarinho e D. Dulce Guimarães Passarinho, cedo mudou-se para o Rio de Janeiro, então a capital federal, diplomando-se, em 1950, pela Faculdade de Direito da atual UERJ. À s suas raízes físicas, telúricas, entretanto, manteve-se fiel. Quando de sua despedida do Tribunal Federal de Recursos, nomeado para a Corte Suprema, disto deu mostra, em discurso que lembra o estilo do autor de

7 10 «Os Sertões». Falando do ambiente daquele Tribunal, Corte nacional, com vinte e sete ministros oriundos de todas as regiões do País, Passarinho enfatizou: «As perspectivas, os enfoques dos que vêm dos pampas, acostumados ao sopro do minuano, sensíveis aos problemas das fronteiras sulinas, nem sempre se identificam com os daqueles que provêem das imensidões do Norte ou das regiões do Nordeste, estes com visão de emigrantes batidos pelas secas, de capinzais crestados, de fazendas agonizantes. Já vi colega nosso de olhos marejados, contando sobre a desolação em seu Estado, as chuvas ausentes por longos meses, o gado morrendo, o desespero de populações famintas». Se colega seu chorou ao falar das agruras do povo do Nordeste, decorrentes da seca, é porque viu nos olhos do seu interlocutor as lágrimas do filho que nunca se esqueceu da terra natal e de sua gente. O Rio de Janeiro, ainda hoje uma cidade síntese do Brasil, foi muito, muito importante na vida do nosso homenageado, pois foi no Rio que o então advogado Aldir Passarinho conheceu e se casou com a musa de sua vida, a professora Yésis Y. Amoedo Passarinho. No Rio de Janeiro nasceu o seu filho, que tem o seu nome, o Juiz Aldir Passarinho Jr., do Tribunal Regional Federal da 1 Região, que com a Lúcia Eugênia, deram à professora Yésis e ao Ministro Passarinho duas netas, a Nathália e a Clarissa, que constituem o encanto da vida de ambos. No Rio de Janeiro, o Ministro Aldir Passarinho exerceu a advocacia, de 1950 até 1964, quando foi nomeado Subchefe do Gabinete Civil do Presidente Castello Branco. Em 1967, retornou ao Rio, como Juiz Federal, cargo que exerceu at ser nomeado, em setembro de 1974, Ministro do Tribunal Federal de Recursos. Na qualidade de Juiz Federal, integrou o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, de 1973 até setembro de 1974, quando se empossou no Tribunal Federal de Recursos. Indicado, pelo Tribunal Federal de Recursos, para compor o Tribunal Superior Eleitoral, assumiu o cargo de Ministro daquela Corte em novembro de 1978; eleito Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral, em novembro de 1979, não pôde, todavia, completar o seu biênio, pois, a 23 de junho de 1981, escolhido por seus pares, assumiu a Vice-Presidência do Tribunal Federal de Recursos. «Curiosamente», ressaltou o Ministro Sydney Sanches, no discurso que proferiu quando da aposição do retrato do Ministro Passarinho na galeria dos expresidentes do Tribunal Superior Eleitoral, «também não pôde completar essa Vice-Presidência e menos ainda chegar à Presidência, pois, antes disso, a 2 de setembro de 1982, tomou posse no cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal». E acrescentou: «Porém, já na qualidade de membro da Suprema Corte, foi suplente, membro efetivo, Vice Presidente e Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, nos três últimos postos, respectivamente, a partir de 24 de setembro de 1985, 31 de março dê 1987 e 14 de fevereiro de 1989». Mas registrou o Ministro Sydney

8 11 Sanches, «nenhum desses mandatos pôde exercer por inteiro, pois, antes do termo final, sempre foi convocado, por seus Pares, para funções mais altas». A Presidência do Tribunal Superior Eleitoral, exerceu-a por pouco tempo: empossado no cargo a , logo foi chamado a exercer a Vice-Presidência do Supremo Tribunal Federal, o que ocorreu a E quando, por escolha dos seus pares, ascendeu, em março de 1991, à Presidência do Supremo Tribunal Federal, menos de dois meses depois completou setenta anos de idade, pelo que não pôde cumprir, por inteiro, o mandato honroso de chefe do Poder Judiciário nacional. O Ministro Aldir Passarinho e eu entramos juntos para a magistratura federal. Fomos, a partir de março de 1967, Juízes Federais. Ele no Rio de Janeiro, eu em Mirias; depois, integramos o Tribunal Federal de Recursos, eu tentando seguir-lhe as pegadas, me inspirando na sua magistratura exemplar; assentamo-nos lado a lado na 3 Turma do Tribunal Federal de Recursos, até 1980, sob a presidência de um outro magistrado exemplar, grande amigo de Passarinho. - os homens procuram os seus iguais, sentenciou Goethe - o Ministro Armando Rollemberg. Em 1981, Passarinho subiu à Suprema Corte. Reencontramo-nos, pouco tempo depois, no Tribunal Superior Eleitoral, como Juízes substitutos e, posteriormente, como Juízes efetivos, empossados que fomos, no mesmo dia, , pelo Presidente Néri da Silveira. Terminado o meu biênio no Tribunal Superior Eleitoral, lá deixei Passarinho, que vim a reencontrar, nesta Casa, em junho de Se faço esse registro, Senhor Presidente, desse longo convívio que tenho mantido com o nosso homenageado, é para conferir às palavras que ora profiro o cunho do testemunho. Pois é isto: do Ministro Aldir Passarinho, dou testemunho com base no conhecimento pessoal. Quando a fotografia do colega que ora homenageamos foi afixada na galeria dos ex-corregedores-gerais da Justiça Eleitoral, no Tribunal Superior Eleitoral, em outubro de 1977, falando em nome do Tribunal, pude testemunhar: «Aldir Passarinho, hoje integrando a Corte Suprema, é, sobretudo, um homem bom, justo e reto. Desde os nossos primeiros dias na magistratura federal, dedico-lhe estima e admiração. É que o Ministro Aldir Passarinho é um homem de coragem, virtude que foi celebrada por John Kennedy, no seu «Pro files in Courage», que a classificou como a base de toda a moralidade humana. O Ministro Aldir Passarinho, que tem a virtude da coragem, jurista do melhor quilate, nem por isso abdica de suas maneiras simples, ele que entende, como ninguém, de obras de arte e de tapetes persas, e que é magistrado de escol, um homem arguto, franco, amigo leal». Discursando no Superior Tribunal de Justiça, em homenagem ao Ministro Miguel Ferrante, registrei que todo homem tem uma marca, uma característica, que é o seu estilo, o seu caráter.

9 12 Eu penso que o Ministro Aldir Passarinho tem mais de uma marca: uma, é a coragem, coragem de adotar decisões que pareciam muita vez antipáticas, mas que refletiam, a seu juízo, a solução mais justa para o caso ; coragem para, arrostando interesses, exercer a tutela dos dinheiros públicos, da coisa pública, da res publicae. Busco o testemunho, no ponto, de um grande juiz. Quando Aldir Passarinho empossou-se no cargo de Ministro do Tribunal Federal de Recursos, saudou-o o Ministro Jorge Lafayette Guimarães, que, ressaltando os dotes de caráter de Passarinho e buscando conceituar o juiz ideal, ressaltou que este deveria «possuir aquela 'coragem de convicção' a que alude Woodrow Wilson (<<Governo Constitucional nos Estados Unidos», pág. 148), decidindo livremente, sem influência de eventuais pressões, e sem esquecer que, como acentua Calamandrei, há mais coragem em ser justo, parecendo injusto, do que em ser injusto para que sejam salvas as aparências». Passarinho, no julgamento de Jorge Lafayette, possui as virtudes do juiz ideal. Invoco, agora, o depoimento de um jurisdicionado do Ministro Passarinho, que recolhi em conversa com advogados e servidores da Justiça Federal. O nosso homenageado era Juiz Federal e lhe foi distribuída uma ação penal na qual figurava como acusado o pai de um parlamentar. Passarinho que, quando Subchefe da Casa Civil da Presidência da República, havia examinado o procedimento administrativo e sugerido a instauração do inquérito policial, deu-se por impedido para judicar no feito. Ao final do expediente, quando deixava o Foro, o Juiz Passarinho foi procurado pelo parlamentar que, ciente da decisão, pediu a Passarinho que continuasse à frente do processo. É que, argumentava, todos conheciam o seu equilíbrio e, sobretudo, a sua coragem, a fim de fazer valer os superiores valores da justiça, pelo que tinham absoluta certeza de que a ação seria decidida com imparcialidade. E, não custa relembrar, fora Passarinho quem, no âmbito administrativo, recomendara a instauração do inquérito policial. O Ministro Aldir Passarinho nunca foi de posições extremadas. Juiz equilibrado, sereno, moderado, sabe conciliar o novo com o tradicional e ficar com aquele, em detrimento deste, como é capaz de repudiar o novo, em favor do tradicional, quando o novo não passa de mero modismo. Milton Campos, estadista e sábio, lecionou que «o meio-termo é uma posição de coragem, daquela tranqüila e determinada coragem que resulta da convicção sincera e refletida. O ponto extremo é mais cômodo, porque oferece uma definição precisa e dispensa as constantes revisões que a realidade suscita» (José Bento Teixeira de Salles, «Milton Campos, uma vocação liberal», Ed. Vega, Belo Horizonte, 1975, págs. 94/95). Essa posição de equilíbrio, de meio-termo, ressai das decisões do Ministro Passarinho e ele deixou claro o seu pensamento no discurso de posse no Tribunal Federal de Recursos, em , quando afirmou que «o JUIZ não deve, não pode, manter-se atado a conceitos tradicionais, apenas

10 13 porque o sejam, tendo-os como verdades axiomáticas, esquecido de que o sopro renovador anima não só as coisas, como o pensamento jurídico, e se a sociedade evolve e o Estado possui sua dinâmica natural de desenvolvimento, «a fixidade do direito, em conseqüência» - na excelente imagem de eminente pensador - «quer como idéià, quer como sentimento, é uma verdade local, ou uma ilusão de ótica intelectual, devida aos mesmos motivos que nos levam a falar na fixidade das estrelas...». Ad iante, entretanto, como que preocupado com a extensão do sentido das proposições que formulou, apressou-se em fixar-se na posição de equilíbrio: se «os conceitos jurídicos têm de ser permanentemente revisados», deve o juiz, entretanto, «atuar a partir da situação concreta e global, na qual está colocado, norteando-se pelos princípios jurídicos emanados da legislação, não só tomados como base, como ponto de referência, mas igualmente neles se inspirando para garantia dos direitos individuais e segurança da sociedade que integra, atento ainda aos postulados da soberania do Estado». O equilíbrio, a posição de meio-termo, leva à reflexão, à meditação. Os extremos conduzem, comumente, ao arrebatamento, que impede, de regra, que se vejam claramente as questões postas. A posição de meiotermo leva o juiz a ser meticuloso, porque ela «resulta», bem disse Milton Campos, «da convicção sincera e refletida». Pois assim sempre ocorreu com o Ministro Aldir Passarinho. Suas sentenças e seus votos foram meticulosos, produtos de profunda reflexão. Invoco, no ponto, o depoimento do Ministro Sepúlveda Pertence, a dizer que, no Ministro Passarinho, «sob a luz de perto é que melhor se vê que, no magistrado, a busca, freqüentemente sofrida, da solução mais adequada a cada caso,... se traduz na minúcia dos votos», que «não nasce apenas da exação profissional do servidor dedicado», mas que «é traço que revela, inteiro, sob a toga aparentemente fria do juiz, o homem atormentado por um compromisso vital com os valores da justiça». De certa feita, no antigo Tribunal Federal de Recursos, num julgamento na Turma, de que Passarinho fora relator, houve voto vencido que ensejou a interposição de embargos infringentes para o Plenário, embargos que Passarinho acolheu dizendo que, desde o julgamento da apelação, diante da divergência do colega, passara a meditar sobre a questão, pelo que, após madura reflexão, se convencera de que a solução mais adequada não era a que perfilhara, anteriormente. Por isso, reformulava o seu entendimento. Isto revela, sobretudo, o juiz, o juiz sereno, equilibrado, que alia equilíbrio à humildade, do juiz cujo compromisso é com os valores mais altos da justiça. Essa posição de meio-termo, que leva à reflexão e à meditação, fez com que Aldir, ainda Juiz de I? grau, obtivesse «marcantes vitórias judicantes, impondo-se até mesmo à consideração do Supremo Tribunal Federal», testemunhou o Ministro Evandro Gueiros Leite, que foi colega do nosso homenageado na Justiça Federal do Rio. É do depoimento de

11 14 Gueiros Leite, no discurso que proferiu na sessão realizada pelo Tribunal Federal de Recursos, de despedida de Aldir, quando este foi nomeado para a Suprema Corte: «Aconteceu, por exemplo, com a prevalência de sua opinião sobre o tráfico e venda de entorpecentes, em conflito de competência que suscitou. A Estrada de Ferro Central do Brasil, por certo que ainda hoje estaria passando por empresa pública perante os pretórios, se ele persistentemente não procurasse mudar-lhe as vestimentas». E concluiu Gueiros Leite por acentuar o equilíbrio e a serenidade, características do nosso homenageado, de que decorre a minúcia dos seus votos, resultantes sempre de profunda reflexão. Na linha de decisões marcadas pelo equilíbrio, proferidas pelo nosso homenageado, registro, no Tribunal Superior Eleitoral, a que resultou na Resolução , a respeito da filiação partidária e o prazo da nova filiação, que obteve ampla repercussão, tanto que o Jornal do Brasil de , em artigo de fundo, a ela se referiu em termos altamente elogiosos. Por mais de uma vez, o Doutor Walter Ceneviva, professor de Direito e que integra a equipe de articulistas da Folha de S. Paulo, comentou, na sua coluna, votos do Ministro Aldir Passarinho, ressaltando a acuidade jurídica do seu autor. A posição de meio-termo não impediu, entretanto, que o Ministro Passarinho adotasse decisões vanguardeiras. É conferir: no Tribunal Federal de Recursos, sempre insistiu em que o acusado, identificado civilmente, não poderia ser submetido à humilhação da identificação criminal, sem prejuízo, é certo - e aqui se manifesta a posição de equilíbrio - das providências necessárias a que não fosse estorvada a ação policial. No Supremo Tribunal Federal, voltou a insistir na tese, embora reconhecendo a existência de jurisprudência contrária ao seu pensamento, inscrita em súmula, que deveria acatar (Súmula n 568). A Constituição de 1988 veio dar-lhe razão (CF, art. 5, LVIII). O Ministro Passarinho sempre defendeu o entendimento de que é possível, mediante habeas corpus, o trancamento de inquérito, quando os motivos determinantes da ação policial se mostram, de logo, inexistentes. Os constrangimentos que o inquérito policial trazem para o homem de bem são insuportáveis, argumentava o Ministro Passarinho. Na Extradição n 417, de Mário Firmenich, pedida pelo Governo da República Argentina, o Ministro Passarinho foi voto vencido, ao negar o pedido, por considerar que os crimes cometidos pelo extraditando eram de natureza política, pelo que, em face da Constituição, a extradição não seria possível (CF, 1967, art. 153, 19; CF, 1988, art. 5, LI). Está no voto do Ministro Passarinho, proferido na sessão plenária do dia : «É certo que a Lei n prevê que o Supremo Tribunal Federal pode deixar de considerar determinados crimes, que especifica, como de natureza política, e entre estes se incluem exatamente os praticados pelo

12 15 extraditando: prática de terrorismo e de seqüestro, segundo os atos que decretaram a sua prisão ou a instauração de inquérito. «Tenho dúvidas sérias sobre a constitucionalidade de poder o Supremo Tribunal Federal deixar de considerar como políticos determinados crimes, pois aí estará, em princípio - é o que me parece - admitindo que esta Corte possa fazer uma restrição, que a Lei Maior não prevê. Aliás, este aspecto já tive oportunidade de acentuar ao ensejo do julgamento da Extradição n? 399. O crime será político ou não pela motivação do agente e aos fins a que visa. O crime é político ou não pelas características que o envolvem. Ele'é, ou não é, substancialmente. Não me parece, porém, ser necessário discussão maior a respeito, ou seja, se pode prevalecer a norma do art. 77, 2?, da nossa Lei dos Estrangeiros, ante o disposto no aludido preceito constitucional». Depois de outras considerações, concluiu: «Deste modo, a fim de evitar o debate quanto ao artigo 77 da nossa Lei de Estrangeiros no referente a sua constitucionalidade, declaro que considero de natureza política os delitos praticados pelo extraditando, e são eles preponderantes. «Assim, embora repila o fundamento do eminente Ministro Relator, nego a extradição». (RTJ 111/16). A modéstia, a bondade e a lealdade aos amigos, são as outras virtudes que marcam o caráter do nosso homenageado. Dele disse o Presidente Sydney Sanches, quando de sua posse na Vice-Presidência do Supremo Tribunal Federal: «Aldir Passarinho, homem admirável, juiz de altíssimo espírito público, de sólida formação moral e cultural, fidalgo nos gestos com os colegas e com todos que o rodeiam, sumamente preocupado com o justo e com o honesto, figura generosa de jurista e companheiro». O Ministro Sepúlveda Pertence, ainda Procurador-Geral da República, ao saudá-lo por ocasião de sua posse na Presidência do Tribunal Superior Eleitoral, aduziu, magnificamente, que o Ministro Aldir Passarinho revela-se, «sob a toga aparentemente fria do juiz, o homem atormentado por um compromisso vital com os valores da justiça»; e a sua «modéstia, quase humildade é modéstia mesmo e não o fingimento fariseu comum a tantas vaidades não assumidas; e a gentileza do trato, a invariável atenção com os amigos, não é verniz enganador de mera cortesia de uso externo: é, sim, floração espontânea de alma voltada à afeição sincera». La Bruyere, em «Os Caracteres», regi,strou que «a modéstia é, para o mérito, o que são as sombras para as figuras de um quadro: dá-lh s força e relevo». Pois é isto, justamente isto, o que acontece com Aldlr Passarinho: a sua modéstia, que, segundo Pertence, chega a ser quase humildade, realça-lhe o mérito, dá relevo a sua grandeza, como ratificando o verso de Shakespeare, posto na boca de Hotspur, na 1 parte, do

13 16 ato IV, de Henrique IV: «... greatness know itself». (<< se reconhecer»). a grandeza sabe A lealdade aos amigos é outra virtude que o nosso homenageado pratica com fervor. Cícero, no seu «Da Velhice e da Amizade» um clássico legado à humanidade culta, fazendo o elogio da amizade escreve que esta «contém muitas coisas: para qualquer lugar que te voltes, ela está ao teu alcance; em nenhum lugar é ela excluída: jamais é intempestiva, jamais é molesta. (... ) Pois a amizade faz as coisas prósperas mais esplêndidas, e as adversas, partilhando e comunicando, torna-as mais suportáveis». E acrescenta: «Graças à amizade, os ausentes são presentes, os pobres são cumulados, os fracos são fortes, e, o que é difícil de se dizer, os mortos vivem: vivem na honra, na memória, na dor dos amigos». (Cícero, «Da Velhice e da Amizade», Editora Cultrix, 1964, págs. 135/ 1 36). A lição de Cícero é ratificada por Aldir Passarinho, que cultua superiormente a amizade e é, como ninguém, leal aos seus amigos, pobres e ricos, fortes e fracos. Amigos seus, do tempo de soldado - Aldir foi soldado convocado do Exército por ocasião da II Guerra - ele os visita, ainda hoje, no Rio de Janeiro. Os funcionários antigos da Justiça Federal, que com ele trabalharam, são seus amigos e Aldir deles não se esquece. Por mais de uma vez eu, no Tribunal Federal de Recursos, Aldir já no Supremo, pediu-me que encaminhasse papéis de antigos servidores, ao Conselho da Justiça Federal, telefonando-me, religiosamente, todas as semanas, em busca de notícias para transmiti-las aos modestos funcionários, seus amigos. E o que dizer da lealdade que devota às repartições em que trabalhou, ao SESC, de que foi procurador, aos antigos companheiros do Gabinete Civil da Presidência da República, aos seus colegas da Justiça Federal, ao extinto Tribunal Federal de Recursos e aos seus ministros, os de ontem e os de hoje, do Superior Tribunal de Justiça. A sua fidelidade a esta Casa e aos seus integrantes, ninguém a supera. Somos testemunhas de seu desvelo para com todos, ministros, servidores e advogados que aqui militam. Uma palavra a respeito da bondade, que é, também, característica do Ministro Aldir Passarinho, bondade que é virtude dos fortes. «As palpitações de um espartano eram as de um homem forte, e o homem forte é bom; somente o fraco é mam>, sentenciou Napoleão. Pois Aldir Passarinho é um homem bom. Por isso, os seus atos, as suas atitudes, quer como homem, quer como juiz, sempre tiveram o toque da bondade. Uns são bons passivamente, ficam no seu canto, e o mundo vai por si mesmo; outros, entretanto, vão além, tornam atuante a bondade que têm no coração e procuram fazer o bem, ajudar ao seu semelhante. Assim é com Aldir Passarinho, e as pessoas que com ele convivem - porque a bondade não se apregoa - têm certeza disso. O testemunho do Ministro Francisco Rezek, a respeito de Passarinho, realça essa virtude do seu caráter, a dizer que, no futuro, aqueles

14 17 que tenham vivido os tempos de hoje certamente que vão dizer que o nosso homenageado foi «cultor dos direitos humanos mais elementares,... juiz cioso da liberdade humana, atento às prerrogativas mínimas do réu, do preso, do deserdado da sorte, dos estratos mais modestos e sacrificados da nossa pirâmide social». (Palavras proferidas pelo Ministro Francisco Rezek, então Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, quando da inauguração do retrato do Ministro Passarinho na galeria dos ex Presidentes do Tribunal Superior Eleitoral, em ). Pois é assim que o vemos, Ministro Aldir Passarinho, este é o testemunho que damos do juiz e do homem, na hora da despedida, na hora em que Você - peço licença para tratá-lo familiarmente - deixa, em definitivo, o serviço da Suprema Corte. Agora, no otium cum dignitate, que constituía, segundo Cícero, o ideal de um romano após uma intensa vida pública (Cícero, «De Oratore», I, 1, 1), Você poderá viver e conviver com a família que Deus lhe deu: a Yésis, sua mulher, sua companheira, que o ajudou a ser o que é; o seu filho, o Juiz Aldir Passarinho Júnior, que lhe segue os passos; a sua nora, Lúcia e, sobretudo, aquelas que dão encanto a sua vida e à vida da Yésis, suas netas, a brilhante Nathália e a doce Clarissa. Adeus, colega ilustre, amigo querido. A sua magistratura exemplar, o seu irrepreensível comportamento diante de todos e de tudo, a família que Você construiu, os amigos que Você fez e soube manter, o respeito que Você granjeou, a admiração que lhe dedicam os homens do seu tempo, coroam a sua vida, fazem-no feliz e feliz, sobretudo, porque Deus lhe concedeu a graça de a tudo isto ver e assistir. Invoco, novamente, o poeta que, segundo Victor Hugo, fala ao homem: na 3 Parte, Ato III, de Henrique VI, o gênio de Shakespeare falou pela boca do Rei Henrique e eu penso que as palavras por ele ditas o Ministro Aldir Passarinho poderá repetir: «Minha coroa trago no coração, não na cabeça; «Não é cravejada de diamantes ou pedras preciosas, «Nem é para ser vista; minha coroa chama-se felicidade «E é uma coroa que a poucos reis é dado usar». Assim seja.

15 Palavras do Senhor Ministro SYDNEY SANCHES, Presidente

16 Concedo a palavra ao Vice-Procurador-Geral da República, Doutor Moacir Antônio Machado da Silva, que falará em nome do Ministério Público Federal.

17 Discurso do Doutor MOACIR ANTÔNIO MACHADO DA SILVA, Vice-Procurador-Geral da República

18 Excelentíssimo Senhor Ministro Sydney Sanches, Presidente do Supremo Tribunal Federal; Excelentíssimos Senhores Ministros da Corte; Excelentíssimos Senhores Ministros aposentados; Excelentíssimo Senhor Torreão Braz, Presidente do Superior Tribunal de Justiça; Excelentíssimo Senhor Presidente, em exercício, do Tribunal Superior do Trabalho, Ministro Orlando Teixeira da Costa; Excelentíssimos Senhores Ministros dos Tribunais Superiores; Excelentíssimo Senhor Presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Desembargador Valtênio Mendes Cardoso; Excelentíssimo Senhor Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Distrito Federal, Doutor Esdras Dantas de Souza; Excelentíssimos Senhores Magistrados dos dois graus de jurisdição; Excelentíssimos Senhores Subprocuradores-Gerais e Membros do Ministério Público; ilustres autoridades; Excelentíssimos Senhores Advogados; Senhoras, Senhores e digníssimos familiares do Ministro Aldir Passarinho. Honrosa incumbência esta, propiciada pelo exercício eventual do cargo de Procurador-Geral da República, de participar da homenagem ao eminente Ministro Aldir Passarinho, recentemente aposentado. As virtudes de notável jurista Sua Excelência deixa indelevelmente marcadas na brilhante militância na advocacia no Rio de Janeiro durante catorze anos, e na segura trajetória na judicatura, desde a investidura como Juiz Federal na Seção do Estado do Rio de Janeiro, no ano de 1967, depois, por oito anos, como Ministro do Tribunal Federal de Recursos, culminando com a inexcedível honraria da elevação ao cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Nesses diferentes níveis da Magistratura, exerceu Sua Excelência as mais relevantes funções, inclusive no Conselho da Justiça Federal, no Tribunal Regional Eleitoral, ainda quando Juiz Federal, e no Tribunal Superior Eleitoral, por dois períodos, primeiro na representação do Tribunal Federal de Recursos e, tempos depois, em vaga atribuída a Ministro da Suprema Corte. Ocupava a Presidência do Tribunal Superior Eleitoral quando foi convocado para a Vice-Presidência do Supremo Tribunal Federal. Nos votos proferidos pelo insigne Ministro Aldir Passarinho, transparecem a sabedoria jurídica aliada à fina inteligência, as características

19 26 de serenidade, equilíbrio e prudência, e, especificamente, a preocupação em desvendar todos os aspectos subjacentes das controvérsias, que sempre o levaria a examinar minudentemente os casos submetidos a julgamento. Dele disse o Ministro Sepúlveda Pertence, em discurso que proferiu por ocasião de sua posse na Presidência do Supremo Tribunal Federal: «... na sua ascensão contínua pelos degraus judiciários, o respeito e a admiração, que lhe prodigaliza o mundo jurídico nacional, não são produtos de uma aparência bem administrada: são frutos maduros da exação sem concessões, da inteligência aliada ao senso comum, do saber jurídico posto a serviço de uma rara intuição da justiça. É redizer, com a emoção de um carinho pessoal, só multiplicado pela sucessão do tempo, que às qualidades do magistrado, Passarinho empresta, sim, cotidianamente, a simpatia incomum da figura humana de convívio inalteradamente afetuoso, na qual o dom da modéstia e certo toque de ironia sem agressividade impediram que os êxitos da carreira vitoriosa deixassem laivos de arrogância. É repisar que, em Aldir Passarinho, sob a luz de perto, é que melhor se vê que, no magistrado, a busca, freqüentemente sofrida, da solução mais adequada a cada caso, traduzida na minúcia dos votos, não nasce apenas da exação profissional do servidor dedicado: é, sim, traço que revela por inteiro, sob a toga aparentemente fria do juiz, o homem atormentado por um compromisso vital com os valores da justiça, assim como a preocupação, quase obsessiva, com a escrupulosa tutela do dinheiro público, que, nele, não é retórica fácil para buscar figurações, mas o fruto congênito de um acendrado senso moral». De fato, as manifestações do Ministro Aldir Passarinho revelam o cuidado com a pesquisa tendente à precisa determinação da finalidade social da lei, sua aferição valorativa à luz dos fatos na dinâmica histórica de sua evolução social. De todo esse labor, dá testemunho a saudação que o eminente Ministro Célio Borja dirigiu a Sua Excelência, quando este deixava a Presidência da Segunda Turma: «N os votos proferidos e nos acórdãos lavrados pelo Ministro Aldir Passarinho ressaltam a linguagem escorreita, o pensamento límpido e lúcido, a sabedoria e o equilíbrio do julgamento. «Nessa suprema instância não se requer, apenas, o domínio da ciência do Direito; quer-se, também e sobretudo, a mestria da arte de julgar. É preciso ver com nitidez o objetivo do julgamento para poder-se buscar no aranzel de normas profusas aquela que lhe corresponde. Vossa Excelência, Ministro Aldir Passarinho, encaixa-se no tipo ideal do juiz: demora a olhar nos fatos da causa para identificá-los e compreendê-los e, porque é douto no conhecimento das leis, logo conclui qual delas lhes pertine». Esse cuidado do eminente Ministro Aldir Passarinho, com a apreciação axiológica de todas as variáveis envolvidas no caso sob julgamento,

20 27 esteve sempre ligado à preocupação com a realização do direito justo e guarda estrita correlação com suas concepções teóricas em torno de aspectos fundamentais do Direito. Nele há simbiose perfeita entre pensamento e ação: a experiência enriquecida nos longos anos de atividade judicante consolidou-lhe as convicções, fundadas estas nas mais verdadeiras conquistas da experiência jurídica, em harmoniosa unidade. No primoroso discurso que proferiu, ao ser investido na Presidência do Supremo Tribunal Federal, destacou o Ministro Aldir Passarinho' o papel do Poder Judiciário na garantia dos direitos fundamentais e ainda na formulação de um direito justo: «Os anseios de justiça e de liberdade, conceitos que se irmanam e confundem, vêm dos primórdios dos séculos. E até hoje perduram as lutas pelas conquistas desses direitos fundamentais, embora se inscrevam como princípios basilares no ordenamento jurídico dos Estados modernos». E, em outra passagem, assinala: «É o eterno caminho do homem pelas mesmas estradas, no presente fugidio que logo será «outrora», depois de cada amanhã, procurando que seja coisa do passado a época em que «todos os ricos eram herdeiros» e os pobres também, mas este do não «status» do não-saber, do não-acesso às condições sociais e humanas, do não-direito à cidadania. O Judiciário, por certo, tem aí, também, o seu papel a cumprir. Inúmeros os episódios, atuais alguns, antigos outros, mas que rompem a névoa do tempo e chegam até nós, revelando que caminhos são abertos, espaços são conquistados, pois embora o juiz não legisle - que esta não é sua missão - tem dado às normas de direito o sopro renovador. É que assim é necessário para que se possa prosseguir, dentro da lei e da ordem, não apenas no reconhecimento dos direitos essenciais - que é pouco apenas estarem no papel - mas que eles sejam realmente assegurados». A ênfase que Sua Excelência confere à exigência de justiça não se perde no campo das doutrinas filosóficas que pressupõem a indeterminação de valores, antes será referida a valores racionalizados historicamente, que se integram na consciência jurídica universal, entre os quais os consubstanciados nas declarações dos direitos do homem, como expressão das liberdades públicas, e consagrados em nosso direito positivo. Por outro lado, não obscurece o Ministro Aldir Passarinho a importância que se deve atribuir à segurança jurídica, outra exigência fundamental do Direito. Em discurso pronunciado na posse dos Ministros Cordeiro Guerra e Moreira Alves na Presidência e Vice-Presidência do Supremo Tribunal Federal, respectivamente, acentuou o Ministro Aldir Passarinho:

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