Planejamento Governamental. Sistema e instrumentos

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Planejamento Governamental. Sistema e instrumentos"

Transcrição

1 Planejamento Governamental Sistema e instrumentos Cuiabá, dezembro de 2008

2 É necessário planejar na Administração Pública? Há muitas demandas / problemas decorrentes das condições de desenvolvimento e de convivência das pessoas; Os recursos são cada vez mais escassos; Há necessidade de planejar - processar problemas, propor e analisar a viabilidade das alternativas - para atingir resultados desejados.

3 Necessário e normativo Art.174, CF Como agente normativo e regulador da atividade econômica, o Estado exercerá, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento, sendo este determinante para o setor público e indicativo para o setor privado. Art. 1º, 1º, LRF A responsabilidade na ação fiscal pressupõe a ação planejada e transparente

4 Planejamento do setor público é diferente? Poder de Estado; Princípios da Administração Pública (LIMPE); Finalidades (art. 3º CF/88): sociedade livre, justa e solidária; desenvolvimento nacional; reduzir as desigualdades sociais e regionais; promover o bem de todos. Meios Recursos Financeiros; Sistema normativo; Organizações.

5 SISTEMA DE PLANEJAMENTO - Níveis / Instrumentos Estratégico Objetivos Estratégicos PLANO PLURIANUAL Tático Programas Objetivos dos Programas LDO PTA/LOA Operacional Ações (projetos /atividades) PLANO DE AÇÃO RESULTADOS (impactos na população e no processo de desenvolvimento)

6 SISPLAN E LEGALIDADE Estrutura, funções, competências... Lei Complementar nº 13, de 16 de janeiro de princípios e diretrizes da Administração Pública Estadual; Lei Complementar nº 14, de 16 de janeiro de competências da Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral; Lei Complementar n 264, de 28 de dezembro de organização e funcionamento da administração sistêmica no âmbito do Poder Executivo Estadual; Decreto nº 1.795, de 11 de agosto de estruturação do sistema estadual de planejamento SISPLAN; Decreto n 259, de 16 de maio de Sistema Oficial FIPLAN; Decreto Nº1.528,DE 21 de agosto de modificações no processo de implantação do monitoramento dos programas e ações governamentais.

7 Estrutura e funções Órgão Central Coordenação e metodologia; Órgão setorial coordenação, formulação e metodologia setorial; Órgão seccional vinculadas; Órgãos regionais (não vingou); Responsáveis por programas (Secretários, Presidentes); Gerentes de Programas; Coordenadores de Ações (gerentes de projetos / atividades); Secretários Executivos dos Núcleos Sistêmicos.

8 O que materializa o Ciclo de Gestão? PLANEJAMENTO ORÇAMENTAÇÃO PROGRAMAÇÃO PROGRAMA AVALIAÇÃO CONTROLE EXECUÇÃO

9 Programa? conjunto articulado de Ações Oportunidade Demanda Problema Causas C 1 C 2 C 3 Objetivo + Indicador Ações A 1 A 2 A 3 SOCIEDADE (PESSOAS, FAMÍLIAS, EMPRESAS)

10 ESTRUTURA DO PROGRAMA (atributos) Denominação (clara comunicação); Objetivo (solução de problema/demanda); Indicador (forma de medir o problema); Meta de resultado (quanto do problema pretendo resolver); Justificativa ( o que acontece se não resolver); Público-alvo (beneficiários diretos das ações); Unidade responsável; Valor global; Forma de financiamento (orçamentos, parcerias); Prazo de execução; Ações; Forma de Implementação;

11 AÇÕES Operações que concorrem para que consigamos atingir o objetivo do programa e solucionar o problema ou demanda (entregam bens e serviços). Podem ser: Projetos (inovações, ampliação da ação governamental, tempo determinado); Atividades (serviços permanentes, manutenção da ação governamental); Operações Especiais (ações sem contraprestação direta, repasses); Outras ações (articulações, normatizações).

12 AÇÕES - Atributos Denominação (comunicar claramente a ação a ser desenvolvida); Objetivo específico (qual o resultado imediato esperado da ação, causa do problema a ser resolvida); Meta Física (que bem ou serviço será entregue pela ação produto da ação); Se o bem ou serviço for apropriado pelo beneficiário, concorrerá para o objetivo do programa. Unidade de medida (como posso medir o bem ou serviço que entrego?); Quantidade (quanto do bem ou serviço vou entregar?); Valor financeiro (quanto vai custar?);

13 Mas, e os instrumentos? CF/88 Art. 165: Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I - o plano plurianual; II - as diretrizes orçamentárias; III - os orçamentos anuais.

14 Sobre os instrumentos - PPA O que é um PPA? Um plano de médio prazo (4 anos); Um instrumento legal de planejamento; A organização das ações do governo; A forma de comunicar as prioridades e os resultados esperados da gestão; Compromisso entre o governo e a sociedade sobre as ações e resultados.

15 PPA e Legalidade Constituição Federal art. 165 (instrumentos de planejamento, conteúdo do PPA); ADCT / Constituição Federal - art 25 (vigência); LC 101/2000 / LRF ART 5 e 16 (compatibilidade PPA / LOA, gestão fiscal responsável, ações planejadas, compatibilidade entre os instrumentos); Constituição Estadual art 162 (similar ao art 165 da CF); Emenda Constitucional 50 / 2007 (prazo de encaminhamento).

16 PPA e Legalidade CF/88 Art. 165 (similar ao 162 da CE) 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

17 Quem faz o PPA? Art. 165 CF: Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão (PPA, LDO e LOA) - o Executivo coordena a elaboração da proposta; Art 162 CE: diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública Estadual (conjunto de órgãos a serviço do Estado). Art 2, II CE: Cabe à Assembléia Legislativa (com sanção do Governador) dispor sobre... plano plurianual, diretrizes orçamentárias, orçamento anual, operações de crédito, dívida pública.

18 Como é feito um PPA? Princípios e técnicas de planejamento para articular: Propostas de campanha do candidato eleito; Serviços permanentes prestados por obrigação do Estado; CENÁRIO FISCAL (Receitas e compromissos!).

19 Como foi feito o PPA 2008/2011? Preparação (equipes, metodologia, manual, sistema); Estudos (Cenário Fiscal e Sócioeconômico); Orientação Estratégica de Governo; Orientação Estratégica Setorial; Valorização regional ( oficinas do MT+20); Elaboração e ajuste dos programas; Consolidação; Encaminhamento a AL e assessoria.

20 O que tem no PPA? 1. Mensagem do Governador situação sócio-econômica e ambiental; cenário fiscal; análises e orientações estratégicas. 2. Projeto de Lei o contexto e as disposições preliminares; a forma de gestão do Plano; revisões do Plano. 3. Anexos programas de governo e suas ações; a regionalização do planejamento.

21 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Objetivo Estratégico 1: Melhoria da qualidade de vida 19 Programas. Estratégias prioritárias: Estimular a expansão e melhoria do saneamento básico; Reestruturação da gestão do sistema educacional; Utilização de espaços escolares para iniciativas de inclusão social (capacitação, inclusão digital, esportes e cultura); Melhoria da eficiência e eficácia operacional dos órgãos de combate à criminalidade. Ano Total dos recursos

22

23 Um panorama do PPA DESPESAS POR FUNÇÕES Área Social Especificação 2008 % 2009 % 2010 % 2011 % 1. Área Social , , , ,23 Segurança Pública , , , ,17 Assistência Social 877 0, , , ,07 Previdência Social , , , ,02 Saúde , , , ,85 Trabalho , , , ,46 Educação , , , ,77 Cultura , , , ,21 Direitos da Cidadania , , , ,57 Desporto e Lazer , , , ,11

24 Mais instrumentos: LDO LDO E LEGALIDADE CF/88 2º A lei diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.

25 O que tem na LDO? 1. Cenário fiscal (receitas e grandes grupos de despesa); 2. Metas fiscais (garantia do equilíbrio); 3. Riscos fiscais e providências; 4. Metas e prioridades para o período; 5. Alterações da legislação tributária; 6. Normas para a elaboração e execução do orçamento no período.

26 LDO - Receitas Especificação Receita Total Recursos de Outras Fontes Receita do Tesouro Transferências aos Municípios Receita Líquida do Tesouro Vinculações (constitucionais, fundos, contribuição para seguridade social dos poderes) Orçamento de Investimentos das Empresas Projeções da Receita - PPA (SEFAZ / MT) Receita do Tesouro (Fonte 100)

27 LDO DESPESAS POR GRUPO Especificação Total I - Despesas Correntes Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida Outras Despesas Correntes II - Despesas Capital Investimentos Inversões Financeiras Amortização da Dívida III - Reserva de Contingência IV - Despesa Total (I+II+III) (R$)

28 Metas Fiscais Geração de superávit para honrar compromissos da dívida: No período o Estado comprometerá 16,66%, 16,22% e 15,94%, respectivamente, da sua receita líquida real com serviço da dívida pública (LDO 2008). Demonstrativo das Metas Anuais; Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do Exercício Anterior; Demonstrativo das Metas Fiscais Atuais Comparadas com as Fixadas nos Três Exercícios Anteriores; Evolução do Patrimônio Líquido; Origem e Aplicação dos Recursos Obtidos com a Alienação de Ativos; Avaliação da Situação Financeira e Atuarial do Regime Geral de Previdência dos Servidores Públicos; Estimativa e Compensação da Renúncia de Receita; Margem de Expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado.

29 Riscos Fiscais Externos Barreiras tarifárias e não tarifárias; Gás boliviano Internos Crise na agricultura; Redução da base tributária (comunicação, energia elétrica e combustíveis); Super-simples; Lei Kandir.

30 Metas e prioridades PROGRAMAS / PROJETOS / ATIVIDADES META FÍSICA (PRODUTO) UNIDADE DE MEDIDA QUANTID. MEU LAR TRABALHO SOCIAL NOS NUCLEOS HABITACIONAIS - CONSTRUIR CIDADANIA FAMILIA ATENDIDA UNIDADE 8000,00 CONSTRUCAO DE HABITACOES URBANAS E INFRA- ESTRUTURA CASA CONSTRUIDA UNIDADE 4850,00 CONSTRUCAO DE HABITACOES RURAIS E INFRA-ESTRUTURA CASA CONSTRUIDA UNIDADE 1250,00 DISTRIBUICAO DE BOLSAS DE MATERIAL DE CONSTRUCAO BOLSA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO DISTRIB. UNIDADE 555,00 ELABORACAO DE PROJETOS TECNICOS DE HABITACAO PROJETO ELABORADO UNIDADE 1,00 OBRAS PUBLICAS E INFRA ESTRUTURA MELHORAMENTO DE SEGURANCA E CONTROLE AÉREO AEROPORTO AMPLIADO E PAVIMENTADO UNIDADE 14,00 AMPLIACAO, CONSTRUCAO E REFORMA DE SISTEMA DE SANEAMENTO BASICO REDE AMPLIADA METRO 4950,00 CONSTRUCAO DE INFRA-ESTRUTURA E VIAS URBANAS EM AREAS OCUPADAS PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA QUILÔMETRO 47,47 CONSTRUCAO, AMPLIACAO E RECUPERACAO DE EDIFICACOES PUBLICAS EDIFICACAO PUBLICA CONSTRUIDA METR. QUADR. 2607,50 ELABORACAO DE PROJETOS TECNICOS DE EDIFICACOES E INFRA- PROJETO ELABORADO ESTRUTURA UNIDADE 5,00 CONSTRUÇÃO E AMPLIAÇÃO DA SEDE DA SEMA SEDE AMPLIADA METR. QUADR. 1200,00

31 Agora o que interessa! - o Orçamento É Ato da Administração Pública LEI Artigo 35 do ADCT Artigo 165 da CF Artigo 162 da CE Artigo 32 da Lei Federal 4.320/64 Faz a previsão das receitas; Discrimina e autoriza (fixa) despesas; Evidencia a política econômica e financeira; Evidencia o programa de trabalho do governo para um período definido;

32 Orçamento Público - o que é? Não é apenas uma lei mas programa de trabalho (ciclo de gestão, gerenciamento; Contém planos de custeio, investimentos, inversões e obtenções de recursos; Expressa a autorização do órgão de representação popular através de lei.

33 Autorização? CRÉDITO RECURSO CRÉDITO RECURSO É ORÇAMENTO É FINANCEIRO

34 LOA- com que princípios? Regras gerais, de forte conteúdo histórico e filosófico, que balizam a organização dos orçamentos Nem sempre são observados... O orçamento do ente é uno: todas as receitas e despesas devem estar contidas numa só lei orçamentária; Todas as receitas e todas as despesas devem constar do orçamento; As receitas e despesas devem ser registradas pelos seu valores brutos, sem deduções de qualquer natureza; O orçamento deve ter vigência limitada a um exercício financeiro; Todas as receitas serão recolhidas em um caixa único;

35 LOA- mais princípios... As receitas e despesas devem ser especificadas, de forma a se conhecer as origens e aplicações de recursos; A lei orçamentária não poderá conter matéria estranha à fixação das despesas e à previsão das receitas; As despesas no exercício deverão ser compatíveis com a previsão das receitas; O orçamento deve ser claro e de fácil compreensão a qualquer indivíduo; Transparência e pleno acesso a qualquer interessado às informações necessárias ao exercício da fiscalização; Fidedignidade nos valores da receita e da despesa; custos realistas; O orçamento deve auxiliar efetivamente a administração, sendo elo de ligação entre planejamento e gerência

36 Um só Orçamento? (três em um) Orçamento da seguridade social: Compreende todas as despesas relacionadas com a área de saúde, previdência e assistência social. Orçamento de Investimento das Empresas: Compreende as despesas com aumento e integralização de capital das empresas e sociedades de economia mista. Orçamento Fiscal: Todas despesas não compreendidas nos Orçamentos anteriores.

37 O que tem na LOA? 1. Estimativa da Receita (revisada se necessário); 2. Programação da despesa (programas, projetos, atividades, operações especiais) classificados; 3. Quadros por tipo de classificação, 4. Informações sobre a legislação de receita e despesa dos órgãos;

38 Programação??? 1. Programa (conjunto articulado de Ações) Problema (público alvo); Resultados de impacto, mudanças; Indicador efetividade. 2. Ações (conjunto de medidas e tarefas) Projetos, atividades, operações especiais, articulações, normatizações; Resultados em bens ou serviços (produto); Meta física - eficácia.

39 Como elabora e gerencia? PTA Caminho do Plano para o Orçamento; Explicita as estratégias para a produção dos bens e serviços propostos; Define responsáveis e prazos para a execução das ações; Quantifica os recursos necessários para a produção dos bens e serviços chegando ao Orçamento; Auxilia no gerenciamento do dia a dia e na alocação e execução de recursos. É o desdobramento dos projetos atividades e outras ações até o nível gerencial suficiente para a sua execução (medidas, tarefas, prazos responsáveis, recursos).

40 E aqueles códigos? - Classificação Por que se classifica? Para padronizar informações em todas esferas e para oferecer informações gerenciais para a tomada de decisão na operacionalização das políticas; O que se classifica? A receita e a despesa; Quem dispõe sobre a classificação? Lei 4.320/64; Portarias 42/99, 163/01, 325/01, 519/01, 448/02.

41 Que classificações temos? Institucional - QUEM GASTA? Funcional QUAIS AS FUNÇÕES DE ESTADO ATENDIDAS? Por programas QUAIS OS PROBLEMAS SELECIONADOS? Segundo a natureza da despesa EM QUE SE GASTA? Sem ansiedade! Não precisa decorar! Tem manuais com as classificações na página da SEPLAN (

42 Entendendo as classificações... Fontes da Receita Receita Tributária (impostos taxas e contribuições de melhoria); Receita de Contribuições Receita Patrimonial Receita Agropecuária Receita Industrial Receita de Serviços Transferências Correntes Outras Receitas Correntes

43 Como??? Ex.IPVA Categoria Econ: Receitas Correntes Fonte: Receita Tributária Rubrica: Impostos Alínea: Imposto s/ o Patrimônio e a Renda Item: Imposto s/ a Propriedade de Veículos Automotores Subitem: Cota parte do Estado Detalhamento segundo as especificidades de cada Ente

44 Entendendo as classificações... Institucional - 5 dígitos QUEM GASTA? Órgão SETECS Tipo de vinculação FUNDO Unidade orçamentária FEAS

45 Entendendo as classificações... Funcional QUAIS AS FUNÇÕES DE ESTADO ATENDIDAS? Função e sub-função: 5 dígitos Função Assistência Social Sub-função Assistência ao Idoso

46 Entendendo as classificações... Por Programas QUAIS OS PROBLEMAS SELECIONADOS? Programas e Ações: 7 dígitos Programa Gestão da política de Assistência Social - MT Ação - Atividade Gestão de segurança alimentar e combate a fome

47 Entendendo as classificações... Segundo a natureza da despesa EM QUE SE GASTA? Natureza da despesa : 6 ou 8 dígitos Categoria Econômica Despesa Corrente Grupo de Despesa - Outras Despesas Correntes Modalidade de aplicação Transf. a Município Elemento de Despesa Material de Consumo

48 Qual a estratégia de elaboração do PTA/LOA? Planeja quem executa coordenar e capacitar equipes finalísticas; Planeja quem controla os meios integração das equipes com o nível estratégico; Planeja quem conhece os meios integrar as equipes finalísticas, de planejamento, de orçamento, finanças,licitação, RH (SISTÊMICA FINALÍSTICA); Planejar e não poder executar causa descrédito considerar os meios disponíveis (financeiros, orçamentários, institucionais e humanos); Planejar é priorizar escolher as ações e metas que temos que entregar e/ou que causarão maior impacto; Aproveitar a oportunidade da formulação para refletir nas estratégias de execução não apenas preencher formulários. Temporalidade das ações.

49 Por onde começa a alocação? Despesas obrigatórias decorrentes de lei ou ato normativo, geram obrigação para o Estado; (princípio da legalidade pessoal, encargos, sentenças, dívidas, transferências legais); Despesas discricionárias - não predeterminadas legal ou constitucionalmente (podemos discutir a alocação quanto ao mérito e à quantidade). Podem ser: Essenciais indispensáveis à manutenção e ao funcionamento dos órgãos (água, luz, telefone, limpeza, vigilância); Demais despesas discricionárias - prioritárias ao nível estratégico de governo e do órgão (atividades e projetos);

50 IMPORTANTE!!! Conforme o art. 167 da C.F./88, são vedados: o início de programas ou projetos não incluídos na Lei Orçamentária Anual - LOA; a execução de despesa ou assunção de obrigações em valores superiores aos créditos orçamentários ou adicionais;

51 O PTA e o orçamento ficaram prontos, e agora? Execução, monitoramento e avaliação... Obrigada pela atenção!

Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos.

Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos. Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos. Vamos ao nosso assunto de hoje! Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO: A LDO é

Leia mais

Francisco Paulo Pimenta Maria Tereza de Araújo Serra

Francisco Paulo Pimenta Maria Tereza de Araújo Serra TEXTO: FINANCIAMENTO (MECANISMOS E INSTRUMENTOS) Diretrizes Orçamentárias, Plano Integrado e Orçamento Público da União, Estados, Distrito Federal e Municípios: conhecer para exigir, exigir para incluir,

Leia mais

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS OBJETIVOS Dotar as Promotorias de Justiça

Leia mais

GESTÃO ORÇAMENTARIA E FINANCEIRA EM SAÚDE

GESTÃO ORÇAMENTARIA E FINANCEIRA EM SAÚDE GESTÃO ORÇAMENTARIA E FINANCEIRA EM SAÚDE LDO: CARACTERÍSTICAS GERAIS E A LRF Prof. Dr. Áquilas Mendes METAS DE APRENDIZAGEM DA DISCIPLINA: ao final desta disciplina, o especializando será capaz de conhecer

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.593, DE 18 DE JANEIRO DE 2012. Mensagem de veto Institui o Plano Plurianual da União para o período de 2012 a 2015. A PRESIDENTA

Leia mais

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL PROJETO DE LEI Institui o Plano Plurianual da União para o período 2012-2015. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL Art.1 o Esta lei institui o Plano

Leia mais

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG O QUE É... É a síntese do contrato firmado entre o governo e a sociedade, onde as contribuições da sociedade (receitas) são transformadas em ações do governo (despesas) para

Leia mais

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 Para mais informações, acesse o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Parte I Procedimentos Contábeis Orçamentários, 5ª edição. https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/artigos/parte_i_-_pco.pdf

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA CLASSIFICAÇÃO DAS DESPESAS Atualizado em 14/10/2015 CLASSIFICAÇÕES DA DESPESA ESFERA ORÇAMENTÁRIA A classificação por esfera orçamentária tem por finalidade identificar

Leia mais

Gestão pública empreendedora e ciclo do Governo Federal

Gestão pública empreendedora e ciclo do Governo Federal Gestão pública empreendedora e ciclo do Governo Federal Gestão pública empreendedora Gustavo Justino de Oliveira* Consoante documento 1 elaborado pela Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.653, DE 7 ABRIL DE 2008. Mensagem de veto Dispõe sobre o Plano Plurianual para o período 2008/2011. seguinte Lei: O PRESIDENTE

Leia mais

Publicada no D.O. de 14.06.2012 RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 714 DE 13 DE JUNHO DE 2012

Publicada no D.O. de 14.06.2012 RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 714 DE 13 DE JUNHO DE 2012 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO Publicada no D.O. de 14.06.2012 RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 714 DE 13 DE JUNHO DE 2012 NORMATIZA A SOLICITAÇÃO PARA INCLUSÃO, NOS

Leia mais

LEI PM/Nº. 2.347/2009. De 23 de dezembro de 2009.

LEI PM/Nº. 2.347/2009. De 23 de dezembro de 2009. LEI PM/Nº. 2.347/2009. De 23 de dezembro de 2009. Dispõe sobre o Plano Plurianual de governo do Município, para o quadriênio 2010 a 2013. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SANTA VITÓRIA-MG, Faço saber que a Câmara

Leia mais

EIXO 3 ADMINISTRÇÃO PÚBLICA. D 3.4 Planejamento e Gestão Orçamentária e Financeira (24h) Professor: James Giacomoni. Aula 5

EIXO 3 ADMINISTRÇÃO PÚBLICA. D 3.4 Planejamento e Gestão Orçamentária e Financeira (24h) Professor: James Giacomoni. Aula 5 EIXO 3 ADMINISTRÇÃO PÚBLICA D 3.4 Planejamento e Gestão Orçamentária e Financeira (24h) Professor: James Giacomoni Aula 5 17 a 19, 21 a 25, 28 e 29 de novembro de 2011 Classificações orçamentárias Despesa

Leia mais

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias A ARTE DE GOVERNAR (segundo Matus) PROJETO DE GOVERNO SABER ARTICULAR GOVERNABILIDADE GOVERNANÇA Plano de Governo: Base do Planejamento

Leia mais

Lei de Responsabilidade Fiscal

Lei de Responsabilidade Fiscal AOF Lei de Responsabilidade Fiscal PLANEJAMENTO Lei de Diretrizes Orçamentárias Lei Orçamentária Anual Execução Orçamentária e do Cumprimento das Metas RECEITA PÚBLICA Previsão e da Arrecadação Renúncia

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL (LRF) Atualizado até 13/10/2015 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tem como base alguns princípios,

Leia mais

ESCOLA DE GOVERNO ORÇAMENTO E FINANÇAS PÚBLICAS

ESCOLA DE GOVERNO ORÇAMENTO E FINANÇAS PÚBLICAS ESCOLA DE GOVERNO ORÇAMENTO E FINANÇAS PÚBLICAS 13/10/2015 Natalina Ribeiro ORÇAMENTO PÚBLICO O Orçamento Público é um dos principais instrumentos de planejamento das políticas de governo. Histórico do

Leia mais

DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015

DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre critérios a serem adotados na execução orçamentária e financeira do Poder Executivo do Município de Goiânia para o exercício

Leia mais

PROCESSO ORÇAMENTÁRIO CONCEITOS E PROCEDIMENTOS

PROCESSO ORÇAMENTÁRIO CONCEITOS E PROCEDIMENTOS PROCESSO ORÇAMENTÁRIO CONCEITOS E PROCEDIMENTOS Novembro/2009 Secretaria de Orçamento Federal Novembro/2009 Instituição Ministério do Planejamento, Secretaria de Orçamento Federal DEPT. PROGR. INFRAESTRUT.

Leia mais

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil R I S C O S F I S C A I S (Artigo 4º, 3º da Lei Complementar nº 101/2000) A Lei Complementar n.º 101 de 2002 Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelece que a Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá o Anexo

Leia mais

O ORÇAMENTO PÚBLICO MUNICIPAL E OS RECURSOS PARA A INFÂNCIA. Exemplo prático

O ORÇAMENTO PÚBLICO MUNICIPAL E OS RECURSOS PARA A INFÂNCIA. Exemplo prático O ORÇAMENTO PÚBLICO MUNICIPAL E OS RECURSOS PARA A INFÂNCIA Exemplo prático Incluir no PPA as ações do plano Proteção Integral, que envolve programas de interesse da INFÂNCIA Um município quer implantar

Leia mais

Regras para Ordenar Despesas

Regras para Ordenar Despesas COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMAS DE CONTABILIDADE APLICADAS À FEDERAÇÃO - CCONF GERÊNCIA DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GESTÃO FISCAL - GENOP Regras para Ordenar Despesas Interpretação dos Art. 15 e 16 da LRF

Leia mais

CATÁLOGO DE AÇÕES EDUCACIONAIS DA ESCOEX PREVISTOS - 2013 CURSOS A DISTÂNCIA- EAD PARA SERVIDORES DO TCE E JURISDICIONADOS

CATÁLOGO DE AÇÕES EDUCACIONAIS DA ESCOEX PREVISTOS - 2013 CURSOS A DISTÂNCIA- EAD PARA SERVIDORES DO TCE E JURISDICIONADOS CATÁLOGO DE AÇÕES EDUCACIONAIS DA ESCOEX PREVISTOS - 2013 CURSOS - EAD PARA SERVIDORES DO TCE E CURSOS OBJETIVO PÚBLICO-ALVO CARGA HORÁRIA N. DE VAGAS MODALIDADE 1. As Novas Normas de Contabilidade Aplicada

Leia mais

Câmara Municipal de Uberaba Sua Confiança. Nosso Trabalho. LEI N.º 9.623

Câmara Municipal de Uberaba Sua Confiança. Nosso Trabalho. LEI N.º 9.623 Sua Confiança. Nosso Trabalho. LEI N.º 9.623 Estima a receita e fixa a despesa do Município de Uberaba para o exercício de 2005, e contém outras disposições. O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

Prefeitura Municipal de Brejetuba

Prefeitura Municipal de Brejetuba INSTRUÇÃO NORMATIVA SPO Nº. 001/2014 DISPÕE SOBRE ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DO PPA NO MUNICÍPIO DE BREJETUBA-ES. VERSÃO: 01 DATA DE APROVAÇÃO: 06/05/2014 ATO DE APROVAÇÃO: Decreto Municipal

Leia mais

3601 - SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS - ADMINISTRAÇÃO DIRETA

3601 - SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS - ADMINISTRAÇÃO DIRETA 3601 - SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS - ADMINISTRAÇÃO DIRETA Legislação: Lei nº 15.506, de 31 de julho de 1991; Decreto nº 15.813, de 24 de abril de 1992; Lei nº 15.738, de

Leia mais

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011.

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o São estabelecidas, em cumprimento

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 3. Apresentação. Definição de Receita Pública. Receita Pública. Classificação da Receita Pública

Contabilidade Pública. Aula 3. Apresentação. Definição de Receita Pública. Receita Pública. Classificação da Receita Pública Contabilidade Pública Aula 3 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Definição de Receita Pública Um conjunto de ingressos financeiros com fonte e fatos geradores próprios e permanentes, oriundos da ação

Leia mais

Gestão de Finanças Públicas

Gestão de Finanças Públicas APRESENTAÇÃO Desde a primeira edição deste livro mencionamos como os avanços no arcabouço institucional e instrumental de gestão financeira foram relevantes para que o governo brasileiro, efetivamente,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº MENSAGEM Nº Senhores membros da Câmara Municipal, Submeto à elevada deliberação de V. Exªs. o texto do projeto de lei que institui o Plano Plurianual para o período de 2002 a 2005. Este projeto foi elaborado

Leia mais

ANEXO DE RISCOS FISCAIS TABELA 1 - DEMONSTRATIVO DE RISCOS FISCAIS E PROVIDÊNCIAS 2013 ARF (LRF, art. 4º, 3º) PASSIVOS CONTINGENTES PROVIDÊNCIAS Descrição Valor Descrição Valor Abertura de créditos adicionais

Leia mais

RELATÓRIO APRESENTADO

RELATÓRIO APRESENTADO COMISSÃO MISTA DE PLANOS, ORÇAMENTOS PÚBLICOS E FISCALIZAÇÃO PROJETO DE LEI DE REVISÃO DO PLANO PLURIANUAL PARA 2004-2007 (Projeto de Lei nº 41/2005-CN) RELATÓRIO APRESENTADO SUBSTITUTIVO TEXTO DA LEI

Leia mais

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Reunião de Abertura do Monitoramento 2015 Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Roteiro da Apresentação 1. Contextualização; 2. Monitoramento; 3. Processo de monitoramento;

Leia mais

ECONOMIA E GESTÃO DO SETOR PÚBLICO MÓDULO 16 A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL

ECONOMIA E GESTÃO DO SETOR PÚBLICO MÓDULO 16 A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL ECONOMIA E GESTÃO DO SETOR PÚBLICO MÓDULO 16 A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL Índice 1. A lei de responsabilidade fiscal...3 2. A integração entre o planejamento e o orçamento...3 3. Execução orçamentária

Leia mais

Descrição da Ação Criada, Expandida ou Aperfeiçoada Despesa Aumentada 1º ano 2º ano 3º ano

Descrição da Ação Criada, Expandida ou Aperfeiçoada Despesa Aumentada 1º ano 2º ano 3º ano ADEQUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Art. 16, Inciso I e 4º, inciso I, da LC 101/2000 Estudo da adequação orçamentária e financeira para a finalidade de Reposição Salarial com Aumento Real, em cumprimento

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Fonte: Apresentação da Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT do Tesouro Nacional Última Atualização: 14/09/2009 1 Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor

Leia mais

o Povo do.município de Fruta de Leite, por seus representantes

o Povo do.município de Fruta de Leite, por seus representantes Projeto de Lei N.o Çl1- /2015 "Estima a Receita e Fixa a Despesa do Município de Fruta de Leite para o Exercício Financeiro de 2016 e dá outras Providências". o Povo do.município de Fruta de Leite, por

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ LEI Nº 5456, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012. Estima a receita e fixa a despesa do Município de Sumaré para o exercício financeiro de 2013, e dá outras providências.- O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ seguinte

Leia mais

01. Câmara Municipal. 02. Secretaria Municipal de Governo. 03. Gabinete do Vice-Prefeito. 04. Procuradoria Geral do Município

01. Câmara Municipal. 02. Secretaria Municipal de Governo. 03. Gabinete do Vice-Prefeito. 04. Procuradoria Geral do Município Estrutura Administrativa e Principais 01. Câmara Municipal - Lei Orgânica do Município de Teresina, de 05 de abril de 1991. - Votar o Orçamento Anual e o Plano Plurianual, bem como autorizar abertura de

Leia mais

PODER EXECUTIVO ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL

PODER EXECUTIVO ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL a) formulação, implantação e avaliação de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sócio-econômico e

Leia mais

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual

20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual 20 Diretrizes Priorizadas pela Etapa Estadual Paulista da CONSOCIAL Prioridades Texto Diretriz Eixo Pontos 1 2 Regulamentação e padronização de normas técnicas para a elaboração dos Planos de Governo apresentados

Leia mais

Metodologia de Elaboração do PPA-Plano. Cuiabá, Março de 2011

Metodologia de Elaboração do PPA-Plano. Cuiabá, Março de 2011 Metodologia de Elaboração do PPA-Plano Plurianual 2012/2015 Cuiabá, Março de 2011 Estratégia e PPA Plano Estratégico de Desenvolvimento MT+ 20 2012/2032 Orientações Estratégicas de Longo Prazo Plano Plurianual

Leia mais

LEI Nº. 8.943, DE 15 DE JANEIRO DE 2007.

LEI Nº. 8.943, DE 15 DE JANEIRO DE 2007. Governo do Estado do Rio Grande do Norte Gabinete Civil Coordenadoria de Controle dos Atos Governamentais LEI Nº. 8.943, DE 15 DE JANEIRO DE 2007. Estima a receita e fixa a despesa do Estado do Rio Grande

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte LEI N o 10.933, DE 11 DE AGOSTO DE 2004. Dispõe sobre o Plano Plurianual para o período 2004/2007. Lei: O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Art.

Leia mais

NOTA TÉCNICA 34 2013. Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS

NOTA TÉCNICA 34 2013. Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS NOTA TÉCNICA 34 2013 Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS Brasília, 24 de agosto de 2013 I NTRODUÇÃO NOTA TÉCNICA 34 2013 Nesta Nota Técnica vamos analisar a proposta do

Leia mais

DECRETO Nº 277 DE 23 DE MARÇO DE 2015

DECRETO Nº 277 DE 23 DE MARÇO DE 2015 DECRETO Nº 277 DE 23 DE MARÇO DE 2015 Estabelece medidas administrativas temporárias para contenção e otimização de despesas, no âmbito do Poder Executivo, cria o Conselho Gestor para Eficiência Administrativa

Leia mais

Descentralização de amentários e de Recursos Financeiros

Descentralização de amentários e de Recursos Financeiros Descentralização de Créditos Orçament amentários e de Recursos Financeiros Conceito: Despesa Orçament amentária Despesa Orçamentária Pública aquela executada por entidade pública e que depende de autorização

Leia mais

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade Metas Fiscais e Riscos Fiscais Secretaria do Tesouro Nacional Conselho Federal de Contabilidade 2012 Curso Multiplicadores 2012 Programa do Módulo 2 Metas Fiscais e Riscos Fiscais CH: 04 h Conteúdo: 1.

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009 Altera a Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995, e a Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, para permitir a dedução, do imposto de renda das pessoas

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAIAPÔNIA, ESTADO DE GOIÁS, APROVA E EU, PREFEITO MUNICIPAL, SANCIONO A SEGUINTE LEI: TÍTULO II DISPOSIÇÕES GERAIS

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAIAPÔNIA, ESTADO DE GOIÁS, APROVA E EU, PREFEITO MUNICIPAL, SANCIONO A SEGUINTE LEI: TÍTULO II DISPOSIÇÕES GERAIS LEI N o 1.633 DE 14 DE JANEIRO DE 2013. DEFINE A NOVA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DO MUNICÍPIO DE CAIAPÔNIA E DETERMINA OUTRAS PROVIDÊNCIAS A CÂMARA MUNICIPAL DE CAIAPÔNIA, ESTADO DE GOIÁS, APROVA E EU, PREFEITO

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA INSTRUÇÃO NORMATIVA SFI: 01/2014 Versão nº: 01 Data da Aprovação: 31/03/2014 Ato de Aprovação: Decreto Municipal nº 074/2014. Unidade Responsável: Departamento Financeiro da Secretaria Municipal de Finanças

Leia mais

PORTARIA N o 42, DE 14 DE ABRIL DE 1999 (ATUALIZADA) (*) (Publicada no D.O.U. de 15.04.99)

PORTARIA N o 42, DE 14 DE ABRIL DE 1999 (ATUALIZADA) (*) (Publicada no D.O.U. de 15.04.99) PORTARIA N o 42, DE 14 DE ABRIL DE 1999 (ATUALIZADA) (*) (Publicada no D.O.U. de 15.04.99) Atualiza a discriminação da despesa por funções de que tratam o inciso I do 1 o do art. 2 o e 2 o do art. 8 o,

Leia mais

MENSAGEM Nº. Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal,

MENSAGEM Nº. Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal, MENSAGEM Nº Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal, Submeto à apreciação dessa egrégia Casa Legislativa o Projeto de Lei do Plano Plurianual 2014-2017 PPA 2014-2017, nos termos do 1º, art.

Leia mais

O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO

O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO O ORÇAMENTO PÚBLICO AO ALCANCE DO CIDADÃO Denise Rocha Assessora de Política Fiscal e Orçamentária São Luís - MA 23 a 27 de agosto de 2004 1ª ETAPA - ENTENDENDO O ORÇAMENTO PÚBLICO A importância do orçamento

Leia mais

Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas do PPA 2004-2007

Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas do PPA 2004-2007 Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas do PPA 2004-2007 Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos Ministério do Planejamento Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SFI - 01

INSTRUÇÃO NORMATIVA SFI - 01 INSTRUÇÃO NORMATIVA SFI - 01 DISPÕE SOBRE O CONTROLE DA RECEITA E DAS DISPONIBILIDADES FINANCEIRAS VINCULADAS E NÃO- VINCULADAS. VERSÃO : 01 DATA: 22/03/2012 ATO APROVAÇÃO: Instrução Normativa SCI Nº 001/2010

Leia mais

Execução Orçamentária e Financeira

Execução Orçamentária e Financeira Execução Orçamentária e Financeira Introdutório aos cursos dos Sistemas de Contabilidade e Gastos Públicos Setembro / 2008 Administração Pública Classifica-se, conforme a CF/88 em: Administração Direta

Leia mais

Professor: Ednei Isidoro de Almeida Lei Orçamentária Anual LOA 4 EMESTRE DE CENCIAS CONTABEIS UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO-UNEMAT

Professor: Ednei Isidoro de Almeida Lei Orçamentária Anual LOA 4 EMESTRE DE CENCIAS CONTABEIS UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO-UNEMAT Professor: Ednei Isidoro de Almeida Lei Orçamentária Anual LOA 4 EMESTRE DE CENCIAS CONTABEIS UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO-UNEMAT Prezados Acadêmicos Iremos abordar os aspectos mais relevantes

Leia mais

II - QUADROS ORÇAMENTÁRIOS CONSOLIDADOS

II - QUADROS ORÇAMENTÁRIOS CONSOLIDADOS II - QUADROS ORÇAMENTÁRIOS CONSOLIDADOS 1 - QUADROS CONSOLIDADOS DA RECEITA E DA DESPESA Receita e Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social segundo Categorias Econômicas Quadro 1A - Receita

Leia mais

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos LEI Nº 358/2011 Faço saber a todos os habitantes que a Câmara Municipal de Cafeara, Estado do Paraná aprovou e eu sanciono a presente Lei, que revoga a Lei nº. 084/92 de 17/09/1992. Súmula: Institui o

Leia mais

RECEITAS DE CAPITAL 88.883.221 OPERAÇÕES DE CRÉDITO 59.214..075 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL 29.669.146 TOTAL 1.136.493.735

RECEITAS DE CAPITAL 88.883.221 OPERAÇÕES DE CRÉDITO 59.214..075 TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL 29.669.146 TOTAL 1.136.493.735 LEI Nº 16.929 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 ESTIMA A RECEITA E FIXA A DESPESA DA PREFEITURA DO RECIFE PARA O EXERCÍCIO DE 2004. O POVO DA CIDADE DO RECIFE, POR SEUS REPRESENTANTES, DECRETA E EU, EM SEU NOME,

Leia mais

RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL

RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL RAG - 2006 O RELATÓRIO DA AÇÃO GOVERNAMENTAL RELATÓRIO DE QUE? AVALIAÇÃO: Avaliação anual avaliamos a execução durante o ano, a entrega dos produtos e os seus impactos. AVALIAÇÃO PARA QUE? OBJETIVOS: Prestar

Leia mais

RELATO DA INICIATIVA OU PROJETO

RELATO DA INICIATIVA OU PROJETO Prefeitura Municipal de Vitória Controladoria Geral do Município RELATO DA INICIATIVA OU PROJETO Nome da Iniciativa ou Projeto Portal de Transparência Vitória Caracterização da situação anterior O Portal

Leia mais

Sistema de Custos do Setor Público: a experiência brasileira

Sistema de Custos do Setor Público: a experiência brasileira XXIII SEMINÁRIO INTERNACIONAL DO CILEA Sistema de Custos do Setor Público: a experiência brasileira Nelson Machado Camboriu, julho 2011 Ambiente e Desafios Democratização e ampliação da participação social

Leia mais

IX Conferência Nacional de Assistência Social. Orientações para a realização das Conferências Municipais de Assistência Social

IX Conferência Nacional de Assistência Social. Orientações para a realização das Conferências Municipais de Assistência Social IX Conferência Nacional de Assistência Social Orientações para a realização das Conferências Municipais de Assistência Social Programação da conferência poderá incluir: 1. Momento de Abertura, que contará

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

As principais diretrizes propostas neste Plano Plurianual estão sintetizados em 03 (três) eixos: Inclusão Social, Infra-estrutura e Gestão.

As principais diretrizes propostas neste Plano Plurianual estão sintetizados em 03 (três) eixos: Inclusão Social, Infra-estrutura e Gestão. APRESENTAÇÃO Como uma das principais novidades do marco constitucional, o Plano Plurianual passa a se constituir, na síntese dos esforços de planejamento de toda administração pública, orientação a elaboração

Leia mais

O PLANEJAMENTO ENFOQUE NA ATUAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO

O PLANEJAMENTO ENFOQUE NA ATUAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO GESTÃO GOVERNAMENTAL E O PLANEJAMENTO ENFOQUE NA ATUAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO S U M Á R I O 1. Apresentação 3 2. Planejamento Governamental: Referências dos textos legais 14-11 3. O Sistema de

Leia mais

Programa Saúde da Família - PSF

Programa Saúde da Família - PSF COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMAS DE CONTABILIDADE APLICADAS À FEDERAÇÃO - CCONF GERÊNCIA DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GESTÃO FISCAL - GENOP Programa Saúde da Família - PSF REUNIÃO DO GRUPOS TÉCNICOS DE PADRONIZAÇÃO

Leia mais

Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF

Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF Planejamento Fiscal 2015 DM/SMF PLANEJAMENTO FISCAL 2015 CAPITULO I APRESENTAÇÃO O Planejamento Fiscal do DM/SMF - Departamento de Impostos Mobiliários da Secretaria Municipal de Fazenda materializa-se

Leia mais

Execução e. Monitoramento

Execução e. Monitoramento Avaliação Monitoramento Execução Impactos Resultados O CICLO DE GESTÃO Planejamento Problema Demanda ou Oportunidade Execução e Monitoramento Susan Dignart Ferronato Gestora Governamental /MT Cuiabá MT,

Leia mais

Curso: Administração Disciplina: Administração Pública Prof: Carlos Henrique CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL -PROGRAMÁTICA

Curso: Administração Disciplina: Administração Pública Prof: Carlos Henrique CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL -PROGRAMÁTICA 1 Curso: Administração Disciplina: Administração Pública 6º Semestre Prof: Carlos Henrique CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL -PROGRAMÁTICA Na verdade, o que existe é a junção de duas classificações distintas: a

Leia mais

JUIZ FEDERAL TRF 1ª REGIÃO

JUIZ FEDERAL TRF 1ª REGIÃO DIREITO FINANCEIRO I. Finanças Públicas na Constituição Federal... 02 II. Orçamento... 04 III. Despesa Pública... 39 IV. Receita Pública... 76 V. Dívida Ativa da União de Natureza Tributária e não-tributária...

Leia mais

ARTIGO - ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA PROFESSOR: SÉRGIO MENDES. PPA 2012-2015 - Alterações na Estrutura Programática Parte II

ARTIGO - ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA PROFESSOR: SÉRGIO MENDES. PPA 2012-2015 - Alterações na Estrutura Programática Parte II PPA 2012-2015 - Alterações na Estrutura Programática Parte II Olá amigos! Como é bom estar aqui! No artigo anterior apresentei as primeiras mudanças na estrutura do PPA 2012-2015. Neste texto comentarei

Leia mais

ESTADO DO AMAZONAS PREFEITURA MUNICIPAL DE MANAUS PODER EXECUTIVO

ESTADO DO AMAZONAS PREFEITURA MUNICIPAL DE MANAUS PODER EXECUTIVO QUADRO I - RECEITA ORÇAMENTÁRIA POR CATEGORIA E FONTE 1. RECEITAS CORRENTES 3.770.007.000 Receita Tributária 976.512.000 Receita de Contribuições 251.081.000 Receita Patrimonial 76.136.000 Receita de Serviços

Leia mais

Balanço do Plano Plurianual 2006/2009. Perspectivas para o Próximo PPA. Maurício Faria Conselheiro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo

Balanço do Plano Plurianual 2006/2009. Perspectivas para o Próximo PPA. Maurício Faria Conselheiro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo Balanço do Plano Plurianual 2006/2009 Perspectivas para o Próximo PPA Maurício Faria Conselheiro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo 1 PPA PREVISÃO CONSTITUCIONAL Art. 165. Leis de iniciativa

Leia mais

PPA Participativo 2016-2019 Metodologia para elaboração do PPA

PPA Participativo 2016-2019 Metodologia para elaboração do PPA PPA Participativo 2016-2019 Metodologia para elaboração do PPA Secretaria do Planejamento Superintendência de Planejamento Estratégico Março de 2015 PPA 2016-2019 Documento político, pactuado por todas

Leia mais

A TI E O PPA 2012-2015

A TI E O PPA 2012-2015 Governo do Estado de Mato Grosso Conselho Superior do Sistema Estadual de Informação e Tecnologia da Informação Sistema Estadual de Informação e Tecnologia da Informação WORKSHOP A TI E O PPA 2012-2015

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. Institui o Programa Pró-Catador, denomina Comitê Interministerial para Inclusão Social

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA LEI Nº 2.054, DE 29 DE OUTUBRO DE 2015 (D.O.M. 29.10.2015 N. 3.763 Ano XVI) DISPÕE sobre a estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno Semef,

Leia mais

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014 ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014 I - Critérios utilizados para a discriminação, na programação de trabalho, do código identificador de resultado primário

Leia mais

ORÇAMENTO PÚBLICO ORÇAMENTO PÚBLICO É O BALANÇO PRÉVIO DOS ELEMENTOS ATIVOS E PASSIVOS DA GESTÃO FINANCEIRA, EM FORMA DE LEI DIDIMO DA VEIGA

ORÇAMENTO PÚBLICO ORÇAMENTO PÚBLICO É O BALANÇO PRÉVIO DOS ELEMENTOS ATIVOS E PASSIVOS DA GESTÃO FINANCEIRA, EM FORMA DE LEI DIDIMO DA VEIGA ORÇAMENTO PÚBLICO CONCEITOS ETMOLOGICAMENTE, ORÇAR SIGNIFICA DAR RUMO, PLANEJAR NA BUSCA DE SE CAMINHAR COM EFICIÊNCIA PARA SE ATINGIR A EFICÁCIA DA GESTÃO FISCAL. MUITOS SÃO OS DESDOBRAMENTOS DO CONCEITO

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências.

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013 Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. (Publicado no DOE de 10 de abril de 2013) O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Página 1 de 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

Gestão Financeira da Assistência Social Aula # 1 e 2. Fernando Brandão

Gestão Financeira da Assistência Social Aula # 1 e 2. Fernando Brandão Gestão Financeira da Assistência Social Aula # 1 e 2 Fernando Brandão Apresentação do Curso Objetivos da aprendizagem; Introdução ao planejamento público (Aulas # 1 e # 2) História do orçamento público;

Leia mais

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral 1 RELATÓRIO DE DESEMPENHO DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO FRENTE À LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NO EXERCÍCIO DE 2012 Este relatório tem por objetivo abordar, de forma resumida, alguns aspectos

Leia mais

Projeto Qualidade Fiscal. Iniciativas, indicadores

Projeto Qualidade Fiscal. Iniciativas, indicadores Projeto Qualidade Fiscal Iniciativas, indicadores André Reis Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Qualidade do Gasto Fórum de SPGFs, 27 de março de 2012 Conceito de Qualidade do Gasto QUALIDADE E

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

PROJETO DE CAPACITAÇÃO INTRODUÇÃO À GESTÃO PÚBLICA

PROJETO DE CAPACITAÇÃO INTRODUÇÃO À GESTÃO PÚBLICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS SANTA CRUZ COORDENAÇÃO DE GESTÃO DE PESSOAS PROJETO

Leia mais

00P6 - Subvenção Econômica para o Desenvolvimento da Aviação Regional (MP nº 652, de 2014)

00P6 - Subvenção Econômica para o Desenvolvimento da Aviação Regional (MP nº 652, de 2014) Programa 2017 - Aviação Civil Número de Ações 26 Tipo: Operações Especiais 00P6 - Subvenção Econômica para o Desenvolvimento da Aviação Regional (MP nº 652, de 2014) Esfera: 10 - Orçamento Fiscal Função:

Leia mais

TESTE RÁPIDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA (A)

TESTE RÁPIDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA (A) TESTE RÁPIDO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA (A) ADMINISTRAÇÃO FINANCEEIRA E ORÇAMENTÁRIA (AFO) 1) (CESPE - Analista Administrativo Administrador - ANP 2013) De acordo com o princípio da especialização,

Leia mais

Orçamento e Direitos Humanos

Orçamento e Direitos Humanos Seminário FBO: Democracia, Orçamento e Direitos Orçamento e Direitos Humanos. Alexandre Ciconello assessor político INESC Brasília,, 11 de junho de 2013 Fundado d de 1979 INESC Trajetória A missão do INESC

Leia mais

Art. 1 º Esta Lei estabelece os princípios para o planejamento e a execução das políticas públicas do Município do Rio de Janeiro.

Art. 1 º Esta Lei estabelece os princípios para o planejamento e a execução das políticas públicas do Município do Rio de Janeiro. 2008 Nº Despacho Projeto de Lei Nº 1637/2008 Estabelece princípios para o planejamento e a execução de políticas públicas do Município do Rio de Janeiro. Autora: Vereadora Andrea Gouvêa Vieira A CÂMARA

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO LEGISLAÇÃO: Lei Municipal nº 8.834 de 01/07/2002 e Decreto nº 529 de 09/08/2002. ATRIBUIÇÕES: 0700 - SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO 0710 - COORDENAÇÃO GERAL Compete

Leia mais

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS SIOPS Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva / Ministério da Saúde

Leia mais

AULA Nº 01: PLANEJAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PARTE I.

AULA Nº 01: PLANEJAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PARTE I. AULA Nº 01: PLANEJAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PARTE I. Caros colegas! Iniciaremos, hoje, o estudo dos principais pontos relativos aos instrumentos de planejamento da administração pública, previstos

Leia mais

ESPELHO DE EMENDAS AO TEXTO DA LEI

ESPELHO DE EMENDAS AO TEXTO DA LEI Página: 1 de 8 altera a redação da alínea b do Inciso IV do Art. 91 para incluir como prioridade do BNDES o financiamento de programas do PPA 2008-2011 que atuem na redução das desigualdades de gênero,

Leia mais