Projecto ADD-FORM. Adequação da Oferta Formativa Superior às Necessidades dos Agentes Empregadores (no Espaço Rural)

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1 Projecto ADD-FORM Adequação da Oferta Formativa Superior às Necessidades dos Agentes Empregadores (no Espaço Rural) Junho 2008

2 Projecto ADD-FORM Adequação da Oferta Formativa Superior às Necessidades dos Agentes Empregadores (no Espaço Rural) Promoção Oficina de Transferência e Conhecimento do Instituto Politécnico de Beja Coordenação Técnica Fernando Alberto Freitas Ferreira Autoria Fernando Alberto Freitas Ferreira Maria do Sacramento Bombaça Basílio OTIC-IPBeja All rights reserved. 2

3 DESCRIÇÃO GERAL DO PROJECTO O móbil principal do Projecto ADD-FORM ADequação da Oferta FORMativa Superior às Necessidades dos Agentes Empregadores (no Espaço Rural) consiste em apurar se a presente oferta formativa, ao nível do ensino superior, vai ao encontro das necessidades e/ou dos interesses laborais dos agentes empregadores afectos à Região em estudo. Numa primeira fase do projecto, torna-se fundamental caracterizar a presente oferta formativa, ao nível do ensino superior, assim como as verdadeiras necessidades, em termos de postos de trabalho, dos agentes empregadores. Posteriormente, proceder-se-á ao confronto dos resultados obtidos, de forma a serem identificadas medidas correctivas e/ou, simplesmente, serem formuladas orientações de reestruturação e sugestões de melhoria para a oferta formativa. A entidade responsável pela promoção do estudo é a Oficina de Transferência e Conhecimento do Instituto Politécnico de Beja (OTIC IPBeja). Na fase de obtenção de resultados, serão três as instituições parceiras: (1) Instituto Politécnico de Beja (IPB), que compreende a Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTIG); (2) Associação de Municípios do Distrito de Beja e (3) Câmara Municipal de Beja. OTIC-IPBeja All rights reserved. 3

4 ÍNDICE GERAL INTRODUÇÃO GERAL... 6 A. Enquadramento Inicial... 6 B. Objectivos Gerais... 7 C. Metodologia... 8 D. Beneficiários do Projecto... 9 E. Resultados Esperados... 9 PARTE I ENQUADRAMENTO DO ESTUDO CAPÍTULO I Enquadramento do Processo de Bolonha O Processo de Bolonha Principais Objectivos do Processo As Novas Competências e os Resultados mais Imediatos As Disparidades Europeias e os Indícios de Convergência O Processo de Bolonha em Portugal A Situação no Baixo Alentejo Análise Reflexiva CAPÍTULO II Caracterização do Baixo Alentejo (Concelho Beja) Breve Caracterização da Região O Tecido Empresarial O Panorama Laboral: Breve Incursão A Estrutura de Ensino e o Nível de Instrução Análise Reflexiva CAPÍTULO III Caracterização da Oferta Formativa Áreas de Estudo e Competências Ministradas Os Diplomados Análise Reflexiva OTIC-IPBeja All rights reserved. 4

5 PARTE II COMPONENTE EMPÍRICA CAPÍTULO IV Definição de Objectivos e Limitações da Aplicação Objectivos Gerais e Estrutura do Questionário Principais Factores de Limitação da Aplicação CAPÍTULO V Resultados, Conclusões e Formulação de Sugestões Caracterização da Amostra Principais Resultados Alcançados Grau de Conhecimento do Processo de Bolonha e das suas Implicações Necessidades Laborais dos Agentes Empregadores Formulação de Sugestões CONCLUSÃO GERAL BIBLIOGRAFIA CONSULTADA APÊNDICE OTIC-IPBeja All rights reserved. 5

6 INTRODUÇÃO GERAL A. Enquadramento Inicial O Processo de Bolonha foi iniciado, ainda que informalmente, em Maio de 1998, com a declaração de Sorbonne. Em Junho de 1999, e já num contexto oficial, a declaração de Bolonha definiu um conjunto de estágios pelos quais os sistemas de ensino superior europeu deveriam passar, no sentido de construir aquilo que se denomina como um espaço europeu de ensino superior globalmente harmonizado (MCTES, 2007). Em termos práticos, e salvaguardando a especificidade de cada país, o que se pretende com o Processo de Bolonha é conceder, a qualquer estudante de qualquer estabelecimento de ensino superior, a possibilidade de frequentar e obter formação em qualquer universidade de qualquer Estado membro. No entanto, para que tais oportunidades de transição e mobilidade se tornem reais, torna-se necessária a existência de mecanismos de formação homogeneizados à partida, o que traduz, por outro lado, a necessidade de homogeneização das estruturas educativas e de uma organização estrutural de base idêntica, numa Europa que conta, actualmente, com 45 países. Em conformidade com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES, 2007), as vantagens resultantes da adopção do Processo de Bolonha são, naturalmente, evidentes, uma vez que contribui para a oferta de cursos e especializações semelhantes e comparáveis em termos de conteúdos e de duração, contribuindo, ainda, para conferir diplomas de valor (...) equivalente tanto académica como profissionalmente. Na prática, e não descurando todos os entraves estratégicos que possam decorrer desta profunda reestruturação, as vantagens indicadas pelo MCTES parecem ser OTIC-IPBeja All rights reserved. 6

7 comungadas pela maioria das universidades e politécnicos existentes. Como exemplo desta constatação, salienta-se o texto colocado online pela Universidade Nova de Lisboa (UNL, 2007), que aponta os três principais benefícios introduzidos pelo Processo: (1) maior flexibilidade; (2) maior mobilidade e (3) diplomas mais reconhecidos. Perante este enquadramento, e havendo consciência que: (1) o ensino superior português passará, a muito curto prazo, por profundas alterações associadas ao chamado Processo de Bolonha e (2) a especificidade das características de (quase) todo o Baixo Alentejo (i.e., Espaço Rural) origina necessidades laborais muito específicas, a entidade promotora considera de extrema importância a elaboração de um estudo diagnóstico que permita apurar se a presente oferta formativa, ao nível do ensino superior, vai ao encontro das necessidades e/ou dos interesses laborais dos agentes empregadores afectos à Região em estudo. B. Objectivos Gerais Para prossecução do objectivo principal deste projecto, que como foi referido anteriormente consiste em apurar se a presente oferta formativa, ao nível do ensino superior, vai ao encontro das necessidades e/ou dos interesses laborais dos agentes empregadores afectos à Região em estudo, é necessário agrupar e alcançar outros objectivos mais específicos, como por exemplo: Caracterizar a oferta formativa, ao nível do ensino superior, na Região. Identificar as necessidades laborais dos agentes empregadores. Estimular a capacidade de inovação e de análise crítica. Publicar os resultados do estudo em suporte papel e online. OTIC-IPBeja All rights reserved. 7

8 C. Metodologia Face aos objectivos delineados no âmbito do presente projecto, considera-se que a investigação associada assume um carácter quantitativo descritivo, que se traduz na projecção de resultados empíricos e no delineamento ou análise das características de factos ou fenómenos. Por conseguinte, recorrer-se-á a artifícios quantitativos (e.g., questionários e formulários que empreguem procedimentos de amostragem), por forma a ser possível recolher os dados relativos à oferta formativa superior e apurar as necessidades laborais dos agentes empregadores. A Figura A esquematiza, de forma conceptual, a metodologia adoptada e as várias etapas pelas quais a investigação terá que passar. Estágio Divergente Estágio Convergente Problema Inquéritos Análise Estatística Relatório Actual Oferta Formativa Confronto de Resultados Figura A Etapas e Metodologia Adoptada na Investigação Em conformidade com a Figura A, importa realçar que o Estágio Divergente será considerado fundamental para prossecução de dois dos objectivos iniciais do Projecto ADD-FORM, nomeadamente: (1) a caracterização da actual oferta formativa superior ministrada na Região e (2) a identificação das necessidades laborais dos agentes empregadores. Nesta etapa, o inquérito por questionário será aplicado aos agentes OTIC-IPBeja All rights reserved. 8

9 empregadores da área geográfica seleccionada. Com efeito, por permitir atingir uma percentagem considerável da população (e independente dos índices de dispersão geográfica), por garantir o anonimato e por propiciar a economia de tempo e a uniformidade das respostas, parece evidente que o inquérito por questionário se enquadra perfeitamente no contexto do presente estudo. Ao nível do tratamento estatístico dos dados recolhidos, a investigação em causa fará uso da aplicação informática SPSS Statistical Package for Social Sciences, procedendo-se, naturalmente, à informatização dos dados. Tendo em consideração as limitações inerentes a uma investigação desta natureza, optar-se-á pela utilização dos procedimentos de amostragem, aquando da inquisição aos agentes empregadores que operam na Região. O relatório final que resultará do estudo será editado em papel e em formato digital, havendo lugar, ainda, à produção de um livro com os resultados obtidos. De resto, releva referir que o presente estudo foi desenvolvido em paralelo com o Projecto ONLINE JOB (ver CIVG, 2008). D. Beneficiários do Projecto Levando em consideração os objectivos que norteiam o Projecto ADD- FORM, os beneficiários do estudo serão as instituições de ensino superior que ministram na Região, assim como os agentes empregadores da área geográfica seleccionada. E. Resultados Esperados Na sua essência, os resultados gerais esperados estão relacionados com a possibilidade de se apurar a adequação da oferta formativa superior às necessidades dos agentes empregadores na área geográfica em investigação. OTIC-IPBeja All rights reserved. 9

10 Nessa perspectiva, os resultados alcançados poderão servir para corrigir eventuais desvios entre a oferta formativa existente e as necessidades laborais efectivamente identificadas. A realização deste estudo irá ter impacto nas instituições de ensino superior que ministram na Região, assim como nos principais agentes empregadores da área geográfica seleccionada. OTIC-IPBeja All rights reserved. 10

11 PARTE I ENQUADRAMENTO DO ESTUDO OTIC-IPBeja All rights reserved. 11

12 CAPÍTULO I Enquadramento do Processo de Bolonha 1.1 O Processo de Bolonha O denominado Processo de Bolonha, materializado na Declaração de Bolonha (assinada em 19 de Junho 1999), consiste num acordo conjunto dos Ministros da Educação dos países europeus, que demarca uma profunda mudança estratégica nas políticas ligadas ao ensino superior, e que procura estabelecer uma Área Europeia de Ensino Superior (Wikipédia, 2007). Muito embora não se trate de um tratado, a Declaração de Bolonha (e todo o processo em si) materializa um compromisso, por parte dos países signatários 1, em promover reformas nos sistemas de ensino, com o intuito de uniformizar esses mesmos sistemas e privilegiar um espaço de ensino a nível europeu coeso e competitivo (IPS, 2007). Na prática, a Declaração de Bolonha resulta da preocupação em considerar a educação como uma variável de crescente importância no desenvolvimento sustentável de sociedades democráticas e tolerantes (Wikipédia, 2007). 1.2 Principais Objectivos do Processo Como referido no ponto anterior, o Processo de Bolonha visa a adopção de políticas e tomadas de acção conjuntas com o intuito de assegurar a competitividade internacional do sistema europeu de ensino superior e, em simultâneo, elevar o grau de excelência e de atracção mundial. Conforme 1 Entre diversos países signatários constam: Albânia, Alemanha, Andorra, Áustria, Bélgica, Bósnia- Herzegovina, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Ex- República Jugoslava da Macedónia, Federação Russa, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia, Santa Sé, Sérvia e Montenegro, Suécia e Suíça (cf. MCES, 2007). OTIC-IPBeja All rights reserved. 12

13 citado pelo MCES (2007), o Processo de Bolonha corresponde ao propósito da construção do Espaço Europeu do Ensino Superior, coeso, competitivo e atractivo para docentes e alunos europeus e de países terceiros. No entanto, sob a alçada desse objectivo mais geral, delinearam-se outros objectivos, que requerem ser atingidos nos primeiros anos do processo, nomeadamente: Promover a empregabilidade e a competitividade no Espaço Europeu; Atingir a convergência na organização da formação superior e no reconhecimento dos graus académicos; Adoptar um sistema baseado em três ciclos de estudo (i.e., Licenciatura, Mestrado e Doutoramento); Estabelecer um sistema comum de créditos transferíveis e acumuláveis (ECTS European Credit Transfer System), que promova uma mais larga mobilidade dos estudantes 2 ; Implementar o Suplemento ao Diploma 3 ; Promover a igualdade no acesso a oportunidades de estudo e/ou formação, tanto ao nível de estudantes como, também, ao nível de professores, investigadores e pessoal administrativo; Estimular a cooperação europeia no âmbito da Qualidade e na definição de critérios e metodologias comparáveis; Promover o desenvolvimento curricular e a definição de programas integrados de estudo, formação e/ou investigação. 1.3 As Novas Competências e os Resultados mais Imediatos Face aos objectivos identificados no ponto anterior, parece evidente que o Processo de Bolonha representa um novo modelo de educação (IPS, 2 Os ECTS podem igualmente ser adquiridos em contextos de ensino não superior (e.g., sistema de aprendizagem ao longo da vida), desde que haja um reconhecimento dos estabelecimentos de ensino superior de acolhimento (ver MCES, 2007). 3 O Suplemento ao Diploma reveste-se de elevada importância, na medida em que descreve a natureza e o conteúdo dos programas curriculares, o nível de qualificações e presta, ainda, informação sobre o sistema de ensino superior. OTIC-IPBeja All rights reserved. 13

14 2007). Neste domínio, merece atenção o facto da educação e da formação serem necessariamente dirigidas à criação de mais e melhores postos de emprego, reflectindo melhoria da qualidade a nível nacional, europeu e mundial. Todavia, importa salientar que esse novo modelo assenta a sua base de concepção no desenvolvimento das capacidades do estudante e na aquisição de competências, e não, propriamente, na mera transmissão e/ou na apreensão de conhecimentos (mesmo que não se tratem de conhecimentos meramente teóricos). Nesta perspectiva, a adopção do processo representa uma profunda rotura, no âmbito do ensino superior, com as formas mais tradicionais de ensinar e/ou de aprender. Na realidade, a reestruturação dos ciclos de formação e, naturalmente, a leitura única decorrente dos graus académicos obtidos na Europa traduz a face mais visível do Processo de Bolonha. Com efeito, a diferença mais visível é, precisamente, a redução da duração dos ciclos de estudo (i.e., Licenciatura 3 anos e Mestrado 2 a 4 semestres) (IPS, 2007) 4. De resto, como citado pelo MCES (2007), a adopção de medidas com vista à redução das taxas de abandono escolar reveste-se, naturalmente, de grande importância. Por conseguinte, criar as condições para a propagação generalizada do gosto pelo saber e pelo conhecimento constitui, igualmente, um resultado que se pretende alcançar no curto prazo. Face ao exposto, e para que os países signatários possam participar plenamente neste processo, são necessárias reformas profundas, impulsionadoras de uma maior eficácia, modernização e simplificação de processos, tendentes a um desejável patamar de excelência e que, por si, sejam pautados por perfis de crescente competitividade e de referência nacional, europeia e internacional. Neste domínio, estão a ser desenvolvidos esforços colectivos para que os estabelecimentos de ensino superior intensifiquem o seu estado de convergência, relevando o seu papel como pólo de excelência e de motor do desenvolvimento (MCES, 2007). Não obstante, releva ter presente que o processo está ainda longe de poder ser dado como concluído e, naturalmente, 4 Para mais desenvolvimentos sobre a Organização da Formação Superior, assim como da Lei de Bases do Sistema Educativo, ver IST (2005) e MCES (2007). OTIC-IPBeja All rights reserved. 14

15 exige a assumpção repartida de responsabilidades por parte dos governos, das instituições de ensino superior e das associações empresariais. 1.4 As Disparidades Europeias e os Indícios de Convergência Perante as assimetrias de ordem económica, social e/ou cultural existentes entre os países signatários, parece evidente que a convergência não irá ser imediata. Todavia, a Tabela 1 expõe a estrutura curricular adoptada por alguns dos países envolvidos no processo. País Estrutura Áustria 3+2 Dinamarca 3+2 Espanha 3+2 e 4+1 (em estudo) Finlândia 3+2 França 3+2 Holanda Irlanda ½ + 1 ½ Itália Reino Unido 3+1 Fonte: MCES (2007) Tabela 1 Estrutura dos cursos em alguns dos membros signatários OTIC-IPBeja All rights reserved. 15

16 Na prática, é esperado que a mobilidade de investigadores, docentes e alunos, decorrente do Processo de Bolonha, contribua fortemente para o aumento do grau de convergência entre os países signatários. Neste contexto, como citado pelo MCES (2007), a mobilidade constitui, só por si, uma fonte de aprendizagem; o contacto com regiões diversas e com as diferentes realidades linguísticas, culturais, sociais e religiosas representa um contributo decisivo para a dimensão europeia, para a educação para a cidadania e para o desenvolvimento. 1.5 O Processo de Bolonha em Portugal A exemplo dos demais países europeus, também Portugal tem vindo a trabalhar no sentido de fazer parte integrante de uma Área Europeia de Ensino Superior. Nesse sentido, o Decreto-Lei 74/2006, de 24 de Março, estabelece o enquadramento legal que permite às instituições, que ministram ensino superior, adoptar os pressupostos de Bolonha. Com efeito, a oferta formativa, ao nível do ensino superior em Portugal, deverá estar organizada e a funcionar segundo o novo paradigma educativo até ao ano de 2010 (cf. MCES, 2007). Apesar disso, e de acordo com os prazos definidos, a maioria dessas instituições deverá oferecer os novos ciclos de estudo antes dessa data. Em termos práticos, as exigências de convergência, entre Portugal e os demais países signatários do Acordo, estão contempladas na reprogramação do Programa Ciência e Inovação 2010, que preconiza medidas de apoio à adopção de metodologias e práticas necessárias à implementação de Bolonha nas diversas instituições portuguesas de ensino superior. Como refere o MCES (2007), tais medidas consubstanciam-se, nomeadamente, no apoio a projectos tendentes a promover a adopção de sistemas de comparabilidade de graus e perfis de formação, de sistemas de certificação de qualidade, e no OTIC-IPBeja All rights reserved. 16

17 apoio a medidas de promoção de mobilidade nacional e internacional, como se de um ERASMUS nacional se tratasse. 1.6 A Situação no Baixo Alentejo No âmbito da adopção do Processo de Bolonha, e a exemplo do que se passa no resto do País, as instituições de ensino superior que ministram no Baixo Alentejo apresentaram à tutela um conjunto de propostas de adequação de cursos que já funcionavam, assim como uma série de novos cursos de 1º e 2º ciclos (i.e., Licenciaturas e Mestrados). Algumas dessas propostas receberam parecer positivo e entraram em funcionamento no ano lectivo de 2006/ Análise Reflexiva Numa fase em que a competição a nível europeu se tornou num importante e multifacetado factor de sucesso das organizações, somente com a adopção de critérios de exigência, e seguindo standards de qualidade, é que as empresas portuguesas conseguirão participar no Espaço Europeu e competir, em pé de igualdade, com as empresas dos restantes países membros. Naturalmente, um dos domínios de actuação passa pelo recrutamento e selecção de pessoal qualificado, na medida em que os investimentos em novos equipamentos e sistemas de informação jamais surtirão efeito se não forem acompanhados por uma forte aposta no desenvolvimento das competências e na melhoria das atitudes comportamentais dos seus colaboradores. Por conseguinte, pretendem-se colaboradores mais qualificados, mais flexíveis, mais empenhados e que saibam repercutir a sua formação de base numa maior capacidade de adaptação a novas formas de trabalho. OTIC-IPBeja All rights reserved. 17

18 Perante o exposto, negligenciar o papel das instituições de ensino superior é omitir uma das maiores componentes no desenvolvimento dessa formação de excelência. Na verdade, independentemente da sua dimensão e/ou da sua localização geográfica, as universidades e os institutos politécnicos têm como missão contribuir para o desenvolvimento da comunidade onde se inserem, promovendo um ensino superior de excelência e fomentando e desenvolvendo actividades de investigação essenciais para ministrar um ensino de qualidade. Não obstante, é vital compreender que, para que os alunos (i.e., futuros colaboradores) possam assumir o papel que lhes é atribuído neste novo paradigma de aprendizagem, é condição necessária que conheçam os objectivos e as competências do(s) curso(s) que frequentam e, além disso, sejam concretizadas mudanças profundas na didáctica adoptada. Os alunos deverão ser estimulados a deixar a atitude tradicional de espectadores da apresentação de conhecimentos para passarem a ser as personagens principais na construção das suas competências (IST, 2005: 24). Nesta sequência lógica, parece fazer todo o sentido questionar se a formação que tem sido ministrada pelas instituições do Baixo Alentejo (objecto de estudo no âmbito da presente investigação), consubstanciada num tipo de aprendizagem baseado no desenvolvimento de competências e não na simples aplicação de conhecimentos leccionados, vai ao encontro das verdadeiras necessidades dos agentes empregadores da Região. Na prática, esta questão assume contornos acrescidos de importância, se levarmos em consideração as características económicas, sociais e culturais do Baixo Alentejo, e que estas características condicionam fortemente o tipo de empresas que operam na Região e os percursos escolares que são especialmente adaptados para satisfazer as exigências de um mercado laboral, também ele, com características muito próprias. OTIC-IPBeja All rights reserved. 18

19 CAPÍTULO II Caracterização do Baixo Alentejo (Concelho de Beja) 2.1 Breve Caracterização da Região Localizado na zona Sul de Portugal Continental (Figura 1), o Baixo Alentejo caracteriza-se por ser a mais vasta das regiões portuguesas. Na realidade, só o Concelho de Beja (capital de distrito) possui uma área de 1.146,5 Km 2. Apesar da vastidão territorial que oferece, esta Região oferece uma realidade paradoxal no que diz respeito ao seu desenvolvimento sócio-económico 5. Com efeito, apesar da ligação a Lisboa pelo IP8 e pela A2, e de ser servida por uma rede ferroviária Fonte: Luventicus (2007) Figura 1 Região do Baixo Alentejo complementar, esta Região do País tem vindo a reflectir um significativo atraso económico que, materializado em ciclos viciosos (bloucles), tem resultado no envelhecimento e/ou na diminuição da população residente. Em conformidade com Santos (2005), os grupos etários dos anos e dos 65 e mais anos são os mais representados nesta Região, com 51.4% e 20.3% respectivamente. Com base na mesma fonte, a faixa etária dos 0 14 representa apenas cerca de 14.4% da população e o grupo etário dos aquele que menor representação tem (13.8% da população). Neste contexto, convém ainda sublinhar que o índice de envelhecimento do Baixo Alentejo é dos mais elevados do País, cifrando-se nos 168.8% 6 (cf. Santos, 2005). Face ao exposto, uma conclusão parece emergente: uma diminuição da população 5 Em conformidade com o INE (2007: 189), a contribuição do Baixo Alentejo para o PIB Nacional foi de apenas 1%, em Para efeitos explicativos, um índice de envelhecimento de 168.8% significa que, para cada 100 jovens, existem pessoas consideradas idosas. OTIC-IPBeja All rights reserved. 19

20 numa área territorial tão vasta resulta numa lógica diminuição do índice de densidade populacional. Com efeito, segundo a fonte anteriormente citada, verifica-se que a densidade populacional é de 30.8 hab/km 2 e que cerca de 24% da população residente está repartida por pequenos lugares, com menos de habitantes. 2.2 O Tecido Empresarial Considerando os princípios da Teoria Sistémica das Organizações (Chiavenato, 1993 e Sousa, 1996), as características económicas e sociais têm claras repercussões no tecido empresarial da Região em causa, da mesma forma que o nível de desenvolvimento económico desse tecido tem repercussões no índice de desenvolvimento económico dessa mesma Região. Seguindo esta lógica, parece evidente que as características do tecido empresarial existente no Baixo Alentejo espelham claramente aquilo que a Região é em termos de desenvolvimento económico. Em conformidade com Santos (2005) e com o INE (2007), das empresas com sede na Região, a maioria está relacionada com a Agricultura, Produção Animal, Caça e Silvicultura (no caso do Sector Primário), com a Industria Transformadora e de Construção (no caso do Sector Secundário) e com o Comércio por Grosso e a Retalho (as mais significativas) e Alojamento e Restauração (no caso do Sector Terciário). No entanto, esta distribuição sectorial só aparentemente pode ser considerada equitativa, uma vez que as empresas associadas ao Sector Primário representam, na Região do Baixo Alentejo, mais de 24% do total de empresas 7. O Gráfico 1 apresenta a afectação das empresas com sede na Região pelos vários sectores de actividade económica. 7 Segundo Santos (2005), esse valor é exactamente de 24.4%. Já o Anuário Estatístico da Região do Alentejo (INE, 2007: 205) a relação percentual de empresas afectas ao Sector Primário é de 26.88% (resultante do quociente entre 4112 e 15298). OTIC-IPBeja All rights reserved. 20

21 Baixo Alentejo Beja Total A+B C D E F G H I J K M a O Sector Primário A Agricultura, Pecuária, Caça e Silvicultura B Pesca Sector Secundário C Indústrias Extractivas D Indústrias Transformadoras E Produção e Distribuição de Água, Electricidade e Gás F Construção Fonte: INE (2007), adap. Sector Terciário G Comércio por Grosso e a Retalho; Reparação de Veículos Automóveis H Alojamento e Restauração I Transportes e Comunicações J Actividades Financeiras K Actividades Imobiliárias, Alugueres e Serviços Prestados às Empresas L a Q Administração Pública, Defesa e Segurança Social Obrigatória, Educação, Saúde e Acção Social, etc. Gráfico 1 Afectação das empresas com sede na Região por sector de actividade económica Com base na análise do Gráfico 1, parece evidente que o tecido empresarial da Região apresenta um elevado índice de concentração (i.e., A+B, G e H), que nos leva a tecer três tipos de considerações: (1) por um lado, emerge uma orientação empresarial particularmente vocacionada para o Sector Primário (Agricultura, Pecuária, Caça e Silvicultura) e para o Sector Terciário (Comércio por Grosso e a Retalho e Alojamento e Restauração); (2) na sequência do ponto anterior, é notória uma quase ausência de Indústrias Extractivas e Transformadoras e (3) por outro lado, é crescente a pertinência em saber se a oferta formativa ministrada na Região OTIC-IPBeja All rights reserved. 21

22 vai ao encontro das verdadeiras necessidades laborais dos agentes empregadores. Ou seja, um dos aspectos a ter em atenção resulta, por exemplo, da necessidade de saber se a oferta de diplomados está correctamente orientada e/ou se é adequada às características do tecido empresarial objecto deste estudo. Na prática, esta última consideração assume contornos de crescente importância se consideramos que é o Sector Terciário que detém maior número de trabalhadores, seguindo-se o Secundário e, por fim, o Primário (precisamente um dos mais expressivos a nível do número de empresas com sede na Região) (cf. INE, 2007). 2.3 O Panorama Laboral: Breve Incursão Na sequência da exposição efectuada no ponto anterior, parece ter ficado evidente que a maior fatia de oferta de postos de emprego tem origem no Sector Terciário. Com efeito, para além de contribuir para a (pequena) diminuição da taxa de desemprego verificada no Concelho e na Região (cf. Santos, 2005 e INE, 2007), o Sector Terciário reporta, face aos outros sectores, um maior número de trabalhadores, nomeadamente no que respeita aos trabalhadores por conta de outrem. O Gráfico 2 ilustra o panorama laboral por sector de actividade económica Baixo Alentejo Beja HM-1 H-1 M-1 HM-2 H-2 M-2 HM-3 H-3 M-3 Fonte: INE(2007), adap. Gráfico 2 Distribuição sectorial do número de trabalhadores por conta de outrem OTIC-IPBeja All rights reserved. 22

23 Com efeito, é possível verificar que a repartição sectorial do número de trabalhadores por conta de outrem reporta um índice de maior concentração no Sector Terciário. Ao mesmo tempo, o Sector Primário (representado no Gráfico 2 pelas três primeiras colunas: HM-1, H-1 e M-1) é aquele que, apesar de bastante representativo num contexto de número de empresas com sede na Região, regista um menor número de empregados por conta de outrem. Deste modo, duas ilações parecem sair reforçadas: (1) no Sector Primário o trabalho independente é considerado predominante e (2) é no Sector Terciário que se verifica a maior oferta de postos de emprego. Esta linha de raciocínio permite-nos ir mais longe e indagar acerca do facto de assuntos como Incentivo ao Empreendedorismo, Vocação e Iniciativa Empresariais e Incentivos Financeiros à Criação estarem a ser pouco (ou mal) divulgados entre a população do Concelho e/ou da Região (nomeadamente no que à orientação face ao sector de actividade diz respeito). Ou seja, os valores expostos permitem concluir que, no Sector Primário, existe um número de empresas relativamente elevado, mas que se encontram nas mãos de produtores singulares e/ou de pequenas sociedades que não contribuem para a criação de postos de trabalho por conta de outrem. Ao invés, o Sector Terciário caracteriza-se por possuir um número mais reduzido de empresas com sede na Região, mas com um papel bem mais activo como agentes empregadores. Seguindo esta linha de raciocínio, e se considerarmos que, nos países mais desenvolvidos, o Sector Terciário é o sector de excelência e com maior contribuição no cálculo do PIB Produto Interno Bruto então parece igualmente evidente que o Sector Terciário no Concelho de Beja, e no Baixo Alentejo em geral, se encontra claramente subdimensionado, requerendo a actuação das entidades competentes no combate à carência de incentivos e no apoio à iniciativa e à vocação empresariais. Também aqui, as instituições de ensino superior terão um papel importante a desempenhar, incentivando as práticas de Empreendedorismo 8. 8 Sobre este assunto, é recomendada a leitura do relatório final do Projecto FIRME, também promovido pelo Centro de Investigação Vasco da Gama (ver CIVG, 2007). OTIC-IPBeja All rights reserved. 23

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