A FORMAÇÃO DE LEITORES: O CASO DO GRUPO AIMIRI OS CONTADORES DE HISTÓRIAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A FORMAÇÃO DE LEITORES: O CASO DO GRUPO AIMIRI OS CONTADORES DE HISTÓRIAS"

Transcrição

1 XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 A FORMAÇÃO DE LEITORES: O CASO DO GRUPO AIMIRI OS CONTADORES DE HISTÓRIAS Moara Oliveira da Costa 1 RESUMO Relato de experiência acerca das atividades exercidas no "Grupo Aimiri contadores de histórias. O Grupo realizou de março a dezembro de 2010, nos parques e praças de Manaus, atividades que visavam estimular a leitura, formando leitores por meio da contação de histórias. O grupo objetiva contribuir para a formação de novos leitores, atuando intensamente no incentivo à leitura, por meio das atividades de contação de contos, poemas e diversos gêneros literários. Os procedimentos metodológicos elaborados para o Grupo Aimiri contadores de histórias foram definidos em encontros e reuniões para a organização e planejamento das ações, envolvendo as crianças e as suas famílias no universo da leitura. O projeto resultou em uma percepção do contexto da leitura nas fases iniciais, no município de Manaus. Palavras-chave: Contação de histórias. Formação de Leitores. Incentivo à leitura. Grupo Aimiri. 1 INTRODUÇÃO A leitura pode proporcionar ao leitor diversas possibilidades de vivências, reflexões, abertura de novos conceitos e estimular o senso crítico ao ocupar um papel formador na vida do indivíduo. Por meio da contação de histórias, a leitura pode também estimular a imaginação, bem como possibilitar a compreensão que permitirá a troca de experiências e vivências de sentimentos na interação do livro com o leitor. O Grupo Aimiri os contadores de histórias tiveram a sua formação no período de março a dezembro de 2010, depois das discussões sobre a leitura. 1 Graduando da 8ª período de Biblioteconomia da Universidade Federal do Amazonas.

2 A equipe de contadores de histórias era formada por seis integrantes que, em encontros, discutiam sobre o papel da leitura e os aspectos para envolver a sociedade com o ato de ler. Foram pontuados meios de chegar até ela, bem como a trabalhar na classificação e preparação das histórias, na escolha do lugar que iriam ser realizadas as contações e a criação do nome da equipe de contadores de histórias. As contações de histórias eram feitas nos finais de semana, nas praças e nos parques em Manaus. A equipe de contadores de histórias proporcionava para as crianças uma nova alternativa de interação e divertimento ao ar livre. O Grupo Aimiri contadores de histórias objetivava contribuir para a formação de novos leitores, atuando intensamente no incentivo à leitura, por meio das atividades de contação de contos, poemas e grandes histórias de diversos gêneros literários, com o acompanhamento de técnicas teatrais para despertar a atenção e o interesse das crianças, ao fazer a união do ambiente das praças e parques com a contação de histórias, passando a estimular a geração de novos conceitos. Essa atividade justifica-se na necessidade de se formar leitores e desenvolver cidadãos críticos, conscientes e que tenham a capacidade de comunicação. Dessa forma, as atividades desenvolvidas pelo grupo têm por finalidade salientar a importância da leitura nas diversas situações para que sejam desenvolvidas nas crianças, por meio do ato de ler, as capacidades de expressão, compreensão, além de inserir valores éticos na formação de cidadãos. Portanto, colocar a criança em contato com as histórias, os contos, os poemas e outros gêneros literários, permitirá que ela desenvolva habilidades lúdicas, agregando possibilidade de entendimento e compreensão do mundo. Dessa forma, a leitura possibilita a interação do leitor com o livro, pois proporciona diversas possibilidades de vivências ao reorganizar opiniões, alterar sentidos, reinventar e experimentar sentimentos ao ler. 2 O RELATO DE EXPERIÊNCIA O Grupo Aimiri contadores de histórias nasceu da intenção de colaborar com a formação de leitores no trabalho de incentivo à leitura com a contação de histórias. O grupo teve sua formação no período de março a dezembro de 2010, depois das discussões sobre as mudanças do contexto da leitura.

3 Inicialmente formado por uma bibliotecária, uma professora, três alunos de biblioteconomia e um aluno de filosofia, o grupo encontrava-se para debater sobre o papel da leitura e os aspectos para envolver a sociedade com o ato de ler. Dentre essas discussões, pontuávamos os meios de como chegar até ela, como trabalhar na classificação das histórias, na escolha do lugar que iriam ser realizadas as contações e a criação do nome da equipe, no qual, neste último, teve-se a preocupação de escolher uma palavra que representasse as atividades do grupo e caracterizasse sua origem. O nome Aimiri é de origem Tupi-Guarani que significa formiguinhas, trabalho perseverante a elas, uma vez que as formiguinhas agem em conjunto e aos poucos realizam os seus objetivos. As contações de histórias eram feitas nos finais de semana, nas praças e nos parques, em Manaus. Em meio à arborização dos locais, o Grupo Aimiri proporcionava às crianças um lugar encantador e saudável, oferecendo uma nova alternativa de interação e divertimento ao ar livre. São nos parques e praças que se concentram as crianças, e fazer com que esses pequenos tenham a capacidade de se relacionar com a sociedade por meio das histórias é algo fascinante. A troca de ideias permite a compreensão, a transformação e a visão crítica sobre as coisas. O grupo visava formar leitores e desenvolver cidadãos críticos, conscientes e capazes de tomar decisões, pregando a leitura como agente transformador, por meio da prática da contação de histórias. 2.1 Fundamentação teórica A contação de história oferece às crianças momentos divertidos e prazerosos ao aguçar o interesse para novas leituras, além de proporcionar uma sadia ocupação e despertar a curiosidade na busca das ideias. A contação diverte e estimula a imaginação. De acordo com Coelho (1993, p.44): Os pequenos quando tem o contato com os bons gêneros literários, além de despertar a sua imaginação estimula a expressão de ideias e expressão corporal, quando buscam representar os personagens das histórias ao se colocarem no lugar dos personagens dos contos de fadas.

4 A contação não se concentra em um único ideal, pois suas funções podem influenciar ou despertar o ouvinte em diversas vertentes do conhecimento. Ter a contação de história como um ato de estímulo e incentivo à leitura na busca de novos leitores é uma estratégia de manifestar no aluno a vontade de ler, pois, como menciona Meireles (1979, p.42): [...] o gosto de ouvir é como o gosto de ler. Para quem gosta de ouvir histórias provavelmente gostará de lê-las. A criança não tem o domínio dos códigos e sinais linguísticos, logo o que encanta esses pequenos ao mundo das histórias são as figuras, a vivacidade de como essas histórias são contadas e fazer com que tenham relação com o texto ao folhearem o livro. Para criança que não lê, é importante que alguém leia as histórias para ela, pois essa pode ser a atitude inicial para despertar para ala o mundo das leituras. Segundo Cecília Meireles (1984, p.55): não se pode pensar numa infância a começar logo com a gramática e retórica: Narrativas orais cercam a criança da antiguidade com as de hoje. Assim mitos, fábulas, lendas, aventuras, poesia, teatro, festas populares, jogos e representações variadas ocupam no passado, o lugar que hoje concedemos ao livro infantil. A contação de história diverte, desperta a imaginação e, se bem contada, pode alcançar outros objetivos, como o interesse e a compreensão das situações do cotidiano, proporcionar a autoidentificação por meio das histórias, educar, solucionar problemas, bem como a resolver conflitos ao auxiliar na formação do cidadão o seu desenvolvimento intelectual e inserir valores éticos contribuindo positivamente para sua formação. Ainda salienta Fernandes (2003, p.70) que: O livro, dado o seu conteúdo, possibilita ao leitor situar-se no mundo e o auxilia a interpretar a realidade e os acontecimentos que o cercam, de maneira crítica, reflexiva e consciente. O mundo da linguagem leva a formação de ideias, dos valores e dos sentimentos que estão presentes na vida real. Os livros e os textos, se apresentados de maneira prazerosa, criativa e agradável, despertam interesse, entusiasmo e desejo de participação. Portanto, torna-se oportuno salientar a importância da leitura na formação dos leitores, pois essa prática permite a formação de um cidadão crítico na interação do leitor com os textos, ao permitir a construção de novas ideias.

5 2.2 Atividades Desenvolvidas A escolha do nome do Grupo: Teve-se a preocupação em escolher uma palavra que representasse as atividades do grupo e caracterizasse sua origem. O nome Aimiri é de origem Tupi-Guarani que significa formiguinhas. O trabalho realizado pelo contador de histórias é perseverante como o trabalho delas, uma vez que as formiguinhas agem em conjunto e aos poucos realizam os seus objetivos. A escolha do lugar para as contações: As contações de histórias eram feitas nas praças e nos parques, em Manaus. Em meio à arborização dos locais, o Grupo Aimiri proporcionava às crianças um lugar encantador e saudável, oferecendo uma nova alternativa de interação e divertimento ao ar livre. São nos parques e praças que se concentram as crianças, e fazer com que esses pequenos tenham o desenvolvimento da capacidade de se relacionar, na sociedade, por meio das histórias é algo fascinante. A troca de ideias permite a compreensão e a visão crítica sobre as coisas. A classificação das histórias: Ao perceber que nos parque a frequência de crianças, que não sabiam ler, era grande, o grupo optou por fazer a leitura da literatura infantil, nas quais os livros possuem grandes e coloridas ilustrações. De início, o grupo realizava a contação de lendas amazônicas como a lenda do Boto, da Cobra-grande, do Curupira, da Iara, do Guaraná, do Rio Amazonas, dentre outras, que constituem, em suas páginas, histórias lúdicas que proporcionava aos pequenos um mundo encantado de imaginação. Mais tarde, o grupo fez a aquisição de novos livros, passando a incluir nas contações a literatura infanto-juvenil, ao perceber a frequência desse público nas rodas de leituras com os livros Meu nome é Rorbeto, do Gabriel Pensador, Se essa rua fosse minha, do Eduardo Amos, Chapeuzinho Amarelo, de Chico Buarque, dentre outras literárias, de aspectos ambientais e comportamentais, para auxiliar na formação dos leitores, a fim conscientizá-lo dos fatos cotidianos, contribuindo na construção de novos pensamentos ao aguçar a curiosidade. A seleção das histórias na contação deve ser feita conforme o interesse e as necessidades do ouvinte. O tempo de duração das histórias também é relevante,

6 uma vez que as crianças tem o demorado como cansativo e chato. Por isso, fazer uma contação curta e rápida mantém a atenção dos pequenos. A preparação para a contação: Antes de começar a contação das histórias, uns trinta minutos antes, eram realizados exercícios vocais e um prévio estudo das histórias que iriam ser contadas. É oportuno mencionar a importância da apresentação da história que podem ser contadas de diversas maneiras de acordo com as técnicas do contador. Dessa forma, o contador tem a atenção do ouvinte ao cativar de forma criativa o primeiro contato com o expectador. A contação: Depois de todo o processo de preparação e escolhas das histórias, iniciava-se a contação, a qual era feita por cada integrante do grupo, com as suas respectivas técnicas, com a intenção de obter a atenção dos ouvintes. A preocupação do grupo era fazer com que os conteúdos das histórias fossem compreendidos pelos pequenos, por meio da contação em voz alta, juntamente com as técnicas teatrais, objetivando atender as crianças que não soubessem ler. Sabe-se do desafio ao tentar mudar o contexto de um país de poucos leitores, porém a intenção para ocorrer a mudança é um sinal a favor para um futuro melhor. A contação de histórias proporciona grandes estímulos e pode desenvolver nas crianças a sensibilidade de perceber o mundo ao seu redor, bem como o papel de destaque na formação integral e intelectual. 2.3 Metodologia Os procedimentos metodológicos elaborados para o Grupo Aimiri contadores de historias foram definidos em encontros e reuniões nos finais de semana para a organização e planejamento das ações envolvendo as crianças e as suas famílias no universo da leitura. Nessas reuniões, o grupo se comprometia a estudar literaturas sobre o incentivo à leitura e a formação de leitores, para debates e compreeensões das práticas educativas com as crianças. Essas reuniões foram compreendidas no período de maio a dezembro, onde se discutia as literaturas referente à temática sobre a leitura. Era uma espécie de dever de casa para cada integrante do grupo fornecer e doar novas ideias, depois dos estudos para fazer da contação de histórias práticas, lúdicas e criativas.

7 Os integrantes do grupo realizavam, periodicamente, os ensaio com as técnicas vocais e teatrais nas histórias de cada livro, procurando diversas formas de contar a mesma história para obter a atenção do expectador. 2.4 Resultados Foram analisados os resultados das práticas realizadas pelo grupo a respeito da formação de leitores por meio da contação de histórias. As análises se basearam na observação do comportamento das crianças e suas famílias, em relação às contações de histórias. Os resultados obtidos, em parte, fugiram das realidades colocadas pelos referenciais teóricos. Ora algumas famílias e crianças alegravam-se com as práticas de contação e percebía-se as mesmas carinhas em todos os finais de semana, nas praças e parques, no qual podemos apontar, como ponto positivo; e ora algumas famílias evitavam que suas crianças chegassem perto dos nossos tapetes com os livros. Certa vez uma mãe de duas crianças que brincavam no parque disse que preferia que seus filhos ficassem brincando ao invés de ouvir histórias, justificando que elas estavam de férias. Porém este último serviu para refletirmos sobre a realidade em que a leitura é culturalmente encarada pela sociedade. O retorno durante os nove meses com o grupo na contação de histórias, nas expressivas vezes, foram de aceitação e reconhecimento. O grupo teve a oportunidade de mostrar o trabalho desenvolvido nos meios de comunicação de massa, dentre eles uma matéria no principal jornal impresso de Manaus, o Diário do Amazonas, do dia 22 de agosto de Nesse artigo tivemos a oportunidade de abordar as questões da leitura e o mostrarmos um pouco desse contexto na cidade de Manaus Foi possível compreender, nesse proceso, a grande importância do profissional bibliotecário com a formação e desenvolvimento das ideias e discussões na sociedade acerca da leitura. Pois o bibliotecário tem o papel de mediador e incentivador da leitura, logo, não pode deixar de exercer uma de suas principais funções: a disseminação da informação e a promoção do conhecimento. A participação de um bibliotecário e de estudantes de biblioteconomia nesse processo enriqueceu o desenvolvimento da ação social, bem como serviu de grande

8 experiência para os outros profissionais envolvidos no grupo de contação de histórias. 3 CONCLUSÃO Com os estudos feitos sobre a leitura e o conhecimento adquirido a partir da experiência com a contação de histórias, foi possível constatar a importância dessa prática no desenvolvimento e na transformação do indivíduo. A leitura pode ocupar um papel formador na vida do leitor, uma vez que possibilita a abertura de novos conceitos, formação crítica, a troca de sentimentos, vivência de experiências, o poder de reinventar a história e viver diversos rumos de vida. Num país de poucos leitores, por o livro ser bastante caro, se tem a carência no ato de ler. Porém as iniciativas para mudar o contexto em relação ao incentivo à leitura é um passaporte para um grande começo na mudança do contexto. A leitura é capaz de proporcionar a formação do indivíduo para a descoberta de novos caminhos e horizontes ao abrir um campo de possibilidades acerca da vida. O caminho para obter essa formação deve ser trabalhado na infância, na fase em que a criança começa a formar seus conceitos a relacionar suas experiências com as histórias das ficções. Essa interação do leitor com o livro proporciona um contato para o início do universo das curiosidades e o surgimento de novas ideias. Os resultados obtidos por meio das práticas do grupo foram a percepção sobre a ideias que alguns pais tem sobre a leitura, encarando-a como obrigação e falando pela vontade de seus filhos de lerem os livros expostos no tapete da leitura. Observou-se que os pais poderiam também ser reeducados para então plantarem em casa o desenvolvimento da leitura em seu ambiente como agente transformador. Por meio das práticas percebemos que toda criança tem vontade de ler e ouvir uma boa história, de desvendar e descobrir o seu mundo, porém as autoridades bloqueiam essas vontades deixando de enxergar a necessidade da sociedade nas questões de formação e desenvolvimento. Por fim, salienta-se a importância da leitura como instrumento transformador ao formar leitores com vontade de mudar o espaço onde vive com a produção de novas ideias fornecidas e enriquecidas ao lerem nas entre linhas de cada frase e parágrafos nos livros. É uma pena que os governantes não percebam que esse

9 instrumento é de suma importância no processo de formação de uma sociedade justa e consciente de seu papel no mundo. Para que isso aconteça seria interessante investir na educação, na elaboração de programas de leituras e valorização das bibliotecas nas escolas, para que possam realmente cumprir a sua missão na sociedade.

10 REFERÊNCIAS COELHO, Beth. Contar histórias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 2001 COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil: teoria-análise-didática. 6 ed. São Paulo:Ática, p. FERNANDES, Dirce Lorimier. A literatura infantil. São Paulo: Loyola, MEIRELES, Cecília. Problemas da Literatura Infantil. São Paulo: Summus,1979. PETIT, Michèle. Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Tradução Celina Olga de Souza. São Paulo: Editora 34, RODRIGUES, Bruno. Como criar o hábito da leitura na infância?. Disponível em: <http://guiadobebe.uol.com.br/bb3a4/como_criar_o_habito_da_leitura_na_infancia.ht m> Acesso em: 07 fev

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO INTRODUÇÃO Francisca das Virgens Fonseca (UEFS) franciscafonseca@hotmail.com Nelmira Santos Moreira (orientador-uefs) Sabe-se que o uso

Leia mais

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores.

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Prof. Ms. Deisily de Quadros (FARESC) deisily@uol.com.br Graduando Mark da Silva Floriano (FARESC) markfloriano@hotmail.com Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Evelise Raquel de Pontes Mariane Soares Sana Orientadora: Renata Junqueira de Souza. Instituição: Universidade Estadual

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE:

PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE: PARECER TÉCNICO DA ATIVIDADE: Encontro com o Livro no Colégio Coração de Maria Me. Maria Aparecida da Costa Bezerra - Bibliotecária escolar e universitária Resumo: O Colégio Coração de Maria proporciona

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Baú da Leitura

Mostra de Projetos 2011. Baú da Leitura Mostra de Projetos 2011 Baú da Leitura Mostra Local de: Dois Vizinhos Categoria do projeto: Projeto em implantação, com resultados parciais Nome da Instituição/Empresa: Secretaria Municipal de Educação,

Leia mais

Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil

Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil - Justificativa: O projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil iniciou no segundo semestre

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez.

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. PROJETO DE LEITURA E ESCRITA Era uma vez... E conte outra vez. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO TEMA; PROJETO DE LEITURA E ESCRITA. Era uma vez... E conte outra vez. INSTITUIÇÃO Escola Estadual Lino Villachá

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 2º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 2º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Literatura Brasileira e infantil Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 2º 1 - Ementa (sumário, resumo) Literatura infantil:

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DA HORA DO CONTO PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES E PRODUTORES DE TEXTOS NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL.

AS CONTRIBUIÇÕES DA HORA DO CONTO PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES E PRODUTORES DE TEXTOS NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. AS CONTRIBUIÇÕES DA HORA DO CONTO PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES E PRODUTORES DE TEXTOS NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. AMANDA CAROLINA FREIRE POMMELLA (UNESP-FCT), THAYS APARECIDA TRALBACK (UNESP-FCT).

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014 Atividades Pedagógicas Agosto 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO II A GRUPO II B GRUPO II C GRUPO II

Leia mais

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Meu nome é Maria Bonita, sou mulher de Vírgulino Ferreira- vulgo Lampiãofaço parte do bando de cangaceiros liderados por meu companheiro.

Leia mais

Projetos. Outubro 2012

Projetos. Outubro 2012 Projetos Outubro 2012 Assunto de gente grande para gente pequena. No mês de outubro os brasileiros foram às urnas para eleger prefeitos e vereadores e a Turma da Lagoa não poderia ficar fora deste grande

Leia mais

Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil

Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil 1 Introdução: A matemática é uma disciplina de fundamental importância na vida de todo mundo. Desde tempos antigos o ensino dessa matéria vem fazendo cada vez mais parte da vida dos seres humanos. Basta

Leia mais

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA Suellen Lopes 1 Graduação Universidade Estadual de Londrina su.ellen23@hotmail.com Rovilson José da Silva 2 Universidade Estadual de Londrina rovilson@uel.br

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMO RECURSO METODOLÓGICO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL Resumo: José Roniero Diodato Marilene Severina de Oliveira Ana Claudia do Nascimento Glauciane

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

O QUE É ECONOMIA VERDE? Sessão de Design Thinking sobre Economia Verde

O QUE É ECONOMIA VERDE? Sessão de Design Thinking sobre Economia Verde O QUE É ECONOMIA VERDE? Sessão de Design Thinking sobre Economia Verde Florianópolis SC Junho/2012 2 SUMÁRIO Resumo do Caso...3 Natureza do Caso e Ambiente Externo...3 Problemas e Oportunidades...4 Diagnóstico:

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE CAIXAS-ESTANTES PARA INCENTIVO DA LEITURA PARA ALUNOS DE 1ª À 4ª SÉRIES NA ESCOLA MUNICIPAL HENRIQUE VERAS

UTILIZAÇÃO DE CAIXAS-ESTANTES PARA INCENTIVO DA LEITURA PARA ALUNOS DE 1ª À 4ª SÉRIES NA ESCOLA MUNICIPAL HENRIQUE VERAS UTILIZAÇÃO DE CAIXAS-ESTANTES PARA INCENTIVO DA LEITURA PARA ALUNOS DE 1ª À 4ª SÉRIES NA ESCOLA MUNICIPAL HENRIQUE VERAS Andréa Collyer Neves Acadêmica do Curso de Biblioteconomia da UFSC Araci Isaltina

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLETINDO SOBRE A FORMAÇÃO E ATUAÇÃO DOCENTE

EDUCAÇÃO FÍSICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLETINDO SOBRE A FORMAÇÃO E ATUAÇÃO DOCENTE EDUCAÇÃO FÍSICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLETINDO SOBRE A FORMAÇÃO E ATUAÇÃO DOCENTE Thais Messias MORAES; Humberto Luís de Deus INÁCIO Faculdade de Educação Física/UFG - thaismemo@gmail.com Palavras-chave:

Leia mais

APRESENTAÇÃO OBJETIVO

APRESENTAÇÃO OBJETIVO APRESENTAÇÃO O Projeto Quero Ler Prá Você consiste em percorrer praças públicas, asilos, creches, abrigos e outros espaços, a cada quinze dias, convidando às pessoas para ouvir um texto, um poema ou partes

Leia mais

Comunicação A INFLUÊNCIA DA CONTAÇÃO DA HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação A INFLUÊNCIA DA CONTAÇÃO DA HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação A INFLUÊNCIA DA CONTAÇÃO DA HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL MENDONÇA, Magda Letícia Bezerra 1 Palavras-chave: Histórias, Educação infantil A presente apresentação refere-se a parte do trabalho

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MUNICIPAL PROJETO DE INCENTIVO A LEITURA BIBLIOTECA ITINERANTE

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MUNICIPAL PROJETO DE INCENTIVO A LEITURA BIBLIOTECA ITINERANTE SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MUNICIPAL PROJETO DE INCENTIVO A LEITURA BIBLIOTECA ITINERANTE 1. APRESENTAÇÃO Este Projeto de Incentivo a Leitura "Minha Escola Lê", será desenvolvido nas unidades escolares que

Leia mais

Caracterização da Escola

Caracterização da Escola 28 O CORDEL DOS TIRADENTES Flávia Helena Pontes Carneiro* helena.flavia@gmail.com *Graduada em Pedagogia, Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, Professora

Leia mais

Na sala de aula com as crianças

Na sala de aula com as crianças O CD Rubem Alves Novas Estórias, volume 3, abre novas janelas de oportunidade para quem gosta da literatura. Através do audiolivro podemos apreciar encantadoras histórias e deixar fluir a imaginação. Rubem

Leia mais

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636 A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER NO UNIVERSO INFANTIL Ana Maria Martins anna_1280@hotmail.com Karen de Abreu Anchieta karenaanchieta@bol.com.br Resumo A importância do ato de ler no cotidiano infantil é de

Leia mais

Literatura na escola: um projeto de incentivo à leitura

Literatura na escola: um projeto de incentivo à leitura Literatura na escola: um projeto de incentivo à leitura Renata Cavalcanti Eichenberg (PUCRS) Orientadora: Vera Teixeira de Aguiar (PUCRS) De acordo com Bruno Bettelheim (1980), a criança, à medida que

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 II A Jogos As crianças da Turma dos Amigos, desde os primeiros dias de aula, têm incluídos em sua rotina as brincadeiras com jogos de encaixe. Vários jogos estão disponíveis

Leia mais

2. APRESENTAÇÃO. Mas, tem um detalhe muito importante: O Zé só dorme se escutar uma história. Alguém deverá contar ou ler uma história para ele.

2. APRESENTAÇÃO. Mas, tem um detalhe muito importante: O Zé só dorme se escutar uma história. Alguém deverá contar ou ler uma história para ele. 1.INTRODUÇÃO A leitura consiste em uma atividade social de construção e atribuição de sentidos. Assim definida, as propostas de leitura devem priorizar a busca por modos significativos de o aluno relacionar-se

Leia mais

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR ANNA PAULA SILVA (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS), ELIANE FERREIRA PINTO (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS). Resumo A reciclagem tem como principal foco a conscientização

Leia mais

AVALIAÇÃO REALIZADA PELOS PARCEIROS INSTITUCIONAIS

AVALIAÇÃO REALIZADA PELOS PARCEIROS INSTITUCIONAIS AVALIAÇÃO REALIZADA PELOS PARCEIROS INSTITUCIONAIS Durante o primeiro semestre de 2003, 17 Centros Regionais de Ensino da Secretaria de Educação Básica do Estado e 5 Secretarias Municipais de Educação,

Leia mais

AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br. INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC

AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br. INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC TÍTULO: O TRABALHO COM OS PARADIDÁTICOS EM SALA DE AULA: Estratégias

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS INFANTIS: O CAMINHO PARA INSERIR A CRIANÇA NO MUNDO DA LITERATURA

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS INFANTIS: O CAMINHO PARA INSERIR A CRIANÇA NO MUNDO DA LITERATURA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS INFANTIS: O CAMINHO PARA INSERIR A CRIANÇA NO MUNDO DA LITERATURA Geuciane Felipe Guerim (G-CCHE-UENP/CJ) Joselice Adriane da Costa (G-CLCA-UENP/CJ) Roseli de Cássia Afonso (Orientadora-CCHE-UENP/CJ)

Leia mais

Literatura na escola: Encantando professores, formando leitores

Literatura na escola: Encantando professores, formando leitores Literatura na escola: Encantando professores, formando leitores Renata Cavalcanti Eichenberg PUCRS De acordo com Bruno Bettelheim (1980), a criança, à medida que se desenvolve, aprende passo a passo a

Leia mais

São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos digitais, entre aulas, jogos interativos e exercícios, sendo mais de 200 voltados para a Educação Infantil.

São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos digitais, entre aulas, jogos interativos e exercícios, sendo mais de 200 voltados para a Educação Infantil. Maternal I O J. Piaget é o primeiro e único Sistema de Ensino do mercado que relaciona totalmente o material multimídia ao material gráfico em todos os segmentos. São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos

Leia mais

PROJETO IMAGINAR CONTADORES DE HISTÓRIA DA UNICARIOCA

PROJETO IMAGINAR CONTADORES DE HISTÓRIA DA UNICARIOCA PROJETO IMAGINAR CONTADORES DE HISTÓRIA DA UNICARIOCA A UniCarioca, por meio do Núcleo de Ação Socioambiental (NASA) convida seus alunos a participarem da SEGUNDA EDIÇÃO do projeto IMAGINAR (inicialmente

Leia mais

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

Autora: SUELY BARROS BERNARDINO DA SILVA. Secretaria de Estado de Educação do Amazonas LEITURA: UM CAMINHO PARA O CONHECIMENTO INTRODUÇÃO

Autora: SUELY BARROS BERNARDINO DA SILVA. Secretaria de Estado de Educação do Amazonas LEITURA: UM CAMINHO PARA O CONHECIMENTO INTRODUÇÃO Autora: SUELY BARROS BERNARDINO DA SILVA Secretaria de Estado de Educação do Amazonas LEITURA: UM CAMINHO PARA O CONHECIMENTO INTRODUÇÃO Este foi um projeto piloto, o qual consistiu em desenvolver um trabalho

Leia mais

POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL POESIA PRA QUÊ TE QUERO? UMA PERSPECTIVA DO TRABALHO COM POESIA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Rita de Cássia Rangel Alves Rita.alves_2007@hotmail.com Paula Sabrina Barbosa de Albuquerque Paulasabrina.ba@hotmail.com

Leia mais

Hora do conto: uma experiência maravilhosa

Hora do conto: uma experiência maravilhosa Hora do conto: uma experiência maravilhosa Jucelma Terezinha Neves Schneid UPF Todos apreciam uma boa história, mas muita pouca gente conhece o valor real dela. Muitos que a usam para diferentes fins,

Leia mais

A HORA DO CONTO FORMANDO LEITORES: A ARTE DA ORALIDADE NA APRESENTAÇÃO DO TEXTO LITERÁRIO

A HORA DO CONTO FORMANDO LEITORES: A ARTE DA ORALIDADE NA APRESENTAÇÃO DO TEXTO LITERÁRIO A HORA DO CONTO FORMANDO LEITORES: A ARTE DA ORALIDADE NA APRESENTAÇÃO DO TEXTO LITERÁRIO Juliane Francischeti Martins Motoyama i (PG -FCT UNESP/CELLIJ) Simônica da Costa Ferreira ii (PG -FCT UNESP/CELLIJ)

Leia mais

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ROSA, Maria Célia Fernandes 1 Palavras-chave: Conscientização-Sensibilização-Transferência RESUMO A psicóloga Vanda

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

EARLY LITERACY/ LETRAMENTO INFANTIL Projeto SP Leituras/BSP/ SISEB

EARLY LITERACY/ LETRAMENTO INFANTIL Projeto SP Leituras/BSP/ SISEB EARLY LITERACY/ LETRAMENTO INFANTIL Projeto SP Leituras/BSP/ SISEB PRECEDENTES O Instituto Nacional de Desenvolvimento e Saúde da Criança (National Institute of Child Health and Human Development NICHD)

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA GT 13 - DIÁLOGOS ABERTOS SOBRE A EDUCAÇÃO BÁSICA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA Daniella

Leia mais

A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA.

A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA. A FORMAÇÃO DE LEITORES EM ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES: CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA. Francisca Fabiana Ferreira da Silva 1 fabiana.igor@hotmail.com Francisca Mônica Paz de Sousa Dantas 2 monnyka@hotmail.com

Leia mais

A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência

A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência A RODA DE LITERATURA INFANTIL COMO ESPAÇO DE REFLEXÃO CRÍTICA: um relato de experiência Ana Raquel da Rocha Bezerra, UFPE Andressa Layse Sales Teixeira, UFRN RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo

Leia mais

qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq

qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq LITERATURA wertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyui INFANTIL opasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfg

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LEME/SP

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LEME/SP SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LEME/SP Patrícia Helena Boldt Terossi Orientadora Técnica Oficina Pedagógica-SEC PROJETO SALAS DE LEITURA 1-JUSTIFICATIVA: O acesso à aprendizagem da leitura apresenta-se

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

O MUNDO ENCANTADO DO TELE CIRCO: gerando aprendizagem

O MUNDO ENCANTADO DO TELE CIRCO: gerando aprendizagem O MUNDO ENCANTADO DO TELE CIRCO: gerando aprendizagem Autores: AZENILDA DE PAULA CABRAL e IVANISE MARIA BOMFIM SOARES Nem sempre a aprendizagem está diretamente ligada ao ensino. É possível ensinar e não

Leia mais

PROJETO SEMEANDO LEITORES

PROJETO SEMEANDO LEITORES PROJETO SEMEANDO LEITORES APRESENTAÇÃO: O Projeto Semeando Leitores, é um projeto de iniciativa voluntária que se propõe a contribuir para o estimulo a leitura, promoção da literatura piauiense, valorização

Leia mais

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE Mesmo não acreditando na Educação Criativa, o professor pode fazer uma experiência para ver o resultado. É o caso da professora deste relato. Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br

Leia mais

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO Tatiane Testa Ferrari e-mail: tatitferrari@ig.com.br Ticiane Testa Ferrari e-mail: ticiferrari@ig.com.br Araceli Simão Gimenes Russo e-mail:

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Paloma Rodrigues Cunha¹, Larissa Costa Pereira¹, Luã Carvalho Resplandes², Renata Fonseca Bezerra³, Francisco Cleiton da Rocha 4

Leia mais

COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL. Emanuel Carvalho

COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL. Emanuel Carvalho COMO ESCREVER UM LIVRO INFANTIL Emanuel Carvalho 2 Prefácio * Edivan Silva Recebi o convite para prefaciar uma obra singular, cujo título despertou e muita minha atenção: Como escrever um livro infantil,

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica PORQUE AS CRIANÇAS ESTÃO PERDENDO TODOS OS REFERENCIAIS DE ANTIGAMENTE EM RELAÇÃO ÀS BRINCADEIRAS?

Leia mais

LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA

LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA BORTTOLIN, A. M. P. LITTERA/UNESC SILVEIRA, R. de F. K. da LITTERA/UNESC O presente texto mostra uma experiência de leitura literária na escola

Leia mais

DURAÇÃO APROXIMADAMENTE 15 MESES

DURAÇÃO APROXIMADAMENTE 15 MESES GRUPO SANTA RITA INSCRIÇÕES ABERTAS! PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU CONTAÇÃO DE MENSALIDADE R e R$ MEC CURSOS AUTORIZADOS s o lu ç ã o C N E /C n ES 1, º. 7 129, /2 6 / 8 HISTÓRIAS música, dança,

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1

MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1 MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1 PROJETO MEU TEMPO DE CRIANÇA Missão Visão Valores Colaborar com a importante tarefa de educar as crianças, nesse momento único de suas jovens vidas, onde os

Leia mais

A HORA DO CONTO E A FORMAÇÃO DO LEITOR: RELATOS DE EXPERIÊNCIA.

A HORA DO CONTO E A FORMAÇÃO DO LEITOR: RELATOS DE EXPERIÊNCIA. A HORA DO CONTO E A FORMAÇÃO DO LEITOR: RELATOS DE EXPERIÊNCIA. Marcela Coladello Ferro; Márcia Adriana Jorge; Renata Junqueira de Souza (orientadora). CELLIJ, Faculdade de Ciências e Tecnologia/UNESP/Presidente

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

Celia Regina Lopes Feitoza

Celia Regina Lopes Feitoza Celia Regina Lopes Feitoza Se quiser falar ao coração do homem, há que se contar uma história. Dessas que não faltam animais, ou deuses e muita fantasia. Porque é assim, suave e docemente que se despertam

Leia mais

Leitura e Literatura

Leitura e Literatura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICAB Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para Educação BásicaB Leitura e Literatura Dia e Semana Nacional da Leitura

Leia mais

Pão, pão, pão. Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman. escrito por. ilustrado por

Pão, pão, pão. Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman. escrito por. ilustrado por elaboração: Tatiana Pita Mestre em Educação pela PUC (SP) Pão, pão, pão escrito por ilustrado por Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman 2 O encanto e as descobertas que o livro nos

Leia mais

Leitura infanto-juvenil no SESC-Piedade

Leitura infanto-juvenil no SESC-Piedade Universidade Federal de Pernambuco Centro de Artes e Comunicação Departamento de Ciência da Informação Curso de Biblioteconomia Professora: Cecília Prysthon Leitura infanto-juvenil no SESC-Piedade (Relatório

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM

CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM CONTRIBUIÇÕES DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO: EXEMPLOS QUE INCENTIVAM CARRENHO, Silvanira migliorini 1 KIMURA, Marcia Regina de Souza 1 VEGAS, Dirce Aparecida Izidoro 1 ANTONIO, Fernanda Peres 2 RESUMO

Leia mais

O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1

O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1 O PIBID E A FORMAÇÃO DE ALUNOS DA EJA: UMA EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO FINANCEIRA 1 Resumo: Delane Santos de Macedo 2 Universidade Federal do Recôncavo da Bahia delayne_ba@hotmail.coml Gilson Bispo de Jesus

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA BÁRBARA DE GOIÁS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SANTA BÁRBARA DE GOIÁS. O Mascote da Turma

ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA BÁRBARA DE GOIÁS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SANTA BÁRBARA DE GOIÁS. O Mascote da Turma ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA BÁRBARA DE GOIÁS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SANTA BÁRBARA DE GOIÁS O Mascote da Turma SANTA BÁRBARA DE GOIÁS JANEIRO 2013 ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA

Leia mais

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE Literatura Infantil aspectos a serem desenvolvidos A natureza da Literatura Infanto-Juvenil está na Literatura e esta é uma manifestação artística. Assim,

Leia mais

São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos digitais, entre aulas, jogos interativos e exercícios, sendo mais de 200 voltados para a Educação Infantil.

São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos digitais, entre aulas, jogos interativos e exercícios, sendo mais de 200 voltados para a Educação Infantil. Nível I O J. Piaget é o primeiro e único Sistema de Ensino do mercado que relaciona totalmente o material multimídia ao material gráfico em todos os segmentos. São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE Natália Maria G. Dantas de Santana- UAE/CFP/UFCG Mayrla Marla Lima Sarmento-UAE/CFP/UFCG Maria Thaís de Oliveira

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO Sílvia Cristina Fernandes Paiva 1 Ana Arlinda Oliveira 2 A leitura literária na escola Podemos afirmar que a leitura é fundamental para construção

Leia mais

Atividade Pedagógica Teatro de fantoches. Junho 2013

Atividade Pedagógica Teatro de fantoches. Junho 2013 Atividade Pedagógica Teatro de fantoches Junho 2013 III D Teatro de fantoches A criança que ainda não sabe ler convencionalmente pode fazê-lo por meio da escuta da leitura do professor, ainda que não possa

Leia mais

São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos digitais, entre aulas, jogos interativos e exercícios, sendo mais de 200 voltados para a Educação Infantil.

São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos digitais, entre aulas, jogos interativos e exercícios, sendo mais de 200 voltados para a Educação Infantil. Maternal II O J. Piaget é o primeiro e único Sistema de Ensino do mercado que relaciona totalmente o material multimídia ao material gráfico em todos os segmentos. São DVD-ROMs com mais de 1 500 conteúdos

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

15ª Jornada Nacional de Literatura Leituras jovens do mundo

15ª Jornada Nacional de Literatura Leituras jovens do mundo A HORA DO CONTO: SEMEANDO LITERATURA E COLHENDO LEITORES Simônica da Costa Ferreira i (PG -FCT UNESP/CELLIJ) Juliane Francischeti Martins Motoyama ii (PG -FCT UNESP/CELLIJ) Renata Junqueira de Souza iii

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA 1 UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA INTRODUÇÃO Compreende-se que na promoção de ações de estímulo à leitura, a escola tem como instrumento

Leia mais

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - daiaspacheco@gmail.com; Carla Viviana-USC pedagogia- vivianamaximino@hotmail.com; Kelly Rios-USC

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 I A ADAPTAÇÃO Estamos chegando ao final do período de adaptação do grupo IA e a cada dia conhecemos mais sobre cada bebê. Começamos a perceber o temperamento, as particularidades

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR: A LEITURA EM MOVIMENTO PARA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

A UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR: A LEITURA EM MOVIMENTO PARA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR: A LEITURA EM MOVIMENTO PARA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Marilisa Gonsalves da Silva 1 G Pedagogia/UEL marilisagoncalvessilva@gmail.com Sandra Aparecida Pires Franco 2

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013.

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013. 122 Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos LER, ESCREVER E REESCREVER NO ENSINO MÉDIO POR MEIO DOS CLÁSSICOS DA LITERATURA BRASILEIRA José Enildo Elias Bezerra (IFAP) enildoelias@yahoo.com.br

Leia mais

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE SÃO VICENTE AUTOR(ES): MARIA DE FATIMA

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Viajando através da Poesia

Mostra de Projetos 2011. Viajando através da Poesia Mostra de Projetos 2011 Viajando através da Poesia Mostra Local de: Arapongas Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: (campo não preenchido)

Leia mais

PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS

PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PROJETO MAGIA DAS HISTÓRIAS INFANTIS SÉRIE: Berçário A Berçário

Leia mais