M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento"

Transcrição

1 M A N U A L TREINAMENTO

2 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo que justificam os elevados investimentos em treinamentos pelas organizações. A palavra treinamento tem muitos significados, para uns é considerado como um meio para desenvolver a força de trabalho dentro dos cargos particulares, outros consideram o treinamento uma ferramenta para um adequado desempenho no cargo.considerado também por alguns autores como sendo um processo educacional de curto prazo aplicado de maneira sistemática e organizada, através do qual pessoas aprendem conhecimentos, habilidades e atitudes em função de objetivos definidos. A que parece ser a mais objetiva e que engloba de certa maneira outras definições de a de ser treinamento uma aquisição sistemática de atitudes, conceitos, conhecimentos, regras e habilidades que resultam no melhor desempenho no trabalho. As definições dadas identificam o treinamento com sendo uma forma de educação especializada, uma vez que seu propósito é preparar o indivíduo para o desempenho eficiente de uma determinada tarefa que lhe é atribuída. Contudo seu processo básico continuaria o mesmo: é preciso ter clareza do que vai ser ensinado, diagnosticar as necessidades dos que irão aprender, oferecer situações de ensino, finalmente, verificar os resultados. O campo de treinamento de Recursos Humanos é de maneira geral imediatamente associado com o planejamento estratégico da empresa. É o processo através do qual o empregador orienta o desempenho e a eficiência dos recursos humanos segundo as metas e os objetivos da organização. É preciso que o investimento despendido contribua de forma positiva para o resultado da organização, fazendo-se necessário uma análise criteriosa pelos gestores da sua real necessidade. O processo de treinamento é composto de quatro etapas, que são: avaliação de necessidades, o planejamento, a execução e a avaliação do treinamento.

3 2. Desenvolvimento do Treinamento Avaliação de Necessidades. A avaliação de necessidades de treinamento subsidia o planejamento. Devese conhecer profundamente a realidade da organização, o que envolve o exame do sistema organizacional como um todo. E aí incluído o estudo de objetivos atuais e futuros, clima, cultura, estrutura, fluxo, situações econômico-financeira, tecnologia e uso, além da interação da instituição com o meio externo, o que abrange mercado de trabalho, impacto de produtos e serviços, concorrência, fornecedores e conjuntura sócio-econômica e política. A análise organizacional é um componente muito importante dentro da avaliação de necessidades, pois o sistema organizacional pode afetar o treinando antes e depois do treinamento. Pretende-se, neste nível, analisar as causas e propor possíveis soluções para reais problemas levantados ou, ainda detectar situações que indiquem um potencial para crescimento e desenvolvimento. A análise de tarefas resulta na descrição de uma seqüência de atividades ou operações desempenhadas no trabalho e nas descrições das condições em que esse trabalho é desempenhado.em princípio o treinamento surge como uma possível solução para discrepância de desempenho. O treinamento deve ser considerado como uma solução legítima somente quando o diagnóstico da causa da discrepância estiver relacionado a uma lacuna de conhecimentos, habilidades e/ou atitudes necessários ao desempenho das atividades em questão. O ultimo componente para avaliar necessidades procura verificar quais empregados precisam de treinamento e exatamente que treinamento é solicitado. Quando este estágio é alcançado, foi realizada uma análise organizacional que permitiu entender em que o sistema de treinamento pode apoiar a organização e quais facilitadores e inibidores existem, e uma análise de tarefas já determinou quais delas são importantes e não são desempenhadas. A análise pessoal faz duas perguntas: quem dentro da organização precisa de treinamento e que tipo de instrução precisa?esta análise pode então ser direcionada para a realização de treinamentos específicos para determinadas pessoas.

4 A avaliação de necessidades é um momento para se analisar, a priori, o que deve ser treinado, para quem o treinamento serve e por que se investe nele. Com base nessa conceituação, o processo de avaliação de necessidades deveria incluir, inicialmente, a definição dos conhecimentos, habilidades e atitudes esperadas dos empregados e, em seguida, a mensuração dos níveis em que o indivíduo domina esses conhecimentos, habilidades e atitudes e da importância de cada uma delas MEVALE Análise organizacional > Cabe aos gestores fazerem uma análise macro da organização verificando suas metas, estrutura, seus clientes, concorrentes e principais fornecedores (Scania). Identificando assim necessidades a nível geral. Pode-se utilizar os seguintes instrumentos: Questionários; Avaliação de desempenho; Discussão em grupo; Reuniões inter-departamentais; Entrevista estruturada; Pesquisa de satisfação de clientes. Análise das tarefas > É preciso que cada gestor nas suas diferentes áreas verifiquem junto com o responsável de recursos humanos o nível técnico e intelectual de seu pessoal e faça uma análise verificando se está compatível com a sua função, através do plano de cargos e funções em anexo. Análise pessoal > Através de uma ficha individualizada por colaborador verificar o nível técnico e intelectual, onde conste a função e as tarefas exercidas. (fichas em anexo).

5 Planejamento Os gerentes das diversas áreas da empresa, com o auxílio do RH devem elaborar a planilha de planejamento/capacitação (exemplo abaixo) onde deverão ser identificados funcionários, considerando o departamento, a área de atuação e a função, os cursos exigidos para sua formação intelectual e técnica. Nesta planilha serão preenchidos, de acordo com as informações acima citadas, os cursos considerados pré requisitos, os cursos já realizados, os cursos agendados e os cursos no qual o funcionário esteja efetivamente inscrito. Pré Requisitos De acordo com a planilha modelo acima será montado um cronograma para a realização dos cursos necessários para alcançar o objetivo principal, que é o de capacitação do quadro de funcionários do Grupo Mevepi.

6 2.3 - Execução A execução consiste em colocar em prática o planejamento visto anteriormente. Nesta etapa os responsáveis pelo treinamento na empresa, respeitadas suas atribuições conforme o organograma abaixo, trabalham no desenvolvimento e realização do planejamento, e também no acompanhamento e avaliação dos objetivos pretendidos. Será de inteira responsabilidade dos gerentes dos departamentos com o auxilio do RH, fazer a análise das necessidades dos treinamentos e designar em suas áreas um responsável pelo acompanhamento operacional dos treinamentos. O encarregado operacional terá a função de cuidar das seguintes tarefas: Cadastro/atualização dos funcionários no coresnet; Inscrição nos cursos; Organização das passagens, estadias e translados; Controle de despesas; Acompanhamento e distribuição das cartas convites e/ou confirmação de inscrição; Suporte ao RH das realizações de cursos e programações futuras; Suporte no acompanhamento da avaliação; Entrega do material de avaliação para o RH

7 Ficam assim as atribuições definidas: Gerentes / RH determinar o público alvo, identificar as necessidades, atribuir objetivos, criar um cronograma e fazer acompanhamento. RH avaliação do histórico de notas e desempenho nos cursos, avaliação pessoal do treinado e avaliação de desempenho após a realização dos cursos. Encarregado operacional atualização dos cadastros de funcionários no coresnet, inscrição em cursos, orientação e logística (translado, estadias, etc.). Avaliação do treinamento Não basta treinar é preciso avaliar os resultados obtidos com o que foi investido. Após a execução do treinamento deve-se monitorar os funcionários para avaliar se os objetivos pretendidos foram alcançados, caso contrário um novo levantamento de necessidades deverá ser realizado. Assim se verifica que o treinamento não é algo estático e sim uma atividade dinâmica que se movimenta em função de sua própria natureza e seus objetivos.

8 Este ciclo torna-se benéfico e necessário para a manutenção do quadro profissional da empresa na medida em que o treinamento, sob está ótica, sempre estará adequado às novas exigências do mercado e igualmente adaptado a modernidade dos tempos. A avaliação do treinamento será feita pelo responsável do RH através de monitoramento das notas dos treinados e aplicação de questionários de avaliação. A rigor, será responsabilidade dos gerentes a avaliação do desempenho de seus colaboradores, após terem estes, recebido treinamento. Está avaliação será feita mediante monitoramento de índices de produtividade e eficiência individuais, atribuídos aos colaboradores no desenvolvimento de suas atividades cotidianas. Os resultados das avaliações serão registrados e consolidados pelo RH, de modo que possam ser utilizados como informações relevantes a serem consideradas nas contratações internas, transferências interdepartamentais e promoções. Como forma de se manter a qualidade da capacitação técnica e intelectual dos funcionários, será exigido dos gerentes e do RH que, no momento da contratação de novos colaboradores, considere como fator preponderante o perfil desejado para a função que se pretende preencher. avaliação do treinamento. Em anexo encontra-se modelo do questionário que deve ser utilizado para a Este manual é complementado pelas planilhas de treinamento / capacitação dos diversos departamentos, pelas descrições de cargos onde consta a qualificação exigida pela empresa para todos os diversos cargos da empresa e também pelos diversos boletins e manuais da Scania que tratam do assunto.

9 ANEXO Modelo de questionário par avaliação de treinamento Sempre que programamos um curso ou seminário, temos em vista contribuir da melhor forma possível, para o desenvolvimento/formação dos funcionários da empresa. E você, quando participa de um curso, espera naturalmente que ele corresponda às suas expectativas. Para sabermos se o curso que você acaba de fazer atendeu plenamente aos objetivos a que se propôs, ou se precisa ser reformulado ou aperfeiçoado em alguns pontos, precisamos colher suas opiniões a respeito do mesmo. Contribua, pois, com a administração da empresa, preenchendo todos os quesitos do presente questionário. Ficaremos agradecidos pela sua valiosa colaboração. - Nome: Departamento: Função: Curso: Data da realização: 01. Já conhecia o assunto abordado? ( ) sim ( ) não ( ) superficialmente 02. O curso realizado: ( ) não me proporcionou conhecimentos além dos já possuídos ( ) proporcionou-me novos conhecimentos sobre o assunto 03. Durante o curso ( ) tive ( ) não tive oportunidade de reformular conceitos e pontos de vista que tinha a respeito do assunto. 04. No meu entender: ( ) muito pouco do que se falou tem aplicação prática na minha vida profissional ( ) grande parte do que se falou tem aplicação prática na minha vida profissional 05. ( ) Alguns ( ) Vários pontos do curso levaram-me a uma reflexão sobre a conveniência de introduzir modificações: ( ) no meu comportamento ( ) nos processos de trabalho que venho adotando ( ) nos planos que estabeleci 06. Estas são as principais áreas de minha vida profissional em que vou fazer uma revisão: Tive ( ) poucas ( ) algumas ( ) várias oportunidades para participar dos assuntos tratados, através dos debates em grupo. Ou: ( ) não tive oportunidade de participar dos debates 8. O curso ofereceu aos participantes ( ) pouquíssimas ( ) poucas ( ) algumas ( ) inúmeras oportunidades de trocarem experiências e conhecimentos entre si

10 09. Considero, de um modo geral, que os métodos e técnicas usados no treinamento pelo(s) expositor(es) foram ( ) pouco adequados ( ) adequados 10. O material didático utilizado foi ( ) suficiente ( ) insuficiente 11. Estes foram os temas (tópicos/assuntos) que maior interesse me despertaram: ( ) não encontro razões para dar destaque a quaisquer dos temas abordados 12. Sentiu-se ( ) algumas ( ) poucas ( ) muitas vezes em dificuldades para responder às perguntas que lhe foram formuladas. Ou respondeu ( ) satisfatoriamente ( ) plenamente à todas as perguntas que lhe foram feitas. Ou Deixou de responder a ( ) poucas ( ) algumas ( ) várias perguntas que os participantes lhe fizeram 13. Como você acha que se saiu? ( ) sofrivelmente ( ) satisfatoriamente ( ) bem ( ) muito bem na ( ) teoria e na ( ) prática 14. O número de horas diárias do curso foi ( ) insuficiente ( ) razoável ( ) excessivo 15. Do que você participou? ( ) testes ( ) provas ( ) exercícios práticos ( ) questionários a que me submeti durante o curso foram ( ) adequados ( ) inadequados 16. Classifico, de um modo geral, o curso realizado como: ( ) sofrível ( ) regular ( ) bom ( ) muito bom ( ) excelente 17. Comentários

11 ANEXO Modelo da ficha Descrição de Cargo QUALIFICAÇÕES

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Coordenador do Curso de Administração Prof. Marcos Eduardo dos Santos Supervisor de Estágio do Curso Prof. Marcos Eduardo dos Santos JUIZ DE

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA DE PROJETOS

CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA DE PROJETOS www.tecnologiadeprojetos.com.br Diretoria de Acompanhamento e Avaliação de Projetos da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais DAPE/SEE-MG RELATÓRIO DE PESQUISA 1 : CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA

Leia mais

Formulário de Avaliação de Desempenho

Formulário de Avaliação de Desempenho Formulário de Avaliação de Desempenho Objetivos da Avaliação de Desempenho: A avaliação de desempenho será um processo anual e sistemático que, enquanto processo de aferição individual do mérito do funcionário

Leia mais

Equipe: Administradores de Sucesso. Componentes: Ricardo Miranda, Dalma Noronha, Fabio Macambira, Nivea Santos

Equipe: Administradores de Sucesso. Componentes: Ricardo Miranda, Dalma Noronha, Fabio Macambira, Nivea Santos Equipe: Administradores de Sucesso Componentes: Ricardo Miranda, Dalma Noronha, Fabio Macambira, Nivea Santos CONCEITOS PERFIS DE CARGOS AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO TIPOS DE AVALIAÇÃO FEEDBACK CASES SUMÁRIO

Leia mais

O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão

O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão Esse artigo tem como objetivo apresentar estratégias para assegurar uma equipe eficiente em cargos de liderança, mantendo um ciclo virtuoso

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

Pessoas e negócios em evolução.

Pessoas e negócios em evolução. Silvestre Consultoria Pessoas e negócios em evolução. Silvestre Consultoria desde 2001 Nossos Serviços: Pesquisa de Clima Cargos e Salários Avaliação de Desempenho Recrutamento Especializado Mapeamento

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Plano de Gerenciamento do Projeto. Coletando Requisitos. Declarando

Leia mais

NORMAS GERAIS DE ESTÁGIO PARA O CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO: GESTÃO, SUPERVISÃO E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL

NORMAS GERAIS DE ESTÁGIO PARA O CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO: GESTÃO, SUPERVISÃO E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL NORMAS GERAIS DE ESTÁGIO PARA O CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO: GESTÃO, SUPERVISÃO E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL APRESENTAÇÃO Este manual destina-se a orientação dos procedimentos a serem adotados durante o estágio

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

CAERN. Descrição de Perfis

CAERN. Descrição de Perfis Nível: Superior Reporte: Coordenador Sumário Participar do planejamento e desenvolvimento das políticas e práticas de Recursos Humanos da empresa. Desenvolver atividades técnicas de avaliação comportamental

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia MESQUITA NETO, Rui 1 DIAS, Vanessa Aparecida 2 NUNES, Ruth Vieira 3 RESUMO A organização depende das pessoas para atingir

Leia mais

Relatório de Resultado Pesquisa de Clima Organizacional

Relatório de Resultado Pesquisa de Clima Organizacional CONSIDERAÇÕES INICIAIS Este relatório apresenta os resultados da de 2013 em contraste com os dados levantados em 2012. ASSUNTOS ABORDADOS Motivação Identifica os setores dos colaboradores que responderam

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GESTÃO EDUCACIONAL

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GESTÃO EDUCACIONAL CENTRO UNIVERSITÁRIO PAULISTANO UniPaulistana Departamento de Pedagogia MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GESTÃO EDUCACIONAL PEDAGOGIA GESTÃO EDUCACIONAL São Paulo 2008 R. Madre Cabrini, 38 Vila Mariana

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001 Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Conceitos Gerais A gestão ambiental abrange uma vasta gama de questões, inclusive aquelas com implicações estratégicas

Leia mais

Quem somos. Objetivo. O Método. Diferencial. Desafio

Quem somos. Objetivo. O Método. Diferencial. Desafio Quem somos A empresa Jogos Comportamentais foi fundada em 2009 para auxiliar organizações empresariais a dinamizar, inovar e otimizar seus processos de recrutamento/seleção e treinamentos comportamentais

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO DE PESSOAS

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO DE PESSOAS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO DE PESSOAS PROFESSOR: Itair Pereira da Silva DISCENTES: Maria das Graças João Vieira Rafael Vitor ORGANOGRAMA PRESIDENTE GERENTE

Leia mais

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

PARTE IV Consolidação do Profissional como Consultor. Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc. FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Junho, 2006 Anglo American Brasil 1. Responsabilidade Social na Anglo American Brasil e objetivos deste Manual Já em 1917, o Sr. Ernest Oppenheimer, fundador

Leia mais

O Trabalho escrito atenderá ao disposto no Manual de Normatização de Projetos Finais da ESAMC.

O Trabalho escrito atenderá ao disposto no Manual de Normatização de Projetos Finais da ESAMC. Plano de Ensino CURSO: MBA Regular - Negócios Internacionais DISCIPLINA: Plano de Internacionalização Banca Final Última revisão: Abril/2015 Horas-aula: Orientação do projeto: 30 Desenvolvimento do projeto:

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

endereço eletrônico) OPCIONAL: http://www.coacavo.com.br/gestao_pdf/avaliacao_desempenho_360grau s.pdf

endereço eletrônico) OPCIONAL: http://www.coacavo.com.br/gestao_pdf/avaliacao_desempenho_360grau s.pdf AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Gestão de Recursos Humanos DISCIPLINA: Ferramentas de Gestão de Recursos Humanos ALUNO(A):Aline de Souza MATRÍCULA:51811 Ribeiro da Rocha NÚCLEO REGIONAL: DATA:

Leia mais

Anexo 2 5 Manual de Treinamento, Conscientização e Competência voltado ao Sistema de Gestão Ambiental

Anexo 2 5 Manual de Treinamento, Conscientização e Competência voltado ao Sistema de Gestão Ambiental CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo 2 5 Manual de Treinamento, Conscientização e Competência voltado ao Sistema de Gestão Ambiental MANUAL GERENCIAL Superintendência de Recursos Humanos

Leia mais

Autores/Grupo: TULIO, LUIS, FRANCISCO e JULIANO. Curso: Gestão da Tecnologia da Informação. Professor: ITAIR PEREIRA DA SILVA GESTÃO DE PESSOAS

Autores/Grupo: TULIO, LUIS, FRANCISCO e JULIANO. Curso: Gestão da Tecnologia da Informação. Professor: ITAIR PEREIRA DA SILVA GESTÃO DE PESSOAS Autores/Grupo: TULIO, LUIS, FRANCISCO e JULIANO Curso: Gestão da Tecnologia da Informação Professor: ITAIR PEREIRA DA SILVA GESTÃO DE PESSOAS ORGANOGRAMA FUNCIANOGRAMA DESENHO DE CARGO E TAREFAS DO DESENVOLVEDOR

Leia mais

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar 1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar Prof. Dr. Stavros Panagiotis Xanthopoylos stavros@fgv.br Brasília, 27 de novembro de 2009

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

Recrutamento e seleção

Recrutamento e seleção Universidade de São Paulo Escola de Enfermagem Recrutamento e seleção Fernanda Maria Togeiro Fugulin RECRUTAMENTO Fase que antecede a seleção, de divulgação, em que se deverá atrair candidatos potencialmente

Leia mais

1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia do Rio de Janeiro. LOCAL: Rio de Janeiro-RJ 13/02/2014

1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia do Rio de Janeiro. LOCAL: Rio de Janeiro-RJ 13/02/2014 CONSULTORIA EM GESTÃO ORGANIZACIONAL 1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia do Rio de Janeiro LOCAL: Rio de Janeiro-RJ 13/02/2014 TEMA DA PALESTRA: Gestão

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Gerencial. Conexã Gerencial

Programa de Desenvolvimento Gerencial. Conexã Gerencial Conexão Gerencial é um programa modular de Desenvolvimento Gerencial cujos principais objetivos são: Promover um choque de cultura e competência gerencial e tornar mais efetivo o papel dos Gestores. Alinhar

Leia mais

PROCEDIMENTO GERENCIAL

PROCEDIMENTO GERENCIAL PÁGINA: 1/10 1. OBJETIVO Descrever o procedimento para a execução de auditorias internas a intervalos planejados para determinar se o sistema de gestão da qualidade é eficaz e está em conformidade com:

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO EM COACHING PESSOAL

CURSO DE FORMAÇÃO EM COACHING PESSOAL CURSO DE FORMAÇÃO EM COACHING PESSOAL FOCO 1 Formação para a área de RH CONSULTORES INTERNOS ESPECIALIZADOS em COACHING PESSOAL. FOCO 2 Formação DE CONSULTORES PROFISSIONAIS especializados em COACHING

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURSOS TÉCNICOS Revisão: setembro/2012 Escola SENAI Santos Dumont CFP 3.02 Rua Pedro Rachid, 304 Santana São José dos Campos - SP Fone: (12) 3519-4850 Fax: (12) 3922-9060 ELABORAÇÃO

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

Indicadores de Rendimento do Voluntariado Corporativo

Indicadores de Rendimento do Voluntariado Corporativo Indicadores de Rendimento do Voluntariado Corporativo Avaliação desenvolvida por Mónica Galiano e Kenn Allen, publicado originalmente no livro The Big Tent: Corporate Volunteering in the Global Age. Texto

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

O que é? pode ser chamado de Recrutamento e Seleção.

O que é? pode ser chamado de Recrutamento e Seleção. Processo Seletivo O que é? O Processo Seletivo é um conjunto de técnicas e instrumentos, empregados para avaliação de materiais, técnicas ou candidatos visando identificar as habilidades, tendências e

Leia mais

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) APARECIDA DE GOIÂNIA 2014 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Áreas de processo por

Leia mais

O Planejamento Estratégico pode ser considerado como uma Bússola e Guia de Apoio à decisão das organizações. É uma metodologia para construir o

O Planejamento Estratégico pode ser considerado como uma Bússola e Guia de Apoio à decisão das organizações. É uma metodologia para construir o O Planejamento Estratégico pode ser considerado como uma Bússola e Guia de Apoio à decisão das organizações. É uma metodologia para construir o futuro da empresa. O que pode fazer pela minha empresa? Avaliar

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

Manual de administração

Manual de administração Manual de administração Como fazer outsourcing dos sistemas de informação Índice Introdução Passo 1 - Definir o enquadramento Passo 2 - Analisar os recursos e serviços internos Passo 3 - Analisar os recursos

Leia mais

Tópicos Abordados. Pesquisa de Mercado. Aula 1. Contextualização

Tópicos Abordados. Pesquisa de Mercado. Aula 1. Contextualização Pesquisa de Mercado Aula 1 Prof. Me. Ricieri Garbelini Tópicos Abordados 1. Identificação do problema ou situação 2. Construção de hipóteses ou determinação dos objetivos 3. Tipos de pesquisa 4. Métodos

Leia mais

Autor Fred Silveira Fundador do Canal WWW.EMPRESAEXTRAORDINARIA.COM.BR

Autor Fred Silveira Fundador do Canal WWW.EMPRESAEXTRAORDINARIA.COM.BR Autor Fred Silveira Fundador do Canal WWW.EMPRESAEXTRAORDINARIA.COM.BR 2 CHECKLIST Sim Não Construindo o futuro Tenho um Plano de Vida que consulto com frequência. Tenho uma visão clara a respeito de para

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

FACULDADE DE CAMPINA GRANDE DO SUL. Manual de Estágio CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE DE CAMPINA GRANDE DO SUL. Manual de Estágio CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE CAMPINA GRANDE DO SUL Manual de Estágio CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 2010 FACULDADE DE CAMPINA GRANDE DO SUL FACSUL Sociedade de Ensino Superior do Leste do Paraná Ltda Diretor Geral Prof. Antonio

Leia mais

PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR

PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR CURITIBA Maio 2012 1 PROGRAMA TÍTULO: Formação de Gestores para o Terceiro Setor. JUSTIFICATIVA:

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr.

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr. Construindo o Conteúdo da Liderança José Renato S. Santiago Jr. Gestão Estratégica de RH Módulo 1: Alinhando Gestão de Pessoas com a Estratégia da Empresa Módulo 2: Compreendendo e Dinamizando a Cultura

Leia mais

CICLO PDCA POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL Responsáveis: Ana Luíza Cruvinel, Maikon Franczak e Wendel Borges

CICLO PDCA POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL Responsáveis: Ana Luíza Cruvinel, Maikon Franczak e Wendel Borges Versão 2.0 CICLO PDCA CICLO PDCA POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL Responsáveis: Ana Luíza Cruvinel, Maikon Franczak e Wendel Borges Data: 02/12/2014 Considerando processo

Leia mais

GESTÃO DE DESEMPENHO. Prof. WAGNER RABELLO JR. Conceito de desempenho. Níveis de desempenho. O di?

GESTÃO DE DESEMPENHO. Prof. WAGNER RABELLO JR. Conceito de desempenho. Níveis de desempenho. O di? GESTÃO DE DESEMPENHO Prof. WAGNER RABELLO JR Conceito de desempenho Níveis de desempenho O di? O que medir? Resultados Desempenho Competências Fatores críticos de desempenho 1 Segundo Chiavenato, existem

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

Manual do Estagiário 2008

Manual do Estagiário 2008 Manual do Estagiário 2008 Sumário Introdução... 2 O que é estágio curricular... 2 Objetivos do estágio curricular... 2 Duração e carga horária do estágio curricular... 3 Requisitos para a realização do

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 06 Questões sobre o tópico Avaliação de Desempenho: objetivos, métodos, vantagens e desvantagens. Olá Pessoal, Espero que estejam gostando dos artigos. Hoje veremos

Leia mais

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida Apresentação Institucional Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida A empresa que evolui para o seu crescimento A VCN Virtual Communication Network, é uma integradora de Soluções Convergentes

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ SGQ 01-10

MANUAL DA QUALIDADE MQ SGQ 01-10 SUMÁRIO: Apresentação da ACEP 2 Missão da Empresa 3 Escopo e Justificativas de Exclusão 4 Comprometimento da Direção 5 Política da Qualidade 7 Objetivos de Qualidade 7 Fluxo de Processos 8 Organograma

Leia mais

COMO FAZER A TRANSIÇÃO

COMO FAZER A TRANSIÇÃO ISO 9001:2015 COMO FAZER A TRANSIÇÃO Um guia para empresas certificadas Antes de começar A ISO 9001 mudou! A versão brasileira da norma foi publicada no dia 30/09/2015 e a partir desse dia, as empresas

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS POLÍTICA DE TREINAMENTO

MANUAL DE PROCEDIMENTOS POLÍTICA DE TREINAMENTO 2/08/203 Recursos. INTRODUÇÃO A Política de Treinamento tem por objetivo estabelecer critérios para o tratamento das solicitações de Capacitação, Desenvolvimento, Cursos Intensivos, Seminários, Palestras,

Leia mais

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

O que é Benchmarking?

O que é Benchmarking? BENCHMARKING Sumário Introdução Conhecer os tipos de benchmarking Aprender os princípios do bechmarking Formar a equipe Implementar as ações Coletar os benefícios Exemplos Introdução O que é Benchmarking?

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL. Prof. Roberto Almeida

Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL. Prof. Roberto Almeida Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL Prof. Roberto Almeida Esta estratégia compreende o comportamento global e integrado da empresa em relação ao ambiente que a circunda. Para Aquino:Os recursos humanos das

Leia mais

Gerenciamento de Incidentes

Gerenciamento de Incidentes Gerenciamento de Incidentes Os usuários do negócio ou os usuários finais solicitam os serviços de Tecnologia da Informação para melhorar a eficiência dos seus próprios processos de negócio, de forma que

Leia mais

Quais são os objetivos dessa Política?

Quais são os objetivos dessa Política? A Conab possui uma Política de Gestão de Desempenho que define procedimentos e regulamenta a prática de avaliação de desempenho dos seus empregados, baseada num Sistema de Gestão de Competências. Esse

Leia mais

componente de avaliação de desempenho para sistemas de informação em recursos humanos do SUS

componente de avaliação de desempenho para sistemas de informação em recursos humanos do SUS Informação como suporte à gestão: desenvolvimento de componente de avaliação de desempenho para sistemas de Esta atividade buscou desenvolver instrumentos e ferramentas gerenciais para subsidiar a qualificação

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

MAPEAMENTO DOS CONHECIMENTOS ESSENCIAIS REQUERIDOS PARA RESULTADOS NOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS DA CODEVASF. fevereiro 2006

MAPEAMENTO DOS CONHECIMENTOS ESSENCIAIS REQUERIDOS PARA RESULTADOS NOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS DA CODEVASF. fevereiro 2006 MAPEAMENTO DOS CONHECIMENTOS ESSENCIAIS REQUERIDOS PARA RESULTADOS NOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS DA CODEVASF fevereiro 2006 ESPAÇO OCUPACIONAL NA ORGANIZAÇÃO Necessidades da Organização Competências Individuais

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO EXTERNA DO PROJETO EDUCANDO COM A HORTA ESCOLAR 1. Breve Histórico do Projeto de Cooperação Técnica

Leia mais

Missão, Visão e Valores

Missão, Visão e Valores , Visão e Valores Disciplina: Planejamento Estratégico Página: 1 Aula: 12 Introdução Página: 2 A primeira etapa no Planejamento Estratégico é estabelecer missão, visão e valores para a Organização; As

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: CST em Gestão em Recursos Humanos MISSÃO DO CURSO A missão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da ESTÁCIO EUROPAN consiste em formar

Leia mais

Workshop. Como desenvolver a si mesmo para desenvolver os outros no trabalho e na vida. 2 a turma. por Paulo Erlich

Workshop. Como desenvolver a si mesmo para desenvolver os outros no trabalho e na vida. 2 a turma. por Paulo Erlich Workshop FORMAÇÃO DE MENTORES por Paulo Erlich 2 a turma Como desenvolver a si mesmo para desenvolver os outros no trabalho e na vida Hotel Best Western Manibu, Boa Viagem, Recife 16 e 17 de outubro de

Leia mais

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional.

MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Empresa MAISMKT - Ações em Marketing e uma empresa voltada para avaliação do atendimento, relacionamento com cliente, e marketing promocional. Nossa filosofia e oferecer ferramentas de gestão focadas na

Leia mais

PERCEPÇÃO DO GESTOR FRENTE AO USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL SÃO JOÃO DO MANHUAÇU - MG

PERCEPÇÃO DO GESTOR FRENTE AO USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL SÃO JOÃO DO MANHUAÇU - MG CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde PERCEPÇÃO DO GESTOR FRENTE AO USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL SÃO JOÃO DO MANHUAÇU - MG WALACE NACARI

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO, BACHARELADO Administração LFE em Administração de Empresas Lajeado 4811 Administração LFE em Administração

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM União Metropolitana de Educação e Cultura Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM Lauro de Freitas - BAHIA 2013 2 JUSTIFICATIVA A principal justificativa para o desenvolvimento e implementação

Leia mais

PLANEJAMENTO DE ENSINO PROJETO DE PESQUISA EM AÇÃO. Projetos de orientação educacional

PLANEJAMENTO DE ENSINO PROJETO DE PESQUISA EM AÇÃO. Projetos de orientação educacional PROJETO DE PESQUISA EM AÇÃO Projetos de orientação educacional Conforme foi caracterizado, o plano anual de ação estabelece as linhas globais da Orientação Educacional para um dado ano e é caracterizado

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software [...] O que é a Qualidade? A qualidade é uma característica intrínseca e multifacetada de um produto (BASILI, et al, 1991; TAUSWORTHE, 1995).

Leia mais

1 SEPAGE Seminário i Paulista de Gestão em Enfermagem. Liderança Coaching e Desenvolvimento de Pessoas

1 SEPAGE Seminário i Paulista de Gestão em Enfermagem. Liderança Coaching e Desenvolvimento de Pessoas 1 SEPAGE Seminário i Paulista de Gestão em Enfermagem Liderança Coaching e Desenvolvimento de Pessoas Maria Lúcia Alves Pereira Cardoso GEPAG UNIFESP abril / 2009 CONTEXTO Características do Trabalho no

Leia mais

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL RESOLUÇÃO SEPLAG no. xx/xxxx Disciplina o funcionamento das Comunidades de Prática CoPs no âmbito do Poder Executivo Estadual, vinculadas

Leia mais

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs Vendas - Cursos Curso Completo de Treinamento em Vendas com - 15 DVDs O DA VENDA Esta palestra mostra de maneira simples e direta como planejar o seu trabalho e, também, os seus objetivos pessoais. Através

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula de Capacitação e Desenvolvimento Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Era Industrial Era Conhecimento Competência..., o que é? Qualidade

Leia mais

EVENTOS. Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania

EVENTOS. Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania A União dos Vereadores do Estado de São Paulo UVESP, desde 1977 (há 38 anos) promove parceria com o Poder Legislativo para torná-lo cada vez mais forte, através de várias ações de capacitação e auxílio

Leia mais

FORMAÇÃO EM PRACTITIONER INTEGRATIVO - PNL

FORMAÇÃO EM PRACTITIONER INTEGRATIVO - PNL FORMAÇÃO EM PRACTITIONER INTEGRATIVO - PNL O QUÊ? A PNL é considerada a Arte da Excelência Humana, um manual de como usar o cérebro para obter o melhor de si em qualquer campo de interesse. Fazer o curso

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

Apresentação do Curso

Apresentação do Curso Apresentação do Curso INFORMAÇÕES INICIAIS 2 COMO IREMOS TRABALHAR 3 REQUISITOS PARA ACESSAR O CURSO 3 DIAS E HORÁRIOS DAS AULAS 4 CALENDÁRIO E CONTEÚDOS 4 AULA INAUGURAL 6 INVESTIMENTO E CONDIÇÕES DE

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL...

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL... Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL... Validade

Leia mais