Comentários da Nortel Networks em resposta à Consulta Pública de LMCS, da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

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2 Nortel Networks Av. das Nações Unidas, andar São Paulo - SP Tel (11) Fax (11) Luiz Machado Presidente Comentários da Nortel Networks em resposta à Consulta Pública de LMCS, da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL Como líder na prestação de soluções na área de telecomunicações para o povo do Brasil, é natural que a Nortel Networks também seja um líder em uma das mais recentes tecnologias de ponta no mundo das telecomunicações através da Internet, o LMCS / LMDS. Sendo uma companhia à testa da revolução da Internet, a Nortel entende a importância do LMCS para proporcionar alta velocidade, voz de alta confiabilidade, dados e serviços de vídeo para residências e estabelecimentos comerciais que estiverem em busca de uma melhor qualidade de vida, através de uma variedade de serviços que o LMCS pode proporcionar. Com a compra feita por nós da Broadband Networks Incorporated em 1997, a Nortel Networks foi uma das primeiras fornecedoras a entrar nesse segmento. Tendo trabalhado extensivamente com reguladores e operadores em outros países em todo o mundo que haviam regulado o LMCS, a Nortel Networks acredita firmemente nos benefícios que esse serviço pode proporcionar à população de um país. Entretanto, também entendemos que a maneira pela qual o espectro para o

3 LMCS é alocado, pode ter um papel decisivo nos benefícios finais desses serviços. Tendo trabalhado com o LMCS em muitos países, a Nortel acredita firmemente que a alocação do espectro no Brasil deva seguir o mesmo modelo que os Estados Unidos. As razões para nossa posição estão ressaltadas no presente documento, porém resumidamente, pois o modelo americano permite: a mais ampla escolha dos representantes de equipamentos; boa relação custo-benefício da tecnologia LMCS para os operadores e usuários finais; uma distribuição eqüitativa de largura de banda para os operadores em cada região; uma variedade de serviços a serem oferecidos; as melhores soluções técnicas; a máxima eficiência de espectro; a disponibilidade de equipamentos no tempo exigido pelo mercado. Anexo à presente carta segue um documento técnico que a Nortel apresentou à Comissão Interamericana de Telecomunicações (CITEL), que serve como referência principal para nossa argumentação. Esse documento informativo é uma colaboração ao esforço da CITEL em alocar e canalizar o espectro para o LMCS. O documento CITEL esclarece como a alocação de blocos A e B da banda LMDS de 28 GHz licenciada nos Estados Unidos é a solução ideal, já que permite múltiplos operadores, maximiza a disponibilidade de representantes de equipamentos, mantém uma razoável quantidade de espectro, maximiza o número de licenciados dentro desses blocos e leva em consideração todos os aspectos tecnológicos envolvidos no processo. 2

4 Regulamentação LMCS Proposta pela Anatel A regulamentação especificada pela Anatel na Consulta Pública 211, segrega o espectro em 12 blocos diferentes, a saber: Bloco A GHz até GHz Bloco B GHz até GHz Bloco C GHz até GHz Bloco D GHz até GHz Bloco E GHz até GHz Bloco F GHz até GHz Bloco G GHz até GHz Bloco H GHz até GHz Bloco I GHz até GHz Bloco J GHz até GHz Bloco K GHz até GHz Bloco L GHz até GHz Conforme a lista acima, pode ser observado que pela regulamentação da Anatel, os primeiros três blocos (A até F) são dotados de 500 MHz de espectro, enquanto os outros (G até L) são dotados de 75 MHz de espectro disponível. Também, e baseada no item parágrafo 4, se entende que os blocos G e H terão somente uma direção: da estação rádio base (BSE) para às estações terminais (CPEs). Os blocos restantes terão duas direções de transmissão. 3

5 Dificuldades com os blocos contínuos de 500 MHz Blocos A até F Com 500 MHz contínuos, os blocos A até F encontram dificuldades na distribuição dos segmentos upstream [a montante] e downstream [a jusante] dentro do bloco alocado. Por exemplo, sendo uma entidade simples, o bloco B de 25.85~26.35 GHz, terá que acomodar dentro de seus limites, tanto os segmentos upstream como downstream. A abordagem mais simples, é a de dividir o bloco em metades (250 MHz cada) e designar uma delas como o segmento upstream, enquanto a outra funcionará como o segmento downstream. Definindo o segmento mais baixo como sendo o downlink, a alocação de segmento para o bloco B será: Downstream:25850~26100 MHz Upstream: 26100~26350 MHz Banda de Segurança dentro do Bloco Supondo que 250 MHz tenham sido alocados para downstream e 250 MHz para upstream, devemos agora definir a banda de segurança necessária que deve ser reservada entre ambos os segmentos. A interferência entre o downlink e o uplink pode ser evitada caso um certo número de Megahertz seja reservado entre os dois segmentos. Experiências de distribuição mostram que essa exigência é da ordem de 40 MHz. Isso significa que, para o Bloco B, a banda de segurança mínima dentro do bloco deveria ser definida como: Banda de segurança: 26080~26120 MHz Ou, em outras palavras, os segmentos de downlink e de uplink foram reduzidos a: 4

6 Downlink: Upstream: 25850~26080 MHz 26120~26350 MHz Banda de Segurança entre Blocos Em adição à banda de segurança dentro do próprio bloco, espera-se que os operadores com espectro adjacente mantenham alguma largura de banda, de forma a evitarem interferências entre si. No exemplo, a parte inferior do bloco B (downstream) interage com a parte superior do bloco A, enquanto a parte superior do bloco B (upstream) interage com a parte inferior do bloco C. Isso significa uma de duas coisas: banda de segurança entre blocos adjacentes ou indicação alternativa. A maneira mais segura de evitar quaisquer problemas de interferências, seria aceitar alguma banda de segurança entre os operadores dos blocos A, B e C. Examinando o caso do bloco B, a banda de segurança necessária, seria de 20 MHz, desde que A e C admitam seus próprios 20 MHz. Isso conduz a nova e aperfeiçoada segmentação do bloco B: Downlink: Uplink: 25870~26080 MHz 26120~26330 MHz É desnecessário mencionar, que a nova segmentação gera uma largura de banda total utilizável de MHz, de um original de MHz, ou 84% do espectro indicado. A outra alternativa prevista é alternar os segmentos downstream e upstream entre os blocos. Por exemplo, se seguirmos a definição que B inferior é downstream e que B superior é upstream, significa que o operador dos blocos A e C deve fazer o contrário e indicar seus espectros inferiores para upstream e seus espectros 5

7 superiores para downstream. Essa indicação alternativa permite ter o mesmo tipo de serviço adjacente (down-down e up-up) dentro de blocos diferentes. Independente da forma adotada, com anteriormente mencionado, medidas de precaução deverão ser adotadas Dificuldades no Projeto do Filtro Além do decréscimo do espectro disponível (para 84% no exemplo acima), devem ser observadas outras considerações técnicas. A mais importante é o projeto do filtro, que permitirá que a transmissão e a recepção coexistam dentro do mesmo transceptor para a separação exigida. Considerando a alocação do bloco B, pode ser notado que uma estreita divisão de 250-MHz é necessária entre o downlink e o uplink. Na freqüência especificada, o gradiente dos filtros é de cerca de: MHz / 250 MHz = Esse fenômeno piora quando nos movemos no espectro na direção do bloco F (112.4). A implementação de um filtro com essa potencialidade de 28 GHz tem um grande impacto tanto no custo como nos circuitos do transceptor. Isso pode atrasar ou mesmo cancelar os planos de um fornecedor para um produto que possa preencher esse requisito, já que esse produto será de um custo mais elevado do que os transceptores produzidos para alocações mais tradicionais e precisará de um maior número de recursos para o seu desenvolvimento. Dificuldades com os Blocos Contínuos de 75 MHz Blocos G até L Com os blocos contínuos de 75 MHz, os blocos G até L não têm quaisquer aplicações previstas para Acesso Sem Fio de Banda Larga comercial 6

8 (Broadband Wireless Access) comercial, a menos que combinados para a formação de pares licenciados. Os Blocos G e H têm um única direção (downlink) típico das aplicações do tipo Broadcasting. Não existe possibilidade de existência de nenhum tipo de sinal de controle ou canal "uplink" a partir do terminal de usuário. Para aplicações do tipo LMCS, este arranjo será extremamente custoso já que o sistema for a desenvolvido especificamente para uma comunicação bi-direcional (de forma simétrica ou não). Portanto, ou o desenho de um novo equipamento será necessário (equipamento uni-direcional) ou terá que se evitar de utilizar o equipamento "uplink". Isto significa desperdício de uma direção de transmissão (dependendo do fabricante, o equipamento pode ser integrado com a outra direção). Para os Blocos I até L, seguindo a análise prévia de bandas de guarda, a redução de esses blocos é tão significativa (menos que a metade), que não faz sentido a utilização do espectro remanescente para aplicações de Banda Larga. Em havendo uma banda tão reduzida, o sistema seria limitado para o uso residencial e de mercado tipo pequena empresa (SOHO - Small Office Home Office), mas não teria sentido nenhum para o mercado de médias e grandes empresas, e como conseqüência disto, um severo impacto negativo no Plano de Negócios do Operador. De acordo com a análise anterior para bandas de segurança, a redução desses blocos é tão significativa, que não faz sentido utilizar o espectro remanescente para aplicações de banda larga. Alternativas para blocos I e L O caso específico dos blocos em combinação I e L, para desta maneira estar em conformidade com uma licença simples (cada um deles com uma direção), traria algum benefício do ponto de vista econômico. 7

9 Os blocos I e L (31000~31075 / 31225~31300 MHz) são idênticos à Banda B alocada pela FCC nos Estados Unidos. Isso implica no benefício de uma sinergia de mercado para o operador que possua ambos os blocos. Vários fabricantes têm ou terão os equipamentos dentro dessa alocação, permitindo assim escolhas de equipamentos e a disponibilidade dessa licença para o operador. Referências da UIT (ITU) A Recomendação S1 da UIT se refere aos termos e definições com respeito ao objeto Rádio-Freqüência. As Rec. F e F da UIT-R (ITU-R) são bastante mais relacionadas com as questões de canalização para sistemas de radio-relay operando nas faixas de 25, 26 e 28 GHz, incluindo a questão das bandas de Guarda, separação entre canais de RF, etc. Outras considerações O documento do CITEL: PCC.III/REC. 35 (IX-97) "LOCAL MULTIPOINT DISTRIBUTION/COMMUNICATION SYSTEMS (LMDS/LMCS) OPERATING AT FREQUENCIES AROUND 27 GHZ", inclui a recomendação para utilização da banda de freqüência de 27.5 até GHz para aplicações do tipo LMCS/LMDS. Também neste documento se recomenda que as administrações do ámbito do CITEL, deveriam ser cuidadosas ao se ter em conta os problemas de compartilhamento entre os serviços LMDS/LMCS e os serviços inter-satelitais nas freqüências abaixo de 27.5 GHz tal como discutido no Anexo 3 do mesmo documento. Colômbia recentemente ha requerido uma mudança da sua alocação prévia, em ordem de ter 2 operadores nacionais e um regional na banda de 28 GHz. 8

10 Em várias partes do mundo, a maioria dos países está seguindo a alocação de freqüências baseados no modelo do FCC ou do CEPT (vide Anexo deste documento). Poucos países como Canadá, Coréia, Uruguai e Argentina têm alocado a banda entre 26.5 e 27.5 GHz, e Canadá têm em estado de reserva os 2 GHz entre e GHz. 9

11 L M D S * ( M H z ) Recomendações da Nortel Networks: Alocação do LMCS baseado no Modelo do FCC Espectro LMDS FCC GSO/FSS* (250 MHz) NGSO/FSS* (500 MHz) MSS Feeder Links* & LMDS (150 MHz) MSS Feeder Links & GSO/FSS* (250 MHz) GSO/FSS* (500 MHz) LMDS* non-itts (150 MHz) Two LMDS Licenses per BTA Block A MHz Block B MHz 27,500-28,350 MHz 31,000-31,075 MHz 29,100-29,250 MHz 31,225-31,300 MHz 31,075-31,225 MHz Legend * Primary Service FSS - Fixed Satellite Service NON-ITTS Non-local Television Transmission Service MSS Mobile Satellite Service NGSO Non-Geostationary Orbit LMDS & NON-ITTS (75 MHz each) Co-primary with incumbent point-to-point Legenda: MSS Feeder Links Enlaces do Alimentador MSS Block A Bloco A Two LMDS Licences per BTA Duas Licenças LMDS por BTA Block B Bloco B Legend Legenda 75 MHz each 75 MHz cada Co-primary with incumbent point-to-point = Co-primário com ponto a ponto incumbente Primary Service Serviço primário Fixed Satellite Service Serviço de Satélite Fixo Non-local Television Transmission Service _ Serviço de Transmissão de Televisão Não Local Mobile Satellite Service Serviço de Satélite Móvel Non-Geostationary Orbit Órbita Não Geo-estacionária A alocação LMDS nos Estados Unidos compreende três segmentos diferenciados com o espectro: Um segmento núcleo de 850 MHz de a MHz, que pertence à Banda A. 10

12 Um segmento 29 GHz intermediário de 150 MHz ( MHz), que também pertence à Banda A. Um segmento 31 GHz superior ( MHz), que é dividido entre a banda A e a banda B. Alocação de Espectro Dentro do Modelo do FCC: Opção Recomendada A indicação das bandas dos EUA como são, permite um máximo de dois operadores para participarem em todos os serviços da área : um deles com 1150 MHz disponíveis (Banda A) e o outro com somente 150 MHz (Banda B). Assim, a segmentação do espectro (especialmente da banda A) não somente incentivará a concorrência pela maximização do número de licenças, como também concederá lucratividade aos operadores com a alocação adequada de espectro. 850 MHz A B D A' B' C C F E F A opção preferida é conformada por três licenças LMDS iguais de 300 MHz cada (A, B, C), mais uma licença adicional de 150 MHz (F), equivalente à banda B americana. Dois blocos suplementares (D e E) estão disponíveis para as aplicações descritas abaixo. 11

13 Visão geral da banda de licenciamento Visão Geral da Banda A 3 licenças igualmente dimensionadas para P-MP (Bloco A, B, C, 300 MHz cada) 1 licença para P-P (Bloco E, GHz, 150 MHz BW) 1 licença para Difusão (Bloco D, GHz, 100 MHz BW) também serve como banda de segurança para P-MP Os blocos D e E podem ser licenciados para o mesmo operador para tráfego assimétrico com aplicação residencial. Visão Geral da Banda B 1 licença para P-P ou P-MP (mesmo que a Banda B LMDS dos EUA) Justificativa da Opção Preferida Blocos A, B e C. Na opção preferida, o objetivo da distribuição eqüitativa da largura de banda é alcançado pela alocação de 3 licenças homogêneas na banda A para aplicações ponto a multiponto. O espectro alocado para cada uma dessas licenças é 2 x 150 MHz, o que é suficiente para uma distribuição considerável. Mesmo para uma reutilização de freqüência de 4, o espectro suporta canais de 30 MHz, mais um canal adicional para setores de alta capacidade. Caso for usada Modulação 16QAM, podem ser acomodados de 120 a 160 Mbps de tráfego em cada canal. Blocos D e E. Outro benefício dessa opção, é a criação de uma licença ponto a ponto e 1 licença de Difusão, de forma a satisfazer um número de possíveis solicitações de serviço. 12

14 O bloco D proporciona uma banda de segurança inerente entre os segmentos de transmissão e recepção do sistema ponto a multiponto. Embora 100 MHz ( GHz) sejam mais do que o necessário, esse bloco intermediário é definido pela premissa de proporcionar sub-blocos eqüalizados em 150 MHz. Além disso, o bloco D pode ser usado para proporcionar serviço de difusão em parte da subbanda, deixando uma banda de segurança de 10 a 20 MHz em cada lado, para uma utilização efetiva de até 80 MHz. Bloco F O fato do bloco E não ser alocado para serviço ponto a multiponto, preserva o serviço da banda B (bloco F) de interferências. A alocação proposta permite assim que o bloco F seja usado para SOHO ou para serviços residenciais. Economias de Escala, Disponibilidade de Equipamentos e Custo para o Usuário Final O principal benefício da alocação LMDS dos EUA, é a alavancagem de um mercado de grande escala, que se traduz em um curto tempo para comercialização para os operadores wireless [sem fio], através da disponibilidade dos equipamentos indicados, menores custos de equipamentos e competição entre os representantes de vendas aumentada. A harmonização de espectro com os Estados Unidos, permitirá ao Brasil alavancar os produtos existentes manufaturados trazidos por economias de maior escala. Isso permitiria aos operadores menores no Brasil, as mesmas vantagens de distribuição da tecnologia LMCS que os grandes operadores em outros países. 13

15 Existem certos representantes que fornecem nas bandas FCC, conforme evidenciado em carta recente (anexo 2) do Congresso Nacional Mexicano da Indústria Eletrônica, Telecomunicações e Informática (CANIETI) para a COFETEL, o órgão regulador de telecomunicações do México. Nessa carta, o CANIETI recomenda a alocação FCC como a melhor alocação técnica e comercial, pelas várias razões acima discutidas. Os membros representantes do CANIETI que assinaram essa carta incluem a Lucent, NEC, Alcatel, Motorola, Ericsson e Nortel Networks. Por outro lado, a Nortel Networks não tem conhecimento de representantes que comercialmente distribuíram os sistemas LMCS nas bandas indicadas pela ANATEL na consulta pública. A maioria dos representantes acima indicados somente possui equipamentos iniciando em 27.5 GHz, e nada em 2 GHz abaixo disso. Isso se constituiu em um problema na Argentina, que alocou um espectro similar há dois anos atrás, descobrindo depois que os operadores que tiveram acesso a este espectro tiveram grandes dificuldades para a aquisição de equipamento com boa relação custo-benefício. Esta é uma das principais razões pela qual a Argentina deteve recentemente a alocação de novas freqüências e está considerando uma completa revisão do espectro alocado e do processo do LMCS. Mesmo que seja possível fabricar rádios no espectro proposto pela ANATEL, isso torna os equipamentos muito caros devido à necessidade de filtros, como anteriormente discutido, e porque existem muito poucos mercados nos quais representantes de equipamentos possam vender esses rádios. Na teoria, os operadores teriam que pagar mais pelos equipamentos que não podem se beneficiar das economias de escala, passando então este custo para os consumidores. 14

16 Considerações Técnicas Adicionalmente ao que foi discutido no início do presente documento, as considerações técnicas e as opções mais viáveis de como dividir o espectro, são discutidas no documento CITEL. Este inclui a discussão de diferentes tópicos RF, como filtragem, banda de segurança, interferências, etc. Em resumo, a presente proposta da ANATEL para a alocação do espectro LMCS não é viável, devido principalmente ao fato que não existe banda de segurança entre os blocos de transmissão e recepção dentro do segmento de núcleo ( GHz). Como resultado, a coordenação entre os operadores é difícil (ver o documento CITEL, Apêndice B: Interferências das bandas A e B), tornando a filtragem RF muito dispendiosa. Conclusão Em ordem de harmonizar a alocação de freqüências na Região II (Américas), Nortel Networks está propondo para ANATEL, que a mesma venha a considerar a possibilidade de seguir o modelo adotado pelo FCC, tendo como principal beneficiário, em termos de redução de custos, maior variedade de fabricantes e de modelos de equipamentos e uma disponibilidade imediata dos mesmos, o Usuário Brasileiro. 15

17 Anexo I : Nortel Networks - Instalacões de LMCS ao redor do mundo A experiência da Nortel Networks com a tecnologia LMCS no mundo, é resumida na tabela a seguir, que inclui 10 países em 4 continentes: País Cliente Serviços Condição EUA Teligent Serviço completo de conjunto de voz e Ethernet Em serviço comercial EUA Touch America Voz comercial e dados. Voz e Internet para escolas Em serviço comercial Holanda Versatel Extensão de voz para PBX, Contratado preparação e conexão de Ethernet. Polônia Formus Polska Dados Ethernet e voz comercial PBX Contratado / Experimentos Venezuela BCI Genesis Internet, voz, vídeo, dados e serviços de valor agregado Em serviço comercial Espanha Milenio Serviços desagrupados para Contratado Redes locais comerciais Taiwan National Vídeo, voz, dados e Internet Mostruário de Rede University Argentina (1) Serviços agrupados para Contratado locais comerciais EUA Liberty Aplicações de voz e dados Experimentos Cellular EUA US Aplicações de voz e dados Experimentos Unwired EUA (3 ) Aplicações de voz e dados Experimentos Japão (1) Aplicações de voz e dados Piloto Hong Kong (1) Aplicações de voz e dados Experimentos Oriente Médio/África (2) Aplicações de voz e dados Piloto 16

18 Anexo 2 - Texto do Documento apresentado pelo CANIETI (instituição mexicana similar a ABINEE) onde fica evidente que a maioria dos fabricantes de produtos LMCS/LMDS possuem equipamentos disponíveis no modelo do FCC NOTA: A cópia assinada por todas as partes está anexo 17

19 ANEXO 3 - Referências Projetos LMDS ao redor do mundo que seguem as alocações de FCC ou CEPT Customers Sub-bandas (GHz) Technología Acceso Standard Teligent, USA 24 Voice, Data, IP FDMA FCC Argentina 24 Voice, Data, IP FDMA-TDMA FCC Venezuela 24 Voice, Data FDMA-TDMA FCC Formus, USA 28 Voice, Data, IP FDMA-TDMA FCC Touch USA Liberty Inc. America, Cellular 28 Voice, Data FDMA-TDMA FCC 28 Data, IP FDMA-TDMA FCC Versatel (Bélgica), Europa 28 Voice, Data, IP FDMA-TDMA CEPT Milenio Europa Redes, 26 Voice, Data, IP FDMA-TDMA CEPT Taiwan University, Asia 24 Voice, Data, IP FDMA-TDMA FCC E, USA* 24 Voice, Data, IP FDMA FCC N, USA* 28 Voice, Data, IP TDMA FCC U, USA* 28 Voice, Data FDMA-TDMA FCC W, Europa 28 Data, IP FDMA-TDMA CEPT F, Europe* 26 Voice, Data, IP TDMA CEPT C, Europe* 28 Voice, Data FDMA-TDMA CEPT 18

20 F, Asia* 28 Voice, Data, IP FDMA-TDMA CEPT J, Asia* 26 Voice, Data FDMA-TDMA CEPT N, Asia* 26 Voice, Data TDMA CEPT * Non officially published. 19

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24 ORGANIZACION DE LOS ESTADOS AMERICANOS ORGANIZATION OF AMERICAN STATES Comisión Interamericana de Telecomunicaciones Inter-American Telecommunication Commission XV MEETING OF PERMANENT CONSULTATIVE COMMITTEE III: RADIOCOMMUNICATIONS March 6 to 10, 2000 Mar de Plata, prov. de Buenos Aires, Argentina OEA/Ser.L/XVII.4.3 PCC.III/inf. xxxx/00 6 March 2000 Original: English INFORMATION DOCUMENT Proposed Spectrum Segmentation for Broadband Wireless Access (BWA) based upon the FCC allocation (Document submitted by Nortel Networks México) Authors: Paul Astell / Hans Fernandez Org: Nortel Networks USA Zenil Javier Phone: Fax: e.mail: Purpose: To provide information on how multiple licenses can be issued within the blocks A and B of the 28-GHz FCC band for the different Administrations of the Americas. Summary: This information document is a collaboration to the effort of CITEL Administrations to harmonize their spectrum for Broadband Wireless Systems Operating above 20 GHz. It explains how the allocation of the blocks A and B of the 28-GHz LMDS band licensed in the United States can be successfully implemented across the region for multiple operators while still attaining a reasonable amount of spectrum. It describes an approach to maximize the number of licensees within these blocks, by taking into consideration all the technological aspects involved in the process, such as minimum bandwidth per operator, sub-block distribution, spacing and transmit-receive parameters. Due to the availability of equipment, this proposal facilitates a short time-to-market, multiple-operator scenario for the 28-GHz LMDS band. The document shows as well how the solution co-exists with the Fixed Satellite Service and with other standard allocations such as the 26- GHz band, thus allowing the Administrations to license additional blocks and applications that are compatible at both regional and global layers. It is our intent to provide this information based on our

25 experience in the deployment of Broadband Wireless Access Systems for the consideration, analysis and possible consensus of the member Administrations of CITEL. CP Nortel

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27 Contents Why Adopt an LMDS Allocation as recommended in CITEL CCP.III/REC.35 (IX-97)?... 3 Spectrum Allocation: Preferred Option... 5 Unsuitable spectrum allocation... 7 Spectrum Allocation: Alternate Option... 8 Appendix A Capacity... 9 Appendix B A-B Band Interference Why Adopt an LMDS Allocation as recommended in CITEL CCP.III/REC.35 (IX-97)? The LMDS allocation in the CCP.III/REC.35 comprises three differentiated segments along the spectrum: A core segment of 850 MHz from to MHz, that pertains to band A. An intermediate 29 GHz segment of 150 MHz ( MHz), which also pertains to band A An upper 31 GHz segment ( MHz), which is divided between band A and band B. LMDS Spectrum LMDS* (850 MHz) GSO/FSS* (250 MHz) NGSO/FSS* (500 MHz) MSS Feeder Links* & LMDS (150 MHz) MSS Feeder Links & GSO/FSS* (250 MHz) GSO/FSS* (500 MHz) LMDS* non-itts (150 MHz) Two LMDS Licenses per BTA Block A MHz Block B MHz 27,500-28,350 MHz 31,000-31,075 MHz 29,100-29,250 MHz 31,225-31,300 MHz 31,075-31,225 MHz Legend * Primary Service FSS - Fixed Satellite Service NON-ITTS Non-local Television Transmission Service MSS Mobile Satellite Service NGSO Non-Geostationary Orbit LMDS & NON-ITTS (75 MHz each) Co-primary with incumbent point-to-point

28 The main benefit of the CCP.III/REC.35 allocation is the leverage of a large-scale market, which translates into short time-to-market for wireless operators through established equipment availability, lower equipment cost and enhanced multi-vendor competition. Adopting this allocation also facilitates the coexistence with other services established in the vicinity of this band, for instance the Fixed Satellite Services ( GHz for downstream). Additionally, spectrum harmonization across countries will allow those smaller countries whose population may not provide adequate business distribution for vendor to leverage the existing products brought in by larger-scale economies. This enables smaller operator / countries equal advantage to deploy Broadband Wireless technology as larger operators / countries. Considerations for Spectrum Block allocation As described previously, the CCP.III/REC.35 allocation has two bands: Band A and Band B. The assignment of these bands as they are allows a maximum of two operators to participate in every service area: one of them with 1150 MHz available (Band A), and the other with only 150 MHz (Band B). From this statement, it is clear that the spectrum allocation is far from being equally distributed and that, for some Administrations, the number of entrants in the LMDS service would be below the demand. Thus, the spectrum segmentation (especially of the band A) will not only encourage the competition by maximizing the number of licenses, but also will grant profitability for the operators with an adequate spectrum allocation The different services that can be provided in a segmented band will allow arrangements such as point-to-point, point-to-multipoint and broadcasting; all with symmetric or asymmetric traffic. The technical considerations and the most viable options on how to divide the spectrum are in the scope of this document. There is always a technical challenge to ultimately improve the system performance with minimum system costs. These aspects should bring together different RF topics such as filtering, guardband, interference, etc

29 Additionally, it is important to note that the block allocation should not limit or impose the technology to be deployed within the license. This will favorably yield to TDMA/FDMA/TDD/FDD coexistence and will benefit the operators by leaving all the important planning aspects to them, such as sub-channelization within the license, sectorization, services provided, etc. Spectrum Allocation: Preferred Option 850 MHz A B D A' B' C C F E F Description The preferred option is conformed by three equal LMDS-licenses of 300 MHz each (A, B, C) plus an additional 150-MHz license (F), which is equivalent to the US B-band. Two extra blocks (D & E) are available for applications as described below. Band to license overview A-Band Overview 3 equally sized licenses for P-MP (Block A, B, C, 300 MHz each) 1 license for P-P (Block E, GHz, 150 MHz BW) 1 license for Broadcasting (Block D, GHz, 100 MHz BW) also serves as guardband for P-MP Block D and E may be licensed to same operator for asymmetric traffic for residential application B-Band Overview 1 license for P-P or P-MP (same as US LMDS B Band)

30 Preferred Option Justification The philosophy behind the preferred option is to maximize the number of licenses while giving adequate spectrum allocation to each operator. The standard assignment of the A and B bands established by the FCC does not follow this objective, by allocating only two operators with unequal bandwidths. Blocks A, B and C. In the preferred option, the objective is achieved by allocating 3 homogeneous licenses in the A band for point-to-multipoint applications. The spectrum allocated to each of these licenses is 2 x 150 MHz, which is enough for a considerable deployment. Even for a frequency reuse of 4, the spectrum supports 30 MHz channels plus an extra channel for high capacity sectors. If 16 QAM used, as much as Mbps traffic can be accommodated in each channel. See Appendix A: Capacity Blocks D and E. Another benefit of this option is the creation of 1 point-to-point license and 1 Broadcasting license as to satisfy a number of possible service requirements. Block D provides inherent guardband between the transmit and receive segments of the pointto-multipoint system. Although 100 MHz ( GHz) is more than required, this intermediate block is defined by the premise to provide sub-blocks equalized to 150 MHz. Furthermore, block D can be used to provide broadcast service in part of the sub-band, leaving a 10 to 20 to MHz guardband on either side, for an effective usage of up to 80 MHz. Block F The fact that block E is not allocated for point-to-multipoint service, preserves B-Band service (block F) from interference. The proposed allocation thus permits block F to be used for SOHO or residential services. See Appendix B: A-B Interference

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