Conectividade para acesso a serviços BM&F BOVESPA

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1 Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros Conectividade para acesso a serviços BM&F BOVESPA

2 1. SUMÁRIO CARACTERÍSTICAS DA REDE RCCF PRIMESYS CRITÉRIOS DE USO DA REDE RCCF PRIMESYS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DA RCCF PRIMESYS DESCRIÇÃO TÉCNICA Participantes com acesso padrão Participantes com acesso sem contingência Acessos Desempenho Tempo de resposta Taxa de perda de pacotes Disponibilidade para acesso padrão Disponibilidade para acesso sem contingência Gerenciamento e Monitoramento CGR Centro de Gerência de Rede RELATÓRIOS DE NÍVEIS DE SERVIÇO E DE GERÊNCIA CARACTERÍSTICAS DA RCB REDE DE COMUNICAÇÃO BM&F BOVESPA CRITÉRIOS DE USO DA REDE RCB DESCRIÇÃO TÉCNICA TIPOS DE ACESSO Link sem proteção Link em alta disponibilidade e operadora única Link em alta disponibilidade e diversidade de operadoras Link em alta disponibilidade, diversidade de operadoras e de sites da participante DESCRIÇÃO DAS TECNOLOGIAS PROPOSTAS PELAS OPERADORAS Tecnologia SDH (Synchronous Digital Hierarchy) Tecnologia MetroEthernet Tecnologia Ethernet over SDH Comparativo das tecnologias DESCRIÇÃO DAS TOPOLOGIAS PROPOSTAS PELAS OPERADORAS Rede SDH (Synchronous Digital Hierarchy) Link sem proteção com operadora única Link em alta disponibilidade com operadora única Link em alta disponibilidade com diversidade de operadoras Link em alta disponibilidade, com diversidade de operadoras e de sites da participante Considerações sobre as topologias SDH Rede MetroEthernet Link sem proteção com operadora única Links em alta disponibilidade com operadora única Links em alta disponibilidade com diversidade de operadoras Link em alta disponibilidade, com diversidade de operadoras e de sites da participante Considerações sobre as topologias MetroEthernet Rede Ethernet over SDH (EoSDH) Link em alta disponibilidade com operadora única Link em alta disponibilidade com operadora única Link em alta disponibilidade com diversidade de operadoras Link em alta disponibilidade, com diversidade de operadoras e de sites da participante Considerações sobre as topologias Ethernet over SDH CONSIDERAÇÕES SOBRE O FUNCIONAMENTO DOS LINKS Tecnologias WAN Rede SDH Rede MetroEthernet Camada de Roteamento da Rede CPE Fronteira entre a WAN e a Participante CONSIDERAÇÕES SOBRE O GERENCIAMENTO /06/2009 Versão: 1.0 Pág 2 de 41

3 3.8. INFORMAÇÕES DAS OPERADORAS RESPONSABILIDADES Responsabilidades da BM&F BOVESPA Responsabilidades da Operadora Responsabilidades da Participante INFORMAÇÕES RELEVANTES ENDEREÇOS DOS SITES SITE BM&F BOVESPA CT SITE BM&F BOVESPA CT ANEXOS ANEXO A COMPRA/CONTRATAÇÃO DOS CPES PELA PARTICIPANTE ANEXO B TEMPLATE DE CONFIGURAÇÃO DOS CPES PARA CONEXÃO COM A BOLSA B-1. Link sem Proteção B-2. Link em alta disponibilidade e operadora única B-3. Link em alta disponibilidade e diversidade de operadoras B-4. Link em alta disponibilidade, diversidade de operadoras e de sites do Participante ANEXO C PARÂMETROS PARA A CONTRATAÇÃO DO LINK C-1. MetroEthernet C-2. Ethernet over SDH C-2. SDH /06/2009 Versão: 1.0 Pág 3 de 41

4 1. SUMÁRIO A BM&F BOVESPA oferece aos seus clientes, uma gama completa e diversificada de produtos e serviços através da rede RCCF Rede de Comunicação da Comunidade Financeira. Esta rede foi concebida pela BM&F, BOVESPA e CBLC, objetivando a padronização, a diminuição de custo, a melhoria no gerenciamento, a redução de complexidade e aumento de disponibilidade. A Primesys, a atual prestadora da rede RCCF, forneceu uma rede baseada na tecnologia VPN-MPLS com mecanismos de redundância, uso de classe de serviços (COS), definindo prioridades para cada aplicação, e uso de VPN seguras entre os participantes. Esta rede permite velocidade de conexão de 512Kbps à 10Mbps. Em constante procura por maior eficiência, e para atender ao aumento do fluxo de ordens, bem como para melhorar o tempo de resposta e latência, a BM&F BOVESPA está criando novos tipos de conexões, mais velozes, com maiores largura de banda, iniciando a partir de 10Mbps, menor latência, e incluindo novas operadoras que continuarão ofertando um serviço de qualidade. Esta nova forma de acesso, que denominamos de RCB, é indicada para instituições que demandem alto volume de dados e um menor tempo de resposta ou àquelas que desejam negociar instrumentos da CME, e será uma alternativa a atual rede RCCF da Primesys. As formas de conexão com a Bolsa passarão a ser compostas das seguintes formas de acesso: RCCF Primesys, RCB, e Colocation Sendo que, o cliente poderá optar por aquele que for mais conveniente para o seu negócio, podendo inclusive, mais de uma forma. Este documento tem por objetivo prover informações sobre as formas de conexões à rede no âmbito das duas primeiras opções (RCCF e RCB), auxiliando na escolha da tecnologia e apresentando as operadoras homologadas. Descreveremos as características das tecnologias suportadas pelas redes RCCF e RCB, topologias propostas pelas operadoras e de que forma a rede irá operar, tal qual o contratante tenha embasamento técnico para escolher a tecnologia, a topologia e conseqüentemente a operadora, de acordo com os critérios que considere importantes. As instituições, dentro do escopo deste documento, poderão escolher as provedoras, tecnologias e velocidades que acharem mais convenientes para o seu negócio, onde outras formas de atendimento devem ser levadas a estudo, tanto pela BM&F BOVESPA quanto pela(s) provedora(s) envolvida(s). Colocamo-nos a disposição para esclarecimentos acerca deste material e ajuda como canal junto aos provedores. 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 4 de 41

5 2. CARACTERÍSTICAS DA REDE RCCF Primesys 2.1. Critérios de uso da rede RCCF Primesys O acesso via RCCF Primesys é realizado exclusivamente via operadora PRIMESYS, sendo que o cliente ou participante o qual fizer a escolha por esta opção deverá aceitar os termos técnicos e comerciais já fornecidos pela operadora para esta rede. Os custos são padronizados, onde as únicas variáveis são: localidade geográfica, velocidade e tipo de acesso (padrão ou sem contingência) Características técnicas da RCCF Primesys Os usuários que contratarem os serviços da RCCF deverão disponibilizar ambiente físico adequado ás instalações e permitir acesso de pessoal autorizado e devidamente identificado pela PRIMESYS. Toda intervenção da PRIMESYS deverá ser notificada aos USUÁRIOS por meio telefônico e para que seja providenciado o acesso as suas respectivas instalações Descrição Técnica A Rede de Comunicação para a Comunidade Financeira - RCCF é uma rede IP multi-serviços privada, sustentada pelo backbone IP/MPLS da PRIMESYS, com tecnologia VPN/MPLS/QoS/CoS, com alta disponibilidade, redundante, expansível, segura e que possibilita novos serviços. A PRIMESYS será responsável pela atualização dos equipamentos, para o pleno atendimento dos níveis de serviços contratados para cada VPN. A Rede IP Multi-serviços da PRIMESYS permite a criação de VPNs (Virtual Private Network) através de MPLS (Multiprotocol Label Switiching) e possibilita a configuração de QoS (Quality of Service) baseada na arquitetura Differential Services (DiffServ). A arquitetura DiffServ da Rede IP da PRIMESYS é a base para a implementação das classes de serviços com requisitos de performance definidos. O Backbone IP/MPLS suporta vários USUÁRIOS com serviços de valor agregado de nível 3, usando a mesma infra-estrutura de maneira compartilhada, porém com total segurança e isolamento entre as redes, graças ao emprego da tecnologia MPLS Participantes com acesso padrão O serviço denominado Acesso Padrão é caracterizado pela sua Alta Disponibilidade com o uso de duas VPNs, sendo que na indisponibilidade de uma das VPNs a outra comporta 100% do tráfego. Para oferta deste serviço, serão utilizados dois Roteadores, dois Switches e dois acessos (last-mile) por PARTICIPANTE. Os acessos dos PARTICIPANTES serão em tecnologia Frame Relay com um PVC por VPN e Banda de acordo com o solicitado. 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 5 de 41

6 Exemplo de um Participante ACESSO PADRÃO com as BOLSAS: O serviço Acesso Padrão terá duas VPNs com a Bolsa correspondente, o tráfego será balanceado com 50% para cada VPN e em caso de queda de uma das VPNs a outra VPN comportará 100% do tráfego Participantes com acesso sem contingência O serviço denominado Acesso Sem Contingência caracteriza-se por ter apenas uma VPN sem contingência. Para oferta deste serviço, será utilizado apenas um Roteador, um Switch e um acesso (last-mile) por PARTICIPANTE. O acesso de cada PARTICIPANTE será em tecnologia Frame Relay com um PVC por VPN e Banda de acordo com o solicitado. Exemplo de um Participante ACESSO SEM CONTINGÊNCIA com as BOLSAS: 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 6 de 41

7 Acessos A PRIMESYS fornecerá meios de acessos de última milha em função da localidade e estudo de viabilidade para abordagem, podendo o meio físico ser via rádio, fibra ou cobre. As localidades denominadas ACESSO PADRÃO serão atendidas preferencialmente com circuitos de operadoras diferentes. O acesso será dimensionado levando-se em consideração a somatória das bandas das VPNs que o PARTICIPANTE acessar. As localidades com 2 acessos são consideradas como ACESSO PADRÃO e em termos de banda será considerada apenas a velocidade de um acesso, pois o segundo acesso será de contingência Desempenho Tempo de resposta itens: O tempo de resposta (round trip time) será apurado considerando os seguintes Medições por VPN estabelecida. Medições feitas entre as portas dos Switches de acesso das BOLSAS e PARTICIPANTES e ou entre portas dos Roteadores de acesso dos PROVEDORES DE CONTEÚDO e PARTICIPANTES. Medições feitas a cada cinco minutos no período das 07h00 às 21h00 de cada dia. Uso da banda no máximo de 80 % da VPN contratada. Medição feita na classe de maior prioridade do QoS. O tempo de resposta na média horária deverá seguir a tabela abaixo: Taxa de perda de pacotes A taxa de perda de pacotes será apurada considerando os seguintes itens: Medições por VPN estabelecida. Medições feitas entre as portas dos Switches de acesso das BOLSAS e PARTICIPANTES e ou entre portas dos Roteadores de acesso dos PROVEDORES DE CONTEUDO e PARTICIPANTES. Medições feitas a cada cinco minutos 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 7 de 41

8 no período das 07h00 às 21h00 de cada dia. Não deve exceder 1,5 % ao dia. Uso da banda no máximo de 80% da VPN contratada. Medição feita na classe de maior prioridade do QoS Disponibilidade para acesso padrão O compromisso de disponibilidade é de: Período 1: De 99,91 % para os Horários de Maior Movimento (HMM) De segunda a sexta-feira da 07:00h às 21:00h; Período 2: De 99,62 % nos demais dias e horários Disponibilidade para acesso sem contingência O compromisso de disponibilidade é de: 99,63 % para todos os horários Gerenciamento e Monitoramento A PRIMESYS implantará plataformas computacionais e aplicações dedicadas à gerência da rede que permitam: Gerência integrada. Gerência da VPN USUÁRIO até ao CPE nas suas instalações. Registro, workflow e controle de avarias. Cadastro e inventário de meios. Produção de indicadores. Controle de níveis de serviço. Tanto a infra-estrutura da rede WAN como as VPNs/MPLS e os túneis IPSec da RCCF serão gerenciados e mantidos por equipes técnicas da PRIMESYS, operando 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana. No CGR essas equipes poderão detectar problemas e solucioná-los de uma forma pró-ativa, permitindo a redução do MTTR da rede. Ressalta-se que a prestação dos serviços para a RCCF será baseada em gestão integrada de infra-estrutura, equipamentos e serviços da rede, utilizando-se plataformas computacionais e de gerenciamento dedicadas e alocando-se recursos técnicos especializados para a operação, manutenção e gerenciamento dos sistemas CGR Centro de Gerência de Rede O CGR é responsável pelo suporte técnico (operação, gerenciamento e monitoramento, e manutenção da rede) aos USUÁRIOS da RCCF, bem como pelo diagnóstico remoto do problema, pela decisão de intervenção pelas equipes técnicas locais, sob sua coordenação, pelo teste e pela verificação de sua solução usando as plataformas de gestão disponíveis. A supervisão da rede será assegurada 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, por uma equipe de técnicos especializados, que garantam a detecção 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 8 de 41

9 do problema pró ativamente, sempre que os sistemas de gestão o identifiquem, devendo desencadear todos os processos indispensáveis para sua rápida solução Relatórios de Níveis de Serviço e de Gerência Um operador autorizado e devidamente identificado dentro de um ambiente seguro de Internet poderá acessar páginas de monitoração da RCCF referentes às VPNs contratadas ou no caso dos PROVEDORES DE CONTEÚDO as VPNs a eles relacionadas. 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 9 de 41

10 3. CARACTERÍSTICAS DA RCB REDE DE COMUNICAÇÃO BM&F BOVESPA 3.1. Critérios de uso da rede RCB As instituições que aderirem o uso desta infra-estrutura de rede terão livre escolha de operadora, velocidade, tecnologia e nível de contingência. A própria instituição deverá realizar o contato com a operadora escolhida e firmar o contrato com esta, a BM&FBOVESPA somente fornecerá informações das operadoras homologadas, ajudará a instituição quando houver dúvidas, fornecerá informações sobre endereçamento e roteamento de rede (blocos de endereçamento IP, número do Autonomous System, etc), entretanto, o escopo deste documento não deve abranger nenhum estudo de implantação e estruturação da rede LAN da Instituição. Tanto a gerência quanto o controle do SLA da(s) operadora(s) e CPE(s) será a cargo da Instituição. A BM&FBovespa pode fornecer o serviço de gerenciamento e monitoração dos links e CPEs, mas esta modalidade não será abordada por este documento Descrição Técnica As premissas adotadas para a solução técnica desta nova rede, por transportar tráfego de negociação financeira, são: Performance, com banda garantida de, no mínimo, 10Mbps Latência mínima Variedade de opções tecnológicas, visando à alta-disponibilidade CPE (roteador na extremidade da participante) pode ser fornecido tanto pela operadora quanto pela própria participante Escalabilidade são: As tecnologias que nos atendem, como resultado de consultas às operadoras, SDH MetroEthernet Ethernet over SDH (EoSDH) Obs.: Os links baseados na tecnologia MetroEthernet devem ser entregues apenas em camada 2 pela operadora, ou seja, não devem possuir backbone baseado em MPLS ou tecnologias de camada 3, sob pena da participante estar sujeita a uma maior latência Tipos de Acesso Em consonância com a forma e o local de entrega do link na BM&F BOVESPA, quatro topologias devem ser utilizadas, sendo outras formas, objeto de estudo isolado. 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 10 de 41

11 Link sem proteção Será entregue apenas um link na participante, onde este deverá ser entregue no CT-1. O fornecimento do CPE na extremidade da participante é de responsabilidade da própria participante, que poderá adquiri-lo ou locá-lo de algum parceiro ou da operadora o qual forneceu o link Link em alta disponibilidade e operadora única Serão entregues dois links com dois roteadores na participante, onde um dos links será entregue no CT-1 e o segundo, no CT-2. O fornecimento dos CPEs na extremidade da participante, assim como no modelo anterior, são de responsabilidade da própria participante, que poderá adquiri-los ou locá-los de algum parceiro ou da operadora o qual forneceu o link Link em alta disponibilidade e diversidade de operadoras Semelhante a topologia anterior, com a diferença de que cada link será entregue por uma operadora distinta, aumentando a disponibilidade com a segregação dos backbones das operadoras. Os CPEs na extremidade da participante seguem os moldes dos modelos anteriores Link em alta disponibilidade, diversidade de operadoras e de sites da participante Nesta configuração, são entregues dois links por site da participante, sendo um de cada operadora, respectivamente para o CT-1 e CT-2. Esta é a configuração mais completa, pois além da contingência no last-mile e no backbone da operadora, garante que na total indisponibilidade de um dos sites da participante, ela opere pelo site adjacente. Como opção, para garantir uma maior disponibilidade da estrutura, a participante poderá optar também, sob sua responsabilidade, por uma conexão entre os seus sites através de um link LAN-to-LAN. Os CPEs na extremidade da participante seguem os moldes dos modelos anteriores Descrição das Tecnologias Propostas Pelas Operadoras A intenção deste tópico é descrever sucintamente as tecnologias e mostrar as principais diferenças entre cada uma delas, oferecendo subsídios para que ocorra a melhor escolha por parte da participante, levando em consideração, as premissas que a participante considere mais apropriadas. Premissas estas, que podem ser: custo, escalabilidade, disponibilidade, entre outros. Inicialmente, vamos introduzir os conceitos de cada uma das tecnologias Tecnologia SDH (Synchronous Digital Hierarchy) Rede SDH é o conjunto de equipamentos e meios físicos de transmissão que compõem um sistema digital síncrono de transporte de informações. Este sistema tem o objetivo de fornecer uma infra-estrutura básica para redes de dados e voz, e atualmente 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 11 de 41

12 é utilizados em muitas empresas que prestam serviços de Telecomunicações públicos e privados, em todo o mundo. As tecnologias SDH (Synchronous Digital Hierarchy) são utilizadas para multiplexação TDM com altas taxas de bits, tendo a fibra óptica como meio físico preferencial de transmissão. Entretanto, possui ainda interfaces elétricas que permitem o uso de outros meios físicos de transmissão, tais como enlaces de rádios digitais e sistemas ópticos de visada direta, que utilizam feixes de luz infravermelha. Inicialmente criada para transportar canais de voz digitais, possui elevada flexibilidade para transportar diferentes tipos de hierarquias digitais permite oferecer interfaces compatíveis com o padrão PDH europeu (nas taxas de 2 Mbit/s, 8 Mbit/s, 34 Mbit/s e 140 Mbit/s) e americano (nas taxas de 1,5 Mbit/s, 6 Mbit/s e 45 Mbit/s), além do próprio SDH (nas taxas de 155 Mbit/s, 622 Mbit/s, 2,5 Gbit/s e 10 Gbit/s). Também teve características de gerenciamento, proteção e interoperabilidade melhoradas em relação ao seu antecessor PDH. A tecnologia SDH permite ainda implementar mecanismos variados de proteção nos equipamentos e na própria rede, oferecendo serviços com alta disponibilidade, efetiva segurança no transporte de informações e garantia de banda intrínseca da própria tecnologia. Hoje, é uma tecnologia madura, em uso por praticamente todas as operadoras de telefonia Tecnologia MetroEthernet A tecnologia Ethernet foi desenvolvida para operação em LAN, Local Área Network, visando a comunicação dos computadores e dispositivos de rede nela instalados. Opera nas camadas 1 e 2 do modelo OSI e tornou-se sucesso devido a diversos fatores: Flexibilidade: Adição de novos elementos na rede é simples e têm interoperação direta entre diferentes fornecedores. Simplicidade: Fácil manutenção, confiável e baixo custo por volume de informação transportada. Completa adaptação com o protocolo TCP/IP, protocolo de comunicação para redes de computadores mais populares. Baixa complexidade: Necessária pouca implementação de hardware e software para operar. Longevidade: Desempenho crescente com evolução das taxas de transmissão. Adaptabilidade: Operação em diversos meios físicos de transmissão (cabo coxial, par-trançado e fibra-óptica). Os fatores citados mostram a vantagem da Ethernet na LAN. Agregando tais vantagens os fabricantes de equipamentos de rede e operadoras de telecomunicações, vislumbraram a aplicação desta plataforma tecnológica, com os devidos ajustes e implementações evolucionários, também na WAN. As primeiras operadoras a implementar Ethernet na WAN surgiram entre 1999 e 2000 nos Estados Unidos. Foram as denominadas greenfields operators, ou formalmente, Building Local Exchange Carriers (BLEC s); operadoras de nicho de mercado que interconectavam, via Ethernet puro, o acesso de escritórios SMB (Small 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 12 de 41

13 Medium Business), entre si ou a operadora incumbente da região (operadora com grande malha de acesso primário). As BLEC s lançaram seus cabos de fibras ópticas ou de par trançado nos prédios e escritórios e assim atendiam os clientes com grande rapidez (horas ou dias) a preços bem mais competitivos, enquanto que a operadora incumbente levava de três a seis meses para entregar um circuito de velocidade T1 com preço bem superior. Assim posto, como o novo alcance da Ethernet agora propicia a montagem de redes com distâncias metropolitanas, MetroEthernet foi o nome adotado na época pelo mercado. Trabalha em velocidades de 2Mbps a 10Gbps, e conta como uma de suas grandes características, a granularidade de velocidades ofertadas, podendo ser ofertado em frações de 1Mbps. Também conta com os custos e o tempo de provisionamento/instalação, que hoje estão bem abaixo do seu concorrente direto, o SDH. Porém, possui seus pontos fracos, como por exemplo: Ausência de quadros de OAM (dificultando a monitoração de quedas fim-a-fim), restrições de MAC Address e VLANs que podem trafegar na rede, mecanismos de engenharia de tráfego no backbone devem ser mais criteriosos para evitar oversubscription e conseqüente descarte do tráfego dos usuários Tecnologia Ethernet over SDH Atualmente, pode ser descrita da seguinte forma: Uma rede com o backbone no padrão SDH e interfaces de usuário no padrão Ethernet. Para encaspular o frame Ethernet em seu payload, o qual inicialmente fora concebido para o uso com links de voz determinísticos, utiliza esquemas especiais de encapsulamento (mecanismo GFP Generic Frame Procedure). Também é conhecida como SDH-NG (Synchronous Digital Hierarchy New Generation). Criada em conjunto, pelas operadoras de telecomunicações e fabricantes de equipamentos de transmissão, que possuíam a necessidade de utilizar infra-estrutura atual SDH (o qual, durante anos, vêm recebendo altos-investimentos), a fim de transportar frames ethernet diretamente sobre o virtual contêiner do SDH. Ainda em pleno desenvolvimento, em breve, operadoras estudam a migração para a tecnologia RPR Resilient Packet Ring, uma de suas evoluções naturais, o qual também possui grande semelhança e convive com as tecnologias MetroEthernet e SDH/DWDM, possuindo muitos de seus recursos. Como por exemplo, podemos citar a resiliência de 50ms, grande infra-estrutura existente (herdada do SDH), altadisponibilidade dada pela topologia em duplo anel, reuso espacial (enquanto uma porção do anel é utilizado por um usuário, outro usuário pode utilizar a outra porção do anel), funções de OAM, implementação de QoS, entre outros. Porém esta tecnologia, ainda é pouco utilizada pelas operadoras, sendo que a maioria delas está em fase de estudo, onde ainda não definiram se irão para este caminho ou se iniciarão a instalação de uma nova rede totalmente baseada em ethernet (MetroEthernet). 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 13 de 41

14 Comparativo das tecnologias Para ilustrar melhor a diferença entre as tecnologias, procuramos montar uma tabela com as características básicas de cada uma. Pontos Fortes SDH EoSDH MetroEthernet Gerenciamento de falhas, configuração e desempenho em um ambiente único. Rede síncrona determinística com latência quase desprezível. Tempo de resiliência (comutação em caso de falhas) de 50ms. Sem limitação de MAC address e VLANs configuradas. Transparente ao tráfego Multicast Gerenciamento de falhas, configuração e desempenho em um ambiente único Acesso Ethernet layer 2 com garantia de transporte determinístico. Tempo de resiliência (comutação em caso de falhas) de 50ms. Sem limitação de MAC address e VLANs configuradas. Transparente ao tráfego Multicast Menor consumo de recursos físicos, como portas de switches, espaço físico, etc. Facilidade no provisionamento e escalabilidade de novos serviços na operadora. Menor custo por link e por banda. Equipamentos mais baratos, por usar tecnologia mais difundida. Pontos Fracos Maior custo por link e por banda. Menor escalabilidade de velocidades. Precisa de mais tempo para prover serviços de ativação e upgrade no link. Equipamento mais caro e de menor disponibilidade nas operadoras. Maior custo por link e por banda. Menor escalabilidade de velocidades. Pprecisa de mais tempo para prover serviços de ativação e upgrade no link. Equipamento mais caro e de menor disponibilidade nas operadoras. Possui restrições para Id s de VLANs e para a quantidade de MAC address que trafegarão no backbone. Tempo de convergência maior, em caso de falhas (da ordem de 200ms). Possui restrições ao tráfego Multicast (consultar operadoras) 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 14 de 41

15 3.5. Descrição das Topologias propostas pelas Operadoras Procuramos ilustrar algumas das topologias e tecnologias negociadas entre as operadoras e a BM&F BOVESPA, para atendimento a esta nova demanda. O objetivo é informar algumas das características básicas e formas de implantação das tecnologias em uso neste projeto Rede SDH (Synchronous Digital Hierarchy) Nesta tecnologia, estamos procurando ilustrar como deve ser entregue, assim como suas características básicas, para que seja mais simples o entendimento no momento da contratação Link sem proteção com operadora única Características Topologia sem proteção no site central (BM&F BOVESPA) e nos CPE s da participante Topologia SDH com menor custo Rede Determinística Rede Layer 1 (transparente a tecnologias de outras camadas) Rede com baixo delay e alta disponibilidade no backbone Rede de alto custo e baixa escalabilidade Proteções no backbone com tempo de comutação de 50ms (MS-SPRing) Interfaces: E3 elétrica (PDH) ou STM-1 óptica (SDH) Protocolo de enlace: ATM 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 15 de 41

16 Link em alta disponibilidade com operadora única Características Topologia com proteção no site central (BM&F BOVESPA) e nos CPE s da participante Topologia SDH com baixo custo Rede Determinística Rede Layer 1 (transparente a tecnologias de outras camadas) Rede com baixo delay e alta disponibilidade no backbone Rede de alto custo e baixa escalabilidade Proteções no backbone com tempo de comutação de 50ms (MS-SPRing) Interfaces: E3 elétrica (PDH) ou STM-1 óptica (SDH) Protocolo de enlace: ATM 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 16 de 41

17 Link em alta disponibilidade com diversidade de operadoras Características Topologia com proteção no site central (BM&F BOVESPA) e nos CPE s da participante Topologia com diversidade de operadoras Rede Determinística Rede Layer 1 (transparente a tecnologias de outras camadas) Rede com baixo delay e alta disponibilidade no backbone Rede de alto custo e baixa escalabilidade Proteções no backbone com tempo de comutação de 50ms (MS-SPRing) Interfaces: E3 elétrica (PDH) ou STM-1 óptica (SDH) Protocolo de enlace: ATM 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 17 de 41

18 Link em alta disponibilidade, com diversidade de operadoras e de sites da participante Características Topologia com proteção no site central (BM&F BOVESPA) e nos CPE s da participante Topologia com diversidade de operadoras Topologia com diversidade de sites da participante Rede Determinística Rede Layer 1 (transparente a tecnologias de outras camadas) Rede com baixo delay e alta disponibilidade no backbone Rede de alto custo e baixa escalabilidade Proteções no backbone com tempo de comutção 50ms (MS-SPRing) Interfaces: E3 elétrica (PDH) ou STM-1 óptica (SDH) Protocolo de enlace: ATM Recomendamos ao participante, interligar seus sites via LAN-to-LAN, de forma a usufruir de uma contingência completa 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 18 de 41

19 Considerações sobre as topologias SDH Seguindo as topologias acima apresentadas, dentro da tecnologia SDH, podemos classificá-las da seguinte forma: A topologia sem proteção é a opção onde a participante entende o custo como restritivo e sua política a permite trabalhar com uma disponibilidade para o serviço final um pouco menor. A topologia em alta disponibilidade com operadora única é usada nos casos em que o custo é a principal restrição da participante. Possui mecanismos de contingência mais escassos que as outras topologias (mas ainda assim efetivos), providos pelas características da tecnologia SDH, como a topologia em anel e proteção de equipamento, bem como a proteção de CPE s e nos last-mile que serão duplicados. No caso da contratação, recomenda-se fortemente que a participante verifique com a operadora se os links entregues não terão um ponto único de falha na sua rede, como por exemplo, a passagem por um elemento de rede comum aos dois links. Importante lembrar que, por utilizar backbone de uma única operadora, no caso de algum problema mais extenso neste backbone, a aplicação poderá ser prejudicada. A Topologia em alta disponibilidade com diversidade de operadoras tem como objetivo suprir uma deficiência da topologia anterior, que é o uso de uma operadora única. Sendo assim, esta topologia visa aumentar a disponibilidade do serviço, adicionando uma segunda operadora para prover o link entre a participante e a BM&F BOVESPA. Desta forma, não haveria a preocupação com a infra-estrutura que a operadora utilizaria para a entrega do link, visto que estariam duplicadas e segregadas. O único ponto de atenção desta topologia seria a participante, que ainda opera em um único endereço. Outro detalhe pertinente é questionar a operadora se ela não utilizará infra-estrutura de terceiros na entrega de seus links, pois ela pode contratar a empresa que já está fornecendo o segundo circuito (link backup). A Topologia em alta disponibilidade, com diversidade de operadoras e de sites da participante, também é provida com diversidade de operadoras. Porém, nesta estrutura, estamos considerando que a participante possui um segundo site, e visa interligá-los em uma topologia de alta disponibilidade à BM&F BOVESPA. Esta topologia visa suprir uma deficiência da topologia anteriormente citada, que é a estrutura da participante. É a opção mais cara, porém certamente a que dará maior disponibilidade dentre as três, pois a participante ainda poderá, como opção e sob sua responsabilidade, interligar seus sites via link LAN-to-LAN para prover uma estrutura ainda mais confiável e disponível. 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 19 de 41

20 Rede MetroEthernet Nesta tecnologia, a implantação poderá ocorrer de 4 formas, conforme abaixo. Casos particulares de atendimento podem ser discutidos entre a Operadora, a Participante e a BM&F BOVESPA Link sem proteção com operadora única Características Topologia sem proteção no site central (BM&F BOVESPA) e nos CPE s da participante Topologia sem diversidade de operadoras Topologia MetroEthernet com menor custo Rede Estatística (Ethernet) Backbone Layer 2 Limitação de endereços MAC no backbone Rede de baixo custo e escalável Proteções no backbone entre 50 e 200ms, por RSTP ou EAPS Interfaces: Fast-Ethernet (UTP/elétrica) e Gigabit (UTP/elétrica ou Óptica) 20/06/2009 Versão: 1.0 Pág 20 de 41

ANEXO I - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ÍNDICE

ANEXO I - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ÍNDICE ANEXO I - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ÍNDICE 1. NOMENCLATURA... 3 2. CRITÉRIOS DE USO DA RCCF... 3 3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DA RCCF... 3 4. SOLUÇÃO TÉCNICA... 3 4.1. BACKBONE MPLS... 4 5. DESCRIÇÃO TÉCNICA

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