Princípios de OCLUSÃO

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1 Aperfeiçoamento em Prótese Convencional e sobre Implantes Bibliografia Recomendada HOBO, S. et al. Osseointegração e Reabilitação Oclusal. 1 ed. São Paulo: Quintessence, Princípios de OCLUSÃO Princípios de OCLUSÃO MACIEL, R.N. Oclusão e ATM Procedimentos clínicos. 1 ed. São Paulo: Santos, OKESON, J.P. Fundamentos de Oclusão e Desordens Temporomandibulares. 2 ed. São Paulo: Artes Médicas. Prof a. Bárbara 2 Pick Sistema Estomatognático Componentes do Sistema Estomatognático É uma unidade anátomo-funcional indivisível delimitada no plano horizontal por uma linha que passa no rebordo orbitário inferior e por outra que passa ao nível do osso hióide, da mesma forma limitam este aparelho duas linha verticais que passam ao nível das apófises. Anatômicos Ossos Músculos Articulações (ATM e alvéolo dental) Ligamentos Dentes Sistema vascular Sistema nervoso Língua, lábios e bochechas Fisiológicos Oclusão dental Periodonto (sustentação e proteção) ATM Mecanismo neuro-muscular Prof a. Bárbara 4 Pick 1

2 Oclusão Do latim occludere = fechamento É o estudo das relações estáticas e dinâmicas entre as estruturas do sistema estomatognático. Oclusão Posições Mandibulares Ideal Normal Máxima Intercuspidação Habitual Relação Cêntrica Oclusão natural que apresenta todas as guias oclusais normais, ausência de contatos prematuros ou interferências oclusais, número suficiente de dentes, ausências de sinais e sintomas no aparelho mastigador. Padrão oclusal que não preenche necessariamente os requisitos de uma oclusão ideal, porém não se observam sinais e sintomas no aparelho estomatognático e, quando presentes, são tão leves que não interferem no conforto do indivíduo. Também pode ser chamada de Oclusão Funcional. É a relação de contato dental voluntária ou não, com o maior número de contatos dentais, inclusive de dentes anteriores. Esta posição é determinada pelos músculos, proprioceptores e planos inclinados dos dentes. É a posição mais retrusiva da mandíbula a partir da qual os movimentos mandibulares de abertura e lateralidade podem ser realizados confortavelmente pelo paciente. É uma posição bordejante, limite, funcional e reproduzível com ou sem a presença de dentes, sendo uma posição de referência e de terapêutica para reabilitação. Prof a. Bárbara 7 Pick Prof a. Bárbara 8 Pick 2

3 Posições Mandibulares Deslize em Cêntrica Máxima Intercuspidação Oclusão CênricaHabitual Quando ocorre o máximo de contato entre os dentes antagonistas e os côndilos estão em relação cêntrica. OC = MIH + RC Relação Cêntrica É quando o côndilo está numa posição mais superior, posterior e mediana na fossa mandibular. Deslizamento da mandíbula que se inicia co um contato prematuro em RC e termina na MIH. O deslizamento pode ser protrusivo ou látero-protrusivo. Eliminar o deslizamento em cêntrica é o primeiro passo quando se inicia um tratamento com equilíbrio oclusal. 10% da população Prof a. Bárbara 9 Pick Dimensão Vertical Dimensão Vertical É a distância entre a mandíbula e a maxila num plano vertical, que pode ser medida em qualquer área da boca. Dimensão Vertical de Oclusão Dimensão Vertical de Repouso Espaço Funcional Livre: EFL= DVR - DVO DVO É a distância vertical da mandíbula em relação à maxila quando os dentes superiores e inferiores estão em contato intercuspídico na posição de fechamento máximo. DVR É a distância entre a maxila e mandíbula quando os músculos mastigatórios encontram-se em equilíbrio fisiológico, ou seja, com um tônus muscular mínimo. Também conhecida com Dimensão Vertical Postural (DVP) Os dentes não estão em contato oclusal. Prof a. Bárbara 12 Pick 3

4 Horizontal ( Overjet ) Trespasse Vertical ( Overbite ) Alterações do Trespasse Horizontal (Overjet) É a distância entre as bordas incisais dos incisivos superiores à face vestibular dos incisivos inferiores, medida no plano horizontal. É a distância, medida no plano vertical, entre as bordas incisais dos incisivos superiores e inferiores, quando eles se sobrepõem. Prof a. Bárbara 13 Pick Alterações do Trespasse Vertical (Overbite) Cúspides de Contenção Cêntrica Contatos Oclusais Cúspides de Não-Contenção Cêntrica É a cúspide maior e mais volumosa É a cúspide de trabalho que mantém contato com as fossas, cristas marginais e planos inclinados dos dentes antagonistas. V I P S São menores e menos volumosas que as de contenção. NORMAL MORDIDA PROFUNDA MORDIDA ABERTA Prof a. Bárbara 16 Pick 4

5 Contato Prematuro É o contato dental que ocorre antes que os outros dentes se toquem. Tipo de contato que interfere nos movimentos mandibulares e que elimina parcial ou totalmente um ou mais guias oclusais do paciente. Contatos Oclusais Interferência oclusal É o contato que ocorre nos dentes posteriores durante os movimentos das mandíbulas. Por gerarem forças horizontais podem determinar trauma oclusal localizado. Curvas de Compensação Servem para diminuir o esforço muscular exigido para executar movimentos mandibulares. Curva de Spee: Linha imaginária que tangencia as pontas de cúspides vestibulares dos dentes inferiores, desde o canino passando pelos molares indo até o centro de rotação do côndilo. Curva de Wilson: Linha imaginária, no plano frontal, que toca os vértices das cúspides vestibulares e linguais dos dentes posteriores inferiores e superiores de um lado até os vértices das cúspides linguais e vestibulares do lado oposto. Curva de Monson: é a curva de oclusão na qual as cúspides e bordas incisais dos dentes inferiores tocam ou se conformam a um Segmento de uma esfera, com 8 polegadas de diâmetro, cujo centro se localiza na glabela. Movimentos Mandibulares Bordejantes: quando a mandíbula se move através dos limites externos do movimento, limites reprodutíveis são detectados. Intra-bordejantes: quando a mandíbula se move livre e fácil dentro dos limites externos do movimento durante a fala, mastigação... Movimentos Bordejantes Plano Sagital Na abertura da boca, a partir da posição de RC e conservando-se a mandíbula na posição mais retrusiva, durante os primeiros 5 a 20mm deste movimento a mandíbula roda em um movimento de charneira puro, ou rotação, em torno de um eixo de charneira (transversal) no côndilo. Este não se desloca para frente, mas simplesmente roda em torno de um eixo. 5

6 11/04/2010 Movimentos Bordejantes Plano Sagital Movimentos Bordejantes Plano Sagital Se a boca continuar a ser aberta, chega-se a Da posição de abertura máxima, a mandíbula um ponto onde o movimento condilar muda pode ser deslocada para frente e para cima, de rotação em charneira pura, para isto é, movimentos de protrusão e elevação movimento de deslizamento anterior, concomitantes, o máximo possível. Alcança, conhecido como translação. Separando-se os assim, a mandíbula sua posição mais maxilares o máximo possível, chega-se à protrusiva. Nessa posição, a borda incisal do abertura máxima, posição que não pode ser incisivo inferior fica em um nível mais alto que ultrapassada. a borda incisal do incisivo superior. Movimentos Bordejantes Plano Sagital O movimento seguinte é a translação da mandíbula para trás, enquanto se mantêm os dentes em leve contato. Quando os incisivos inferiores encontram os superiores, a mandíbula deve abaixar um pouco para permitir que os dentes se cruzem. Daí a mandíbula se desloca até chegar à oclusão central. 6

7 Movimentos Bordejantes Plano Sagital Movimentos Bordejantes Plano Frontal Diagrama de Posselt: 1. Abertura posterior bordejante 2. Abertura anterior bordejante (~ 40 mm) 3. Contato bordenjante superior 4. Movimento funcional No movimento lateral direito, a partir da OC, o côndilo esquerdo desloca-se para baixo e para frente (e ligeiramente para medial), enquanto o direito permanece em posição na fossa mandibular. Movimentos Bordejantes Plano Frontal Movimentos Bordejantes Plano Frontal Se desta translação unilateral direita a mandíbula for movida a uma posição de abertura máxima, o côndilo direito desliza para frente. Enquanto ele vai para frente, ambos os côndilos também entram em rotação até seus limites máximos (translação e rotação condilar bilateral). O fechamento da boca iniciado na posição de abertura máxima e terminado na posição lateral esquerda é conseguido pela translação posterior do côndilo esquerdo, enquanto o côndilo direito permanece na posição avançada. Alguma rotação ocorre em ambos os côndilos. 7

8 Movimentos Bordejantes Plano Frontal Movimentos Bordejantes Plano Frontal Diagrama de Gysi: 1. Lateral superior esquerdo 2. Abertura lateral esquerda Da posição lateral esquerda, um movimento para trás até a OC envolve a translação posterior do côndilo direito e a rotação de ambos os côndilos, até que os dentes entrem em OC. 3. Lateral superior direita 4. Abertura lateral direita Movimentos Bordejantes Plano Horizontal 1. Lateral esquerda 2. Esquerda continuada com protrusão (~10 mm) 3. Lateral direita 4. Lateral direita continuada com protrusão Movimento de protrusão: Guia anterior Guia incisiva Movimento de lateralidade: Guia canina Desoclusão em grupo Desoclusão Arco gótico 8

9 11/04/2010 Desoclusão Movimento de protrusão: Guia anterior: os incisivos e caninos inferiores se movem para frente e para baixo ao longo da face palatina dos dentes anteriores superiores. Guia incisiva: somente os incisivos inferiores se movem para frente e para baixo ao longo da face palatina dos incisivos superiores. Importância clínica da Protrusão A relação dos planos inclinados distais das cúspides dos dentes superiores e os planos inclinados mesiais das cúspides dos dentes inferiores, permitem a desoclusão de todos os dentes posteriores. 9

10 11/04/2010 Desoclusão Movimento de lateralidade: Guia canina: durante o movimento de lateralidade, somente o canino inferior do lado em que a mandíbula está se direcionando toca a face palatina do canino superior. Desoclusão em grupo: neste padrão de função oclusal, o canino, prémolares e molares de um lado se tocam durante o movimento de lateralidade. Desoclusão Lateralidade ÂNGULO DE BENNETT: trajetória do côndilo do lado de balanceio no movimento, para mesial na direção da linha média, medido em relação ao plano horizontal. (~15º) Movimento de Bennett ÂNGULO DE FISCHER: trajetória do côndilo do lado de balanceio no movimento, o) Profaoa.plano Bárbara Pick para baixo em direção anterior, medido em relação sagital. (~30 10

11 Importância clínica da Lateralidade O grau de movimento de Bennett que ocorre varia de pessoa para pessoa, e os articuladores podem ser ajustados para possibilitar isso. É importante esse ajustamento porque os caminhos pelos quais as cúspides opostas superiores e inferiores deslizam em movimentos laterais são afetados por presença ou ausência do movimento de Bennett. Oclusão Mutuamente Protegida ou Balanceada Bilateral? Oclusão Mutuamente Protegida Oclusão Mutuamente Protegida O trespasse vertical e horizontal dos dentes anteriores desocluem os dentes posteriores em todos os movimentos excursivos mandibulares, isto é: Em MIH, os dentes posteriores protegem os anteriores; Em protrusiva, os dentes anteriores protegem os caninos e os dentes posteriores; Durante os movimentos de lateralidade, os caninos protegem os incisivos e os dentes posteriores. 11

12 Oclusão Mutuamente Protegida Oclusão Balanceada Bilateral Dentes Anteriores: Raízes longas Unirradiculares Suportam cargas horizontais Dentes Posteriores: Raízes curtas Multirradiculares Suportam cargas verticais Durante a MIH, a protrusão e os movimentos de lateralidade, todos os dentes se contatam simultaneamente. Guias dos movimentos mandibulares Contatos oclusais cêntricos Não há um padrão ideal de oclusão único para todos os indivíduos, mas pode ser achado uma padrão apropriado com base nos seguintes critérios: Promover MIH entre os dentes, com os côndilos em RC Oclusão Balanceada Bilateral Fazer com que a mandíbula execute os movimentos a partir da RC até que os dentes com maior capacidade de suportar cargas horizontais entrem em função 12

13 Disfunções Têmporo-mandibulares Desordens Articulares Desordens Articulares Desordens Musculares Sub luxação da ATM (côndilo ultrapassa eminência) Luxação da ATM (travamento) Deslocamento do disco articular (com ou sem redução) Alterações Degenerativas Osteoartrite, Crepitação Aderência do disco articular à fossa (hipomobilidade) Sinovite (inflamação na membrana sinovial) Retrodiscite (inflamação nos tecidos retrodiscais) Capsulite (inflamação na cápsula articular) Desordens Musculares Dor miofascial (trigger points) Miosite Mioespasmos (intensa atividade eletromiográfica) Intervalo?? Prof a. Bárbara 52 Pick 13

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