Glossário Ethernet! Siglas e Abreviações Usadas em Aplicações de Rede Industrial. Setembro

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1 Glossário Ethernet! Siglas e Abreviações Usadas em Aplicações de Rede Industrial Setembro

2 Caro leitor,! Você está recendo a versão do Glossário Ethernet e de Segurança de Rede Baumier Automation. Nosso objetivo é fornecer a você um guia de referência rápido e de fácil manuseio com os principais termos, siglas e abreviações usadas nas aplicações Ethernet e em Segurança de Rede. Você pode nos ajudar a melhorar esse Glossário inserindo novos termos... Caso você procure alguma informação e a mesma não seja localizada nas páginas a seguir, envie-nos um para que teremos o prazer de lhe responder com o significado desse termo. Todos os novos termos que nos chegarem serão considerados para inserção na próxima versão deste documento. Nós esperamos que esse documento seja uma ferramenta de consulta útil no seu dia-a-dia. Atenciosamente Equipe Técnica Baumier Automation 2

3 Glossário Ethernet e de Segurança de Rede! 3DES: veja DES 10BASE2: Padrão para transmissão de dados de Ethernet 10 Mbits/s em cabo coaxial tipo thin wire ou cheapernet. Comprimento máximo do segmento = a 185m. 10BASE5: Padrão para transmissão de dados de Ethernet 10 Mbits/s em cabo coaxial tipo thick wire, yellow cable). Comprimento máximo do segmento = 500m. 10BASE-FL: Padrão para transmissão de dados de Ethernet 10 Mbits/s em cabos de fibra óptica. Cada conexão é criada usando-se 2 fibras, em cada caso, uma fibra para transmissão de dados e uma outra para recepção de dados. 10BASE-T: Padrão para transmissão de dados de Ethernet 10 Mbits/s em cabos de pares trançados (TP) (categorias 3, 4 ou 5). Cada conexão é criada usando-se 2 pares de fios, em cada caso, uma para transmissão de dados e um outro par para recepção de dados. 100BASE-FX: Padrão para transmissão de dados de Ethernet 100 Mbits/s em cabos de fibra óptica. Cada conexão é criada usando-se 2 fibras, em cada caso, uma fibra para transmissão de dados e uma outra para recepção de dados. 100BASE-TX: Padrão para transmissão de dados de Ethernet 100 Mbits/s em cabos de pares trançados (TP) (categorias 5). Cada conexão é criada usando-se 2 pares de fios, em cada caso, um par para transmissão de dados e um outro par para recepção de dados. 1000BASE-LX: Padrão para transmissão de dados de Ethernet 1000 Mbits/s em cabos de fibra óptica de comprimento de onda de 1300nm. Cada conexão é criada usando-se 2 fibras, em cada caso, uma fibra para transmissão de dados e uma outra para recepção de dados. 1000BASE-SX: Padrão para transmissão de dados de Ethernet 1000 Mbits/s em cabos de fibra óptica de comprimento de onda de 850nm. Cada conexão é criada usando-se 2 fibras, em cada caso, uma fibra para transmissão de dados e uma outra para recepção de dados. 1000BASE-TX: Padrão para transmissão de dados de Ethernet 1000 Mbits/s em cabos de pares trançados (TP) (categorias 5e). Cada conexão é criada usando-se 4 pares de fios, em cada caso, com os 4 pares sendo usados para transmissão de dados para recepção de dados simultaneamente.!! 3

4 AC: Access Client. Unidade baseada em rádio-comunicação, que deve se anunciar ao Access Point (AP). Somente após autenticação validada, o access client pode enviar dados para a rede ou receber e/ou requisitar dados da rede. (LAN Wireless). ACK: Acknowledge. Um nome para um reconhecimento positivo da recepção de dados. O ACK é uma parte dos protocolos de comunicação e é responsável pelo reconhecimento da recepção do dado transmitido. ACL: Access Control List. Você pode usar as ACLs para filtrar, encaminhar, negar ou priorizar pacotes de dados a medida que são recebidos pelo dispositivo (switch, roteador, firewall, etc.) ADSL: Asymmetric Digital Subscriber Line. Interface para uma Wide Area Network (WAN). AES: Advanced Encryption Standard. Padrão de Criptografia com chaves de 128, 192 e 256 bits. Esse padrão de criptografia simétrico foi desenvolvido para substituir o padrão DES anterior. O NIST (National Institute of Standards and Technologies) desenvolveu esse padrão. Aging: Processo para atualização de dados, especialmente da tabela de endereços. Um endereço é marcado como velho após certo período de tempo ter se expirado e o endereço não ter sido detectado em uma porta no próximo período de tempo. AP: Access Point. Em rede Wireless o Access Point é um bridge para a rede física. Ele pode ser anexado diretamente a ethernet, token ring ou atm. O Access Point é conectado com todos os nós access clients e assume a função central como roaming ou segurança (rede Wireless ). API: Application Programming Interface. ARP: Address Resolution Protocol. Um protocolo que pergunta por MAC address relevante baseado em seu IP Address. Cada dispositivo gerencia sua própria tabela ARP dinâmica. Se um MAC Address de um participante para qual uma mensagem deve ser enviada não estiver presente na tabela, o dispositivo primeiramente envia uma requisição ARP (ARP request). Essa mensagem é lida por todas as estações. O dispositivo que tem seu IP Address contido na requisição envia um ARP reply com seu MAC Address. O participante então completa sua tabela ARP com esse MAC Address e estão apto então, a transmitir a mensagem. ARS: Automatic Rate Selection. Escolha independente da taxa de transmissão pelo Access Point (AP) como uma função da qualidade da conexão (distância). AS: Autonomous System - Sistema Autônomo. Um Autonomous System (AS) é um conjunto formado por um número de roteadores que são gerenciados por uma única administração e utilizam o mesmo protocolo IGP - Interior Gateway Protocol. ASBR: Autonomous System Boundary Router. Um ASBR entende múltiplos protocolos de roteamento e serve como um gateway para roteadores fora das áreas. Um ASBR é capaz de transferir rotas de diferentes protocolos dentro do OSPF. Esse processo é conhecido como redistribuição. Assíncrono: Comunicação Assíncrona: os dados são enviados um caracter por vez com bits de início (start bit) e de stop (stop bit). Aproximadamente 90 a 95% de todas as comunicações de dados seriais são assíncronas. Atenuação: redução do alcance do sinal de dados. Normalmente vinculado a fibra optica ou sinal de rede sem fio (wireless)!! 4

5 ATM: Asymchronous Transfer Mode. Padrão internacional para célula de transferência onde múltiplos tipos de serviço (como vídeo, voz ou dados) são transferidos em células de comprimento fixo (53 bytes). Principalmente usado em aplicações WAN. AUI: Attachment Unit Interface. Nome dado a interface Ethernet com conector de 15 pólos sub-d. Autocrossing. Uma função que habilita o cruzamento automático das linhas de transmissão e recepção em interfaces tipo par trançado (TP). Switches que suportam essa função podem ser conectados com outros dispositivos por meio de cabo direto (1:1) ou com cabo cruzado (crossover cable). Autonegociação: Um protocolo em Fast Ethernet com o qual os dispositivos participantes acordam um modo de transmissão antes da transmissão de dados acontecer (100 Mbits/s ou 10 Mbits/s, full duplex ou half duplex). Autopolaridade: Uma função de dispositivos com interfaces 10BASE-T ou 100 BASE-TX para correção automática de erros de fiação em cabos par trançado que leva a uma reversão de polaridade dos sinais de dados. Autosensing: Uma função que habilita um dispositivo a detectar automaticamente a taxa de dados (10 Mbits/s ou 100Mbits/s) e transmitir e receber nessa taxa de dados. Auto-MDI/MDI-X: Veja Auto crossing.! 5

6 Backpressure: Uma função que simula uma colisão em operação half duplex pela geração de um sinal jam. Bandwidth: Largura de Banda. Medida da quantidade de dados que pode ser transmitida em um segundo. Para um link individual isso é equivalente a velocidade da linha, por exemplo 10 Mbps, 22 Gbps. Bandwidth Lengh Product: Um tamanho característico para cabos de fibra óptica. O bandwidth lengh Product é um fator que decide o comprimento máximo de fibras multímodo. BFOC: Bayonet Fiber Optic Connector. Conector usado amplamente para cabos de fibra óptica com trava tipo baioneta. É também chamado de conector ST. É o único conector padronizado na Ethernet com a velocidade de transmissão de 10 Mbits/s. ST é marca registrada da AT&T. BGP: Border Gateway Protocol. Protocolo de roteamento de Interdomínio na WAN. BLP: Veja Bandwidth Lengh Product. BNC: Bayonet Neill Concelman. Conector amplamente usado em cabos coaxiais e transceivers (10BASE2). BootP: Bootstrap Protocol. Um protocolo que entrega um IP alocado estaticamente para um dispositivo conectado à rede Ethernet com base em seu MAC Address. BPDU: Bridge Protocol Data Unit. Um frame de controle entre bridges, usado por Spanning Tree por exemplo. Bridge: Um dispositivo que trabalha na camada 2 do modelo de referência OSI e conecta 2 redes similares entre si. Nessa conexão, pacotes de dados são transferidos de uma sub-rede para outra sub-rede por meio de análise de MAC Addresses. Broadband: Uma tecnologia que torna possível a transferência simultânea de vários diferentes canais de dados. Os dados podem ser audio, video e qualquer outra informação mesmo em diferentes frequências. Broadcast: Pacote de dados que será enviado para todos os nós numa rede. Hubs e switches são transparentes para Broadcasts; Broadcasts não podem cruzar roteadores. Compare com Unicast e Multicast. Browser: Termo para software que habilita a visualização e o processamento de dados na Internet. Os browsers mais conhecidos são Microsoft Internet Explorer, Netscape, Chrome, Mozilla e Opera. BT: Bit Time. Duração de um bit. Buffer: Memória de armazenamento que pode guardar dados por pequenos períodos de tempo, por exemplo, enquanto se aguarda pelo receptor.! Burst: Termo para um aumento de carga de baixa duração que ocorre repentinamente.! 6

7 Cabo 1:1: ou cabo direto. É o cabo requerido para conexão de componentes ETHERNET em cabos de cobre. Em geral cabos 1:1 são necessários para conexões entre dispositivos terminais como IHMs, computadores e entre componentes de redes como hubs ou switches. A pinagem do cabo é vista a seguir: Cabo Par Trançado: Termo para dois fios isolados mas trançados entre si. Uma distinção é feita entre cabo não aterrado (UTP) e cabo aterrado (STP). CAT5: Um tipo de cabo par trançado de cobre que suporta banda de até 100 MHz ou 1000 MHz quando usando os quatro pares. CAT5e: Cabo Cat5 Enhanced. Possui maior imunidade a ruído que o CAT5. É o tipo de cabo mais aplicado hoje em dia.! CCK: Complentary Code Keying. CCK é usado com a versão 11 Mbps da rede LAN (802.11b) e pode agrupar vários bits dentro de um símbolo. Assim, uma taxa de transmissão de dados maior é possível. CD: Collision Detection Detecção de Colisão. CENELEC: Comité Européen de Normalisation Elektrotechnique. Responsável pela harmonização dos padrões eletrotécnicos na União Européia (EM 50173,...) Certificado CA: Usado para verificar a confiabilidade de certificados (certificados X.509, por exemplo). O Certificado CA (Certificate Authority) pode ser consultado com o intuito de se verificar se uma assinatura possui o CA. Essa verificação só faz sentido se existir uma pequena dúvida que o certificado CA original de uma fonte autêntica. Se as dúvidas ocorrerem, então o certificado CA por si mesmo pode ser verificado. Se (normalmente é o caso) isso se aplicar a um sub-certificado CA (por exemplo, um certificado CA emitido por uma autoridade sub-certificada), então o certificado CA do certificado superior pode ser usado para verificar esse sub-certificado. O CA é entretanto, uma organização do estado ou por ele controlada.! 7

8 Certificado X.509: Um tipo de selo que certifica a autenticidade de uma chave pública (veja Criptografia Assimétrica) e os dados associados. É possível usar autenticação para habilitar o usuário de uma chave pública (usada para criptografar o dado) para garantir que a chave pública recebida é do emissor atual ( e assim de uma instância que deve depois receber o dado). A Autoridade de Certificação (CA) certifica a autenticidade da chave pública e o link associado entre a identidade do emissor e sua chave. A autoridade de certificação verificará a autenticidade em acordo com suas regras. Por exemplo, pode requerer que o emissor da chave pública apareça antes em pessoa, uma vez autenticada com sucesso, o CA adiciona sua assinatura digital à chave pública do emissor. Isso resulta num certificado. Um certificado X.509(v3) compreende assim a chave pública, informação sobre o dona da chave (dado como Distinguished Name (DN)), tipo de uso autorizado, etc. e a assinatura do CA (veja Subject, certificado). A assinatura é criada da seguinte forma: o CA cria uma seqüência de bit individual, conhecida como valor HASH a partir da seqüência de bits da chave pública, informações do dono ou outros dados quaisquer. Essa seqüência pode ter até 160 bits. O CA criptografa então isso com sua própria chave privada e então adiciona isso ao certificado. A criptografia com a chave privada do CA prova a autenticidade do certificado (por exemplo, a string HASH criptografada é a assinatura digital do CA). Se o dado de certificado for alterado, então esse valor HASH não será mais correto e o certificado não tem mais validade. O valor HASH é também conhecido como impressão digital. Uma vez que ele é criptografado com a chave privada do CA, qualquer um que tenha a chave pública correspondente pode descriptografar a seqüência de bits e assim verificar a autenticidade da impressão digital ou da assinatura. O uso de ma autoridade de certificação significa que não é necessário que os donos das chaves se conheçam. Eles precisam apenas conhecer a autoridade de certificação usada no processo. A informação adicional da chave só simplifica a administração da chave. O certificado X.509 pode ser usado para criptografia de com S/MIME ou IPSec. CHAP: Challenge Handshake Authentication Protocol. Método de autenticação PPP. Senhas são transmitidas após serem codificadas com um número aleatório. Compare com PAP. CIDR: Classless Inter-Domain Routing. Utilizado desde 1993 conforme RFC 1519 com o intuito de superar as barreiras impostas pelas classes de IP (Classe A, B, C, D, E), suportando faixas de endereços IPs sem classes. Com o CIDR, você insere o número de bits que designam a faixa de IP. Você representa a faixa do endereço IP na forma binária e conta os bits da máscara que designa a netmask (máscara de rede). A netmask indica o número de bits que são idênticos à parte da rede para os endereços IPs numa dada faixa de endereços. Exemplo: CLI: 1. Command Line Interface. 2. Calling Line Identification. Cliente / Servidor: Num ambiente cliente / servidor, um servidor é um programa ou computador que aceita e responde a requisições de programas ou computadores clientes. Em comunicação de dados, o computador que estabelece a conexão com um servidor (ou host) é também chamado de cliente. Em outras palavras, o cliente é o computador que chama e o servidor (ou host) é o computador chamado. Colisão: O resultado quando dois ou mais dispositivos tentam transmitir dados na mesma rede ao mesmo tempo. Quando isso acontece, a transmissão é abortada.!! 8

9 Concentrador: Veja Hub. Connection Mirroring: Uma função que habilita a cópia da transmissão de dados entre 2 portas de um switch para outras portas, com a intenção de ter os dados analisados por um analisador. Controle de Fluxo: Flow Control. Uma função que em caso de sobrecarga numa porta de saída, envia pacotes para as portas de entrada ou sinais para os dispositivos conectados pararem de transmitir. O sinal para parar a transmissão é enviado na operação half duplex simulando-se uma colisão ou, no modo full duplex, enviando pacotes especiais - pause packets. Conversor de Meio: Media Converter. Um dispositivo que opera na camada 1 do modelo de referência OSI e converte sinais entre vários meios. Por exemplo sinais ópticos em sinais elétricos. CoS: Class of Service. Uma rede com classe de serviço possui a habilidade de entregar tráfego de dados com um atraso mínimo num ambiente onde muitos usuários compartilham a mesma rede. CoS classifica o tráfego em categorias como: alto, médio e baixo. CRC: Cyclic Redundancy Check. Técnica de verificação de erros onde o receptor do frame calcula um resíduo dividindo o conteúdo do frame por um divisor binário padrão e compara esse resíduo calculado com um valor armazenado no frame pelo nó de origem. Veja também FCS. Criptografia Assimétrica: Numa criptografia Assimétrica, o dado é criptografado com uma chave e descriptografado com uma segunda chave. Ambas as chaves são adequadas para criptografia e descriptografia. Uma das chaves é mantida em segredo pelo dono (Chave Privada) enquanto a outra é disponibilizada ao público (Chave Pública), por exemplo aos participantes da comunicação. A mensagem criptografada com a chave pública poderá ser descriptografada e lida por qualquer membro que possua a chave pública associada. Uma mensagem criptografada com a chave privada só poderá ser decodificada pelo dono da chave privada. Aqui o termo assinatura digital é usado com freqüência. Entretanto, técnicas de criptografia Assimétrica como RAS são lentas e susceptíveis a certos tipos de ataques, significando que elas sempre devem se combinar com alguma forma de Criptografia Simétrica. Por outro lado alguns conceitos evitam a administração adicional de chaves simétricas. Criptografia Simétrica: Na criptografia simétrica, a mesma chave é usada para criptografar e descriptografar o dado. Dois exemplos de algoritmos de criptografia simétrica são DES e AES. Eles são rápidos, mas também difíceis de administrar a medida que o número de usuários aumenta. Crossover Cable: Cabo Cruzado. Para conectar componentes Ethernet via cabos de cobre, é requerido ou cabos 1:1 ou cabos cruzados. Cabos cruzados são requeridos para cabeamento direto de dispositivos terminais como IHMs, PC, etc. ou componentes de redes como hubs e switches entre si. Se um dispositivo suporta autocrossing, ele pode também usar uma cabo 1:1. A pinagem do conector RJ-45 num cabo cruzado mostrado na figura:! 9!

10 CSMA/CD: Carrier Sense Multiple Access/Collision Detection. Processo de acesso na Ethernet conforme IEEE Uma estação pronta para transmitir verifica se o meio de transmissão está livre (carrier sense). Ela inicia então a transmissão enquanto verifica simultaneamente se outras estações (multiple access) também iniciaram a transmissão de dados. Se 2 ou mais estações transmitem simultaneamente, existe uma colisão. As estações param sua transmissão (collision detection) e tentam transmitir posteriormente. No processo CSMA/CD, a expansão da rede é determinada por um número máximo permitido de runtime do sinal de dados, que depende da taxa de dados. Cut Through: Método de funcionamento de switches no qual um pacote de dados é imediatamente encaminhado após a detecção do endereço de destino. O tempo de atraso (latency time) é dessa forma pequeno, mas pacotes defeituosos também são transmitidos adiante. Nesse processo, não é possível ajustar a velocidade entre indivíduos do segmento. Esse fenômeno é também chamado de On-the-Fly-Switching.! 10

11 DA: Destination Address. Endereço alvo dentro de um telegrama de dados. Datagrama: No protocolo IP, os dados são enviados na forma de pacotes ou datagramas. Da-se o nome de Datagramas aos pacotes de dados na camada 3 (camada de rede) ou superior do Modelo OSI de Referência. DBPSK: Differential Binary Phase Shift Keying. Um processo de modulação que é usado com o método de transmissão DSSS de acordo com o padrão para sistemas com 1 Mps. DCE: Data Circuit-terminating Equipment. Termo para dispositivos que são usados para terminação de rede e para quais equipamentos terminais como computadores, sistemas de controle e impressoras são conectados. DES: Data Encryption Standard. Algoritmo Simétrico de criptografia. Para criptografar e descriptografar, uma mesma chave é usada. Assim, cada estação precisa saber essa chave para realizar a operação (criptografia/descriptografia). DES utiliza uma chave de 56bits. 3DES consiste de três operações separadas DES, cada uma realizada com uma chave de 56 bits diferente. Assim, o comprimento da chave 3DES é de 168 bits. Ele é ainda considerado seguro e está também incluso no padrão IPsec. Como ele foi o primeiro algoritmo de criptografia padronizado, ele foi rapidamente aceito em aplicações industriais. Detecção Paralela: Parte da Função de Autonegociação. Isso permite que um dispositivo se configure corretamente como anexado a outro dispositivo que não suporte autonegociação. Uma porta detecta a velocidade da linha usando NLP ou FLP, e se configura para 100Mbps ou 10 Mbps. Para o modo duplex, HDX é sempre usada. DeviceNet: DeviceNet incorpora a tecnologia CAN e fornece uma rede industrial de baixo custo usada para conectar dispositivos como chaves fim de curso, foto células, PLCs, IHMs, etc. DHCP: Dynamic Host Configuration Protocol. Um protocolo que aloca dinamicamente um IP Address a um participante da Ethernet, por meio de uma faixa de IP Address previamente estabelecida. Se o DHCP server não estiver disponível, os endereços IPs terão que ser inseridos manualmente em cada interface Ethernet. Dispersão: Diferenças de Runtime em cabos de fibra óptica LWL. Por meio da dispersão, um pulso transmitido num cabo de fibra óptica é extendido. Uma distinção é feita entre modo, material e dispersão de onda. Dispersão de modo se aplica devido a diferença de runtime entre modos individuais. Por essa razão, esse tipo de dispersão ocorre somente em cabos de fibra multímodo. A dispersão de material se aplica devido a dependência do comprimento de onda do índice de refração. A dispersão do cabo de fibra óptica se aplica devido a diferenças na velocidade de extensão na energia transmitida no núcleo. Esse tipo de dispersão tem importância prática somente para cabos de fibra monomodo. A dispersão cromática é uma quantidade característica para cabos de fibra óptica monomodo. Ela é o total de dispersão do material e da onda. DNS: Domain Name System. Termo para um sistema que mapeia nome de hosts dados em texto para IP Address. A fonte de dados para a conversão é, por exemplo, um servidor DNS ou arquivos com a designação Hosts. Domínio: Domínio de Broadcast: área de rede que só pode ser margeada por um roteador, e pela qual um Broadcast pode viajar livremente. Domínio de Colisão: área de rede que é margeada por um switch ou roteador, onde colisões podem ocorrer.! 11

12 Domínio de Colisão: O processo de acesso CSMA/CD limite o runtime de um pacote de dados de um participante para outro. Dependendo da taxa de dados, o que resulta é uma rede limitada em tamanho, o que chamamos de domínio de colisão. O diâmetro máximo de um domínio de colisão é 5120m na taxa de 10Mbits/s (Ethernet) e 512 m na taxa de 100 Mbits/s (Fast Ethernet). A operação full duplex de uma conexão habilita expansão sobre esse limite, uma vez que exclui colisões. A précondição para isso é o uso de bridges ou switches. DMZ: DeMilitarized Zone, ou zona desmilitarizada é um pequena rede com filtros de acesso, situada entre duas redes (interna e externa). A função de uma DMZ é manter todos os serviços que possuem acesso externo (tais como servidores HTTP, FTP, de correio eletrônico, etc) separados da rede local, limitando assim o potencial dano em caso de comprometimento de algum destes serviços por um invasor. Normalmente, a configuração é realizada através do uso de equipamentos de Firewall, que vão realizar o controle de acesso entre a rede local, a internet e a DMZ (ou, em um modelo genérico, entre as duas redes a serem separadas e a DMZ). Veja o exemplo a seguir:! DoS- Deny of Service: Um ataque de negação de serviço (também conhecido como DoS,), é uma tentativa em tornar os recursos de um sistema indisponíveis para seus utilizadores. Alvos típicos são servidores web, e o ataque tenta tornar as páginas hospedadas indisponíveis na WWW. Não trata-se de uma invasão de sistema e sim sua invalidação por sobrecarga. Os ataques de negação de serviço são feitos geralmente de duas formas: 1. Forçar o sistema vítima a reinicializar ou consumir todos os seus recursos (como memória ou processamento por exemplo) de forma que ele não pode mais fornecer seu serviço. 2. Obstruir o meio de comunicação entre os utilizadores e o sistema vítima de forma a não comunicarem-se adequadamente. DQPSK: Differential Quarternary Phase Shift Keying. É um procedimento de modulação usado com o método de transmissão DSSS de acordo com o padrão para sistemas com 1 Mbits/s ou 2 Mbits/s. DSC: Duplex Straight Connector. Um tipo de conector amplamente utilizado em cabos de fibra óptica. Veja também SC.! 12

13 DSCP: DiffServ code point, é o novo nome do campo Differentiated Services no cabeçalho IP (definido pela RFC 2474). O DSCP substitui o campo ToS e é usado para marcar cada pacote individualmente com um DSCP. Assim o pacote é dividido em diferentes classes de qualidade. Os primeiros 3 bits do DSCP são usados para dividir os pacotes em classes, os 3 bits seguintes são usados para dividir as classes baseado em diferentes critérios. Como usa 6 bits, isso resulta na possibilidade de 64 diferentes classes de serviço:! DSL: Digital Subscriber Line. Fornece uma tecnologia para usar a internet com 1,5MBit/s (via linhas de cobre). DSSS: Direct Sequence Spread Spectrum. É um método de transmissão em acordo com o padrão O procedimento altera a banda estreita (narrow-band) pela codificação de um sinal de banda largo (Wide-band). Dessa forma a banda de freqüência inteira pode ser usada. Assim, maiores taxas de transmissão de dados bem como uma menor susceptibilidade a interferência são possíveis. DTE: Data Terminal Equipment. Termo para equipamento terminal como computadores, sistemas de controle e impressoras que são conectados à uma rede. Dual Homing: Um termo criado em conexão com as redes FDDI. Dual Homing é uma tecnologia onde um dispositivo é conectado a uma rede através de 2 pontos independentes de conexão. Um ponto de conexão é a conexão primária e o outro é a conexão secundária. Se a conexão primária falhar, a conexão standby é automaticamente ativada. Com essa tecnologia, também é possível se conectar segmentos redundantes de rede. DVMRP: Distance Vector Multicast Routing Protocol. Protocolo de gateway entre redes. Amplamente baseado no protocolo RIP que implementa um modo típico de esquema de IP multicast. DVMRP utiliza IGMP para trocar datagramas de roteamento com seus vizinhos. DWDM: Dense Wavelengh Division Multiplex.! 13

14 Dynamic DNS provider: também chamado de DynDNS Provider. Todo computador conectado a Internet possui um Endereço IP (IP = Internet Protocol). Se o computador acessa a Internet via um modem dial-up, ISDN ou ADSL, seu ISP (Internet Service Provider) irá assinalá-lo a um endereço IP dinâmico. Em outras palavras, o endereço muda para cada sessão on-line. Mesmo se o computador estiver 24 horas online sem interrupção, o endereço IP poderá mudar durante a sessão. Se um computador local deve ser acessível via Internet, ele precisa ter um endereço que seja conhecido para o parceiro remoto. Esse é a única forma de estabelecer a conexão com o computador local. Se o endereço do computador local muda constantemente, então isso não será possível. A exceção ocorre quando o operador do computador local tem uma conta com Synamic DNS provider. Nesse caso, o operador pode definir um nome de host com esse provedor sob o qual o sistema possa ser acessível, exemplo O Dynamic DNS provider fornece também um pequeno programa que deve ser instalado e executado no computador afetado. A cada nova sessão Internet, essa ferramenta informa ao DynDNS provider a qual endereço IP o computador local está atualmente assinalado. O DNS registra então a configuração atual do nome do host ao endereço IP e também informa os outros DNS na Internet. Se um sistema remoto quiser agora estabelecer uma conexão com um sistema local que esteja registrado com um DynDNS provider, então o sistema remoto pode usar o nome do host do sistema local como seu endereço. Isso irá estabelecer uma conexão como DNS responsável por olhar o endereço IP que está atualmente registrado para esse nome de host. O endereço IP correspondente é enviado de volta pelo DNS ao sistema remoto, que poderá então usá-lo como endereço de destino. Em princípio, todos os endereços de internet são baseados nesse procedimento: primeiro uma conexão para o DNS é estabelecida para se determinar o endereço IP assinalado para esse nome de host. Uma vez que isso tenha acontecido, o endereço IP estabelecido é usado para preparar uma conexão com o parceiro remoto desejado, que pode ser qualquer site na Internet.! 14

15 EGP: Exterior Gateway Protocol. Classificação dos protocolos de roteamento para troca de informações entre roteadores de redes independentes. Encapsulamento: Veja Tunelamento. Endereço Destino - Destination Address: Usado com Ethernet, IP, etc. O endereço para qual uma pacote de dados é enviado. ETHERNET: Termo usada para uma rede de dados que foi padronizada em 1985 pela IEEE O padrão especifica as funções e a construção dos Níveis 1 e 2 em acordo com o Modelo de Referência OSI. ETHERNET é baseada no processo de acesso CSMA/CD com um comprimento variável do pacote entre 64 e 1518 bytes e uma velocidade de transmissão de 10 Mbit/s (4 bytes para o campo TAG opcional). O conceito de ETHERNET é usado frequentemente como uma designação geral sem fazer nenhuma distinção entre as diferentes variações (ETHERNET, Fast ETHERNET, etc.); Além disso, os protocolos de Níveis 3 e 4 são frequentemente inclusos. Ethernet/IP: ETHERNET/Industrial Protocol. Um padrão para aplicações com Ethernet na Indústria, baseado em TCP e UDP. ESD: Electrostatic Discharge. Termo para descargas eletrostáticas. Essas descargas podem causar distúrbios curtos e irregulares em dispositivos eletrônicos podendo até mesmo danificá-los. Ex: Designação independente dos dispositivos sob a norma DIN EM que pode ser usada em acordo com as especificações mesmo dentro de áreas perigosas e com risco de explosão.! 15

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